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27.5.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2010



RETROSPECTIVA 2010

2010 foi um ano de muitos acontecimentos importantes na história do país e da categoria bancária na qual eu participava como dirigente nacional da classe trabalhadora.

A leitura das 286 postagens do blog permite a(o) leitor(a) viajar no tempo e os registros do dirigente sindical blogueiro apontam acontecimentos decisivos nas lutas por direitos sociais, civis e políticos do povo brasileiro.

Era ano eleitoral e a direita faria de tudo para tirar o PT do poder. Lula era o principal cabo eleitoral da candidata Dilma Rousseff. A simulação de agressão por parte de José Serra durante a campanha presidencial gerou até um samba divertidíssimo: “Bolinha de Papel”, do grupo Partido Alto.

Mesmo o blog representando um ponto de vista atomizado, de um trabalhador da categoria bancária em luta, vemos a movimentação dos capitalistas em geral e dos banqueiros em particular, da direita e da centenária casa-grande e sua mídia canalha e manipuladora, para avançar na retirada de direitos e desregular os direitos sociais do trabalho.

No ramo financeiro, a precarização se dava pelo avanço dos correspondentes bancários e pelas formas aviltantes de terceirização das atividades-fim da categoria bancária. Os patrões quiseram se aproveitar da crise financeira global para não atenderem às reivindicações da categoria em sua data-base. Então, fizemos uma bela greve nacional e arrancamos nossos direitos na luta. Pelo 3º ano seguido, foram 15 dias de greve!

 

SUMÁRIO DOS MESES DO ANO

No mês de fevereiro, participei das eleições bancárias no Rio Grande do Norte, levando as bandeiras da CUT aos colegas de lá. Na área de formação, começamos o segundo curso da grade formativa da Contraf-CUT, para os sindicatos da Fetec SP. O curso foi organizado em parceria com o Dieese.

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Março foi movimentado e os eventos organizativos e formativos foram destaque. Tivemos o planejamento da diretoria da Contraf-CUT. Defendi as bandeiras cutistas nas eleições dos bancários de Brasília. Participei do Coletivo Nacional de Formação da CUT (CONAFOR) na Escola Sindical 7 de Outubro, em Belo Horizonte. Realizamos o 2º módulo do curso PCDA para a Fetec SP.

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CASSI - A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, realizou seu processo eleitoral entre os meses de março e abril. Duas chapas concorreram no pleito: “UNIDOS PELA CASSI” e “Uma nova Cassi”. A chapa liderada por Graça Machado venceu a chapa de Humberto Almeida. Graça foi eleita para a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em uma composição com a Articulação Sindical da CUT.

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FORMAÇÃO - Ainda em abril finalizamos o curso de formação “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro” aplicado para dirigentes e assessores das entidades da Fetec SP. O Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA) teve a parceria com o Dieese. Estive na posse de delegados sindicais dos bancários de Pernambuco e realizamos dias de lutas no Banco do Brasil.

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No mês de maio, demos início à 3ª turma do curso de formação organizado pela Contraf-CUT e Dieese para dirigentes e assessores das entidades afiliadas, desta vez o curso foi no Nordeste. Os dois primeiros módulos foram em maio e terminamos o curso em junho. Ainda na região, participei de encontro de bancários na Paraíba.

Realizamos o XXI CONGRESSO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL (CNFBB) em SP, no final de maio, no Novotel.

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PREVI - A democracia foi plena nas eleições de nossa Caixa de Previdência, a Previ. A chapa vencedora foi a UNIDADE NA PREVI, liderada por Paulo Assunção e Vítor Paulo, eleitos diretores de Administração e Planejamento, respectivamente.

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No início de junho realizamos a ASSEMBLEIA DA CLASSE TRABALHADORA NO ESTÁDIO DO PACAEMBU, no dia 1º de junho. Ainda no mês, viajei para Belém do Pará e para Brasília para cumprir compromissos da secretaria de formação da Contraf-CUT. Também organizei materiais formativos para dirigentes e trabalhadores do Banco do Brasil.

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Os meses de julho e agosto foram meses preparatórios das mesas de negociação com a Fenaban e Governo. Cumpri agendas de formação no Sindicato do ABC e em Roraima. Realizamos a 12ª Conferência Nacional dos Bancários no Rio de Janeiro.

Nesse período também estávamos organizando as campanhas eleitorais de nossos bancários Berzoini e Marcolino a deputado federal e estadual, respectivamente. Berzoini foi eleito com 140 mil votos. Marcolino foi eleito com 96,5 mil votos.

Nesse período de início de negociações para a renovação da data-base da categoria bancária, a direção do BB inventou de retirar as portas giratórias das agências, o que nos levou ao enfrentamento e atividades específicas contra essa medida.

Postei no blog a reprodução de diversas matérias sobre insegurança bancária e sobre ações na justiça contra bancos e banqueiros.

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OBSERVAÇÃO: na hora de organizar o caderno, tive trabalho para recordar como fiz as postagens naquele ano de 2010 durante a campanha. Como a agenda sindical era muito corrida, eu abria diversas postagens no blog para serem preenchidas com as informações posteriormente, às vezes ao final dos longos dias. Então, várias postagens têm a mesma data no blog e eu fui agregando textos quando necessário.

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GREVE - As negociações com banqueiros e governo se estenderam pelo mês de setembro e a categoria não teve outra opção a não ser entrar em greve nacional por tempo indeterminado às vésperas do 1º turno das eleições presidenciais. Os caras propuseram apenas a reposição da inflação de 4,29% e mais nada.

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DIREÇÃO DO BB DISPUTOU NARRATIVA DA CAMPANHA - Durante a greve da categoria neste ano, a direção do Banco do Brasil, através de sua diretoria de recursos humanos, decidiu fazer a disputa ideológica com o movimento sindical. Como dirigente nacional, entendi que os comunicados internos do banco ao quadro de funcionários deveriam ser comentados na página do meu blog. Assim o fiz. A cada comunicado interno do diretor do banco sobre a campanha e as negociações, eu reproduzia o comunicado com meus comentários, esclarecendo os bancários que eu representava sobre coisas que entendia estarem meio esquisitas nas mensagens da direção do banco. Deve ser desde essa época que a direção do banco não “simpatizava” muito comigo... dane-se!

A greve da categoria durou novamente 15 dias, por culpa dos banqueiros, e fomos vitoriosos mais uma vez. Conseguimos bons resultados econômicos e sociais. O reajuste de 7,5% equivaleu no Banco do Brasil a uma valorização no piso de 13%, ou seja, 8,71% de aumento real.

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CONQUISTAMOS O PLANO DE CARREIRAS E REMUNERAÇÃO - Conseguimos uma nova tabela de antiguidade para somar ao PCS, a Tabela de Mérito (PCR). Tenho orgulho de ter em casa, até hoje, o caderno com a construção dessa proposta. Rascunhei uma tabela nova de antiguidade para criar uma estratégia diferente da improdutiva luta por “perdas” com índices inatingíveis de reajustes. Como liderança da corrente majoritária da CUT, nós sempre propusemos coisas que pudéssemos entregar ao final das campanhas salariais como, por exemplo, a política de aumento real.

Também avançamos na proteção do comissionamento dos colegas exercendo funções técnicas, administrativas e gerenciais, não permitindo que o BB retire a função de um(a) trabalhador(a) antes de 3 ciclos avaliatórios insatisfatórios.

A campanha trouxe resultados muito positivos para a categoria bancária em geral. No BB, ainda tivemos avanços para os caixas executivos e os colegas das CABB.

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TRABALHO DE BASE - Após a campanha salarial vitoriosa, estive nas bases fazendo o que aprendi desde que virei dirigentes sindical: estive nos locais de trabalho esclarecendo os trabalhadores sobre as conquistas e também sobre o nosso papel histórico de cidadania para o 2º turno das eleições presidenciais que ocorreriam em poucos dias.

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PLANO ODONTOLÓGICO – A direção do Banco do Brasil apresenta ao funcionalismo o BB Dental, com acesso a partir do dia 11 de novembro de 2010. O que a comunidade de funcionários da ativa e aposentados do BB esperava era o que estava combinado desde a reforma estatutária de 2007, um direito a atendimento odontológico dentro da Caixa de Assistência (Cassi). Ao fazer parceria com a OdontoPrev e disponibilizar o direito somente para os bancários da ativa, a direção do BB deu o que a gente conhece na gíria como um “Passa moleque” no conjunto dos associados da Cassi.

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ACORDO SOBRE USO DO SUPERÁVIT DO PLANO 1 DA PREVI – Em dezembro, após meses de negociações entre a direção da Previ, do BB e do governo, e das representações dos associados, foi aprovado o acordo de uso do superávit do Plano 1. A consulta ao corpo social teve uma aprovação expressiva e os trâmites foram encaminhados nas mais diversas instâncias necessárias.

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O ano de 2010 foi um grande ano de lutas. O presidente Lula terminou seus dois mandatos com alto índice de aprovação e transmitiu a faixa para a PRIMEIRA MULHER PRESIDENTA DO BRASIL, DILMA ROUSSEFF, nossa companheira de coração valente!

É isso!

William Mendes


29.8.12

BB faz truque com comissionamentos


Apresentação

Reproduzo abaixo excelente texto do grande companheiro Eduardo Araujo, que coordenou as negociações antes de mim e que tenho nele e em Marcel Barros boas referências na coordenação da CEBB, que ora tentamos contribuir com a nossa experiência para avançar nas estratégias de lutas para os bancários do Banco do Brasil.



Eduardo Araujo, companheiro do Sindicato de Brasília.

Artigo: Eduardo Araujo


Neste período do ano, época de negociação coletiva, a direção do BB faz pouco das reivindicações dos funcionários e funcionárias por meio do Boletim de Pessoal, assinado pelo diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas, Carlos Eduardo Leal Neri.

Vamos desvendar os truques embutidos na argumentação do diretor Neri e mostrar que, ao contrário do que ele afirma, é verdade que a gestão do banco utiliza a prática de descomissionamentos de modo constante e arbitrário.

Neri reconhece que houve “apenas” 138 descomissionamentos por ato de gestão. Mas a questão central não é a quantidade de descomissionamentos, e sim o uso desse instrumento arbitrário por parte de gestores despreparados para gerenciar pessoas. Como a retirada da comissão por ato de gestão dispensa o administrador de dar explicações reais e justas, usam isso como ameaça aos 68.975 comissionados, que assim ficam totalmente reféns dessa política dos gestores.

Foi para impor travas a esse modelo de gestão por ameaça que o movimento sindical incluiu no acordo coletivo de 2010 a cláusula estabelecendo a regra segundo a qual só pode haver descomissionamento após três avaliações de desempenho negativas. O BB está usando uma série de truques para descumprir essa regra e pressiona para retirar a cláusula do acordo.

O diretor Neri afirma que “apenas” 102 descomissionamentos no ano passado foram motivados por processo disciplinar. Mas na verdade grande parte desses descomissionamentos é de responsabilidade da gestão de pessoal do BB. Decorreram de ação disciplinar, muitas delas por conta do descumprimento de normas para atingir os objetivos absurdos do “Sinergia”. Entre outros, enquadram-se aí os mais de 20 casos recentes envolvendo gerentes de Minas Gerais e do Acre.

Portanto, é verdade que o banco não descomissiona aleatoriamente. O truque está na ameaça diária de descomissionar sua gerência média, além de convidar outros tantos para se aposentar.

Também é verdade que somente no primeiro semestre de 2012 foram realizadas 8.325 ascensões profissionais, mas a maioria delas o movimento sindical vinha reivindicando havia vários anos. O truque do banco foi a adequação desses comissionamentos na implantação das PSO (Plataformas de Suporte Operacional). Antes, mais de 7.000 caixas eram ativados em caráter de substituição, coisa que sempre denunciamos e a direção nada fazia, porém pouco mais de 5.000 foram efetivados com as dotações enxutas da plataforma.

Também cerca de 300 gerentes de serviço foram nomeados nas PSO. Antes, eram responsáveis pelo “Carteirão”, pelas atividades internas de tesouraria, etc. Sempre questionamos essa parametrização que gerava insegurança para os funcionários e um péssimo atendimento à população.

O diretor Neri afirma que o BB não aceita assédio de qualquer natureza, mas o que comprovamos na prática são as denúncias diárias de assédio moral entre gestores e subordinados. O assédio é ainda mais grave entre superintendências e gerentes. Obviamente que estes não denunciam por medo de retaliação.

O Banco do Brasil expõe o resultado de pesquisas internas, nas quais 90% dos funcionários consideram respeitosa a relação entre superiores e subordinados, mas nada fala sobre ética e venda responsável de produtos aos clientes. Pois as metas abusivas realmente não podem ser consideradas assédio moral, mas o modo de cobrança dessas metas sem as adequadas condições de trabalho constitui uma violência organizacional, campo fértil para o que a direção chama de “eventuais desvios individuais de conduta funcional”.

Todos esses dados demonstram que a "Ditadura" do BB não respeita seus funcionários. Parafraseando o diretor, “reflitamos todos sobre esse importante assunto”.


Eduardo Araujo de Souza
Diretor do Sindicato de Brasília

22.8.11

Bancários do BB querem melhorar travas contra descomissionamento


PARA ENTENDER AS REIVINDICAÇÕES ESPECÍFICAS DO BB (1)

A cláusula 42 do acordo específico em vigor do Banco do Brasil, que limita os descomissionamentos, foi uma importante conquista da Campanha Nacional dos Bancários em 2010 e fruto de forte greve geral da categoria e de uma melhora na participação dos funcionários comissionados do BB. Os bancários do BB querem na campanha deste ano melhorar a redação dessa cláusula.

O objetivo da reivindicação sobre a trava contra descomissionamento, que virou conquista após a greve, é o de impedir ou dificultar a perda de função dos funcionários por motivos fúteis e sem justificativas plausíveis por parte do BB e de seus gestores.

"Nós do movimento sindical entendemos que nenhum trabalhador pode perder sua função e ter redução em sua remuneração. O banco, porém, através de uma gestão voltada somente ao mercado e baseada na violência organizacional e nas metas abusivas, vinha descomissionando pessoas sem nenhum critério profissional", critica William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT.

Primeiro vinham as ameaças por não cumprir metas, não "colaborar" com a empresa (fazer horas extras gratuitas, por exemplo), por participação nas mobilizações por conquistas de novos direitos a todos etc. Depois os gestores da dependência tiravam a comissão a qualquer momento. Às vezes, até para abrir vagas para colegas ou conhecidos de outras agências.

Após a conquista do direito em 2010, outras formas de descomissionamento surgiram como as reestruturações do BB 2.0 ou por "conduta incompatível com o cargo". Nesta última, inclusive, cabe qualquer coisa para retirar a função de um bancário do BB e prejudicar uma carreira em andamento.

"Nosso objetivo em 2011 é melhorar a redação da cláusula, recuperando o texto original proposto e incluindo um parágrafo para coibir esse subterfúgio criado pelo BB em relação à 'conduta'. Também queremos incluir na cláusula todos os funcionários, inclusive os primeiros gestores que o banco exigiu que ficassem fora da regra", explica William.

Fonte: Contraf-CUT

17.4.11

PCR do BB - Algumas informações para os colegas


Apresentação do blog:

Reproduzo aqui um bom texto explicativo de Carlos Eduardo, presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, companheiro cutista, sobre o PCR do BB, que entrou em vigor em abril de 2011 retroativo a setembro de 2010.

PCR DO BB

1. O PCR é melhor que o PCS anterior, mesmo que não seja o pleno atendimento das reivindicações dos sindicatos.

2. Não é miserável, pois sendo um plano de carreira teve em sua implantação impacto financeiro (pecuniário) positivo para mais de 20 mil colegas do BB que aumentaram suas verbas salariais em até 15%.

3. O fato de o PCR conter em sua tabela de mérito (que antes era apêndice no padic a tabela E) o exercício de funções comissionadas para ascender nas promoções já existia no PCS anterior e levou ao congelamento de muitos colegas veteranos que antes de 30 anos de banco já chegaram e congelaram no E12. Com o mérito estes podem ainda ter algum acréscimo de verba salarial.

4. O papel do movimento sindical sempre será ideológico, mas também representativo e contratador de direitos. Algumas posições ideológicas pensam o sindicato única e exclusivamente como célula revolucionária e não atuam na perspectiva cutista, portanto não defendem contrato coletivo de trabalho.

5. A falta de conhecimento sobre o plano anterior ou atual também leva a considerações equivocadas que não situam a história dos trabalhadores. A compreensão estática dos impactos de um plano de carreira leva a considerações equivocadas sobre a vida, salários e direitos dos trabalhadores.

6. O novo plano não resolve o conjunto das reivindicações, mas traz alguns avanços, portanto, a luta continua com a estratégia de aumentar conquistas e não tendo retrocessos.

7. O plano interfere na vida de quem assume funções na empresa, sendo assim, mais de 70 % dos funcionários têm alterações na folha de pagamento. Quem recebe próximo ou acima do VR percebe financeiramente já.

8. O movimento sindical não defende que o escriturário entre na lógica de remuneração flexível por metas. Pelo contrário, através da carreira de mérito, diminui a influência da verba não salarial flexível CTVF por verba salarial 11 - adicional por mérito. O escriturário é o único cargo que recebe seu salário sem interferência da política de metas da empresa. É remunerado pelas tarefas contidas no edital de concurso e é protegido por elas. Qualquer intenção de incluir os escriturários nesta lógica está fragilizando sua remuneração fixa direta e salarial e elegendo a remuneração variável. Temos que continuar aumentando o piso acima do índice de reajuste da inflação com aumento real, assim levamos todas as comissões menores, inclusive, a receberem mais que a remuneração do VR de suas funções como é o caso de assistentes de negócios, auxiliares administrativos, atendentes de central de atendimento e alguns analistas. Estes tiveram aumento com o novo PCR.

9. Os valores da tabela M são vinculados a tabela A (antiguidade com teto no A12), sendo assim, com os reajustes das verbas salariais, funcionais e do piso, se altera o teto da tabela de antiguidade e, consequentemente, também a tabela de mérito. Todo ano este valor irá aumentando conforme nossa luta na estratégia de mobilização, representação, negociação e contratação da campanha nacional dos bancários (CCT) com respectivo aditivo do BB (ACT BB, aditivo a CCT).

10. A carreira de mérito também leva em conta o VR para pontuação; assim, as promoções são garantidas de acordo com o nível de crescimento na carreira. O BB não negociou o plano de comissões o que deverá ser outra luta sindical.

11. Os sindicatos lutam por valorizar as verbas salariais e desta forma construir proteção à remuneração do trabalhador.

Carlos Eduardo
Presidente do Seeb CE
Funcionário do BB

31.3.11

Conquista da campanha salarial, Carreira de Mérito começa a ser implantada no BB


Uma das principais conquistas da última Campanha Salarial, a Carreira de Mérito será implantada a partir de abril pelo BB, devendo beneficiar, de imediato, até 20 mil funcionários, agregando valor às funções e mais remuneração para os que estão em cargos comissionados nos últimos cinco anos. Com o novo plano, alguns bancários podem receber reajustes de até 15,6%. O anúncio da implantação foi feito na reunião de fevereiro e os parâmetros foram detalhados na negociação do dia 10 de março com a Contraf-CUT.

Capa de O Espelho março/2011

Mais informações sobre o tema você encontrará em O Espelho Nacional de março (capa na imagem) que está sendo enviado aos sindicatos. Se você não receber, cobre do seu sindicato.

"A implantação da Carreira de Mérito é uma conquista que visa valorizar os trabalhadores que constroem a empresa no seu dia a dia. Também representa o início da implantação do novo PCCS reivindicado há anos pelos trabalhadores. É um importante avanço dentro do que almejamos e pelo qual lutamos. Temos ainda muito a conquistar", afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa, que assessora a Contraf-CUT na mesa de negociação permanente com o banco.

Pelo novo PCR, a Carreira Administrativa de E1 até E12 recebeu nova identificação: passou para A1 até A12, continuando com 12 níveis, interstícios de 3% e salários que variam de R$ 1.600,13 a R$ 2.214,84 (lembrando que no demonstrativo de rendimentos aparece o valor inicial de R$ 1.280,10 na verba VP 10 porque a gratificação de 25% é inserida sobre outras verbas salariais ao final). O comissionado E1 que, em setembro, tinha pelo menos dois anos de função, passou a ser enquadrado automaticamente no nível A2. Foi uma exceção para a implantação, pois o tempo mínimo estipulado para promoção de um nível para outro no sistema A é de três anos.

O banco prometeu manter um canal de comunicação aberto com a categoria, por meio de e-mail e/ou de telefone, para solucionar as dúvidas que certamente surgirão nesse momento de implantação.

É importante que os bancários chequem se as comissões exercidas desde setembro de 2006 estão devidamente detalhadas. A migração vai ser com base nessa informação. Quem perdeu ou abriu mão de comissão de 2006 para cá também será beneficiado na Carreira de Mérito.

Os funcionários dos bancos incorporados pelo BB também serão incluídos no PCR, mas serão avaliados de forma diferente. O BB vai levar em conta o tempo a partir da migração desse segmento do funcionalismo: a partir de 2008 no caso do BEP e Besc e de final de 2009 para os da Nossa Caixa.

A Contraf-CUT pretende avançar nas negociações para que esses trabalhadores tenham os mesmos direitos dos demais.

Veja como é a Carreira de Mérito

- Conta com 25 níveis M, cada um deles de R$ 70,80 (que com a gratificação de 25% será de R$ 88,62);

- Cada M é obtido após uma determinada pontuação (1.095 pontos), correspondente a um certo tempo de trabalho em função comissionada;

- Cada dia no exercício de um cargo comissionado equivale de 1 ponto, no mínimo, até 6 pontos, de acordo com a seguinte divisão:

G1 - até R$ 4.056,10, 1 ponto por dia.

G2 - de R$ 4.056,11 a R$ 6.760,17, 1,5 ponto por dia.

G3 - de R$ 6.760,18 até R$ 13.520,33, 3 pontos por dia.

G4 - acima de R$ 13.520,33, 6 pontos por dia.

- Para conseguir cada M, os funcionários acumulam os pontos por três anos na primeira faixa salarial; dois anos na segunda; um ano na terceira e seis meses na G4.

- Os cálculos para enquadramento na Carreira M levaram em conta o período de setembro de 2006 a agosto de 2010 da carreira de cada funcionário comissionado.

- Os novos valores acrescidos aos salários correspondentes aos avanços conquistados passaram a valer em setembro de 2010, data-base da Convenção Coletiva.

São as diferenças de valores acumuladas entre setembro de 2010 e 31 de março de 2011 que entram na folha de pagamento de abril, conforme promessa da direção do banco.

Fonte: O Espelho Nacional

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Post Scriptum: 

A GÊNESE DA TABELA DE MÉRITO (PCR) NO BB

Tenho a honra de ter sido um dos criadores dessa proposta de aumento dos direitos dos funcionários do BB por tempo de serviço. Tenho até hoje em casa os rascunhos da Carreira de Mérito (PCR). 

Pensei nessa nova tabela de antiguidade para recuperar a amplitude entre o início da vida do funci e o fim de seu percurso laboral de trinta anos. 

Quando o PCS foi destruído por FHC em 1997, a amplitude final com 3% entre as letras caiu drasticamente, se comparado à amplitude entre A1 e A12 quando o interstício era de 12% e 16% ao final. 

Com a nova tabela de PCR somada à de PCS a amplitude voltou a ficar interessante por tempo de serviço no BB. 

Também pensei nessa fórmula por saber que não teria o menor trânsito entre a empresa e seus negociadores de uma proposta de perdas enormes de inflações passadas. 

Essa era a característica de um dirigente da Articulação Sindical que aprendi com os bancários da CUT: propostas que resolvam a questão e traga melhoria para a categoria que a gente representa.

William Mendes

13.3.11

BB apresenta à Contraf-CUT proposta de PCR, conquista da Campanha de 2010


Crédito de Agnaldo Azevedo.

Uma das conquistas mais significativas para o funcionalismo do Banco do Brasil na Campanha Nacional de 2010, o Plano de Carreiras e Remuneração (PCR) voltou a ser assunto principal de mais uma rodada de negociação permanente entre a Contraf-CUT, federações e sindicatos, assessorada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e os representantes da instituição financeira.

Iniciada na manhã desta quinta-feira (10), a reunião, encerrada por volta das 14h, também foi marcada pela apresentação do projeto das agências complementares. Os trabalhadores defendem a presença do banco em todas as cidades, mas com agências e funcionários preparados para atender a população e orientar para o crédito consciente e produtivo. No entanto, os bancários discordam desse modelo de agência que fere a lei e precariza direitos dos trabalhadores.

Na primeira parte da negociação, a segunda realizada este ano, os representantes do BB detalharam o PCR. Em slides, o banco apresentou um modelo de como será o extrato de pontuação por exercício de cargo comissionado, que deve ser disponibilizado no Sisbb até 31 de março. A pontuação diária de cada comissão é definida de acordo com o Valor de Referência (VR) da comissão. As comissões com VR até R$ 4.056,10, receberão 1 ponto; de R$ 4.056,10 até R$ 6.760,17 receberão 1,5 ponto; as comissões de R$ 6.760,17 a R$ 13.520,33 receberão 3 pontos; e as comissões acima desse valor receberão 6 pontos. A pontuação é medida por dia de comissão exercida, incluindo os sábados, domingos e feriados, nestes casos assumindo a comissão do dia útil anterior. A cada 1.095 pontos, o bancário avança um nível na tabela por mérito. Cada nível corresponde a um valor de R$ 70 de aumento no vencimento padrão do bancário (VP mais gratificação corresponderá a um aumento de R$ 88 por nível). A contagem de pontos retroage às comissões exercidas desde setembro de 2006.

Clique aqui para entender as verbas remuneratórias do funcionário do BB

"O banco ainda não sabe ao certo quantos bancários serão beneficiados de imediato com a implantação do PCR. No entanto, estimamos que o plano impacte positivamente mais de 20 mil pessoas de todo o país neste primeiro momento. Sabemos que o PCR viabilizado nesse momento ainda não é o ideal, mas o aprimoramento do modelo através da negociação nos levará a um Plano melhor e mais justo no futuro", afirma Eduardo Araújo, coordenador da CEBB.

Os sindicalistas sustentaram o pedido de um adiantamento de valores com acerto na folha de abril próximo. O BB, porém, não admitiu a possibilidade desse pagamento.

Um dos negociadores do banco, José Roberto, garantiu que a verba por mérito deve constar na folha de abril. Ao ser questionado pela CEBB sobre as dúvidas que surgirão em torno do PCR, o representante do BB admitiu a possibilidade de criar uma espécie de tira-dúvidas aos bancários. Ele não esclareceu se o canal de comunicação será por meio de e-mail e/ou de telefone. "Vamos montar um sistema para atender as dúvidas. Pode haver um grau de dúvida e de incerteza que será minimizado com nosso plano de comunicação", admitiu José Roberto.

Com o PCR, alguns bancários podem receber reajustes de até 15,6%. O incremento na folha será retroativo a setembro, data-base da categoria. "Os bancários que não têm em seu espelho a verba CTVF (Contribuição Temporária Variável de Função Comissionada) receberão reajuste imediato com a implantação do PCR. Aqueles que têm CTVF menor do que o valor de mérito alcançado, também receberão um reajuste imediato, subtraindo-se o valor do Mérito à CTVF. O restante dos bancários terá o vencimento padrão robustecido, fortalecendo assim o salário base, diminuindo a força da verba variável CTVF", informa Rafael Zanon, representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (Fetec-CN) na CEBB e diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília. Quem perdeu ou abriu mão de comissão de 2006 para cá também será beneficiado na carreira de mérito.

Incorporados

Os bancários egressos dos bancos incorporados pelo BB serão incluídos no PCR, de acordo com os representantes do banco. Ao contrário dos demais funcionários originários do BB, que terão o seu histórico considerado desde 2006, os trabalhadores oriundos de outras instituições financeiras serão avaliados de forma diferente. O BB vai levar em conta o tempo a partir da migração desse segmento do funcionalismo. "Pretendemos avançar nas negociações para que esses trabalhadores tenham os mesmos direitos dos demais. Levaremos as reivindicações para a mesa de negociação", observa Sérgio Farias, representante da Federação do Rio de Janeiro e do Espírito Santo na CEBB.

Agências complementares

Para cumprir a meta de o BB estar presente em todos os 5.465 municípios do país até 2015, estabelecida ainda durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o banco apresentou aos bancários um resumo do projeto de implantação das agências complementares. O objetivo do banco é abrir 250 unidades até o final de 2011.

Apesar de aprovar a iniciativa de levar o banco aos pequenos municípios e, com isso, aumentar a inclusão bancária no país, a Comissão de Empresa vê problemas no plano de expansão. As preocupações dos trabalhadores vão desde o modelo que terceiriza o atendimento à falta de segurança e ao descumprimento da lei. Ao colocar dois bancários e terceiros trabalhando numa mesma unidade, o Banco atenta contra a lei de terceirização. "O ideal é a abertura de agências com número suficiente de bancários e qualidade de atendimento. Além disso, já que esse é um projeto social da instituição, não deveria ser exigida lucratividade desses postos", ressalta Cláudio Luis, representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB.

A Contraf-CUT recomenda aos sindicatos de todo o país debaterem o projeto e apresentarem suas sugestões e críticas à proposta que prevê a contratação de correspondentes como serviço complementar. Em paralelo, os sindicalistas informaram ao BB que irão denunciar os correspondentes bancários irregulares. "Não permitiremos em hipótese alguma a precarização do trabalho bancário", avisa Eduardo Araújo.

A próxima edição de O Espelho nacional trará mais detalhes sobre o PCR e agências complementares. A revista publicará algumas das tabelas apresentadas pelo BB sobre a carreira de mérito.

Fonte: Rodrigo Couto - Rede de Comunicação dos Bancários

17.2.11

PLR do Banco do Brasil será paga no dia 28


Instituição financeira atendeu reivindicação do Sindicato (SEEB-SP) e antecipará o crédito aos trabalhadores

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São Paulo – A distribuição linear de 4% do lucro líquido a cerca de 110 mil funcionários, além do pagamento do módulo Fenaban (45% do salário paradigma acrescido de um valor fixo) e do módulo bônus serão creditados de forma antecipada pelo Banco do Brasil aos trabalhadores.

A antecipação foi reivindicada pelo Sindicato junto à direção da empresa, que confirmou nesta quinta 17 que o pagamento será feito no dia 28 de fevereiro. O prazo limite para o crédito era 3 de março.

Os cálculos para o crédito serão feitos a partir do lucro líquido do segundo semestre (cerca de R$ 6,6 bi), uma vez que a PLR no BB é semestral. O Sindicato está cobrando da direção do Banco do Brasil os valores que serão creditados aos trabalhadores.

Marambaia – Na área de tecnologia, os funcionários que não fizeram a opção pelo regime do BB reivindicam a elevação dos salários paradigma, pois os valores pagos de PLR foram inferiores aos de outros que desempenham a mesma função.

Já na central de atendimento (CABB), a reivindicação é que nenhum atendente receba PLR menor que o escriturário de nível E-6.

“Estamos levando as reivindicações dos trabalhadores da Marambaia e da CABB para a direção do banco e vamos exigir solução para os problemas”, diz Cláudio Luis de Souza, diretor do Sindicato e representante dos trabalhadores na Comissão de Empresa.

Fonte: Seeb SP - Jair Rosa - 17/02/11

3.2.11

Artigo: PLR - É hora de começar a receber a 2a parte da conquista da campanha de 2010


Os bancos começam a divulgar os seus balanços nas próximas semanas e é hora dos bancários receberem a sua 2a parcela da Participação nos Lucros e Resultados.

A regra básica atual da Fenaban é:

90% do salário + R$ 1.100,80 com um teto em reais de R$ 7.181,00.

Desse valor, houve uma antecipação, no ano de 2010, de 54% do salário mais R$ 660,48.

Quando o total distribuído pela regra básica (90% + R$ 1.100,80) for inferior a 5% do lucro líquido, o valor deve ser elevado até atingir o percentual ou chegar a 2,2 salários, o que ocorrer primeiro.

Valor adicional de 2% linear com teto de R$ 2.400,00

Foram antecipados 50% em 2010 e agora os bancários receberão a diferença para o teto em reais em praticamente todos os bancos, com exceção do HSBC (estimativas).

No BB a regra é outra:

O Banco do Brasil tem um modelo diferente que paga 4% linear para todos + uma parcela Fenaban e uma parcela bônus aos comissionados.

William Mendes


Fonte: com informações da Folha Bancária (SP) nº 5.401

31.12.10

Artigo: Avaliação política e sindical de 2010


* William Mendes


E então terminou o ano de 2010... 2011 vem aí com desafios tremendos para a classe trabalhadora...

Caros companheiros, amigos e colegas bancários (homens e mulheres, claro!),

Avalio que vencemos muitas batalhas no ano civil que se encerra. Elegemos o projeto mais democrático, popular e nacional-desenvolvimentista para o Brasil para os próximos quatro anos.

Fizemos uma boa luta da categoria bancária na Campanha Nacional dos Bancários deste ano. Os avanços econômicos foram importantes, mas não podemos esquecer que tivemos avanços sociais também para a categoria como, por exemplo, combate ao assédio moral e igualdade de direitos entre as pessoas. Seguimos acumulando forças para as próximas lutas contra os banqueiros e governos.

Não tenho NENHUMA ILUSÃO sobre as dificuldades imensas que teremos na correlação de forças que comporão o próximo governo. A classe trabalhadora não terá moleza. A pauta derrotada está pautando o novo governo através da grande mídia, através dos partidos de composição e, INFELIZMENTE, através de membros do Partido dos Trabalhadores que vergonhosamente defendem os interesses dos empresários, dos salafrários e da elite local (se eu citar alguns serei criticado, mas, dane-se!). Exemplos domésticos: sr. Vaccarezza, sr. Palocci e sr. Zé Cardozo "Dantas" - todos do PT paulista.

Para obtermos vitórias nas batalhas da classe trabalhadora nos próximos 4 anos teremos que ser muito aguerridos, unidos e os nossos sindicatos devem estar sempre nos locais de trabalho fazendo aquilo que um sindicato CUTista deve fazer:

- Organizar a base

- Preparar a pauta de reivindicações

- Mobilizar e preparar a correlação de forças

- Buscar negociações

- Contratar o que for possível para os trabalhadores

A CUT preparou a PLATAFORMA DA CLASSE TRABALHADORA no ano de 2010. Ela deve servir de referência para que nossos sindicatos, nossos trabalhadores e demais movimentos sociais pressionem o Governo Dilma Rousseff, os governos locais e os parlamentos em relação ao que esperamos deles - poderes constituídos - para que o Brasil siga crescendo com justiça e distribuição da riqueza do país.

Se posso desejar alguma coisa para aquelas pessoas com quem convivo e tenho contato, desejo que passem o ano todo privilegiando a visita aos locais de trabalho, para estarmos sempre próximos daqueles que são nossa razão de ser: os trabalhadores representados.

Desejo também que leiam e estudem, ao menos uma hora por dia, para estarmos mais preparados na representação e direção do movimento sindical em prol de nossos trabalhadores.

E que nunca, mas nunca mesmo, esqueçamos que nosso objetivo deve ser melhorar a vida da classe trabalhadora e de nossos representados enquanto categoria profissional, e nunca a disputa de poder pelo poder.

Bom 2011 de luta e unidade a todos!

*William Mendes
Secretário de formação da Contraf-CUT

5.12.10

Agenda sindical da semana de 6 a 10/12/2010


SEGUNDA-FEIRA

Reunião nacional em BH sobre avaliação de campanha salarial 2010.


TERÇA-FEIRA

Reunião em BH do Comando Nacional dos Bancários: avaliação de campanha 2010.


QUARTA-FEIRA

BASE: Estarei à tarde no complexo São João do BB. Cláudio Rocha e eu fizemos reunião com colegas do 5o e 7o andar - Gecex - sobre o superávit da Previ.


QUINTA-FEIRA

Em SP.

BASE: Estive em visita à base no dia de hoje. Fiz alguns andares do complexo São João com a FB: 7o, 6o, 5o, 4o, 3o.

À noite, assembleia de aprovação de contas no sindicato.


SEXTA-FEIRA

Em SP.

BASE: Estive no complexo São João com a FB e o Espelho Previ. Fiz a Gerat e o Nujur no 10o andar e a empresarial no 2o andar.

28.10.10

Revista dos Bancários destaca greve histórica e alerta para o risco Serra


Compare os índices de reajustes dos bancários nos governos FHC e Lula

Contraf-CUT

A mais nova edição da Revista dos Bancários, produzida pela Contraf-CUT, já começou a ser distribuída pelos sindicatos em todo o país. Com a manchete "Avançamos", a publicação traz um balanço sobre a Campanha Nacional dos Bancários 2010, mostrando como a "maior greve conquistou o melhor acordo em 20 anos" para a categoria.

Além dos ganhos reais nos salários e do aumento da PLR, a revista analisa a conquista de um instrumento de combate ao assédio moral nos bancos e a melhoria no atendimento das vítimas de assaltos e sequestros. A unidade nacional dos bancários e a força da greve de 15 dias, que chegou a paralisar 8.280 agências em todo o país, são ressaltadas como fatores fundamentais para arrancar avanços nesta campanha.

Clique aqui para acessar a versão para leitura on-line.

A publicação apresenta dados históricos e comparativos sobre a evolução dos reajustes salariais e dos pisos na era FHC e no governo Lula, confrontando o arrocho no período tucano com os ganhos obtidos nos últimos sete anos. Além disso, relembra os tempos sombrios do governo tucano de FHC, do qual o candidato José Serra foi ministro do Planejamento e condutor das políticas de privatização de empresas estatais.

A revista relaciona uma série de fatos que mostram por que a candidatura tucana representa uma ameaça aos trabalhadores e aos bancos públicos, como BB, Caixa, BNB e Banco da Amazônia.

Confira alguns riscos para os trabalhadores:

-Tucanos arrocham salários. Nos oito anos do governo PSDB/FHC, os bancários tiveram arrocho salarial, tanto nos bancos públicos como privados (veja nas tabelas acima). Serra fez o mesmo no governo de São Paulo.

-Serra coordenou privatizações. Como ministro do Planejamento de FHC, Serra coordenou o programa de privatizações, entre elas Vale do Rio Doce, Embraer, todo o sistema Telebrás, Light, CSN, Escelsa entre outras.

-Privatizações de bancos públicos. A política do governo do PSDB privatizou Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Baneb, Bandepe, Credireal, Meridional, BEA, BEG e Paraiban.

-Serra vendeu último banco público paulista. A Nossa Caixa só não foi privatizada porque o BB comprou, mas as negociações já estavam avançadas com o Bradesco.

-Desmonte do BB e da Caixa. Quando FHC assumiu, em 1995, o BB tinha 119 mil funcionários e a Caixa 76 mil. Quando saiu, o BB tinha 77 mil e a Caixa 53 mil. Além das demissões, a reestruturação brutal arrochou salários (veja no quadro), retirou direitos, precarizou o trabalho, acabou com o PCS e humilhou os trabalhadores. Os dois bancos também ficaram praticamente sem PLR nos governos tucanos.

-Objetivo era privatizar BB e Caixa. O desmonte dos dois bancos públicos federais visava enfraquecê-los para privatizá-los. Isso estava explicitado em documentos enviados pelo governo FHC ao FMI e em estudo encomendado ao consórcio Booz-Allen, Hamilton & Fipe.

-Prejuízos aos aposentados, com a implantação do fator previdenciário que reduziu os novos benefícios de aposentadoria em até 40%.

-Desrespeito aos trabalhadores. Intervenção branca (bloqueio de contas), no início do governo FHC, em sindicatos de petroleiros do país, demissão de mais de 70 grevistas e uso de força militar contra os trabalhadores do setor. O governador Serra, em São Paulo, tentou criminalizar os movimentos sociais e sindicais, jogando a polícia contra professores, entre outras arbitrariedades.

Fonte: Contraf-CUT

Acordo de PLR do BB 2010 - 1º semestre



COM13110 - BB ACORDO PLR 2010

São Paulo, 21 de outubro de 2010.

De: Contraf-CUT

Para: Entidades Sindicais Bancárias


ACORDO COLETIVO DE TRABALHO DE ÂMBITO NACIONAL ENTRE BANCO DO BRASIL S.A., CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES DO RAMO FINANCEIRO - CONTRAF, FEDERAÇÕES E SINDICATOS DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS, SOBRE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS - PLR DO ANO DE 2010.

PREÂMBULO

Pelo presente Acordo Coletivo de Trabalho de âmbito nacional, as partes signatárias estabelecem a Participação nos Lucros ou Resultados – PLR do Banco do Brasil S.A., do ano de 2010, denominado PROGRAMA DE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS - PROGRAMA PLR, nos termos do artigo 7o, inciso XI, da Constituição Federal, da Lei no 10.101, de 19.12.2000, e das seguintes cláusulas:


DA EXCLUSÃO DA INCIDÊNCIA DE ENCARGOS TRABALHISTAS

CLÁUSULA PRIMEIRA: A Participação nos Lucros ou Resultados não constitui base de incidência de nenhum encargo trabalhista, inclusive previdenciário, por ser desvinculada da remuneração, nos termos da legislação vigente (artigos 7º - XI – CF e 3º da Lei nº 10.101/2000).


DAS DISPOSIÇÕES CONTRATUAIS COLETIVAS

CLÁUSULA SEGUNDA: O presente acordo tem como referência normativa a Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria Bancária, firmada entre Federação Nacional dos Bancos – FENABAN, CONTRAF e entidades afiliadas, para estabelecimento da Participação nos Lucros ou Resultados referente ao ano de 2010, adaptados às particularidades e características do Banco do Brasil, nos termos deste instrumento.


DA COMPOSIÇÃO DO MODELO DE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS - PLR

CLÁUSULA TERCEIRA: O modelo de participação nos lucros ou resultados do Banco do Brasil S.A. do ano de 2010 compõe-se de um módulo básico, denominado MÓDULO FENABAN, e de um módulo especial, denominado MÓDULO BB.


DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA PLR

CLÁUSULA QUARTA: O Programa PLR promove a distribuição de lucros ou resultados aos funcionários do Banco, na forma da lei e deste acordo coletivo de trabalho, e visa ao:

I - fortalecimento da parceria entre os funcionários e o Banco;

II - reconhecimento do esforço individual e da equipe na construção do resultado;

III - estímulo do interesse dos funcionários na gestão e nos destinos do Banco;

IV - incentivo aos negócios e o lucro do Banco.


DOS RECURSOS DO PROGRAMA PLR

CLÁUSULA QUINTA: Os recursos para o Programa PLR advêm dos Lucros Líquidos semestrais constantes das respectivas demonstrações contábeis, de publicação anterior ao pagamento da referida Participação nos Lucros e após os efeitos tributários do Imposto de Renda e da Contribuição Social, ajustados pelos saldos líquidos dos lançamentos efetuados nos semestres em Lucros ou Prejuízos Acumulados, respeitado o disposto na Lei no 6.404, de 15.12.1976, e suas alterações.


DO PAGAMENTO DA PLR

CLÁUSULA SEXTA: A PLR é distribuída semestralmente, conforme disposto na Lei no 10.101/2000, apurada com base em percentual definido pelo acionista controlador, incidente sobre o lucro líquido obtido em cada semestre civil, e demais normas que tratam do tema, não se lhe aplicando o princípio da habitualidade.


DOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA PLR

CLÁUSULA SÉTIMA: Participam do Programa PLR os funcionários do Banco e os cedidos à Fundação Banco do Brasil - FBB, BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. - BB DTVM, Entidades Sindicais, Federação Nacional das Associações Atléticas Banco do Brasil - FENABB, Conselhos Estaduais das Associações Atléticas Banco do Brasil - CESABB, Associações Atléticas Banco do Brasil - AABB, Associação dos Advogados do Banco do Brasil – ASABB, Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade – APABB, Associação de Poupança e Empréstimo - POUPEX, Cobra Tecnologia S.A. - COBRA e ao Setor Público.

Parágrafo Primeiro – O funcionário admitido até 31.12.2009 e que se afastou a partir de 2.1.2010, ou que se afastou antes de 1º.1.2010 e retornou durante o primeiro semestre de 2010, por licença-saúde, licença-maternidade ou licença-adoção, faz jus ao pagamento integral da PLR ora estabelecido para o semestre referido, observados os parâmetros específicos constantes das cláusulas que tratam dos Critérios e Modo de Distribuição.

Parágrafo Segundo – O funcionário admitido até 30.6.2010 e que se afastou a partir de 2.7.2010, ou que se afastou antes de 1º.7.2010 e retornou durante o segundo semestre de 2010, por licença-saúde, licença-maternidade ou licença-adoção, faz jus ao pagamento integral da PLR ora estabelecido para o semestre referido, observados os parâmetros específicos constantes das cláusulas que tratam dos Critérios e Modo de Distribuição.

Parágrafo Terceiro – O funcionário licenciado por acidente do trabalho faz jus ao pagamento integral da PLR com base na função/comissão exercida ao tempo do acidente, independentemente de ter trabalhado ou não no referido semestre de obtenção do lucro líquido. O pagamento será proporcional ao tempo de afastamento, caso o retorno tenha ocorrido no transcurso do referido semestre em função/comissão diversa daquela exercida à época do acidente, ficando o pagamento da parte restante na proporção do tempo de exercício da nova função/comissão.

Parágrafo Quarto – Ao funcionário admitido desde o primeiro dia útil do ano de 2010 e em efetivo exercício em 30.6.2010, ou admitido desde o primeiro dia útil do segundo semestre de 2010 e em efetivo exercício em 31.12.2010, mesmo que afastado por licença-saúde, licença-maternidade e licença-adoção, será paga a PLR proporcionalmente ao período entre a posse e o último dia do semestre de obtenção do lucro líquido, ficando vedada a dedução do período de afastamento para cômputo da proporcionalidade.

Parágrafo Quinto – Para efeito de cálculo da PLR, serão descontados os dias de afastamento por Licença-Interesse, Licença para Concorrer ou Exercer Mandato Eletivo, Licença para Acompanhar Pessoa Enferma da Família - LAPEF e faltas não abonadas ou não autorizadas.

Parágrafo Sexto – Participam do Programa PLR os funcionários desligados dos quadros do Banco, a partir de 1º.1.2010, por aposentadoria, inclusive nos casos de aposentadoria antecipada da PREVI, por interesse próprio (a pedido), e sem justa causa. A participação será paga proporcionalmente aos dias trabalhados no respectivo semestre de verificação de lucro líquido.

Parágrafo Sétimo – Sem prejuízo dos parâmetros definidos nos parágrafos anteriores, o pagamento da PLR aos funcionários que se encontrarem nas condições e circunstâncias mencionadas respeitará o previsto nas cláusulas que tratam dos Critérios e Modo de Distribuição.


DOS CRITÉRIOS DE CÁLCULO E DE DISTRIBUIÇÃO DA PLR

CLÁUSULA OITAVA: O valor individual da PLR, a que cada funcionário faz jus na forma deste acordo coletivo de trabalho, é calculado em quantidade de salários paradigmas, definidos pelo BANCO, constante da planilha anexa ao presente instrumento, respeitados os demais critérios de cálculo e de distribuição.

Parágrafo Primeiro – A quantidade de salários paradigmas constante da planilha referida no caput desta cláusula poderá sofrer alterações, face ao montante de recursos a distribuir em decorrência do lucro líquido obtido no segundo semestre de 2010.

Parágrafo Segundo – No caso de variação positiva, a distribuição proporcional dos recursos que ultrapassarem o montante necessário ao pagamento da quantidade de salários paradigmas, expressa na planilha anexa, fica limitada a 3 salários paradigmas, no referido semestre de verificação de lucro líquido.

Parágrafo Terceiro – Em relação aos Caixas-Executivos, Escriturários e Contínuos, eventual variação do montante de recursos a distribuir, incidirá sobre 45% dos respectivos salários paradigmas estabelecidos na cláusula nona deste ACT.


CLÁUSULA NONA: O salário paradigma corresponde a:

I - Para comissionados: Valor de Referência ou salário paradigma do Escriturário, definido no inciso III desta cláusula, o que for maior;

II - Para Caixas-Executivos: Vencimento Padrão (VP) do E-6 + Gratificação Semestral + Gratificação de Caixa;

III - Para Escriturários e integrantes da Carreira Técnico-Científica: Vencimento Padrão (VP) do E-6 + Gratificação Semestral;

IV - Para integrantes da Carreira de Serviços Auxiliares: Valor do AC 04 + Gratificação Semestral;

V - Para cedidos às Entidades Sindicais, FENABB, CESABB, AABB, FBB, BB DTVM e COBRA: valor das vantagens de cessão;

VI - Para os cedidos à POUPEX e ao Setor Público: valor da Gratificação Especial de Cessão - GEC ou salário paradigma do Escriturário, definido no inciso III desta cláusula, o que for maior;

VII - Para os funcionários egressos de bancos incorporados não optantes pelo Regulamento do Banco do Brasil S.A., face à diversidade de cargos do Plano de Cargos e Salários - PCS dos bancos incorporados, adotam-se os salários paradigmas constantes nas tabelas em anexo.

Parágrafo Primeiro – Para efeito de pagamento da PLR referente ao primeiro semestre de 2010, os valores dos salários paradigmas referidos nesta cláusula foram apurados nos termos deste acordo e verificados em 30.6.2010.

Parágrafo Segundo – Para efeito de pagamento da PLR referente ao segundo semestre de 2010, os valores dos salários paradigmas referidos nesta cláusula devidamente reajustados nos termos do ACT 2010/2011, de cláusulas econômicas e sociais, serão apurados nos termos deste acordo e verificados em 31.12.2010.


CLÁUSULA DÉCIMA: O valor da PLR a pagar semestralmente a cada participante é composto dos módulos FENABAN e BB, nos termos deste Acordo, respeitado o critério de proporcionalidade em relação aos dias trabalhados e ao exercício de cargos e/ou comissões, no respectivo semestre de verificação de lucro líquido.

Parágrafo Único – Os funcionários Escriturários, quando acionados na função de Caixa Executivo, e outros comissionados em regime de movimentação transitória ou provimento temporário de comissão, fazem jus à PLR relativa a essa função, na proporção do tempo de exercício, durante o respectivo semestre de verificação de lucro líquido.


CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA: Não serão consideradas interrupções ao exercício de cargos, comissões e funções, as ausências autorizadas previstas no regulamento do Banco do Brasil S.A. e no Acordo Coletivo de Trabalho 2010/2011, de cláusulas econômicas e sociais.


CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA: O MÓDULO FENABAN compõe-se de 45% do salário paradigma, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo BANCO, para cada semestre.


CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA: O MÓDULO BB constitui-se das seguintes parcelas:

I - Parcela Linear de 4% do lucro líquido verificado em cada semestre civil do exercício de 2010, distribuído linearmente entre todos os participantes do Programa PLR, definidos na Cláusula Sétima deste acordo coletivo de trabalho;

II - Parcela Variável, equivalente à diferença entre o valor correspondente à quantidade de salários paradigmas definido pelo BANCO e a soma do MÓDULO FENABAN e da Parcela Linear definida no inciso I desta cláusula, e vinculada ao cumprimento do Acordo de Trabalho – ATB do respectivo semestre de verificação de lucro líquido.

Parágrafo Primeiro – Para funcionários que, durante o respectivo semestre de verificação de lucro líquido, ocuparam diversos cargos, funções ou comissões, o cálculo da quantidade de salários paradigmas observará o critério da proporcionalidade em relação ao tempo de exercício nos diferentes cargos, funções ou comissões.

Parágrafo Segundo – O pagamento da Parcela Variável referida no Inciso II desta cláusula será efetuado de acordo com a tabela abaixo:

Placar da dependência (pontos) Percentual de pagamento


400 ou mais 100%
395,41 a 399,99 96,22%
386,6 a 395,4 92,44%
377,79 a 386,59 88,65%
368,98 a 377,78 84,87%
360,17 a 368,97 69,74%
0 a 360,16 00,00%

Parágrafo Terceiro – Para os funcionários cedidos à FBB e BB DTVM, o recebimento da Parcela Variável está condicionado ao cumprimento do Acordo de Trabalho daquelas Entidades, observada a tabela constante do Parágrafo Segundo desta cláusula.

Parágrafo Quarto – Para os funcionários cedidos às Entidades Sindicais, FENABB, CESABB, AABB, ASABB, APABB, POUPEX e ao Setor Público serão pagos os valores do MÓDULO FENABAN e da Parcela Linear do MÓDULO BB.

Parágrafo Quinto – Os funcionários cedidos às Entidades Sindicais, FENABB, CESABB, AABB, ASABB, APABB, FBB, BB DTVM, POUPEX, COBRA e ao Setor Público, cuja cessão teve início ou término durante o respectivo semestre de obtenção do lucro líquido fazem jus ao recebimento da PLR, calculada proporcionalmente ao período em que se mantiveram no Banco ou na cessionária, conforme o caso.


DO PAGAMENTO DA PLR

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA: O BANCO compromete-se a pagar a PLR referente ao primeiro semestre de 2010 aos funcionários abrangidos por este acordo coletivo de trabalho, em até dez dias úteis seguintes à assinatura do respectivo instrumento.

Parágrafo Único – Aos funcionários mencionados nas Cláusulas Sétima - Parágrafo Terceiro, Décima - Parágrafo Único, o pagamento ocorrerá em até trinta dias após o cumprimento do compromisso referido no “caput” desta cláusula.


CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA: O BANCO compromete-se a pagar a PLR referente ao segundo semestre de 2010 aos funcionários abrangidos por este acordo coletivo de trabalho em até dez dias úteis após a data de distribuição dos dividendos aos acionistas.

Parágrafo Único – Aos funcionários mencionados nas Cláusulas Sétima - Parágrafo Terceiro e Décima - Parágrafo Único, o pagamento ocorrerá em até trinta dias após o cumprimento do compromisso referido no “caput” desta cláusula.

Por assim estarem justos e acordados, firmam os signatários o presente instrumento de Acordo Coletivo de Trabalho em quatro vias de igual teor e forma.

Brasília-DF, 14 de outubro de 2010.


Fonte: Contraf-CUT

22.10.10

Artigo: PLR do BB - Explicando as regras da PLR para colegas com dúvidas sobre valores pagos



Respondo abaixo uma pergunta de colega do BB sobre a PLR:

"Wiliam, será que é possível detalhar como é feito o cálculo para pagamento da primeira parcela da PLR de Assistente BB? Não dá pra acreditar.... todos esperando uma PLR maior e veio muito menos do que imaginávamos... recebi praticamente o mesmo que quando era escriturário.... que conta maluca é essa que o banco usa? Se puder ajudar, agradeço."


Olá colega, como vai?

Vamos lá: a PLR do BB é feita em paradigmas de função. São 3 modelos:
1- A PLR dos escriturários é composta pelo valor linear
+
45% do salário médio do escriturário, ou seja, temos escriturários com antiguidade do E1 ao E12 e o valor pago é referente ao E6,
+
a metade do valor fixo da Fenaban.

2- A PLR do caixa é a mesma coisa, mas inclui o valor da gratificação de caixa nos 45%.

3- O terceiro paradigma é 45% dos VR das funções.


COMISSIONADOS e o MÓDULO BÔNUS

Quando o banco começou a pagar módulo bônus, ele o fazia para cerca de 6 mil administradores. Ao longo das nossas lutas, a Contraf-CUT e seus sindicatos foram exigindo que o módulo bônus fosse abrangendo mais pessoas.

Atualmente, já conseguimos ampliar o MÓDULO BÔNUS para todos os comissionados, incluindo os assistentes.

Aqueles valores que o banco apresenta como, por exemplo, 1,47 no caso do assistente, é o valor que o BB garante para as dependências que atingiram 100% do ATB. Também existem faixas para pagamento proporcional do ATB para aquelas que não atingiram, mas que ficaram entre faixas de porcentagem de atingimento (conquista nossa também, pois antes o BB não pagava quando a dependência faltava pouco para completar o ATB).

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Sei que não é simples de entender os paradigmas, mas em resumo: TEMOS UM VALOR PARA CAIXAS E ESCRITURÁRIOS SEMELHANTE À FENABAN DE 45% + VALOR FIXO + O MONTANTE LINEAR E PARA OS COMISSIONADOS A MESMA REGRA ANTERIOR, VALENDO COMO REFERÊNCIA PARA OS 45% O VR E NÃO O E6 (os valores da tabela - 1,47 no seu caso - já incluem a parte dos escriturários).
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Colega, algumas explicações agora para você entender o pagamento da PLR do primeiro semestre de 2010.

1- PLR é remuneração variável. O montante pago no semestre anterior é semelhante a este (mais ou menos 650 mi), mas a quantidade de funcis que participaram da distribuição é bem maior (mais ou menos 109 mil x 93 mil - lembre-se que estamos lutando para contratar mais funcis para melhorar condições de trabalho). 

Mesmo assim, a PLR comparada dos mesmos semestres, ou seja, o 1º semestre de 2009 e 2010 apresenta um valor pago agora maior, pois não podemos esquecer que a de 2010 já conta com salários reajustados (em reais) da campanha de 2009.

2- Os assistentes receberam 1,47 salários nesta PLR quando incluído o Módulo Bônus. Quando você compara os valores desta PLR com a do 2º semestre do escriturário, dá a impressão que você viu mesmo, pois o escriturário no semestre anterior recebeu uns R$ 600 a mais que este, pois neste semestre os escriturários receberam R$ 3118 e no anterior (com milhares de funcis a menos na divisão) o valor do escriturário foi R$ 3740.

3- Também relembro aos colegas que o valor que o BB credita da PLR já vem com o valor do IR retido (varia de acordo com os dados do pessoal no Sisbb, incluindo dependentes).

Colega, espero ter conseguido explicar um pouco sobre a PLR do BB. Repasse para os demais colegas.


Abraços,

William Mendes

20.10.10

Além do que o BB falou em mesa e não escreveu - que pagaria a PLR ontem (e não cumpriu), eis aqui o que ele mesmo escreveu no seu site


19/10 - BB assina Acordo de PLR com a Contraf e a Contec

O Banco do Brasil assinou ontem, 18, com a Contraf e com a Contec, o Acordo Coletivo de PLR para o período 2010/2011. Ambos os encontros aconteceram no período da tarde, em Brasília.

Na ocasião, o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas, Carlos Eduardo Leal Neri, destacou a importância do diálogo entre as partes para o fechamento do Acordo. “Este é o momento de agradecer pela forma com que trabalhamos em todo esse período, praticando um diálogo correto, com respeito mútuo entre as partes. Fizemos um grande esforço, mas tenho a convicção de que chegamos a um acordo de PLR interessante, com percentuais de crédito maiores em relação ao praticado no mesmo período do ano passado”, afirmou.

Com a assinatura do Acordo, o crédito da PLR está previsto para ser feito em até 10 dias. O Banco aguarda agora a formalização da Convenção Coletiva de Trabalho, entre a Fenaban e os sindicatos, para poder assinar também o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT, que contém as cláusulas específicas do funcionalismo BB.

Fonte: site de negociação coletiva do BB

Propostas do BB aprovadas em 2010 - Como eu não acredito na palavra da direção, está aqui o que ela postou em seu site


12/10 - Banco do Brasil apresenta proposta

A Fenaban apresentou ontem, 11, proposta global e final para a Campanha Salarial dos Bancários. Com isso, o BB reuniu-se logo em seguida com a Contraf e a Contec e entregou também sua proposta final. Confirmando tudo o que já havia sido divulgado ao funcionalismo, o Banco apresentou uma proposta superior à que foi oferecida pela Fenaban, não estabelecendo teto para aplicação do reajuste e renovando várias cláusulas que já existiam no acordo anterior e que não constam na Convenção da Fenaban.

Veja, abaixo, o resumo das cláusulas econômicas apresentadas e a resposta a algumas demandas existentes na pauta específica de reivindicações:

1) Reajuste Salarial de 7,5% sobre todas as verbas salariais;

2) Valorização do Piso Salarial em 13%, que passará a ser R$ 1.600,00 (8,71 % de aumento real);

3) Implantação do PCR – Plano de Carreiras e Remuneração, retroagindo seus efeitos ao ano de 2006. Mais detalhes do funcionamento dessa nova carreira serão disponibilizados em breve a todo funcionalismo;

4) Alteração da IN 369, em seu item 1.16.4.2, aumentando de UM para TRÊS ciclos a quantidade de avaliação necessária para efeito de descomissionamento;

5) Considerar o tempo de exercício na função de ATENDENTE B nas Centrais de Atendimento, quando da promoção para ATENDENTE A, no que diz respeito ao cumprimento da trava de dois anos;


6) Aplicação do interstício de 3% nas promoções no PCS no VCPI de VP dos funcionários incorporados;

7) Pagamento de compensação pelo fim do benefício da Gratificação Variável existente anteriormente no Banco Nossa Caixa. O montante a ser dividido entre esses funcionários será equivalente a aplicação do mesmo por 5 ANOS;

8) PLR que contempla 17 mil novos funcionários em relação à anterior, com os seguintes parâmetros:

NRF Especial: 3,0 salários
NRF 01 e 02: 3,0 salários
NRF 03: 2,30 salários
Primeiros Gestores Rede: 1,85 salário
Primeiros Gestores Demais: 1,85 salário
Demais Gestores Rede: 1,57 salário
Demais Gestores BB: 1,57 salário
Analistas e Assessores NRF 04: 1,57 salário
Gerência Média Rede: 1,55 salário
Demais Gerências Médias: 1,55 salário
Analistas e Assessores NRF 05 e 06: 1,50 salário
Demais Comissionados: 1,47 salário
Escriturários: R$ 3.118,08
Caixas Executivos: R$ 3.434,99

Essas propostas se somam a outras de caráter social e sindical atendidas pelo BB. Algumas delas foram, inclusive, revistas com avanços em atendimento a reivindicações apresentadas. Sobre saúde e segurança do funcionalismo, além do que já se encontra contemplado em nosso Acordo, serão debatidas novas demandas em Mesas Temáticas e Mesas Negociais Permanentes após a assinatura.

Com isso, o Banco do Brasil conclui mais uma campanha salarial cumprindo tudo aquilo que foi informado ao funcionalismo. “Houve um esforço enorme para mantermos o compromisso de avanços permanentes na valorização salarial, benefícios e melhores condições de trabalho. Toda a pauta foi analisada com muito respeito e atenção. Fizemos um processo de comunicação transparente e os avanços resultantes dessa negociação são concretos”, afirmou Robson Rocha, vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável.

“Esperamos que todo o corpo funcional compareça às assembleias e possa encerrar essa campanha de forma madura. Aguardamos o retorno sereno ao trabalho, pois existe uma imensa população de milhões de brasileiros aguardando a normalização dos serviços do maior Banco do Brasil”, concluiu Carlos Neri, diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas.

O pagamento da PLR será feito em até, no máximo, 10 dias após assinatura do acordo.

Fonte: site de negociação do BB

Visitas à base - OLT




Estou percorrendo os locais de trabalho desde o fim da greve da categoria na quarta-feira passada.

Já estive em várias agências e andares do Complexo São João. 

Irei a todas as dependências em que estive conversando com os colegas sobre a importância que tinha a participação deles na mobilização.

Foi graças a eles que conseguimos alguns avanços como não descomissionar mais os colegas com apenas 1 avaliação e a inclusão da nova Tabela de Mérito, além do bom aumento do Piso e PCS que conquistamos.

VALEU AOS BANCÁRIOS COMISSIONADOS QUE, JUNTO AOS ESCRITURÁRIOS E CAIXAS, ADERIRAM E AJUDARAM A CONSTRUIR A GREVE 2010.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

William Mendes

19.10.10

Bancários do BB recebem a PLR nesta terça e Contraf-CUT consegue acerto do valor a ser pago aos atendentes da CABB



A Contraf-CUT e demais entidades sindicais assinaram nesta segunda-feira, 18, em Brasília, o acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) com o Banco do Brasil. Segundo informação do banco, os funcionários receberão o crédito da PLR referente ao primeiro semestre de 2010 já nesta terça-feira.

O acordo prevê que todos os dias de substituição ou exercício parcial da função de Caixa serão considerados no cálculo da PLR. Também foi incluída uma cláusula que garante que nenhum funcionário receberá menos do que o valor previsto para a PLR de Escriturário, que neste semestre ficou em R$ 3.118,08.

COMENTÁRIO: ACERTAMOS ESSA CLÁUSULA PARA GARANTIR ACERTO NA PLR DOS BANCÁRIOS DA CABB, QUE ESTAVAM RECEBENDO MENOS QUE OS ESCRITURÁRIOS.

A PLR dos bancários do BB é considerada parâmetro para outros bancos e categorias de trabalhadores, o que valoriza a nossa luta e organização. Mas mesmo assim pretendemos avançar cada vez mais na discussão do modelo. A lucratividade do banco cresce a cada ano e é mais do que justo que haja maior valorização dos trabalhadores", afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

Confira os parâmetros de pagamento da PLR do BB:

- NRF Especial - 3,0 salários
- NRF 01 e 02 - 3,0 salários
- NRF 3 - 2,3 salários
- Primeiros Gestores Rede - 1,85 salários
- Primeiros Gestores Demais - 1,85 salários
- Demais Gestores Rede - 1,57 salários
- Demais Gestores BB - 1,57 salários
- Analistas e Assessores NRF 04 - 1,57 salários
- Gerência Média Rede - 1,55 salários
- Demais Gerências Médias - 1,55 salários
- Analistas e Assessores NRF 05 e 06 - 1,50 salários
- Demais Comissionados - 1,47 salários
- Escriturários - R$ 3.118,08
- Caixas Executivos - R$ 3.434,99

Desconto dos dias de greve de setembro será corrigido no dia 20

A Contraf-CUT questionou o banco sobre a situação dos dias 29 e 30 de setembro, os primeiros da greve nacional da categoria, que aparecem descontados no Espelho de outubro. O banco esclareceu que o sistema de pagamento fecha no dia 8 de cada mês, o que ocorreu antes do fechamento de um acordo sobre os dias parados na greve.

Ficou acertado que o BB fará no dia 20 o crédito do valor correspondente aos dois dias parados, juntamente com o pagamento do salário.

Fonte: Contraf-CUT


Bancários devem receber PLR do BB nesta terça 19/10



Regra distribui 4% do lucro líquido e parcela é do primeiro semestre. Sindicato quer pagamento da Gratificação Variável dos funcionários da extinta Nossa Caixa


São Paulo – Os bancários do Banco do Brasil devem receber nesta terça-feira 19 a PLR referente ao primeiro semestre de 2010. O acordo específico de Participação nos Lucros e Resultados foi assinado entre Sindicato e a direção do BB na segunda 18, em Brasília.

A presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, destacou que a PLR, assim como os demais avanços no acordo específico e no geral, são frutos da luta dos trabalhadores. “Nos próximos dias deve ser assinado o acordo geral com a Fenaban”, disse.

O diretor o Sindicato e representante dos funcionários na Comissão de Empresa, Claudio Luis de Souza, destaca que a PLR do BB é referência para a categoria bancária, pois inclui a regra Fenaban, 4% do lucro líquido linear e o módulo bônus para comissionados a partir dos assistentes. “O montante que será pago aos funcionários injetará R$ 655 milhões na economia somente neste semestre”, destaca.

Nossa Caixa – O Sindicato também está reivindicando ao banco o pagamento da Gratificação Variável (GV) dos funcionários da extinta Nossa Caixa, junto com a PLR. “Como a GV é uma indenização e não há incidência de imposto de renda, não haverá prejuízo para os funcionários se tudo for creditado junto. Ou seja, quanto antes pagar, melhor”, explica Raquel Kacelnikas, secretária-geral do Sindicato.

Fonte: Seeb SP - Redação - 18/10/2010

18.10.10

BB descontou na fopag dias de greve de setembro, mas valores serão devolvidos



O BB descontou os dias 29 e 30 de setembro no crédito do salário dos bancários que recebem esta semana.

Nós já entramos em contato com o banco para que ele providencie o ESTORNO deste desconto.

Isso aconteceu porque o banco fecha a sua folha de pagamento na primeira semana de cada mês e a nossa greve e campanha nacional terminou em 13/10.

Estamos vendo com o BB a possibilidade de fazer um adiantamento em conta corrente de parte dos valores para posterior correção na fopag.

Avisem aos demais colegas de trabalho que não se preocupem, pois os dias não serão descontados, mesmo para aqueles que não conseguirem compensar as horas até 15 de dezembro.

14.10.10

Bancários aprovam as propostas em São Paulo, Osasco e região



Assembleias com mais de 3 mil bancários decidiram aprovar proposta arrancada dos bancos após 15 dias de greve, com aumento real histórico nos salários e pisos, PLR maior e cláusula de combate ao assédio moral


São Paulo - Assim como toda a greve que durou 15 dias, os bancários deram um espetáculo de participação na noite dessa quarta-feira 13. Mais de 3 mil trabalhadores foram votar nas assembleias de bancos privados, Caixa e Banco do Brasil e decidiram pela aprovação das propostas que alcançaram grandes avanços para a categoria.

“A Campanha Nacional Unificada 2010 foi vitoriosa e os trabalhadores que fizeram a maior greve dos últimos 20 anos devem ter muito orgulho da luta que foram capazes de fazer e do grande resultado que literalmente arrancaram dos bancos”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira. “Foi um longo processo, iniciado em julho com a consulta feita a mais de 9 mil bancários em São Paulo, Osasco e região. Os trabalhadores apontaram prioridades como aumento real no piso e salários, PLR maior e combate ao assédio moral. Fomos à luta e conquistamos”, destaca Juvandia, lembrando que a primeira proposta da Fenaban falava em reposição da inflação e levou os trabalhadores à greve. “Depois vieram com 6,5%, mas tiveram de se dobrar à forte greve da categoria, chegando à proposta que foi aprovada na noite dessa quarta-feira. Foi a vitória da nossa unidade, da nossa capacidade de participar, porque é a gente que faz a luta todos os dias”, completou a presidenta.

Assistencial – A oposição ao assistencial, cuja cobrança (de 2,5% do salário mais R$ 10) foi autorizada em assembleia dos trabalhadores no dia 7 de julho, será feita entre os dias 18 e 29 de outubro, na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé) das 9h às 18h. Bancários com cadastro no Sindicato poderão fazer a oposição via internet entre os dias 23 e 29 de outubro.

Proposta - Fenaban

Reajuste

7,5% (aumento real de 3,08%)

PLR

Regra básica de 90% do salário mais R$ 1.100,80 fixos, com teto de R$ 7.181. Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados até o limite de 2,2 salários, com teto de R$ 15.798

Adicional da PLR

Com a distribuição linear de 2% do lucro líquido, todos os bancários, com exceção dos funcionários do HSBC, receberiam o teto de R$ 2.400 (um aumento de 14,28% em relação ao teto do ano passado, que foi de R$ 2.100)

Vale-refeição - R$ 18,15 por dia

Cesta-alimentação - R$ 311,08 por mês

13ª Cesta-Alimentação - R$ 311,08

Auxílio-Creche/Babá - R$ 261,33 / mês , valido até 5 anos e 11 meses, com pagamento de indenização

Pisos após 90 dias da contratação - Portaria: R$ 870,84 (reajuste de 16,33%)

Escritório: R$ 1.250,00 (reajuste de 16,33%)

Caixa: R$ 1.709,05 (reajuste de 13,82%)

1º Comissionado: R$ 1.937,50 (reajuste de 16,33%)

* Atualizado às 22h51


Fonte: Seeb SP.