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22.8.11

Bancários do BB querem melhorar travas contra descomissionamento


PARA ENTENDER AS REIVINDICAÇÕES ESPECÍFICAS DO BB (1)

A cláusula 42 do acordo específico em vigor do Banco do Brasil, que limita os descomissionamentos, foi uma importante conquista da Campanha Nacional dos Bancários em 2010 e fruto de forte greve geral da categoria e de uma melhora na participação dos funcionários comissionados do BB. Os bancários do BB querem na campanha deste ano melhorar a redação dessa cláusula.

O objetivo da reivindicação sobre a trava contra descomissionamento, que virou conquista após a greve, é o de impedir ou dificultar a perda de função dos funcionários por motivos fúteis e sem justificativas plausíveis por parte do BB e de seus gestores.

"Nós do movimento sindical entendemos que nenhum trabalhador pode perder sua função e ter redução em sua remuneração. O banco, porém, através de uma gestão voltada somente ao mercado e baseada na violência organizacional e nas metas abusivas, vinha descomissionando pessoas sem nenhum critério profissional", critica William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT.

Primeiro vinham as ameaças por não cumprir metas, não "colaborar" com a empresa (fazer horas extras gratuitas, por exemplo), por participação nas mobilizações por conquistas de novos direitos a todos etc. Depois os gestores da dependência tiravam a comissão a qualquer momento. Às vezes, até para abrir vagas para colegas ou conhecidos de outras agências.

Após a conquista do direito em 2010, outras formas de descomissionamento surgiram como as reestruturações do BB 2.0 ou por "conduta incompatível com o cargo". Nesta última, inclusive, cabe qualquer coisa para retirar a função de um bancário do BB e prejudicar uma carreira em andamento.

"Nosso objetivo em 2011 é melhorar a redação da cláusula, recuperando o texto original proposto e incluindo um parágrafo para coibir esse subterfúgio criado pelo BB em relação à 'conduta'. Também queremos incluir na cláusula todos os funcionários, inclusive os primeiros gestores que o banco exigiu que ficassem fora da regra", explica William.

Fonte: Contraf-CUT

17.4.11

PCR do BB - Algumas informações para os colegas


Apresentação do blog:

Reproduzo aqui um bom texto explicativo de Carlos Eduardo, presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, companheiro cutista, sobre o PCR do BB, que entrou em vigor em abril de 2011 retroativo a setembro de 2010.

PCR DO BB

1. O PCR é melhor que o PCS anterior, mesmo que não seja o pleno atendimento das reivindicações dos sindicatos.

2. Não é miserável, pois sendo um plano de carreira teve em sua implantação impacto financeiro (pecuniário) positivo para mais de 20 mil colegas do BB que aumentaram suas verbas salariais em até 15%.

3. O fato de o PCR conter em sua tabela de mérito (que antes era apêndice no padic a tabela E) o exercício de funções comissionadas para ascender nas promoções já existia no PCS anterior e levou ao congelamento de muitos colegas veteranos que antes de 30 anos de banco já chegaram e congelaram no E12. Com o mérito estes podem ainda ter algum acréscimo de verba salarial.

4. O papel do movimento sindical sempre será ideológico, mas também representativo e contratador de direitos. Algumas posições ideológicas pensam o sindicato única e exclusivamente como célula revolucionária e não atuam na perspectiva cutista, portanto não defendem contrato coletivo de trabalho.

5. A falta de conhecimento sobre o plano anterior ou atual também leva a considerações equivocadas que não situam a história dos trabalhadores. A compreensão estática dos impactos de um plano de carreira leva a considerações equivocadas sobre a vida, salários e direitos dos trabalhadores.

6. O novo plano não resolve o conjunto das reivindicações, mas traz alguns avanços, portanto, a luta continua com a estratégia de aumentar conquistas e não tendo retrocessos.

7. O plano interfere na vida de quem assume funções na empresa, sendo assim, mais de 70 % dos funcionários têm alterações na folha de pagamento. Quem recebe próximo ou acima do VR percebe financeiramente já.

8. O movimento sindical não defende que o escriturário entre na lógica de remuneração flexível por metas. Pelo contrário, através da carreira de mérito, diminui a influência da verba não salarial flexível CTVF por verba salarial 11 - adicional por mérito. O escriturário é o único cargo que recebe seu salário sem interferência da política de metas da empresa. É remunerado pelas tarefas contidas no edital de concurso e é protegido por elas. Qualquer intenção de incluir os escriturários nesta lógica está fragilizando sua remuneração fixa direta e salarial e elegendo a remuneração variável. Temos que continuar aumentando o piso acima do índice de reajuste da inflação com aumento real, assim levamos todas as comissões menores, inclusive, a receberem mais que a remuneração do VR de suas funções como é o caso de assistentes de negócios, auxiliares administrativos, atendentes de central de atendimento e alguns analistas. Estes tiveram aumento com o novo PCR.

9. Os valores da tabela M são vinculados a tabela A (antiguidade com teto no A12), sendo assim, com os reajustes das verbas salariais, funcionais e do piso, se altera o teto da tabela de antiguidade e, consequentemente, também a tabela de mérito. Todo ano este valor irá aumentando conforme nossa luta na estratégia de mobilização, representação, negociação e contratação da campanha nacional dos bancários (CCT) com respectivo aditivo do BB (ACT BB, aditivo a CCT).

10. A carreira de mérito também leva em conta o VR para pontuação; assim, as promoções são garantidas de acordo com o nível de crescimento na carreira. O BB não negociou o plano de comissões o que deverá ser outra luta sindical.

11. Os sindicatos lutam por valorizar as verbas salariais e desta forma construir proteção à remuneração do trabalhador.

Carlos Eduardo
Presidente do Seeb CE
Funcionário do BB

31.3.11

Conquista da campanha salarial, Carreira de Mérito começa a ser implantada no BB


Uma das principais conquistas da última Campanha Salarial, a Carreira de Mérito será implantada a partir de abril pelo BB, devendo beneficiar, de imediato, até 20 mil funcionários, agregando valor às funções e mais remuneração para os que estão em cargos comissionados nos últimos cinco anos. Com o novo plano, alguns bancários podem receber reajustes de até 15,6%. O anúncio da implantação foi feito na reunião de fevereiro e os parâmetros foram detalhados na negociação do dia 10 de março com a Contraf-CUT.

Capa de O Espelho março/2011

Mais informações sobre o tema você encontrará em O Espelho Nacional de março (capa na imagem) que está sendo enviado aos sindicatos. Se você não receber, cobre do seu sindicato.

"A implantação da Carreira de Mérito é uma conquista que visa valorizar os trabalhadores que constroem a empresa no seu dia a dia. Também representa o início da implantação do novo PCCS reivindicado há anos pelos trabalhadores. É um importante avanço dentro do que almejamos e pelo qual lutamos. Temos ainda muito a conquistar", afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa, que assessora a Contraf-CUT na mesa de negociação permanente com o banco.

Pelo novo PCR, a Carreira Administrativa de E1 até E12 recebeu nova identificação: passou para A1 até A12, continuando com 12 níveis, interstícios de 3% e salários que variam de R$ 1.600,13 a R$ 2.214,84 (lembrando que no demonstrativo de rendimentos aparece o valor inicial de R$ 1.280,10 na verba VP 10 porque a gratificação de 25% é inserida sobre outras verbas salariais ao final). O comissionado E1 que, em setembro, tinha pelo menos dois anos de função, passou a ser enquadrado automaticamente no nível A2. Foi uma exceção para a implantação, pois o tempo mínimo estipulado para promoção de um nível para outro no sistema A é de três anos.

O banco prometeu manter um canal de comunicação aberto com a categoria, por meio de e-mail e/ou de telefone, para solucionar as dúvidas que certamente surgirão nesse momento de implantação.

É importante que os bancários chequem se as comissões exercidas desde setembro de 2006 estão devidamente detalhadas. A migração vai ser com base nessa informação. Quem perdeu ou abriu mão de comissão de 2006 para cá também será beneficiado na Carreira de Mérito.

Os funcionários dos bancos incorporados pelo BB também serão incluídos no PCR, mas serão avaliados de forma diferente. O BB vai levar em conta o tempo a partir da migração desse segmento do funcionalismo: a partir de 2008 no caso do BEP e Besc e de final de 2009 para os da Nossa Caixa.

A Contraf-CUT pretende avançar nas negociações para que esses trabalhadores tenham os mesmos direitos dos demais.

Veja como é a Carreira de Mérito

- Conta com 25 níveis M, cada um deles de R$ 70,80 (que com a gratificação de 25% será de R$ 88,62);

- Cada M é obtido após uma determinada pontuação (1.095 pontos), correspondente a um certo tempo de trabalho em função comissionada;

- Cada dia no exercício de um cargo comissionado equivale de 1 ponto, no mínimo, até 6 pontos, de acordo com a seguinte divisão:

G1 - até R$ 4.056,10, 1 ponto por dia.

G2 - de R$ 4.056,11 a R$ 6.760,17, 1,5 ponto por dia.

G3 - de R$ 6.760,18 até R$ 13.520,33, 3 pontos por dia.

G4 - acima de R$ 13.520,33, 6 pontos por dia.

- Para conseguir cada M, os funcionários acumulam os pontos por três anos na primeira faixa salarial; dois anos na segunda; um ano na terceira e seis meses na G4.

- Os cálculos para enquadramento na Carreira M levaram em conta o período de setembro de 2006 a agosto de 2010 da carreira de cada funcionário comissionado.

- Os novos valores acrescidos aos salários correspondentes aos avanços conquistados passaram a valer em setembro de 2010, data-base da Convenção Coletiva.

São as diferenças de valores acumuladas entre setembro de 2010 e 31 de março de 2011 que entram na folha de pagamento de abril, conforme promessa da direção do banco.

Fonte: O Espelho Nacional

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Post Scriptum: 

A GÊNESE DA TABELA DE MÉRITO (PCR) NO BB

Tenho a honra de ter sido um dos criadores dessa proposta de aumento dos direitos dos funcionários do BB por tempo de serviço. Tenho até hoje em casa os rascunhos da Carreira de Mérito (PCR). 

Pensei nessa nova tabela de antiguidade para recuperar a amplitude entre o início da vida do funci e o fim de seu percurso laboral de trinta anos. 

Quando o PCS foi destruído por FHC em 1997, a amplitude final com 3% entre as letras caiu drasticamente, se comparado à amplitude entre A1 e A12 quando o interstício era de 12% e 16% ao final. 

Com a nova tabela de PCR somada à de PCS a amplitude voltou a ficar interessante por tempo de serviço no BB. 

Também pensei nessa fórmula por saber que não teria o menor trânsito entre a empresa e seus negociadores de uma proposta de perdas enormes de inflações passadas. 

Essa era a característica de um dirigente da Articulação Sindical que aprendi com os bancários da CUT: propostas que resolvam a questão e traga melhoria para a categoria que a gente representa.

William Mendes

17.2.11

PLR do Banco do Brasil será paga no dia 28


Instituição financeira atendeu reivindicação do Sindicato (SEEB-SP) e antecipará o crédito aos trabalhadores

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São Paulo – A distribuição linear de 4% do lucro líquido a cerca de 110 mil funcionários, além do pagamento do módulo Fenaban (45% do salário paradigma acrescido de um valor fixo) e do módulo bônus serão creditados de forma antecipada pelo Banco do Brasil aos trabalhadores.

A antecipação foi reivindicada pelo Sindicato junto à direção da empresa, que confirmou nesta quinta 17 que o pagamento será feito no dia 28 de fevereiro. O prazo limite para o crédito era 3 de março.

Os cálculos para o crédito serão feitos a partir do lucro líquido do segundo semestre (cerca de R$ 6,6 bi), uma vez que a PLR no BB é semestral. O Sindicato está cobrando da direção do Banco do Brasil os valores que serão creditados aos trabalhadores.

Marambaia – Na área de tecnologia, os funcionários que não fizeram a opção pelo regime do BB reivindicam a elevação dos salários paradigma, pois os valores pagos de PLR foram inferiores aos de outros que desempenham a mesma função.

Já na central de atendimento (CABB), a reivindicação é que nenhum atendente receba PLR menor que o escriturário de nível E-6.

“Estamos levando as reivindicações dos trabalhadores da Marambaia e da CABB para a direção do banco e vamos exigir solução para os problemas”, diz Cláudio Luis de Souza, diretor do Sindicato e representante dos trabalhadores na Comissão de Empresa.

Fonte: Seeb SP - Jair Rosa - 17/02/11

29.11.10

Banco do Brasil paga 13ª cesta nesta terça-feira


O Banco do Brasil se comprometeu a creditar nesta terça-feira (30) a 13ª cesta-alimentação, cujo valor, com os 7,5% de reajuste conquistados, é de R$ 311,08.

Pelo acordo coletivo firmado na campanha nacional deste ano, os bancos têm até 30 de novembro para pagar a 13ª cesta-alimentação. Os bancários do Santander, HSBC, Bradesco e da Caixa Econômica Federal receberam entre outubro e início de novembro. Itaú Unibanco e Citibank pagaram na última sexta-feira, dia 26, e o Safra deposita nesta segunda-feira, dia 29.

Conquista

A 13ª cesta é uma conquista dos bancários na campanha nacional de 2007. Assim como a PLR, os vales refeição e alimentação, a 13ª cesta-alimentação é consequência da pressão dos trabalhadores sobre os bancos, durante as negociações das campanhas nacionais da categoria.


Fonte: com informações do Seeb RJ e Contraf-CUT

28.9.10

Os bancários do BB precisam fazer a maior greve da década



Os bancários do BB precisam fazer a maior greve da década para resgatar o respeito por parte do Banco do Brasil


(ABAIXO A MATÉRIA DO BANCO DO BRASIL SOBRE A NÃO-PROPOSTA OU NÃO-ATENDIMENTO DE NOSSAS REIVINDICAÇÕES - É SÓ BLÁ-BLÁ-BLÁ...)



O Banco do Brasil recebeu ontem, 23, os representantes da Contraf/CUT e da Contec para mais uma rodada de negociação das cláusulas específicas. Ambos os encontros foram realizados na sede do BB em São Paulo, durante a tarde e o início da noite de ontem.

CONTRAF/CUT

Na abertura do encontro, o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, lamentou a proposta feita na última quinta-feira pela Fenaban, de reajuste de 4,29%, e cobrou do Banco do Brasil uma postura atuante naquela Mesa. O negociador do BB, José Roberto Mendes do Amaral, ressaltou que o BB tem clareza de sua importância na Mesa Fenaban e está exercendo seu papel. 'O Banco fez e continuará fazendo propostas para se chegar a um entendimento o mais breve possível'.

O Banco apresentou aos dirigentes sindicais propostas para alguns questionamentos feitos em encontros anteriores. A segurança é um exemplo. Os representantes sindicais trouxeram para o encontro a pauta colocada em debate na Fenaban sobre o tema. 'Esse documento foi apresentado na Fenaban, mas o Banco já pratica a maioria dos itens reivindicados nele. Mantemos todo acompanhamento e atenção aos colegas vítimas de sequestro e assalto, prestando assistência por meio do Pavas, e também não permitimos que o transporte de numerário seja efetuado por funcionários. Mas encaminharemos a pauta para análise dos itens restantes, inclusive, junto à Diretoria Gestão de Segurança', afirmou José Roberto.

A nova ambientação de agências foi colocada novamente em discussão. O Banco reiterou sua disposição em conversar sobre o tema e, inclusive, informou que não efetuará nenhuma retirada de porta giratória neste momento. O assunto ainda está em estudo no Banco e serão mantidas conversas com a Contraf-CUT sobre a questão. 'O projeto continua em andamento e traz outras medidas de segurança que o Banco ainda não tinha em suas agências. A intenção é projetar uma nova ambientação nas unidades do Banco, que visará maior conforto e segurança a clientes e funcionários', prosseguiu José Roberto.

NÃO...

Outro tema conversado diz respeito à questão das travas para permanência dos funcionários nas Centrais de Atendimento. O Banco afirmou que não tem a intenção de tratá-la de forma diferenciada em relação às demais dependências do BB. Atualmente o período mínimo de permanência é de 2 anos. No entanto, o Banco se propôs a discutir a possibilidade de considerar, para a trava, a soma do tempo nas comissões de atendente B e atendente A, quando houver a ascensão entre elas dentro da CABB. Além disso, atendendo à outra reivindicação do sindicalismo, o Banco se propôs a reavaliar também as funções dos funcionários que exercem essas duas comissões.

O negociador falou, durante o encontro, sobre questões econômicas. 'Em relação ao PCS, o Banco tem a firme disposição de apresentar propostas no que diz respeito à carreira de mérito e piso salarial. Isso está sendo estudado e debatido internamente, mas é importante reiterar que a proposta só poderá ser apresentada após a definição das cláusulas econômicas pela Fenaban', afirmou.

Os representantes da Contraf-CUT afirmaram que o BB não demonstra interesse em apresentar, para análise dos bancários, respostas para as reivindicações mais importantes e que, além disso, a Empresa não estaria trabalhando na preparação de uma proposta global. O Banco esclareceu e lembrou que as questões econômicas, que são consideradas as mais importantes, só poderão ser apresentadas de fato ao final das negociações gerais da categoria na Mesa da Fenaban. 'O BB está concluindo estudos para finalização da contraproposta a ser apresentada à categoria, mas precisa respeitar a dinâmica da Mesa da Fenaban. O próprio movimento sindical quer o BB naquela Mesa, portanto, temos que obedecer ao rito de negociação daquela instância. Quando encerrar o processo por lá, apresentaremos nossa proposta de acordo para avaliação de nossos funcionários', afirmou José Roberto.

CONTEC

Na reunião com a Contec, José Roberto frisou novamente a limitação que o Banco tem de não poder apresentar nenhuma proposta em relação à questão econômica enquanto não houver uma definição por parte da Fenaban. A disposição de apresentar propostas no que diz respeito à carreira de mérito e piso salarial também foi mencionada nesta mesa pelo negociador, assim como questões relacionadas aos bancos incorporados.

No decorrer da reunião, foram discutidas pelas partes as cláusulas da minuta de reivindicações entregue pela Contec.

O Banco do Brasil ficou de agendar, nos próximos dias, as datas das próximas rodadas de negociação com a Contraf/CUT e com a Contec e registrou, ainda, que mantém um processo de negociação intenso, não se negando a dialogar e buscar um Acordo. Por isso mesmo, não vê necessidade de greve para a consolidação das conquistas dentro da Empresa. 'Esperamos que o funcionalismo reflita bastante sobre isso' concluiu José Roberto.

Fonte: portal do BB


25.9.10

Bancários do BB precisam fazer a maior greve da década para recuperar o respeito da direção do banco e do governo


A direção do BB frustrou as expectativas do funcionalismo
na negociação realizada na última quinta-feira (23), em SP.
A Contraf-CUT e a Comissão de Empresa dos Funcionários
deixaram a mesa de negociação em seguida.

BANCO DO BRASIL

Funcionários do Banco do Brasil se preparam para a greve do dia 29

Como se não bastasse a proposta rebaixada apresentada pela Fenaban, a direção do Banco do Brasil, mais uma vez, frustrou as expectativas dos funcionários da empresa e desrespeitaram a categoria na negociação específica realizada na quinta-feira, dia 23, em São Paulo.

O banco iniciou a reunião avisando que não iria negociar o piso salarial, critérios de comissionamentos e os descomissionamentos. A reação da Contraf-CUT e da Comissão de Empresa do funcionalismo foi imediata: os sindicalistas abandonaram a mesa de negociação e convocaram o funcionalismo para a assembleia no dia 28 e a greve nacional da categoria a partir do dia 29.

“Mais uma vez o BB desrespeitou os bancários e toda a categoria e nos força a realizar uma grande mobilização para a assembleia e uma greve nacional forte e vitoriosa”, disse o diretor do Sindicato Carlos Souza, que participou da reunião.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

19.9.10

Agenda sindical da semana de 19 a 24 de setembro/2010



DOMINGO 19/09

Fiz artigo para a revista O Espelho, edição que fecharemos nesta segunda-feira.


SEGUNDA 20/09

Pela manhã compromisso na Contraf-CUT.

À tarde, reunião no Complexo do BB São João.

No 9o andar de OLT e Campanha Nacional 2010
No 19o sobre problemas do CSO e PSO

À noite, até 23h, confecção da revista O Espelho set/10


TERÇA 21/09

Dia de trabalho em SP. Pretendo dedicar o dia para artigo que estou preparando sobre a Contraf-CUT e a organização cutista do ramo financeiro (tenho poucos dias para finalizá-lo).

Na parte da tarde, fui para a Contraf-CUT onde participei de reuniões de trabalho e fiquei até 21h.


QUARTA 22/09

Aula na USP das 8 às 10h.

Reunião de delegados sindicais do Seeb SP o dia todo. (acabei não indo ao Sindicato, pois fiquei na reunião do Comando Nacional e na Contraf-CUT)


QUINTA 23/09

Dia de trabalho na Contraf-CUT. Haverá negociação com o BB em SP.

À noite, evento no Sindicato dos Jornalistas de SP contra GOLPE DA MÍDIA E DA DIREITA NAS ELEIÇÕES.


SEXTA 24/09

Aula na USP das 8 às 10h.

Dia de trabalho na Contraf-CUT - finalização do artigo sobre a Contraf-CUT e o ramo financeiro no Brasil.

17.9.10

Sindicato fecha 4 agências do BB por retirada de portas de segurança (SP)



Projeto para retirar as portas de segurança será um dos temas da rodada de negociação específica desta sexta dia 17

São Paulo – A resposta dos trabalhadores do Banco do Brasil contra a retirada das portas de seguranças de algumas agências foi imediata. O Sindicato organizou protesto dos bancários, nesta quinta-feira 16, que fecharam quatro locais nas regiões Central, Paulista, Oeste e Leste. Não houve atendimento nas unidades da Rua Augusta, 24 de Maio, Iguatemi e Praça Silvio Romero.

Após a mobilização dos funcionários, a direção do BB afirmou que pretende debater nesta sexta-feira dia 17, durante reunião da Campanha Nacional sobre a pauta específica dos funcionários do banco, a mudança de "layout" que prevê a retirada das portas de seguranças. Antes o banco somente tinha apresentado o projeto.

“Nosso protesto conseguiu sensibilizar a população e os trabalhadores da importância da porta giratória como forma de inibir ações de bandidos. O sentimento geral dos bancários é de insegurança. Caso o banco mantenha a retirada das portas, os bancários realizarão novas manifestações nas 45 cidades que estão nesse projeto, pois entendemos que a vida dos trabalhadores e clientes não pode fazer parte de estatística de assalto”, afirma o funcionário do BB e diretor do Sindicato Cláudio Luiz de Souza, que representa os trabalhadores na Comissão de Empresa.

Fonte: Seeb SP - Carlos Fernandes - 16/09/2010

6.9.10

O que diz o BB sobre a negociação ocorrida entre ele e a Contraf-CUT



BB e Contraf/CUT se reúnem para debater cláusulas específicas

(matéria de 03/09/10)

O Banco do Brasil fez ontem, 02, a primeira reunião com representantes da Contraf/CUT para debater as questões específicas relativas ao Acordo Coletivo 2010/2011. Na pauta, estava a definição do calendário de reuniões entre as instituições e a discussão de ações relacionadas à saúde, segurança e condições de trabalho.

Na abertura do encontro, o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas Carlos Néri assinou, em conjunto com os dirigentes sindicais, o aditivo de prorrogação das cláusulas do Acordo 2009/2010. Desta forma, elas continuarão vigentes até 30 de setembro, ficando o Banco atento para a necessidade de nova prorrogação.

Em relação ao calendário de encontros, ficou definido que as próximas reuniões com a Contraf/CUT serão nos dias 17 e 21 de setembro. “Este intervalo é importante, porque vai permitir que a gente estude as questões e levante os dados necessários para auxiliar na discussão e na construção de propostas que atendam às reivindicações”, afirmou o negociador do BB, José Roberto Mendes do Amaral.

Foram discutidas, também, as cláusulas específicas referentes à saúde, segurança e condições de trabalho. Os representantes da Contraf/CUT apresentaram algumas reivindicações, como a manutenção do PAS, mesmo após a implantação do plano odontológico, questões acerca de licenças e afastamentos, CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho), EPS (Exame Periódico de Saúde), Ouvidoria Interna, Gestão da Ética, e a criação de programas voltados à saúde mental.

Na oportunidade, além de apresentar as ações que têm desenvolvido nesta área, como a reestruturação do Sesmt, o Banco também pode esclarecer algumas práticas já adotadas, como a retirada das travas, em casos excepcionais, que impedem a transferência para outra localidade em função da saúde do funcionário ou de dependente.

Durante o encontro, José Roberto ressaltou ainda o interesse da Empresa em desenvolver um processo de comunicação transparente, facilitando o acesso dos funcionários às informações. “Neste ano, nosso site da Negociação Coletiva vai estar exclusivamente na Internet. Queremos que os funcionários tenham todas as informações em mãos, para que possam fazer o seu juízo de valor e tomar, sem interferências de ninguém, a melhor decisão”.
 
Fonte: site do BB para negociação coletiva

5.9.10

Reunião com Super de SP do BB traz resultados


Em pauta, centrais de telemarketing irregulares e pressão por metas abusivas

(matéria de 03/09/10)

São Paulo – O Sindicato conseguiu bons resultados para os trabalhadores, em reunião com a Superintendência de Varejo do Banco do Brasil em São Paulo. Na terça-feira dia 31, representantes dos bancários e o superintendente trataram do funcionamento de centrais de telemarketing irregulares, alvo de protestos da entidade por conta das condições irregulares de trabalho.

As centrais violam a Norma Regulamentadora 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho e Emprego, ao obrigar uma jornada superior a seis horas, não prever pausas para descanso, não oferecer ergonomia adequada no mobiliário nem microfone e fones de ouvidos individuais e também ao expor lista de desempenho dos operadores.

“O banco afirmava que se tratava de treinamento, mas há cobrança de metas de vendas e não é definido nenhum tipo de prazo para que a pessoa saia da função. Além disso, as condições de trabalho são muito ruins e essas centrais estão desfalcando as agências”, explica o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, Cláudio Luis de Souza.

Segundo o dirigente sindical, na negociação o BB comprometeu-se a enviar os funcionários que estão nessas centrais para as agências e que vai instalar Fazaps (“treinamento Fazendo e Aprendendo”) com duração de dez dias úteis e com rodízio. O Sindicato conseguiu a garantia de que não haverá cobrança de metas e também propôs que haja pontuação no TAO para esses treinamentos. “Além disso, os locais em que acontecerão os Fazaps terão condições adequadas para o treinamento, ao contrário do quadro constatado pelo Sindicato no prédio da agência Pinheiros há alguns dias, por exemplo”, diz.

Metas – Também foi abordada na negociação a questão da pressão por metas, como o expediente utilizado por alguns gestores de enviar torpedos para cobrança pela venda de produtos. “O Sindicato tem recebido inúmeras denúncias de que superintendências regionais têm enviado diariamente até 30 torpedos para cada gerente, ligações e até audioconferências cobrando metas. O superintendente se comprometeu a orientar melhor os Gerevs e gerentes de agências quanto ao exagero em termos de hora, conteúdo e quantidade. É muito importante que os funcionários continuem a denunciar essas ocorrências”, orienta Claudio.

Fonte: Seeb SP - Danilo Pretti Di Giorgi - 03/09/2010

3.9.10

Negociação Específica no BB: saúde e (IN)segurança no banco (II)


(matéria de 02/09/2010) - relida e atualizada em 22/março/2011

Os avanços alcançados na Campanha de 2009 no Banco do Brasil são o patamar mínimo para as negociações deste ano. Esse foi o entendimento que marcou o início das negociações entre representantes dos trabalhadores e do Banco do Brasil, durante a rodada específica realizada nesta quinta-feira (2) na sede da instituição em Brasília. Apesar do tom conciliador do debate e das boas perspectivas sinalizadas pelo BB, os trabalhadores cobraram melhorias nas cláusulas relacionadas à saúde dos bancários e questionaram a remoção das portas giratórias de algumas agências. Em comum acordo, as duas partes ainda definiram um calendário oficial de discussões: 17 e 21 de setembro, sendo esta segunda data apenas indicativa e sujeita a confirmação do Comando Nacional.

Logo depois de assinarem a prorrogação do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) por mais 30 dias, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), coordenada por Eduardo Araújo, diretor do Sindicato de Brasília, apresentou uma extensa pauta cobrando melhorias na política do BB para saúde do trabalhador. Sobre a realização do Exame Periódico de Saúde (EPS), o maior problema está relacionado à realização de exames fora da cidade onde o bancário reside. A Comissão de Empresa da Contraf-CUT pediu que, neste caso, o banco faça o ressarcimento de despesas.


“Se houver gasto, a Cassi ou o BB deve fazer o reembolso de 100% das despesas, o que inclui os gastos com eventuais deslocamentos”, esclarece Araújo. Em resposta, o banco disse que a orientação é para que não haja deslocamento e desconheceu a prática. Os trabalhadores insistiram no tema e citaram casos concretos de bancários do Nordeste que não conseguiram o dinheiro de volta.


Ainda sobre o EPS, a Comissão de Empresa da Contraf-CUT solicitou a inclusão de perguntas sobre problemas mentais. O atual modelo de exame se limita a abordar, nos itens da questão psicológica, o estresse. Informações preliminares obtidas pelos Sindicatos revelam que pelo menos 5% dos bancários que participaram do exame têm alguma doença mental. Por isso, os trabalhadores entendem que é prudente o BB fazer uma análise mais profunda desse tipo de enfermidade na categoria.


Preocupados com a saúde financeira da Cassi e com o modelo de atendimento, os bancários também cobraram a criação de uma carteira de saúde ocupacional para reduzir os gastos com a Caixa de Assistência e propuseram outro modelo de eleição do Conselho de Usuários da Cassi, com a regulamentação de suas ausências e aprovação de um regimento.


Assédio moral


As metas quase sempre inatingíveis impostas pelo BB voltou a ser criticada pela Comissão de Empresa. “O BB precisa reavaliar a política de metas para melhorar as relações no ambiente de trabalho. O tema é urgente e deve ser encarado com seriedade pelos gestores do banco”, insistiu Araújo. A Comissão de Empresa da Contraf-CUT também denunciou o envio de torpedos aos funcionários fora do seu horário de serviço. Há casos de mensagens enviadas às 23h. “Mesmo que seja para um telefone corporativo, o gestor não pode agir dessa forma”, observou Carlos de Souza, diretor do Sindicato do Rio de Janeiro.


A Comissão de Empresa da Contraf-CUT pontuou algumas críticas sobre o processo eleitoral dos Comitês de Ética e reivindicou, em especial, a paridade entre eleitos e indicados, além de alteração da localização da Ouvidoria na estrutura organizacional do BB.


Licença-maternidade


Em relação aos bancários afastados em decorrência de licenças-maternidade e saúde, a Comissão de Empresa da Contraf-CUT pediu a continuidade de pagamento do auxílio-refeição a esses trabalhadores. Também emendou a reivindicação solicitando a extensão da licença-paternidade de cinco para 15 dias.


Atestados Médicos


A necessidade de homologação dos atestados médicos acima de quatro dias foi outro assunto abordado pelos representantes dos bancários. Sobre a divulgação do Certificado Internacional de Doenças (CID) nos atestados, a Comissão de Empresa da Contraf-CUT lembrou ao BB que a atual legislação não obriga o fornecimento do número equivalente ao problema de saúde. “O trabalhador tem o direito de não ter sua doença revelada”, lembrou Araújo, ao pedir respeito à privacidade do bancário nesses casos. Um dos técnicos do banco que participou da rodada de negociação explicou que a instituição já adota um sistema que preserva o trabalhador. Segundo ele, quem não quiser o CID no atestado basta entregar um envelope lacrado com um laudo que justifica seu afastamento apenas ao médico da Cassi.

Transferências


Os dirigentes sindicais pediram agilidade nas transferências ocasionadas por problemas de saúde do próprio funcionário ou parente. O banco garantiu que, nos casos das grávidas, a transferência é imediata.


A categoria exigiu o fim da discriminação no programa antitabagismo. O programa não é oferecido da mesma forma aos bancários pós-98. “É preciso corrigir esse tratamento diferenciado aos colegas mais novos”, frisou Araújo. O banco ficou de corrigir essas e outras distorções nas instruções internas o mais breve possível.


Descanso


Em virtude da rotina estressante dos caixas, a Comissão de Empresa da Contraf-CUT pediu o repouso de 10 minutos a esses bancários, além de incluir os 15 minutos diários em sua jornada de trabalho. “Ampliar o descanso para os funcionários que trabalham com atividades repetitivas é fundamental para que exerçam suas tarefas com dignidade e saúde”, completou Araújo.


Ambulatórios


A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB - CEBB da Contraf-CUT - não se esqueceu de pedir a volta dos ambulatórios. O banco, por sua vez, explicou que os novos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) serão dotados de uma nova estrutura, sem os ambulatórios convencionais. De acordo com o BB, os SESMT terão consultórios, inclusive, com orçamento já aprovado. Segundo os negociadores, todo SESMT vai ter no mínimo um profissional de segurança e de saúde de acordo com a dotação estadual.

Democracia nas Cipas


Insatisfeita com o atual modelo de composição das Comissões Internas de Prevenções de Acidentes (Cipas), a CEBB da Contraf-CUT solicitou eleição para todos os cargos do órgão. O banco insistiu na tese de que a Cipa deve ser paritária. “Não concordamos. Além de democrático, o processo deixa de ser instrumento de barganha do administrador ao escolher determinados trabalhadores para prevenção de acidentes que efetivamente não militem ou gostem da área”, afirmou Araújo.

Portas giratórias


Preocupados com a retirada de portas giratórias de algumas agências, a Comissão de Empresa da Contraf-CUT pediu explicações ao banco. Em resposta, o BB disse que não se trata da retirada do dispositivo de segurança. “A iniciativa faz parte de um projeto do banco, baseado em pesquisas com clientes, de reformulação das agências. O BB havia iniciado essa mudança de layout em 2006, no entanto, suspendeu as mudanças e agora voltou a implementá-las”, justificou o negociador.


Segundo ele, a ideia inicial é reformar 45 agências em todo o país. “A retirada da porta de segurança implica na adoção de outras medidas para garantir a segurança dos bancários e clientes”, disse. O banco pretende iniciar a mudança em 15 de outubro e não soube explicar se haverá ou não a extensão do projeto para outras unidades. De acordo com o banco, o projeto incluiria, inicialmente, as agências que concentram os clientes com alta renda. A estranha prática já é adotada em outros bancos, como o Itaú.


"Não concordamos com esse projeto e faremos as manifestações contrárias ao projeto nos locais em que ocorrer a mudança, mas aceitamos conversar com o banco para saber mais detalhes sobre a ideia. Com tanta insegurança no país, não dá para imaginar um banco sem portas giratórias”, criticou Araújo.


Calendário de negociação


A Comissão de Empresa da Contraf-CUT acertou com os negociadores do banco o calendário de negociações específicas. O próximo encontro será no dia 17 de setembro, em São Paulo, e vai ter na pauta assuntos como emprego, cláusulas sociais e também itens relacionados aos funcionários egressos dos bancos incorporados pelo BB, além da discussão principal sobre remuneração e PCS. E no dia 21 de setembro as partes voltam a se reunir para debater assuntos pendentes da rodada do dia 17.


Outros assuntos


Os bancários cobraram ainda a garantia da comissão aos funcionários afastados por doenças, a extinção das centrais de cobrança clandestinas, programa de prevenção de doenças aos funcionários do teleatendimento, reformulação do BB 2.0, aumento da idade dos filhos que poderão ser acompanhados pelos pais bancários em caso de consulta médica.


O banco ainda ficou de agendar uma data para apresentar mais detalhes sobre o plano odontológico. Assim que for divulgada, o Sindicato informará em seus veículos de comunicações.


Rodrigo Couto


Fonte: Seeb Brasília


2.9.10

Negociação Específica no BB: saúde e (IN)segurança no banco


(matéria de 02/09/10)

Saúde e segurança na negociação específica


Direção do banco federal afirma ser contrária ao envio de torpedos para os funcionários
 
São Paulo - O atual acordo coletivo aditivo do Banco do Brasil está com a prorrogação assegurada até o final de setembro. A confirmação ocorreu na primeira negociação específica entre o Comando Nacional dos Bancários e a direção do BB.

Na negociação da quinta 2, o banco afirmou ser contrário ao envio de torpedos aos trabalhadores fora de sua jornada de trabalho e também à instalação de centrais “clandestinas”. “Isso é assédio moral e os bancários devem denunciar caso essa situação persista para cobrarmos solução da empresa”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa, Cláudio Luis de Souza.

Os representantes do banco também confirmaram que está em curso projeto-piloto em 45 agências que funcionarão sem porta giratória de segurança. O Sindicato deixou claro que é contrário à medida e que intensificará as manifestações para exigir que o mecanismo permaneça, garantindo uma melhor segurança a bancários e clientes.

“É importante que os bancários acompanhem os debates de perto e intensifiquem as mobilizações do Sindicato para conquistarmos acordo digno”, diz o dirigente, destacando também que há questões importantes que precisam ser resolvidas no plano de carreira como a elevação dos pisos, o fim dos descomissionamentos arbitrários, além de critérios objetivos para a ascensão profissional.

Fonte: Seeb SP - Jair Rosa - 02/09/2010

31.8.10

Comando Nacional inicia nesta quinta a negociação específica com o BB


31/08/10

(reprodução posterior de matéria do dia 02/09/10)

O Comando Nacional dos Bancários inicia nesta quinta-feira 2 de setembro as negociações das reivindicações específicas do funcionalismo do Banco do Brasil na Campanha Nacional dos Bancários 2010. Além do calendário de negociações, estão também na pauta as questões relacionadas a saúde do trabalhador e segurança bancária.

Temas como exame periódico de saúde, a regulamentação de procedimentos do Sesmt e o impacto das cobranças por metas abusivas na saúde do trabalhador serão debatidos já na primeira reunião.

No que diz respeito à segurança bancária, o principal ponto de debate será o projeto-piloto do Banco do Brasil, que pretende retirar as portas giratórias das agências. "Não bastasse a ousadia dos assaltantes, agora o Banco do Brasil resolve jogar do lado dos bandidos, abrindo as portas para que eles entrem livremente nas agências, colocando em risco os clientes e funcionários. É muita falta de senso de realidade", critica Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.

Os temas referentes à saúde do trabalhador que são comuns a toda a categoria bancária, como o assédio moral e as metas abusivas, serão negociadas pelo Comando Nacional na mesa da Fenaban, na quarta-feira 1º e quinta 2 de setembro.

"As negociações são um processo que precisa de credibilidade e boa-fé das duas partes para chegar a um resultado positivo", adverte Eduardo Araújo, coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Ele também convoca os bancários a acompanharem a evolução das negociações por intermédio dos boletins sindicais, tomando o cuidado com os boatos e com o conteúdo da comunicação corporativa do banco.

Fonte: Contraf-CUT

30.8.10

BB já está com a pauta de reivindicações dos bancários da Contraf-CUT


Apresentação do blog:

Esta nota é do portal do BB que trata da negociação coletiva.

Eu tenho uma dificuldade em guardar nomes das "autoridades" e de seus respectivos cargos. Ficarei mais atento nesse período em que darei um tempo nas viagens de formação sindical e que terei um olhar mais clínico sobre o BB.


(Matéria de 20/08/10)


BB recebe pauta de negociação coletiva


Em encontro realizado na manhã de hoje, 20, em São Paulo, o presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine, Dida, recebeu das mãos dos dirigentes da Contraf/CUT a pauta de reivindicações específicas para o próximo Acordo Coletivo. Além do presidente, representaram o BB o vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável, Robson Rocha, o diretor Gestão de Pessoas, Amauri Niehues e o gerente-executivo da Diretoria de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas e negociador do Banco, José Roberto Mendes do Amaral.

Tanto os representantes sindicais quanto os executivos do BB destacaram a importância deste momento de pré-acordo. Para o vice-presidente Robson Rocha, o fato de o BB ser o primeiro grande banco a receber a minuta tem um significado especial. 'Isso reforça a nossa disposição em manter um diálogo permanente e franco com vocês. O Banco já tem implementado ações que buscam melhorar as condições de trabalho e da qualidade de vida dos funcionários', afirmou. 'A partir da próxima segunda-feira, vamos começar a analisar e discutir internamente a pauta recebida', concluiu Robson.

O presidente Dida, no encerramento do encontro, pontuou os avanços já obtidos ao destacar a maturidade crescente nas negociações, que tem permitido um tratamento mais abrangente e consistente das demandas de interesse dos funcionários. 'O diálogo não acontece apenas em setembro, se constrói ao longo do ano. Sei que há muito a evoluir, mas tivemos muitas conquistas, como, por exemplo, a implantação do Comitê de Ética, do Sesmt e o resgate da função pública de nosso banco. Vamos ser atuantes na mesa da Fenaban em busca de um acordo e faço o apelo para que as nossas discussões ocorram de forma madura, serena e transparente. Não tenho dúvidas que, ao final da negociação, celebraremos novos avanços', concluiu o presidente.

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EXECUTIVOS RESPONSÁVEIS EM 2010 PELO CUMPRIMENTO OU NÃO DA PALAVRA NA MESA DE NEGOCIAÇÃO COM O BANCO DO BRASIL

Presidente do BB: Aldemir Bendine, Dida
Vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável: Robson Rocha
Diretor Gestão de Pessoas: Amauri Niehues
Gerente-executivo da Diretoria de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas e negociador do Banco: José Roberto Mendes do Amaral


Fonte: Portal do BB