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8.12.16

Reestruturação no BB - Novas informações da Contraf-CUT


Olá coleg@s do BB,


Seguem novas informações das federações de sindicados representadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB da Contraf-CUT.

As entidades sindicais se reuniram nesta data com a direção do Banco para novas negociações sobre direitos dos bancários neste processo de reestruturação e do Plano Extraordinário de Incentivo à Aposentadoria (PEAI).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Reunião com o Banco do Brasil tem poucos avanços e situação dos funcionários preocupa


Banco continua hesitando em apresentar garantias concretas de manutenção dos salários e realocação

08/12/2016

Reunião com o Banco do Brasil. Crédito: Aguinaldo Ferraz.

Em reunião realizada com o Banco do Brasil, nesta quinta-feira (8), em Brasília, a Contraf-CUT, representada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, novamente tratou do processo de reestruturação envolvendo milhares de funcionários do BB.

Os sindicatos apresentaram ao Banco o quadro das mobilizações do Dia Nacional de Luta, realizado na quarta-feira (7), em vários locais do Brasil, que demostraram o sentimento de desamparo, indignação e desespero de muitos funcionários que terão suas agências fechadas, reduzidas e aqueles que terão seus cargos cortados.

A Comissão de Empresa reafirmou a proposta anterior de criação de VCP Permanente (Verba de Caráter Pessoal) para que o funcionário não perca sua remuneração enquanto não for realocado no mesmo cargo. A mesma regra de VCP foi cobrada para todos os caixas.

Para o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, em relação aos caixas, o Banco demora em responder sobre a VCP, o que para todos é a questão mais óbvia na proteção dos funcionários. “O BB alega que caixa não é comissão e sim, gratificação. Mas quando se consulta o sistema do Banco, em comissões exercidas aparece Caixa como Comissão. Ou seja, é má vontade e indisposição em gastar um pouco mais. O Banco usa a norma interna pra não dar garantia, quando a norma interna é ele que faz.”

Também foi cobrado do B
anco a situação dos assistentes que não têm opção de migrar na lateralidade e, por causa do plano de funções, terão perda no novo cargo oferecido.

Outras solicitações foram para que a concorrência na lateralidade contemple a pontuação do cargo anterior à VCP, inclusive para quem está em VCP por outras situações que não estas da reestruturação atual.

Foi solicitado e não houve resposta do BB quanto ao TAO especial realocar em todas as vagas via pontuação do sistema, uma vez que os funcionários já passaram por processo seletivo anterior.

RESPOSTAS AINDA INSUFICIENTES

O Banco afirmou que nenhum escriturário será removido para outra praça compulsoriamente e que os excedentes ficarão nos seus locais de origem.

Quanto às agências que serão fechadas, atendendo solicitação da Comissão de Empresa, o BB afirmou que a VCP passará a contar para aqueles funcionários somente depois do fechamento da agência. Se a agência fechar antes de 1º de fevereiro, esta será a data, de modo a contar o que for mais favorável ao funcionário.

Novos Grupos de Funções: o Banco informou que fez ajustes nos grupos de funções de lateralidade para atender casos que antes estavam direcionados para cargo inferior, de forma a reduzir os casos sem correspondência lateral.

Foi cobrado do BB e foi feito o compromisso que pessoas em VCP por situações anteriores serão identificados e analisados caso a caso.

Quanto aos funcionários que tiveram que movimentar de praça por uma reestruturação anterior, o Banco está disposto a avaliar os pedidos dos funcionários para mudança durante o período de excedente ou VCP.

O Banco também informou que os funcionários em licença poderão concorrer para a lateralidade no TAO Especial, devendo fazer a solicitação de inscrição via GEPES – Gerência Regional de Gestão de Pessoas.

Foi afirmado pelo BB que todas as nomeações serão centralizadas pelos comitês de unidades estratégicas. O Banco reafirmou que tem o compromisso de que toda e qualquer vaga na cadeia de nomeação seja primeiramente para regularização de excesso.

O Banco fez os seguintes compromissos quanto a apresentação de números detalhados:

Será disponibilizado um mapa de vagas na intranet a partir de 12/12 e constará também possíveis vagas, considerando adesões ao PEAI ainda não concretizadas.

Além do mapa de vagas, o Banco vai oferecer 3 relações:

- número de adesões por plano de aposentadoria (Previ/Fusesc/Economus/PrevBEP), o número de adesões por funcionário que saíram apenas com o INSS e número de excessos versus o número de adesões ao PEAI por UF (Unidade da Federação).

ESCLARECIMENTOS SOBRE PEAI NO ECONOMUS PREVIMAIS

Os funcionários apresentaram ao Banco os problemas causados pela falta de comunicação quanto aos critérios de adesão ao PEAI (Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada) para os funcionários que são vinculados ao Economus no Plano PreviMais, cujo tempo para requerimento são apenas 60 meses. Os funcionários não estão suficientemente esclarecidos que embora tenham tempo no Economus, as condições são desfavoráveis para desligamento do BB. Foi solicitado que o Banco faça um comunicado oficial explicando que não se trata de PDV para que os funcionários sejam devidamente esclarecidos.

DENÚNCIAS APRESENTADAS

A Comissão de Empresa denunciou ao Banco que algumas superintendências estaduais e regionais estão fazendo processos seletivos para os escritórios digitais, sem observar o TAO e a necessidade de realocação das pessoas. A Contraf-CUT considera que este é um processo fraudulento de seleção que deve ser coibido pelo Banco através da sua diretoria. Foram denunciados problemas de seleção fora do TAO em Porto Alegre e Curitiba e que podem ocorrer em outros locais.

Foi cobrado do Banco sobre o fechamento de agências em São Paulo e em outros locais fora da lista divulgada pelo BB. Estes novos fechamentos são pela criação dos escritórios digitais e foi solicitado ao BB esclarecimento para a reunião sobre o BB Digital. A mesa temática específica sobre o BB digital será realizada no dia 14 de dezembro, em Brasília.

CCV – CONCILIAÇÃO VOLUNTÁRIA PARA NOVOS CARGOS DE 6 HORAS ESTÁ SOB ANÁLISE JURÍDICA

O Banco enviou na última quinta-feira a minuta da CCV para acordo aditivo contemplando os novos cargos que terão a opção de jornada de 6 horas. Os funcionários optantes poderão posteriormente fazer acordo extrajudicial indenizatório referente às duas horas excedentes.

A Contraf-CUT esclarece que o funcionário não deve aderir contando com a CCV imediatamente pois o acordo enviado pelo Banco está sendo analisado juridicamente e posteriormente será encaminhado o parecer para assinatura. A análise jurídica e a negociação são necessárias para dar mais segurança aos funcionários e aos sindicatos.

ENCAMINHAMENTOS JURÍDICOS AOS SINDICATOS

A Comissão de Empresa enviará aos sindicatos orientações para ações junto às entidades de defesa do Consumidor e a população para cobrar o não fechamento de agências.

Também serão estudadas ações jurídicas para proteger a remuneração e o cargo dos funcionários, caso o Banco continue negando medidas neste sentido.

Para Wagner Nascimento, coordenador da CEBB, os sindicatos deverão mobilizar os funcionários e verificar detalhadamente o mapa de vagas para constatar o tamanho do problema em cada local.

"A conta começa a não fechar a partir da quantidade de desligamento. Como muitos já perceberam que vai faltar vagas, querem uma segurança maior e é isso que estamos fazendo na mesa de negociação. Queremos garantias de que os funcionários não percam salários e cargos."

Fonte: Contraf-CUT

4.12.16

Reestruturação no BB e PEAI - Alertas a respeito, por Sasseron


Apresentação do blog:


Olá colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana que se inicia, encerra prazo (9/12) dado pelo Banco do Brasil aos trabalhadores para aderirem ou não ao Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI). 

José Ricardo Sasseron já foi Conselheiro e Diretor na Previ, eleito pelos associados, e tem grande conhecimento em previdência. As opiniões são do próprio Sasseron no intuito de ajudar os colegas em suas reflexões.

Apresento abaixo alertas e explicações que ele faz aos colegas que estão avaliando a proposta feita pelo BB. Em caso de dúvidas, continuem utilizando os canais disponibilizados pelo Banco.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi



José Ricardo Sasseron.

ALERTAS (1)

Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI


Colegas do BB,

Por certo a decisão de aderir ao plano de aposentadoria incentivada do Banco é de caráter estritamente pessoal. Gostaria somente de fazer alguns alertas sobre a aposentadoria pela Previ e/ou INSS, assunto angustiante para quem vai decidir o que fazer.


1. São três os requisitos para a aposentadoria no Plano 1 ou no Previ Futuro: mínimo de 15 anos de filiação ao plano, aposentadoria pelo INSS e rompimento do vínculo empregatício com o BB. Quem tiver no mínimo 50 anos de idade poderá requerer o complemento da Previ mesmo sem estar aposentado pelo INSS. 


2. O complemento de aposentadoria do Plano 1 é calculado pela média dos 36 últimos salários de participação menos o valor das 36 últimas Parcelas Previ, tudo corrigido pelo INPC para a data do cálculo. O valor do benefício é proporcional aos meses de contribuição ao plano – por exemplo, 336/360 para quem tem 28 anos completos.


3. O benefício do Previ Futuro é calculado dividindo-se o saldo de conta do associado pelo número de meses correspondentes à sua expectativa de vida (contam-se 13 meses por ano). O associado pode escolher se deixa pensão aos dependentes ou não. A decisão interfere no valor do benefício, pois a Previ levará em conta o pagamento da pensão no cálculo.


4. Importante: quem sair no PEAI e ainda não tiver direito à aposentadoria pela Previ deve continuar contribuindo e pedir a preservação do salário de contribuição.


5. A aposentadoria pelo INSS exige o mínimo de 30 anos de contribuição da mulher e 35 do homem. O benefício é calculado pela média dos 80% maiores salários de contribuição recolhidos desde julho de 1994. Sobre esta média incide o Fator Previdenciário, um redutor calculado de acordo com o tempo de contribuição e idade de aposentadoria. O fator penaliza quem se aposenta mais cedo. A tabela do Fator Previdenciário é pública (digite “fator previdenciário 2016” no google e ela aparecerá).


6. Importante 1: quem sair no PEAI e não tiver tempo de INSS, deve continuar contribuindo, se não só vai poder se aposentar por idade, aos 60 para a mulher ou 65 para o homem, e desde que tenha pelo menos 15 anos de contribuição ao INSS.


7. Importante 2: está vigente a Fórmula 85/95, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. A mulher que atingir 85, na soma da idade de aposentadoria mais tempo de contribuição, se livrará do Fator Previdenciário. O homem que atingir 95 nesta mesma soma também se livrará do Fator. Isto altera consideravelmente o valor do benefício. Então, sugiro verificar quando você completará a soma e se é conveniente esperar mais um tempo pagando o INSS para se aposentar.


8. Importante 3: você pode agendar uma ASSESSORIA PREVIDENCIÁRIA com a Previ, que criamos quando fui Diretor de Seguridade. O pessoal da Previ estudará sua situação e discutirá com você a data mais conveniente para se aposentar.


José Ricardo Sasseron, ex-diretor de Seguridade da Previ


ALERTAS (2)


Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI (II)

Em relação à Cassi. Você só pode se manter no Plano de Associados se você se aposentar pelo INSS e/ou pela Previ imediatamente à sua saída do Banco. Neste caso você contribui com 3% sobre seu benefício de aposentadoria e o Banco com 4,5%. Se resgatar suas contribuições à Previ, não terá direito de permanecer no Plano de Associados. Leia com atenção o artigo 3º do regulamento do Plano de Associados da Cassi, disponível no site da entidade e veja onde você se enquadra.

Em relação ao Previ Futuro, você tem quatro opções. A pior delas, sempre, é o resgate, porque você vai pagar Imposto de Renda, gastar o dinheiro logo e ficar sem aposentadoria. Então, veja as opções em caso de desligamento do Banco.


1. Aposentadoria – para aposentar pelo Previ Futuro você precisa ter no mínimo 15 anos de contribuição, aposentar pelo INSS e romper o vínculo empregatício com o Banco. Se tiver mais de 50 anos de idade, pode requerer o benefício da Previ mesmo sem ter direito à aposentadoria pelo INSS – neste caso, você deve continuar pagando INSS até completar o tempo (30 anos a mulher e 35 o homem). Fique atento à incidência do Fator Previdenciário, ao enquadramento na fórmula 85/95 que livra você do Fator e melhora sua aposentadoria e na reforma da Previdência que o Governo Temer quer fazer para dificultar a sua vida.


2. Autopatrocínio – Você pode continuar contribuindo até ter direito à aposentadoria pelas regras da Previ e requerer o benefício. Neste caso, você arca com as contribuições pessoais e patronais. Você precisa continuar recolhendo o INSS.


3. Benefício Proporcional Diferido (BPD) – Para quem tem menos de 15 anos de Previ Futuro. Você suspende as contribuições e requer uma renda mensal vitalícia da Previ quando tiver direito à aposentadoria pelo INSS. Precisa continuar contribuindo com o INSS.


4. Portabilidade – Você pode portar seu saldo de conta para outro plano de benefícios. Por exemplo, se entrar em uma empresa que tem previdência complementar ou então comprar um plano de previdência em algum banco. 


5. Resgate – Se não quiser permanecer na Previ você pode resgatar a sua reserva individual de poupança. Neste caso, você não leva as contribuições patronais e ainda paga Imposto de Renda sobre as suas contribuições resgatadas. Recentemente o conselho deliberativo da Previ aprovou o resgate das contribuições patronais no Previ Futuro, mas o novo regulamento não está valendo porque ainda não foi aprovado pela Previc, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

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Imposto de Renda e Parte Patronal – No resgate você não leva a parte patronal. Nos demais casos (aposentadoria, BPD, autopatrocínio e portabilidade) você tem direito também às contribuições patronais. O Imposto de Renda incide conforme a tabela que você escolhe na adesão ao plano. Quem escolheu a tabela progressiva, recolherá até 27,5% de IR sobre o valor do resgate ou benefício. Quem escolheu a regressiva, recolherá de 35% a 10% de IR, a depender do tempo de permanência no plano – quanto mais tempo, menos IR – e não pode deduzir o valor recolhido mensalmente da declaração anual de ajuste.
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Cálculo do complemento de aposentadoria – Os benefícios do Previ Futuro são calculados dividindo o saldo de conta pelos meses de vida faltante, de acordo com a sua expectativa de vida na data da aposentadoria, contando 13 benefícios anuais. Você pode escolher entre deixar ou não deixar pensão aos dependentes. Esta opção interfere no valor do benefício que você vai receber – se não deixar pensão, o benefício é maior, obviamente, pois o saldo de conta é o mesmo para ambos os cálculos. Atenção: a Previ utiliza a taxa de juros atuarial de 5%, ou seja, trabalha com uma expectativa de rendimento real de suas aplicações de 5% acima da inflação e considera esta rentabilidade futura no cálculo do benefício. O benefício é vitalício.

José Ricardo Sasseron – ex-diretor de Seguridade da Previ, eleito pelos associados



Fonte: página do colega na rede social (pedi autorização para reproduzir as informações aqui no blog)

1.12.16

Reestruturação do Banco do Brasil - Informe da Contraf-CUT


Olá pessoal,

Segue abaixo a matéria publicada pela Contraf-CUT sobre o encontro dos sindicatos com o Banco do Brasil a respeito da reestruturação anunciada pelo Banco dias atrás. Sabemos que muitos trabalhadores estão buscando informações a respeito do tema.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Foto de Agnaldo Ferreira de Azevedo.
Sem respostas concretas do BB, Contraf-CUT orienta dia nacional de luta para dia 7

Reunião sobre processo de reestruturação e fechamento de agências aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília

01/12/2016

A Contraf-CUT, através da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB se reuniu com o Banco do Brasil, em Brasília, nesta quinta-feira (1º), em mais uma mesa de negociação sobre o processo de reestruturação que envolve fechamento de agências, cortes de cargos e funções, redução no quadro de funcionários e na jornada, e, ainda, um plano de aposentadoria com público alvo de 18 mil funcionários.

Os representantes dos funcionários reafirmaram ao Banco que são contrários a esse processo de reestruturação por envolver cortes de mais de 9 mil postos de trabalho e vai provocar redução salarial de milhares de funcionários, caso estes não forem realocados. Ainda, o fechamento de mais de 400 agências e a transformação de 379 em posto de atendimento.

Os representantes dos trabalhadores também cobraram do Banco respostas quanto a extensão da VCP - Verba de Caráter Pessoal – que tem como objetivo garantir a remuneração daqueles que perderão seus cargos ou tiveram suas agências extintas. Foi proposto ao Banco que seja criado uma VCP permanente, nos moldes da verba 226 do Plano de Funções.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, a VCP permanente vai ao encontro de todas as falas do Banco quanto a realocação das pessoas. “Se o Banco tem tanta certeza que vai realocar todo mundo, que garanta que ninguém vai perder remuneração enquanto não for realocado”, explicou Wagner.

O Banco não deu resposta quanto a extensão da VCP, alegando que o assunto ainda está sob análise, assim como a VCP para os Caixas efetivos e substitutos.

Para realocação dos funcionários, foi proposto ao Banco que no TAO Especial criado com esta finalidade, seja adotado o critério de priorização e maior pontuação para a escolha dos funcionários na lateralidade. “Considerando que os funcionários já passaram por um processo de seleção anterior e as nomeações acontecerão na lateralidade, uma forma de garantir um critério justo é pela melhor pontuação, tanto para escolha de quem fica nos casos de redução de cargos na própria dependência, quanto nas recolocações”, analisou Wagner.

Também foi proposta que mesmo depois de entrar em VCP, os funcionários tenham a pontuação do cargo anterior preservada para as concorrências na lateralidade para cargos semelhantes.

O Banco do Brasil não forneceu a lista dos cargos e dotações cortados em cada prefixo, alegando que o quadro não está fechado. O Banco também não responde claramente o que vai acontecer com aqueles que não conseguirem realocação.

Ao mesmo tempo que não informa a planilha com os cargos cortados, o Banco responde que a dotação dos postos de atendimento está no sistema.

Esta informação foi bastante criticada pelos sindicatos, remetendo ao vazamento de informações à imprensa antes de informar aos representantes dos trabalhadores. Os sindicatos consideram que quanto mais informação o Banco fornecer vai facilitar o trabalho de realocação dos funcionários, evitando as situações de desespero que têm acontecido em várias regiões do país.

Banco descumpre palavra no caso da fusão de agências

A Comissão de Empresa cobrou do Banco o cumprimento do que foi apresentado no início de 2016 quanto ao fechamento de agências nos Estados de São Paulo e Santa Catarina, devido à fusão de uma agência com outra. Naquela oportunidade o Banco informou um cronograma e a forma como seriam tratados os funcionários, que seriam realocados numa agência já definida.

Contudo, neste processo de cortes agora apresentado, o Banco incluiu aquelas agências na nova reestruturação, descumprimento o cronograma apresentado em reunião na Disap com representantes dos sindicatos.

Situação de desespero dos funcionários é relatada

Os sindicatos relataram ao BB a situação de desespero em muitos depoimentos de funcionários em todos os cantos do país. Mães e pais de famílias que perderão seus cargos não veem perspectiva de realocação, pois a extinção de muitos cargos como os de assistentes, gerentes de negócios e gerentes de serviço não terão vagas abertas nas mesmas localidades.

Para Wagner Nascimento, os funcionários deverão continuar a mobilização em todo o país para que tenhamos resposta efetiva de proteção às pessoas que perderam seus cargos e funções. “O número de funcionários que sairão no plano de aposentadoria não está batendo com os cortes apresentados e os processos são distintos, uma vez que os cortes já estão dados. Mais uma vez, insistimos para que o Banco garanta a remuneração das pessoas até que sejam realocadas”.

A participação dos funcionários nas atividades de paralisação do último dia 29 e o Dia de Preto – Black Friday do BB no dia 25 mostrou que é grande a indignação dos funcionários.

Continuação da mobilização em todo o país

Diante das negativas e falta de resposta do BB para as reivindicações de proteção dos funcionários apresentadas, a Contraf-CUT orienta mais um Dia Nacional de Luta em todo o país para o próximo dia 7 de dezembro.

Nova reunião agendada

Nova reunião foi agenda entre a Comissão de Empresa da Contraf-CUT e o Banco do Brasil para o dia 8 de dezembro.

Também foi agendada reunião sobre o modelo digital dentro da reestruturação para o próximo dia 14 de dezembro.

Fonte: Contraf-CUT

23.11.16

Reestruturação no BB - Preocupações do Diretor de Saúde da Cassi




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

São quase 23h e estamos encerrando mais um longo dia de trabalho e gestão aqui na sede da Cassi em Brasília. Nossos dias têm sido de longas jornadas em defesa de nossa entidade, do Modelo de Atenção Integral à Saúde e dos direitos dos nossos associados.

Assim como afirmei (ler AQUI) no dia do anúncio da reestruturação de nosso banco público, o BB, sigo bastante preocupado e apreensivo com as informações que temos recebido e percebido ao longo desses três dias.

Além de algumas matérias de sindicatos que li, vi relatos muito comoventes de colegas que pertencem às dependências do Banco que foram listadas para serem fechadas. É uma situação que afeta muito a vida de nossos trabalhadores e suas famílias.

Hoje sou gestor de saúde de nossa Caixa de Assistência, eleito pelos associados, e estamos terminando um ano de trabalho muito intenso. 

Além das dificuldades que enfrentamos à frente de uma autogestão com orçamento contingenciado por causa de diversos problemas do setor de saúde suplementar, que nos levou a pedir apoio às entidades representativas para construirmos negociações para buscar soluções para o déficit no plano de saúde dos trabalhadores, empreendemos em 2016 uma agenda da Diretoria de Saúde indo Estado por Estado procurando o patrocinador Banco do Brasil para fortalecer parcerias com Superintendências, Gepes e Sesmt para termos uma agenda comum de promoção de saúde e prevenção de doenças.

Além do grande impacto negativo da reestruturação do Banco do Brasil na vida e na saúde de nossos trabalhadores, temos ainda a notícia de alterações nas unidades regionais do Banco, alterando sobremaneira as áreas de recursos humanos e gestão de pessoas.

Ao passarmos a desempenhar o papel de gestor de saúde em nome de nossos trabalhadores, nos tornamos apaixonados pela causa que temos defendido - o fortalecimento da nossa Caixa de Assistência como autogestão em saúde com foco na Atenção Primária e Estratégia Saúde da Família (ESF). Estamos focados no objetivo de nosso mandato em atuar na saúde dos trabalhadores ainda na fase laboral de suas vidas.

São momentos difíceis os que estamos atravessando, tanto nós classe trabalhadora quanto nosso querido País. Eu espero que os sindicatos possam construir uma grande unidade de ação para organizar os trabalhadores e buscar uma resistência na defesa dos empregos e de nosso banco público.

Também espero que a direção do Banco e o governo estejam abertos a receber as representações e suas reivindicações. 

Eu sigo à disposição das entidades representativas, da direção do Banco e dos associados, principalmente naquilo que é minha tarefa, o cuidado com a saúde de mais de 700 mil vidas assistidas em nossa Comunidade Banco do Brasil.

Segue abaixo a matéria da Contraf-CUT sobre a reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB com a direção da empresa, ocorrida ontem.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Primeira reunião após o anúncio do plano de reestruturação do BB.
Foto: matéria da Contraf-CUT.

Contraf-CUT cobra do Banco do Brasil garantias aos funcionários atingidos pela reestruturação


Movimento sindical exigiu, ainda, mais transparência no processo

A Contraf-CUT cobrou garantias de praça e de remuneração para os funcionários que tiveram cargos e funções cortados, bem como a todos que ficarão de excedentes em cada agência, devido ao plano de reestruturação anunciado pelo Banco do Brasil neste final de semana, em reunião realizada nesta terça-feira (22) em Brasília.

Para os funcionários que perderão os cargos, a reivindicação é que a Verba de Caráter Pessoal (VCP), que garante a remuneração, seja iniciada depois de 1º de fevereiro e que o prazo seja estendido para mais de 4 meses. Na minuta de reivindicações, o movimento sindical solicita VCP de 12 meses, em caso de reestruturação.

Os representantes dos trabalhadores pedem ainda que os caixas executivos que tiveram seus cargos cortados e não conseguirem realocação sejam contemplados com VCP, que hoje não tem previsão.

Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa do BB, relatou que esta primeira reunião foi para reivindicar as garantias e a proteção aos funcionários. “Precisamos que a empresa tenha sensibilidade de tratar com renda das famílias. Já temos casos de funcionários desesperados no interior do país por ter mudado de cidade em processo seletivo e agora recebeu a notícia que o cargo vai ser extinto.”

Os dirigentes sindicais criticaram a forma como o processo foi conduzido com os funcionários, que souberam da novidade pela imprensa, no final de semana. 

Outra crítica ao Banco é pelo lançamento de um pacote de aposentadoria, juntamente com corte de cargos e fechamento de agências, já que as duas coisas deveriam estar desvinculadas. No entanto, o Banco tanto anunciou fechamento de dependências e corte de vagas, como apresentou ao mesmo tempo um plano de aposentadoria incentivada em um momento de grande sofrimento para um grande grupo de trabalhadores que iniciou a semana sem local para trabalhar.

O movimento sindical argumenta que o fechamento de agências no interior do país terá impacto no atendimento à população e causará transtornos para as pessoas envolvidas.

“O Banco prejudica a população, com a piora do atendimento, e mais ainda o funcionário, ao não garantir a remuneração pela extinção dos cargos. Não pensar em VCP para os caixas é uma falha grave do BB, que ignora a realidade do interior do país", completou Wagner.

GARANTIAS

O Banco do Brasil garantiu que, conforme a reivindicação dos funcionários, ninguém será obrigado a migrar para jornada de seis horas com redução de salários. Nas movimentações na lateralidade fruto da reestruturação, o funcionário poderá optar em permanecer na jornada de 8 horas. Outra garantia é a criação do TAO Especial (sistema de recrutamento, concorrência e seleção), a partir de 1º de dezembro e sem prazo determinado para acabar, com prioridade aos funcionários das áreas impactadas.

FUNCIONÁRIOS ORIUNDOS DE BANCOS INCORPORADOS

O Banco informou ainda que respeitará os regulamentos dos respectivos planos de previdência complementar e que o tempo completo no banco incorporado será contado para efeito de indenização no Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI).

JORNADA DE SEIS HORAS E PLANO DE APOSENTADORIA

A Comissão de Empresa solicitou ao BB que outros cargos de analista/assessores também sejam contemplados com opção para jornada de seis horas, tais como os analistas jurídicos e analistas de engenharia e arquitetura, bem como os funcionários do Sesmt, entidades e empresas coligadas como BB Previdência, BB Seguridade, Fundação Banco do Brasil, Previ e Cassi.

Sobre a CCV - Comissão de Conciliação Voluntária, os sindicatos alertam que não existe atualmente aditivo que permite a realização da CCV e que este acordo ainda será negociado. Os funcionários que fizerem opção para jornada de 6 horas deverão aguardar as assinaturas dos aditivos para não perderem valores nos acertos indenizatórios, por prescrição de tempo.

A Contraf-CUT cobrou mais transparência e informações detalhadas da quantidade de cargos e pessoas envolvidas em casa unidade afetada pela reestruturação. Foi solicitado ao banco planilhas de acompanhamento geral e detalhada por prefixo. "Recentemente, há menos de um ano, o banco fez uma reestruturação na área de logística, bastante criticada por obrigar funcionários da área de engenharia a mudar de cidade. Como esse novo pacote, esses mesmos funcionários, em menos de um ano vão novamente perder os cargos e alguns terão que mudar de local novamente. Brincar desse jeito com famílias, crianças, escola, é irresponsabilidade social”, argumentou o coordenador.

MOBILIZAÇÕES E NOVAS REUNIÕES

A Contraf-CUT orienta a todos os sindicatos a fazerem reuniões nos locais de trabalho buscando informações e dando orientações aos funcionários, preparando atividades de mobilização locais e as que serão orientadas nacionalmente. Nova rodada de negociação será realizada no dia 1º de dezembro, na sede do BB, em Brasília.


Fonte: Contraf-CUT (com alterações e correções do blog)

20.11.16

BB anuncia reestruturação - Me preocupo com a Cassi e a saúde dos trabalhadores




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

O Banco anunciou neste domingo, 20 de novembro, fato relevante sobre reestruturação que vai impactar profundamente a vida da empresa e de seus funcionários. É evidente que haverá consequências para as entidades de relacionamento direto com o Banco e com seus trabalhadores como as entidades patrocinadas Cassi e Previ.


Eu tenho 24 anos de dedicação ao Banco do Brasil e vi e vivi a reestruturação dos anos noventa, quando mais de 50 mil vagas foram eliminadas pelo governo da época e os trabalhadores tiveram suas vidas mudadas drasticamente. Fechar quase mil dependências pode trazer consequências para a saúde das pessoas pelo estresse causado pelo processo.

Hoje sou gestor de saúde, mas durante praticamente toda a minha vida funcional fui representante dos colegas bancários nas lutas em defesa dos direitos afetos a eles.

Como gestor eleito pelos associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a Cassi, manifesto minha preocupação com as condições de trabalho na empresa e consequentemente com a saúde dos bancários e seus dependentes. Temos trabalhado com muita dedicação no objetivo de construir parcerias com o Banco do Brasil nos Estados em defesa da promoção de saúde e prevenção de doenças. E vamos continuar fazendo isso porque é "Bom Pra Todos".

É cedo para avaliar as consequências reais do que está por vir, mas continuarei apresentando aqui no blog minhas opiniões sobre os fatos e andamentos das questões afetas à Cassi e prestando contas cada vez mais sobre o que defendemos para a Cassi e associados, e sobre os riscos e perspectivas de avanços para o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF) e do que entendemos ser o melhor para a sustentabilidade da Caixa de Assistência com manutenção dos direitos em saúde e as conquistas históricas do funcionalismo.

Segue abaixo o comunicado do patrocinador Banco do Brasil sobre a questão da reestruturação com redução de suas estruturas, do emprego bancário e sobre um plano de incentivo à aposentadoria.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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(Comunicado do Banco do Brasil)


"Informativo para a Imprensa – Brasília (DF), 20 de novembro de 2016

COM FOCO NO ATENDIMENTO DIGITAL, BB ANUNCIA REORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL E PLANO DE INCENTIVO À APOSENTADORIA

Banco vai redimensionar sua estrutura e oferecer plano de incentivo à aposentadoria para público potencial de até 18 mil pessoas.

O Banco do Brasil anunciou neste domingo, 20, conjunto de medidas para ampliar o investimento no atendimento digital e aumentar a eficiência operacional. O BB vai rever e redimensionar a estrutura da organização em todos os níveis: estratégico (direção geral), tático (superintendências nos estados), de apoio (órgãos regionais) e de negócios (agências).

A rede de atendimento passará por mudanças para se adequar ao novo perfil e comportamento dos clientes, com otimização de estruturas e ampliação de serviços digitais.

Apenas com a reorganização de suas unidades, o BB estima redução anual de R$ 750 milhões em despesas, valor que poderá aumentar significativamente a partir da adesão de funcionários ao Plano Extraordinário de Incentivo a Aposentadoria, que o Banco também anuncia hoje.

REVISÃO DA ESTRUTURA

As medidas preservam a presença do BB nos municípios em que já atua e vão resultar no encerramento de 31 superintendências regionais, 402 agências e na transformação de outras 379 em postos de atendimento bancário. Em outubro, o BB já havia iniciado o encerramento de outras 51 agências.

A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a 4 milhões até o final de 2017.

Na comparação com o modelo tradicional, os clientes do atendimento digital mostram-se mais satisfeitos e consomem até 40% mais produtos e serviços bancários. O novo modelo também é mais eficiente. Um gerente de contas consegue gerenciar um número 35% maior de carteiras de clientes, se comparado ao atendimento nas agências físicas.

No BB, as transações bancárias realizadas em canais de atendimento físicos estão em forte redução. O aplicativo do Banco para celular já conta com 9,4 milhões de clientes que realizam cerca de 1 bilhão de transações bancárias por mês, ou 40% do total. Outros 27% são realizadas pela internet. A expectativa do BB é que o número de clientes que utilizam o aplicativo para celular chegue a 15 milhões até dezembro do próximo ano.

Na semana passada, o Banco do Brasil lançou a sua conta totalmente digital, o BB Conta Fácil, com previsão de abertura de 1,8 milhão de contas em 2017.

Além da ampliação do atendimento digital, a revisão das agências do BB considerou também a localização de unidades próximas entre si, incluindo dependências originadas dos antigos bancos Besc e Nossa Caixa, que foram incorporados pelo BB.

O Banco do Brasil também irá promover ajustes em órgãos regionais de apoio aos negócios que terão atividades centralizadas nacionalmente ou em outros estados, com ganho de eficiência.

Na Direção Geral, o Banco do Brasil irá encerrar 3 unidades estratégicas, com as transferências de suas funções para outras diretorias do Banco.

PLANO DE INCENTIVO À APOSENTADORIA

A revisão da estrutura do BB levará à redução de 9.072 vagas no quadro de pessoal. Para a adequação, o BB lançará Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada para público potencial de até 18 mil pessoas que já reúnem condições para se aposentar, com adesão totalmente voluntária.

Será concedido incentivo de desligamento correspondente ao valor de doze salários, além de indenização pelo tempo de serviço, que varia de 1 a 3 salários, a depender do tempo de Banco (entre 15 e 30 anos completos).

JORNADA DE SEIS HORAS

Outra medida refere-se à ampliação do público potencial para adesão à jornada opcional de trabalho de 6 horas diárias. A partir de hoje, cerca de 6 mil assessores da Direção Geral e superintendências também poderão aderir voluntariamente à nova jornada.

A adesão resultará na redução de 16,25% do valor de referência da função, enquanto a jornada será reduzida em 25%. Se considerado o valor da hora trabalhada, haverá aumento de 12% para os funcionários que aderirem à nova jornada.

A jornada de seis horas já foi anteriormente oferecida a funcionários que ocupam cargos comissionados não gerenciais na rede de agências e em órgãos regionais, com 71% de adesão.

COMUNICAÇÃO AOS CLIENTES

O encerramento das agências e a implantação das demais medidas ocorrerá ao longo de 2017 e será precedido por ampla comunicação aos clientes em canais diversificados, como o hotsite www.bb.com.br/novoatendimento, SMS, aplicativo para celular, terminais de autoatendimento, além de correspondências e cartazes nas agências.

O Banco também divulgou telefones exclusivos para atendimento aos clientes sobre mudanças de agência: 4003-5282 ou 0800 729 5282 para pessoas físicas e 4003-5281 ou 0800 729 5281 para empresas. A Central funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 22h.

A mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

Além dos pontos físicos, o BB oferece a maioria das transações pelo aplicativo para celular e Internet - canais que mais crescem hoje na preferência dos clientes.

REVISÃO DE PROCESSOS

O BB também identificou frentes de atuação para simplificar seus processos. A revisão garante maior celeridade no atendimento e conta com a mudança de demandas administrativas das agências para órgãos internos e uso da tecnologia para automatizar soluções e garantir maior comodidade e conveniência aos clientes.

NOVAS PRÁTICAS DE GESTÃO DE DESPESAS

O Banco iniciará processo de renegociação de valores atualmente pagos para aluguel, manutenção das agências, segurança e transporte de valores. Apenas a revisão da estrutura administrativa anunciada hoje permitirá ao BB reduzir R$ 750 milhões em despesas por ano.

REORGANIZAÇÃO DO BB EM NÚMEROS

Rede de atendimento atual

5.430 agências

1.791 postos de atendimento.

7.221 unidades de atendimento no total

Reorganização

402 agências serão encerradas

379 agências serão transformadas em postos de atendimento.

51 agências com encerramento já iniciado em outubro

Rede de atendimento após a reorganização

4.598 agências

2.170 postos de atendimento

6.768 unidades de atendimento no total

Outros canais de atendimento

8.557 correspondentes bancários na rede Mais BB

42.031 terminais de autoatendimento

19.456 terminais do Banco 24h

Funcionários

O BB possui 109.159 funcionários no País e 18.000 fazem parte do público potencial para adesão voluntária ao Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada.

Atenciosamente,

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Fonte: Banco do Brasil