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14.4.22

Memórias (XXII)


Greve dos bancários 2013. Foto: M. Moraes.

O ano de 2013 foi um ano no qual participei de muitas coisas importantes para a categoria bancária e para a classe trabalhadora 


Revi 49 postagens de meu blog sindical A Categoria Bancária, postagens dos meses de outubro, novembro e dezembro de 2013. Avalio que aquele ano foi um dos anos em que mais contribuí para a classe trabalhadora enquanto dirigente maduro e formado nas bases dos bancários brasileiros. Foi praticamente meu último ano na coordenação nacional das mesas do Banco do Brasil. No ano seguinte eu iria participar das eleições da Cassi a partir de março.

Nas postagens do mês de outubro, revivi aqueles dias da longa greve da categoria bancária, foi uma queda de braço memorável entre nós e os banqueiros, 22 dias de greve. Os caras haviam decidido que não atenderiam mais nossas justas reivindicações de aumento real, novos direitos e melhorias nos direitos acordados na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Foi a maior greve dos bancários em 20 anos.

No final, nós arrancamos um reajuste de 8% nas verbas salariais com aumento real de 1,82%, reajuste de 8,5% e aumento real nos pisos de 2,29%, aumento no valor da PLR, um direito novo na CCT - um abono assiduidade por ano -, vale-cultura, cláusulas de questões contra assédio moral e metas abusivas etc (ler aqui). Foi uma campanha muito vitoriosa para a categoria bancária. Os banqueiros ficaram muito putos e o troco da casa-grande viria mais tarde, com o golpe de Estado e as perdas de direitos do povo brasileiro. 

No BB, foram diversas questões novas. Estávamos num processo de negociações permanentes desde anos anteriores e finalizamos a campanha 2013 efetivando diversas conquistas; entre 2012 e 2013, mesas negociais que coordenei, foram mais de 30 questões que avançaram no BB (ler resumo aqui).

Algumas conquistas foram muito caras para mim como negociador, pois me dediquei muito a elas entre os anos de 2012 e 2013. Um exemplo é a questão da bolsa dos estagiários do Banco do Brasil. Quando eu soube o quanto abaixo dos outros bancos estava a bolsa estágio no BB, fiquei indignado e prometi a mim mesmo que daria atenção a essa injustiça com cerca de 10 mil estagiários do banco.

Nas negociações em 2012, surpreendi os negociadores do BB em mesa com a questão e foi um constrangimento geral. Mostrei o valor dos outros bancos e o do BB. Não foi possível resolver naquela campanha. Em 2013 deu certo. Nós conseguimos um aumento de 71% na bolsa estágio no Banco do Brasil e a conquista favoreceu 10 mil pessoas, jovens estudantes. Fiquei muito feliz por isso. Eu fui estagiário do BB em 1992 e sei o quanto é dura a vida de estagiário. 

Veja aqui uma avaliação que fiz sobre as conquistas da campanha 2013.

Uma das maiores pelejas entre nós e os banqueiros foi a questão da compensação das horas da greve da categoria. Foram horas de impasse na negociação final. Os banqueiros queriam 180 dias de compensação integral das horas. Nós não aceitamos, a culpa daquela greve longa foi exclusivamente dos banqueiros! No fim, só permitimos compensar até 1 hora por dia e até o dia 15 de dezembro. Boa parte da categoria não iria compensar boa parte das horas da greve. Vitória da persistência nossa.

Depois de assinados os acordos - o geral e os aditivos - a direção do Banco do Brasil começou o assédio moral e a prática antissindical em relação aos colegas que participaram da greve e construíram a campanha vitoriosa. Nós fomos pra cima dos assediadores do banco. Já de cara, paralisamos em São Paulo as maiores concentrações de bancários. Orientamos os sindicatos a radicalizarem onde houvesse perseguição a um colega grevista. Deu trabalho o pós-greve, mas fizemos o que tinha que ser feito.

Lembranças! Eu olho para os meus papéis e documentos relativos àquelas semanas de negociações em 2013 e fico com dó de jogar fora. Cheguei a pensar em escrever um livro sobre aqueles onze anos de campanhas salariais (2003-2013) nas quais tive participação na condução delas, inclusive com defesas das propostas nas assembleias na quadra dos bancários em São Paulo... campanhas e estratégias que trouxeram novos paradigmas para a classe trabalhadora. Acho que fiz meu melhor nessa missão de vida.

Campanhas unificadas entre bancos públicos e privados, fortalecimento da única convenção coletiva com a abrangência da nossa assinada em 1992 e renovada desde então, direitos novos e conquistas por uma década inteira. Fizemos boas campanhas. Enfim, pensei em escrever um livro de memórias das campanhas dos bancários do período posterior a 2002 porque já tínhamos dois livros de resgates históricos, um do Sindicato de São Paulo, resgatando a história até 1992, e tínhamos o da CNB/CUT, resgatando nossa história até 2002. 

Vieram novas funções de representação a partir de 2014 e acabei dedicando minha vida e minhas energias nos anos seguintes à gestão de uma Caixa de Assistência em saúde, a dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi), e as pilhas de documentos e as anotações e papeladas a respeito da construção de muitas histórias dos bancários perderam o sentido para mim e acredito que para todo mundo. Os tempos não são mais de resgatar a história de lutas da classe trabalhadora.

É isso. Para hoje tá bom. Memórias de lutas vividas. Em 2013, nós bancários brasileiros fomos bons combatentes na defesa dos direitos, inclusive fomos preponderantes na luta ferrenha contra a aprovação no Congresso do PL 4330, da terceirização total. Tenho orgulho de ter feito parte dessas lutas. Seguramos mais um tempo os direitos dos trabalhadores. Depois do golpe "com o Supremo com tudo" não teve mais jeito... mas essa é outra história.

William


Para ler o texto de Memórias anterior, o XXI, clique aqui.

Clique aqui para ler o texto seguinte, Memórias (XXIII).


8.5.15

Direito à vacinação contra a gripe é conquista no BB (desde 2013)


Comentário do Blog:

Fiz em 2013, após término da Campanha Nacional e na avaliação das conquistas no Banco do Brasil, o comentário que cito abaixo sobre a importância da conquista ao direito de tod@s os funcionários da ativa reivindicarem a vacina contra a gripe. Utilizem o direito porque conquista não se deixa de lado. Compartilhem e avisem aos colegas por nosso Brasil afora. A Cassi, nossa Caixa de Assistência, tem convênio com o BB para gerenciar a campanha de vacinação. Abraços, William Mendes.

"Talvez algumas pessoas façam pouco caso da conquista do direito à vacina contra gripe para todos... Engraçado, porque eu tenho mais de vinte anos de banco e todo ano é uma reclamação geral em várias bases do país do povo querendo a vacina e não tendo direito a ela simplesmente porque era uma liberalidade: o BB disponibilizava se quisesse e onde quisesse."

Fonte: texto de avaliação da Campanha Nacional 2013


BB inicia vacinação dos funcionários contra a gripe


Publicada na Cassi em 7/5/2015

O Banco do Brasil iniciou nesta semana a campanha para vacinação dos funcionários da ativa contra a influenza (gripe). O objetivo é prevenir o adoecimento e as complicações mais graves que a gripe pode causar. A influenza é uma infecção viral que afeta principalmente nariz, garganta, brônquios e, ocasionalmente, os pulmões. Tem duração aproximada de uma semana e é reconhecida por sintomas como febre alta de início repentino, dores musculares, dor de cabeça, mal-estar intenso, tosse, coriza e congestão nasal.

A campanha de vacinação segue até 30 de junho e permitirá que os funcionários da ativa sejam imunizados nas próprias dependências, por meio de empresa especializada. Os dias da vacinação em cada Estado serão informados diretamente às dependências pela Gepes jurisdicionante. Quem perder a vacinação por estar em férias, licença ou trabalho externo poderá procurar uma clínica contratada em sua região para receber a vacina, apresentando documento com foto e CPF.

Os funcionários das cidades nas quais não haverá vacinação no ambiente de trabalho poderão fazer a vacina e solicitar ressarcimento ao Banco. As orientações, inclusive sobre o valor limite para ressarcimento, também serão dadas pelos gestores da própria dependência e pelas Gepes.

Mais informações com a Gepes jurisdicionante ou na intranet da Dipes – dipes.bb.com.br, aba Espaço Bem-Estar, espaço de acesso exclusivo no ambiente do BB.

SOBRE A VACINA

A vacina contra a influenza é considerada segura. Eventualmente pode provocar reações que são, geralmente, leves. As mais comuns são dor, vermelhidão e endurecimento no local de aplicação, que podem ocorrer nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação adversa vacinal ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves não são comuns. É essencial informar ao profissional de saúde seu histórico de alergia antes de receber a vacina, principalmente reações à proteína do ovo de galinha (que é utilizada na produção da vacina).

A Cassi, por meio de um convênio com o Banco do Brasil, gerencia a campanha de vacinação dos funcionários BB em todo País, contando com as Unidades Cassi para coordenar a ação nos Estados, em parceria com as GEPES estaduais.

Fonte: site da Cassi e Blog

2.4.15

2013 - Debate ANABB sobre a Sustentabilidade da Cassi: fala William Mendes


Debate na ANABB em setembro de 2013 sobre Sustentabilidade da Cassi e Saúde dos Trabalhadores.

Interessante: vi hoje (2/abr/15) a pesquisa que a ANABB fez sobre o perfil do funcionalismo do Banco do Brasil e achei muito importante a contribuição que a entidade está fazendo a todos nós da Comunidade BB. (depois falarei mais a respeito)

Fui rever o vídeo onde falo da Cassi, do BB e da Saúde dos Trabalhadores em evento promovido pela própria ANABB em 2013.

O que mudou nesses 18 meses é o quanto aprendi mais sobre o tema e sobre a questão de gestão de sistemas de saúde. No mais, continuo pensando e defendendo exatamente o que disse naquela oportunidade.

Abraços, William Mendes


9.5.14

Bancários do BB devem estar atentos para fazer vacinação contra gripe


A Contraf-CUT recebeu mais informações sobre a campanha de vacinação de todos os funcionários do Banco do Brasil contra o vírus da gripe influenza. A vacina começou a ser aplicada no dia 22 de abril e a campanha se estenderá até o dia 30 de junho. 

As informações complementares vieram após novos contatos entre a Contraf-CUT e o Banco porque ainda há muita desinformação interna e os trabalhadores e sindicatos estão atrás dos cronogramas em cada unidade e região.

O direito à vacinação foi um compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional de 2013. Até o ano passado, somente alguns grupos de funcionários determinados pelo Banco recebiam a vacina. Era uma liberalidade da empresa.

Segundo William Mendes, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e Secretário de Formação da Contraf-CUT, é importante que os sindicatos divulguem em seus sites e jornais para que os bancários busquem a vacinação. 

"É importante que os funcionários de todas as regiões do país se apropriem desse direito, com a consciência de que foi conquistado com luta e greve. É através desse tipo de informação que os trabalhadores crescem em sua consciência na organização nos locais de trabalho. Inclusive para lutar por outros objetivos, como o da 'Atenção Integral à Saúde', sempre presente em nossas pautas sindicais", acrescenta.

Como se vacinar


A vacinação está sendo realizada através de empresa contratada pela Cassi, sob a coordenação das Gepes e se estenderá até 30 de junho. 
As dependências têm cronogramas de visita de vacinadores, previamente identificados em data e horário informados pelas Gepes locais. 

A empresa contratada pela Cassi não abrange 100% das dependências do BB. Nesses casos, será autorizado o ressarcimento da vacina, no valor de até R$ 80,00 por funcionário, para vacinação em laboratórios ou clínicas à escolha do mesmo.

A dependência deverá providenciar um local adequado para a vacinação e zelar para que todos os funcionários interessados estejam presentes no dia agendado.

"Qualquer dúvida que os trabalhadores ainda tiverem, devem procurar saná-las tanto com o administrador de sua unidade quanto com as Gepes, que já receberam instruções. Nesta questão da vacinação, nós criticamos a demora do Banco para começar o processo, mas agora os setores responsáveis estão imbuídos em vacinar a todas as pessoas que demandarem o direito. Se ainda houver algum problema, pedimos que o bancário contate o sindicato local", finaliza William.


Fonte: Contraf-CUT

7.5.14

Lucro de R$ 2,7 bi mostra que BB não contrata bancários porque não quer



O lucro de R$ 2,648 bilhões do Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2014, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (7), comprova que o BB não contrata funcionários porque não quer. O resultado significou um crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado e uma queda de 11,5% no trimestre.

Além de não contratar, o BB prosseguiu a redução de postos de trabalho, o que é injustificável. O Banco cortou 43 empregos nos primeiros três meses do ano, totalizando o fechamento de 1.492 vagas nos últimos 12 meses (queda de 7,5%). O quadro de funcionários caiu de 113.665 em março de 2013 para 112.173 em março deste ano, segundo análise da Subseção do Dieese da Contraf-CUT com base no balanço do Banco.

"Essa redução de empregos não tem cabimento, ainda mais que o acordo coletivo que o BB assinou com as entidades sindicais na Campanha Nacional 2013 prevê a contratação de 3 mil bancários até agosto deste ano", afirma William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. "O que o Banco está esperando para admitir os concursados?", pergunta.

"Sem ampliar o quadro de pessoal, a direção do Banco está arrebentando a saúde dos bancários e piorando as condições de trabalho", alerta o dirigente sindical.

No primeiro trimestre, o BB inaugurou 24 agências, somando 83 nos últimos 12 meses. Assim, o Banco totalizou 5.474 agências em março de 2014. 

Todo esse resultado estrondoso corresponde a uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido anualizado (ROE) de 15,5%.


Mais crédito

A carteira de crédito ampliada cresceu 18,0% em 12 meses, atingindo um montante de R$ 699,3 bilhões (alta de 0,9% no trimestre). As operações com pessoa física cresceram 8,6% em relação a março de 2013, chegando a R$ 169,7 bilhões, o que representa 24,3% do total das operações de crédito. 

Já as operações com pessoa jurídica alcançaram R$ 324,5 bilhões, com elevação de 16,9% em comparação ao 1º trimestre de 2013, totalizando 46,4% do total do crédito. O crédito voltado para o agronegócio, que representa praticamente 21% da carteira, cresceu 35,7% em 12 meses. 


Inadimplência cai, mas PDD dispara

O índice de inadimplência superior a 90 dias ficou praticamente estável, com queda de 0,03 ponto percentual, ficando em 1,97% no 1º trimestre do ano em relação a março de 2013. 

Apesar da baixíssima inadimplência, o Banco elevou suas despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) em 36,7%, em 12 meses, bem acima do crescimento do volume da carteira. "Trata-se de aumento absurdo da PDD, maior que o aumento no crédito, sendo que a inadimplência do Banco é quase a metade do setor financeiro", destaca William.


Receitas de tarifas x despesas de pessoal


As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 6,7% em 12 meses, enquanto as despesas de pessoal subiram 3,7%. Com isso, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do Banco subiu de 120,6% para 123,9% no 1º trimestre de 2014.


Provisões para demandas cíveis e trabalhistas


Houve queda de 7,74% nas provisões para demandas trabalhistas e crescimento de 21,5% nas provisões para demandas cíveis, sendo estas últimas relacionadas a ações movidas por clientes contra o Banco em virtude de questões como cobrança de tarifas abusivas, venda casada e descumprimento de cláusulas contratuais, entre outras. Em média, essas provisões cresceram 9% no trimestre.

"O Banco do Brasil, um banco público que deveria dar o exemplo de cumprimento das leis no país, tem uma provisão de cerca de 3 bilhões por não respeitar os direitos trabalhistas de seus funcionários. Precisa dizer mais alguma coisa sobre como anda a gestão deste Banco? Isso é Bom Pra Quem?", questiona o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.


Passivos contingentes


Os passivos contingentes somaram R$ 10 bilhões, entre os quais se destacam R$ 2,2 bilhões decorrentes de autuações do INSS visando o recolhimento de contribuições previdenciárias incidentes sobre abonos salariais pagos no período de 1995 a 2006 e R$ 62,5 milhões sobre o pagamento de PLR no período de abril de 2001 a outubro de 2003.

"Todos esses números do balanço atestam mais uma vez que o BB reúne plenas condições financeiras para ampliar as contratações e melhorar as condições de trabalho. Não tem sentido o tremendo sufoco que os funcionários estão passando hoje, prejudicando a saúde e comprometendo a qualidade de vida", conclui William.


Fonte: Contraf-CUT

17.4.14

Contraf-CUT volta a cobrar BB sobre campanha de vacinação contra gripe



Bancários cobraram vacinação na negociação sobre CABB
no último dia 2. Foto: Contraf-CUT

A Contraf-CUT voltou a cobrar nesta quarta-feira (16) o Banco do Brasil sobre o início da campanha de vacinação dos funcionários contra a gripe, conforme compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional dos Bancários 2013. A maioria das empresas que promove tais campanhas já possui e/ou já divulgou o cronograma de 2014.

A reivindicação foi apresentada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos na reunião com o Banco no último dia 2, no mesmo dia em que a Confederação também encaminhou um ofício para a direção do BB.

"O Banco respondeu hoje que o anúncio e a programação terão início somente na próxima terça-feira (22), quando também o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, promoverá o lançamento da campanha nacional de vacinação contra a gripe", afirma William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

"Após a longa demora para cumprir um compromisso da Campanha Nacional 2013, esperamos que a direção do BB não cerceie o direito à vacinação para todos os funcionários e funcionárias, independente de idade, de o colega ter doença crônica ou algo mais previsto no programa do SUS, pois foi isso o que ficou acordado na mesa de negociação com o Banco no ano passado", salienta o dirigente sindical.

O alerta se justifica porque "a cada dia que passa a gente observa a Diretoria de Pessoas do BB mais preocupada com a gestão do lucro e com cortes no orçamento do que em cumprir o que foi discutido e contratado para respeitar e valorizar as pessoas que constroem a grandeza deste banco público e levam atendimento bancário a milhões de brasileiros em todos os cantos do país", destaca William.

A vacina contra a gripe começa a fazer efeito cerca de 15 dias após a aplicação, quando já aparecem os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que tal proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias.

Fonte: Contraf-CUT

4.4.14

Contraf-CUT cobra direito dos bancários do BB à vacinação contra a gripe


Durante a rodada de negociação ocorrida nesta quarta-feira (2) com o Banco do Brasil, em Brasília, a Contraf-CUT, federações e sindicatos cobraram o direito dos funcionários à vacinação contra a gripe, conforme compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional 2013. Isto porque as entidades sindicais descobriram, através de reclamações dos bancários, que o Banco ainda não havia disponibilizado as vacinas. 

A maioria das empresas que promove campanhas de vacinação contra a gripe já possui e/ou já divulgou o cronograma de 2014, porém o BB ainda está paralisado.

"São mais de 100 mil funcionários para serem vacinados e uma definição tardia do cronograma de vacinação pode comprometer a sua eficácia", alerta William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

A vacina contra a gripe começa a fazer efeito cerca de 15 dias após a vacinação, quando já aparecem os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que tal proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias.

A Contraf-CUT também encaminhou nesta quarta-feira um ofício ao BB, reivindicando a pronta solução do problema. Na negociação, a direção do Banco afirmou que o problema será resolvido já na próxima semana.

"Os bancários devem acompanhar junto com as entidades sindicais se a vacinação contra a gripe estará disponível a partir da próxima semana. Os trabalhadores são os nossos olhos, após conquistarmos um direito coletivo na luta. É fundamental que cada bancária e bancário se apropriem dele e façam o direito valer. Qualquer problema que o funcionário ainda encontrar após a semana que vem para utilizar o direito conquistado, deve ser repassado para o sindicato de sua base", orienta William.


Fonte: Contraf-CUT

3.4.14

Contraf-CUT conquista 90 contratações nas CABB em nova rodada de negociação



Entidades sindicais cobraram também agilidade
nas contratações. Foto: Guina Ferraz.

A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reuniram nesta quarta-feira (2) com o Banco do Brasil, em Brasília, com assessoria da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e representantes das entidades sindicais, onde estão situadas as Centrais de Atendimento do Banco do Brasil (CABB), para discutir várias questões para a melhoria das condições de trabalho apresentadas pelos trabalhadores em encontros específicos do setor, que têm ocorrido nos últimos 4 anos.


A mesa temática é uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários em 2013 e atende ao Parágrafo 3º da Cláusula 57 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), aditivo à Convenção Coletiva da Categoria (CCT).

O Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa, William Mendes, iniciou a reunião fazendo duras críticas ao Banco pelo não cumprimento de um direito conquistado pelos bancários na Campanha 2013: o direito para todos os funcionários à vacinação contra a gripe. Os sindicatos descobriram por intermédio dos bancários que o Banco ainda não havia disponibilizado o direito aos trabalhadores. 

O Banco afirmou que houve problemas na implantação, mas que já estará resolvido na próxima semana. "Trata-se de um direito conquistado pelos bancários na Campanha Nacional 2013 e é uma vergonha o Banco gastar meses para disponibilizá-lo aos bancários", disse.

A primeira questão levantada pelos dirigentes sindicais foi sobre o absurdo da falta de preenchimento das vagas existentes nas CABB. Nesta data, existem 254 vagas não preenchidas de atendentes nas três centrais existentes no país com quadro próprio: São José dos Pinhais (PR), São Paulo e Salvador. O Banco anunciou que serão contratados 90 bancários imediatamente. As vagas preenchidas por essas contratações serão na unidade paulista.

"A notícia é importante para os sindicatos e os funcionários, que estão trabalhando em condições precárias por falta de mão de obra. Também valoriza a mesa de negociação conquistada na luta. No entanto, cobramos que o Banco decida rapidamente pela contratação de mais atendentes porque, mesmo com o preenchimento de 90 vagas, ainda faltam 164 bancários e bancárias para as CABB chegarem a condição normal de atendimento telefônico para clientes de todo o país", salienta William.


Questões importantes que o Banco ficou de analisar


a) preenchimento de mais vagas de atendentes nas CABB

b) Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

O Banco afirmou que a orientação para os gestores e áreas responsáveis pela saúde é que a CAT seja emitida sempre que identificada a doença oriunda das atividades exercidas pelos atendentes. O BB vai reorientar novamente os responsáveis pelo tema.

c) Jornada correta de 6h para todos que trabalham nas CABB

As entidades sindicais cobraram que os gerentes de grupo (Gegru) e de relacionamento devem ter jornada de 6 horas como prevê a NR 17 para todos os trabalhadores de teleatendimento e telemarketing. O Banco apresentou a sua leitura e a divergência sobre o tema, mas ficou de avaliar e estudar a reivindicação das entidades sindicais.

d) Simplificação e aprimoramento dos sistemas de atendimento

Após os representantes dos trabalhadores apresentarem as dificuldades que os atendentes sofrem no dia a dia, devido a ter que consultar sistemas diversos do Banco em portais diferentes, ficou definido que os sindicatos vão organizar junto com os bancários sugestões de melhorias para que o Banco posteriormente veja a viabilidade de integração de alguns sistemas. Mas o Banco também afirmou que essa simplificação depende de viabilidade tecnológica.

e) Pausa mínima entre atendimentos

O Banco ficou de verificar como está o sistema e se há ou não algum mecanismo de pausa mínima nos programas das centrais.

f) Cumprimento dos itens 5.4.5 e 5.7 do anexo II da NR 17, definindo pausas após ligações desgastantes e para atender às necessidades fisiológicas sem que haja punição, anotação ou repercussão nas avaliações de aderência, monitoramento, competência ou desempenho, ou quaisquer outros tipos de avaliações

Após uma longa discussão sobre as dificuldades reais vividas pelos atendentes e depois de os dirigentes sindicais explicarem ao Banco que não há uma "pausa específica para ligações estressantes", o BB ficou de avaliar o tema.

g) Cada CABB tem um gestor que faz e desfaz procedimentos de sua maneira

Uma questão que foi muito cobrada por parte dos representantes dos trabalhadores da Unidade de Canais Parceiros (UCP), responsável pelas CABB, foi com relação a cada gerência de Central fazer o que bem entende, sendo que deveria haver regras claras e iguais para várias questões como, por exemplo, ascensão profissional, avaliações de desempenho etc.

h) Permitir que todos os funcionários sejam público-alvo nas provas de CPA 10 e 20

O BB ficou de avaliar a possibilidade de CPA 20 para os Gegrus, porém alegou que a reivindicação citada já foi discutida em mesa de negociação e que há dificuldades por parte do Banco para estender para todos os funcionários de forma geral o direito de certificação.


Mais contratações


Na negociação, a Contraf-CUT fez também uma dura cobrança com relação à pouca vontade da direção do BB na contratação de concursados para suprir cerca de 6 mil vagas não preenchidas nos locais de trabalho do país, o que está levando os funcionários do Banco a trabalharem em condições precárias, prejudicando o atendimento à população brasileira e adoecendo os trabalhadores. As entidades sindicais exigiram maior celeridade nas contratações.

"Nós conquistamos na luta em 2013 a contratação de 3 mil bancários. E sabemos que o número é insuficiente. No entanto, o BB deu posse a 2.372 concursados até março. Além de agilizar as chamadas, queremos que a direção do Banco contrate mais bancários porque a necessidade é obvia para atender às necessidades mínimas para execução dos serviços, sejam eles nas áreas meio, sejam nas agências ou nas centrais que lidam com o atendimento telefônico. Não é inteligente o Banco ficar com falta de funcionários e recebendo reclamações de mau-atendimento e aumentar os afastamentos de bancários por adoecimento", criticou William.


Reestruturação


Ainda foi cobrado que o BB mais uma vez começou uma reestruturação - agora na Dijur - e não contatou as entidades sindicais para tratar do tema que envolve a vida de dezenas de funcionários. O Banco ficou de informar melhor sobre o processo na próxima semana.


Avaliação


"A Contraf-CUT e as entidades sindicais têm feito um grande esforço de qualificar as mesas de negociação por parte da representação dos trabalhadores. Tem sido assim nas rodadas com a Fenaban, tanto das campanhas nacionais para a renovação de convenção coletiva quanto nas mesas específicas", avalia William. 

"Essa mesa temática sobre as CABB não foi diferente. Os bancários merecem essa qualidade técnica nas discussões com os bancos. Nós mostramos que é possível o BB atender várias reivindicações dos trabalhadores das centrais de maneira a haver um ganho nas condições de trabalho e isso se reverter também para o BB de forma positiva", finaliza o diretor da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT

5.3.14

PLR do BB - Acordo e anexos com a quantidade de salários paradigma do Módulo BB no site da Contraf-CUT



Contraf-CUT disponibiliza anexos do Acordo de PLR do Banco do Brasil


A Contraf-CUT disponibilizou nesta quarta-feira (26) os anexos do acordo coletivo de trabalho de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente aos valores dos salários paradigma do 1º e 2º semestre de 2013 do Banco do Brasil. Os documentos, que contêm tabelas de valores em salários por cargos e funções, podem ser acessados na seção Convenções e Acordos neste site.

"A análise dos anexos, que integram o acordo firmado com o BB, poderá ajudar os trabalhadores e os sindicatos a esclarecer dúvidas porventura existentes sobre os valores pagos", afirma William Mendes, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e Secretário de Formação da Contraf-CUT.

Em relação à PLR do 2º semestre, cujo pagamento foi efetuado na terça-feira (25), cada escriturário recebeu R$ 3.303,83 e cada caixa executivo, R$ 3.743,98. Todas as funções e salários paradigmas tiveram a proporção idêntica de redução de 43,4% do lucro equivalente ao resultado do 2º semestre em relação ao 1º semestre, inclusive a parcela variável do Módulo BB, relacionada ao resultado das unidades.

"Após o duro trabalho realizado pelos funcionários, sob péssimas condições de trabalho, é hora de receber a participação nos resultados. O resultado do Banco é fruto do esforço dos milhares de bancários e bancárias que estão nas mais de 6 mil unidades de trabalho no país", destaca William.

"As condições de trabalho, com a pressão pelas metas abusivas, e a falta de bancários têm afetado a saúde dos trabalhadores do BB. Isso não tem preço! No entanto, é hora de receber a parcela da PLR e de continuar lutando por avanços", ressalta o dirigente sindical.

A Contraf-CUT e as entidades sindicais lembram ainda aos bancários que as dependências, que não atingiram o placar de 400 pontos no semestre, recebem a parcela variável proporcional ao atingimento do ATB/Sinergia.

Segundo o BB, das 6.200 unidades apenas 217 (3,5%) não atingiram a pontuação exigida e poderão recorrer à Dirco pedindo reavaliação dos parâmetros.


Fonte: Contraf-CUT

27.2.14

Contraf-CUT quer agilidade do BB para fazer 3 mil contratações até agosto


Contratações: conquista que nasceu no
24º Congresso dos Funcionários do BB.

A Contraf-CUT promoveu uma reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil nesta quinta-feira (27), em São Paulo, para tratar de assuntos importantes para o funcionalismo, como a organização do 25º Congresso. Houve também debate sobre a questão da falta de funcionários nas agências e unidades de todo o país, deixando os bancários em estado crítico e no limite de sua saúde física e mental devido às péssimas condições de trabalho. Ainda foi discutido o risco existente entre o embate do MPT e o BB porque a decisão pode por em risco milhares de funcionários que estão em funções comissionadas.



Contratações

A questão de mais contratações faz parte do cumprimento da cláusula 50ª do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, onde o Banco se compromete a contratar 3 mil funcionários até 31 de agosto deste ano. Conforme o último balanço, mesmo abrindo 88 novas agências, o Banco fechou 1.966 postos de trabalho em 2013.

"Estamos atentos e conferindo os números de contratações para ver se o acordo está sendo cumprido. Além do mais, a sobrecarga de trabalho nas agências é muito grande, pois o Banco passou a não contratar nem repor as aposentadorias, fazendo assim uma economia burra no último período porque os bancários estão adoecendo, se afastando e o Banco poderia atender melhor à população cumprindo seu principal papel de banco público", afirma William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

"Conquistamos esse compromisso do BB na Campanha Nacional 2013 e exigimos que seja cumprido o quanto antes para melhorar as condições de trabalho e o atendimento aos clientes e à população", salienta.
O diretor da Contraf-CUT informou que, segundo a direção do BB, já foram contratados 1.233 funcionários entre o dia 1º de setembro de 2013 até o dia 26 de fevereiro. 

O Banco acrescentou que já foram convocados e estão em processo de qualificação mais 1.157 candidatos aprovados no concurso público, perfazendo um total de 2.390 convocações em todo o país.

"É importante o Banco acelerar as contratações, tanto porque há estados onde faltam centenas de funcionários para preencherem vagas existentes, bem como têm alguns concursos expirando a validade nos próximos meses e os cidadãos aprovados estão aguardando para serem chamados", alerta William.



Pagamento da PLR do 2º semestre de 2013

Na reunião, William explicou o pagamento da PLR relativa ao segundo semestre de 2013, que foi efetuado na terça-feira (25). O lucro e o montante apartado para distribuição foi 43,4 % menor em relação ao primeiro semestre de 2013. A redução foi equivalente para todas as funções no Banco, inclusive da direção.

Os escriturários receberam R$ 3.303,83 e os caixas executivos, R$ 3.743,98. As tabelas do Módulo BB variável (ATB/Sinergia), com os salários paradigmas por função, já foram disponibilizadas na parte superior do site da Contraf-CUT na seção de Convenções e Acordos.


Das 6.200 unidades, o Banco informou que apenas 217 (3,5%) não atingiram a pontuação do ATB/Sinergia e que é direito das unidades pedirem reavaliação do resultado.

"Para os funcionários compreenderem melhor a distribuição da PLR no BB relativa ao 'maior lucro de sua história' é importante que eles somem os valores recebidos nos dois semestres, porque o resultado ajustado do Banco foi de R$ 10 bilhões no primeiro e de R$ 5,7 bilhões no segundo", salienta William. 

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Contraf-CUT disponibiliza anexos do acordo de PLR do Banco do Brasil 


Ação sobre as promoções no BB

O BB está sendo processado por dano moral coletivo pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) do Distrito Federal por criar cargos públicos e promover ascensões profissionais por meio de seleção interna e regime de comissionamento, o que seria inconstitucional segundo aquele MP. Uma audiência está agendada para o dia 20 de março. 

A Contraf-CUT ouviu a assessoria jurídica e as federações, e vai buscar formas de expressar na audiência entre o MP e o Banco do Brasil a opinião das entidades sindicais e dos bancários sobre o tema ascensão profissional.

William lembrou que o 24º Congresso dos Funcionários do BB debateu e deliberou que se lute por critérios transparentes e isonômicos de ascensão profissional às diversas funções dentro da empresa.

A assessoria jurídica da Contraf-CUT apresentou uma explicação entre a diferença de cargos e funções que ajudou a balizar o debate na reunião da Comissão de Empresa, informando que o BB detém o chamado cargo único, sendo que as atividades desenvolvidas pelos bancários não são cargo e sim função. Ou seja, caixa, chefe, gerente, são funções, sendo que o cargo é escriturário.

As entidades sindicais querem expressar sua opinião no processo porque elas representam a totalidade dos bancários, independente da posição do procurador do MPT ou do acusado, Banco do Brasil. 

"Uma coisa é certa: o Banco não tem um Processo de Seleção Interna (PSI) para preencher as vagas das funções diversas existentes. É preciso avançar na discussão da criação, de forma negociada com as entidades sindicais, de um plano de carreira e comissionamento, onde todos os escriturários (cargo de entrada no Banco) possam concorrer e ascender em iguais condições", ressalta William.


Algumas reivindicações aprovadas no Congresso de 2013 sobre ascensão profissional e comissionamentos 

- Fim do descomissionamento por "Ato de Gestão" com alteração do atual normativo interno (IN), observados exclusivamente os requisitos constantes no Acordo Coletivo;

- Ascensão Profissional: defender que as seleções, a partir de provas e títulos, sejam da alçada da Diretoria de Pessoas, realizada por equipes de profissionais com formação na área e que haja seleção interna para avaliação do conhecimento de normativos e rotinas do cargo a ser selecionado (na verdade, se trata de funções);

- Defender o respeito à jornada de 6 horas sem redução de salários;

- Estabelecer horários dentro do expediente para estudo e o pagamento de cursos externos, principalmente nas certificações obrigatórias;

- Valorização da Carreira Profissional de advogados, com aumento de remuneração mínima, progressão proporcional nos níveis da carreira e ressarcimento dos gastos com a mensalidade da OAB;

- Valorização das Carreiras de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, com aumento do quadro e reposição dos funcionários transferidos;

- Criação de Plano de Cargos e Salários: Carreira em 'Y'; instituir encarreiramento nos CSL (júnior, pleno e sênior); e criação de novo piso para estes segmentos técnicos.



Organização do 25º Congresso Nacional dos Funcionários do BB

A Comissão de Empresa também discutiu a organização do 25º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, já agendado pelo Comando Nacional dos Bancários para os dias 6, 7 e 8 de junho. O evento será realizado no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, na Rua Prof. Milton Rodrigues nº 100, em São Paulo.

Ficou decidido que a inscrição das teses deve ser feita até o dia 30 de abril e o prazo de realização de encontros e assembleias irá até o dia 1º de junho. Já a inscrição de delegações deve ser feita até o dia 3 de junho.


Fonte: Contraf-CUT

24.2.14

Após contato com Contraf-CUT, BB define pagamento da PLR nesta terça




O Banco do Brasil informou nesta segunda-feira (24) à Contraf-CUT que os funcionários recebem, nesta terça-feira (25), a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao segundo semestre de 2013. A empresa pública teve um lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no período e serão distribuídos R$ 705 milhões para 117 mil funcionários.

Desta forma, cada escriturário recebe R$ 3.268,04 e cada caixa executivo, R$ 3.699,96. Todas as funções e salários paradigmas tiveram a proporção idêntica de redução de 44% do lucro equivalente ao resultado do 2º semestre em relação ao 1º semestre, inclusive a parcela variável do Módulo BB, relacionada ao resultado das unidades.


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CORREÇÃO DOS VALORES: o banco aumentou os valores finais após conversa com a Contraf-CUT: escriturários = R$ 3.303,83 e caixas = R$ 3.743,98.
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"Após o duro trabalho realizado pelos funcionários, sob péssimas condições de trabalho, é hora de receber a participação nos resultados. O resultado do banco é fruto do esforço dos milhares de bancários e bancárias que estão nas mais de 6 mil unidades de trabalho no país", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e Secretário de Formação da Contraf-CUT.

"As condições de trabalho com a pressão pelas metas abusivas e a falta de bancários têm afetado a saúde dos trabalhadores do BB. Isso não tem preço! No entanto, é hora de receber a parcela da PLR e de continuar lutando por avanços", ressalta.

A Contraf-CUT e as entidades sindicais lembram ainda aos bancários que as dependências, que não atingiram o placar de 400 pontos no semestre, recebem a parcela variável proporcional ao atingimento do ATB/Sinergia e as unidades que não atingiram o mínimo para receber o Módulo BB podem recorrer à Dirco pedindo reavaliação dos parâmetros.

Fonte: Contraf-CUT

13.1.14

Funcionários do Banco do Brasil já podem fazer adesão ao vale-cultura


Os funcionários do Banco do Brasil que quiserem o vale-cultura já podem fazer adesão por meio do SisBB. Todos os bancários que ganham até cinco salários mínimos, ou R$ 3.620 ao mês, têm direito. Caso a adesão seja feita até o dia 24 deste mês, o primeiro pagamento será referente ao mês de janeiro. 

Válido em todo o território nacional, ele pode ser usado na aquisição de bens culturais, como livros, CDs, ingressos para shows, teatro e cinema, cursos de arte, entre outros. 

Os créditos de R$ 50 ao mês são cumulativos, ou seja, o trabalhador poderá poupar caso queira adquirir algum produto que ultrapasse os R$ 50. 

Conquista da categoria na Campanha Nacional 2013 e previsto na cláusula 65ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) em vigor, o vale-cultura será disponibilizado por meio de um cartão magnético específico e intransferível. 

"Trata-se de uma importante conquista dos bancários em 2013, garantindo recursos que agora dezenas de milhares de funcionários podem usufruir, valorizando a cultura em todo país", salienta William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, regulamentado pela Lei 12.761/2012. As instituições financeiras poderão deduzir 1% no imposto de renda e o desconto para os bancários que aderirem varia entre R$ 2 a R$ 5 por mês, dependendo do salário. 

A conquista do vale-cultura pelos bancários irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões na economia brasileira, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo projeção do Dieese.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo