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15.7.13

Agenda de luta... Hoje falei com cerca de 250 bancários



William Mendes - crédito: Maurício.
Nesta segunda (15) dediquei o dia ao trabalho de base juntamente com os companheiros do meu sindicato. 

João Fukunaga, Fernanda, Adenilson e eu fizemos pela manhã uma reunião em agência na Zona Sul de São Paulo.

Na parte da tarde, Fernanda, Adenilson e eu fomos ao complexo do SAC do Banco do Brasil para fazermos reuniões sobre as reivindicações do funcionalismo, tiradas no 24º Congresso Nacional dos Funcionários do bb. Também debatemos a importância da participação de cada bancário e bancária no combate ao projeto de terceirização total (PL 4330), que está marcado para ser votado em agosto. É o maior desafio de nossa geração enquanto classe trabalhadora.

Os debates foram muito bons. Estamos organizando os colegas para uma participação massiva na campanha deste ano porque as nossas reivindicações são justas e é preciso que a direção do banco respeite o corpo funcional e suas entidades de representação. Bancários são bons profissionais no trabalho e são bons de briga, mas os bancários querem o diálogo com a empresa e querem propostas atendidas pelo patrão.

REESTRUTURAÇÃO DO SAC BB

Descobrimos nesta segunda-feira mais uma reestruturação ocorrendo no bb. É a reestruturação do SAC. A lógica destas reestruturações todas nos bancos é a redução de custos, muitas vezes de forma burra! Queremos transparência no processo de preenchimento de novos cargos no SAC e que os novos comissionados e gestores tenham passado por processos seletivos para serem nomeados, como o banco afirmou em mesa de ascensão profissional neste ano, que estava estudando soluções para melhorar os processos de comissionamento.

Nesta terça (16) acordo às 4h da manhã para ir a Brasília (DF) onde temos mesa com o banco para discutir questões de reestruturações (DIRAO/Gerat), e agora esta no SAC, bem como para ouvir do banco quais as mudanças na GDP porque já nos foi dito até pelos gestores do banco que vão incluir metas na avaliação de desempenho. Não aceitaremos isso e vamos chamar os bancários pra luta contra essa barbaridade!

Acho que vou me preparar pra dormir porque estou bem cansado (já faz semanas que o cansaço acumulou...).


Conclamamos os bancários para que venham pra luta nesta campanha!
Nossas reivindicações são justas e nossos bancários são bons!
Queremos melhorias nos salários e nos direitos contratados!

10.7.13

Contraf se reúne com BB dia 16 para discutir mudança na Dirao e nova GDP



A pedido da Contraf-CUT, foi marcada reunião de emergência com a direção do Banco do Brasil na terça-feira 16, em Brasília, para discutir dois temas graves e relevantes para o conjunto do funcionalismo: a reestruturação da Dirao/Gerat, que está atingindo centenas de bancários, e a nova GDP, que segundo boletim interno com entrevista do vice-presidente e do diretor da Dipes passa a incluir o resultado de metas individuais na avaliação de desempenho, mudando completamente a lógica que vigorava até então.


"O funcionalismo deve se preparar para a maior mobilização dos últimos anos pelo conjunto de ataques que vem sofrendo por parte dessa direção do banco", alerta William Mendes, diretor de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil. 

Primeiro foi o novo plano de funções alterando unilateralmente o direito e a remuneração dos bancários. Depois as seguidas reestruturações prejudicando milhares de funcionários com aumento da terceirização, como a recente mudança na Dirao. 

Leia mais sobre a reestruturação da Dirao.

O banco mexeu nas regras da PLR módulo bônus em 2012 também de forma unilateral, mudando na rede o modelo ATB para o Sinergia, que não respeita minimamente acordos de trabalho mensuráveis semestralmente para as dependências do banco. 

"E agora estabelece uma avaliação de desempenho baseada em cumprimento de metas individuais e abre perspectivas para o aumento do descomissionamento para o maior segmento de funcionários com funções, pois hoje temos cerca de 60 mil bancários que ficarão à mercê de seus gestores imediatos" critica William Mendes.

A Contraf e as entidades sindicais se reunirão com o banco para ouvir as explicações da empresa e para questionar as mudanças. "Esperamos muito envolvimento do conjunto do funcionalismo na campanha 2013 porque o banco segue piorando as condições de trabalho e desrespeitando o funcionalismo, que deveria ser tratado com o respeito que merece por lutar diariamente para ajudar o povo brasileiro como um banco público e não consegue devido às ordens e diretrizes que vêm da direção geral", conclui o coordenador da Comissão de Empresa.

Fonte: Contraf-CUT

5.7.13

Nova reestruturação no BB gera transtornos e insegurança aos bancários


Já virou pesadelo a rotina do Banco do Brasil de reestruturações recorrentes, umas após outras, com fechamentos e centralizações de unidades, todas elas trazendo inúmeros transtornos e insegurança a centenas de trabalhadores que acabam por perder suas funções e postos de trabalho nas regiões onde estão estabelecidos com suas famílias.


Dessa vez as mudanças são na Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais (Dirao). Diversos sindicatos no país têm recebido denúncias ao longo da semana sobre as consequências oriundas dessa reestruturação e que unidades e postos de trabalho serão fechados em vários locais. 

Ao longo da semana, com o retorno dos bancários e dos sindicatos, foi possível perceber a extensão dos prejuízos que mais essa reestruturação unilateral do banco está causando aos seus trabalhadores.

A Contraf-CUT reivindicou abertura imediata de discussões para debater a questão em ofício enviado ao BB nesta sexta-feira 5. Veja aqui o ofício.

Além da redução de 132 vagas na estrutura geral da Dirao, o banco fechou em várias partes do país as unidades Gerats e não será fácil realocar centenas de bancários sem que eles tenham prejuízos em seus salários e rotinas de vida.

Também há uma questão que a Contraf-CUT considera um descumprimento do que o próprio banco afirmou quando implantou em janeiro de 2013 o novo plano de funções comissionadas. O BB afirmou que não iria forçar a adesão de bancários das funções gratificadas de 8h a migrarem para as novas de 6h, com redução de salários.

Para que o banco cumpra o que disse, as dezenas de assistentes A que estavam na antiga estrutura da Dirao devem ter condição de manter sua opção de 8h na nova estrutura, caso contrário o banco teria afirmado uma coisa aos funcionários e estaria fazendo outra agora na reestruturação dessa área-meio, ao extinguir centenas de vagas de assistentes A de 8h dando a "opção" de migrarem para as novas vagas de Assistente de Negócios de 6h com redução de salários (entre R$ 600 a R$ 1.000 a menos) ou ficarem sem a comissão. Isso é descumprir aquilo que o próprio banco se comprometeu em janeiro.

Fonte: Contraf-CUT