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27.5.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2010



RETROSPECTIVA 2010

2010 foi um ano de muitos acontecimentos importantes na história do país e da categoria bancária na qual eu participava como dirigente nacional da classe trabalhadora.

A leitura das 286 postagens do blog permite a(o) leitor(a) viajar no tempo e os registros do dirigente sindical blogueiro apontam acontecimentos decisivos nas lutas por direitos sociais, civis e políticos do povo brasileiro.

Era ano eleitoral e a direita faria de tudo para tirar o PT do poder. Lula era o principal cabo eleitoral da candidata Dilma Rousseff. A simulação de agressão por parte de José Serra durante a campanha presidencial gerou até um samba divertidíssimo: “Bolinha de Papel”, do grupo Partido Alto.

Mesmo o blog representando um ponto de vista atomizado, de um trabalhador da categoria bancária em luta, vemos a movimentação dos capitalistas em geral e dos banqueiros em particular, da direita e da centenária casa-grande e sua mídia canalha e manipuladora, para avançar na retirada de direitos e desregular os direitos sociais do trabalho.

No ramo financeiro, a precarização se dava pelo avanço dos correspondentes bancários e pelas formas aviltantes de terceirização das atividades-fim da categoria bancária. Os patrões quiseram se aproveitar da crise financeira global para não atenderem às reivindicações da categoria em sua data-base. Então, fizemos uma bela greve nacional e arrancamos nossos direitos na luta. Pelo 3º ano seguido, foram 15 dias de greve!

 

SUMÁRIO DOS MESES DO ANO

No mês de fevereiro, participei das eleições bancárias no Rio Grande do Norte, levando as bandeiras da CUT aos colegas de lá. Na área de formação, começamos o segundo curso da grade formativa da Contraf-CUT, para os sindicatos da Fetec SP. O curso foi organizado em parceria com o Dieese.

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Março foi movimentado e os eventos organizativos e formativos foram destaque. Tivemos o planejamento da diretoria da Contraf-CUT. Defendi as bandeiras cutistas nas eleições dos bancários de Brasília. Participei do Coletivo Nacional de Formação da CUT (CONAFOR) na Escola Sindical 7 de Outubro, em Belo Horizonte. Realizamos o 2º módulo do curso PCDA para a Fetec SP.

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CASSI - A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, realizou seu processo eleitoral entre os meses de março e abril. Duas chapas concorreram no pleito: “UNIDOS PELA CASSI” e “Uma nova Cassi”. A chapa liderada por Graça Machado venceu a chapa de Humberto Almeida. Graça foi eleita para a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em uma composição com a Articulação Sindical da CUT.

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FORMAÇÃO - Ainda em abril finalizamos o curso de formação “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro” aplicado para dirigentes e assessores das entidades da Fetec SP. O Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA) teve a parceria com o Dieese. Estive na posse de delegados sindicais dos bancários de Pernambuco e realizamos dias de lutas no Banco do Brasil.

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No mês de maio, demos início à 3ª turma do curso de formação organizado pela Contraf-CUT e Dieese para dirigentes e assessores das entidades afiliadas, desta vez o curso foi no Nordeste. Os dois primeiros módulos foram em maio e terminamos o curso em junho. Ainda na região, participei de encontro de bancários na Paraíba.

Realizamos o XXI CONGRESSO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL (CNFBB) em SP, no final de maio, no Novotel.

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PREVI - A democracia foi plena nas eleições de nossa Caixa de Previdência, a Previ. A chapa vencedora foi a UNIDADE NA PREVI, liderada por Paulo Assunção e Vítor Paulo, eleitos diretores de Administração e Planejamento, respectivamente.

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No início de junho realizamos a ASSEMBLEIA DA CLASSE TRABALHADORA NO ESTÁDIO DO PACAEMBU, no dia 1º de junho. Ainda no mês, viajei para Belém do Pará e para Brasília para cumprir compromissos da secretaria de formação da Contraf-CUT. Também organizei materiais formativos para dirigentes e trabalhadores do Banco do Brasil.

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Os meses de julho e agosto foram meses preparatórios das mesas de negociação com a Fenaban e Governo. Cumpri agendas de formação no Sindicato do ABC e em Roraima. Realizamos a 12ª Conferência Nacional dos Bancários no Rio de Janeiro.

Nesse período também estávamos organizando as campanhas eleitorais de nossos bancários Berzoini e Marcolino a deputado federal e estadual, respectivamente. Berzoini foi eleito com 140 mil votos. Marcolino foi eleito com 96,5 mil votos.

Nesse período de início de negociações para a renovação da data-base da categoria bancária, a direção do BB inventou de retirar as portas giratórias das agências, o que nos levou ao enfrentamento e atividades específicas contra essa medida.

Postei no blog a reprodução de diversas matérias sobre insegurança bancária e sobre ações na justiça contra bancos e banqueiros.

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OBSERVAÇÃO: na hora de organizar o caderno, tive trabalho para recordar como fiz as postagens naquele ano de 2010 durante a campanha. Como a agenda sindical era muito corrida, eu abria diversas postagens no blog para serem preenchidas com as informações posteriormente, às vezes ao final dos longos dias. Então, várias postagens têm a mesma data no blog e eu fui agregando textos quando necessário.

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GREVE - As negociações com banqueiros e governo se estenderam pelo mês de setembro e a categoria não teve outra opção a não ser entrar em greve nacional por tempo indeterminado às vésperas do 1º turno das eleições presidenciais. Os caras propuseram apenas a reposição da inflação de 4,29% e mais nada.

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DIREÇÃO DO BB DISPUTOU NARRATIVA DA CAMPANHA - Durante a greve da categoria neste ano, a direção do Banco do Brasil, através de sua diretoria de recursos humanos, decidiu fazer a disputa ideológica com o movimento sindical. Como dirigente nacional, entendi que os comunicados internos do banco ao quadro de funcionários deveriam ser comentados na página do meu blog. Assim o fiz. A cada comunicado interno do diretor do banco sobre a campanha e as negociações, eu reproduzia o comunicado com meus comentários, esclarecendo os bancários que eu representava sobre coisas que entendia estarem meio esquisitas nas mensagens da direção do banco. Deve ser desde essa época que a direção do banco não “simpatizava” muito comigo... dane-se!

A greve da categoria durou novamente 15 dias, por culpa dos banqueiros, e fomos vitoriosos mais uma vez. Conseguimos bons resultados econômicos e sociais. O reajuste de 7,5% equivaleu no Banco do Brasil a uma valorização no piso de 13%, ou seja, 8,71% de aumento real.

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CONQUISTAMOS O PLANO DE CARREIRAS E REMUNERAÇÃO - Conseguimos uma nova tabela de antiguidade para somar ao PCS, a Tabela de Mérito (PCR). Tenho orgulho de ter em casa, até hoje, o caderno com a construção dessa proposta. Rascunhei uma tabela nova de antiguidade para criar uma estratégia diferente da improdutiva luta por “perdas” com índices inatingíveis de reajustes. Como liderança da corrente majoritária da CUT, nós sempre propusemos coisas que pudéssemos entregar ao final das campanhas salariais como, por exemplo, a política de aumento real.

Também avançamos na proteção do comissionamento dos colegas exercendo funções técnicas, administrativas e gerenciais, não permitindo que o BB retire a função de um(a) trabalhador(a) antes de 3 ciclos avaliatórios insatisfatórios.

A campanha trouxe resultados muito positivos para a categoria bancária em geral. No BB, ainda tivemos avanços para os caixas executivos e os colegas das CABB.

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TRABALHO DE BASE - Após a campanha salarial vitoriosa, estive nas bases fazendo o que aprendi desde que virei dirigentes sindical: estive nos locais de trabalho esclarecendo os trabalhadores sobre as conquistas e também sobre o nosso papel histórico de cidadania para o 2º turno das eleições presidenciais que ocorreriam em poucos dias.

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PLANO ODONTOLÓGICO – A direção do Banco do Brasil apresenta ao funcionalismo o BB Dental, com acesso a partir do dia 11 de novembro de 2010. O que a comunidade de funcionários da ativa e aposentados do BB esperava era o que estava combinado desde a reforma estatutária de 2007, um direito a atendimento odontológico dentro da Caixa de Assistência (Cassi). Ao fazer parceria com a OdontoPrev e disponibilizar o direito somente para os bancários da ativa, a direção do BB deu o que a gente conhece na gíria como um “Passa moleque” no conjunto dos associados da Cassi.

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ACORDO SOBRE USO DO SUPERÁVIT DO PLANO 1 DA PREVI – Em dezembro, após meses de negociações entre a direção da Previ, do BB e do governo, e das representações dos associados, foi aprovado o acordo de uso do superávit do Plano 1. A consulta ao corpo social teve uma aprovação expressiva e os trâmites foram encaminhados nas mais diversas instâncias necessárias.

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O ano de 2010 foi um grande ano de lutas. O presidente Lula terminou seus dois mandatos com alto índice de aprovação e transmitiu a faixa para a PRIMEIRA MULHER PRESIDENTA DO BRASIL, DILMA ROUSSEFF, nossa companheira de coração valente!

É isso!

William Mendes


5.5.11

Relatório Anual da Cassi é aprovado pela maioria dos bancários do BB



O Relatório Anual 2010 da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) teve aprovação de 67,4% na votação que durou cinco dias e foi encerrada em 29 de abril.

As contas foram aprovadas pela maioria dos funcionários da ativa (que votaram pelo SisBB) e aposentados (que votaram por telefone). Os números representam 54,6% e 84,8%, respectivamente.

COMENTÁRIO:

A QUESTÃO É: POR QUE SERÁ QUE 33.876 (45%) COLEGAS DA ATIVA NÃO VOTARAM 'SIM' NA APROVAÇÃO DE CONTAS DA CASSI, QUE ANDA DIVULGANDO PRO MUNDO O ALTO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES DE ACORDO COM PESQUISA TAL...?

O percentual de votos de funcionários da ativa que não aprovaram as contas foi de 11,7%. O de aposentados foi 10,7%. Os votos nulos somaram 17,9% e a porcentagem de votos em branco resultou em 20,03%.

"Apenas 54,6% dos funcionários da ativa aprovaram os números da Cassi. É reflexo do descontentamento com a qualidade do atendimento, credenciamento e preocupação com a gestão financeira da entidade. O resultado também questiona a pesquisa de satisfação divulgada em janeiro pela Cassi que estampou na capa de sua revista o alto nível de satisfação dos participantes", diz Ernesto Izumi, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e funcionário do BB.

"Vamos seguir cobrando o banco, que indica o presidente e o diretor de administração e finanças da entidade. Também buscaremos os representantes eleitos para divulgar aos funcionários a atual situação da Cassi e envolver a todos na luta por sua melhoria", ressalta o dirigente sindical.

William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e funcionário do BB, concorda. "O atendimento está muito ruim. A Cassi recebe recursos desde 2007, fruto de uma negociação do movimento sindical com o banco para equilibrar as contas do plano de saúde. No entanto, vemos que há muito o que melhorar na caixa de assistência", afirma.

"A Contraf-CUT e as entidades filiadas vão continuar cobrando as responsabilidades do Banco do Brasil e da Cassi para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos bancários do BB", conclui William.

Veja os números da votação:

Aprovaram: 44.463 (67,4%)

Não aprovaram: 9.173 (13,9%)

Nulos: 12.359 (18,7%)


Funcionários do BB ativa

Aprovaram: 40.788 (54,6%)

Não aprovaram: 8.709 (11,7%)

Brancos: 12.871 (17,2%)

Nulos: 12.296 (16,5%)


Aposentados do BB

Aprovaram: 3.675 (84,8%)

Não aprovaram: 464 (10,7%)

Brancos: 134 (3,1%)

Nulos: 63 (1,4%)


Fonte: Contraf-CUT com Cassi

22.12.10

Acordo do superávit da Previ beneficiará a Cassi


Acordo sobre distribuição do superávit da Previ vai também beneficiar a Cassi

O acordo sobre a destinação do superávit do Plano 1 da Previ, aprovado por mais de 80% dos associados na consulta nacional realizada entre os dias 9 e 15 de dezembro, acabou por beneficiar indiretamente também a Cassi, o plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil.

Uma das cláusulas do acordo, negociada pela Contraf-CUT, pelos dirigentes eleitos da Previ e demais entidades do funcionalismo do BB, entre outras coisas, criou um novo benefício correspondente a 20% sobre o complemento de aposentadoria - tanto para os aposentados ou pensionistas, que começarão a receber assim que o acordo for aprovado pelos órgãos governamentais responsáveis, quanto para os associados da ativa, que receberão os valores depois que se aposentarem.

Sobre o montante referente aos 20% de complemento de benefícios, os associados contribuirão com 3% à Cassi e o Banco do Brasil com outros 4,5%, que é a proporção a ser paga pelo banco prevista no Estatuto da Caixa de Assistência.

'Poderemos melhorar o atendimento'

"Essa entrada de novos recursos é muito importante para a Cassi. É mais dinheiro para investirmos na melhoria do atendimento, o que também vai reverter em benefício dos associados", comemora Fernanda Carisio, vice-presidente (eleita) do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

Fernanda lembra que o Plano de Associados sofreu muito quando o funcionalismo ficou sete anos sem ter reajuste, no governo passado. "Foi um período pesado para os funcionários, que ficaram tantos anos sem ter reajuste salarial, e também para a Cassi, que ficou sete anos sem reajuste nas contribuições enquanto a inflação médica não parou de subir", afirma a conselheira deliberativa eleita.

A nova contribuição para a Cassi ocorrerá sempre que houver pagamento da Previ ao associado referente ao Benefício Temporário de 20%. A regra vale tanto para o aposentado que receber o crédito das 12 parcelas acumuladas quanto para o pagamento mensal do Benefício Temporário enquanto durar o montante negociado para tal benefício e o superávit da Previ.

Para os funcionários da ativa, a contribuição ocorrerá no momento de sua aposentadoria, quando receber o saldo de sua conta individualizada com os depósitos de 20% de complemento. A partir do momento em que se aposentar, passará a contribuir à Cassi considerando esse percentual adicional sobre sua aposentadoria.

Em todas essas situações, o Banco do Brasil assumirá seu compromisso solidário com a Cassi, no percentual de 4,5%.

Fonte: Contraf-CUT, com informações da Cassi

12.7.10

Segunda, 12 de julho (Saúde e Cassi: anexos sobre Diabetes no presente e futuro)


Dia de trabalho na Contraf-CUT em SP. (trabalhei até as 21h)

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Post Scriptum: 

Em 2021, fiz uma pesquisa sobre a questão da Diabetes por causa da forma como a direção da Cassi estava atuando em nosso modelo de saúde da autogestão e demonstrei as expectativas de aumento da Diabetes no mundo.

Este blog sempre me serviu também para preservar informações de interesse de nossa comunidade de trabalhadores do Banco do Brasil.

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Reprodução de matéria do site da Cassi sobre diabetes no mundo.

Casos de diabetes devem crescer 65% em 20 anos

Publicado em: 09/07/2010

O número de diabéticos deve aumentar em 65% na América Latina em 20 anos. O alerta foi dado no Diabetes Summit for Latin America, evento que começou nesta quarta-feira, dia 30 de junho, em Salvador. A estimativa é de que cheguem a 30 milhões o total de casos latino-americanos nas próximas duas décadas, e que aumente de 285 milhões para 438 milhões o número de pessoas com a doença no mundo.

O Brasil está entre os 10 países do planeta com maior percentual de diabéticos: 6,4% da população. “As pessoas estão cada vez menos ativas, passam cada vez mais tempo no computador e na TV, portanto gastam menos calorias. Em paralelo, o consumo calórico só aumenta, à medida que a alimentação saudável fica mais cara e os itens ricos em gordura e açúcar, cada vez mais baratos”, explica o presidente do conselho de administração da Fundação Mundial de Diabetes (World Diabetes Foundation – WDF), realizadora do evento, Pierre Lefébvre.

Fazer frente à propaganda da indústria alimentícia e à sedução exercida pelo computador e pela televisão, que estimulam o sedentarismo não é tarefa fácil. Mas é possível, diz Lefébvre. Ele se baseia nas campanhas antitabagismo, que geraram ações governamentais como a restrição ao fumo em locais públicos, para acreditar no sucesso de ação semelhante para o combate à diabetes.

Além das complicações geradas pela própria doença, a diabetes favorece o surgimento de várias outras enfermidades, especialmente as infecciosas. “O risco de ter tuberculose aumenta até três vezes entre diabéticos”, diz Anil Kapur, médico e diretor da WDF. Segundo ele, muitos pacientes não sabem que têm diabetes até receber o diagnóstico de tuberculose.

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William Mendes disse...

Reprodução de matéria do site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, de 15/4/21, referente ao Dia Mundial do Diabetes de novembro de 2020

"Números do diabetes no mundo

Neste 14 de novembro – Dia Mundial do Diabetes – a International Diabetes Federation divulgou novos números que destacam o crescimento alarmante na prevalência de diabetes. Os dados da 9ª edição do Atlas de Diabetes da IDF mostram que existem 463 milhões de adultos com diabetes em todo o mundo.

A prevalência global de diabetes atingiu 9,3%, com mais da metade (50,1%) dos adultos não diagnosticados, com o diabetes tipo 2 sendo responsável por cerca de 90% de todas as pessoas com diabetes.

Estes resultados são importantes para mostrar que muita coisa precisa ser feita para reduzir o impacto do diabetes. As evidências sugerem que o diabetes tipo 2, muitas vezes, pode ser prevenido, enquanto o diagnóstico precoce e o acesso a cuidados adequados para todos os tipos de diabetes podem evitar ou retardar complicações em pessoas que vivem com a doença.

Outras descobertas importantes do Atlas de Diabetes da IDF 9ª Edição incluem:

– A previsão é que o número total de pessoas com diabetes aumente para 578 milhões em 2030 e para 700 milhões em 2045.

– 374 milhões de adultos têm intolerância à glicose, colocando-os em alto risco de desenvolver diabetes tipo 2.

– O diabetes foi responsável por cerca de US $ 760 bilhões em gastos com saúde em 2019.

– O diabetes está entre as 10 principais causas de morte, com quase metade ocorrendo em pessoas com menos de 60 anos.

– Um em cada seis nascidos vivos é afetado por hiperglicemia na gravidez."

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William Mendes disse...

Comentário do blog ao comparar as duas matérias, a da Cassi de 2010 com previsões de diabetes para 2030 e a da Soc. Bras. End. e Metabologia, com os dados de 2020, ou seja, uma década depois e não duas:

Os estudos apontavam que a diabetes chegaria a 438 milhões de pessoas em 2030 e de forma impressionante uma década depois o mundo já tem 463 milhões de vítimas dessa doença, prevendo agora 578 milhões para 2030.

Chocante! Enquanto isso, no Brasil e na Cassi assistimos à destruição do SUS e das políticas de Medicina de Família e Comunidade e a Estratégia Saúde da Família é desmontada pela direção da autogestão em 2021...

As coisas vão piorar muito se nada for revertido e a tendência mudar completamente.

William Mendes (23/8/21)


6.7.10

Sexta, 9 de julho - Feriado em SP (matéria sobre ampliação de coberturas na Cassi)



FERIADO EM SP. 

Não tive agendas de trabalho.

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Post Scriptum (sobre Cassi)

Reprodução de matéria do site da Cassi, de 9/7/10, sobre novas coberturas de saúde:

"Plano amplia cobertura

Publicado em: 09/07/2010

Eles constam no Novo Rol de Procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As novas regras valem para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 1999, adaptados à Lei nº 9.656/1998. A incorporação dessas coberturas não é obrigatória para o Plano de Associados da CASSI, pois foi criado antes de 1998.

A Caixa de Assistência, porém, decidiu aprovar a inclusão dos novos procedimentos, porque o estudo atuarial apontou que o plano tem condições de absorver os custos adicionais dos novos serviços, até porque o Plano de Associados já oferecia 43 dos 57 procedimentos que constam neste último rol da ANS.

Entre as novidades para a CASSI está a cobertura de um exame específico para o acompanhamento de linfoma e câncer de pulmão, o teste de HIV rápido para gestantes e teste do olhinho para detectar doenças oftalmológicas em recém-nascidos.

Em relação às consultas e atendimento com nutricionista, psicólogo e terapeuta ocupacional, cujo número foi ampliado, não houve mudanças para os associados da CASSI, que já tinham uma cobertura mais ampla do que a estabelecida pela ANS. No caso de terapia com psicólogo, por exemplo, o novo rol prevê 12 consultas por ano e acima disso, limitadas a 40 sessões anuais, para pessoas que comprovem neuroses e psicoses. Os participantes do Plano de Associados não têm limitação de sessões para pessoas com neuroses e psicoses graves.

A Caixa de Assistência sempre teve uma cobertura superior à estabelecida pela agência reguladora e tradicionalmente apresenta a maior cobertura entre os planos similares."

9.3.10

Sexta, 9 de abril (Eleições Cassi: a chapa Unidos pela Cassi é eleita)


Dia de trabalho na Contraf-CUT em SP.

Às 14:30h reunião no Sindicato do coletivo de diretores do BB.

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Post Scriptum:
A CHAPA "UNIDOS PELA CASSI" É ELEITA

Veja abaixo a composição das duas chapas que concorreram às eleições da Caixa de Assistência:


CHAPA “UNIDOS PELA CASSI”

Para membro do Conselho Deliberativo

Titulares

3.207.400-X Fernanda Duclos Carisio (Aposentada)
6.298.760-7 Loreni Senger Correa (Aposentada)

Suplentes

9.379.650-1 Ubaldo Evangelista Neto (Aposentado)
4.423.559-3 Iris Carvalho Silva (Agência Piedade- Salvador - BA)

Para membro do Conselho Fiscal

Titular

8.712.864-0 Rodrigo Nunes Gurgel (Diretoria de Marketing e Comunicação)

Suplente

9.563.176-3 Viviane Cristina Assôfra (Agência Empresarial Centro SP)

Para Diretora de Saúde e Rede de Atendimento

6.847.180-7 Maria das Graças Conceição Machado Costa (Aposentada)


CHAPA”UMA NOVA CASSI”

Para membro do Conselho Deliberativo

Titulares

6.846.446-0 Maria Goretti Fassina Barone Falqueto (Disponibilidade SEEB Espírito Santo)
6.873.136-1 Maria Valéria Sarmento Coêlho da Paz (CSL São Paulo)

Suplentes

8.031.293-4 Paula Regina Goto (Agência Paiçandu - PR)
3.763.506-9 Gilberto Luis Fernandes Monteiro (Agência Tirol - RN)

Para membro do Conselho Fiscal

Titular

8.766.860-2 Ronaldo de Moraes Ferreira (CSL Rio de Janeiro)

Suplente

6.771.670-9 Marcelo Valente Antunes (Diretoria Gestão de Pessoas)

Para Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

4.311.970-0 Humberto Santos Almeida (Disponibilidade SEEB Bahia)

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Post Scriptum II:

(informações do blog com base em matéria sindical)

Eleições Cassi - Resultado

Durante os dias em que estive em Pernambuco, para realizar curso de formação da Contraf-CUT em parceria com o Dieese, vi diversos materiais de forças políticas locais. Neste da Unidade Coletivo Sindical (UCS) constava o resultado das eleições Cassi. Seguem os números.

As eleições aconteceram entre os dias 1 e 9 de abril.

Chapa 1 - 39.706 votos (43,44%)
Chapa 3 - 33.569 votos (36,72%)

Brancos e nulos - 18.136 votos (18,84%)

Na matéria, a UCS informa que a vencedora foi a chapa da "situação", a chapa 1 contra a chapa 3, apoiada pela força política. 

Informa ainda que a chapa 3 ganhou na ativa com 30.284 x 27.280 e perdeu entre os aposentados 12.426 votos para a chapa 1 contra 3.285 votos para a chapa 3.


Fonte: Boletim Informativo UCS (nº 1)

Quinta, 1 de abril (Campanha das eleições Cassi)


Dia de trabalho na secretaria de formação da Contraf-CUT em SP.

Antes, estive na regional oeste do Sindicato fazendo reunião com o(a)s diretore(a)s e assistentes sobre a eleição da Cassi que começou neste dia.

6.3.10

Segunda a quarta, 29 a 31 de março (Campanha das eleições Cassi)


Debate com bancários da base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região sobre as eleições da Cassi.

Na terça, fizemos reuniões no Complexo São João em:

Ag. Boulevard
20. andar - Reseg
16. andar - CSL
5. andar Gecex
Ag. São Paulo