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26.10.26

Lula é reeleito presidente do Brasil



Opinião 

O povo brasileiro venceu uma batalha épica e elegeu Lula para seu 4° mandato

26/10/26 - Segunda-feira 


O domingo 25 de outubro ficará registrado na história do Brasil como o dia no qual um líder político de esquerda e o povo brasileiro derrotaram um consórcio do mal disposto a tudo para subjugar o país aos Estados Unidos.

Fizemos história mais uma vez ao eleger Luiz Inácio Lula da Silva Presidente do Brasil para um quarto mandato. O ineditismo do fato abarca dimensões variadas da história política do país e do mundo. 

Lula venceu mais uma vez o poderio econômico do adversário ao derrotar Flávio Bolsonaro no segundo turno. Assim como ocorreu em 2022 contra o chefe do clã, é incalculável a quantidade de dinheiro envolvida na eleição de governadores, senadores e deputados dos partidos aliados ao bolsonarismo. Jair Bolsonaro quebrou o país naquela eleição. 

Além do dinheiro público desviado do orçamento brasileiro através de emendas sem destinação, orçamento secreto usado na compra de apoio, estrutura e votos que inundam estados e milhares de municípios, há indícios fortes de dinheiro de BETs, crime organizado e de grandes empresários no avanço da representação da extrema-direita nos parlamentos e executivos. 

A interferência do governo de extrema-direita dos Estados Unidos, de Donald Trump, nas eleições de todos os países das Américas é uma questão conhecida por todos. Uma das ferramentas ou armas de guerra contra os líderes de esquerda dos países sul-americanos como o Brasil, por exemplo, é o uso da manipulação da opinião pública e do comportamento das pessoas através das big techs e seus algoritmos. Tivemos que derrotar as plataformas digitais para eleger Lula. 

A nossa vitória épica e histórica ainda teve que enfrentar e derrotar a mídia corporativa venal e canalha, a parcialidade do tribunal responsável pelo processo eleitoral, e diversos governos estaduais e municipais que tentaram impedir o povo de votar em Lula nas eleições deste domingo 25, retirando frotas inteiras de transporte público. 

As três semanas do segundo turno foram marcadas pela tomada das ruas e das redes pelo povo brasileiro democrata e progressista de nosso país. A juventude tomou para si a campanha do presidente Lula e vimos um movimento inesquecível. Os jovens somaram com as demais gerações para salvar o país e o futuro.

O "Exército do Lula" nas redes sociais, com mais de 10 milhões de participantes, liderado por Janones, fez toda a diferença. E Lula, esse ser humano incrível, um fenômeno da natureza, canalizou o povo na luta contra o fascismo e a extrema-direita, e nos conduziu à virada espetacular do 1° para o 2° turno, vencendo por mais de 4 milhões de votos o bolsonarismo, depois de sair atrás perdendo por mais de 2 milhões de votos. 

Início da campanha em agosto 

Me sinto aliviado e feliz, com sentimento de dever cumprido como cidadão e ser humano. Participei ativamente da campanha eleitoral deste ano desde o início em agosto. Foram semanas de muito diálogo com o povo nas ruas e locais de trabalho e nas mais diversas formas de atividades políticas. Somei com o povo que reelegeu Lula, nossas bancadas parlamentares e demos mais chances aos direitos sociais, civis e políticos e ao meio ambiente. 

Sigamos lutando! Obrigado a todas as pessoas que nos deram um voto de confiança nessas eleições brasileiras. 

William Mendes

21.10.26

Diário e reflexões


#LULA13 - ABRINDO O CORAÇÃO

Faltam poucos dias para o 2º turno das eleições presidenciais brasileiras. Concorrem ao cargo o presidente Lula, que tenta a reeleição, e Flávio Bolsonaro, o candidato desqualificado de nossos inimigos.

Não descrevi Bolsonaro como candidato de nossos adversários porque não se trata de uma simples divergência de ideias políticas, algo normal em uma democracia.

Bolsonaro é nosso inimigo, ele é amigo da milícia, isso é público. O traidor da pátria prometeu entregar as terras raras aos EUA. Sua eleição significa o fim da soberania do Brasil. Se esse sujeito vencer a corrida eleitoral não haverá volta em alguns questões como, por exemplo, o meio-ambiente. 

O inimigo candidato prometeu privatizar 95% das empresas públicas do Brasil. Seria o fim do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do BNB e do BASA. O fim da Petrobras e do BNDES. Falou em corte de mais de 200 bilhões, o que equivale a recursos da educação, saúde, previdência e direitos sociais.


Desde o início do processo eleitoral, estamos vendo diversas formas de interferência externa nas eleições. As big techs estão favorecendo um lado, prejudicando a candidatura de Lula. A Meta reconheceu isso e disse que foi sem querer.

Se for falar no tema corrupção, então... o cara é o "irmãozão" do Vorcaro (maior escândalo de roubo do país, o Banco Master) e de outros "meliantes" com longa ficha corrida. O sujeito tem dezenas de apartamentos e imóveis, algo incompatível com o salário de servidor público.

Enfim, se Flávio ganha, todos nós perdemos!

O povo tomou para si a campanha de reeleição do Presidente Lula, que significa a soberania do país, os direitos sociais e as oportunidades de futuro para o povo brasileiro. Lula é democracia, é direito à liberdade e divergência de ideias.

Estamos nas ruas e no diálogo com o povo desde o início da corrida eleitoral em agosto. Acredito na vitória no próximo domingo 25, vamos vencer todas essas interferências ilegais e imorais e vamos reeleger Lula 13 Presidente.

William Mendes

12.10.26

Diário e reflexões



A MAIORIA DO POVO É DE GENTE BOA

12/10/26


Nesta segunda-feira de feriado, data comemorativa de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, e Dia das Crianças, somei com o Coletivo JuntOz, nosso mandato coletivo de vereadores do Partido dos Trabalhadores em Osasco, e com uma militância de jovens da região, para fazer campanha pela reeleição do Presidente Lula no centro de Osasco.

Ficamos no Largo de Osasco até meio-dia conversando com a população, com panfletagem e confeccionando cartazes.


Depois, fizemos uma caminhada pelo Calçadão, dialogando com os comerciantes e com as pessoas esclarecendo o que está em jogo nestas eleições presidenciais, falamos das propostas do Presidente Lula e dos riscos graves colocados na candidatura de Flávio Bolsonaro.


A nossa militância percorreu todo o Calçadão e depois seguimos pela Av. Marechal Rondon até chegar à sede do Partido dos Trabalhadores, na Rua Gal. Bittencourt. O dia de campanha terminou por volta de 13h30.


ATO DA PAULISTA

No domingo, meu filho e eu estivemos no Ato da Avenida Paulista, com o Presidente Lula. Foi uma das maiores manifestações da história, um mar vermelho de jovens e dos mais diversos segmentos sociais unidos em defesa da democracia e da soberania do país, lutando pela reeleição de Lula e contra tudo que significa de ruim a candidatura do Bolsonaro.

É isso! Sigamos nas ruas e no diálogo com a população brasileira até a vitória no domingo, 25 de outubro.

William Mendes

4.10.26

Eleições 2026 - O que fazer? A minha parte


Todo dia é dia de luta, não importa a idade


2° TURNO ENTRE LULA E BOLSONARO

O que fazer? A minha parte.


04/10/26

Domingo, após os resultados do 1° turno das eleições brasileiras 


Aprendi política no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e na Central Única dos Trabalhadores. Ao me tornar bancário em 1988, no Unibanco, fui sindicalizado pelo pessoal da Regional Osasco, onde trabalhava o Marcos Martins, saudosa referência de trabalho de base. Fiquei dois anos trabalhando no Centro Administrativo do Unibanco, o CAU, na Raposo Tavares. Fui demitido um tempo depois de participar de uma greve da categoria.

Ao entrar na faculdade de Ciência Contábeis em Osasco, tive a oportunidade de me tornar estagiário do Banco do Brasil na agência Ceagesp em 1992. Por causa disso, soube do concurso público, passei e me tornei funcionário do maior banco público do país, o Banco do Brasil. No BB, passei o período mais importante de minha vida adulta, ficando quase 27 anos na estatal de economia mista. 

Como bancário sindicalizado, fui eleito dirigente do Sindicato e da Confederação e representei quase meio milhão de trabalhadores por muitos anos. O trabalho de base sempre foi a melhor coisa que fiz como político. Conversar com as pessoas é o que nos faz humanos. Aprendi a importância da política para a nossa classe ao representar pessoas por quase duas décadas.

Eu tenho consciência que pertenço à classe trabalhadora. Aprendi isso com a vida de bancário, com os colegas, e com as companheiras e companheiros do Sindicato e do movimento sindical, sobretudo com os princípios, concepções e práticas da CUT.

Após o resultado das eleições brasileiras em 1º turno, só sei de uma coisa neste momento: cada um de nós, com consciência de classe, tem a obrigação de se envolver na campanha para a eleição do presidente Lula, que neste momento histórico significa a civilização contra a barbárie, é a luta entre o amor e a solidariedade contra o ódio e o mal. Não há dúvidas nisso.

No meu caso, que tenho pertencimento ao lugar de onde vim, da pobreza, do mundo do trabalho, de uma vida dedicada ao Banco do Brasil como empresa pública, sei exatamente o que pode acontecer caso Flávio Bolsonaro vença as eleições dia 25 de outubro. É o fim do BB pela privatização, da Previ, da Cassi, dos direitos sociais e a instalação das milícias no poder executivo do país.

Vou me esforçar para conversar com as pessoas nestas três semanas, sobretudo com meus colegas bancários, pois tenho experiência nisso e poderia contribuir para esclarecer os riscos colocados se não reelegermos o presidente Lula. 

Cada um de vocês que lerem essa declaração minha podem contribuir de alguma forma. Então, é buscar energia extra, acreditar que a nossa luta é certa e existencial e convencer as pessoas a virem conosco.

BORA LÁ eleger o presidente Lula no dia 25 de outubro!

William Mendes


Post Scriptum: na foto, estou com os companheiros Monção e Djalma Bom, lutadores de toda uma vida em defesa da classe trabalhadora.

13.9.26

Diário e reflexões



DOMINGO 13 NAS RUAS, COM LULA E HADDAD, E LUNA ZARATTINI 1302

Convocação é convocação, chova ou faça sol!

O presidente Lula chamou a militância para as ruas neste domingo 13 e os diretórios do Partido dos Trabalhadores organizaram atividades por todo o país.

Na minha região, o Diretório Zonal do Butantã definiu panfletagem e caminhada na Avenida do Rio Pequeno, com encontro marcado às 10h na Praça Brasil-Japão.

Estamos com dias de muita chuva em São Paulo. O domingo não foi diferente, amanheceu com uma chuva fina e persistente. 

Me levantei cedo, peguei meu boné novo do PT, que ganhei do presidente do diretório, o companheiro Leandro Lira, peguei uma fita com adesivos de nossa candidata a federal Luna Zarattini e fui para o ponto de encontro, que fica a uma hora de minha casa com trechos a pé e transporte público.


Ao chegar ao local, encontrei uma parte da companheirada, da equipe da Luna, e a informação de que a caminhada havia sido cancelada, pois a chuva havia aumentado por volta de 10h20. Ao caminhar pela Avenida do Rio Pequeno desde a Corifeu, de uma ponta a outra, percebi mesmo que a região estava bem deserta por causa do tempo chuvoso. 

Como esqueci meu celular na mesa de casa ao sair e só percebi quando estava longe, acabei não vendo algumas sugestões que a militância recebeu para irmos para a atividade da Avenida Paulista, com o nosso candidato Fernando Haddad, no Masp. Só vi as notícias quando cheguei em casa por volta de meio-dia, e meio ensopado (risos).

Enfim, viva a militância e vamos que vamos eleger o time do presidente Lula no dia 4 de outubro. Em São Paulo, voto e peço apoio às nossas candidatas e candidatos:

Luna Zarattini 1302 - deputada federal

Marcolino 13310 - deputado estadual

Marina Silva 180 - senadora

Simone Tebet 400 - senadora

Haddad 13 - governador

Lula 13 - presidente

Amigas e amigos leitores do blog, não deixem de combinar caronas solidárias no domingo 4 de outubro, principalmente para maiores de 70 anos e pessoas com dificuldade de mobilidade. 

Cada voto faz a diferença para nossa vitória. Combinem o almoço da família com pais e avós, vizinhos e amigos.

William Mendes

Ex-dirigente dos bancários

13/09/26

8.9.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ EM JOGO?

Faltam 27 dias para as eleições brasileiras. Dia 4 de outubro o povo vai eleger o Presidente da República do Brasil, governadores e os representantes legisladores das leis que somos obrigados a seguir. 

O processo eleitoral não está ocorrendo de forma democrática. Forças poderosas com interesses contrários ao país estão interferindo no processo para impedir a eleição de Lula e de candidaturas que apoiam as pautas dos trabalhadores. 

Em um processo eleitoral normal estaríamos debatendo propostas para o país e as leis que definem a nossa vida de classe trabalhadora. Estaríamos comparando o governo do presidente Lula com o governo anterior, de Jair Bolsonaro. 

Mas não! A agenda diária vem pronta, a pauta é definida pelos nossos adversários de classe, pelos agentes do bolsonarismo, infiltrados nas instituições do Estado brasileiro. E a pauta vem das redes sociais das big techs. E com interferência do governo de Donald Trump. Até no Supremo há interferência bolsonarista. 

As leitoras e leitores do blog e de meus textos políticos me conhecem pela vida dedicada à representação dos bancários e do povo trabalhador. 

Compartilho com vocês as candidaturas que defendo e apoio e peço a avaliação de vocês e o engajamento, se concordarem, para elegermos representantes que defendam nossos direitos e nossa soberania popular. 

Luna Zarattini 1302

Marcolino 13310

Marina Silva 180

Simone Tebet 400

Fernando Haddad 13

Lula 13

Vamos juntos até a vitória em 4 de outubro. Combinem com antecedência caronas solidárias para levar idosos e pessoas com dificuldades de acesso aos locais de votação. Cada voto será fundamental para nós!

William Mendes 

28.4.26

Eleição na PREVI - Vitória da Chapa 2 Previ para os Associados


CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL SAI FORTALECIDA APÓS PROCESSO ELEITORAL 2026

Terminou ontem, 27 de abril, o processo eleitoral que definiu parte do grupo de gestores da PREVI pelos próximos 4 anos, associados e associadas da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, um dos maiores fundos de pensão da América Latina, criado há 122 anos pelos trabalhadores do banco público. Os eleitos irão se somar aos gestores que têm mandatos eletivos até 2028 e aos indicados pelo patrocinador BB, que pode mudar suas representações a qualquer tempo.

A eleição foi disputada por duas chapas e a Chapa 2 Previ para os Associados foi eleita com 47,26% dos votos válidos (49.379). A Chapa 1 Somos Previ pelo Associado obteve 40,62% dos votos (42.442). Foram eleitos gestores para as diretorias de Administração e Planejamento, além de conselheiros deliberativos e fiscais, titulares e suplentes. Alencar Ferreira (Diretor de Administração) e Lissane Holanda (Diretora de Planejamento) lideraram a chapa vencedora.

O atual modelo de gestão do fundo vigora desde a reforma estatutária de 1997, um dos estatutos de fundos de pensão mais moderno do mundo e referência em previdência complementar. O estatuto sofreu algumas alterações por intervenção violenta do governo FHC - a mudança de diretorias que eram eleitas pelos associados e a implantação de voto de minerva no CD -, mas a PREVI superou os desmandos do período tucano e segue sendo uma referência de êxito há décadas.

Estavam aptos a exercer o direito de votar mais de 195 mil pessoas e a participação no processo contou com mais de 104 mil votantes. Se considerarmos a grande quantidade de associados aposentados e pensionistas nas faixas etárias a partir de 60 anos de idade, podemos considerar como exitoso o processo eleitoral da PREVI. Devemos seguir atentos ao esforço de aumentar a participação de todas as pessoas que podem exercer seu legítimo direito de voto em um processo eleitoral, pois isso fortalece a democracia.


Apoiei e fiz campanha para a Chapa 2 por entender a sua composição como o símbolo da unidade do movimento de representação dos funcionários da ativa, aposentados e pensionistas da comunidade Banco do Brasil. As entidades sindicais e associativas indicaram quadros qualificados para compor a chapa vitoriosa. Ninguém melhor do que os próprios trabalhadores para gerir suas associações de saúde, previdência e outras mais de interesse de classe.

Segue abaixo a nota da página da própria PREVI sobre o resultado da eleição.

Desejo um excelente trabalho para as companheiras e companheiros eleitos e que nossa Caixa de Previdência siga no caminho certo como tem sido nas últimas décadas.

William Mendes

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Chapa 2 vence as Eleições Previ 2026

Com 47,26% dos votos, chapa PREVI PARA OS ASSOCIADOS foi eleita para mandato até 2030

27/04/2026

A votação para definir os diretores de Administração e de Planejamento e demais dirigentes eleitos para os próximos quatro anos de mandato terminou nesta segunda-feira, 27/4, às 18h.

A vencedora foi a Chapa 2 – PREVI PARA OS ASSOCIADOS, com 49.379 votos (47,26% do total de votantes). Foram computados ainda 5.306 votos em branco e 7.348 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 104.475, contra 90.819 abstenções. Confira o Resultado Final consolidado por estado no site das Eleições.

Veja a seguir o total de votos computados nas Eleições Previ 2026:

Chapa.................................Votos................................%

Chapa 1: SOMOS PREVI 

- PELO ASSOCIADO ..........42.442.......................... 40.62%

Chapa 2: PREVI PARA 

OS ASSOCIADOS ..............49.379.......................... 47.26%

Brancos ............................ 5.306............................ 5.08%


Nulos ................................7.348............................ 7.03%

Total ..............................104.475............................ 100%


Entre os dias 13 e 27 de abril os associados puderam votar para definir os representantes para a Diretoria de Administração e para a Diretoria de Planejamento, além de um membro titular e um suplente para os Conselhos Fiscal e Deliberativo, dois membros titulares e dois membros suplentes dos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro. Os mandatos são de quatro anos e vão de 1/6/2026 até 2/6/2030.

O resultado das Eleições Previ 2026 será homologado pela Comissão Eleitoral após a conclusão das verificações que são realizadas pela auditoria externa e pela auditoria da Previ.


Próximos passos

Em conformidade com a Instrução Previc nº 23/2023, os documentos dos candidatos eleitos para mandatos de diretor, conselheiro deliberativo e conselheiro fiscal serão enviados para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que emite um atestado de habilitação do dirigente. Esse atestado de habilitação será recebido pela Previ antes da posse do candidato eleito.

Fonte: Previ

27.4.26

Fim da violência contra as mulheres



AUDIÊNCIA PÚBLICA

IMPORTÂNCIA DA DELEGACIA DA MULHER 24H E O COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

CÂMARA MUNICIPAL DE OSASCO

A CONVITE DO COLETIVO JUNTOZ

27/04/26 - 18h

Participei nesta segunda-feira da audiência pública na Câmara Municipal de Osasco, a convite dos companheiros Heber, Gabi e Matheus, do Coletivo JuntOz, vereadores pelo Partido dos Trabalhadores.

A audiência pública teve como objetivo a instalação de uma Delegacia da Mulher 24h na cidade de Osasco. 

O poder executivo, representado pelo prefeito Gerson Pessoa (Podemos), mais uma vez, não compareceu à audiência para ouvir os cidadãos ou demonstrar apoio a uma causa tão urgente. 


Os vereadores do JuntOz informaram aos participantes que o executivo raramente comparece a audiências destinadas a ouvir munícipes e suas entidades representativas.

Ouvimos diversas apresentações de dados e falas potentes sobre o tema. Várias proposições foram feitas e os vereadores informaram todos os encaminhamentos possíveis ao legislativo, haja vista que boa parte das soluções precisam partir do poder executivo municipal. 

Foi uma audiência muito importante realizada na Câmara Municipal de Osasco a partir do mandato popular e combatido de nossos vereadores Heber, Gabi e Matheus. 

William 

27/04/26

16.3.26

Eleições CASSI: Por que voto CASSI PARA OS ASSOCIADOS, chapas 2 e 55



Opinião

CASSI PARA OS ASSOCIADOS, CHAPAS 2 E 55, E A UNIDADE NACIONAL

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, CASSI, está em processo de renovação de parte de suas diretorias e conselhos deliberativo e fiscal. As eleições vão do dia 13 a 23 de março e estão aptos a votar cerca de 157 mil associados. 

Três chapas concorrem ao pleito, três para a Diretoria de Saúde e Conselho Deliberativo e três para o Conselho Fiscal. São três grupos de colegas associados da CASSI, com visões políticas de mundo e de gestão de saúde. 

Ao votar numa chapa, não votamos só em colegas do BB, votamos em políticos! Todos os candidatos e candidatas são políticos, caso contrário não estariam participando de uma eleição. Se algum grupo se apresenta negando seus vínculos com segmentos políticos, já começa dizendo uma mentira para os eleitores.

A chapa vencedora em 2026 assumirá em junho a gestão da CASSI juntamente com os colegas indicados pelo patrocinador BB (governo) e os eleitos em 2024 (mandatos até 2028). O banco estatal pode mudar seus indicados a hora que quiser, como prevê o estatuto social da autogestão em saúde. 

Quando fui Diretor de Saúde eleito da CASSI (2014/2018), comecei o mandato no governo Dilma, vi Temer assumir após o golpe de 2016 e um ano após minha saída da gestão da Caixa de Assistência, era Bolsonaro quem indicava a metade da direção, Presidência e Diretoria de Finanças, CD e CF. 

A metade da direção da CASSI será a que o próximo governo quiser a partir de janeiro de 2027. É bom sempre ter isso claro quando se pensa as entidades de saúde e previdência de trabalhadores bancários como funcionários e empregados das estatais federais BB e Caixa Federal. 

Para vocês terem uma ideia, durante nosso mandato na CASSI, tive que negociar com 4 presidentes e 2 diretores financeiros em 4 anos, além de uma enormidade de conselheiros novos. Enquanto me especializava na gestão - pois os eleitos ficam o mandato todo -, o patrocinador trocava seus indicados toda hora.

Por outro lado, pouco adianta termos conhecimento técnico, se não tivermos capacidade e correlação de forças para implantar e defender direitos em saúde. A força da conquista de direitos está na capacidade de unidade nacional das entidades de representação e na luta dos trabalhadores. Essa é uma evidência lógica em nossa história secular de lutas e conquistas no BB.

O período de campanha eleitoral das eleições da CASSI me pareceu muito cordial e correto nos poucos dias disponíveis para isso. As chapas, candidaturas e apoiadores focaram em suas propostas e estratégias para a CASSI. Pelo menos não cheguei a ver ataques entre oponentes, o que é excelente para todos nós da comunidade.

A eleição é de prazo relativamente pequeno entre a formação das chapas, os ritos de verificação das formalidades e a campanha em si, incluindo o período de votação, que vai até o dia 23 de março.


POR QUE VOTO E APOIO AS CHAPAS 2 E 55 CASSI PARA OS ASSOCIADOS

Em meus diálogos com a comunidade de eleitores do Banco do Brasil, abordei as características centrais das chapas 2 e 55, compostas por indicações das principais entidades nacionais do funcionalismo do banco e da categoria bancária.

Luciana Bagno, candidata à Diretoria de Saúde da CASSI, é uma dirigente nacional da categoria bancária e da comunidade do Banco do Brasil, é uma mulher com formação técnica e política, com experiência em gestão tanto no BB quanto na Previ (Conselheira eleita), já foi negociadora da Comissão de Empresa da Contraf-CUT e é uma mulher de fibra e lutadora que nos enche de orgulho ao pedir voto para ela. 

Cada componente da chapa foi indicação das entidades nacionais do funcionalismo do BB, o que não é pouca coisa. TODAS as mesas nacionais de negociação sobre CASSI e PREVI, que trazem novos recursos, novos direitos e benefícios para os associados dessas caixas de assistência e previdência, são compostas pelas entidades que representam ativos e aposentados da comunidade BB.

Cada chapa e grupo político tem as suas estratégias de campanha e propostas sobre o futuro da CASSI, o que é legítimo e correto. Democracia é isso. Eu compreendo a estratégia adotada pela coordenação de nossas chapas em priorizar as agendas de visitas presenciais às principais bases de associados nos Estados. O diálogo nas bases é essencial para nós do movimento sindical cutista!

A questão central ao se eleger um grupo político para gerir uma de nossas caixas é avaliar se esse grupo terá condições de entregar aquilo que promete realizar. E mais, é importante avaliar se o que promete entregar é bom ou ruim para o conjunto dos assistidos do Plano de Associados da CASSI, quase 400 mil pessoas, entre ativos, aposentados, pensionistas, autopatrocinados e dependentes.

Após as eleições, a CASSI terá que equalizar novamente suas receitas e despesas assistenciais. Terá que definir se segue ampliando as estruturas de saúde como as CliniCASSI, com mais especialidades e redes referenciadas - propostas das chapas 2 e 55, ou se vai fechar dezenas de unidades e terceirizar tudo, como certo grupo fez quando esteve na gestão no governo passado.

A CASSI não é um mero plano de saúde como os que existem no mercado, que visam lucro, e se baseiam em planilhas de custos para aumentar as mensalidades, as coparticipações e franquias e reduzir ou ampliar redes de atendimento. É uma caixa de financiamento solidário e que também precisa definir os custeios em momentos decisivos, caso contrário podemos não ter a CASSI para lutar por ela de forma permanente.

É por isso que voto e peço o apoio às chapas 2 e 55 CASSI PARA OS ASSOCIADOS, composta pelas entidades do funcionalismo que sempre estiveram à frente das lutas e conquistas de direitos da comunidade Banco do Brasil.

William Mendes

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Post Scriptum

Abaixo, apresento o resultado das eleições, através de matéria da própria CASSI:

Publicado em: 23/03/26

Chapas 2 e 55 vencem as Eleições CASSI 2026

Com 25.643 votos, a chapa 2 foi a vencedora das Eleições CASSI 2026 para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo. A chapa 55 ganhou a eleição para o Conselho Fiscal com 23.777 votos.

Foram registrados 4.187 votos em branco e 6.377 votos nulos na eleição para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo, e 4.007 votos em branco e 6.333 votos nulos na eleição para o Conselho Fiscal.

Com o resultado, foram eleitos os seguintes candidatos:

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento 
Luciana Bagno

Conselho Deliberativo
Titular: Humberto Fernandes
Suplente: Loreni de Senger
Titular: Gilmar Santos
Suplente: Diusa Almeida

Conselho Fiscal
Titular: Diego Carvaho
Suplente: Luana Narimatsu da Silva

Todos os eleitos tomam posse no dia 1º de junho de 2026 e têm à frente um mandato de quatro anos de duração.

7.3.26

Diário e reflexões - Conversando com os bancários do BB na Grande São Paulo



CONVERSANDO COM OS BANCÁRIOS DO BB NA GRANDE SÃO PAULO

Sábado, 07 de março de 2026.


ELEIÇÕES CASSI

Na quinta e sexta-feira dessa semana que termina, estive visitando a base de funcionários do Banco do Brasil na grande São Paulo, a base sindical na qual atuei a maior parte de minha vida como bancário e representante dos trabalhadores.

Na quinta, junto a companheiros do Sindicato, visitei agências e departamentos do BB na região de Osasco, Barueri e Alphaville, para apresentarmos as qualidades e características de nossa chapa CASSI PARA OS ASSOCIADOS nas eleições da CASSI. As chapas 2 e 55 representam a UNIDADE NACIONAL e na história de lutas do funcionalismo do BB a unidade sempre fez toda a diferença para manter e ampliar direitos.

Estive ao lado de Diego Carvalho, candidato ao Conselho Fiscal da CASSI, e de companheiros da Regional Osasco. Diego é funcionário do BB há 17 anos, é diretor de nosso Sindicato, atua no Conselho de Usuários da CASSI SP e faz um bom trabalho de base. Está preparado para o desafio de nos representar na CASSI.

Na sexta, nossa participação nas eleições da CASSI se deu na região central de São Paulo. Estive em diversos departamentos do BB ao lado da companheira Ana Beatriz - a Bia -, Diretora Executiva de nosso Sindicato e Conselheira Deliberativa eleita da CASSI. 

Bia abordou avanços importantes na gestão da nossa Caixa de Assistência como, por exemplo, ampliação e melhoria nas estruturas das CliniCASSI para acolher nossos participantes e para termos melhores perspectivas de cuidados de cada associado e familiar ao longo do tempo.


Nossa diretora do Sindicato e conselheira da CASSI apresentou algumas das propostas técnicas da chapa CASSI PARA OS ASSOCIADOS - CHAPAS 2 E 55, em relação a REDE REFERENCIADA e ampliação da ATENÇÃO PRIMÁRIA e da ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF), que inclui ASSESSORIA AO PARTICIPANTE na resolução de atendimentos em saúde.

Abordei um pouco de nossas histórias de lutas e conquistas no Banco do Brasil, as gerações que estão na ativa são praticamente dos concursos de 1998 adiante e falar de nossas lutas por isonomia de direitos e novos direitos dá pertencimento aos colegas. A UNIDADE NACIONAL foi central em nossas lutas e conquistas também na CASSI.

É isso! Encontrei muitos amigos e amigas do Banco do Brasil e do Sindicato nessa jornada de visitas à base. Foi uma experiência legal. O cidadão que sou hoje é o bancário que se formou politicamente no ambiente do mundo do trabalho em uma das maiores e mais antigas empresas públicas do país.

William Mendes

26.2.26

Diário e reflexões - Conversando com os bancários do BB em Brasília



CONVERSANDO COM OS BANCÁRIOS DO BB EM BRASÍLIA

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026


ELEIÇÕES SINDICAIS

Os bancários e bancárias de Brasília estão vivendo um grande momento de cidadania e democracia em uma das bases sindicais mais importantes do país: os sindicalizados vão escolher a chapa que comandará o Sindicato entre 2026 e 2030. As eleições ocorrem entre os dias 9 e 13 de março.

Nesta semana, me uni aos apoiadores da campanha da CHAPA 1 - a Chapa das/os Bancárias/os - Responsabilidade e Compromisso com Você, liderada pelo amigo e companheiro Rodrigo Britto, uma liderança jovem e com grande experiência na luta e conquista de direitos para a classe trabalhadora.

Toda a minha formação política é oriunda do movimento sindical cutista e das lutas da categoria bancária brasileira. Além de trabalhar por quase três décadas no Banco do Brasil, trabalhei dois anos no Unibanco, hoje incorporado pelo Itaú. As concepções e práticas sindicais que me formaram como bancário valeram para a vida toda.

A CHAPA 1 DAS/OS BANCÁRIAS/OS É A CHAPA DA UNIDADE NACIONAL

Na eleição dos bancários de Brasília estão em disputa duas concepções de sindicalismo, uma mais sectária e divisionista e outra que defende e fortalece a unidade nacional e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada pela nossa confederação cutista e os bancos públicos e privados.

As minhas intervenções nesses quatro dias de diálogo com a base de funcionários do Banco do Brasil em Brasília resgatam um pouco de nossas histórias de lutas e conquistas como, por exemplo, a PLR nas estatais federais que só passou a ser paga aos trabalhadores após a campanha unificada. Ou seja, por uma estratégia do movimento cutista.

Como a geração de colegas na ativa é praticamente de funcionários dos anos dois mil para cá, compartilhar com eles a nossa história é uma forma de dar pertencimento aos trabalhadores.

Por fim, foi bom rever nesta semana tantas companheiras e companheiros de luta que conheço há décadas e o tratamento que recebi das lideranças políticas deu a mim o sentimento de pertencimento de fazer parte de uma grande categoria e com história secular de organização e conquistas de direitos.

Vamos ajudar a eleger as lideranças da CHAPA 1 nas eleições sindicais de Brasília porque as propostas e os componentes da chapa têm as melhores estratégias de conquistas para a categoria.

William Mendes

11.2.26

Eleições CASSI 2026 - Apoio chapas 2 e 55 CASSI para os associados



CASSI PARA OS ASSOCIADOS: CHAPAS 2 E 55 REPRESENTAM A UNIDADE

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, autogestão em saúde, é uma instituição de assistência social e sem fins lucrativos criada pelos trabalhadores do BB em 1944 e que completou recentemente 82 anos de existência. 

A CASSI cuida da saúde integral de centenas de milhares de pessoas da comunidade Banco do Brasil. A autogestão é muito mais que um plano de saúde, é uma associação de pessoas e por isso seus associados têm o direito de eleger a metade da direção.

A cada dois anos, a operadora de saúde consulta seu corpo social para renovar parte de sua direção. O direito de votar e ser votado pelos associados é uma conquista da luta dos trabalhadores do maior banco público do país. O movimento sindical bancário faz parte dessa história de conquista de direitos em saúde.

Nas eleições deste ano, eu voto e apoio as chapas 2 e 55, CASSI PARA OS ASSOCIADOS, por entender que sua composição é fruto de um imenso esforço de UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO da comunidade Banco do Brasil, característica fundamental para os desafios colocados para a CASSI neste momento de sua história de cuidados da população assistida pela autogestão.


A chapa 2 nos apresenta como candidata a diretora de saúde Luciana Bagno, bancária que tem uma história de representação importante em nossa comunidade. Conheço Luciana há muito tempo e sei de sua capacidade como liderança e gestora. A nossa Caixa de Assistência e a diretoria de saúde estarão muito bem administradas por Luciana e pelas equipes lideradas por ela.

Considero a UNIDADE NACIONAL uma das principais características da composição das CHAPAS 2 e 55 - CASSI PARA OS ASSOCIADOS. 

Ao longo das oito décadas de existência, a CASSI acolheu os colegas do BB e cuidou da saúde de suas famílias superando inúmeras dificuldades relativas a custeios e adversidades do mercado de saúde onde compra serviços. Superou dificuldades por causa da unidade de ação das entidades sindicais e associativas dos bancários.

Tive a honra e privilégio de representar os associados em uma das gestões da nossa Caixa de Assistência e pude conhecer com mais profundidade a história da nossa CASSI.

A UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO foi decisiva nas últimas décadas para resolver problemas comuns em operadoras de saúde como a nossa, a começar pela reforma estatutária de 1996, quando a CASSI passou a ter autonomia e fazer a gestão da saúde integral de sua população assistida, focada em promoção de saúde e prevenção de doenças.

As reformas seguintes, em 2007 para fazer o patrocinador regularizar receitas que não vinha recolhendo ao Plano de Associados, em 2016 para receber recursos extraordinários e provisórios, e em 2019, um dos períodos políticos mais difíceis do país, com um governo inimigo da classe trabalhadora, a UNIDADE das principais representações do funcionalismo fez TODA A DIFERENÇA NA LUTA. 

Para preservar a nossa Caixa de Assistência e ter atendimento de saúde da CASSI num dos momentos de maior ataque à classe trabalhadora brasileira foi necessário preservar a CASSI naquele momento difícil do país. A UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO foi importante para a CASSI.

AS CHAPAS 2 E 55 - CASSI PARA OS ASSOCIADOS - é composta por lideranças apoiadas pela ampla maioria das entidades associativas da comunidade Banco do Brasil. 

Ou seja, são maiores as perspectivas de boas soluções para as questões de custeio e ampliação do atendimento à saúde elegendo uma chapa com apoio das duas confederações dos bancários, a CONTRAF-CUT e a CONTEC, com o apoio da maior associação nacional dos colegas, a ANABB, e com lideranças indicadas pela AAFBB e FENABB.

Entendo que o processo democrático de campanha e eleição de parte da direção da CASSI é um momento rico para os colegas da ativa e aposentados ouvirem os candidatos e candidatas, as entidades representativas e participarem ativamente da construção de soluções para a nossa Caixa de Assistência.

Bons debates de ideias e propostas e bom voto a todos nós da comunidade Banco do Brasil.

William Mendes

31.12.25

Previ supera expectativas em 2025


Comentário do blog:

Amigas e amigos leitores, ao longo do ano de 2025 vimos as dificuldades e desafios que se apresentaram para a nossa Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. 

Tivemos alguns eventos desagradáveis no campo da política, quando a Previ foi vítima de calúnias e ataques externos por parte de setores da direita brasileira. Foram momentos desafiadores.

Fechando o ano, as associadas e associados do maior fundo de pensão da América Latina, nossa Previ, comprovam aquilo que sempre soubemos: que nossa Caixa de Previdência é muito bem gerida e tem um dos estatutos mais avançados do segmento de fundos de pensão.

A Previ tem um diferencial que poucas empresas do mesmo segmento têm no mundo: um modelo de gestão compartilhada entre o patrocinador e os associados, que elegem a metade da direção. 

Felizmente, os maiores e melhores resultados da história da Previ sempre tiveram dirigentes oriundos do movimento sindical à frente, eleitos e ou indicados pelo patrocinador.

Segue abaixo, uma matéria de nossos representantes eleitos pelo corpo social, em sua página na internet.

Desejo que as associadas e associados continuem sendo sábios na hora de votarem naquelas e naqueles que realmente defendem seus direitos sociais como suas caixas de previdência e saúde.

William Mendes

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Comemorando um 2025 vitorioso, eleitos da Previ desejam um Feliz 2026, com novas conquistas para todos os associados e associadas

29 DE DEZEMBRO DE 2025

Chegamos ao final de mais um ano, de muito trabalho e perseverança. Mesmo em uma conjuntura mundial de turbulências políticas e econômicas, as associadas e os associados da Previ têm muitos motivos para comemorar e entrar no Ano Novo com segurança, tranquilidade e otimismo.

O Plano 1 fechou novembro de 2025 com grande rentabilidade (14,75% frente ao atuarial de 8,19%) e um superávit acumulado de quase R$ 10 bilhões. No Previ Futuro, todos os perfis de investimentos apresentaram desempenho superior ao CDI e a todos os planos equivalentes do sistema de previdência complementar.

Em 2025, os associados da Previ tiveram ainda outras conquistas importantes graças à atuação dos diretores e conselheiros eleitos, em parceria com as entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

Uma delas foi a entrada em vigor da nova Tabela PIP, que permitiu o aumento da poupança de mais de 60 mil associados do Previ Futuro, com a contrapartida do Banco do Brasil. Na reforma tributária, conseguimos a isenção dos fundos de pensão da tributação de IBS e CBS.

Foram vitórias que na prática aumentam os benefícios dos associados e associadas e fortalecem tanto a Previ como todo o sistema de previdência complementar.

As perspectivas para 2026 são positivas para a comunidade Previ, apesar da conjuntura mundial continuar desafiadora e de eventuais turbulências em um ano de disputas eleitorais que devem mais uma vez serem acirradas no Brasil. O Plano 1 está bem protegido das volatilidades por uma carteira de renda fixa sólida em títulos públicos. O Previ Futuro está investido em ótimos papéis nas rendas fixa e variável para seguir capturando excelentes ganhos de rentabilidade.

A segurança e o equilíbrio de longo prazo da Previ são o resultado de um modelo de governança em que os associados têm o poder de decisão e fiscalização, e de uma política de investimentos sólida e competente, porque é definida e acompanhada pelos próprios participantes.

Com a certeza de que juntos seremos capazes de manter a Previ no rumo certo, cumprindo a missão de garantir a solidariedade e uma aposentadoria digna aos trabalhadores do Banco do Brasil, os diretores e conselheiros eleitos desejam um Feliz Ano Novo a todos os associados e associadas, os verdadeiros donos da Previ.

Fonte: Associados Previ

24.10.25

Diário e reflexões - Pelo fim da escala 6x1 e pela vida além do trabalho



PELO FIM DA ESCALA 6X1 - PELA VIDA ALÉM DO TRABALHO

24/10/25

Nossa representação do Partido dos Trabalhadores na Câmara Municipal de Osasco, o Coletivo JuntOz - Heber, Gabi e Matheus -, um mandato popular e atuante na defesa dos direitos do povo osasquense e da classe trabalhadora brasileira, promoveu hoje uma sessão solene importantíssima para a nossa região e para todas as pessoas que vivem da venda de sua força de trabalho: a luta pelo fim da escala 6x1.

Na sessão solene, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região, o SECOR, filiado à Central Única dos Trabalhadores e das Trabalhadoras (CUT), foi homenageado e recebeu a placa comemorativa da Câmara Municipal de Osasco. Essa importante pauta legislativa foi uma iniciativa do mandato do Coletivo JuntOz, do Partido dos Trabalhadores.


Ouvimos durante o evento, falas de importantes lideranças políticas partidárias e sindicais, além de ouvirmos movimentos sociais e os próprios envolvidos na jornada 6x1, trabalhadoras e trabalhadores. A unidade de nossa classe nos permitiu somar forças dos partidos e centrais sindicais de esquerda e do movimento Vida Além do Trabalho (VAT).

Crédito: equipe JuntOz 

Foi uma noite de homenagens e lutas, de acumulação de forças para acabar de vez com essa jornada de trabalho 6x1, mazela oriunda dos séculos de escravidão no Brasil e das reformas feitas após o golpe de Estado de 2016. 

Temos que acabar com a exploração sem limites das pessoas que vivem da venda de suas forças de trabalho. Mais que isso, queremos uma sociedade sem a exploração humana e livre do capitalismo.

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O Coletivo JuntOz lotou o Plenário da Câmara 

MEMÓRIAS DE UM TRABALHADOR POLITIZADO PELOS BANCÁRIOS DA CUT

Ao final da sessão solene, presenteei nossos jovens políticos do Coletivo JuntOz com meu livro de memórias sindicais. Gabi, Heber e Matheus são nossas esperanças na renovação dos quadros políticos do Partido dos Trabalhadores em Osasco.

Crédito: equipe JuntOz 

Ver a juventude chegando com tanta inteligência, disposição de lutar e acolhimento às mais diversas pautas da cidadania e aos mais variados grupos sociais humanos nos enche de alegria e esperanças no presente e no futuro.

William Mendes

14.8.25

Diário e reflexões - Volta às origens


17/04/16, o dia que deixei de acreditar na "democracia"

Reflexões

Quinta-feira, 14 de agosto de 2025.


Tive o privilégio de participar, nesta noite fria de quinta-feira, de uma excelente roda de conversa na Comunidade do Paredão, Rio Pequeno. O encontro foi no espaço "Cozinha Popular Dona Nega", importante espaço criado pelo Movimento Brasil Popular em parceria com o MST e lideranças locais para combater o flagelo da fome e insegurança alimentar no Estado e na cidade mais ricos do país, São Paulo.

Voltar ao Jardim Ivana/Rio Pequeno é voltar ao início de minha jornada de vida, à origem de minha caminhada pela Terra. Nasci ali, na rua em frente à padaria da Cinco Quinas, saí dali aos dez anos e aos dezessete voltei, morei ali em fases diferentes de minha vida. Ali me alfabetizei, ali terminei o ensino básico antes da graduação superior. Ali peguei ônibus lotado, vivi enchentes: o Rio Pequeno. 

Ouvir o companheiro José Genoino contando um pouco de suas vivências e suas opiniões sobre as questões mais destacadas no grave cenário político do país e do mundo é uma oportunidade que nenhum militante das causas sociais poderia perder quando é convidado para uma agenda dessa natureza. O bate-papo foi excelente!


Além de ouvirmos Genoino, ouvimos lideranças inspiradoras da Frente de Solidariedade e Luta da Zona Oeste (FSL/ZO), que militam em diversas frentes de lutas na região do Butantã. A gente sai da reunião com uma humildade incrível ao ouvir pessoas tão envolvidas com as causas sociais centrais para o povo e a classe trabalhadora.

Revi companheiros de longa data como o amigo Daniel Kenzo, Jurandir, amigo desde o movimento estudantil na USP, Ernesto e Sérgio e demais militantes queridos do movimento na região Oeste.

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Fui para a roda de conversa com diversas questões em meus pensamentos. Meu momento é de mais compreensão das coisas da vida do que antes. Ter a percepção que sinto ter não me dá conforto algum, me dá uma permanente agonia. Tudo bem, foi para isso que estudei e tentei evoluir mentalmente nas últimas décadas de vida.

O assassinato de Laudemir, trabalhador da limpeza urbana de Belo Horizonte, um gari, por um desgraçado que é o modelo de "cidadão" exaltado pela sociedade humana do capital, me encheu de ódio e raiva, sentimento que voltei a sentir desde o dia 17 de abril de 2016, desde aquela sessão no Congresso Nacional na qual um sujeito escroto enalteceu um torturador ao votar pelo impeachment sem crime da presidenta Dilma Rousseff. 

Em agosto daquele ano de 2016, o mesmo Congresso efetivou a perda do mandato presidencial da primeira mulher eleita no Brasil, eleita por 54,5 milhões de votos do povo brasileiro. 

Desde aquele ano, eu deixei de acreditar na democracia que conhecia como modelo político, entendi que as democracias que existiam na vida real eram farsas e arranjos para a manutenção do poder pelos donos do capital no mundo contemporâneo.

Uma das mulheres mais queridas de minha vida, a nossa tia Alice, irmã de minha mãe, era gari na cidade de Uberlândia, e ver um ser escroto como esse tal Renê "cidadão de bem" andar por aí mexeu com meus sentimentos mais antigos de ódio dessa gente que se acha melhor que os outros, essa gente da burguesia que odiei desde que tinha meus doze ou treze anos, quando me humilhavam como criança trabalhadora.

Quando entrei no movimento sindical, já tendo mais de trinta anos de idade, fui mudando diariamente pela convivência com pessoas maravilhosas, humanistas, pessoas boas como a tia Alice e outras pessoas humildes que eu conhecia. Mudei radicalmente ao longo da vida de representação da classe trabalhadora. Quando afirmo que fui politizado pelos bancários da CUT (nome do meu livro de memórias), é a mais pura verdade. A convivência com a companheirada me tornou uma pessoa melhor.

Com o golpe de Estado contra nós em 2016, a deposição da presidenta Dilma Rousseff, a operação lesa-pátria Lava Jato e a prisão do presidente Lula e outras prisões como a dos companheiros do PT, Genoino, José Dirceu, Vaccari e outras lideranças de nossa história de luta, com a ascensão dos desgraçados que os golpistas colocaram no poder entre 2016 e 2022, e a não convivência diária com tanta gente boa como aquela com quem me reuni hoje à noite, acabei por deixar aflorar em mim o ódio que senti boa parte da minha vida.

Com os exemplos diários de injustiça, violência e impunidade de gente como esse assassino do Laudemir, gari como minha tia Alice, eu voltei a considerar a pena de morte como um instituto legítimo de punição para crimes no Brasil. Um desgraçado como esse tal Renê e tantos outros "cidadãos de bem, patriotas, blá blá blá" não merecem viver sobre a Terra.

Esse pensamento é um retrocesso em mim, de verdade. Quando virei dirigente sindical, gastei um tempão estudando o tema da pena de morte para passar a ser contrário a esse tipo de pena. Retrocedi como pessoa...

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Felizmente, a roda de conversa com gente boa de verdade, me fez amenizar um pouco tudo que eu ainda estava pensando, além de voltar a considerar a pena de morte, de preferência pena capital no estilo revolucionário para traidores, para esses desgraçados fascistas que se acham acima das leis e melhores que as outras pessoas.

William

31.7.25

Diário e reflexões - Lula, Luna e JuntOz na luta (PT)


Presidente Lula fala
ao povo brasileiro

A luta por um país soberano e por cidades melhores para se viver segue firme e contamos com nossas lideranças populares para os avanços

Quinta-feira, 31 de julho de 2025.


Opinião

O mês termina com muitas incertezas para o Brasil e o mundo por causa da guerra global imposta pelos Estados Unidos a todos os países, principalmente para aqueles que não são vassalos do império decadente dos norte-americanos. O BRICS e os avanços chineses em todas as áreas são os motivos dos ataques ao país, e o clã de vira-latas do RJ é a desculpa que veio a calhar ao senhor MAGA. Se esses bolsonaros fossem de outro país, já estariam presos ou pior.

Trump liquidou as regras internacionais construídas após a 2ª Guerra Mundial. Agora as sanções econômicas e políticas são como as bombas que os EUA jogam sobre os países e povos que não se submetem a eles. Com o fim da diplomacia, a lei do mais forte e que tem poder de matar é a única regra no mundo. Imaginem o que é sofrer sanções que bloqueiam a vida de um país como Cuba enfrenta há 63 anos...

O Brasil governado pelo Partido dos Trabalhadores tenta resistir ao ataque covarde e fora da lei perpetrado pelos Estados Unidos. A luta é desigual porque dificilmente algum país importante como o nosso tenha uma quantidade tão grande de traidores da pátria, de gente quinta-coluna, como o clã Bolsonaro e seus seguidores lunáticos.

Se eu estivesse na política, estaria fazendo o que fiz por mais de duas décadas, estaria estudando os cenários e as possibilidades, pensando objetivos de curto, médio e longo prazo e estratégias e táticas para chegar aos objetivos. Mas isso é passado. Seguirei me esforçando por não dizer o que penso sobre o nosso governo, o partido, o movimento sindical e o que vejo ao meu redor no campo da esquerda.

O que sei é que o presidente Lula está fazendo o possível e o impossível para defender o Brasil e o povo brasileiro dos ataques covardes dos Estados Unidos e da extrema-direita lixo do nosso país. Lógico que Lula está fazendo do jeito dele, como conhecemos há seis décadas. Lula não é e nunca foi um revolucionário, sempre foi um conciliador. Estudei isso por duas décadas como sindicalista cutista e compreendo o presidente e o PT, por mais que discorde de algumas coisas.

Obrigado por tanta dedicação e esforço por nós, presidente Lula!

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Heber fala em audiência sobre
o IFSP, unidade Osasco

LUNA ZARATTINI E O COLETIVO JUNTOZ: INSPIRAÇÃO E ESPERANÇA

O que tenho acompanhado minimamente na política partidária é a atuação das juventudes do Partido dos Trabalhadores que estão dando o melhor de si para renovar e revigorar a forma de fazer política do partido junto às bases sociais.

Em Osasco, Heber, Gabi e Matheus, do Coletivo JuntOz, estão atuando de forma extraordinária nesses 7 meses de trabalho no mandato parlamentar na Câmara Municipal de Osasco. Dá um orgulho danado ver a inteligência deles, o preparo e a atitude diária na busca de avanços para o povo da cidade.

Temos 1 (uma) cadeira em 21 cadeiras da Câmara, mas o trabalho deles em benefício do povo é como se eles fossem muitos mandatos, eles são muito bons. 

Ontem estive na 2ª audiência pública na Câmara para tratar do Instituto Federal em Osasco (IFSP). Todos os avanços nessa questão têm participação decisiva do Coletivo JuntOz.

Luna informa paulistanos
sobre medidas de Trump

E a nossa querida Luna Zarattini, vereadora mais votada do Partido dos Trabalhadores em São Paulo e no país, segue incansável nas diversas frentes de luta para as quais o partido destacou a companheira para liderar.

Luna, Heber, Gabi e Matheus, assim como outras lideranças do partido que admiro e respeito, são inspiração e esperança na política como meio de transformar a vida das pessoas que mais precisam, o povo pobre e trabalhador.

William Mendes

(21h)