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24.8.17

Agenda Cassi MS - Fortalecendo os sistemas de autogestão em saúde dos trabalhadores



Reunião com lideranças sindicais dos bancários
de Mato Grosso do Sul. O momento é de fortalecer
a luta da classe trabalhadora brasileira.

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Estamos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, para uma agenda de trabalho de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.

Nesta quarta-feira 23, tivemos agendas muito positivas para o fortalecimento do sistema de serviços de saúde da Cassi e das autogestões em saúde.


VISITA AO SINDICADO DOS BANCÁRIOS

No início da noite, estivemos reunidos com os representantes dos trabalhadores bancários do Mato Grosso do Sul - Sindicado de Campo Grande e região e Sindicato de Dourados e região. Foi um momento muito importante de compartilhamento de informações em prol da saúde dos trabalhadores, falamos do modelo assistencial de Atenção Integral, da Estratégia Saúde da Família (ESF), da Atenção Primária em Saúde (APS), dos programas de saúde da Cassi, do funcionamento das autogestões, dentre outras questões e dúvidas que foram suscitadas na reunião.

Nos colocamos à disposição dos sindicados e dos representantes dos bancários e associados da Cassi, prestamos contas do nosso mandato e apresentamos o nosso apoio a todas as lutas que as entidades sindicais vêm empreendendo para combater os ataques nefastos que os golpistas estão aplicando à classe trabalhadora semanalmente desde que o golpe de Estado foi perpetrado.



Trabalhadores da Cassi Mato Grosso do Sul.

REUNIÃO DE GESTÃO COM OS FUNCIONÁRIOS DA CASSI MS

Antes, pela manhã, havíamos nos reunimos com os funcionários da Unidade Cassi MS e CliniCassi Campo Grande. Os trabalhadores da Cassi são verdadeiros patrimônios da comunidade Banco do Brasil, pois dedicam suas vidas ao cuidado de mais de um milhão de usuários, sendo cerca de 700 mil associados e participantes dos planos de saúde dos funcionários e familiares, e mais 300 mil pessoas dos planos de reciprocidade de outras operadoras de autogestão.

Na reunião, demos informações aos funcionários sobre a gestão da Cassi e sobre o setor saúde, tiramos dúvidas e ouvimos sugestões diversas.



Livro conta a história da Cassems.

VISITA A AUTOGESTÃO CASSEMS

Cumprimos uma agenda importante ainda na manhã desta quarta-feira. Estivemos na Caixa de Assistência dos Servidores do Estado do Mato Grosso do Sul, a Cassems. Eu já havia estado na inauguração do Hospital Cassems de Campo Grande em 2016 e desta vez pudemos conversar com o presidente da entidade, o Dr. Ricardo Ayache, para o qual agradeço a recepção.

A Cassems e a Cassi são entidades de autogestão em saúde as quais a origem e existência se devem ao espírito empreendedor e de realização da classe trabalhadora, e têm muito a compartilhar em experiências e parcerias. Além do Convênio de Reciprocidade entre ambas, os participantes da Cassi em Campo Grande passam a contar a partir de agosto com o atendimento do Hospital Cassems na Capital como novo credenciado de nossa autogestão.

Como gestor eleito da Cassi, tenho defendido a tese de que a Cassi deve avaliar ampliar a sua verticalização em estruturas próprias de saúde. Já temos estrutura de Atenção Primária, mas entendo que o contexto e as tendências do setor de saúde suplementar nos abrem a perspectiva de construir e adquirir estrutura de saúde em segundo e terceiro nível de atendimento, além de clínicas especializadas, de diagnose e imagem. A Cassems apostou no modelo e vem dando muito certo tanto na entrega de serviços de qualidade, quanto na sustentabilidade de seu sistema.

Agradeço ao Ricardo Ayache o livro sobre a história da Cassems. Vou ler com atenção e aproveitar em minhas reflexões os novos conhecimentos a partir da experiência exitosa dos servidores públicos do Mato Grosso do Sul.


VISITA À SUPERINTENDÊNCIA DO BB MS

Na parte da tarde, visitamos a Super MS para reforçar as parcerias em saúde e os convênios que a Cassi e o BB já têm. Em 2016, estivemos em todas as capitais dos estados estreitando parcerias em defesa da saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil e melhorando os canais de comunicação sobre a Cassi, o nosso modelo de saúde, nossos programas e atuando para que a população BB utilize prioritariamente a estrutura de saúde de nossas CliniCassi, pois é melhor para os participantes e para os recursos da nossa Caixa de Assistência.





Nesta quinta-feira 24 teremos a VII Conferência de Saúde da Cassi e do Conselho de Usuários do Mato Grosso do Sul.

Um abraço a tod@s os nossos pares da classe trabalhadora.

William Mendes 
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: a respeito do PAF

Vi ontem à noite, quando entrei rapidamente na rede social Facebook, uma postagem em um dos grupos da comunidade BB que apresentava dúvidas quanto ao funcionamento do Programa de Assistência Farmacêutica da Cassi, o PAF. Ao longo desses 3 anos de gestão na área da saúde da Cassi, eu já expliquei centenas de vezes como o programa funciona, já estive dezenas de vezes em Conselhos de Usuários abordando o tema, já fiz boletim a respeito, já fiz matérias neste Blog e não vejo problema algum em tirar dúvidas, ouvir críticas e sugestões ou coisas do gênero.

Mas acho de uma tristeza profunda alguns membros da comunidade levantarem suspeição sobre o programa que é central no modelo de saúde da Cassi, porque Atenção Primária subentende-se promoção e prevenção, identificação de doenças crônicas na população assistida, cuidado imediato ao identificar os casos crônicos para estabilizar os pacientes e manter qualidade de vida e evitar agravos (com custos muito maiores de atenção). O fornecimento de medicamentos tem esse objetivo.

O programa já foi auditado na Cassi, os recursos investidos nesse programa de saúde da Cassi, que auxilia mais de 50 mil crônicos, estão variando menos que a inflação oficial dos últimos 5 anos e ele é solidário, não olha só o indivíduo que se encontra nas capitais e tem facilidade de adquirir medicamentos com promoções diversas da indústria farmacêutica. Ele atende ao conjunto de doentes crônicos de cada base, de forma solidária, com medicamentos entregues na casa dos pacientes na capital e nos interiores, com o custo de entrega arcado pelo operador logístico, e a Cassi e os associados ganham na escala.

Precisamos defender mais a Cassi e tudo que ela tem de melhor e a mais em relação aos direitos básicos em saúde e na comparação com qualquer outro tipo de plano de saúde.

Pessoal, a Cassi está sempre à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas de seus associados, mas parem de mal-dizer da nossa Caixa de Assistência. A Cassi não merece isso!

24.4.15

Agenda de gestão e luta pela Cassi no Mato Grosso do Sul



Olá companheir@s, amig@s e colegas bancários,

Seguimos firmes na luta em defesa de nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.

Conforme nos comprometemos com tod@s vocês semanas atrás, estamos em Campo Grande (MS) para iniciarmos as Conferências de Saúde da Cassi em 2015. Neste semestre serão seis conferências e após esta sexta-feira 24, teremos também nossas conferências em DF, PE, RN, MG e ES.

Inicio esta postagem agradecendo muito o apoio logístico e financeiro por parte de nossas entidades representativas do funcionalismo. A Anabb e o Sindicato dos Bancários de Campo Grande e região foram parceiros fundamentais para a realização da conferência. Faremos todas as conferências buscando a parceria com as entidades. Essa solidariedade é motivadora e aumenta o conceito de Pertencimento que temos nas causas do funcionalismo do BB.

Em todos os eventos de saúde vamos debater um tema de extrema importância para a Cassi - a Sustentabilidade. 

Além de estarmos todos nós - gestores eleitos, associados e seus dependentes e entidades representativas -, buscando negociações com o patrocinador Banco do Brasil, o momento é de dar informações por parte daqueles que representam o patrocinador Corpo Social, pois o Banco já está apresentando suas visões sobre o tema através de seus veículos de comunicação interna para mais de 100 mil funcionários da ativa.

Os representantes do Corpo Social analisaram a Cassi da última década, o sistema de saúde em geral e suplementar, as ordens dadas nos estatutos e suas reformas, normas internas e modelo de sistema de saúde definido e apresentaram propostas para estender o modelo de Atenção Integral à Saúde ao conjunto dos participantes. O modelo é preconizado na Caixa de Assistência desde os anos 90 e foi ratificado em momentos decisivos da entidade de saúde - 1996, 2001 e 2007.

A síntese das propostas dos eleitos estão nos seus boletins mensais, como o Prestando Contas Cassi nº 10, publicado em abril e disponível para leitura e distribuição por parte das entidades representativas e as lideranças dos associados e participantes.

Leia aqui o Boletim nº 10.

Fico feliz por podermos realizar as Conferências, renovar os Conselhos de Usuários da Cassi e fortalecer a participação social em nossa Caixa de Assistência.

Vamos que vamos, a semana de trabalho na Sede em Brasília foi longa, com dezenas de horas de trabalho interno, mas é hora de retomar o contato com a base social e mobilizar tod@s, ativa e aposentados, nas causas dos direitos de saúde conquistados em décadas de luta do funcionalismo do BB.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Post Scriptum (28/4/15):

As despesas desta agenda foram custeadas pelas entidades representativas e por mim. (voo TAM JJ3623 Cpo Gde/Guarulhos 24/4 18h32)

17.4.15

Opinião - Conferências de Saúde debatem soluções para a Cassi



A Cassi é a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. É uma entidade de saúde dos trabalhadores e não visa lucro. É gerida no modelo de autogestão, compartilhada entre os patrocinadores Banco do Brasil e Corpo Social. O Banco indica a metade da governança e o Corpo Social elege a outra metade. A Cassi opera dois modelos de planos de saúde: o Plano de Associados, dos funcionários da ativa, aposentados, pensionistas e seus dependentes, e os planos Cassi Família para familiares dos funcionários com relação de parentesco até 3º grau.

De acordo com o Artigo 1º do Estatuto Social da entidade, que trata da instituição, seus fins e objetivos, a Cassi "é uma associação, sem fins lucrativos, voltada para a assistência social na modalidade de autogestão". Uma das características fundamentais dessa entidade associativa de saúde é a participação social porque o Corpo Social é o órgão máximo de deliberação da Caixa de Assistência.

A participação social é preconizada na Cassi em seu estatuto, no Artigo 51, inciso XV, que determina ser responsabilidade da Diretoria Executiva "estimular a instalação e apoiar os Conselhos de Usuários em suas atividades junto às dependências regionais". O Regimento Interno da Cassi aponta a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento como área responsável pelas atividades dos Conselhos de Usuários.


IMPORTÂNCIA DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS E DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Os Conselhos de Usuários da Cassi são instâncias consultivas de âmbito estadual, com sede na capital de todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal onde a Caixa de Assistência atua.

As Conferências Estaduais de Saúde da Cassi são fóruns bienais realizados para discutir temas de saúde de interesse da população Cassi e eleger/empossar os novos representantes dos Conselhos de Usuários. Neste ano serão 17 Conferências de Saúde, estando previstas para o primeiro semestre as de MS, DF, PE, RN, MG e ES, além das Pré-Conferências de MG.

As Conferências estavam sob risco de não acontecer porque não houve consenso na governança da Cassi na liberação dos recursos para efetivá-las, fruto da situação atual de orçamento contingenciado em face do déficit da entidade previsto para 2015.

Os representantes eleitos pelo Corpo Social são defensores da participação social, ainda mais neste momento por que passa a Caixa de Assistência, que busca formas para encontrar o equilíbrio financeiro e a sustentabilidade do Plano de Associados. 


VI CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MATO GROSSO DO SUL ABORDA SUSTENTABILIDADE

Na próxima sexta-feira 24 de abril a Cassi inicia as Conferências de Saúde 2015 para debater a questão da sustentabilidade e renovar os Conselhos de Usuários em todo o país.

A Conferência de Saúde do Mato Grosso do Sul ocorrerá no auditório da Gepes local a partir das 8 horas da manhã e é importante a participação massiva do funcionalismo da ativa e aposentados e das entidades representativas para fortalecer a participação social nos debates pela busca de soluções nas negociações que deverão ocorrer nas próximas semanas entre os dois patrocinadores da Cassi - o Banco do Brasil e o Corpo Social.

Para isso, é importante que estejam presentes os delegados sindicais, ECOAs, gestores, representantes do SESMT e das CIPAS além das representações de todas as entidades do funcionalismo local.


CONFERÊNCIAS DE SAÚDE CONTAM COM APOIO FINANCEIRO E LOGÍSTICO DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS

A Conferência de Saúde do MS conta com o apoio financeiro e logístico da ANABB e do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, para os quais os representantes do Corpo Social deixam um agradecimento especial pelo apoio e pela aposta no fortalecimento das instâncias de participação social.

As demais conferências deste semestre também contarão com o apoio tanto da ANABB quanto dos sindicatos e entidades associativas que tiverem interesse.


Calendário das Conferências do 1º semestre 2015

Brasília (DF): dia 13 de maio

Natal (RN): dia 20 de maio

Recife (PE): dia 21 de maio

Belo Horizonte (MG): dia 11 de junho

Vitória (ES): dia 12 de junho


O momento é de fortalecer a participação social da comunidade do funcionalismo do Banco do Brasil na busca de soluções para encontrar a melhor forma de reequilibrar as contas da Cassi e ampliar os direitos em saúde através da extensão do direito ao modelo já preconizado na entidade de Atenção Integral à Saúde para o conjunto de associados e assistidos, o que equivale a mais de 700 mil vidas.



Post Scriptum (4/10/16): matéria relida e atualizada.

5.4.14

Chapa 1 - Todos pela Cassi (em Campo Grande MS)



Companheira Vera, grande referência pra todos nós.
Hoje no Congresso da Fetec Centro Norte.

Fechei a semana de trabalho e de campanha da Cassi.

Estive hoje em Campo Grande (MS), no congresso da Fetec Centro Norte. Conversei com @s companheir@s de nossos sindicatos sobre a eleição da Cassi que começa na próxima quarta dia 9.

Sou um admirador do trabalho sindical de nossas entidades sindicais CUTistas da Federação Centro Norte. Revi grandes companheir@s e amig@s. Forte abraço a tod@s!


Durante a semana conversei com muitos bancários e bancárias sobre nossas propostas para a Cassi.

Também encaminhei várias questões relativas ao Banco do Brasil. Tivemos duas mesas com o Banco na terça e quarta-feira em Brasília. Uma sobre o SAC BB e outra sobre a CABB.

É isso!

Vamos descansar um pouco no domingo...

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Post Scriptum (04/10/16):



Resultado das eleições 2014 no Mato Grosso do Sul:



Eleitores (Brasil): Ativos = 102.209 / Aposentados = 68.590

Eleitores que votaram: Ativos = 80.268 / Aposentados = 25.374

Exterior: Ativos = 63 / Aposentados = 0




Eleitores MS: Ativos = 1.425 / Aposentados = 880 (2.305)

Eleitores votaram MS = 1.171 (82,2%) / 355 (40,3%)

Total votos MS = 1.526 / válidos: 1.251 (82,0%)


Chapa 1 Todos pela Cassi =     461 / 095 =   556 / 44,44%

Chapa 2 Maturidade          =    256 / 072 =    328 / 26,22%

Chapa 3 Uma Nova Cassi  =    138 / 093 =    231 / 18,46%

Chapa 4 Renovação          =     070 / 066 =   136 /  10,88%

Votos Brancos                   =     111 / 015 =   126

Votos Nulos                       =     135 / 014 =   149

Total Votos apurados MS   = 1.171 / 355 = 1.526

21.11.11

Bancários de Campo Grande (MS) filiam-se à Fetec-CN para fortalecer a luta



Os bancários de Campo Grande e Região (MS) decidiram em assembleia na noite do último dia 17, com apenas dois votos contrários, mudar de federação, abandonando a Feeb-SP/MS e filiando-se à Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro-Oeste e Norte (Fetec/CN-CUT), entidade à qual também estão filiados o Sindicato de Brasília e o Sintraf-Ride.

“A mudança de representação federativa faz parte da estratégia dos bancários de Campo Grande de avançar sua atuação política e sindical, participando ainda mais das lutas nacionais e fortalecendo a unidade da categoria em nível regional e nacional”, explicou a presidente do Sindicato, Iaci Azamor Torres.

“Estamos deixando uma estrutura e um modelo de luta sindical ultrapassados e implementando um ritmo mais acelerado nas lutas, caminhando em outra direção para tirar o sindicato do comodismo, do isolamento político e sindical, que só interessavam aos patrões e às forças conservadoras”, acrescentou a dirigente sindical.

Ao aprovar a migração para a Fetec/CN-CUT, os bancários de Campo Grande optaram por ligar-se a uma federação mais combativa e alinhada aos interesses dos bancários. “É a maneira mais coerente da diretoria de fazer a defesa intransigente dos interesses da categoria, especialmente na organização das lutas, e empenhando-se no combate aos problemas que afligem os trabalhadores do segmento”, argumentou Edvaldo Barros, secretário-geral do Sindicato.

A diretoria defendeu a filiação do Sindicato à Fetec/CN-CUT porque já há uma aproximação com a federação e uma afinidade de propostas e porque já tem recebido total apoio da entidade nas lutas, na inserção e organização dos movimentos, na formação de dirigentes sindicais, no debate sindical e político.

A busca por uma federação mais forte e representativa se deu à medida que foi sendo constatando que os problemas mais aflitivos não são solucionados apenas em nível regional, por mais que reforçasse a organização por local de trabalho. O enfrentamento, portanto, só poderia se dar, segundo os dirigentes, com a união e a organização de todos os bancários em lutas e campanhas unificadas em todo o país, para aumentar a força e poder de pressão por respeito aos direitos e por novas conquistas.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rodrigo Britto, participa da inauguração da Pousada do Bancário, novo espaço do Sindicato de Campo Grande destinado ao trabalhador em trânsito pela cidade

Com a aprovação pela mudança de federação, o Sindicato passa a participar de todas as representações superiores filiadas à CUT, a maior central sindical do país, que abriga cerca de 3.700 sindicatos. Além da CUT estadual e nacional, o Sindicato de Campo Grande já era filiado à Contraf-CUT, que reúne oito federações e 103 sindicatos, representando mais de 90% dos 480 mil bancários, além de coordenar o Comando Nacional nas campanhas salariais da categoria.

Inúmeros dirigentes bancários da CUT, da Fetec/CN e dos sindicatos da região Centro-Oeste e Norte, especialmente os de Brasília, estiveram em Campo Grande acompanhando a assembleia. A adesão de mais um sindicato do Mato Grosso do Sul foi recebida com muita satisfação pelos sindicalistas. Veja como foi a repercussão e a avaliação sobre essa nova filiação:

“A filiação do Sindicato de Campo Grande à Fetec/CNCUT é uma decisão coerente com a atuação da diretoria da entidade, que já está ligada à CUT e à Contraf-CUT. É o elo que faltava na consolidação do seu trabalho, que respeita os princípios de unidade e solidariedade dos trabalhadores, de democracia, liberdade e autonomia sindicais.”

Jacy Afonso,
secretário de Organização da CUT Nacional

“Nós entendemos que o Sindicato dos Bancários de Campo Grande virá compor a Fetec/CN para unir forças e fortalecer ainda mais o movimento bancário. A atuação democrática da nossa Federação é reconhecida nesse momento com a filiação de mais este sindicato. Atualmente a Federação conta com 11 sindicatos e está presente em oito estados das regiões Centro-Oeste e Norte, o que mostra a representatividade e força da entidade.”

José Avelino,
presidente da Fetec/CN-CUT

“A consolidação da nova fase do Sindicato de Campo Grande como agente formulador e atuante no movimento sindical do ramo financeiro nacional passa por sua filiação à Fetec/CN-CUT, fortalecendo e fazendo parte da unidade nacional da categoria bancária."

Rodrigo Britto,
presidente do Sindicato de Brasília e diretor da CUT-DF

“Considerando o aspecto geográfico e a proximidade de Campo Grande à região central, entendemos que essa é uma oportunidade para fazer crescer ainda mais a base sindical da Fetec/CN. A mudança não traz prejuízos para a Federação de SP e MS (Feeb SP-MS), que já conta com um número expressivo em sua base essencialmente localizada no interior do Estado e está distante de Campo Grande. Além disso, a participação do Sindicato dos Bancários de Campo Grande na Fetec/CN certamente será maior do que era na Feeb SP-MS.”

Eduardo Araújo,
Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e diretor do Sindicato de Brasília

“Quem sabe faz a hora não espera acontecer. Os bancários de Campo Grande já demonstraram nas urnas sua vontade de lutar e mudar elegendo a nova diretoria. E com a vinda para Fetec/CN-CUT darão mais um passo para avançar e consolidar o fortalecimento da categoria. Assim, os bancários de Campo Grande se inserem ainda mais, com a cara e a coragem próprias do trabalhador e com sentimento de classe, nas lutas e na organização nacional da categoria.”

Matuzalém Albuquerque,
secretário de Relações Sindicais da Fetec/CN-CUT

“O Sindicato de Campo Grande e Região tem representatividade e porte expressivos na categoria. A entidade que já faz parte do Comando Nacional dos Bancários só vem reforçar a unidade dos trabalhadores estando junto com outros sindicatos cutistas da região na Fetec–CN.”

Clever Bomfim,
Presidente do Sintraf-Ride

Fonte: Seeb DF - Da Redação

11.10.11

Comando quer audiência com Dilma e Murilo Portugal sobre impasse da greve que já atingiu 9.165 agências no País

Dia do vermelho em São Paulo. Foto do Seeb SP.
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), decidiu orientar os sindicatos de todo o país a fortalecer e ampliar ainda mais a greve nacional da categoria, durante reunião ocorrida nesta terça-feira (11), em São Paulo. A paralisação, que completa 15 dias e é a maior dos últimos 20 anos, já ultrapassou o total de 9 mil agências e vários centros administrativos fechados de bancos públicos e privados em todo o país.

A Contraf-CUT solicitará audiência com a presidenta Dilma Rousseff para cobrar empenho do governo federal na construção de uma solução para a greve. Outra solicitação de audiência será encaminhada ao presidente da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Murilo Portugal. "Vamos cobrar a retomada imediata das negociações com a apresentação de uma proposta decente para a categoria", afirma o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro.

"Os bancos públicos federais fazem parte da Fenaban e podem assumir um papel fundamental para construir uma proposta decente, que atenda às reivindicações dos bancários", ressalta Carlos Cordeiro. "O governo federal precisa estar ao lado dos trabalhadores e da sociedade brasileira e cobrar dos bancos uma solução para a greve que fortaleça a política de distribuição de renda e de redução das desigualdades sociais que iniciou no governo Lula", enfatiza. Cordeiro afirma que os bancários também querem discutir com Dilma o papel dos bancos no Brasil e propor a realização de uma Conferência Nacional sobre o Sistema Financeiro.

"Os bancos brasileiros são os que mais lucram na América Latina, mas pagam um piso salarial menor do que o recebido por argentinos e uruguaios, porém pagam bônus muito maiores para seus altos executivos", afirma Cordeiro, lembrando pesquisa do Dieese e da Contraf-CUT. O salário de ingresso nos bancos no Brasil em agosto de 2010 era equivalente a US$ 735, mais baixo que o dos uruguaios (US$ 1.039) e quase metade do recebido pelos argentinos (US$ 1.432).

"Um país em que os altos executivos dos bancos chegam a ganhar 400 vezes mais que o piso salarial da categoria não pode ser chamado de justo", sustenta o dirigente sindical. "Além disso, os bancos utilizam a alta rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, muito maior que em outros países, para reduzir a massa salarial dos bancários", denuncia.

A Contraf-CUT remeterá também cartas aos presidentes dos seis maiores bancos do país e que participam da mesa de negociações da Fenaban (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal), além do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia, cobrando a responsabilidade de cada instituição na retomada do diálogo para construir uma proposta para as questões gerais dos bancários, bem como para as mesas específicas.

Protestos nesta sexta contra a ganância dos bancos

O Comando Nacional definiu ainda a realização, nesta sexta-feira (14), de protestos em todo país contra a ganância dos bancos, por emprego decente e por um sistema financeiro cidadão. Os sindicatos irão organizar manifestações, com a participação de movimentos sociais, denunciando a falta de responsabilidade social dos bancos, que acumulam lucros estrondosos, mas não garantem contrapartidas aos trabalhadores e à sociedade brasileira.

"O papel do sistema financeiro é oferecer crédito barato e acessível para financiar o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, não é isso que acontece no Brasil. Basta ver que o spread bancário aumentou novamente após a queda da taxa Selic, atingindo o maior nível desde 2009", aponta Carlos Cordeiro. "Convidamos todas as entidades da sociedade civil organizada a participar dos protestos, cobrando a contribuição dos bancos no processo de desenvolvimento com distribuição de renda", completa.

Fonte: Contraf-CUT

19.3.11

Eleições bancárias em Campo Grande: ganhamos!



GANHAMOS! Os bancários de Campo Grande (MS) escolheram a CHAPA 2 - UNIDADE BANCÁRIA, apoiada pela CUT, para liderar as lutas na região.

Parabéns bancárias e bancários de Campo Grande e região pela escolha da CHAPA 2 - UNIDADE BANCÁRIA, para presidir o Sindicato no próximo período.


A chapa é liderada pela bancária do Banco do Brasil Iaci, apoiada pela Contraf-CUT e a grande maioria de sindicatos de bancários do país.

A apuração foi finalizada na madrugada de sexta para sábado.

Disputaram a eleição duas chapas:

Chapa 1 – UGT com apoio da FEEB SP/MS e CONTEC – Liderou a Chapa 1 o atual presidente Clementino do Bradesco.

Chapa 2 - ARTBAN CUT e independentes – Venceu com a liderança da candidata Iaci do BB. Ela é a atual secretária geral da entidade.


As últimas pesquisas feitas na base nesta semana apontavam empate técnico entre as duas chapas, com ligeira vantagem para os CUTISTAS.

FOI FUNDAMENTAL NESSA VITÓRIA o apoio de diversos sindicatos de bancários do país e outras categorias CUTISTAS solidárias com a importância de dar uma chance aos bancários da região de acabarem com o isolamento sofrido durante décadas em relação aos fóruns de construção e deliberação da luta dos bancários do país.

A DIFERENÇA ENTRE AS CHAPAS FOI DECIDIDA NA UNIDADE E SOLIDARIEDADE CLASSISTA DA CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES.

Foi muito bonito ver aquela solidariedade toda dizendo aos bancários que o dia a dia do Sindicato pode ser diferente do que foi nas últimas décadas.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!!!

William Mendes
Secretário de formação da Contraf-CUT

17.3.11

Por onde ando... (Mato Grosso do Sul)



Retornei agora há pouco de Campo Grande - MS (não dormi esta noite). Temos boas chances de trazer os bancários da região para o campo CUTista.

É impressionante o quanto os bancários de lá não têm o hábito de receber o sindicato nos locais de trabalho. Explicamos coisas básicas sobre os bancos que muitos lá nunca ouviram falar.

Tenho compromisso agora pela manhã e à tarde estarei fora de ação.

Post Scriptum:

COMENTÁRIO:

(14h) pois é... ia descansar um pouco...

IMAGINE SE EU NÃO ESTOU NA CONTRAF-CUT RESOLVENDO PROBLEMAS DA EDIÇÃO DA REVISTA "O ESPELHO"...

É tomar café e ficar acordado até acabar de resolver os problemas...

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Fim! Quase seis horas. Corrigidos os problemas da edição da revista O Espelho. Fui.

14.3.11

Semana de 14 a 18 de março (Eleições em Campo Grande - MS)



SEGUNDA-FEIRA

Dia de preparação e edição final da revista O Espelho março/2011.


TERÇA-FEIRA

Em Campo Grande - MS

Apresentando as propostas CUTistas aos bancários da região.


QUARTA-FEIRA

Em Campo Grande - MS

Apresentando as propostas CUTistas aos bancários da região.


QUINTA-FEIRA

Volto de Mato Grosso do Sul só pela manhã. Provavelmente não vou trabalhar. (mentira, trabalhei até 18h)


SEXTA-FEIRA

Em São Paulo. Na Contraf-CUT na parte da tarde.