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15.4.13

Avante Venezuela! Vitória do projeto Bolivariano com Maduro


Maduro vence e mantém vivo o projeto de Hugo Chávez

Foi uma vitória apertada. No pleito presidencial deste domingo (14), Nicolás Maduro, o candidato da Revolução Bolivariana, venceu o direitista Henrique Capriles por 50,66% a 49,07%. A diferença é de cerca de 200 mil votos. O comparecimento às urnas foi de 78,71%.

Caracas - “Com a morte de Hugo Chávez, acharam que era o fim da história. Temos um triunfo legal, Constitucional, popular. São mais de 200 mil votos de diferença. Se tivesse perdido por um voto estaria aqui para assumir minha responsabilidade e entregar o cargo. Mas estou aqui para assumir a vontade do povo”, disse Maduro em seu discurso de vitória.

O presidente eleito pediu respeito, tolerância e disse que ele mesmo faz questão de que haja uma auditoria para que não sobre dúvidas sobre este processo eleitoral. O CNE anunciou que será realizada uma auditoria cidadã. Desta forma, a orientação é os comandos de campanha solicitem a auditoria de 100% dos comprovantes de votação.

O órgão eleitoral também sugeriu que os acompanhantes internacionais estendam sua estadia no país para acompanhar este novo processo.

Chávez invicto
“Não voltarão. Não voltarão. Não voltarão. Não voltarão”, bradaram as pessoas presentes no Balcão do Povo no Palácio de Miraflores, em referência à burguesia que dominou o país durante toda a Quarta República.

“Chávez segue invicto. E seu filho será presidente da República e vai mostrar do que é capaz, vai construir uma pátria de amor, de paz, de prosperidade", vaticinou Maduro.

*http://comunicasul.blogspot.com.br/

Fotos: ComunicaSul 

5.3.13

Com morte de Chávez, mundo perde grande líder comprometido com o povo


Imagem: Prensa Latina e Ag. Ven. Notícias

É com lágrimas nos olhos que registro aqui o falecimento do grande líder latino-americano Hugo Chávez. Estou muito triste e deprimido. A luta da esquerda carece de pessoas apaixonadas por mudanças reais contra o capitalismo. Comandante, obrigado pela inspiração!


Com grande pesar, a Central Única dos Trabalhadores lamenta a morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que faleceu nesta terça-feira (5), aos 58 anos, vítima de complicações causadas por um câncer na região pélvica.

Da mesma forma que lutou para ver sua pátria livre de governos saqueadores, que a destinavam a uma realidade de elites enriquecidas pelo petróleo e uma população majoritariamente miserável, o comandante Chávez enfrentou a doença para continuar a liderar seu povo.

Seu legado e o recado de que é possível acreditar num mundo justo e igualitário permanecem. Certamente, a América Latina que queremos, socialista, solidária, integrada, não avançaria como avançou nos últimos anos não fosse a contribuição do homem que sempre teve como referência Simón Bolívar, responsável por expulsar os espanhóis da Venezuela.

Em seu governo, Chávez demonstrou que é possível crescer combatendo a miséria e privilegiando o povo: os venezuelanos abaixo da linha da pobreza eram quase metade da população e passaram para 27,8% durante seu governo. A taxa de mortalidade infantil diminuiu de 27 por mil para 14 por mil. O acesso à água potável subiu de 80% a 92% da população e o consumo de alimentos cresceu 170%.

A taxa de escolaridade cresceu de 40% para 60% e, de acordo com a Unesco, o país também ficou livre do analfabetismo.

Como em qualquer revolução, o comandante bolivariano colecionou desafetos conservadores, especialmente a velha mídia, inclusive brasileira, que sempre o considerava um ditador. Os meios de comunicação não citavam, contudo, que Chávez participou de 14 eleições e referendos, saindo vencedor em todas elas.

A última, em outubro de 2012, com 54,42% dos votos. Mas, dessa vez, o líder bolivariano sequer pode ascender ao cargo que ocupava desde 1999 e assumiria pela terceira vez.

A morte de Hugo Chávez nos deixa mais carentes de líderes que sonham e praticam o que pregam. Acreditamos, porém, que sua jornada inspirará muitos outros sonhadores.

Obrigado, comandante!

"Por Cristo, o maior socialista da história, por todos os feridos, por todo o amor, por todas as esperanças que serão realizadas por essa maravilhosa Constituição, mesmo que custe minha vida. Pátria, socialismo ou morte!"

(Chávez, ao iniciar novo mandato presidencial, em 2007)


Direção Executiva da CUT

Fonte: CUT

18.2.13

Por onde ando... Agenda sindical: questões bb e org. campanha 2013



Nesta segunda 18 estive na Contraf-CUT tratando de questões do bb e depois participei de reunião de meu campo político no Sindicato. Saí umas 20h do SEEB.

Nesta terça tenho agenda na Contraf-CUT desde cedo.

Na quarta estarei em São Paulo também. Faremos o dia nacional de luta no bb.

Quinta tenho agenda na Contraf-CUT.

E sexta 22 tenho reunião do Comando Nacional dos Bancários.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

VIVA CHÁVEZ E O POVO VENEZUELANO!

PARABÉNS RAFAEL CORREA E O POVO EQUATORIANO!


VIVA NOSSA AMÉRICA QUERIDA!!!

17.12.12

Fidel Castro fala a Nicolás Maduro sobre Hugo Chávez


Fidel: El nombre de Hugo Chávez se admira y respeta en el mundo

16 DICIEMBRE 2012


Carta del Comandante en Jefe Fidel Castro Ruz a Nicolás Maduro, leída en el acto conmemorativo por 8vo Aniversario del ALBA.

Querido Nicolás Maduro:

Con motivo de los aniversarios que ustedes celebran hoy deseo expresarte lo siguiente:

La ausencia del Presidente electo por más de 8 millones de venezolanos nos conmueve a todos.

Conocí a Hugo Chávez hace exactamente 18 años. Alguien lo invitó a Cuba y él aceptó la invitación. Me contó que tenía la idea de solicitar una entrevista conmigo. Lejos estaba de imaginarme que aquellos militares tildados de golpistas por las agencias cablegráficas, que con tanta discreción durante años sembraron sus ideas, era un grupo selecto de revolucionarios bolivarianos. Esperé a Chávez en el aeropuerto, lo conduje al lugar de su hospedaje y conversé con él durante horas, intercambiando ideas.

El día siguiente, en el Aula Magna de la Universidad de la Habana, cada cual expresó sus ideas.

Nuestras concepciones difieren en aspectos que son ajenos a las ideas y principios políticos y de los cuales ni siquiera hablamos.

Nuestra cooperación médica con Venezuela comenzó a raíz de la tragedia de Vargas, en la que miles de personas murieron como consecuencias del abandono y la imprevisión en que vivía la población más pobre de ese Estado.

Venezuela, por su parte, ha sido especialmente solidaria con los pueblos del Caribe, Centroamérica y Suramérica.

Desarrolló fuertes vínculos con Bolivia, Ecuador, Brasil, Uruguay, Argentina y otros. Ha cultivado relaciones con Rusia, Belarús, Ucrania y otras repúblicas de la antigua URSS. No olvida a Palestina ni a Libia. Presta especial atención a sus vínculos económicos y a las relaciones políticas con China.

Es solidario con los pueblos de África. Practica una política de paz con todos los países. El nombre de Hugo Chávez se admira y respeta en el mundo entero, todos e incluso muchos de los adversarios le desean un pronto restablecimiento.

Los médicos luchan con optimismo por este objetivo. Como se conoce, todos los revolucionarios cubanos somos martianos y bolivarianos. Tengo la seguridad de que ustedes con él, y aún por dolorosa que fuese la ausencia de él, serían capaces de continuar su obra.

¡Viva Hugo Chávez!

Hasta la victoria siempre,

Fidel Castro Ruz

Diciembre 15 del año 2012.

Fidel Castro Ruz

Diciembre 15 de 2012


FONTE: CUBADEBATE

15.10.12

Agenda sindical... Manifestação contra mídia golpista



Hoje estive na atividade contra aquela corja latino-americana dos magnatas da comunicação comercial golpista.

Depois, segui para a Contraf-CUT. Nesta semana estamos finalizando as inscrições para a 7ª turma do curso de formação SINDICATO, SOCIEDADE E SISTEMA FINANCEIRO promovido para dirigentes sindicais bancários e assessores dos sindicatos.
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PELA VERDADEIRA LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

Crédito: Roberto Parizotti - CUT

Para movimentos sociais, monopólio da mídia sufoca liberdade de expressão

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), a "honorável sociedade mafiosa" que congrega os donos dos grandes conglomerados de comunicação do continente, foi alvo nesta segunda-feira (15), em São Paulo, de críticas demolidoras e bem humoradas de militantes dos movimentos sociais e pela democratização da comunicação.

Em frente ao luxuoso hotel Renassaince, representantes da CUT, do MST, do Coletivo Intervozes e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) levantaram cartazes denunciando alguns dos reiterados abusos praticados por emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas que comportam-se como "indústria de intoxicação", reproduzindo seus antivalores.

Erguendo a faixa "Monopólio da mídia sufoca liberdade de expressão", os manifestantes apontaram como a mercantilização do jornalismo conduz a uma espiral de dupla manipulação: pelo poder econômico e pelo poder político, reverberando os interesses do sistema financeiro, das transnacionais e das grandes empresas, seus grandes anunciantes. "Quando os interesses econômicos e políticos coincidem, tanto mais visível será a manipulação", já nos alertava o jornalista Rui Pereira.

A atualidade do questionamento é mais do que pertinente, como comprova o Sindicato dos Bancários de São Paulo, que teve a edição do seu jornal apreendida há pouco mais de duas semanas a pedido da coligação do candidato José Serra. A ordem de busca e apreensão da Folha Bancária, que incluía até mesmo o "arrombamento" da entidade, "se necessário", foi solicitada pelo candidato tucano sob a alegação de que a "matéria denigre a imagem" de Serra.

A secretária-geral do Sindicato, Raquel Kacelnikas, lembrou que, enquanto um órgão alternativo é silenciado, a população é bombardeada 24 horas por dia por uma mídia que desinforma, reproduzindo tão somente os interesses de uma pequena elite. "Graças aos investimentos dos movimentos em seus próprios meios e à internet temos hoje maior capacidade de comunicação, acabando com os estreitos limites impostos pela mídia privada, extrapolando fronteiras e fazendo a disputa", declarou Raquel.

Secretária estadual de Comunicação da CUT-SP, Adriana Oliveira Magalhães, destacou que diante de tantos e tão reiterados abusos contra a liberdade de expressão, está na hora do governo federal submeter "à consulta popular os 20 pontos do Marco Regulatório da Comunicação".

Entre as prioridades, elencou Adrianinha, estão a regulamentação dos artigos da Constituição Federal, como o que proíbe a formação de monopólios e oligopólios, e o que garante o respeito à diversidade regional e à produção independente. Enquanto isso, disse, os grandes meios de comunicação "condenam os movimentos sociais, criminalizam o MST e as centrais sindicais e não dão sequer direito de resposta".

Conforme a líder cutista, a recente cobertura das eleições da Venezuela é outra demonstração inequívoca de que "precisamos de outra comunicação, de outra mídia". "A cobertura de canais como a Globonews foi totalmente discriminatória, uma propaganda da derrota de um governo democrático", ressaltou.

Integrante da Rede ComunicaSul, que cobriu recentemente as eleições na Venezuela, Terezinha Vicente Ferreira destacou a violência da campanha desinformativa coordenada pelas agências internacionais, sob a batuta da SIP, como "aparelho de propaganda ideológica do capital em favor de uma colonização das mentes".

Ao contrário do que se diz na mídia privada, ressaltou, pudemos ver que não falta liberdade de expressão na Venezuela, "pois muitos jornais não só questionam o governo como ofendem diretamente o presidente a partir de uma visão patronal". "Pude ver também na Venezuela o apoio governamental às televisões públicas e comunitárias, em contraposição ao pensamento único com que a mídia empresarial tenta nos envenenar", acrescentou Terezinha.

CACHORROS GUARDIÃES

O prólogo do livro "Os novos cachorros guardiães", de Sergei Alimi, redator do Le Monde Diplomatique, é esclarecedor sobre o receituário da manipulação utilizado pelos "profissionais da mentira" a serviço do grande capital: "As manchetes que compõem, os qualificativos que empregam, as fotos que ampliam, os enfoques e colaborações que elegem, são o bastante para que a simples experiência empírica nos ensine sobre o veneno que bebemos".

Em virtude desta manipulação, cada um dos 12 cartazes levantados pelos manifestantes - e posteriormente colados em frente ao hotel - expunha temas "invisibilizados" pela mídia "alienante e alienada": "Anatel ignora que 92% das rádios comerciais de São Paulo opera com licença vencida e fecha 100% das comunitárias"; "André Caramante está exilado para se proteger das ameaças de morte que sofreu por matéria que denunciava a Rota e o coronel Telhada", eleito o segundo vereador mais votado do PSDB na capital paulista. O governo do estado silencia sobre o caso"; "Quase 90% da programação de TV é produzida no eixo Rio-São Paulo, apenas 10,8% é dedicada à produção local".

LIBERDADE DE TODOS E TODAS

Membro da coordenação do FNDC e integrante do Coletivo Intervozes, João Brant, frisou que a "liberdade pela qual lutamos é de todos e todas, não a que fica confinada e aprisionada pelo monopólio da mídia". Brant citou o exemplo da Lei de Meios da Argentina, que obrigará o grupo Clarín, no próximo 7 de dezembro, a devolver parte das suas licenças, ampliando o número de vozes.

O coordenador do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, Altamiro Borges, denunciou o "rabo preso" dos "450 donos, executivos e jornalistas" reunidos no evento da SIP e os exortou a se pronunciarem sobre os abusos cometidos contra a liberdade de expressão, como a perseguição movida contra Julian Assange, fundador do Wikileaks, e a invasão do Sindicato dos Bancários de São Paulo para impedir a circulação do seu jornal.

Representando o MST - uma das entidades mais atingidas pela violência da onda midiática de desinformação e calúnia - o jornalista Igor Felipe defendeu "a desconcentração dos meios como essencial para abrir espaço a uma sociedade mais democrática". "Queremos liberdade de expressão e liberdade de imprensa. Já as famílias reunidas no encontro da SIP querem a comunicação como forma de garantir lucros e dominação" .

Para o professor Edmilson Costa, que representou o Partido Comunista Brasileiro (PCB), "a SIP é a sociedade interamericana dos monopólios de comunicação, que manipulam em favor dos interesses mais atrasados da oligarquia, se convertendo na ponta de lança da discriminação".

Mais do que um ataque à ditadura dos barões da mídia, os manifestantes agiram em legítima defesa da democratização da comunicação. E como enfoca Serge Alimi, "a este exercício elementar de autodefesa se chama lucidez".

Fonte: CUT - Leonardo Severo

8.10.12

Venezuela: Povo reelege Hugo Chávez (54%)




PARABENIZO O POVO VENEZUELANO PELA REELEIÇÃO DO COMANDANTE HUGO CHÁVEZ.

PARABENIZO O COMANDANTE HUGO CHÁVEZ PELA PERSEVERANÇA NA LUTA PELA VIDA E PELO PROJETO SOCIALISTA DEMOCRÁTICO QUE VEM SENDO IMPLANTADO NA VENEZUELA COM RESULTADOS EFETIVOS NA MELHORIA DE VIDA DO POVO.

VIVA A DEMOCRACIA! VIVA O SOCIALISMO! VIVA O POVO SUL-AMERICANO!