Páginas

Mostrando postagens com marcador Bancários do Paraguai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bancários do Paraguai. Mostrar todas as postagens

16.6.14

Contraf faz parceria com bancários do BB no Paraguai em busca de acordo


Reunião foi realizada em Brasília para
destravar negociações em Assunção.

A Contraf-CUT e o Sindicato dos Bancários do Banco do Brasil no Paraguai reuniram-se com a direção do BB na segunda-feira 9, em Brasília, para discutir a assinatura de acordo coletivo dos funcionários do Banco no país vizinho.

As duas entidades sindicais apresentaram ao Banco a pauta de reivindicações dos bancários paraguaios, aprovadas em assembleia, buscando superar os problemas que estão travando as negociações no Paraguai. Há quase uma década não existe um acordo coletivo integral assinado pelo BB naquele país. Em 2008, 2010 e 2013 foram assinados apenas aditivos ao acordo de 2004.

O Banco do Brasil possui cerca de 70 funcionários no Paraguai e nos últimos anos vem apenas pagando reajustes salariais sem avançar em nenhum item da pauta específica, como condições de trabalho, plano de carreira, participação nos lucros e resultados ou ainda questões de saúde envolvendo os trabalhadores.

Este ano já houve sete rodadas de negociação e nenhum avanço. 

Participaram da reunião o novo coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, o ex-coordenador William Mendes e o secretário-geral do Sindicato dos Empregados do Banco do Brasil no Paraguai, José Tomáz Rodriguez.

Rede Sindical Internacional do BB

Para Wagner Nascimento, conforme foi deliberado na reunião da Rede Sindical Internacional do BB, realizada em Lima na semana passada, trazer as discussões e os problemas dos outros países para a sede do Banco pode significar um avanço nas relações com os trabalhadores. "Confiamos no avanço das negociações e na assinatura de um novo acordo completo, depois de dez anos", acrescenta Wagner. 

O Paraguai sedia a primeira agência do BB aberta no exterior, ocupando uma posição estratégica para atender os mais de 1 milhão de brasileiros que vivem ali, além das centenas de empresas brasileiras que expandiram suas operações no país vizinho.

Na reunião, William Mendes comunicou ao BB a sua substituição na Comissão de Empresa e agradeceu pelo respeito construído nos mais de dois anos em que esteve à frente das negociações representando os funcionários do Banco do Brasil.


Fonte: Contraf-CUT

25.9.13

Greve recebe apoio e solidariedade dos bancários do BB no Paraguai


Crédito: Seeb Brasília
Seeb BrasíliaOs bancários em greve nacional há sete dias receberam o apoio e a solidariedade do "Sindicato de Empleados del Banco del Brasil", filiado à "Federación de Trabajadores Bancarios y Afines del Paraguay (Fetraban)". Um documento foi enviado ao presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, na terça-feira, dia 24, manifestando o apoio às legítimas reivindicações dos brasileiros. 

"Admiramos profundamente a capacidade de mobilização dos companheiros e companheiras na luta pela melhoria constante da qualidade de vida, de suas famílias e da sociedade em geral", afirma a correspondência. 

"Estamos convencidos de que o único caminho para que se alcance a igualdade e a justiça é a unidade com mobilização", ressalta o sindicato paraguaio. "Nossa dignidade não se vende e estamos com vocês".

Luta sem fronteiras

O presidente da Contraf-CUT e da UNI Américas Finanças, Carlos Cordeiro, agradece a manifestação dos bancários paraguaios, mostrando a importância da organização internacional do movimento sindical. "Esse apoio reforça a solidariedade e a unidade dos bancários neste mundo globalizado em que vivemos, onde precisamos lutar cada vez mais de forma integrada para defender os empregos e direitos dos trabalhadores", destaca. 

O secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, William Mendes, salienta que esse apoio fortalece a greve no Brasil e a rede sindical dos bancários do BB nas Américas, que já conquistou a renovação do acordo marco global. 

"Destacamos que em mesas de negociação com o BB no Brasil cobramos a direção do BB para marcar uma reunião específica com a UNI Américas e o 'Sindicato de Empleados del Banco del Brasil', visando a renovação do acordo coletivo no Paraguai, que está vencido há muitos anos e sem disposição do banco em apresentar propostas para as reivindicações dos bancários", conclui William. 


Fonte: Contraf-CUT

9.5.13

Agenda de luta: Encontro no Paraguai, Encontro dos Funcis do bb e Comando Nacional


Atividade internacional da Rede UNI Américas.
Aqui estamos em frente ao BB de Assunção - Paraguai.
Foto: William Mendes

Cheguei nesta noite de quarta-feira (08) da 9ª Reunião Conjunta de Redes Sindicais de Bancos Internacionais, ocorrida em Assunção - Paraguai. Estivemos lá desde domingo (05) organizando a unidade e a solidariedade de classe em relação aos trabalhadores do setor financeiro. (informo aos companheiro/as que durante esses quatro dias não acessei nem internet nem email)

No sábado (04) participei do encontro aberto do/as funcionário/as do Banco do Brasil da base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. O fórum debateu as questões e propostas que serão enviadas ao 24º Congresso Nacional dos Funcionários do bb. Também foi definida a delegação da base que irá ao congresso representando as teses inscritas para o evento. A Chapa do Sindicato ficou com 25 vagas, sendo 22 da Articulação Sindical, 2 da CTB e 1 da Intersindical. A outra chapa, da Conlutas, ficou com 8 vagas.

Nesta quinta-feira (9) teremos reunião do Comando Nacional dos Bancários na Contraf-CUT SP para tratar da Campanha 2013, além de questões da Caixa Federal, do bb e da mídia de campanha.

---

(COMENTÁRIO SOBRE A QUINTA - meu dia foi muito corrido: logo pela manhã estive na reunião do/as dirigentes do bb da Fetec SP. Depois saí correndo para a reunião da Articulação Sindical do Comando Nacional. Saí correndo de novo para outra reunião na executiva do meu sindicato. Voltei correndo para a Contraf-CUT para finalizar outra reunião)

---

Novamente estou finalizando uma sequência de 2 semanas de trabalho ininterruptas, não parei sequer nos finais de semana.

Seguimos lutando e organizando a luta!

SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

17.12.12

Contraf-CUT quer que BB faça ampla divulgação interna do Acordo Marco



A Contraf-CUT protocolou na terça-feira (12) ofício junto ao Banco do Brasil, em Brasília, reivindicando ampla divulgação nos canais internos da instituição do Acordo Marco firmado entre o BB e a UNI Américas, assinado em 30 de maio de 2011, contando com a intermediação da Contraf-CUT.

A Confederação solicita que a divulgação seja incluída até mesmo nos boletins de funcionários nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai e demais países onde o banco adquiriu outras empresas financeiras ou mantém agências, postos de atendimento e escritórios.

"O objetivo é que os funcionários em todos os países onde o banco atua tomem ciência do acordo e dos direitos nele previstos", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

O acordo garante aos trabalhadores em todos os países das Américas direitos fundamentais previstos nas declarações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre eles o de sindicalização e livre organização sindical. O banco foi pioneiro em assinar o Acordo Marco em relação ao setor financeiro no continente americano. Também foi o primeiro acordo do gênero feito por uma multinacional brasileira.

Leia o ofício em português e em inglês .


Confira a carta na íntegra:

Brasília, 11 de dezembro de 2012.

Ao
Banco do Brasil S.A.
Vice-presidente de Gestão de Pessoas
Att. do Sr. Robson Rocha
Brasília - DF

Ref: Dar ampla divulgação interna do Acordo Marco entre o BB e a UNI Américas em todos os países onde o banco está instalado.

Ao cumprimentarmos Vossa Senhoria, vimos por meio deste ofício reivindicar que o Banco do Brasil dê ampla divulgação nos seus canais internos e que chegue a todos os funcionários o acordo acima citado.

O banco foi pioneiro em assinar este Acordo Marco em relação ao setor financeiro no continente americano. Também foi o primeiro acordo do gênero feito por uma multinacional brasileira.

O acordo foi assinado em 30 de maio de 2011 contando com a intermediação da Contraf-CUT e, como o banco segue expandindo seus negócios em nível internacional, inclusive com novas participações e aquisições de outros bancos, é importante que os novos trabalhadores possam saber dos direitos que este banco tem contratado e que respeita.

O convênio garante aos trabalhadores do Banco do Brasil em todos os países das Américas direitos fundamentais previstos nas declarações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre eles o de sindicalização e livre organização sindical.

Além da garantia de liberdade sindical e o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva, no Acordo Marco o BB assume o compromisso de, entre outras coisas, combater e prevenir problemas de saúde derivados da atividade laboral, combater o assédio moral e sexual, evitar a discriminação no emprego e promover a igualdade de oportunidades, entre outros pontos.

A reivindicação da Contraf-CUT é que o banco divulgue novamente este acordo nos seus canais internos em todos os países, inclusive nos boletins de funcionários nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai e demais países onde o banco adquiriu outras empresas financeiras ou mantém agências, postos de atendimento e escritórios.

A ampla divulgação do Acordo Marco é uma mensagem muito positiva por parte do banco aos acionistas, clientes e funcionários em todas as Américas. O banco estará sinalizando aos seus gestores e administradores também que quer se internacionalizar, respeitando seus trabalhadores e dialogando com as entidades sindicais em todos os países onde atua.

Estamos certos de que a ampla divulgação deste importante instrumento a todos os seus funcionários e administradores nos países onde o BB atua fortalecerá o compromisso de imagem da empresa em respeitar as divergências, buscar pontos de convergência e melhorar as condições de trabalho, como foi dito pelo próprio banco no ato da assinatura.

Atenciosamente,

Carlos Cordeiro
Presidente

William Mendes
Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB

Fonte: Contraf-CUT

27.7.12

Rede Sindical do BB discute Acordo Marco e respeito aos direitos


Representantes da Rede Sindical do BB
do Brasil, Argentina e Paraguai.
Crédito: Contraf-CUT.

A Rede Sindical do Banco do Brasil das Américas apresentou nesta quinta-feira (26) um conjunto de propostas para avançar na organização dos funcionários do BB, durante o encerramento da 8ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais dos Bancos Internacionais (BB, Itaú, HSBC, BBVA, Santander e Scotiabank), em Montevidéu. O evento iniciou na segunda-feira (23) e foi promovido pela UNI Américas Finanças.

Participaram da reunião da Rede Sindical do BB dirigentes sindicais do Brasil, da Argentina (La Bancária) e do Paraguai (Fetraban).

Os brasileiros foram representados por Carlos Souza e William Mendes (vice-presidente e secretário de formação da Contraf-CUT, respectivamente), Raquel Kacelnicas (diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo), Rafael Zanon (diretor da Fetec Centro-Norte e do Sindicato dos Bancários de Brasília), Wagner Nascimento (diretor da Fetraf-MG e do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte) e Jeferson Boava (diretor da Federação dos Bancários de SP/MS e presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas).

Respeito aos direitos dos bancários

Para William, que é também coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, o encontro foi positivo. "Buscaremos melhorar a comunicação entre todas as entidades sindicais da rede sindical para que o BB respeite os direitos dos trabalhadores em todos os países, sejam eles direitos previstos na legislação de cada país, sejam eles conquistas dos bancários", destaca.

"Também lutaremos para que não haja prática antissindical de gestores do banco em nenhum dos países onde o banco seja controlador ou esteja atuando, inclusive no Brasil", salienta.

Acordo Marco

Houve apresentação das situações vividas pelos trabalhadores do BB em cada país e do Banco Patagônia, recentemente adquirido na Argentina.

Foi feita a leitura e o debate sobre o acordo marco assinado em maio de 2011 entre a UNI Américas e o BB, com vigência até maio de 2013. As entidades sindicais presentes avaliaram o acordo como um instrumento importante a ser renovado e garantido.

Foi ressaltada a necessidade de lutar pela aplicação em cada país das cláusulas constantes do acordo, bem como foi definida a reivindicação de que o acordo seja global ao invés de ser somente para as Américas.

Objetivos e desafios

Como objetivo principal da rede sindical do BB foi apontada a melhoria da qualidade de vida do(a)s trabalhadore(a)s do banco e das empresas onde ele seja o controlador ou ainda onde atue, buscando isonomia de direitos e benefícios.

Outra proposta foi o fortalecimento da rede sindical do BB nas Américas, melhorando a comunicação, estudando os acordos específicos em cada país e buscando organizar uma negociação da UNI com o BB para avançar na unificação de direitos.

Ainda foi aprovado que uma representação internacional de UNI Américas Finanças entregará a reivindicação ao BB de agendar uma reunião para avaliação e renovação do Acordo Marco e da instalação do grupo paritário, conforme prevê a cláusula 20ª e parágrafos da mesma.

Fonte: Contraf-CUT

25.4.11

BB anuncia aquisição de banco nos Estados Unidos (Lá vai o BB cometer ilegalidades com os trabalhadores locais como já virou costume)


O Banco do Brasil comunicou ao mercado, nesta segunda-feira, 25/04, a assinatura do contrato para aquisição de 100% do capital social do Eurobank. A compra da instituição financeira norte-americana, localizada no estado da Flórida, dá sequência à estratégia de internacionalização do BB.

De acordo com as regras de mercado, os dois bancos necessitam aguardar manifestação favorável de órgãos reguladores do setor financeiro nos Estados Unidos e no Brasil para a concretização da operação. Até que as aprovações sejam emitidas e a transação concluída, o Eurobank continuará operando normalmente, sem alteração de marca, de portfólio de produtos ou serviços.

A operação de venda, no valor de US$ 6 milhões, envolverá nos próximos meses a transferência da totalidade das ações do Eurobank para o Banco do Brasil, permitindo ao banco atuar no segmento de varejo dos Estados Unidos.

Com sede localizada em Miami, o Eurobank está em atividade desde 1991 e possui todas as licenças e autorizações necessárias para operar no segmento de mercado pretendido pelo BB. Sua estrutura enxuta, com três agências, bem como a localização no mais latino dos estados americanos, favorece a estratégia de ingresso e de expansão futura do Banco do Brasil para praças onde também há concentração de brasileiros, como, por exemplo, Nova Iorque, Nova Jersey e Massachusetts.

Ao adquirir um banco norte-americano, o Banco do Brasil complementa seu atendimento a todos os seus públicos e tem a oportunidade de expandir seus negócios em mercado potencial constituído por mais de 1,5 milhão de brasileiros residentes nos Estados Unidos, que poderão dispor de produtos bancários como cartões de crédito e débito, além de contas e linhas de financiamento diversificadas.

Embora o Banco do Brasil esteja presente no país desde 1969, com agências em Nova Iorque e Miami, sua atuação está limitada – de acordo com a legislação local – às atividades de banco estrangeiro, o que restringe a comercialização de alguns produtos e, em consequência, o acesso às comunidades brasileiras e hispânicas residentes naquele país.

Nos Estados Unidos, o Banco promoveu uma reorganização em sua estrutura para atender a comunidade de brasileiros residentes e empresas que operam naquele mercado. A nova aquisição se associa a uma agência de atendimento a grandes empresas e uma corretora em Nova Iorque (Banco do Brasil Securities), uma agência de alta renda em Miami, uma empresa de remessa de dinheiro (BB Money Transfers), uma unidade de processamento de serviços em Orlando e um escritório de representação em Washington.

Principais números e indicadores do Eurobank

Informações em 31.12.2010 - Valores em US$ milhões

Ativos 102,1

Carteira de Crédito 74,8

Depósitos 91,4

Patrimônio Líquido 5,5


Expansão internacional do BB

Presente há 70 anos no exterior, o Banco do Brasil é o banco brasileiro de maior presença no mercado internacional. A rede externa possui 47 unidades ativas no exterior, localizadas em 23 países, sendo 13 agências, 8 subagências, 11 escritórios de representação, sete subsidiárias, cinco agências de sucursal de subsidiárias, duas unidades de serviços compartilhados e uma unidade de negócios. Além da rede própria, o Banco mantém relação de negócios com 1.066 instituições financeiras de 133 países.

O Banco do Brasil, dentro da sua atual estratégia internacional, busca atender à comunidade brasileira no exterior, prestar serviços e crédito às empresas brasileiras e apoiar o fluxo comercial com o Brasil.

Em abril de 2010, o BB adquiriu o controle do banco Patagonia, banco de varejo que possui presença em todas as províncias da Argentina. A operação possibilitou ampliar a parceria com empresas brasileiras e argentinas; expandir a carteira de crédito do Banco Patagonia, em especial em operações com empresas brasileiras e empresas locais do segmento Atacado, além de atuar na cadeia de valor de empresas na Argentina.

Para ampliar sua atuação na Ásia, o BB vai abrir uma Securities em Cingapura, de forma a desenvolver operações de mercado de capitais. Também vai transformar seu escritório de representação de Xangai em agência. O objetivo é obter vantagem competitiva de pioneiro no mercado chinês, em relação a outros bancos da América Latina.

Na África, o BB tem estudado a melhor forma de ampliar sua atual presença naquele continente e, tão logo conclua esses estudos, optará pela alternativa que apresentar maior aderência à sua estratégia de internacionalização.

--------------------------------------------------------------------------------

Fonte: Assessoria de Imprensa BB


COMENTÁRIO:

O QUE O BB ESTÁ FAZENDO É COPIAR A PRÁTICA NEFASTA DE OUTROS BANCOS INTERNACIONAIS QUE VIOLAM OS DIREITOS DOS TRABALHADORES LOCAIS E POUCO SERVIÇO PRESTAM DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA DE FATO.

O EXEMPLO DO BB NO PARAGUAI É EMBLEMÁTICO. ELE PODERIA SER UMA GRANDE REFERÊNCIA LÁ PARA AS EMPRESAS BRASILEIRAS E OS BRASILEIROS E NÃO É. POUCO OU NADA FAZ POR ELES LÁ.

QUER UM EXEMPLO DO QUE ESTOU DIZENDO DE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES? VEJA A GREVE DOS BANCÁRIOS DO BB NO JAPÃO, POIS O BANCO LÁ PRATICA TODO TIPO DE ARBITRARIEDADE COM OS TRABALHADORES, INCLUSIVE DEMISSÃO DE DIRIGENTE SINDICAL EM PLENO MANDATO.