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28.4.16

22º Boletim aborda programa de apoio a vítimas de assaltos e sequestros





Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos disponibilizando para todos os associados, principalmente os colegas do Banco na ativa, e para as entidades representativas, principalmente para as sindicais, que estão no dia a dia do pessoal da ativa, o 22º Boletim dos Eleitos Prestando Contas Cassi, que aborda neste mês o PAVAS, um importante programa que é um direito diferenciado que os trabalhadores do BB têm, e eu sempre enalteci esse direito mesmo quando fui representante eleito dos bancários e negociador da Contraf-CUT e dos sindicatos. Parabéns ao Banco do Brasil por disponibilizar este programa de apoio às vítimas de assaltos e sequestros. A Cassi está inserida no programa como parceira que atua no atendimento aos bancários e trabalhadores.

Clique AQUI para ler o 22º Boletim Prestando Contas Cassi, que fala a respeito do PAVAS e saber as informações necessárias para partilhar com os colegas da ativa.

Também publicamos no mês passado o 21º Boletim dos Eleitos Prestando Contas Cassi abordando o início do Exame Periódico de Saúde (EPS) no Banco do Brasil. Também é de responsabilidade de nossa querida Cassi a execução do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) para os trabalhadores do Banco. O boletim traz melhorias que nós da Diretoria de Saúde da Cassi em conjunto com a Dipes fizemos para buscar maior eficiência no programa realizado em mais de 100 mil bancários e bancárias em todo o país.

Clique AQUI e leia o 21º Prestando Contas Cassi sobre o EPS 2016.

Pessoal, desde que chegamos eleitos à Cassi em junho de 2014, estamos atuando fortemente para envolver os sindicatos e entidades representativas no dia a dia da Caixa de Assistência, assim como estamos buscando parcerias com o Banco do Brasil, sempre em benefício da saúde dos associados e familiares.

Divulguem porque nestes dois boletins há informações para que as despesas assistenciais decorrentes destes programas não onerem a Cassi e sim o contratante destes serviços de saúde, o Banco do Brasil.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

24.3.16

21º Boletim Prestando Contas Cassi aborda EPS 2016





A Cassi e o Banco do Brasil iniciam os Exames Periódicos de Saúde (EPS) do ano de 2016. A informação detalhada está no 21º boletim "Prestando Contas Cassi”, publicado pelo site da Contraf-CUT.

A entidade de saúde operacionaliza o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) do funcionalismo do Banco do Brasil, e um dos procedimentos que faz parte do PCMSO é a avaliação médica realizada em mais de cem mil funcionários da ativa. E Para a Cassi, esse momento é uma excelente oportunidade para que os funcionários relatem aos médicos examinadores os desconfortos físicos e mentais que estão sentindo para a melhor identificação do problema e consequente busca de solução.

Leia AQUI o boletim.

Seguindo esse direcionamento do Convênio BB e Cassi e visando melhorias operacionais, nos processos do programa PCMSO, cujos custos dos exames são arcados pelo Banco, que contempla, dentre outros, o admissional, o demissional, mudança de função, EPS-Checkup, e ainda Acidente de Trabalho e afastamentos, além do PAVAS e TABAS.

O 21º boletim "Prestando Contas Cassi" está disponível em PDF na seção Publicações do site da Contraf-CUT para que os sindicatos possam imprimir e distribuir nas suas bases.

Fonte: Contraf-CUT




Post Scriptum (gastos com mandato):

Alguns gastos meus só ocorrem por causa do exercício de meu mandato. Exemplo: passagens aéreas minhas ou de minha família para nos vermos porque vivo ausente devido ao trabalho. Também compro do próprio bolso, às vezes, passagens para visitar uma base social da Cassi.

Março/passagens: R$ 3.736,52

Boletim dos Eleitos: R$ 260,00

5.4.12

Artigo: Formação (8) - Organização nos Locais de Trabalho


Agenda Sindical

CONTATOS COM A BASE

Comecei meu dia visitando minha agência Vila Iara, em Osasco. Após informar aos colegas das propostas sobre SEGURANÇA E SAÚDE que a Contraf-CUT fez ao bb após acompanhar os problemas de insegurança na região de Osasco, fizemos discussões interessantes sobre a campanha do fim do IR na PLR, bem como sobre OLT nas agências da base de nosso Sindicato.

Teve bancário na agência que já enviou o e-mail para os congressistas conforme o Sindicato orientou.

Após essa visita sindical, estive em mais duas agências na região central de São Paulo antes do almoço. Discutimos sobre as questões do programa de metas do banco - Sinergia bb.

Na parte da tarde, visitei mais duas agências no Complexo São João. Bons debates também com os trabalhadores.

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Carlindo (Dieese) e eu.
Grande companheiro de formação.
FORMAÇÃO

Em relação à formação sindical, fiz duas reuniões de trabalho hoje. Uma com meu Sindicato, pois nossa entidade tem muita atenção para o tema e faremos neste semestre um curso de formação de dirigentes, curso semelhante ao realizado pela Contraf-CUT e Dieese em várias regiões do País.


Agora à noite, fiz outra reunião de formação na Contraf-CUT organizando um dos cursos temáticos e de especialização que faremos para os nossos sindicatos de todo o País. Trata-se do curso de formação sobre saúde do trabalhador do sistema financeiro.

Ufa!

Confesso que estou bem cansado. Trabalhei muito nesta semana que se encerra e somando o fim de semana de Congresso da Contraf-CUT estou completando duas semanas de trabalho sem descanso.

A luta da classe trabalhadora merece essa nossa dedicação.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!

28.3.12

Artigo: Formação sindical (3) - Agenda de luta




Na segunda-feira estive em trabalhos internos na Contraf-CUT desde as 8 horas da manhã. Vários temas têm ocupado minha agenda na Confederação: formação, 3º congresso da Contraf, eleições da Cassi, eleições da Previ, e questões do Banco do Brasil.

Na terça-feira fiz uma excelente reunião sindical em uma agência do bb. Distribuí a revista dos funcionários do banco - O Espelho - nas agências Boulevard, São Paulo, Estilo São João e Estilo São Paulo.

Ainda na terça, finalizei a proposta da Contraf-CUT para o bb sobre Saúde e Segurança.

PROPOSTAS DE MELHORIAS NO PAVAS/BB

Após acompanhar um estudo de caso sobre a eficácia do PAVAS - Programa de Apoio às Vítimas de Assaltos e Sequestros -, fizemos propostas ao banco para melhorar a emissão do CAT - Comunicado de Acidente de Trabalho -, e propostas para melhorar a estrutura da Gepes para atendimento ao programa, além de propor a criação de equipes no CSO - Centro de Suporte Operacional - para fazer fechamento contábil e administrativo na agência onde os funcionários sofreram assalto, de maneira a não prejudicar mais ainda os trabalhadores vitimados por penalizar-se a pontuação do famigerado programa de metas Sinergia bb como ocorre hoje.

Nesta quarta-feira, participei do Dia Nacional de Luta no bb na atividade do Complexo São João em São Paulo. Na parte da tarde, distribuí a revista O Espelho nas agências Sete de Abril e Vieira de Carvalho. Eu e Inês fizemos reunião sindical em uma agência do bb.

Na quinta-feira tenho reuniões sindicais em uma das regionais do Sindicato.

Na sexta e no final de semana estarei no 3º Congresso da Contraf-CUT.

William Mendes

20.3.12

Contraf-CUT cobra do bb bancarização com mais agências e jornada de 6 horas


Contraf-CUT se reúne com bb e discute Banco Postal.
Foto: Aguinaldo Azevedo.

A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reuniram nesta terça-feira (20) com representantes do Banco do Brasil em negociação sobre o Banco Postal e cobraram da instituição um modelo bancário de inclusão social. Os representantes dos trabalhadores participaram da negociação vestidos de preto para protestar contra a demora do banco em apresentar uma proposta para jornada de 6 horas sem redução de salários.

Histórico da “bancarização” no BB

Com a meta de bancarizar a população brasileira, o Banco do Brasil precisava criar uma estratégia para chegar a todos os municípios do país onde ainda não atuava. Concorrentes como o Bradesco estavam à frente do banco público na questão da “presença”, pois tinha convênio com os Correios, através de suas agências de Banco Postal.

Em um primeiro momento, a estratégia adotada foi criar as agências complementares, estrutura de agências mínimas com uma rede de processamento de serviço bancário toda terceirizada pelos correspondentes Mais BB e demais terceirizados. O foco do banco era custo baixo na sua “bancarização”.

Com a vitória em maio de 2011 no leilão para utilização do Banco Postal dos Correios, em um lance de 2,3 bilhões de reais, o BB pretende cumprir a meta do governo de bancarizar a custo baixo e sem respeitar os direitos da categoria e a segurança da população.

Os trabalhadores também cobraram que o banco reveja as atividades do Banco Postal incluídas nas metas de pontuação do novo Sinergia BB, já que muitos locais não têm a estrutura adequada para recebimento da demanda do Banco Postal. Os trabalhadores criticam o aumento das metas com a gestão do Banco Postal e a não contratação de mais funcionários.

Atualmente o Banco Postal está em 5.266 municípios (6.192 agências) com serviços bancários básicos, como abertura de contas, empréstimos, pagamentos, saques, depósitos, transação de crédito e recebimento de benefícios do INSS. Essas agências dos Correios funcionam como correspondentes bancários para realização dos serviços citados.

O movimento sindical defende a bancarização com a abertura de agências e postos de atendimento bancários, com os serviços prestados por bancários com formação adequada, condições de trabalho e segurança. No funcionamento do atual modelo, os correspondentes bancários estão expostos à precarização do trabalho e falta de segurança.

"O que nos assusta é a fraude trabalhista com a precarização do trabalho dos comerciários atuando como bancários. Além disso, está ocorrendo uma extrapolação da força de trabalho, já que o volume de trabalho aumentou, mas não ocorreram mais contratações. A nossa posição é por mais contratações de bancários para encerrar a precarização e gerar condições de trabalho e atendimento ao cliente com segurança" afirma Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Durante a negociação, a Comissão de Empresa reafirmou que a Contraf-CUT tem lutado pela regulamentação do Sistema Financeiro Nacional com uma legislação específica para que os bancos não se pautem apenas por normas do Banco Central, já que este tem extrapolado suas funções e feito resoluções que alteram o direito do trabalho de categorias profissionais como a bancária. Os estabelecimentos como os correspondentes bancários e as unidades do Banco Postal não cumprem a Lei nº 7.102/83 que trata das instituições financeiras.

O contrato entre BB e Banco Postal tem validade de cinco anos e seis meses e pode ser prorrogado por mais cinco anos. A atuação efetiva do BB como usuário do Banco Postal começou em janeiro deste ano. O banco informou que até abril vai evitar mudanças significativas das ações atuais, por se tratar do período de transição.

Jornada de 6 horas

Questionado pelas entidades sindicais, mais uma vez o banco não apresentou nenhuma proposta sobre o cumprimento da jornada de 6 horas sem redução de salários.

"Cobramos novamente uma mesa de negociação para a implementação da jornada legal de 6 horas para todos os bancários. Não há justificativas para o banco não cumprir com a promessa feita em 2011, quando seu representante afirmou inclusive nos canais internos que iria apresentar a solução. Os bancários estão participando das atividades de luta e aguardam uma proposta digna e que respeite a representação dos trabalhadores no debate para implementação", frisa Eduardo Araújo.

Cassi - RN 254 da ANS

O BB se pronunciou a respeito da solicitação da Contraf-CUT para adequação das normas da Caixa de Assistência à nova regulamentação prevista pela Resolução Normativa 254 da ANS (Agência Nacional de Saúde). O banco decidiu aguardar a resolução da ação impetrada pela Unidas afirmando que a RN 254 não deveria ser aplicada aos planos de autogestão. Além disso, a ação também questiona a legalidade da norma. A Unidas é a entidade que congrega todos os planos de saúde de autogestão, assim como a Cassi.


No dia 1º de março, a Contraf-CUT apresentou reivindicação por escrito ao BB para que os indicados do banco no Conselho Deliberativo da Cassi se somassem aos eleitos e aprovassem na reunião ordinária deste mês a adequação das normas da Caixa de Assistência à nova regulamentação prevista pela Resolução Normativa 254 da ANS.

Frente à negativa do banco, na negociação de hoje, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB pediu que a Cassi altere o regulamento para garantir a recepção automática dos procedimentos mínimos da ANS.

Melhoria da estrutura do Pavas

Durante a reunião, a Comissão de Empresa reivindicou ajustes no Programa de Assistência às Vítimas de Assaltos e Sequestros (Pavas) nos itens relativos à emissão de CAT para todas as vítimas de assalto, bem como melhoria na estrutura da Cassi, Gepes e CSL para atendimento adequado e com número de funcionários suficientes para atendimento às vítimas e às dependências na ocorrência de assalto ou tentativa.

Os trabalhadores também cobraram do banco que não penalize agências vitimadas por assaltos e sequestros no programa Sinergia. Além do drama vivido pelos bancários, a agência ainda sofre perdas de pontuação no programa de metas.

PCR e VCPI

Os representantes da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB também sugeriram uma mesa de negociação específica para tratar do Plano de Carreira e Remuneração (PCR) nas pendências como, por exemplo, a inclusão de caixas e escriturários na carreira de mérito (M), dentre outras.

Quanto à reivindicação do movimento sindical para desmembramento da verba VCPI, por ela misturar verbas relativas a salários com verbas pessoais dos funcionários egressos de bancos incorporados, o BB informou que ainda não há novas informações e que aguarda o retorno da DIPES – Diretoria de Gestão de Pessoas -, que é responsável pela folha de pagamento e recebeu o pedido de acerto nas negociações passadas.

Jornada de lutas

A Comissão de empresa dos Funcionários do BB indicou o dia 28 de março para novo dia nacional de lutas.

Os funcionários do banco devem participar ativamente dos debates e das atividades para que o banco se movimente e apresente a solução para as pautas que estão em mesa como a Jornada de 6 horas, a extensão do direito à Cassi e Previ para todos os bancários de bancos incorporados e por melhores condições de trabalho e fim do assédio moral.

Fonte: Contraf-CUT, com Seeb DF.

16.2.12

Sindicato aponta problemas à direção do BB (Seeb SP)




Em reunião na Gestão de Pessoas SP, foram abordadas questões relacionadas ao BB 2.0., segurança e assédio moral

São Paulo – O Sindicato e o Banco do Brasil reuniram-se na Gestão de Pessoas SP para discutir problemas que afetam os funcionários, relacionados ao BB 2.0, casos de violência praticada contra trabalhadores em assaltos e sequestros e denúncias de assédio moral. O encontro aconteceu na quarta-feira 15.

Sobre o BB 2.0, em função do qual ocorreram descomissionamentos, o Sindicato solicitou reuniões com os superintendentes de Varejo Capital SP e Varejo Oeste para discutir garantias de direitos.

A respeito dos casos de sequestro e assalto com violência contra funcionários nas regiões Osasco e Sul, foi discutido com representantes do banco melhorias nos procedimentos de emissão de CAT e segurança a fim de garantir direitos dos trabalhadores, incluindo possibilidade de remoções pelo Programa de Assistência a Vítimas de Assalto e Sequestro (Pavas). O banco ficou de dar retorno ao Sindicato após apuração das necessidades dos funcionários.

As denúncias de assédio moral que vêm sendo acompanhadas pelo Sindicato foram apresentadas à Gepes, que ficou de apurar e voltar a discutir em mesa de negociação no próximo mês. A agência USP foi uma das discutidas. Lá ocorreram novas remoções compulsórias e foi reivindicada garantia de que esses trabalhadores não sejam ainda mais prejudicados com o corte da função de caixa.

“Os funcionários devem continuar a denunciar ao Sindicato casos de assédio moral e outros problemas", ressalta o dirigente sindical Hildo Montenegro. Os relatos podem ser feitos pelo Fale Conosco, por telefone ou pessoalmente na sede e regionais do Sindicato.

“Vamos continuar a negociar e realizar manifestações para buscar soluções para o trabalhador”, completa o dirigente.

Fonte: Seeb SP - Redação - 16/2/2012

4.1.11

Insegurança bancária: colega do BB é baleado em assalto na Bahia


Funcionário baleado em assalto a banco em Iaçu (BA) passa bem

Redação CORREIO

Ele e outras três pessoas, entre elas o delegado, foram feitos reféns pelo grupo

Um funcionário do Banco do Brasil assaltado na manhã desta terça-feira (4) em Iaçu, na Chapada Diamantina, foi atendido no Hospital Municipal dr. Valdir Cavalcanti Medrado. Segundo o hospital, o estado de saúde dele é considerado bom. Ele foi medicado e encaminhado em seguida a outro hospital não informado para retirar a bala, que ficou alojada próximo ao nariz.

A agência bancária foi assaltada por cerca de dez homens encapuzados e fortemente armados. Os assaltantes chegaram ao município em duas caminhonetes – uma F250, cor branca, e outra S10, placa de Salvador, e após render o delegado Renato Flores da Cunha, eles invadiram o Banco do Brasil.

Durante a ação, o grupo fez um escudo humano com cerca de 30 pessoas em frente ao banco. Eles quebraram as portas de vidro da agência, e levaram dinheiro dos caixas eletrônicos. Na fuga, o delegado e outros três funcionários da agência, entre eles o que foi baleado, foram levados como reféns.

Fuga

O delegado foi o primeiro dos reféns a conseguir escapar. Segundo ele, os assaltantes pensavam que ele era advogado. O grupo chegou à delegacia procurando pelo delegado e arrombou a porta da sala dele. No entanto, o titular da cidade não estava no local. Ele havia saído da sala e estava no cartório no momento na ação.

Ao ser questionado se era o responsável pela unidade policial, o delegado respondeu que era um advogado. “O primeiro lugar que eles vieram foi na delegacia. Eu estava desarmado porque tinha largado a arma dentro da minha sala. Eu estava no cartório da delegacia, quando eles chegaram perguntando pelo delegado e me pegaram achando que eu fosse talvez um advogado, já que eu estava com gravata e vestido com uma camisa de manga cumprida”, diz.

Após o assalto, o titular conseguiu fugir quando os assaltantes pararam na saída da cidade para libertar o funcionário baleado. “Eu aproveitei o momento e pulei de cima da caminhonete. Dei um pique, peguei uma motocicleta que estava parada na rua e fui direto para o pelotão da PM”.

Os outros reféns foram libertados na BA 046, nas proximidades do distrito de Santo André. A quadrilha também ateou fogo na S10 sobre a Ponte do Rio Paraguaçu, principal via de acesso ao município de Itaberaba.

Buscas

Equipes das polícias civil e militar fazem buscas ao grupo por terra, contando com o apoio de helicópteros do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (Graer). Outra equipe de policiais está a caminho de uma propriedade rural, também em Iaçu, onde estariam escondidas armas utilizadas pela quadrilha.

23.12.10

BB demite bancário sequestrado durante assalto em Mato Grosso


(reprodução de matéria - Expresso MT - 22.12.10)

Assalto a banco

Mais um bancário foi vítima da política de demissão do Banco do Brasil, desta vez em Campo Novo do Parecis (distante 395 Km de Cuiabá)

O funcionário foi demitido no período de experiência, após ter ficado abalado psicologicamente e sem condições de trabalhar na agência em que foi rendido e sequestrado pelos bandidos no assalto ocorrido no dia dois de dezembro.

Somente nas duas últimas semanas, esse é o quarto bancário demitido no Banco do Brasil em Mato Grosso, e assim como nas outras demissões, também esta foi sem justa causa. “As demissões têm sido o ápice dessa política de pressão. Os novos bancários têm reclamado de constrangimentos e humilhações adotadas pelos gestores do Banco, que não conseguem justificar a falta de treinamento e orientação para os trabalhadores”, explica o secretário Jurídico do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso e bancário do Banco do Brasil, Alex Rodrigues.

O bancário em questão foi utilizado como escudo humano sob a mira de uma arma de fogo durante a ação de bandidos em Campo Novo do Parecis. Além disso, ele foi obrigado a atear fogo nos equipamentos do Banco e ainda foi levado como refém, durante a fuga dos criminosos. Porém, para o Banco do Brasil, nada disso foi considerado na hora de decidir pela demissão do funcionário.

Conforme apuração feita pelo Sindicato dos Bancários, o bancário estava sob licença médica e também estava sendo atendido pelo Programa de Assistência às Vítimas de Assaltos e Sequestros (Pavas) do próprio Banco do Brasil. Criado em 2000, como resposta à explosão de roubos a bancos do ano anterior, o Pavas parece ter perdido sua característica inicial que era a de proteger bancários e clientes. “O Banco não levou em consideração os transtornos emocionais sofridos pelo bancário durante a ação da quadrilha. O que fez foi esperar que ele cumprisse os 15 dias de licença depois do assalto e logo em seguida o descartou com a demissão”, acentua Alex Rodrigues.

Para o SEEB-MT que está em contato permanente com os bancários da agência de Campo Novo do Parecis, continua faltando ação e critérios por parte da Gestão de Pessoas do BB (Gepes), que além de não coordenar e, bem menos, orientar o período de experiência dos novos bancários, está sendo mais negligente ainda neste caso, que envolve tamanha violência.

Essas posturas do Banco têm levado o Sindicato dos Bancários de MT a realizar protestos, cobrar ações junto à direção do BB e até mesmo, solicitar acompanhamento durante o período de treinamento dos recém empossados, porém, o Banco tem respondido com silêncio e negativas.

“É comum chegar ao Sindicato, relatos de bancários assustados e abalados psicologicamente, que não conseguem trabalhar na agência devido à forte pressão que sofrem diariamente. Por isso, vamos continuar buscando caminhos para tentar resolver esse caos que se instalou no Banco do Brasil”, reforça. 

De acordo com ele, o SEEB-MT irá entrar com ação judicial para anular a decisão do Banco do Brasil quanto às demissões arbitrárias, já que para a diretoria do Sindicato essa postura não pode continuar, pois além da instabilidade profissional para os recém-empossados, as demissões significam mais filas e atendimento sem qualidade para a população.

Fonte: ExpressoMT/com Assessoria

29.11.10

Agências do BB sofrem assaltos - Essa é uma infeliz rotina dos trabalhadores bancários, que além do risco à sua segurança, ainda têm que conviver com metas inatingíveis e assédio moral cotidianamente


Assaltos assustam bancários do BB em São Paulo

Agências de Perdizes e da Vila Prudente foram vítimas de criminosos
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São Paulo – Dois assaltos assustaram bancários de agências do Banco do Brasil na sexta-feira 26, na Avenida Sumaré, em Perdizes, e na segunda-feira 29, na Rua do Orfanato, na Vila Prudente.

Na primeira ação, os criminosos renderam o segurança que estava na área de autoatendimento e forçaram a liberação da porta de segurança. Eles agiram rapidamente e levaram um montante de dinheiro não revelado.

O assalto desta segunda aconteceu antes da abertura da agência, por volta das 9h40. Os dirigentes do Sindicato Claudio Luis de Souza e Tânia Balbino estavam no local reunidos com os 22 funcionários da agência no momento da invasão. “Estávamos no segundo andar esclarecendo dúvidas dos bancários sobre as conquistas da Campanha Nacional e sobre o Economus quando percebemos o movimento. Foi tudo muito rápido, em cerca de 5 minutos eles já tinham deixado a agência”, disse Claudio Luis.

Os assaltantes levaram o malote com dinheiro que havia sido deixado havia poucos minutos pelo carro forte.

CAT – Após a ocorrência, ambas as agências receberam a visita da Regional de Segurança (Reseg) do BB, das Gerências Regionais e da Cassi, que irá emitir uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) para cada um dos funcionários envolvidos. “As agências receberam atendimento especializado da Cassi. Na Vila Prudente uma psicóloga teve uma conversa geral com todos os funcionários e depois conversou individualmente com quem sentiu necessidade”, disse Claudio.

Nenhuma das duas agências, ambas ex-Nossa Caixa, funcionou na segunda-feira 29.

Fonte: Seeb SP - Redação - 29/11/2010

7.10.10

Sem segurança, bancários e clientes viram alvos fáceis de bandidos no MT



Uma das reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2010 é a segurança. E este item não foi colocado na pauta de reivindicações por acaso. Somente em 2010 em todo o país 18 pessoas (entre elas clientes, vigilantes e bancários) foram assassinadas durante assaltos a bancos.

Em Mato Grosso, mais de 20 pessoas foram reféns em roubos/tentativas a agências. Em relação aos caixas eletrônicos contabiliza-se cerca de 60 arrombamentos e em diversas ocasiões vigilantes foram rendidos e tiveram sua vida ameaçada.

Enquanto os bancários e a população vivem essa realidade de insegurança, os bancos diminuem seus gastos e eliminam itens de segurança em suas filiais. O Banco do Brasil, por exemplo, está tentando retirar as portas giratórias de suas unidades em um novo projeto de layout. O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT) lembra que foram estas portas de segurança que asseguraram a vida de inúmeras pessoas.

No mês de maio, em Várzea Grande, dois ladrões tentaram entrar numa agência do Itaú e ficaram presos na porta. Entre os assaltantes e um cliente havia apenas o vidro da porta de segurança. Houve disparos e um vigilante foi alvejado. Caso não houvesse a porta giratória, o roubo poderia ter atingido maiores proporções.

"Enquanto estamos lutando para tornar obrigatória a adoção de mais itens de segurança, os bancos iniciam essa campanha para retirar as portas giratórias. É um absurdo. O papel fundamental destes equipamentos na prevenção aos assaltos é indiscutível", comenta o presidente do Seeb-MT, Arilson da Silva.

Entre as principais reivindicações da categoria bancária relativas a segurança estão medidas de prevenção contra ataques a bancos e adicional de risco de vida. Também é cobrada a assistência às vítimas de sequestros e a todos os que estiveram no local de assaltos, bem como atendimento médico e psicológico, fechamento da unidade no dia da ocorrência, emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e acompanhamento de advogado do banco para identificação de suspeitos na polícia.

Outra demanda é estabilidade provisória para vítimas de assaltos, sequestros e extorsões no prazo de 36 meses depois da ocorrência. Em caso de processo judicial com decisão favorável ao bancário, esse prazo começaria a contar após o trânsito em julgado.

Medidas de prevenção também estão na negociação, tal como a necessidade de proibição do transporte de dinheiro e chaves de cofres por parte dos bancários, assim como equipamentos para evitar assaltos, como a porta de segurança com detectores de metais antes do autoatendimento, câmeras de filmagem com monitoramento em tempo real, vidros blindados nas fachadas, divisórias individualizadas na bateria de caixas e entre os caixas eletrônicos, instalação de vidros nos guichês de caixas e colocação de biombos entre a fila de espera e a bateria de caixas.

Durante a madrugada desta quarta-feira (6), ladrões tentaram arrombar os caixas-eletrônicos do Banco do Brasil de Rosário Oeste (127 quilômetros de Cuiabá) e Nova Xavantina (645 quilômetros da capital). No primeiro caso, durante a tentativa de arrombar os caixas eletrônicos da unidade, os ladrões incendiaram todo o autoatendimento da agência. Em contato com a Superintendência do BB, o Presidente do Seeb-MT, Arilson da Silva, solicitou que todas as providências necessárias sejam adotadas.

Em Nova Xavantina, foi jogada uma bomba de coquetel molotov no caixa eletrônico, a fim de destruí-lo. Informações preliminares apontam que o "incendiador" havia depositado um envelope vazio como se estivesse depositando R$ 100 mil. Após retirar o comprovante de depósito ele jogou a bomba no caixa. Entretanto, durante o "golpe" ele também se queimou e teve que ser encaminhado para atendimento médico.

Greve segue forte em Mato Grosso

A greve dos bancários entrou no seu 8º dia. Até o final da tarde de terça-feira, 7.437 agências de todo o país ficaram fechadas. Em Mato Grosso a paralisação atingiu mais de 90% das unidades da Grande Cuiabá (93 estiveram fechadas e as outras 5 parcialmente).

O movimento continua forte e está crescendo diariamente. Ontem, o Sindicato obteve mais uma vitória. Pela segunda vez nesta semana, a Justiça do Trabalho negou interdito proibitório ao Itaú Unibanco.

No interior do Estado, 38 unidades ficaram fechadas.

Fonte: Seeb MT


28.9.10

Os bancários do BB precisam fazer a maior greve da década



Os bancários do BB precisam fazer a maior greve da década para resgatar o respeito por parte do Banco do Brasil


(ABAIXO A MATÉRIA DO BANCO DO BRASIL SOBRE A NÃO-PROPOSTA OU NÃO-ATENDIMENTO DE NOSSAS REIVINDICAÇÕES - É SÓ BLÁ-BLÁ-BLÁ...)



O Banco do Brasil recebeu ontem, 23, os representantes da Contraf/CUT e da Contec para mais uma rodada de negociação das cláusulas específicas. Ambos os encontros foram realizados na sede do BB em São Paulo, durante a tarde e o início da noite de ontem.

CONTRAF/CUT

Na abertura do encontro, o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, lamentou a proposta feita na última quinta-feira pela Fenaban, de reajuste de 4,29%, e cobrou do Banco do Brasil uma postura atuante naquela Mesa. O negociador do BB, José Roberto Mendes do Amaral, ressaltou que o BB tem clareza de sua importância na Mesa Fenaban e está exercendo seu papel. 'O Banco fez e continuará fazendo propostas para se chegar a um entendimento o mais breve possível'.

O Banco apresentou aos dirigentes sindicais propostas para alguns questionamentos feitos em encontros anteriores. A segurança é um exemplo. Os representantes sindicais trouxeram para o encontro a pauta colocada em debate na Fenaban sobre o tema. 'Esse documento foi apresentado na Fenaban, mas o Banco já pratica a maioria dos itens reivindicados nele. Mantemos todo acompanhamento e atenção aos colegas vítimas de sequestro e assalto, prestando assistência por meio do Pavas, e também não permitimos que o transporte de numerário seja efetuado por funcionários. Mas encaminharemos a pauta para análise dos itens restantes, inclusive, junto à Diretoria Gestão de Segurança', afirmou José Roberto.

A nova ambientação de agências foi colocada novamente em discussão. O Banco reiterou sua disposição em conversar sobre o tema e, inclusive, informou que não efetuará nenhuma retirada de porta giratória neste momento. O assunto ainda está em estudo no Banco e serão mantidas conversas com a Contraf-CUT sobre a questão. 'O projeto continua em andamento e traz outras medidas de segurança que o Banco ainda não tinha em suas agências. A intenção é projetar uma nova ambientação nas unidades do Banco, que visará maior conforto e segurança a clientes e funcionários', prosseguiu José Roberto.

NÃO...

Outro tema conversado diz respeito à questão das travas para permanência dos funcionários nas Centrais de Atendimento. O Banco afirmou que não tem a intenção de tratá-la de forma diferenciada em relação às demais dependências do BB. Atualmente o período mínimo de permanência é de 2 anos. No entanto, o Banco se propôs a discutir a possibilidade de considerar, para a trava, a soma do tempo nas comissões de atendente B e atendente A, quando houver a ascensão entre elas dentro da CABB. Além disso, atendendo à outra reivindicação do sindicalismo, o Banco se propôs a reavaliar também as funções dos funcionários que exercem essas duas comissões.

O negociador falou, durante o encontro, sobre questões econômicas. 'Em relação ao PCS, o Banco tem a firme disposição de apresentar propostas no que diz respeito à carreira de mérito e piso salarial. Isso está sendo estudado e debatido internamente, mas é importante reiterar que a proposta só poderá ser apresentada após a definição das cláusulas econômicas pela Fenaban', afirmou.

Os representantes da Contraf-CUT afirmaram que o BB não demonstra interesse em apresentar, para análise dos bancários, respostas para as reivindicações mais importantes e que, além disso, a Empresa não estaria trabalhando na preparação de uma proposta global. O Banco esclareceu e lembrou que as questões econômicas, que são consideradas as mais importantes, só poderão ser apresentadas de fato ao final das negociações gerais da categoria na Mesa da Fenaban. 'O BB está concluindo estudos para finalização da contraproposta a ser apresentada à categoria, mas precisa respeitar a dinâmica da Mesa da Fenaban. O próprio movimento sindical quer o BB naquela Mesa, portanto, temos que obedecer ao rito de negociação daquela instância. Quando encerrar o processo por lá, apresentaremos nossa proposta de acordo para avaliação de nossos funcionários', afirmou José Roberto.

CONTEC

Na reunião com a Contec, José Roberto frisou novamente a limitação que o Banco tem de não poder apresentar nenhuma proposta em relação à questão econômica enquanto não houver uma definição por parte da Fenaban. A disposição de apresentar propostas no que diz respeito à carreira de mérito e piso salarial também foi mencionada nesta mesa pelo negociador, assim como questões relacionadas aos bancos incorporados.

No decorrer da reunião, foram discutidas pelas partes as cláusulas da minuta de reivindicações entregue pela Contec.

O Banco do Brasil ficou de agendar, nos próximos dias, as datas das próximas rodadas de negociação com a Contraf/CUT e com a Contec e registrou, ainda, que mantém um processo de negociação intenso, não se negando a dialogar e buscar um Acordo. Por isso mesmo, não vê necessidade de greve para a consolidação das conquistas dentro da Empresa. 'Esperamos que o funcionalismo reflita bastante sobre isso' concluiu José Roberto.

Fonte: portal do BB


8.9.10

(IN)Segurança no BB - Banco segue com projeto insano de expor a vida das pessoas



Bancários de Cuiabá são contra projeto do BB de retirada das portas giratórias

Um projeto piloto do Banco do Brasil que prevê a retirada das portas giratórias de todas as agências do país entrará em teste em Cuiabá. O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso é contrário a tal decisão, uma vez que isso facilita a ação de bandidos e fragiliza os funcionários e clientes.

O Banco do Brasil ignora o fato de ser o banco com o maior índice de assaltos/tentativas em Mato Grosso. Exemplo disto ocorreu no ano passado. Entre os 20 roubos realizados em unidades bancárias do Estado em 2009, nove foram no BB.

Na contramão da lógica e de uma política de responsabilidade social, o Banco se recusa a investir em segurança e ainda reduz os itens que dificultariam a ação dos ladrões nas agências. O bancário e o cliente agora estarão mais suscetíveis a ação dos criminosos.

Um levantamento realizado pelo Seeb-MT mostra que neste ano 14 agências foram roubadas/tentativas, sendo que desse total quatro eram do BB.

"Se não bastasse a onda de assaltos que estamos passando, o Banco do Brasil simplesmente ignora a necessidade de intensificar a segurança em suas agências. Sabemos que a porta eletrônica não impede a ação de bandidos, mas com certeza ela dificulta. Com essa mudança, além dos ladrões de banco, os bancários e clientes estarão à mercê de qualquer um que poderá entrar armado sem ser percebido. É um absurdo que um banco sequer cogite tal possibilidade", argumenta o secretário de assuntos jurídicos do Seeb-MT e funcionário do BB, Alex Rodrigues.

O Sindicato de Mato Grosso é contra a retirada das portas giratórias das agências. O item segurança é um dos temas que estão sendo discutidos na Campanha Salarial 2010.

O movimento sindical tem cobrado dos bancos a instalação de mais itens de segurança em cada unidade. A vida do bancário e do cliente é muito mais importante que qualquer valor roubado, dinheiro este que é segurado.

A falta de itens de segurança nos bancos tem propiciado roubos em Mato Grosso. O mais recente ocorreu no dia 31 de agosto no município de Jangada, a 80 quilômetros de Cuiabá.

Sem nenhum item de segurança, inclusive a porta giratória, dois ladrões armados invadiram a unidade. Os dois agrediram funcionários e vigias, renderam clientes e roubaram o dinheiro da agência.

"Não aceitaremos que o Banco do Brasil exponha seus funcionários e clientes desta forma. Tomaremos as medidas necessárias para impedir esse abuso", esclarece Rodrigues.

Fonte: Seeb Mato Grosso