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26.1.18

Resoluções CGPAR são golpes nos direitos em saúde dos trabalhadores


Comentário do blog:

Olá prezad@s leitores, companheir@s de lutas pelos direitos dos trabalhadores e associados e participantes de planos de autogestão em saúde. 

Leiam abaixo matéria do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas sobre a publicação nesta sexta 26 de resoluções da CGPAR (nºs 21, 22 e 23) que afetam gravemente nossos planos de saúde e os colocam em risco de existência no próximo período.

O ataque aos nossos direitos em saúde é intenso e grave. A tomada de consciência e a atitude por parte dos trabalhadores afetados e suas entidades representativas também devem ser intensas e do mesmo nível da gravidade do ataque aos nossos direitos: é central neste momento termos unidade, mobilização e solidariedade.

Quanto de energia e tempo cada um(a) dos trabalhadores da ativa e aposentados de nossa comunidade vai dedicar à luta em defesa da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, Cassi? Precisaremos de organização nacional e local, com presença real de pessoas, lutando pela reversão das canetadas oficiais que inviabilizam nossos direitos em saúde (as canetadas e medidas são legais? Desde quando é legal ferrar o povo trabalhador?).

Quanto de solidariedade e espírito coletivo vamos encontrar neste momento de ataque severo aos nossos direitos de trabalhadores? Estão em andamento ataques tecnocratas e com lógica de burocracia sendo desferidos contra lideranças do povo, dos trabalhadores, e contra suas instituições. O momento é de luta de vida e morte entre os poucos que vivem da exploração e acumulação (banqueiros, rentistas e seus asseclas, dentro de corporações e instituições) versus todo o restante humano que vive da venda de sua força de trabalho ou de seus legítimos benefícios de aposentadoria, que também estão em risco.

Será que ainda não está claro para cada liderança e entidade representativa da comunidade Banco do Brasil e dos trabalhadores em geral que o momento não é de nos dividirmos por opiniões políticas, visões de mundo e disputa por espaços de poder? O momento é de nos unirmos, focar nos objetivos prioritários de preservação de direitos e resistir aos ataques e golpes por parte de um bando de tecnocratas que tomou conta da máquina estatal e está acabando com a democracia, a liberdade e os direitos do povo trabalhador conquistados em séculos de lutas sociais.

Não temos tempo sequer de comentar ataques pessoais, imorais e vis que estamos sofrendo por defender de forma aguerrida os direitos dos trabalhadores que representamos nos últimos 4 anos. O tempo é de chamar tod@s à luta para nos rebelarmos contra essas porcarias (leis? legislação?) que estão saindo na canetada em executivos ou por uns quatrocentos lesas-pátrias que ainda estão no legislativo nacional. Teremos que enfrentar também algumas pessoas que tomaram os órgãos do judiciário para si (e que espero que sejam a minoria, porque o povo precisa de justiça e segurança, inclusive jurídica).

É possível organizarmos a luta dos trabalhadores contra todos esses efeitos do Golpe de Estado aplicado contra nós! É possível! Na Cassi, construímos uma unidade histórica nesses 4 anos para manter os direitos dos associados e a nossa entidade de saúde. Toda luta é um recomeçar.

Recomecemos a luta!

William Mendes

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(reprodução de matéria da Contraf-CUT)
Governo golpeia saúde do trabalhador

Resoluções da CGPAR precarizam planos de saúde nas empresas públicas



Foram publicadas nesta sexta, 26, no Diário Oficial da União, três resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) que atingem diretamente os empregados das empresas públicas. Duas delas tratam dos planos de saúde, alterando para pior suas regras em 147 estatais.

As determinações diminuem a participação das empresas no custeio dos planos e restringem o rol de dependentes possíveis, como já havia denunciado o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas. “As mudanças retiram direitos e penalizam os trabalhadores e seus dependentes, sem respeitar nem mesmo as especificidades de cada empresa. É mais um ataque do governo golpista que se consolida”, afirma a coordenadora do comitê, Rita Serrano, que também representa os empregados no Conselho de Administração da Caixa.

São quatro as modalidades de planos tratados nas resoluções: autogestão por operadora própria, os geridos pela área de recursos humanos, os que optam por uma operadora de mercado e os que trabalham com o ressarcimento das despesas. Na modalidade autogestão, por exemplo, a resolução estabelece que as empresas deverão fechar seus planos para adesão de empregados admitidos após a entrada em vigor das novas regras; somente estarão autorizadas a oferecer aos novos empregados benefício de assistência à saúde na modalidade de reembolso e os editais de processos seletivos para admissões de empregados das estatais federais não deverão prever o oferecimento de benefícios de assistência à saúde.

As resoluções também vedam a criação de novos planos administrados pelos RH das empresas e limitam a lista de dependentes aos cônjuges e filhos, proibindo a inclusão dos pais e outros. Haverá prazo de 48 meses para que todas migrem para um sistema paritário de contribuição aos planos de saúde, sendo 50% para as empresas e 50% para os funcionários - atualmente a média é de 75% para as estatais e de 25% para seus empregados.

A CGPAR também vai de encontro às negociações trabalhistas com as entidades representativas dos trabalhadores ao determinar que “as empresas estatais federais que possuam o benefício de assistência à saúde previsto em Acordos Coletivos de Trabalho - ACT - deverão tomar as providências necessárias para que, nas futuras negociações, a previsão constante no ACT se limite à garantia do benefício de assistência à saúde, sem previsão de qualquer detalhamento do mesmo”. “Ou seja: além da retirada de direitos, há a impossibilidade de negociação para os planos. É um absurdo e nos dá a medida do grande enfrentamento que os trabalhadores terão em suas campanhas salariais, em especial no caso das empresas públicas”, destaca Rita Serrano.

Fonte: Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas

20.12.17

Mídia empresarial bate em autogestões. Diz que minuta CGPAR foi aprovada. Seria por encomenda?


(Sintaxe do texto atualizada em 21/12/17, às 19h15)



Opinião

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas.

A mídia empresarial, mais comumente chamada por nós progressistas de PIG (Partido da Imprensa Golpista), produziu no último dia 19 de dezembro uma matéria que tudo indica ter sido encomendada por seus aliados no governo que ajudou a instalar após o Golpe de Estado em 2016. Essa mesma mídia, das mesmas famílias de empresários, foi o braço direito de Fernando Collor e Fernando Henrique para atacar as empresas públicas e seus trabalhadores nos anos neoliberais dos noventa.

A Folha de São Paulo (FSP) publicou matéria ontem com o título sugestivo "Plano de saúde de estatal federal custa o triplo do privado". A matéria segue o padrão que toda a imprensa empresarial tem feito ao ser a aliada número um dos segmentos que aplicaram o golpe à democracia brasileira para fazer reformas que devolvem o país à condição de colônia, num total desfazimento dos direitos sociais, políticos e humanos da classe trabalhadora. 

É uma matéria parcial, superficial, não diz nada que poderia ser explicado se o outro lado fosse ouvido. Não tem ali sequer a opinião da Unidas, entidade que congrega as autogestões no país.

A porta voz do Ministério do Planejamento (a FSP/PIG) apresenta os argumentos do secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, e informa através dele que já foi aprovada a tal minuta da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União), minuta que vazou em julho nas redes sociais sobre os planos de ataque às autogestões e direitos em saúde dos trabalhadores das estatais federais por parte do governo.

Mais uma vez joga-se números e valores comparativos entre o setor público e privado, insinuando que os números do setor privado seriam "melhores" que os do setor estatal federal, assim como aconteceu na audiência no Congresso Nacional recentemente. Nossas entidades e lideranças questionaram na audiência as não-conformidades nos dados, médias equivocadas e números que não seriam passíveis de comparação por apresentarem bases completamente distintas. Além das questões básicas envolvendo solidariedade, direitos e coberturas em saúde.

O fato é que nós trabalhadores de empresas públicas com papel central na vida do povo brasileiro que precisa do Estado e dos serviços públicos só fornecidos por nós, teremos que enfrentar com muita unidade os ataques que virão nos próximos meses em relação aos direitos que ainda não foram retirados de cada um de nós. Além de lutar nas etapas adequadas por recuperar e reverter as reformas canalhas já implementadas por um Legislativo e Executivo que só fazem lesar o patrimônio público e os cidadãos.

As autogestões em saúde têm um papel fundamental na saúde pública e suplementar brasileira. Elas aliviam a sobrecarga de demandas no Sistema Único de Saúde (SUS) em cerca de 5 milhões de vidas, em um sistema que se auto patrocina com contribuições de trabalhadores e empresas e têm papel social importante na vida dos trabalhadores das empresas estatais federais. 

As autogestões não visam lucro com a doença e cuidam de participantes com perfis diversos, diferente do setor de planos de saúde privados que só querem "clientes" que geram lucro. Nós das autogestões cuidamos das populações com as maiores faixas etárias do sistema, e se não fossem elas - as autogestões -, a Constituição Federal diz que o SUS teria que arcar com toda a assistência à saúde do povo brasileiro (inclusive os participantes das autogestões).

Só como exemplo da diferença de papel das autogestões, peguemos a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Nós cuidamos de mais de 700 mil vidas, sendo mais de 400 mil no plano de saúde dos trabalhadores da ativa e aposentados, e nosso modelo assistencial de Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF) apresenta resultados expressivos na relação custo/benefício quando observamos as despesas assistenciais/básicas do segmento de participantes já vinculados ao nosso modelo quando comparado ao segmento ainda não cadastrado na ESF.


RESULTADOS EM SAÚDE DOS VINCULADOS À APS/ESF NA CASSI IMPRESSIONAM E MOSTRAM O QUANTO AUTOGESTÕES COMO A NOSSA SÃO IMPORTANTES PARA A SUSTENTABILIDADE DO SISTEMA

Todos os índices são melhores ao se observar populações da autogestão Cassi cuidadas por seu modelo de promoção de saúde e prevenção de doenças, recuperando e reabilitando participantes já acometidos por algum tipo de agravo. 

Aqueles que acompanham e leem os nossos boletins Prestando Contas Cassi viram nas edições deste ano de 2017 (ler boletins AQUI) o quanto a Caixa de Assistência acertou ao definir seu modelo assistencial ao vir instalando sua estrutura desde a reforma estatutária de 1996.

Dados já divulgados nos boletins - Nos vinculados à ESF é menor a demanda em pronto-socorro em 25%. As despesas assistenciais do grupo vinculado, na comparação por grau de complexidade, chegam a ser 30% menores. As internações hospitalares são bem menores no segmento de vinculados à ESF. Os vinculados à APS/ESF dentro da curva A (maiores despesas da operadora) têm custo 14% menor que os não cadastrados. 

As pessoas nas faixas etárias acima de 59 anos são mais cuidadas na Cassi que em outras operadoras e isso faz com que o crescimento da despesa assistencial (32%) deste segmento entre 2012/2016 tenha variado menos que a inflação do período (40%).

A Cassi tem problemas de sustentabilidade por diversos motivos externos à sua gestão e também temos melhorias a serem feitas na gestão e os associados e Banco do Brasil estão trabalhando neste sentido.

Enfim, eu não concordo com esse ataque às autogestões e conclamo a tod@s os associados da Cassi e das demais autogestões, juntamente com as entidades sindicais e representativas dos participantes, para que preparemos a mobilização e defesa intransigente de nossas autogestões e de nossos direitos em saúde.

As autogestões são muito importantes e não podem ser atacadas assim pelo governo e devem ser fortalecidas.

Abraços e vamos juntos na defesa das autogestões em saúde.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi

27.10.17

Congresso Unidas Autogestões - Saúde hoje e amanhã


Experiência em APS/ESF - A trajetória da Cassi

Autogestão Cassi - compartilhando as experiências e resultados
em Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF).

Olá prezad@s associad@s e participantes da Cassi e companheir@s de lutas pela saúde dos trabalhadores.

Estamos fechando a nossa semana de gestão e lutas em defesa de nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a maior e mais antiga autogestão em atividade no país, criada em 1944. 

Somos uma das experiências mais exitosas que se tem notícias em se tratando de um sistema de saúde solidário e organizado para atuar na promoção e prevenção, acompanhando os participantes em todas as fases de suas vidas e nos diversos níveis de atenção de cuidados necessários. Desde que chegamos eleitos à gestão da área de saúde em 2014 temos explicado isso para a comunidade BB e hoje temos estudos que balizam nossas convicções.

Nesta semana atuamos em Brasília entre segunda e quarta-feira e estamos participando do 20º Congresso Internacional Unidas, com o tema "Saúde hoje e amanhã", onde fomos convidados para sermos um dos palestrantes. O evento está sendo realizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, e vai até este sábado 28.




Em nossa palestra, compartilhamos a experiência dos trabalhadores do Banco do Brasil na criação e evolução da Caixa de Assistência ao longo de mais de sete décadas, chegando ao momento atual pós reforma estatutária de 1996, quando ousamos sair da lógica de meros pagadores de serviços de saúde para a rede credenciada no mercado e passamos a fazer a gestão da saúde da comunidade BB.

Demos alguns exemplos de resultados bastante exitosos que temos conseguido obter por meio da Atenção Primária (APS), através da Estratégia Saúde da Família (ESF). O que precisamos hoje é de investimento na ampliação do modelo para cobrir o conjunto dos assistidos no Brasil.

Quando observamos a famosa "Curva ABC", que existe em todos os planos de saúde e que equivale ao segmento de assistidos que é mais agravado e utiliza a maior parte dos recursos do sistema, vemos o quanto é melhor o resultado no uso dos recursos comparando o segmento de participantes vinculados à APS/ESF da Cassi em relação aos não cadastrados ainda.

Em nosso sistema de saúde Cassi, 9% (Curva A) dos participantes consomem 70% dos recursos. No entanto, quando olhamos o comportamento das despesas dentro da Curva A, vemos que o grau 3 de agravamento (ou nível de complexidade), o maior em nosso conceito, apresenta o grupo de vinculados com uma despesa per capita 13,9% menor em relação aos não cadastrados e não cuidados ainda por nós na ESF. É um resultado muito expressivo em se tratando de pacientes agravados.


Resultados de estudos do modelo assistencial APS/ESF,
desenvolvidos pela Diretoria de Saúde da Cassi, apontam
que o caminho para a sustentabilidade está em investir mais
na Atenção Integral à Saúde e nas unidades CliniCassi.

Quando comparamos a curva de crescimento das despesas assistenciais do segmento de participantes com o grau mais agravado (grau 3), vemos que os resultados obtidos com os assistidos cuidados pelo modelo assistencial Cassi (APS/ESF) evidenciam a necessidade de se investir mais no modelo para que TODOS os associados estejam cobertos no próximo período. O que nós precisamos, nós Cassi/Associados/Banco do Brasil, é seguir firmes com o investimento necessário para ampliar a cobertura e alcançar a tão esperada sustentabilidade.

É isso, eu faço sempre questão de agradecer ao conjunto de funcionários da Cassi que trabalham conosco - seja na sede em Brasília, seja nas Unidades Cassi e CliniCassi -, porque eles têm atendido plenamente os resultados da missão Cassi quando se trata do modelo assistencial e não medem esforços em fazer o melhor na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos participantes, mesmo com todas as dificuldades do setor.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

Wiliam Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

18.9.17

Seminário Anabb - Minutas de Resolução CGPAR ameaçam direitos em saúde


(Reprodução de matéria)

Anabb discute resoluções que podem impactar as autogestões

O Seminário Anabb: Minutas de Resolução CGPAR foi realizado nesta sexta-feira, 15/9, com transmissão ao vivo pelo Facebook da Associação


Deputada federal Erika Kokay (PT/DF),
funcionária da Caixa Econômica Federal.

Em 15.09.2017 às 11:00

A Anabb realizou nesta sexta-feira, 15/09, o Seminário Anabb: Minutas de Resolução CGPAR. O evento promoveu a discussão das Minutas de Resolução CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União). Mais de 150 pessoas participaram do seminário em Brasília/DF e aproximadamente 15 mil pessoas acompanharam a transmissão ao vivo pelo Facebook.

Lideranças e dirigentes de entidades socializaram as informações sobre as diversas autogestões das empresas estatais federais, debateram os riscos que podem advir de uma eventual aprovação das propostas de resolução e unificaram a luta dos trabalhadores, da ativa e aposentados, dessas empresas pela preservação de seus planos de saúde por meio de um movimento em defesa dos direitos dos associados de planos de saúde de autogestão.

Na abertura do Seminário, o vice-presidente de Comunicação da Anabb e Presidente do Instituto VIVA CIDADANIA, Douglas Scortegagna, saudou a todos e apresentou os componentes da Orquestra Jovem Reciclando Sons que executou o hino nacional para os presentes.

Reinado Fujimoto, presidente da Anabb, por sua vez, disse que as propostas de resoluções da CGPAR irão impactar, acima de tudo, na vida de todos os participantes. Fuji disse que mais de 5 milhões de pessoas estão sendo colocadas em risco nos planos de saúde e que o Sistema Único de Saúde (SUS) não vai poder acolher esse grande número de usuários. “Temos que lutar muito contra essas resoluções”, ressaltou. Ele disse ainda que, das discussões do seminário, será produzido um relatório sólido após uma discussão ampla e rica que será levada aos poderes Executivo, Legislativo e até ao Judiciário, se necessário.

Leonardo Trench, Diretor de Treinamento e Desenvolvimento da Unidas, falou que não podem deixar a população das autogestões de joelhos. “É necessário discutir e debater, pois todas as instituições de autogestão já passam por vários problemas, como a inflação médica cada vez mais alta e o envelhecimento da população”, lembrou o diretor. Para Leonardo, é preciso que se discuta o que são de fato as autogestões e dar a elas um tratamento diferenciado. “O nosso usuário entende que o benefício da saúde deve ser sustentável”, finalizou.

Na sua fala, a deputada federal Erika Kokay (PT/DF), disse que é absolutamente oportuno dialogar a situação e se organizarem para defender os planos de saúde de autogestão. Erika falou que as autogestões conseguem traçar perfis epidemiológicos e, com eles, traçar melhor um plano de assistência à saúde específico aos beneficiários. “Os planos de autogestão são diferenciados pois não consideram que a saúde seja objeto de lucro. Eles não podem ter a mesma regra dos planos privados. Não podemos tratar os desiguais como iguais”, comentou a deputada.

O conselheiro deliberativo da Anabb e deputado federal Augusto Carvalho (SD/DF) parabenizou a iniciativa da Anabb na busca de congregar a massa crítica para essa discussão. Ele disse que foi muito feliz a oportunidade quase incidental em que tiveram acesso a essas minutas. Augusto Carvalho disse que “as estatais foram saqueadas nos últimos tempos” e a opinião pública está sensível ao que está acontecendo. O deputado se dispôs a contribuir para a discussão do tema do evento na Câmara dos Deputados.


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A Defesa dos Direitos dos Empregados das Empresas Estatais Federais

O quarto e último painel do seminário focou nas estratégias de defesa das autogestões

William Mendes, Diretor de Saúde e
Rede de Atendimento da Cassi.

Em 15.09.2017 às 18:08

O quarto e último painel do seminário focou nas estratégias de defesa dos direitos dos trabalhadores das empresas públicas. Reinaldo Fujimoto, Presidente da Anabb, foi o mediador do painel. Fuji disse que a Anabb está de portas abertas para receber a todos para reuniões e o encaminhamento do que foi discutido nesse evento. Participaram do painel, gestores de instituições de autogestão em saúde da Cassi, da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU) e da Caixa Econômica Federal.

William Mendes de Oliveira, Diretor de Saúde e de Rede de Atendimento da Cassi, fazendo uma alusão ao livro "Guerra dos Mundos", falou que estamos vivendo em uma guerra, pois o cenário é muito parecido com o da publicação. “Temos toda a condição de fazer o enfrentamento e reverter essa situação”, disse William. Para o gestor, é preciso organizar comitês locais, estimular a criação de conselhos de saúde em todas as instituições em risco e organizar um encontro nacional de saúde e previdência, para envolver a classe trabalhadora das estatais.

A Diretora da Fentect, Suzy Cristiny da Costa, disse que esse é um importante debate. Ela falou ainda que “o pós-emprego hoje é um complicador para as empresas públicas, mas é um absurdo querer acabar com o direito do aposentado”. Suzy comentou que é preciso mobilizar a sociedade em defesa do que é público.

Fabíola Antezana, Secretária de Energia CNU, por sua vez disse que, para o governo, esse é o melhor momento de ataque, para deixar as empresas enxutas e ficar melhor para vendê-las. “Vamos desenvolver uma estratégia de guerra de guerrilhas e levantar empecilhos em todas as ações do governo. Em cada passo que eles derem, vamos colocar uma pedra”, comentou Fabíola.

Para Dionísio Reis Siqueira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, foi muito bom ver todos juntos para debater e discutir essas resoluções. Dionísio disse que precisam se unir e fazer toda uma mobilização para uma reação em conjunto. Ele falou ainda que “é preciso mostrar a importância das empresas públicas. As estatais são importantes para o crescimento do país”.

No final do evento, Reinaldo Fujimoto chamou Graça Machado, Fernando Amaral e Maria Avani à frente, que agradeceram a participação de todos os representantes de entidades, expositores e debatedores, além dos funcionários da Anabb pelo sucesso do Seminário.

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MANIFESTO

Os participantes aprovaram, por aclamação, um manifesto para servir de referência na luta dos trabalhadores das empresas estatais federais. Leia o documento na íntegra:

Manifesto dos Participantes do Seminário Anabb "Minutas de Resolução CGPAR"

Nós, participantes do Seminário Anabb, gestores de autogestões em saúde e representantes de entidades representativas de trabalhadores que têm assistência à saúde prestada por autogestão, após analisarmos os possíveis impactos e riscos de uma eventual aprovação das minutas de Resolução CGPAR, que procuram estabelecer parâmetros de governança e de custeio para limitar o compromisso das empresas estatais federais com a assistência à saúde de seus empregados da ativa e aposentados, manifestamo-nos aos demais trabalhadores em empresas estatais federais da seguinte forma:

- As minutas de Resolução CGPAR, caso aprovadas, provocarão dificuldades de acesso aos serviços de assistência à saúde para os participantes de autogestões menores e imporão onerosidade excessiva para que os trabalhadores mantenham os direitos à atenção à saúde, duramente conquistados.

- Neste cenário complexo da conjuntura nacional, com retirada de direitos, faz-se necessária a unidade dos trabalhadores das empresas estatais federais no processo de resistência para manutenção dos direitos conquistados;

- Desta forma, assumimos o compromisso de buscar a unidade na ação para defesa das autogestões em saúde, como instrumento para garantir a maior cobertura de assistência à saúde, a custos suportáveis para os trabalhadores, difundindo os dados e os debates aqui ocorridos, para os demais trabalhadores das empresas estatais federais, por meio de suas entidades representativas.

Participantes do Seminário Anabb: Minutas de Resolução CGPAR

Realizado em 15/09/2017


Fonte: Site da Anabb (foram realizados mais três painéis no evento, que não estão reproduzidos aqui no Blog)

14.8.17

Sindicatos e entidades associativas preparam defesa da Cassi


(reprodução de matéria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região)

Sindicato prepara a luta em defesa da Cassi


Mudanças propostas por Temer para planos de saúde de autogestão aniquilam o princípio da solidariedade; unidade das entidades representativas, que estiveram reunidas na quarta 9, é fundamental para barrar retrocessos



São Paulo – Com apoio do Sindicato, o diretor eleito de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, William Mendes, participou na quarta-feira 9 de reunião para debater os ataques do governo Temer aos planos de saúde de autogestão. O encontro, realizado no Rio de Janeiro por iniciativa da Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil (Aafbb), reuniu entidades representativas dos trabalhadores do BB e de associados da Cassi de todo o Brasil, além da Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).

"A unidade de todas as entidades representativas na defesa da Cassi é fundamental e os sindicatos têm um papel importantíssimo nesta luta. Somente os trabalhadores organizados em sindicatos têm força e condições para preservar direitos e avançar em novas conquistas", avalia o diretor do Sindicato e bancário do BB João Fukunaga.

Minutas de resolução da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e Administrativa de Participações Societárias da União, órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, vazaram nas redes sociais e demonstram que o governo Temer está agindo para desmontar a Cassi e os planos de saúde que atendem os funcionários de todas as empresas públicas federais.


> Temer quer desmontar a Cassi junto com o Banco do Brasil


Os documentos revelam que o governo pretende estabelecer várias mudanças nos planos de saúde de autogestão, criando limites de custeio e outras regras para serem seguidas pelas estatais. As mudanças ferem de morte os princípios básicos da Cassi, pois destroem a solidariedade no plano.

"O encontro de entidades e lideranças da comunidade Banco do Brasil com a Unidas foi importante porque a assessoria e a avaliação jurídica e técnica sobre as minutas de resoluções que foram discutidas pelo governo federal nos dão subsídios para definir estratégias de enfrentamento aos ataques que estão sendo preparados pelos golpistas para acabar com mais direitos dos trabalhadores brasileiros. Neste caso, direitos em saúde de empregados de empresas públicas e estatais como o BB", relata William Mendes.

"Fizemos contribuições para a luta e defesa dos nossos planos de saúde na mesma linha do que apontamos no processo do déficit do Plano de Associados da Cassi, na qual construímos uma histórica unidade das entidades sindicais e associativas para negociar soluções que também responsabilizassem o banco patrocinador. Após duas propostas que só oneravam os trabalhadores, avançamos na luta e mobilização para o Memorando de Entendimentos, mantendo os direitos em saúde e com o BB colocando recursos na Cassi junto com os associados", acrescenta.

O diretor eleito da Cassi propôs que a Unidas, que congrega as autogestões em saúde das empresas públicas e estatais, estabeleça uma parceria com o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas. "A unidade será central entre nós para defender nossos direitos em saúde e as nossas empresas públicas", conclui.



Fonte: Seeb SP.

9.8.17

Planos de autogestão em saúde como Cassi e Saúde Caixa estão em risco





Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Seguem abaixo informações e posições de representantes dos trabalhadores eleitos para os conselhos de administração do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal ao tomarem conhecimento de reuniões em áreas do governo federal que avaliaram medidas que podem prejudicar os planos de saúde de empresas públicas federais e estatais e os direitos de seus trabalhadores associados.

Nesta quarta-feira 9 participaremos de uma reunião no Rio de Janeiro com entidades representativas dos trabalhadores e dos associados da Cassi em conjunto com a Unidas - União Nacional das Instituições de autogestão em Saúde -, para debater a questão.

O convite para a nossa participação foi de última hora (segunda-feira 7) e a minha presença só será possível porque contamos com o apoio do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região que entendeu que a participação do Diretor de Saúde (eleito) era importante. Eu deixo o meu agradecimento ao Sindicato e reforço o meu compromisso com todo o movimento sindical que nos apoiou para que estivéssemos na gestão da Cassi defendendo os direitos dos trabalhadores bancários da ativa, aposentados, pensionistas e seus dependentes.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Não aceitaremos mudanças na Cassi que prejudiquem os associados

Nos últimos dias circularam entre os colegas do BB informações e documentos dando conta que representantes de várias empresas públicas federais, inclusive o BB, estiveram reunidos com representantes do Ministério do Planejamento para falar sobre os planos de saúde dos funcionários destas empresas. Foi divulgada, inclusive, minuta de Resolução do Comitê Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que mostra a intenção do Governo Federal de estabelecer a paridade contributiva entre empresa e empregado, cobrança por faixa etária e por faixa salarial e limite gastos com planos de saúde como a Cassi, dentre outros ataques.

De conhecimento dessa informação, na última reunião do Conselho Deliberativo da Cassi, em 21 de julho, apesar de o assunto não ter sido objeto de pauta, os membros eleitos exigiram esclarecimentos dos representantes do banco na diretoria executiva para que se manifestassem a respeito.

Nós, conselheiros eleitos pelos associados, protestamos contra esta intenção do governo de reduzir a participação do banco no custeio da Cassi e lembramos aos representantes da empresa que qualquer alteração no percentual pago pelo banco ou nos critérios de contribuição dos associados devem necessariamente passar por reforma estatutária, que precisam de ser votados pelos associados.

Junto com os funcionários e com as entidades sindicais e associativas, vamos resistir e impedir mais esta mudança prejudicial aos funcionários que o banco pode querer fazer por determinação do governo.

Fonte: Fabiano Felix, Caref eleito do Banco do Brasil e Conselheiro Deliberativo eleito da Cassi


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Governo mira no plano de saúde das empresas públicas

O governo quer mudar para pior os planos de saúde dos trabalhadores nas empresas públicas. A justificativa de ajuste financeiro mais uma vez será usada para trazer precarização. De acordo com documento da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União – a CGPAR, criada em janeiro passado -, os novos parâmetros, se aprovados, vão atingir desde o custeio dos planos até a restrição à inclusão de dependentes.

“As alterações propostas são mais um passo no sentido de desmantelar as empresas públicas. De forma fragmentada, mas contínua, o governo vai atingindo vários flancos da estrutura dessas empresas, que aos poucos se tornam piores para seus trabalhadores e para a sociedade; ou seja, pior para o País”, avalia a coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, Maria Rita Serrano. O assunto ainda deverá ser avaliado pelo Grupo Executivo da CGPAR e, uma vez aprovado, encaminhado para análise das consultorias jurídicas, Casa Civil e ministérios da Fazenda e Planejamento.

Em linhas gerais, as principais alterações tratam da limitação das empresas que poderão ter planos na modalidade autogestão (com mais de 20 mil beneficiários no plano, mas não está claro se o número incluiria os dependentes ou se seriam apenas empregados ativos e aposentados potencialmente filiáveis ao plano); rol de dependentes restritivo, impedindo, por exemplo, a filiação de pais (mesmo que sejam dependentes econômicos) e limites rígidos de custeios, o que pode causar mais prejuízo àqueles de menor renda. As empresas teriam 36 meses para se adaptar às novas regras.

“Não podemos aceitar passivamente a redução de direitos. Queremos discutir e saber detalhadamente quais são essas alterações que estão sendo propostas para saber como agir em todas as frentes possíveis”, aponta a coordenadora do comitê, que também é representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa e já entrou em contato com a Coordenação de Previdência Complementar e Planos de Saúde de Estatais para agendar uma reunião sobre o tema.

“Infelizmente, a conjuntura não é favorável aos trabalhadores, e exatamente por isso nossa luta é imprescindível. Assistimos na última quarta-feira (2/8) a mais um golpe dentro do golpe, com os deputados rejeitando a investigação do presidente golpista. É um posicionamento que legitima a política privatista e fecha portas ao diálogo, o que exige muita união e ações coordenadas para enfrentamento”, avalia Rita, lembrando que também os fundos de pensão deverão ser alvos de mudanças prejudiciais aos funcionários das empresas públicas.

Comitê – Na próxima quarta-feira, 9 de agosto, acontece reunião entre os integrantes do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas. O encontro, que começa às 10h no setor Bancário Sul, Ed. Seguradoras, 3º andar, terá assessoria parlamentar para avaliação de matérias e ações do governo. Um dos itens que deve compor a pauta é o ataque aos planos de saúde das empresas privadas. As deliberações serão publicadas no site e facebook do comitê. Uma nova reunião também deverá ser agendada e a data divulgada em breve para que todos possam se programar com mais antecedência e comparecer aos debates.

Fonte: Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas/Apcef SP

20.10.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde em Pernambuco



Reunião Cassi, Super, Gepes e Sindicato em Recife, PE.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

A nossa agenda de luta por parcerias para fortalecer a Cassi, nosso modelo assistencial e a causa da promoção da saúde e prevenção de doenças seguiu nesta semana de trabalho.

Estamos em Recife, Pernambuco, e concluímos uma intensa mas gratificante agenda de debates e compartilhamento de informações com os segmentos de associados da Cassi e entidades representativas do funcionalismo no Estado.

Reunião com Super, Gepes e Sindicato dos Bancários

A nossa agenda de dois dias terminou nesta quinta com uma reunião de parcerias que tivemos com a Superintendência, com a Gepes e com o Sindicato dos Bancários de Pernambuco.

Nós representantes da Cassi nos colocamos à disposição para divulgar para os mais de 3 mil bancários da ativa informações sobre a Cassi, como ela funciona, sobre o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), sobre a importância do autocuidado e as melhores formas de utilizar a Caixa de Assistência para atender às necessidades em saúde.

Nós temos duas CliniCassi em Pernambuco e nossas sete equipes de família e demais profissionais de saúde já cuidam de mais de 9 mil participantes. Com o Convênio firmado entre BB e Cassi para realizar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é possível ampliar as perspectivas de cuidar de nossos trabalhadores assim que identificamos riscos para a saúde ou doenças crônicas, além de tudo que é avaliado no Exame Periódico de Saúde (EPS).

Lutar para cuidar da saúde dos bancários da ativa, mais de 100 mil trabalhadores no país, foi um de nossos compromissos nas eleições de 2014 e vale a pena buscar parcerias pela saúde porque cada vida que pudermos salvar e contribuir para uma melhor qualidade de vida, além de ser bom para os participantes é "Bom Pra Todos" como diz o BB.


Conversa com bancários e associados em Recife - PE.

Plenária com associados sobre Sustentabilidade da Cassi e a proposta apresentada pelo patrocinador BB

Na parte da manhã desta quinta 20, estivemos em plenário com bancários da ativa, aposentados, lideranças do Banco e das entidades representativas e Conselho de Usuários falando a respeito da proposta apresentada pelo patrocinador BB para a questão do déficit do Plano de Associados da Cassi.

Após uma fala inicial para contextualizar os colegas a respeito da crise do setor de saúde e os efeitos oriundos dela para a Cassi, pudemos fazer vários esclarecimentos a partir das perguntas feitas pelos participantes. Foi muito legal e muito produtiva nossa reunião. Todos nós saímos com mais informações e noções sobre a gestão da Cassi e de nossos esforços como Diretor de Saúde em reorganizar os serviços de saúde da Caixa de Assistência.


Estivemos no Sindicato conversando com as lideranças.

Cassi faz reunião com dirigentes e lideranças do Sindicato

Na noite de quarta-feira 19 estivemos reunidos na sede do Sindicato com a direção e com delegad@s sindicais para falar a respeito da Cassi, da proposta apresentada pelo patrocinador BB e esclarecemos diversas dúvidas, além de ouvir sugestões das lideranças sindicais.

Além do Diretor de Saúde e do Gerente da Cassi Pernambuco, estiveram presentes os Conselheiros eleitos da Cassi que são de Recife, Fabiano Felix, Presidente do CD, e Leodete Sandra, do CF.

A Presidenta do Sindicato, Suzineide, e a direção da entidade sugeriram a confecção de uma cartilha explicando sobre a Cassi, o Modelo de Atenção Integral, a ESF e CliniCassi e demais questões centrais sobre saúde e o setor. O Sindicato se dispôs a confeccionar o material. Ficamos muito felizes com a iniciativa, pois com esta contribuição do Sindicato os bancários terão uma excelente oportunidade de se empoderar de nossa entidade de saúde.


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi PE.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi PE

A primeira agenda da quarta 19 foi nos reunirmos com o Conselho de Usuários da Cassi em Pernambuco. Foi uma excelente reunião.

O Coordenador do Conselho deu todos os informes relativos à reunião ocorrida na Anabb sobre a Cassi e a proposta do patrocinador BB para o déficit do Plano de Associados.

Depois fizemos uma fala inicial e abrimos um debate muito proveitoso. Mais uma vez, podemos afirmar que ganhamos tod@s com informações de qualidade.


Reunião com os nossos valorosos funcionários da Cassi.

Reunião com os funcionários da Cassi PE

Por fim, como parte da agenda de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, nos reunimos com os funcionários da Cassi para mostrar estudos e dados de saúde e da população assistida em Pernambuco. Foi um momento de grande partilhamento de conhecimento, esclarecimentos, de colher sugestões e de agradecimentos a esse nosso patrimônio da Caixa de Assistência: os funcionários.

Antes de terminarmos esta longa agenda, ainda fomos à CliniCassi Boa Viagem, porque eu não conhecia esta nossa unidade. Ela está passando por reformas e daqui a poucos dias estará novinha para continuar atendendo à milhares de participantes. Recife conta com duas boas CliniCassi.

A gente vai aonde o associado está

Como vocês podem ver, foram dois dias de debates com dezenas de pessoas, de todos os segmentos da comunidade BB e tenho a convicção de termos feito o possível para fortalecer a Cassi e dar pertencimento aos associados e suas entidades representativas.

Estamos cansados, mas estamos fazendo o que tem que ser feito por um gestor de saúde eleito para isso. Agradeço a acolhida que tivemos por parte de todos e todas e agradeço a compreensão de minha família por estar suportando um trabalho que adotamos como uma causa e que nos tira do convívio praticamente o ano inteiro.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

Esta agenda em Pernambuco, que continua até sábado porque estamos participando do 19º Congresso da Unidas, foi custeada por mim mesmo e pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, que contribuiu com a taxa de inscrição no Congresso e com a hospedagem. Agradeço o apoio recebido.

7.10.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde no Mato Grosso do Sul



Cassi, Super, Gepes, Sesmt e Sindicato em Campo Grande (MS), 
em reunião de parcerias pela promoção da saúde.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estivemos nesta quarta e quinta-feira, 5 e 6 de outubro, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, onde cumprimos mais uma etapa da nossa agenda de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, maior autogestão do país.

O planejamento de nossa área de saúde e rede de atendimento previu irmos a todos os Estados e Distrito Federal buscando parcerias com o Banco do Brasil e entidades sindicais e representativas para melhorar a comunicação com os associados e participantes da Cassi e dar mais noções do que somos e como atuamos, além de fortalecer o espírito de pertencimento à Caixa de Assistência. 

Com esta etapa vencida, já realizamos parcerias em 19 bases sociais e faltam agora 8 Estados para completarmos nossa missão neste ano desafiador para todos que atuam na área da saúde.

Reunião com o Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul

Nossa primeira agenda ao chegarmos a Campo Grande na quarta-feira 5 foi na Superintendência do Banco do Brasil. A Cassi se reunião com a Super, a Gepes, o Sesmt e com o Sindicato dos Bancários de Campo Grande e região.

Explicamos a importância da parceria pela promoção de saúde e prevenção de doenças entre a Cassi local e o Banco para exponenciar as possibilidades de atuar no cuidado da saúde dos bancários e bancárias que trabalham no Estado. Temos mais de 1.300 funcionários atuando na ativa e com a parceria que já existe entre BB e Cassi, no Convênio do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é possível realizar um trabalho eficaz em relação a mapear e cuidar de pessoas com riscos de adoecimento ou agravamento de doenças crônicas ou ocupacionais que os trabalhadores sequer sabem que têm.


CliniCassi Campo Grande e Unidade Cassi MS.

A Cassi já conta com uma unidade de atendimento em saúde na Capital do Estado, onde temos cerca de 600 bancários na ativa mais os seus dependentes. A CliniCassi tem uma estrutura adequada para atender à essa população em demandas de Atenção Primária. Temos 3 equipes de família (ESF) que já cuidam de quase 4 mil participantes do Plano de Associados e Cassi Família em Campo Grande.

Com a parceria do Banco do Brasil, é possível dar um salto de qualidade no conhecimento por parte da população assistida sobre sua Caixa de Assistência e evitar demandas judiciais e reclamações à ANS que prejudicam a todos, assistidos e entidade de saúde. A melhor alternativa é buscar os canais de recursos e soluções para as pendências, segunda opinião e ter como referência a Cassi quando se trata de orientações em saúde.

Ter a Cassi como referência em saúde pode salvar a vida de nossos participantes porque além da Estratégia Saúde da Família ter uma metodologia de trabalho com visão integral do grupo familiar e conhecimento dos riscos em saúde a que estão expostos os assistidos, como doenças crônicas que podem ser monitoradas, ir direto à Rede Credenciada para descobrir o que está acontecendo com sua saúde pode ser pouco resolutivo porque a pessoa vai buscar especialistas e áreas de saúde por inferência e sem conhecimento técnico para isso, gerando transtornos a si mesmo e família e uso dos recursos da Caixa de Assistências de forma pouco eficiente.

A reunião abordou diversas perspectivas de trabalho e atuação conjunta da Cassi com o Sesmt, Gespes e com apoio de todos, Super e Sindicato na questão de comunicação mais dinâmica sobre saúde, sobre autocuidado e demais temas que serão definidos durante o trabalho cotidiano no próximo período. A Cassi estará mais presente em todos eventos que reúnam bancários nos espaços do BB. Também foram reforçados os pedidos de apoio e incentivo à participação dos conselheir@s de usuários da ativa.


Endereço: Rua Pedro Celestino, 2670 - São Francisco - Campo Grande (MS) – CEP 79.002-372
Telefone: (67) 3322-2100 - (67) 3322-2101
Fax: (67) 3321-8840 e (67) 3322-2114
Contato: Fale com a CASSI
CNPJ: 33.719.485/0011-07 


Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h40
Serviços: atendimento multidisciplinar em Saúde da Família (médico de família, técnico de enfermagem, enfermeiro, nutricionista e psicólogo), consultas em clínica médica, saúde mental, saúde do trabalhador, perícias, regulação, atendimentos administrativos aos participantes e prestadores de serviço. Todos os serviços necessitam de agendamento prévio, exceto a livre demanda (consultas em clínica médica) e atendimentos administrativos.

Gerente de Unidade - Ricardo Alexandre Ruz


Cassi se reúne com diretoria do Sindicato dos Bancários.

Diretor de Saúde visita o Sindicato dos Bancários

Após a agenda de trabalho com o Banco, estivemos reunidos com a Direção do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e região.

Fizemos um bom bate papo sobre diversas questões, começando pela campanha salarial dos bancários, passando pela conjuntura nacional e internacional, abordando a questão da saúde e da nossa Cassi e reforçamos a nossa disposição em fortalecer os laços da entidade de saúde dos trabalhadores do BB com a entidade que representa esses trabalhadores, o Sindicato.


Reunião com participantes e posse do gerente da Unidade Cassi MS.

Posse do gerente da Cassi MS e conversa com participantes


Na quinta-feira pela manhã, realizamos um excelente evento com dezenas de participantes da Cassi e presença de diversas lideranças locais, tanto do Banco quanto das entidades representativas.

Conjugamos a formalização da chegada de nosso novo gestor da Unidade Cassi MS com o evento de abertura do Outubro Rosa no Estado. Também pudemos conversar com o plenário sobre o momento que estamos vivendo na Cassi com mesa de negociação com o patrocinador Banco do Brasil para buscar uma solução para o déficit do Plano de Associados.

Explicamos um pouco para os associados como funciona o mercado de saúde, os problemas centrais do setor, o efeito para as operadoras de saúde, principalmente as autogestões, e dos caminhos com melhor perspectiva para o presente e futuro.

Foi muito legal o bate papo e acredito que todos saímos ganhando pela troca de informações, esclarecimentos e conhecimentos novos. Agradecemos pela Anabb patrocinar um café após o evento e também pelo retorno positivo que as pessoas têm nos dado pelo trabalho que estamos realizando com toda a energia e experiência que temos em defesa da Cassi e dos associados que representamos.



Reunião de gestão com equipe de funcionários da Cassi MS.

Reunião de Gestão com equipe de funcionários da Cassi Mato Grosso do Sul

Na parte da tarde, tivemos uma excelente reunião com os funcionários da CliniCassi Campo Grande e da Unidade Cassi MS. Abordamos diversos temas técnicos de nossa área de atuação em saúde e do próprio setor saúde. Tiramos dúvidas sobre várias questões e também acredito que foi um momento de muita troca de conhecimento e fortalecimento de nosso pertencimento a essa entidade que cuida da vida de mais de 700 mil assistidos.

Os funcionários da Cassi são um de nossos maiores patrimônios e fica o nosso agradecimento pela dedicação e eficiência desses valorosos trabalhadores.


Reunião com Conselho de Usuários da Cassi MS.

Diretor de Saúde se reúne com Conselho de Usuários da Cassi MS


Por fim, tivemos a felicidade de nos reunirmos com o Conselho de Usuários da Cassi Mato Grosso do Sul. Eu tenho um grande apreço e admiração pela dedicação e voluntariado de nossos colegas nos Conselhos.

Prestamos conta do trabalho que estamos realizando pela Cassi e pelo Corpo Social, falamos um pouca da estratégia da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento para implantar ou ampliar uma cultura de promoção de saúde na comunidade de assistidos da Caixa de Assistência e nos colocamos à disposição para perguntas, dúvidas, críticas e sugestões.

Um dos principais temas tratados foi a proposta apresentada pelo patrocinador BB no último dia 5 de setembro e que aguarda posição das entidades de representação da mesa para ir ao corpo social em consulta. Dei minha opinião e fiz avaliação dos pontos positivos e do que entendemos que precisa ser completado na proposta para melhor perspectiva de sucesso dela nos próximos 3 anos.

A minha contribuição sobre a proposta será entregue na próxima semana ao Banco e as entidades representativas e também publicada aqui no blog.



Com o presidente e o pessoal da Unidas e
inauguração do Hospital da Cassems em Campo Grande MS.

Fortalecendo parcerias no segmento de autogestão

Nossa agenda teve um ponto bastante positivo: o fortalecimento das parcerias necessárias no segmento de autogestão, que conta com cerca de 5 milhões de participantes e atua de forma diferenciada na saúde suplementar porque as operadoras não visam lucro, são auto-patrocinadas e parte delas atua na prevenção de doenças.

Estivemos com lideranças da Unidas em Campo Grande e também participamos da inauguração de mais um hospital da Cassems, a autogestão dos servidores públicos do Mato Grosso do Sul. A entidade completou 15 anos de existência e é uma experiência bastante exitosa no cuidar de dezenas de milhares de participantes. A Cassems é parceira da Cassi no Estado em convênio de reciprocidade.



Feliz por estar com a equipe Cassi MS neste Outubro Rosa.

Agenda concluída no Mato grosso do Sul. Só tenho a agradecer a acolhida que tivemos nesses dois dias e fico com sentimento de esperança pelas parcerias que fizemos e pelas perspectivas de cuidar cada dia de mais vidas.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

Nesta agenda de trabalho e gestão na Unidade Cassi MS tivemos um gasto de cerca de 1050,00 reais. Não tem sentido a entidade em que sou gestor da rede de atendimento e do modelo de saúde não pagar passagens e hospedagem para eu realizar meu trabalho em defesa da própria entidade e dos associados...