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12.12.12

Contraf-CUT, em parceria com Dieese, conclui 7º curso de formação sindical



A Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, finalizou na última sexta-feira (7) o terceiro e último módulo do curso de formação sindical, iniciado na segunda-feira (3), voltado para entidades sindicais filiadas à confederação e realizado no Hotel Atibainha, no interior de São Paulo. O primeiro módulo do curso aconteceu entre 22 e 26 de outubro; o segundo, entre 5 e 9 de novembro.

O curso é um Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA), intitulado "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro". Ele é dividido em três módulos de cinco dias cada. Esta foi a sétima turma do curso, que já percorreu todas as regiões do país e agora começou uma nova fase em São Paulo.

"Nosso objetivo é garantir que cada curso traga subsídios para dirigentes e assessores sindicais, de modo a enfrentar os desafios e qualificar a ação sindical", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT.

Participaram dirigentes sindicais e assessores de Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amapá, Pará, Alagoas, Brasília, Paraná, São Paulo, Belo Horizonte e Ceará. "Das sete turmas que tivemos esta foi a maior, o que nos colocou grandes desafios pedagógicos e também logísticos", afirma Regina Camargo, economista do Dieese da Subseção Contraf-CUT e uma das coordenadoras do curso.

"A composição desta turma foi bastante diversificada, tanto em relação à origem das pessoas quanto em relação ao tempo de atuação sindical dos participantes. Isso proporcionou uma troca de experiências e uma convivência muito rica, fatores que também são importantes no processo de formação sindical", ressalta Regina.

Palestra da Fenaban

Pela primeira vez compareceu a um curso de formação da Contraf-CUT o coordenador da mesa de negociação da Fenaban, Magnus Apostólico, que fez uma palestra sobre negociação coletiva no setor bancário. Os participantes tiveram a oportunidade de ver pontos de vista diferentes, como do diretor da Fenaban.

Também fizeram palestras o ex-assessor e economista Wilson Amorin, que por muitos anos assessorou a antiga CNB-CUT - que originou a Contraf-CUT - nos primeiros anos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários e o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, mostrando a força da unidade e da mobilização da categoria.

Conteúdo

Na segunda-feira pela manhã houve a apresentação dos trabalhos elaborados pelos grupos no segundo módulo do curso. Pela tarde, houve debate sobre o emprego no setor bancário. Os resultados da 14ª Pesquisa de Emprego Bancário, feita com base nos dados do Caged e divulgada pela Contraf-CUT e Dieese, revelaram que a rotatividade continua rebaixando os salários nos bancos.

No primeiro semestre deste ano, os bancos contrataram 23.336 empregados e desligaram 20.986, gerando apenas 2.350 novos postos de trabalho, o que representa um recuo de 80,40% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram criadas 11.978 vagas.

A remuneração média dos admitidos foi de R$ 2.708,70 e a dos desligados de R$ 4.193,22, o que significa uma diferença de 35,40%. Já na economia brasileira, como um todo, a diferença entre a média salarial dos contratados foi 7% inferior a dos demitidos.

Na terça-feira pela manhã houve discussão sobre remuneração e PLR. De acordo com dados do Dieese, a parte variável na remuneração total do bancário está tomando proporções cada vez maiores. Em 1995, quando os bancários conquistaram pela primeira vez a PLR, o percentual variável era de 5,4%. Em 2011, aumentou para 14,5%.

"O novo modelo de negócios dos bancos, resultado da reestruturação produtiva dos anos 1990, está focado na venda de produtos. Mudou a composição da remuneração dos bancários, com a ampliação da remuneração variável nos últimos 15 anos", ressalta William. "Esta é uma das grandes preocupações do movimento sindical, porque tem um impacto na carreira futura e particularmente na aposentadoria, onde apenas se calcula a parte fixa", afirma o dirigente da Contraf-CUT.

Sobre a PLR, os bancários têm melhorado significativamente tanto os valores como os modelos de distribuição. "É importante ressaltar que a PLR não está vinculada a metas, mas a mecanismos de distribuição de 5% a 15% do lucro líquido das instituições financeiras, sendo que muitos bancos possuem programas próprios de participação nos lucros", salienta William.

Na terça à tarde o debate foi sobre terceirização. Além de precarizar os direitos dos trabalhadores, a terceirização tem enorme impacto social, uma vez que reduz salários e o terceirizado é discriminado em todos os espaços da empresa e na sociedade. É um golpe contra o emprego decente, contra a CLT e contra a organização dos trabalhadores.

Na quarta-feira, os debates ficaram por conta da organização sindical de base dos bancários e dos coletivos temáticos de trabalho da Contraf-CUT. O secretário de formação da Contraf-CUT, William Mendes, apresentou a estrutura de negociação e contratação coletiva construída pelo chamado Novo Sindicalismo a partir da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e que é responsável pela CCT da categoria e pelas várias formas de negociação coletiva, tanto por temas, como por bancos, que geram aditivos à CCT.

Um painel contou com dirigentes da Contraf-CUT que fizeram depoimentos, apresentações e debates: Andrea Vasconcelos (Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual - CGROS), Plínio Pavão (Coletivo Nacional Saúde do Trabalhador) e Ademir Wiederkehr (Coletivo Nacional de Segurança Bancária).

Na quinta-feira, aconteceram duas palestras sobre a negociação coletiva nos bancos, proferidas pelo negociador da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, e ex-técnico do Dieese na Subseção da antiga CNB-CUT, Wilson Amorim.

Na sexta-feira, o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, que é o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, debateu com o grupo as perspectivas para a negociação dos bancários nos próximos anos.

NOVOS CURSOS DE FORMAÇÃO EM 2013

A Contraf-CUT fechou o ano de 2012 com dois cursos de formação PCDA e dois cursos de formação em saúde da trabalhadora e do trabalhador bancário. Cerca de uma centena de dirigentes e assessores construíram novos conhecimentos para organizar os trabalhadores do ramo financeiro.

O ano de 2013 contará com novas turmas tanto do curso básico PCDA como também de cursos de especializações em mais temas fundamentais da Contraf-CUT e entidades sindicais na luta contra os banqueiros e o sistema capitalista.

Fonte: Contraf-CUT

7.12.12

Agenda de luta... Formação sindical e luta contra assédio do bb


Concluímos a 7ª turma de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, curso organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese e as entidades sindicais.

Estamos chegando ao fim do ano e seguimos com uma agenda de luta sindical intensa contra os banqueiros.

Na próxima semana estarei em Brasília para audiência no MTE também sobre esse bb (com letra minúscula de pequeneza) na prática do assédio moral e por ser antissindical.

A luta segue.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

21.11.12

Artigo: Por onde ando... trabalhando muito!



O mês de novembro continua muito intenso sindicalmente.

Na primeira semana, estive em Brasília três dias cuidando de questões do BB.

Na semana de 5 a 9 de novembro, realizamos o 2º módulo do 7º curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, um programa de capacitação de dirigentes e assessores sindicais (PCDA). O curso é realizado pela Contraf-CUT e Dieese em parceria com as entidades sindicais.

Na semana seguinte, entre 12 e 14, estive de novo em Brasília tratando de questões do BB. Tivemos reunião da CEBB, depois negociação com o banco, e no dia 14, denunciamos o banco na Secretaria da Presidência da República por práticas antissindicais.

Nesta semana, estamos lidando ainda com as porcarias oriundas das práticas antissindicais do Banco do Brasil e finalizando a preparação de dois módulos de formação sindical: um curso de saúde e o 3º módulo do curso PCDA.

Estive hoje no RJ e depois trabalhei até tarde na Contraf-CUT SP.

Além dessas agendas ininterruptas, participarei ainda do Congresso da Fetec CUT SP neste fim de semana.

Na segunda 26, tenho audiência no MPT para tratar de denúncia que fizemos contra o BB por práticas antissindicais e discriminação aos bancários grevistas. (MPT ADIOU PARA 03/12)

Sem contar que estou precisando ler vários e-mails que não tive como ver faz muito tempo. Se eu não paro um pouco, o trabalho sindical iria 24 horas adentro...

Eu estou muito cansado. Estou mesmo. Mas fazemos o que tem de ser feito.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

6.11.12

Formação: Contraf-CUT inicia 2º módulo do PCDA


Equipe de coordenação do curso:
William, Bárbara, Regina e Gustavo.

Iniciamos hoje o 2º módulo do 7º curso do Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro -, promovido pela Contraf-CUT e Dieese em parceria com as entidades sindicais participantes.

A turma do curso representa 20 entidades do movimento sindical bancário e dos trabalhadores e conta com 36 participantes.

Participantes do curso. A galera fez um belo
trabalho de pesquisa. Foto: dirigentes do Itaú

Neste primeiro dia, os participantes apresentaram um estudo sobre as principais mudanças ocorridas nos bancos brasileiros na última década e os problemas gerados com essas mudanças para a sociedade, principalmente para trabalhadores e clientes.

A dedicação do trabalho foi tanta que todo mundo
tinha muita informação para partilhar com o coletivo.
Foto: dirigentes do Santander.

Na parte da tarde, o grupo conheceu e debateu com o técnico Gustavo (Dieese) as principais políticas utilizadas pelos governos para controle macroeconômico da economia: políticas fiscal, cambial, monetária e de rendas.

As pesquisas por bancos foram feitas independente do tamanho de cada grupo.
Ao final, todos saíram com muito mais informação sobre histórico de fusões
 e mudanças ocorridas no mercado bancário. Foto: dirigentes do Bradesco.

Também foi visto o efeito multiplicador da moeda e a capacidade dos bancos de produzir moeda escritural e a importância da supervisão pelas autoridades monetárias para que os banqueiros não causem riscos ao sistema financeiro e monetário.

Bancos públicos e privados, os grupos pesquisaram as mudanças,
os problemas antigos e os novos desafios a enfrentar.
Foto: dirigentes da Caixa Federal.

Apesar de não haver uma ruptura radical nas políticas fiscal, cambial e monetária aplicadas no Brasil desde os anos noventa, houve um fortalecimento da política de rendas nos governos de Lula e Dilma que estão mantendo a economia ativada mesmo neste período de forte crise econômica mundial, pois ela gerou um aumento no consumo interno no país e retirou da linha da pobreza mais de 50 milhões de pessoas que hoje são consumidores internos.

Mesmo estando no dia a dia da luta sindical, sempre é possível
descobrir mais problemas causados pelos bancos aos trabalhadores,
como vimos nas apresentações. Foto: dirigentes do HSBC

Os participantes iniciaram o 2º módulo com muita disposição de produzir conhecimento coletivo para a categoria bancária e para a classe trabalhadora e o grupo poderá contribuir muito para suas entidades e bases sindicais.

Muitas equipes de trabalho, muita informação sobre os bancos que enfrentamos
diariamente para melhorar as condições de trabalho e atendimento.
Foto: dirigentes do Banco do Brasil.

A Contraf-CUT parabeniza todas as entidades que estão investindo na formação e preparação de seus dirigentes para melhorar a qualidade da representação sindical.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

ACREDITEM NA FORMAÇÃO SINDICAL!
ACREDITEM QUE PODEMOS MUDAR O MUNDO!

29.10.12

Contraf-CUT conclui primeiro módulo do novo curso de formação sindical



A Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, finalizou na última sexta-feira (26) o primeiro módulo do curso de formação sindical, iniciado na segunda-feira (22), voltado para diretores e assessores de sindicatos de bancários, realizado no Hotel Atibainha, no interior de São Paulo.

O curso, intitulado "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", é dividido em três módulos de cinco dias cada. Esta é a sétima turma do curso, que já percorreu todas as regiões do país e agora começou uma nova fase em São Paulo.

"De modo geral, os trabalhos de discussão focaram a sociedade em que vivemos, além de um debate acerca dos interesses e dos atores sociais inseridos nela, os valores representados, as principais instituições e as formas de disputa", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT. "Também abordou a história de luta da classe trabalhadora sob os vários contextos ao longo do século 20 e neste início de século 21", destaca William.

A origem do movimento sindical brasileiro com os anarcossindicalistas e as greves ocorridas entre o final do século 19 e primeiras décadas do século 20 também foram temas dos debates. Os participantes estudaram ainda a evolução e as mudanças do sindicalismo na Era Vargas, no regime militar e na redemocratização do país, apontando para os desafios da contemporaneidade.

A turma conta com a participação de 36 dirigentes e assessores sindicais de 20 entidades de diferentes estados.

Participação de Sérgio Rosa

Os participantes contaram com uma exposição de Sérgio Rosa, funcionário do Banco do Brasil, ex-diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e presidente da extinta Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT) entre 1994 e 2000. Ele também foi diretor eleito da Previ e depois presidente do fundo de pensão dos funcionários do BB no período de 2003 a 2010.

Sérgio resgatou a história do movimento sindical bancário desde a década de 1980. Apontou a organização do Departamento Nacional de Bancários da CUT (DNB-CUT), em 1985, a transformação em CBN-CUT, em 1992, e a criação da Contraf-CUT, em 2006. Também analisou a importância da atuação dos bancários no cenário político nacional.

O dirigente ainda lembrou o período de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), na busca de liberdade, democracia e participação política nas decisões do país.

Continuidade do curso

O segundo módulo do curso acontece de 5 a 9 de novembro e o terceiro entre os dias 3 e 7 de dezembro.

Fonte: Contraf-CUT

25.10.12

Curso de formação estuda história do movimento e desafios atuais


Sérgio Rosa, ex-dirigente da Previ e
liderança sindical bancária na redemocratização.


CURSO DE FORMAÇÃO ESTUDA HISTÓRIA DO MOVIMENTO E DESAFIOS ATUAIS

Está acontecendo a 7ª turma do curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeira, organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese. O curso é autofinanciado pelas entidades participantes.

O curso é realizado em 3 módulos de 5 dias. Esta turma tem a participação de 36 dirigentes e assessores sindicais de 20 entidades bancárias e dos trabalhadores.

Nesta semana, já foi estudada e debatida a forma como está organizada a sociedade contemporânea e todos os atores sociais e segmentos que disputam espaços de interesse nela.

Na terça-feira foi debatida a origem do movimento sindical brasileiro com os anarcossindicalistas e as greves ocorridas entre o final do século 19 e primeiras décadas do século 20.

Na quarta-feira o grupo teve um momento de debate com Sérgio Rosa, ex-diretor eleito da Previ e depois presidente do fundo de pensão entre 2003 e 2010.

Sérgio Rosa foi uma importante liderança sindical dos anos oitenta e noventa - dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT).

Ele vivenciou e participou da construção da atual estrutura sindical bancária, que nasceu dentro da Central Única dos Trabalhadores - CUT. A Contraf-CUT nasceu primeiro como departamento da Central, depois como confederação orgânica de bancários e atualmente trabalha para representar todos os trabalhadores do ramo financeiro.

Sérgio Rosa também viveu o período em que os trabalhadores e os movimentos sociais criaram o Partido dos Trabalhadores, em busca de liberdade e democracia efetiva, com a participação das massas populares nas decisões do país.

Como secretário de formação da confederação agradeço o investimento em formação que está sendo feito pelas entidades bancárias de: ABC, Guarulhos, Apucarana, Cornélio Procópio, Umuarama, Londrina, Amapá, Campinas, Campo Grande, Rondônia, Brasília, São Paulo, Osasco e região, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Alagoas, Ceará, Fetec CN, Fetec SP, Contraf-CUT e Dieese.

William Mendes

22.10.12

Começa novo curso de formação sindical da Contraf-CUT e Dieese



Participantes focaram sociedade, interesses e atores sociais inseridos

Teve início nesta segunda-feira (22) o primeiro módulo do 7º curso de formação sindical "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", um programa de capacitação para dirigentes e assessores, que já percorreu todas as regiões do país e agora começou nova fase em São Paulo. 

A turma contém participantes oriundos de 18 entidades sindicais de diversos estados. A iniciativa é mais uma promoção da Contraf-CUT em parceria com o Dieese.

"Neste primeiro dia, após a abertura que resgatou um pouco da história deste curso, os trabalhos de discussão focaram a sociedade em que vivemos, além de um debate acerca dos interesses e dos atores sociais inseridos nela, os valores representados, as principais instituições e as formas de disputa", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.

Os participantes assistiram a filmes e fizeram leitura de textos para balizar as discussões. 

"Ao longo da semana, o curso abordará a história de luta da classe trabalhadora sob os vários contextos ao longo do século 20 e neste início de século 21", destaca William.

Fonte: Contraf-CUT

21.10.12

Agenda sindical e de luta pela coletividade (Fortalecendo a AABB-SP)



Olá,

Neste domingo, viajo para o interior paulista. Nesta semana, estaremos em curso de formação da Contraf-CUT para dirigentes bancários.

No sábado, estive na AABB SP:

Acordei cedo e fui para a reunião mensal do Conselho Deliberativo da AABB SP. Nossa gestão começou em agosto e este foi o segundo encontro do Conselho.

O evento e os debates duraram mais de 3 horas e avalio que as deliberações foram muito positivas para a entidade e para os associados. Votamos regras de isenção e redução de mensalidade para atrair novos sócios, pensando principalmente nos novos funcionários, naqueles que ganham pouco e também naqueles que nunca conheceram a AABB SP.

Acredito que cumpri com uma das questões que sempre esperei ver na AABB - dar mais oportunidade para os colegas do banco se associarem ao clube.

Parabenizo o presidente Ramon e demais membros do Conselho de Administração. Ramon é amigo de longa data e percebo que seu trabalho é muito sério, por isso aceitei participar e contribuir na gestão do clube. SIGAMOS NA LUTA pela melhoria dos espaços coletivos e pela inclusão de mais pessoas neles.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

William

19.10.12

Agenda sindical... (às 2h da manhã, após agenda na Contraf-CUT)



Pois é!

A minha quinta-feira que começou com reunião às 10 horas da manhã na Contraf-CUT acabou agora na madrugada de sexta-feira, às 2h da manhã.

Não faço isso por prazer. Não sou workaholic e teria muitas coisas a fazer também.

Sem comentários. Vamos tomar um banho e dormir um pouco que eu tenho agenda na sexta, sábado e domingo.

Vamos ver até onde aguento...

17.10.12

Por onde ando... agenda de luta (7º curso PCDA da Contraf-CUT e agendas políticas)


Foto daqueles dias de muito trabalho

Nesta quarta 17 estou fora de ação pela manhã (um respiro), pois estou no limite do cansaço. À tarde vou pra Contraf-CUT.

Ontem, terça 16, trabalhei umas 12 horas na Contraf-CUT. Tivemos reunião da Executiva da confederação e também estou atendendo demandas do Banco do Brasil e do curso de formação que iniciaremos na próxima semana.

Segunda 15 também trabalhei umas 10 horas.

Quinta 18 terei reunião o dia todo na Contraf-CUT.

Na sexta estaremos nos preparativos finais para o curso de formação.

No sábado, tenho reunião do Conselho Deliberativo da AABB SP.

No domingo... viajo para Nazaré Paulista, interior de SP, para o curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, 7ª turma.

Percebem como minha agenda não aliviou mesmo com o fim da greve dos bancários? É 220 volts direto...

Somos fortes, somos CUT!

William


Post Scriptum: vejam como terminou a quinta-feira 18, de trabalho na Contraf-CUT, em outra postagem...

Pois é!

A minha quinta-feira que começou com reunião às 10 horas da manhã na Contraf-CUT acabou agora na madrugada de sexta-feira, às 2h da manhã.

Não faço isso por prazer. Não sou workaholic e teria muitas coisas a fazer também.

Sem comentários. Vamos tomar um banho e dormir um pouco que eu tenho agenda na sexta, sábado e domingo.

Vamos ver até onde aguento...

15.10.12

Agenda sindical... Manifestação contra mídia golpista



Hoje estive na atividade contra aquela corja latino-americana dos magnatas da comunicação comercial golpista.

Depois, segui para a Contraf-CUT. Nesta semana estamos finalizando as inscrições para a 7ª turma do curso de formação SINDICATO, SOCIEDADE E SISTEMA FINANCEIRO promovido para dirigentes sindicais bancários e assessores dos sindicatos.
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PELA VERDADEIRA LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

Crédito: Roberto Parizotti - CUT

Para movimentos sociais, monopólio da mídia sufoca liberdade de expressão

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), a "honorável sociedade mafiosa" que congrega os donos dos grandes conglomerados de comunicação do continente, foi alvo nesta segunda-feira (15), em São Paulo, de críticas demolidoras e bem humoradas de militantes dos movimentos sociais e pela democratização da comunicação.

Em frente ao luxuoso hotel Renassaince, representantes da CUT, do MST, do Coletivo Intervozes e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) levantaram cartazes denunciando alguns dos reiterados abusos praticados por emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas que comportam-se como "indústria de intoxicação", reproduzindo seus antivalores.

Erguendo a faixa "Monopólio da mídia sufoca liberdade de expressão", os manifestantes apontaram como a mercantilização do jornalismo conduz a uma espiral de dupla manipulação: pelo poder econômico e pelo poder político, reverberando os interesses do sistema financeiro, das transnacionais e das grandes empresas, seus grandes anunciantes. "Quando os interesses econômicos e políticos coincidem, tanto mais visível será a manipulação", já nos alertava o jornalista Rui Pereira.

A atualidade do questionamento é mais do que pertinente, como comprova o Sindicato dos Bancários de São Paulo, que teve a edição do seu jornal apreendida há pouco mais de duas semanas a pedido da coligação do candidato José Serra. A ordem de busca e apreensão da Folha Bancária, que incluía até mesmo o "arrombamento" da entidade, "se necessário", foi solicitada pelo candidato tucano sob a alegação de que a "matéria denigre a imagem" de Serra.

A secretária-geral do Sindicato, Raquel Kacelnikas, lembrou que, enquanto um órgão alternativo é silenciado, a população é bombardeada 24 horas por dia por uma mídia que desinforma, reproduzindo tão somente os interesses de uma pequena elite. "Graças aos investimentos dos movimentos em seus próprios meios e à internet temos hoje maior capacidade de comunicação, acabando com os estreitos limites impostos pela mídia privada, extrapolando fronteiras e fazendo a disputa", declarou Raquel.

Secretária estadual de Comunicação da CUT-SP, Adriana Oliveira Magalhães, destacou que diante de tantos e tão reiterados abusos contra a liberdade de expressão, está na hora do governo federal submeter "à consulta popular os 20 pontos do Marco Regulatório da Comunicação".

Entre as prioridades, elencou Adrianinha, estão a regulamentação dos artigos da Constituição Federal, como o que proíbe a formação de monopólios e oligopólios, e o que garante o respeito à diversidade regional e à produção independente. Enquanto isso, disse, os grandes meios de comunicação "condenam os movimentos sociais, criminalizam o MST e as centrais sindicais e não dão sequer direito de resposta".

Conforme a líder cutista, a recente cobertura das eleições da Venezuela é outra demonstração inequívoca de que "precisamos de outra comunicação, de outra mídia". "A cobertura de canais como a Globonews foi totalmente discriminatória, uma propaganda da derrota de um governo democrático", ressaltou.

Integrante da Rede ComunicaSul, que cobriu recentemente as eleições na Venezuela, Terezinha Vicente Ferreira destacou a violência da campanha desinformativa coordenada pelas agências internacionais, sob a batuta da SIP, como "aparelho de propaganda ideológica do capital em favor de uma colonização das mentes".

Ao contrário do que se diz na mídia privada, ressaltou, pudemos ver que não falta liberdade de expressão na Venezuela, "pois muitos jornais não só questionam o governo como ofendem diretamente o presidente a partir de uma visão patronal". "Pude ver também na Venezuela o apoio governamental às televisões públicas e comunitárias, em contraposição ao pensamento único com que a mídia empresarial tenta nos envenenar", acrescentou Terezinha.

CACHORROS GUARDIÃES

O prólogo do livro "Os novos cachorros guardiães", de Sergei Alimi, redator do Le Monde Diplomatique, é esclarecedor sobre o receituário da manipulação utilizado pelos "profissionais da mentira" a serviço do grande capital: "As manchetes que compõem, os qualificativos que empregam, as fotos que ampliam, os enfoques e colaborações que elegem, são o bastante para que a simples experiência empírica nos ensine sobre o veneno que bebemos".

Em virtude desta manipulação, cada um dos 12 cartazes levantados pelos manifestantes - e posteriormente colados em frente ao hotel - expunha temas "invisibilizados" pela mídia "alienante e alienada": "Anatel ignora que 92% das rádios comerciais de São Paulo opera com licença vencida e fecha 100% das comunitárias"; "André Caramante está exilado para se proteger das ameaças de morte que sofreu por matéria que denunciava a Rota e o coronel Telhada", eleito o segundo vereador mais votado do PSDB na capital paulista. O governo do estado silencia sobre o caso"; "Quase 90% da programação de TV é produzida no eixo Rio-São Paulo, apenas 10,8% é dedicada à produção local".

LIBERDADE DE TODOS E TODAS

Membro da coordenação do FNDC e integrante do Coletivo Intervozes, João Brant, frisou que a "liberdade pela qual lutamos é de todos e todas, não a que fica confinada e aprisionada pelo monopólio da mídia". Brant citou o exemplo da Lei de Meios da Argentina, que obrigará o grupo Clarín, no próximo 7 de dezembro, a devolver parte das suas licenças, ampliando o número de vozes.

O coordenador do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, Altamiro Borges, denunciou o "rabo preso" dos "450 donos, executivos e jornalistas" reunidos no evento da SIP e os exortou a se pronunciarem sobre os abusos cometidos contra a liberdade de expressão, como a perseguição movida contra Julian Assange, fundador do Wikileaks, e a invasão do Sindicato dos Bancários de São Paulo para impedir a circulação do seu jornal.

Representando o MST - uma das entidades mais atingidas pela violência da onda midiática de desinformação e calúnia - o jornalista Igor Felipe defendeu "a desconcentração dos meios como essencial para abrir espaço a uma sociedade mais democrática". "Queremos liberdade de expressão e liberdade de imprensa. Já as famílias reunidas no encontro da SIP querem a comunicação como forma de garantir lucros e dominação" .

Para o professor Edmilson Costa, que representou o Partido Comunista Brasileiro (PCB), "a SIP é a sociedade interamericana dos monopólios de comunicação, que manipulam em favor dos interesses mais atrasados da oligarquia, se convertendo na ponta de lança da discriminação".

Mais do que um ataque à ditadura dos barões da mídia, os manifestantes agiram em legítima defesa da democratização da comunicação. E como enfoca Serge Alimi, "a este exercício elementar de autodefesa se chama lucidez".

Fonte: CUT - Leonardo Severo