Páginas

11.6.26

Diário e reflexões



Autocensura

Estava escrevendo um artigo de opinião sobre questões relativas à política nacional e ao movimento social brasileiro, contrapondo a técnica à política. 

Depois de metade do artigo desenvolvido, refleti, refleti, analisei a conjuntura ao meu redor, e desisti do artigo. Foi a segunda vez que tomei essa decisão nas últimas semanas. 

Decidir silenciar ao invés de expressar o que pensa e percebe a respeito de determinadas questões é uma das consequências dos tempos que correm. É a morte da política, pois ela só funciona com o debate de ideias, com argumentos e refutações, com tempo e paciência para definir o que unifica o grupo.

Enfim, sigamos a vida. A cada amanhecer, se a natureza permitir, temos uma oportunidade de conhecer algo novo e nos lapidarmos como pessoas. O professor Paulo Freire ensina que não somos seres acabados.

William 

11/06/26

(12h50)

22.5.26

CASSI: Voto "sim" no Relatório Anual 2025



CONSULTA AO CORPO SOCIAL

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a CASSI, colocou à disposição dos associados o Relatório Anual 2025. A consulta está disponível até dia 25/05/26, às 18h.

Apreciar e votar o Relatório Anual da CASSI é um direito estatutário dos associados. É importante que todos analisem as informações e fortaleçam a participação social em nossa Caixa de Assistência. 

O Relatório contém as principais ações de gestão e as demonstrações contábeis da autogestão. Por ser a CASSI uma associação de pessoas a votação é um processo político, um direito conquistado pelos associados.

Antes de ser apresentado aos participantes, o Relatório já foi analisado e aprovado por instâncias técnicas e políticas. A gestão da CASSI é paritária, sua direção e conselhos são indicados pelos associados em eleições e pelo patrocinador Banco do Brasil. 

Ou seja, o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal já analisaram e aprovaram o Relatório. Além desses colegiados, o documento foi analisado por uma auditoria independente, externa à operadora de saúde. 

Nossa manifestação enquanto participantes é fundamental, pois tomamos conhecimento das informações relevantes de nossa CASSI e fortalecemos um dos nossos patrimônios enquanto comunidade de funcionários da ativa e aposentados do BB. 

Eu voto "sim" na consulta ao Corpo Social sobre o Relatório Anual CASSI. Ao ler as 57 páginas relativas à gestão, vi os avanços alcançados em diversas áreas de nossa Caixa de Assistência. 

O documento representa bem as ações de gestão e os números da operadora. Não li a parte contábil do Relatório. Acompanho os colegiados que me representam e já analisaram as informações. 

William Mendes

Ex-diretor eleito da CASSI

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13.5.26

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2012


 

RETROSPECTIVA 2012

Em janeiro eu estava em férias no movimento sindical. Publiquei um artigo sobre a proibição de uso de sacolas plásticas no Estado de SP, uma hipocrisia porque os supermercados pararam de fornecer as sacolas, mas vendiam sacolas plásticas. A decisão só prejudicava os consumidores e não alterava em nada a questão ambiental.

A nossa confederação, a Contraf-CUT, completou 6 anos de existência, e fizemos uma matéria resgatando o histórico de organização da categoria bancária desde o Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), em 1985, passando pela Confederação dos Bancários da CUT (CNB-CUT), criada em 1992, até evoluirmos para a confederação do ramo financeiro.

Fevereiro foi um mês de lutas pessoais deste dirigente sindical paulista: meu pai sofreu um infarto perto de completar 70 anos de idade. Estive com ele vários dias na UTI da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Minha mãe também passou mal e foi internada. Para piorar a situação psicológica, nosso governo do PT privatizou os aeroportos situados em Guarulhos, Campinas e Brasília. Minha decepção foi enorme. Estando ao lado de meu pai internado, fiz um poema para expressar minha decepção com o fato: “O PT privatizou”.

Publiquei alguns artigos no mês, fazendo o debate político no movimento e na categoria: um deles, sobre a questão da “Ficha Limpa”, tema que fui contrário desde 2010 quando a própria esquerda caiu no engodo que serviria só para excluir e prejudicar candidaturas do campo popular. No outro artigo - “1984” é agora! – aproveitei o tema do autoritarismo em uma sociedade distópica e da manipulação de massas que George Orwell tratou em seu romance clássico para comparar o momento que vivíamos no Brasil em relação ao PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Também escrevi bastante em fevereiro, pois fizemos planejamento no Sindicato, preparamos o Congresso da Contraf-CUT e tratei de novos cursos de formação.

Março foi um mês de muita movimentação sindical no Banco do Brasil por parte dos sindicatos. Retomamos mesas de negociação lutando por jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salários. Outro tema importante na pauta foi nosso enfrentamento à direção do BB querendo impor metas individuais para recebimento de PLR como ocorria no Itaú e Santander. Fizemos diversas reuniões com os trabalhadores para colher informações sobre o Sinergia e avisamos a direção que o banco teria problema para assinarmos acordo de PLR se ele insistisse na questão.

Em abril tivemos processos democráticos importantes para nossa categoria bancária: a Contraf-CUT realizou seu 3º congresso, Carlão foi reeleito presidente e eu segui na secretaria de formação. A comunidade do Banco do Brasil elegeu a Chapa 1 – Cuidando da Cassi, liderada pela companheira Mirian Fochi para compor a direção da autogestão em saúde até 2016. Finalizado o processo eleitoral na Cassi, começou a eleição na Previ, nosso fundo de pensão.

Ainda em abril, fiz uma série de artigos de formação no blog relacionados com o trabalho de base nas agências e departamentos do Banco do Brasil. A Contraf-CUT em parceria com o Dieese iniciou a 6ª turma de formação, desta vez para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

O governo do PT usou voto de minerva na direção da Previ para levar adiante disputas políticas internas, fato lamentável. Os indicados pelo banco no CD pediram abertura de inquérito administrativo contra o presidente da Previ, também indicado pelo governo.

Os destaques no mês de maio foram as eleições na Previ, que vencemos com a Chapa 6 Unidade na Previ, liderada pelo companheiro Marcel Barros, eleito Diretor de Seguridade. A eleição foi apertada, vencemos por 655 votos de diferença em relação à 2ª colocada: 24.935 x 24.280.

Os cursos de formação também foram destaques, estava em andamento o curso organizado para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e realizamos o curso de formação sobre saúde dos trabalhadores, curso da grade de formação da Contraf-CUT.

Estávamos preparando o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que seria realizado no mês seguinte e conjuguei muito trabalho de base com reuniões em agências e departamentos do BB com os trabalhos internos de coordenador da comissão de empresa (COE ou CEBB), função que assumi a partir de maio.

O mês de junho foi o período do calendário sindical de realização do 23º CNFBB, realizado em Guarulhos, com mais de 300 delegadas e delegados. Após pressão do movimento sindical, a direção da Cassi aderiu à Resolução 254 da ANS. A parte indicada pelo patrocinador Banco do Brasil postergou a decisão desde o ano anterior.

Na área da formação, finalizamos o 6º curso da grade formativa da Contraf-CUT, PCDA (Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores) aplicado para diretores e assessores do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Julho foi um mês com agendas em regiões diversas em relação ao cronograma da categoria bancária e da classe trabalhadora. Participei do 11º Congresso Nacional da CUT (CONCUT) e o companheiro bancário Vagner Freitas foi eleito presidente de nossa central.

Realizamos em Curitiba a 14ª Conferência Nacional dos Bancários e depois viajei para o Uruguai, onde a delegação brasileira participou da 8ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais. O encontro se deu na Associação dos Empregados Bancários do Uruguai (AEBU). O BB à época tinha atuação na Argentina e no Paraguai e havia comprado o Banco Patagônia.

Agosto foi o mês das mesas de negociação coletiva com a Fenaban e com os bancos públicos. O Comando Nacional dos Bancários realizou diversas mesas com os banqueiros e com o governo federal apresentando as reivindicações da categoria e dos bancos públicos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Cortado na foto - Olhando para o passado, tanto tempo depois, posso registrar nesta retrospectiva uma questão que me incomodou muito à época e que nunca soube o motivo. Na Folha Bancária (FB) e site do Sindicato, as duas fotos da primeira mesa de negociação da Fenaban, no dia 8 de agosto, na qual estive como coordenador da Comissão de Empresa do BB (CEBB), foram editadas para que eu não aparecesse, em dois ângulos diferentes. Qualquer pessoa que entenda de edição de fotos percebe o corte. Nunca soube quem mandou fazer isso e por qual motivo me cortaram da imagem. Fica o registro. Foi algo muito desagradável. A política tem dessas coisas feias.

Setembro foi o mês da greve nacional dos bancários, após os banqueiros não apresentarem propostas que dialogassem com as principais reivindicações da categoria.

CAMPANHA VITORIOSA DA CATEGORIA - Após 9 dias de greve geral, bancários aprovaram as propostas da Fenaban, com exceção dos empregados da Caixa, que rejeitaram e seguiram em greve. O índice de 7,5% significou um aumento real de 2% nas verbas salariais. O piso e os tíquetes tiveram reajuste de 8,5% (2,95% de aumento real) e a PLR teve reajuste de 10% sobre o valor fixo.

Com a campanha vitoriosa dos bancários, os aumentos reais em 9 anos foram de 13,22% nos salários e 35,57% nos pisos, pelo INPC, informou o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

No Banco do Brasil, negociações assessoradas pela Comissão de Empresa coordenada por mim, avançamos na inclusão dos caixas executivos na Carreira de Mérito no PCR; unificamos os atendentes da CABB, sendo criada uma função com valor maior, uma luta antiga dos funcionários do setor; melhoramos as regras de remoção automática entre as dependências do banco, evitando discriminação e privilégios; aumentamos o piso do bancário escriturário, passando a ser A2 após 90 dias, um avanço no PCS e não permitimos que o banco estabelecesse metas individuais na distribuição de PLR. Mantivemos a regra geral que beneficia o coletivo. Também foi mantida a regra de 3 avaliações consecutivas para se tirar a função comissionada de um funcionário do BB.

Em outubro, após a campanha salarial, iniciamos o 7º curso de formação da parceria entre a Contraf-CUT, Dieese e entidades sindicais afiliadas.

A agenda do mês teve muita luta contra a prática antissindical e de assédio por parte da direção do Banco do Brasil, que estava perseguindo os trabalhadores grevistas. Fomos para cima do banco na defesa de nossos representados.

Ainda sobre as práticas absurdas da direção do banco público, o BB suspendeu a posse de concursados de forma irresponsável e após contatos da Contraf-CUT e outras entidades sindicais, a estatal voltou atrás e chamou os cidadãos aprovados no certame.

Novembro foi agitado. A luta contra as práticas antissindicais no BB por atacar os grevistas nos levou ao MPT e fizemos dia de luta também. Realizamos curso de formação da grade da Contraf-CUT, um curso de saúde dos trabalhadores, foi o segundo módulo. Fiz dois artigos no mês, um sobre as horas de greve, que defendo serem distribuídas a todas as pessoas que recebem os direitos da convenção coletiva e outro sobre a merda falada por Felipão, técnico da seleção da CBF, que falou mal dos funcionários do BB.

Dezembro, o último mês do ano, foi de muito trabalho e luta, pois o movimento sindical seguiu lutando contra as práticas antissindicais da direção do Banco do Brasil, que passou a perseguir grevistas desde o final da greve da categoria, cancelando férias, licenças e ausências já definidas e programadas.

A Contraf-CUT concluiu mais dois cursos de formação, o de saúde dos trabalhadores e o 7º curso “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro”, ministrado em parceria com o Dieese.

2012 FOI UM ANO DE CONQUISTAS

Fechamos o ano com resultados muito positivos nas lutas dos trabalhadores do ramo financeiro. Contraf-CUT e a CUT realizaram seus congressos, sendo Carlos Cordeiro e Vagner Freitas eleitos, respectivamente, presidentes de nossas entidades sindicais.

A categoria conseguiu avançar nos direitos em mais uma campanha unificada, após uma greve vitoriosa. E a secretaria de formação da Contraf-CUT realizou mais cursos contribuindo para a preparação de dirigentes e assessores qualificados na organização e representação dos trabalhadores do ramo financeiro.

William Mendes

28.4.26

Eleição na PREVI - Vitória da Chapa 2 Previ para os Associados


CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL SAI FORTALECIDA APÓS PROCESSO ELEITORAL 2026

Terminou ontem, 27 de abril, o processo eleitoral que definiu parte do grupo de gestores da PREVI pelos próximos 4 anos, associados e associadas da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, um dos maiores fundos de pensão da América Latina, criado há 122 anos pelos trabalhadores do banco público. Os eleitos irão se somar aos gestores que têm mandatos eletivos até 2028 e aos indicados pelo patrocinador BB, que pode mudar suas representações a qualquer tempo.

A eleição foi disputada por duas chapas e a Chapa 2 Previ para os Associados foi eleita com 47,26% dos votos válidos (49.379). A Chapa 1 Somos Previ pelo Associado obteve 40,62% dos votos (42.442). Foram eleitos gestores para as diretorias de Administração e Planejamento, além de conselheiros deliberativos e fiscais, titulares e suplentes. Alencar Ferreira (Diretor de Administração) e Lissane Holanda (Diretora de Planejamento) lideraram a chapa vencedora.

O atual modelo de gestão do fundo vigora desde a reforma estatutária de 1997, um dos estatutos de fundos de pensão mais moderno do mundo e referência em previdência complementar. O estatuto sofreu algumas alterações por intervenção violenta do governo FHC - a mudança de diretorias que eram eleitas pelos associados e a implantação de voto de minerva no CD -, mas a PREVI superou os desmandos do período tucano e segue sendo uma referência de êxito há décadas.

Estavam aptos a exercer o direito de votar mais de 195 mil pessoas e a participação no processo contou com mais de 104 mil votantes. Se considerarmos a grande quantidade de associados aposentados e pensionistas nas faixas etárias a partir de 60 anos de idade, podemos considerar como exitoso o processo eleitoral da PREVI. Devemos seguir atentos ao esforço de aumentar a participação de todas as pessoas que podem exercer seu legítimo direito de voto em um processo eleitoral, pois isso fortalece a democracia.


Apoiei e fiz campanha para a Chapa 2 por entender a sua composição como o símbolo da unidade do movimento de representação dos funcionários da ativa, aposentados e pensionistas da comunidade Banco do Brasil. As entidades sindicais e associativas indicaram quadros qualificados para compor a chapa vitoriosa. Ninguém melhor do que os próprios trabalhadores para gerir suas associações de saúde, previdência e outras mais de interesse de classe.

Segue abaixo a nota da página da própria PREVI sobre o resultado da eleição.

Desejo um excelente trabalho para as companheiras e companheiros eleitos e que nossa Caixa de Previdência siga no caminho certo como tem sido nas últimas décadas.

William Mendes

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Chapa 2 vence as Eleições Previ 2026

Com 47,26% dos votos, chapa PREVI PARA OS ASSOCIADOS foi eleita para mandato até 2030

27/04/2026

A votação para definir os diretores de Administração e de Planejamento e demais dirigentes eleitos para os próximos quatro anos de mandato terminou nesta segunda-feira, 27/4, às 18h.

A vencedora foi a Chapa 2 – PREVI PARA OS ASSOCIADOS, com 49.379 votos (47,26% do total de votantes). Foram computados ainda 5.306 votos em branco e 7.348 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 104.475, contra 90.819 abstenções. Confira o Resultado Final consolidado por estado no site das Eleições.

Veja a seguir o total de votos computados nas Eleições Previ 2026:

Chapa.................................Votos................................%

Chapa 1: SOMOS PREVI 

- PELO ASSOCIADO ..........42.442.......................... 40.62%

Chapa 2: PREVI PARA 

OS ASSOCIADOS ..............49.379.......................... 47.26%

Brancos ............................ 5.306............................ 5.08%


Nulos ................................7.348............................ 7.03%

Total ..............................104.475............................ 100%


Entre os dias 13 e 27 de abril os associados puderam votar para definir os representantes para a Diretoria de Administração e para a Diretoria de Planejamento, além de um membro titular e um suplente para os Conselhos Fiscal e Deliberativo, dois membros titulares e dois membros suplentes dos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro. Os mandatos são de quatro anos e vão de 1/6/2026 até 2/6/2030.

O resultado das Eleições Previ 2026 será homologado pela Comissão Eleitoral após a conclusão das verificações que são realizadas pela auditoria externa e pela auditoria da Previ.


Próximos passos

Em conformidade com a Instrução Previc nº 23/2023, os documentos dos candidatos eleitos para mandatos de diretor, conselheiro deliberativo e conselheiro fiscal serão enviados para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que emite um atestado de habilitação do dirigente. Esse atestado de habilitação será recebido pela Previ antes da posse do candidato eleito.

Fonte: Previ

27.4.26

Fim da violência contra as mulheres



AUDIÊNCIA PÚBLICA

IMPORTÂNCIA DA DELEGACIA DA MULHER 24H E O COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

CÂMARA MUNICIPAL DE OSASCO

A CONVITE DO COLETIVO JUNTOZ

27/04/26 - 18h

Participei nesta segunda-feira da audiência pública na Câmara Municipal de Osasco, a convite dos companheiros Heber, Gabi e Matheus, do Coletivo JuntOz, vereadores pelo Partido dos Trabalhadores.

A audiência pública teve como objetivo a instalação de uma Delegacia da Mulher 24h na cidade de Osasco. 

O poder executivo, representado pelo prefeito Gerson Pessoa (Podemos), mais uma vez, não compareceu à audiência para ouvir os cidadãos ou demonstrar apoio a uma causa tão urgente. 


Os vereadores do JuntOz informaram aos participantes que o executivo raramente comparece a audiências destinadas a ouvir munícipes e suas entidades representativas.

Ouvimos diversas apresentações de dados e falas potentes sobre o tema. Várias proposições foram feitas e os vereadores informaram todos os encaminhamentos possíveis ao legislativo, haja vista que boa parte das soluções precisam partir do poder executivo municipal. 

Foi uma audiência muito importante realizada na Câmara Municipal de Osasco a partir do mandato popular e combatido de nossos vereadores Heber, Gabi e Matheus. 

William 

27/04/26

16.3.26

Eleições CASSI: Por que voto CASSI PARA OS ASSOCIADOS, chapas 2 e 55



Opinião

CASSI PARA OS ASSOCIADOS, CHAPAS 2 E 55, E A UNIDADE NACIONAL

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, CASSI, está em processo de renovação de parte de suas diretorias e conselhos deliberativo e fiscal. As eleições vão do dia 13 a 23 de março e estão aptos a votar cerca de 157 mil associados. 

Três chapas concorrem ao pleito, três para a Diretoria de Saúde e Conselho Deliberativo e três para o Conselho Fiscal. São três grupos de colegas associados da CASSI, com visões políticas de mundo e de gestão de saúde. 

Ao votar numa chapa, não votamos só em colegas do BB, votamos em políticos! Todos os candidatos e candidatas são políticos, caso contrário não estariam participando de uma eleição. Se algum grupo se apresenta negando seus vínculos com segmentos políticos, já começa dizendo uma mentira para os eleitores.

A chapa vencedora em 2026 assumirá em junho a gestão da CASSI juntamente com os colegas indicados pelo patrocinador BB (governo) e os eleitos em 2024 (mandatos até 2028). O banco estatal pode mudar seus indicados a hora que quiser, como prevê o estatuto social da autogestão em saúde. 

Quando fui Diretor de Saúde eleito da CASSI (2014/2018), comecei o mandato no governo Dilma, vi Temer assumir após o golpe de 2016 e um ano após minha saída da gestão da Caixa de Assistência, era Bolsonaro quem indicava a metade da direção, Presidência e Diretoria de Finanças, CD e CF. 

A metade da direção da CASSI será a que o próximo governo quiser a partir de janeiro de 2027. É bom sempre ter isso claro quando se pensa as entidades de saúde e previdência de trabalhadores bancários como funcionários e empregados das estatais federais BB e Caixa Federal. 

Para vocês terem uma ideia, durante nosso mandato na CASSI, tive que negociar com 4 presidentes e 2 diretores financeiros em 4 anos, além de uma enormidade de conselheiros novos. Enquanto me especializava na gestão - pois os eleitos ficam o mandato todo -, o patrocinador trocava seus indicados toda hora.

Por outro lado, pouco adianta termos conhecimento técnico, se não tivermos capacidade e correlação de forças para implantar e defender direitos em saúde. A força da conquista de direitos está na capacidade de unidade nacional das entidades de representação e na luta dos trabalhadores. Essa é uma evidência lógica em nossa história secular de lutas e conquistas no BB.

O período de campanha eleitoral das eleições da CASSI me pareceu muito cordial e correto nos poucos dias disponíveis para isso. As chapas, candidaturas e apoiadores focaram em suas propostas e estratégias para a CASSI. Pelo menos não cheguei a ver ataques entre oponentes, o que é excelente para todos nós da comunidade.

A eleição é de prazo relativamente pequeno entre a formação das chapas, os ritos de verificação das formalidades e a campanha em si, incluindo o período de votação, que vai até o dia 23 de março.


POR QUE VOTO E APOIO AS CHAPAS 2 E 55 CASSI PARA OS ASSOCIADOS

Em meus diálogos com a comunidade de eleitores do Banco do Brasil, abordei as características centrais das chapas 2 e 55, compostas por indicações das principais entidades nacionais do funcionalismo do banco e da categoria bancária.

Luciana Bagno, candidata à Diretoria de Saúde da CASSI, é uma dirigente nacional da categoria bancária e da comunidade do Banco do Brasil, é uma mulher com formação técnica e política, com experiência em gestão tanto no BB quanto na Previ (Conselheira eleita), já foi negociadora da Comissão de Empresa da Contraf-CUT e é uma mulher de fibra e lutadora que nos enche de orgulho ao pedir voto para ela. 

Cada componente da chapa foi indicação das entidades nacionais do funcionalismo do BB, o que não é pouca coisa. TODAS as mesas nacionais de negociação sobre CASSI e PREVI, que trazem novos recursos, novos direitos e benefícios para os associados dessas caixas de assistência e previdência, são compostas pelas entidades que representam ativos e aposentados da comunidade BB.

Cada chapa e grupo político tem as suas estratégias de campanha e propostas sobre o futuro da CASSI, o que é legítimo e correto. Democracia é isso. Eu compreendo a estratégia adotada pela coordenação de nossas chapas em priorizar as agendas de visitas presenciais às principais bases de associados nos Estados. O diálogo nas bases é essencial para nós do movimento sindical cutista!

A questão central ao se eleger um grupo político para gerir uma de nossas caixas é avaliar se esse grupo terá condições de entregar aquilo que promete realizar. E mais, é importante avaliar se o que promete entregar é bom ou ruim para o conjunto dos assistidos do Plano de Associados da CASSI, quase 400 mil pessoas, entre ativos, aposentados, pensionistas, autopatrocinados e dependentes.

Após as eleições, a CASSI terá que equalizar novamente suas receitas e despesas assistenciais. Terá que definir se segue ampliando as estruturas de saúde como as CliniCASSI, com mais especialidades e redes referenciadas - propostas das chapas 2 e 55, ou se vai fechar dezenas de unidades e terceirizar tudo, como certo grupo fez quando esteve na gestão no governo passado.

A CASSI não é um mero plano de saúde como os que existem no mercado, que visam lucro, e se baseiam em planilhas de custos para aumentar as mensalidades, as coparticipações e franquias e reduzir ou ampliar redes de atendimento. É uma caixa de financiamento solidário e que também precisa definir os custeios em momentos decisivos, caso contrário podemos não ter a CASSI para lutar por ela de forma permanente.

É por isso que voto e peço o apoio às chapas 2 e 55 CASSI PARA OS ASSOCIADOS, composta pelas entidades do funcionalismo que sempre estiveram à frente das lutas e conquistas de direitos da comunidade Banco do Brasil.

William Mendes

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Post Scriptum

Abaixo, apresento o resultado das eleições, através de matéria da própria CASSI:

Publicado em: 23/03/26

Chapas 2 e 55 vencem as Eleições CASSI 2026

Com 25.643 votos, a chapa 2 foi a vencedora das Eleições CASSI 2026 para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo. A chapa 55 ganhou a eleição para o Conselho Fiscal com 23.777 votos.

Foram registrados 4.187 votos em branco e 6.377 votos nulos na eleição para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo, e 4.007 votos em branco e 6.333 votos nulos na eleição para o Conselho Fiscal.

Com o resultado, foram eleitos os seguintes candidatos:

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento 
Luciana Bagno

Conselho Deliberativo
Titular: Humberto Fernandes
Suplente: Loreni de Senger
Titular: Gilmar Santos
Suplente: Diusa Almeida

Conselho Fiscal
Titular: Diego Carvaho
Suplente: Luana Narimatsu da Silva

Todos os eleitos tomam posse no dia 1º de junho de 2026 e têm à frente um mandato de quatro anos de duração.

8.3.26

Dia Internacional das Mulheres



8 DE MARÇO NA PAULISTA

Hoje foi mais um dia de lutas pelas causas que nós defendemos enquanto coletivo de pessoas do campo da esquerda. As chuvas torrenciais não nos impediram de ocupar os espaços públicos. 

A esquerda luta por igualdade, por liberdade, por justiça social, por direitos humanos, por uma forma mais sustentável de vida no planeta Terra. 

A esquerda defende a cultura em todas as suas dimensões, a educação pública e de qualidade, saúde para todos, o acesso à alimentação plena. A esquerda defende o livre ir e vir com segurança. Defende moradia segura a todos.

Parem de matar as mulheres!

A esquerda luta pelo direito à vida! Vida plena, diversa. Para a esquerda todas as vidas importam.

O dia 8 de março e o mês de março são períodos do calendário destacados para refletirmos e aprofundarmos todas as questões relativas às lutas das mulheres.

Essas datas no calendário de lutas da esquerda existem porque as mulheres estão e sempre estiveram à frente dessas causas históricas por emancipação e igualdade plena de direitos. 

Com Luna Zarattini, vereadora do PT em São Paulo.
Grande lutadora e defensora dos direitos do povo

São as mulheres que ao longo do tempo vêm lutando para ocupar espaços historicamente e culturalmente reservados aos homens. São as mulheres que criam inclusive o vocabulário e a linguagem apropriada para essas lutas emancipatórias.

O lugar das mulheres é onde elas quiserem estar!

Todos os dias são dias de luta por direitos. Direitos não são naturais, não são fenômenos da natureza. Direitos são criações humanas. Sendo criações e não fenômeno natural, devemos lutar todos os dias para manter e avançar nos direitos.

Com queridos companheiros e companheiras de lutas sindicais

Foi isso que nós fizemos hoje, homens e mulheres, lutamos mais um dia pela emancipação e pelos direitos plenos das mulheres. 

Lutamos pela vida porque há uma epidemia de violência e assassinatos de mulheres no Brasil. 

Lutamos pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 porque homens e mulheres do povo merecem viver dignamente e ter cidadania plena, o que inclui salários maiores e menos tempo de trabalho.


A luta segue amanhã, e depois de amanhã, e na próxima semana, e nos próximos meses e anos.

Convidamos a todas, todos e todes a somarem conosco na luta pela emancipação das mulheres e homens da classe trabalhadora. 

A vida em sociedade pode ser melhor e nossa participação nas lutas é o que nos permitirá mudar o que está ruim para a ampla maioria.

William Mendes

08/03/26

7.3.26

Diário e reflexões - Conversando com os bancários do BB na Grande São Paulo



CONVERSANDO COM OS BANCÁRIOS DO BB NA GRANDE SÃO PAULO

Sábado, 07 de março de 2026.


ELEIÇÕES CASSI

Na quinta e sexta-feira dessa semana que termina, estive visitando a base de funcionários do Banco do Brasil na grande São Paulo, a base sindical na qual atuei a maior parte de minha vida como bancário e representante dos trabalhadores.

Na quinta, junto a companheiros do Sindicato, visitei agências e departamentos do BB na região de Osasco, Barueri e Alphaville, para apresentarmos as qualidades e características de nossa chapa CASSI PARA OS ASSOCIADOS nas eleições da CASSI. As chapas 2 e 55 representam a UNIDADE NACIONAL e na história de lutas do funcionalismo do BB a unidade sempre fez toda a diferença para manter e ampliar direitos.

Estive ao lado de Diego Carvalho, candidato ao Conselho Fiscal da CASSI, e de companheiros da Regional Osasco. Diego é funcionário do BB há 17 anos, é diretor de nosso Sindicato, atua no Conselho de Usuários da CASSI SP e faz um bom trabalho de base. Está preparado para o desafio de nos representar na CASSI.

Na sexta, nossa participação nas eleições da CASSI se deu na região central de São Paulo. Estive em diversos departamentos do BB ao lado da companheira Ana Beatriz - a Bia -, Diretora Executiva de nosso Sindicato e Conselheira Deliberativa eleita da CASSI. 

Bia abordou avanços importantes na gestão da nossa Caixa de Assistência como, por exemplo, ampliação e melhoria nas estruturas das CliniCASSI para acolher nossos participantes e para termos melhores perspectivas de cuidados de cada associado e familiar ao longo do tempo.


Nossa diretora do Sindicato e conselheira da CASSI apresentou algumas das propostas técnicas da chapa CASSI PARA OS ASSOCIADOS - CHAPAS 2 E 55, em relação a REDE REFERENCIADA e ampliação da ATENÇÃO PRIMÁRIA e da ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF), que inclui ASSESSORIA AO PARTICIPANTE na resolução de atendimentos em saúde.

Abordei um pouco de nossas histórias de lutas e conquistas no Banco do Brasil, as gerações que estão na ativa são praticamente dos concursos de 1998 adiante e falar de nossas lutas por isonomia de direitos e novos direitos dá pertencimento aos colegas. A UNIDADE NACIONAL foi central em nossas lutas e conquistas também na CASSI.

É isso! Encontrei muitos amigos e amigas do Banco do Brasil e do Sindicato nessa jornada de visitas à base. Foi uma experiência legal. O cidadão que sou hoje é o bancário que se formou politicamente no ambiente do mundo do trabalho em uma das maiores e mais antigas empresas públicas do país.

William Mendes

26.2.26

Diário e reflexões - Conversando com os bancários do BB em Brasília



CONVERSANDO COM OS BANCÁRIOS DO BB EM BRASÍLIA

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026


ELEIÇÕES SINDICAIS

Os bancários e bancárias de Brasília estão vivendo um grande momento de cidadania e democracia em uma das bases sindicais mais importantes do país: os sindicalizados vão escolher a chapa que comandará o Sindicato entre 2026 e 2030. As eleições ocorrem entre os dias 9 e 13 de março.

Nesta semana, me uni aos apoiadores da campanha da CHAPA 1 - a Chapa das/os Bancárias/os - Responsabilidade e Compromisso com Você, liderada pelo amigo e companheiro Rodrigo Britto, uma liderança jovem e com grande experiência na luta e conquista de direitos para a classe trabalhadora.

Toda a minha formação política é oriunda do movimento sindical cutista e das lutas da categoria bancária brasileira. Além de trabalhar por quase três décadas no Banco do Brasil, trabalhei dois anos no Unibanco, hoje incorporado pelo Itaú. As concepções e práticas sindicais que me formaram como bancário valeram para a vida toda.

A CHAPA 1 DAS/OS BANCÁRIAS/OS É A CHAPA DA UNIDADE NACIONAL

Na eleição dos bancários de Brasília estão em disputa duas concepções de sindicalismo, uma mais sectária e divisionista e outra que defende e fortalece a unidade nacional e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada pela nossa confederação cutista e os bancos públicos e privados.

As minhas intervenções nesses quatro dias de diálogo com a base de funcionários do Banco do Brasil em Brasília resgatam um pouco de nossas histórias de lutas e conquistas como, por exemplo, a PLR nas estatais federais que só passou a ser paga aos trabalhadores após a campanha unificada. Ou seja, por uma estratégia do movimento cutista.

Como a geração de colegas na ativa é praticamente de funcionários dos anos dois mil para cá, compartilhar com eles a nossa história é uma forma de dar pertencimento aos trabalhadores.

Por fim, foi bom rever nesta semana tantas companheiras e companheiros de luta que conheço há décadas e o tratamento que recebi das lideranças políticas deu a mim o sentimento de pertencimento de fazer parte de uma grande categoria e com história secular de organização e conquistas de direitos.

Vamos ajudar a eleger as lideranças da CHAPA 1 nas eleições sindicais de Brasília porque as propostas e os componentes da chapa têm as melhores estratégias de conquistas para a categoria.

William Mendes

11.2.26

Eleições CASSI 2026 - Apoio chapas 2 e 55 CASSI para os associados



CASSI PARA OS ASSOCIADOS: CHAPAS 2 E 55 REPRESENTAM A UNIDADE

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, autogestão em saúde, é uma instituição de assistência social e sem fins lucrativos criada pelos trabalhadores do BB em 1944 e que completou recentemente 82 anos de existência. 

A CASSI cuida da saúde integral de centenas de milhares de pessoas da comunidade Banco do Brasil. A autogestão é muito mais que um plano de saúde, é uma associação de pessoas e por isso seus associados têm o direito de eleger a metade da direção.

A cada dois anos, a operadora de saúde consulta seu corpo social para renovar parte de sua direção. O direito de votar e ser votado pelos associados é uma conquista da luta dos trabalhadores do maior banco público do país. O movimento sindical bancário faz parte dessa história de conquista de direitos em saúde.

Nas eleições deste ano, eu voto e apoio as chapas 2 e 55, CASSI PARA OS ASSOCIADOS, por entender que sua composição é fruto de um imenso esforço de UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO da comunidade Banco do Brasil, característica fundamental para os desafios colocados para a CASSI neste momento de sua história de cuidados da população assistida pela autogestão.


A chapa 2 nos apresenta como candidata a diretora de saúde Luciana Bagno, bancária que tem uma história de representação importante em nossa comunidade. Conheço Luciana há muito tempo e sei de sua capacidade como liderança e gestora. A nossa Caixa de Assistência e a diretoria de saúde estarão muito bem administradas por Luciana e pelas equipes lideradas por ela.

Considero a UNIDADE NACIONAL uma das principais características da composição das CHAPAS 2 e 55 - CASSI PARA OS ASSOCIADOS. 

Ao longo das oito décadas de existência, a CASSI acolheu os colegas do BB e cuidou da saúde de suas famílias superando inúmeras dificuldades relativas a custeios e adversidades do mercado de saúde onde compra serviços. Superou dificuldades por causa da unidade de ação das entidades sindicais e associativas dos bancários.

Tive a honra e privilégio de representar os associados em uma das gestões da nossa Caixa de Assistência e pude conhecer com mais profundidade a história da nossa CASSI.

A UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO foi decisiva nas últimas décadas para resolver problemas comuns em operadoras de saúde como a nossa, a começar pela reforma estatutária de 1996, quando a CASSI passou a ter autonomia e fazer a gestão da saúde integral de sua população assistida, focada em promoção de saúde e prevenção de doenças.

As reformas seguintes, em 2007 para fazer o patrocinador regularizar receitas que não vinha recolhendo ao Plano de Associados, em 2016 para receber recursos extraordinários e provisórios, e em 2019, um dos períodos políticos mais difíceis do país, com um governo inimigo da classe trabalhadora, a UNIDADE das principais representações do funcionalismo fez TODA A DIFERENÇA NA LUTA. 

Para preservar a nossa Caixa de Assistência e ter atendimento de saúde da CASSI num dos momentos de maior ataque à classe trabalhadora brasileira foi necessário preservar a CASSI naquele momento difícil do país. A UNIDADE DO MOVIMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO foi importante para a CASSI.

AS CHAPAS 2 E 55 - CASSI PARA OS ASSOCIADOS - é composta por lideranças apoiadas pela ampla maioria das entidades associativas da comunidade Banco do Brasil. 

Ou seja, são maiores as perspectivas de boas soluções para as questões de custeio e ampliação do atendimento à saúde elegendo uma chapa com apoio das duas confederações dos bancários, a CONTRAF-CUT e a CONTEC, com o apoio da maior associação nacional dos colegas, a ANABB, e com lideranças indicadas pela AAFBB e FENABB.

Entendo que o processo democrático de campanha e eleição de parte da direção da CASSI é um momento rico para os colegas da ativa e aposentados ouvirem os candidatos e candidatas, as entidades representativas e participarem ativamente da construção de soluções para a nossa Caixa de Assistência.

Bons debates de ideias e propostas e bom voto a todos nós da comunidade Banco do Brasil.

William Mendes