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31.8.26

Diário e reflexões



LUNA ZARATTINI 1302 PARA DEPUTADA FEDERAL POR SP

Estamos vivendo momentos políticos decisivos para a classe trabalhadora brasileira e para o nosso país. 

Eleger candidaturas que defendem os direitos do povo e a soberania do Brasil é fundamental para o presente e o futuro de nossa gente. Precisamos de mais mulheres no Congresso Nacional. 

O Partido dos Trabalhadores é estratégico para o povo brasileiro. Desde sua fundação, em 1980, o PT contribuiu decisivamente para consolidar a democracia e melhorar a vida das pessoas. A quase totalidade das políticas públicas e de direitos e cidadania existentes no país hoje tiveram o PT em seus processos de lutas e conquistas. 

Eu me dirijo às companheiras e companheiros de longas jornadas de lutas e de convivência presencial e pelo blog onde escrevo com frequência sobre o mundo do trabalho, principalmente na comunidade bancária e do Banco do Brasil, para pedir o voto e o apoio na campanha de nossa jovem liderança Luna Zarattini, do PT-SP. 

Luna foi eleita vereadora em São Paulo em 2024 com mais de 100 mil votos e tem trabalhado incansavelmente e com firmeza pelo povo paulistano. O presidente Lula conversou pessoalmente com Luna e pediu que ela se colocasse à disposição para ajudar a renovar o Congresso Nacional com novas lideranças jovens, progressistas e de esquerda. Hoje o Congresso é em sua maioria inimigo do povo. 

Peço aos amigos e amigas que considerem e avaliem se somarem à campanha do time do presidente Lula, e vamos buscar uma votação que eleja Luna Zarattini 1302 deputada federal, Marcolino 13310 deputado estadual, Marina 180 e Simone 400 senadoras, Lula 13 presidente e Haddad 13 governador. 

Abraços fraternos e até a vitória de nossas representações políticas e do mundo do trabalho. 

William Mendes 

Ex-dirigente dos bancários 

25.8.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES E CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS

Durante muitos anos, participei da organização e das lutas da categoria bancária, que neste momento está em campanha de renovação de direitos, pois a data-base dos bancários é setembro. Estive na paralisação nacional do dia 20 com as lideranças sindicais no complexo do BB na Verbo Divino. 

Este blog completa 20 anos em 2026. São duas décadas de comunicação direta com a classe trabalhadora e com as pessoas que conhecem a nossa história de representação cutista dos bancários, principalmente a comunidade do Banco do Brasil. 

Sempre atuei fortemente nas bases no diálogo com os trabalhadores e no movimento sindical atuei na formação política e comunicação. Este blog permanece sendo um veículo de informação e história das lutas de classes.

ELEIÇÕES 

Nestas eleições, estou apoiando Luna Zarattini para deputada federal. Ela é nossa vereadora em São Paulo e acompanho o trabalho inspirador dela já faz um tempo. Vi nela o trabalho de base que aprendi como dirigente dos bancários. 

Conversando dias atrás com uma liderança histórica que me trouxe para o sindicato, falávamos na importância de apoiar a renovação política progressista elegendo jovens mulheres e pessoas negras e LGBTs. 


O presidente Lula conversou pessoalmente com lideranças jovens nos Estados para se colocarem à disposição de candidaturas ao Congresso Nacional. Luna Zarattini foi convidada por Lula para ajudar a renovar o Congresso. 

Amigas e amigos leitores do blog, amig@s de longas jornadas de lutas, peço a vocês o voto e o apoio à eleição da companheira Luna Zarattini a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores, Luna é esperança, inspiração e trabalho incansável pelos direitos do povo e da classe trabalhadora. 

Vamos juntos com Luna 1302, Marcolino 13310, Marina 180, Simone 400, Haddad 13 e Lula 13.

William Mendes 

17.8.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES 2026

O calendário eleitoral teve início ontem, 16 de agosto, e no dia 4 de outubro o povo brasileiro irá eleger presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. 

Domingo, 4 de outubro, é o dia no qual o voto de um(a) trabalhador(a) tem o mesmo peso do voto do patrão dele(a), cada voto é somado para totalizar quem serão nossos representantes nos executivos e nos legislativos do Brasil. 

É óbvio que as chances não são iguais entre o nosso lado da classe trabalhadora na disputa eleitoral e o lado dos donos do poder econômico! Não à toa, os endinherados têm maioria no poder.


Então, peço a vocês que leem este blog de um membro da classe trabalhadora que reflitam e votem em nossos iguais, em pessoas de luta e que irão defender os nossos direitos e interesses. 

Em São Paulo, indico e voto em:

Presidente: Lula 13

Governador: Haddad 13

Senadora: Marina 180

Senadora: Tebet 400

Deputada Federal: Luna Zaratini 1302

Deputado Estadual: Marcolino 13310


Vamos mudar o Congresso Nacional elegendo pessoas comprometidas com as pautas da classe trabalhadora e com os projetos do presidente Lula. 

Compartilhem nossas candidaturas com a família e amigos de vocês. Defendemos ampliar direitos nas áreas da educação, saúde, renda do trabalho, direitos sociais, segurança, moradia e cultura para o povo e soberania nacional.

Boa campanha a todos nós. 

William Mendes

17/08/26

31.7.26

Diário e reflexões


Com Maria Leite, Norberto Escalona,
Miriam Shibata e Nelson

Julho

ELEIÇÕES E LUTAS DOS TRABALHADORES

Neste mês, participei de menos eventos políticos e sociais do que no mês anterior. 

No primeiro sábado do mês 4/07, estive em um evento muito especial sobre o Comandante em Chefe Fidel Castro e a Revolução Cubana. O jornalista Norberto Escalona Rodríguez esteve no país para o lançamento de seu livro Fidel Castro Comandante Invicto. Neste ano se comemora o centenário do nascimento de Fidel. Revi amigos e tivemos uma ótima tarde.

Com Norberto Escalona

No sábado 18/07, participei da reunião do Diretório Zonal do Partido dos Trabalhadores do Butantã, na Avenida do Rio Pequeno. O encontro foi excelente, com boa participação da militância e debatemos as eleições deste ano, com destaque para as candidaturas majoritárias no Estado de São Paulo.

Nas eleições proporcionais, eu pretendo apoiar a companheira Luna Zarattini, atual vereadora pelo PT na Câmara Municipal de São Paulo. A companheira é inspiração e esperança! Luna é incansável na defesa dos direitos do povo paulistano! 

O presidente Lula conversou com diversos jovens do país para disponibilizarem seus nomes para uma renovação na Câmara Federal e Luna se colocou à disposição.


Também acompanho de perto o trabalho combativo do mandato de deputado estadual do companheiro Luiz Claudio Marcolino, que se coloca a disposição para renovar seu mandato. Votei no Luiz em 2022 e ele nos honra muito com sua atuação parlamentar.

Vamos dialogar com as pessoas, apresentar propostas e apostar na verdade, para combater a máquina de mentiras e trapaças que estará presente nestas eleições 2026.

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CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS

A categoria bancária está em processo de negociações com os banqueiros e governos.

Antes do fim da ultratividade, os acordos e convenções coletivas não perdiam a validade automaticamente no dia seguinte ao fim de seu prazo estabelecido. A data-base dos bancários é setembro e nossos acordos vigoram até 31 de agosto. Era comum as campanhas da categoria se estenderem além desse prazo, de comum acordo entre patrões e trabalhadores.

Com o Golpe de Estado, "Com o Supremo, com tudo", em 2016, os ataques aos trabalhadores foram de uma violência incalculável. A Reforma Trabalhista (2017) do sujeito que assumiu a presidência após o golpe, e com o julgamento de inconstitucionalidade da Súmula 277 do TST (sobre a ultratividade), a classe trabalhadora brasileira passou a sofrer um tipo de pressão desproporcional contra si: se os acordos e convenções não forem renovados antes do prazo final, pode-se perder direitos coletivos históricos.

Com essa mudança oriunda do Golpe contra o povo brasileiro em 2016, nossos sindicatos de bancários estão com os calendários adaptados à nova situação. Os fóruns que debatem em todo o país as reivindicações e delegações que compõem a Conferência Nacional e os congressos de bancos, que definem as minutas a serem negociadas com a Fenaban e com os bancos em mesas adicionais ocorre mais cedo. 

Neste momento, final de julho, já estão ocorrendo as mesas tanto geral quanto as específicas.

Pelo que pude ver em algumas notícias de nossas entidades sindicais, os banqueiros estão fazendo diversas ameaças aos direitos históricos de nossa categoria. Vi que estão inclusive questionando a unidade da categoria, conquistada em 2006, ou seja, há 20 anos. Naquele momento, conseguimos unir na mesma convenção coletiva bancos públicos federais e bancos privados. Uma grande conquista da categoria.

Enfim, vamos torcer para que nossas bancárias e bancários consigam um bom acordo coletivo e com conquistas importantes, e sem perdas de direitos, é claro.

William

31/07/26

29.6.26

Diário e reflexões



Movimentos sociais se organizam

Neste mês de junho, estive em alguns fóruns políticos organizativos das classes trabalhadoras e populares.

No início do mês, sábado 6 de junho, participei do encontro estadual dos bancários e bancárias do Banco do Brasil, na sede do Sindicato, no Edifício Martinelli. A categoria se organiza para a campanha de renovação de direitos da Convenção Coletiva. 


No sábado seguinte 13, estive na inauguração da nossa sede do Diretório do Partido dos Trabalhadores do Butantã, na Avenida Rio Pequeno. A militância conta agora com um bom espaço de lutas e organização dos movimentos na região. Nasci e cresci ali pertinho.


Mais um sábado envolvido com a militância. No dia 20, estive na Regional Osasco de nosso Sindicato, com o Coletivo JuntOz, nossos vereadores do Partido dos Trabalhadores, numa plenária formativa no tema economia. A participação da juventude foi muito boa. 


Hoje, segunda 29, estive numa reunião na sede do Partido dos Trabalhadores de Osasco, debatendo propostas para o plano de governo do pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad.


É isso! Todo apoio às lutas populares da classe trabalhadora e à juventude chegando no movimento sindical e partidário da esquerda. 

William Mendes 

29/06/26

11.6.26

Diário e reflexões



Autocensura

Estava escrevendo um artigo de opinião sobre questões relativas à política nacional e ao movimento social brasileiro, contrapondo a técnica à política. 

Depois de metade do artigo desenvolvido, refleti, refleti, analisei a conjuntura ao meu redor, e desisti do artigo. Foi a segunda vez que tomei essa decisão nas últimas semanas. 

Decidir silenciar ao invés de expressar o que pensa e percebe a respeito de determinadas questões é uma das consequências dos tempos que correm. É a morte da política, pois ela só funciona com o debate de ideias, com argumentos e refutações, com tempo e paciência para definir o que unifica o grupo.

Enfim, sigamos a vida. A cada amanhecer, se a natureza permitir, temos uma oportunidade de conhecer algo novo e nos lapidarmos como pessoas. O professor Paulo Freire ensina que não somos seres acabados.

William 

11/06/26

(12h50)

22.5.26

CASSI: Voto "sim" no Relatório Anual 2025



CONSULTA AO CORPO SOCIAL

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a CASSI, colocou à disposição dos associados o Relatório Anual 2025. A consulta está disponível até dia 25/05/26, às 18h.

Apreciar e votar o Relatório Anual da CASSI é um direito estatutário dos associados. É importante que todos analisem as informações e fortaleçam a participação social em nossa Caixa de Assistência. 

O Relatório contém as principais ações de gestão e as demonstrações contábeis da autogestão. Por ser a CASSI uma associação de pessoas a votação é um processo político, um direito conquistado pelos associados.

Antes de ser apresentado aos participantes, o Relatório já foi analisado e aprovado por instâncias técnicas e políticas. A gestão da CASSI é paritária, sua direção e conselhos são indicados pelos associados em eleições e pelo patrocinador Banco do Brasil. 

Ou seja, o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal já analisaram e aprovaram o Relatório. Além desses colegiados, o documento foi analisado por uma auditoria independente, externa à operadora de saúde. 

Nossa manifestação enquanto participantes é fundamental, pois tomamos conhecimento das informações relevantes de nossa CASSI e fortalecemos um dos nossos patrimônios enquanto comunidade de funcionários da ativa e aposentados do BB. 

Eu voto "sim" na consulta ao Corpo Social sobre o Relatório Anual CASSI. Ao ler as 57 páginas relativas à gestão, vi os avanços alcançados em diversas áreas de nossa Caixa de Assistência. 

O documento representa bem as ações de gestão e os números da operadora. Não li a parte contábil do Relatório. Acompanho os colegiados que me representam e já analisaram as informações. 

William Mendes

Ex-diretor eleito da CASSI

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13.5.26

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2012


 

RETROSPECTIVA 2012

Em janeiro eu estava em férias no movimento sindical. Publiquei um artigo sobre a proibição de uso de sacolas plásticas no Estado de SP, uma hipocrisia porque os supermercados pararam de fornecer as sacolas, mas vendiam sacolas plásticas. A decisão só prejudicava os consumidores e não alterava em nada a questão ambiental.

A nossa confederação, a Contraf-CUT, completou 6 anos de existência, e fizemos uma matéria resgatando o histórico de organização da categoria bancária desde o Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), em 1985, passando pela Confederação dos Bancários da CUT (CNB-CUT), criada em 1992, até evoluirmos para a confederação do ramo financeiro.

Fevereiro foi um mês de lutas pessoais deste dirigente sindical paulista: meu pai sofreu um infarto perto de completar 70 anos de idade. Estive com ele vários dias na UTI da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Minha mãe também passou mal e foi internada. Para piorar a situação psicológica, nosso governo do PT privatizou os aeroportos situados em Guarulhos, Campinas e Brasília. Minha decepção foi enorme. Estando ao lado de meu pai internado, fiz um poema para expressar minha decepção com o fato: “O PT privatizou”.

Publiquei alguns artigos no mês, fazendo o debate político no movimento e na categoria: um deles, sobre a questão da “Ficha Limpa”, tema que fui contrário desde 2010 quando a própria esquerda caiu no engodo que serviria só para excluir e prejudicar candidaturas do campo popular. No outro artigo - “1984” é agora! – aproveitei o tema do autoritarismo em uma sociedade distópica e da manipulação de massas que George Orwell tratou em seu romance clássico para comparar o momento que vivíamos no Brasil em relação ao PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Também escrevi bastante em fevereiro, pois fizemos planejamento no Sindicato, preparamos o Congresso da Contraf-CUT e tratei de novos cursos de formação.

Março foi um mês de muita movimentação sindical no Banco do Brasil por parte dos sindicatos. Retomamos mesas de negociação lutando por jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salários. Outro tema importante na pauta foi nosso enfrentamento à direção do BB querendo impor metas individuais para recebimento de PLR como ocorria no Itaú e Santander. Fizemos diversas reuniões com os trabalhadores para colher informações sobre o Sinergia e avisamos a direção que o banco teria problema para assinarmos acordo de PLR se ele insistisse na questão.

Em abril tivemos processos democráticos importantes para nossa categoria bancária: a Contraf-CUT realizou seu 3º congresso, Carlão foi reeleito presidente e eu segui na secretaria de formação. A comunidade do Banco do Brasil elegeu a Chapa 1 – Cuidando da Cassi, liderada pela companheira Mirian Fochi para compor a direção da autogestão em saúde até 2016. Finalizado o processo eleitoral na Cassi, começou a eleição na Previ, nosso fundo de pensão.

Ainda em abril, fiz uma série de artigos de formação no blog relacionados com o trabalho de base nas agências e departamentos do Banco do Brasil. A Contraf-CUT em parceria com o Dieese iniciou a 6ª turma de formação, desta vez para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

O governo do PT usou voto de minerva na direção da Previ para levar adiante disputas políticas internas, fato lamentável. Os indicados pelo banco no CD pediram abertura de inquérito administrativo contra o presidente da Previ, também indicado pelo governo.

Os destaques no mês de maio foram as eleições na Previ, que vencemos com a Chapa 6 Unidade na Previ, liderada pelo companheiro Marcel Barros, eleito Diretor de Seguridade. A eleição foi apertada, vencemos por 655 votos de diferença em relação à 2ª colocada: 24.935 x 24.280.

Os cursos de formação também foram destaques, estava em andamento o curso organizado para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e realizamos o curso de formação sobre saúde dos trabalhadores, curso da grade de formação da Contraf-CUT.

Estávamos preparando o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que seria realizado no mês seguinte e conjuguei muito trabalho de base com reuniões em agências e departamentos do BB com os trabalhos internos de coordenador da comissão de empresa (COE ou CEBB), função que assumi a partir de maio.

O mês de junho foi o período do calendário sindical de realização do 23º CNFBB, realizado em Guarulhos, com mais de 300 delegadas e delegados. Após pressão do movimento sindical, a direção da Cassi aderiu à Resolução 254 da ANS. A parte indicada pelo patrocinador Banco do Brasil postergou a decisão desde o ano anterior.

Na área da formação, finalizamos o 6º curso da grade formativa da Contraf-CUT, PCDA (Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores) aplicado para diretores e assessores do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Julho foi um mês com agendas em regiões diversas em relação ao cronograma da categoria bancária e da classe trabalhadora. Participei do 11º Congresso Nacional da CUT (CONCUT) e o companheiro bancário Vagner Freitas foi eleito presidente de nossa central.

Realizamos em Curitiba a 14ª Conferência Nacional dos Bancários e depois viajei para o Uruguai, onde a delegação brasileira participou da 8ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais. O encontro se deu na Associação dos Empregados Bancários do Uruguai (AEBU). O BB à época tinha atuação na Argentina e no Paraguai e havia comprado o Banco Patagônia.

Agosto foi o mês das mesas de negociação coletiva com a Fenaban e com os bancos públicos. O Comando Nacional dos Bancários realizou diversas mesas com os banqueiros e com o governo federal apresentando as reivindicações da categoria e dos bancos públicos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Cortado na foto - Olhando para o passado, tanto tempo depois, posso registrar nesta retrospectiva uma questão que me incomodou muito à época e que nunca soube o motivo. Na Folha Bancária (FB) e site do Sindicato, as duas fotos da primeira mesa de negociação da Fenaban, no dia 8 de agosto, na qual estive como coordenador da Comissão de Empresa do BB (CEBB), foram editadas para que eu não aparecesse, em dois ângulos diferentes. Qualquer pessoa que entenda de edição de fotos percebe o corte. Nunca soube quem mandou fazer isso e por qual motivo me cortaram da imagem. Fica o registro. Foi algo muito desagradável. A política tem dessas coisas feias.

Setembro foi o mês da greve nacional dos bancários, após os banqueiros não apresentarem propostas que dialogassem com as principais reivindicações da categoria.

CAMPANHA VITORIOSA DA CATEGORIA - Após 9 dias de greve geral, bancários aprovaram as propostas da Fenaban, com exceção dos empregados da Caixa, que rejeitaram e seguiram em greve. O índice de 7,5% significou um aumento real de 2% nas verbas salariais. O piso e os tíquetes tiveram reajuste de 8,5% (2,95% de aumento real) e a PLR teve reajuste de 10% sobre o valor fixo.

Com a campanha vitoriosa dos bancários, os aumentos reais em 9 anos foram de 13,22% nos salários e 35,57% nos pisos, pelo INPC, informou o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

No Banco do Brasil, negociações assessoradas pela Comissão de Empresa coordenada por mim, avançamos na inclusão dos caixas executivos na Carreira de Mérito no PCR; unificamos os atendentes da CABB, sendo criada uma função com valor maior, uma luta antiga dos funcionários do setor; melhoramos as regras de remoção automática entre as dependências do banco, evitando discriminação e privilégios; aumentamos o piso do bancário escriturário, passando a ser A2 após 90 dias, um avanço no PCS e não permitimos que o banco estabelecesse metas individuais na distribuição de PLR. Mantivemos a regra geral que beneficia o coletivo. Também foi mantida a regra de 3 avaliações consecutivas para se tirar a função comissionada de um funcionário do BB.

Em outubro, após a campanha salarial, iniciamos o 7º curso de formação da parceria entre a Contraf-CUT, Dieese e entidades sindicais afiliadas.

A agenda do mês teve muita luta contra a prática antissindical e de assédio por parte da direção do Banco do Brasil, que estava perseguindo os trabalhadores grevistas. Fomos para cima do banco na defesa de nossos representados.

Ainda sobre as práticas absurdas da direção do banco público, o BB suspendeu a posse de concursados de forma irresponsável e após contatos da Contraf-CUT e outras entidades sindicais, a estatal voltou atrás e chamou os cidadãos aprovados no certame.

Novembro foi agitado. A luta contra as práticas antissindicais no BB por atacar os grevistas nos levou ao MPT e fizemos dia de luta também. Realizamos curso de formação da grade da Contraf-CUT, um curso de saúde dos trabalhadores, foi o segundo módulo. Fiz dois artigos no mês, um sobre as horas de greve, que defendo serem distribuídas a todas as pessoas que recebem os direitos da convenção coletiva e outro sobre a merda falada por Felipão, técnico da seleção da CBF, que falou mal dos funcionários do BB.

Dezembro, o último mês do ano, foi de muito trabalho e luta, pois o movimento sindical seguiu lutando contra as práticas antissindicais da direção do Banco do Brasil, que passou a perseguir grevistas desde o final da greve da categoria, cancelando férias, licenças e ausências já definidas e programadas.

A Contraf-CUT concluiu mais dois cursos de formação, o de saúde dos trabalhadores e o 7º curso “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro”, ministrado em parceria com o Dieese.

2012 FOI UM ANO DE CONQUISTAS

Fechamos o ano com resultados muito positivos nas lutas dos trabalhadores do ramo financeiro. Contraf-CUT e a CUT realizaram seus congressos, sendo Carlos Cordeiro e Vagner Freitas eleitos, respectivamente, presidentes de nossas entidades sindicais.

A categoria conseguiu avançar nos direitos em mais uma campanha unificada, após uma greve vitoriosa. E a secretaria de formação da Contraf-CUT realizou mais cursos contribuindo para a preparação de dirigentes e assessores qualificados na organização e representação dos trabalhadores do ramo financeiro.

William Mendes

28.4.26

Eleição na PREVI - Vitória da Chapa 2 Previ para os Associados


CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL SAI FORTALECIDA APÓS PROCESSO ELEITORAL 2026

Terminou ontem, 27 de abril, o processo eleitoral que definiu parte do grupo de gestores da PREVI pelos próximos 4 anos, associados e associadas da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, um dos maiores fundos de pensão da América Latina, criado há 122 anos pelos trabalhadores do banco público. Os eleitos irão se somar aos gestores que têm mandatos eletivos até 2028 e aos indicados pelo patrocinador BB, que pode mudar suas representações a qualquer tempo.

A eleição foi disputada por duas chapas e a Chapa 2 Previ para os Associados foi eleita com 47,26% dos votos válidos (49.379). A Chapa 1 Somos Previ pelo Associado obteve 40,62% dos votos (42.442). Foram eleitos gestores para as diretorias de Administração e Planejamento, além de conselheiros deliberativos e fiscais, titulares e suplentes. Alencar Ferreira (Diretor de Administração) e Lissane Holanda (Diretora de Planejamento) lideraram a chapa vencedora.

O atual modelo de gestão do fundo vigora desde a reforma estatutária de 1997, um dos estatutos de fundos de pensão mais moderno do mundo e referência em previdência complementar. O estatuto sofreu algumas alterações por intervenção violenta do governo FHC - a mudança de diretorias que eram eleitas pelos associados e a implantação de voto de minerva no CD -, mas a PREVI superou os desmandos do período tucano e segue sendo uma referência de êxito há décadas.

Estavam aptos a exercer o direito de votar mais de 195 mil pessoas e a participação no processo contou com mais de 104 mil votantes. Se considerarmos a grande quantidade de associados aposentados e pensionistas nas faixas etárias a partir de 60 anos de idade, podemos considerar como exitoso o processo eleitoral da PREVI. Devemos seguir atentos ao esforço de aumentar a participação de todas as pessoas que podem exercer seu legítimo direito de voto em um processo eleitoral, pois isso fortalece a democracia.


Apoiei e fiz campanha para a Chapa 2 por entender a sua composição como o símbolo da unidade do movimento de representação dos funcionários da ativa, aposentados e pensionistas da comunidade Banco do Brasil. As entidades sindicais e associativas indicaram quadros qualificados para compor a chapa vitoriosa. Ninguém melhor do que os próprios trabalhadores para gerir suas associações de saúde, previdência e outras mais de interesse de classe.

Segue abaixo a nota da página da própria PREVI sobre o resultado da eleição.

Desejo um excelente trabalho para as companheiras e companheiros eleitos e que nossa Caixa de Previdência siga no caminho certo como tem sido nas últimas décadas.

William Mendes

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Chapa 2 vence as Eleições Previ 2026

Com 47,26% dos votos, chapa PREVI PARA OS ASSOCIADOS foi eleita para mandato até 2030

27/04/2026

A votação para definir os diretores de Administração e de Planejamento e demais dirigentes eleitos para os próximos quatro anos de mandato terminou nesta segunda-feira, 27/4, às 18h.

A vencedora foi a Chapa 2 – PREVI PARA OS ASSOCIADOS, com 49.379 votos (47,26% do total de votantes). Foram computados ainda 5.306 votos em branco e 7.348 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 104.475, contra 90.819 abstenções. Confira o Resultado Final consolidado por estado no site das Eleições.

Veja a seguir o total de votos computados nas Eleições Previ 2026:

Chapa.................................Votos................................%

Chapa 1: SOMOS PREVI 

- PELO ASSOCIADO ..........42.442.......................... 40.62%

Chapa 2: PREVI PARA 

OS ASSOCIADOS ..............49.379.......................... 47.26%

Brancos ............................ 5.306............................ 5.08%


Nulos ................................7.348............................ 7.03%

Total ..............................104.475............................ 100%


Entre os dias 13 e 27 de abril os associados puderam votar para definir os representantes para a Diretoria de Administração e para a Diretoria de Planejamento, além de um membro titular e um suplente para os Conselhos Fiscal e Deliberativo, dois membros titulares e dois membros suplentes dos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro. Os mandatos são de quatro anos e vão de 1/6/2026 até 2/6/2030.

O resultado das Eleições Previ 2026 será homologado pela Comissão Eleitoral após a conclusão das verificações que são realizadas pela auditoria externa e pela auditoria da Previ.


Próximos passos

Em conformidade com a Instrução Previc nº 23/2023, os documentos dos candidatos eleitos para mandatos de diretor, conselheiro deliberativo e conselheiro fiscal serão enviados para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que emite um atestado de habilitação do dirigente. Esse atestado de habilitação será recebido pela Previ antes da posse do candidato eleito.

Fonte: Previ

27.4.26

Fim da violência contra as mulheres



AUDIÊNCIA PÚBLICA

IMPORTÂNCIA DA DELEGACIA DA MULHER 24H E O COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

CÂMARA MUNICIPAL DE OSASCO

A CONVITE DO COLETIVO JUNTOZ

27/04/26 - 18h

Participei nesta segunda-feira da audiência pública na Câmara Municipal de Osasco, a convite dos companheiros Heber, Gabi e Matheus, do Coletivo JuntOz, vereadores pelo Partido dos Trabalhadores.

A audiência pública teve como objetivo a instalação de uma Delegacia da Mulher 24h na cidade de Osasco. 

O poder executivo, representado pelo prefeito Gerson Pessoa (Podemos), mais uma vez, não compareceu à audiência para ouvir os cidadãos ou demonstrar apoio a uma causa tão urgente. 


Os vereadores do JuntOz informaram aos participantes que o executivo raramente comparece a audiências destinadas a ouvir munícipes e suas entidades representativas.

Ouvimos diversas apresentações de dados e falas potentes sobre o tema. Várias proposições foram feitas e os vereadores informaram todos os encaminhamentos possíveis ao legislativo, haja vista que boa parte das soluções precisam partir do poder executivo municipal. 

Foi uma audiência muito importante realizada na Câmara Municipal de Osasco a partir do mandato popular e combatido de nossos vereadores Heber, Gabi e Matheus. 

William 

27/04/26