Blog de William Mendes, ex-dirigente sindical bancário e ex-diretor eleito de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil
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28.2.18
Chapa 1 - Em Defesa da Cassi (Na Paraíba e Pernambuco defendendo a solidariedade)
Olá prezad@s associados e participantes da Caixa de Assistência e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.
Nesta segunda 26 e terça 27 estivemos nos Estados da Paraíba e Pernambuco conversando com nossos colegas associados da Cassi e apresentando nossas propostas técnicas de avanços na área de saúde de nossa autogestão e também nossas estratégias para enfrentar as ameaças que estão colocadas pelo governo aos direitos em saúde dos trabalhadores das empresas públicas estatais federais, através das resoluções da CGPAR (editadas em 26/1/18 e já em vigor, em prejuízo dos trabalhadores).
Agradeço de coração a recepção que tivemos por parte dos bancários paraibanos e pernambucanos e também por contarmos com o importante apoio dos sindicatos e as lideranças dos trabalhadores. Os dois dias de debates foram de fortalecimento da democracia e da participação social.
SOLIDARIEDADE EM DEFESA DA CASSI
A solidariedade é questão central para a existência do Plano de Associados e para a manutenção da presença dos colegas da ativa e aposentados no sistema de custeio solidário mutualista intergeracional.
Durante os debates explicamos porque não podemos nos enganar com propostas que vendem facilidades em resolver o déficit do Plano de Associados quebrando a solidariedade e sugerindo onerar somente o lado dos associados isentando o patrocinador BB de assumir sua responsabilidade no custeio do Plano.
Em primeiro lugar, cobrar por dependentes não resolve o problema do déficit, só alivia a responsabilidade do Banco do Brasil no custeio do Plano. Os filhos até 24 anos dão despesas residuais no sistema Cassi e os demais dependentes são os cônjuges, e onerá-los seria uma forma de aumentar custeio do lado do associado e desonerar o Banco, que também tem responsabilidade no custeio da Cassi.
Em segundo lugar, cobrar por idade significa inviabilizar a permanência dos associados no momento em que eles mais precisariam de assistência médica e, de novo, desonerando o Banco.
Qualquer proposta que alivie para o Banco o custeio e encareça do lado do associado significa inviabilizar o Plano de Associado por seleção adversa. No início vão saindo participantes por dificuldades em pagar, vão ficando só aqueles que mais precisam (e usam) e em pouco tempo o custeio está impagável.
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Quebrar a solidariedade é inviabilizar o Plano de Associados. Somos contrários a isso! Seja vindo por parte da CGPAR, seja vindo por parte do Banco, seja vindo por parte da consultoria paga pelo Banco.
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OS DÉFICITS TÊM COMO PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS O PATROCINADOR BANCO DO BRASIL E O MERCADO DE VENDA DE SERVIÇOS DE SAÚDE
O déficit no Plano de Associados, recorrente desde 1999, tem como principais responsáveis mudanças no eixo das receitas da Cassi e o mercado de venda de serviços de saúde - hospitais, clínicas, cooperativas médicas, OPMEs, judicialização, indústria de medicamentos etc.
O patrão patrocinador é responsável porque logo após acordar com os associados o novo Estatuto aprovado pelos associados e por consenso com o Banco do Brasil em 1996, cuja receita operacional era baseada na remuneração de ativos e aposentados, congelou o salário por quase 8 anos. Além disso, alterou unilateralmente o PCS com interstícios de 12% e 16% entre as letras por antiguidade, o que destruiu a curva de receitas ao longo da vida laboral e após a aposentadoria.
Como o BB quer se ver livre agora de sua responsabilidade por alterar a receita atuarial do Plano de Associados? Na nossa opinião da CHAPA 1 EM DEFESA DA CASSI é inadmissível que qualquer discussão de déficit não tenha o Banco assumindo a SUA parte da responsabilidade.
Quebrar a solidariedade cobrando por dependente, por idade, por uso do plano, por perfil de saúde etc é injusto e inadequado. Foi essa a postura que tivemos nos debates como gestores de saúde eleitos nesse período de negociações, e que fez o BB colocar recursos na Cassi (850 milhões) assim como os associados (1%), através de mesa nacional e do Memorando de Entendimentos.
Aliás, mesa negocial que só existiu porque tivemos a leitura política de sair de dentro das discussões de governança e buscamos apoio das entidades sindicais e representativas.
Da mesma forma, querer vir cobrar franquia nas internações de R$ 1500, dobrar coparticipações, onerar os associados reduzindo ressarcimentos ou mexendo em programas de saúde não é bom nem para a Cassi nem para os associados.
AVANÇAR NA COBERTURA DO MODELO ASSISTENCIAL DE ATENÇÃO INTEGRAL, ATENÇÃO PRIMÁRIA E ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA, ATRAVÉS DAS CLINICASSI
Nós mostramos por estudos técnicos e científicos durante nosso mandato na Diretoria de Saúde que vincular os participantes à ESF e às CliniCassi racionaliza o uso dos recursos e protege os participantes de eventuais excessos praticados pelo mercado de saúde onde a doença é a fonte de lucro das empresas. O negócio que rentabiliza o mercado de saúde é leito ocupado e quantidade de consultas e exames realizados.
Já ampliar CliniCassi, profissionais de saúde em nossas estruturas próprias e melhorar programas e políticas de saúde é barato, é investimento que pode racionalizar milhões de reais do orçamento da Cassi.
Já mostramos qual o caminho, agora é avançar. Qualquer recurso novo na Cassi, o Banco do Brasil tem que assumir a sua parte respeitando o Estatuto Social, assumindo 60% dos valores de custeio.
Esse é um dos pontos que temos explicado aos associados e pedimos o voto na CHAPA 1 EM DEFESA DA CASSI para avançar na sustentabilidade da Cassi e na perenidade de nossa autogestão sem perdas de direitos em saúde.
Abraços a tod@s.
William Mendes
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28.7.17
Cassi - Agenda de gestão na Paraíba foi muito positiva
Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,
A Diretoria de Saúde e Rede (própria) de Atendimento cumpriu nesta quinta e sexta-feira, uma importante agenda de gestão e luta de nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.
Viemos a João Pessoa nesta quinta 27 para o lançamento do piloto da Rede Referenciada do sistema de saúde Cassi. Depois faremos matéria a respeito desse passo importante para o fortalecimento do modelo assistencial de Atenção Integral, Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF), modelo operacionalizado através das unidades de atendimento em saúde CliniCassi.
Nesta sexta 28 cumprimos uma agenda importante de fortalecimento da participação social, e de relacionamento com os segmentos de participantes da comunidade Banco do Brasil.
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| Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi PB. |
REUNIÃO COM O CONSELHO DE USUÁRIOS DA CASSI PB
Aproveitamos a nossa 5ª visita a trabalho ao Estado como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito) para nos reunir com os conselheiros e conselheiras de usuários da Cassi que, gentilmente, se dispuseram em nos dar a oportunidade de prestar contas de nossa atuação no mandato, trazer informações das questões afetas à Cassi e ouvir suas indagações e sugestões.
A reunião foi muito boa. Apresentei minhas preocupações a respeito dos desafios que vamos enfrentar a partir desta etapa de existência da Cassi, pós assinatura do Memorando de Entendimento e após recentes eventos externos que impactaram a nossa autogestão e os direitos dos associados (ANS e Governo Federal).
Agradeço ao Conselho de Usuários pela reunião.
Após o evento, tive a oportunidade de conversar com os companheir@s do Sindicato dos Bancários da Paraíba. Fortalecemos nossos laços de apoio nas lutas e causas dos trabalhadores que representamos.
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ATENÇÃO ASSOCIAD@S: não se deixem enganar nos próximos meses por propostas ou sugestões "técnicas" que signifiquem a quebra do modelo de custeio solidário do Plano de Associados. Essas ideias são disseminadas como solução de sustentabilidade do plano de saúde dos trabalhadores, mas carregam em si o fato de onerar somente os associados, livrando o Banco patrocinador de qualquer ônus e ele é corresponsável por tudo que afeta a Cassi positiva e negativamente, porque está na gestão e nada é aprovado ou encaminhado sem o aval do Banco.
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| Reunião com a Super PB. |
REUNIÃO COM A SUPER PB
A terceira agenda do dia foi a visita à Superintendência do Banco do Brasil. E já agradeço o espaço que tivemos para fortalecer as parcerias em defesa da promoção de saúde e prevenção de doenças, além do foco na ampliação do conhecimento de nossa Cassi por parte dos funcionários da ativa.
Em 2016, a Diretoria de Saúde visitou os órgãos do Banco em todas as Unidades Federativas do País - Super, Gepes e Sesmt - buscando estreitar as parcerias para dar mais oportunidade da Cassi atuar pela saúde dos trabalhadores da ativa. Essa estratégia tem sido fundamental para todos - os funcionários, a Cassi e o BB. A Atenção Primária e ESF reduzem a despesa assistencial na rede prestadora de forma significativa.
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ATENÇÃO ASSOCIADOS E PARTICIPANTES: lembramos a vocês que procurem os canais da Cassi para solução de alguma pendência em suas demandas de saúde antes de formalizarem reclamação na ANS e ou judicializar contra a nossa autogestão.
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| Reunião com os funcionários da Cassi PB. |
REUNIÃO DE GESTÃO COM OS FUNCIONÁRIOS DA CASSI PB
Finalizamos a agenda em João Pessoa com uma excelente reunião com os funcionários da Cassi, um verdadeiro patrimônio da comunidade BB.
Abordamos diversos temas afetos às nossas áreas de responsabilidade: políticas e programas de saúde, ESF, CliniCassi, unidades administrativas e suas tarefas diárias. Também falamos a respeito de questões gerais e de outras áreas da Cassi como, por exemplo, o Planejamento Estratégico da nossa Diretoria e da Cassi, as Iniciativas Estratégicas, governança e, por fim, respondemos às dúvidas da equipe.
Desde o início de nosso mandato como responsável pela estrutura de saúde da Cassi apostamos em atuar de forma presente nas bases sociais que gerimos e que representamos.
MEU PAPEL DE GESTOR ELEITO É ESTAR JUNTO ÀS BASES E POLITIZAR AS QUESTÕES DO MUNDO DO TRABALHO QUE REPRESENTO
Apesar da minha leitura de cenário apontar para tempos difíceis em relação à defesa dos direitos dos associados que representamos e para a própria Caixa de Assistência, que existe e atua em meio a crises externas no setor de saúde suplementar que afetam muito sua condição de autogestão em saúde (porque a Cassi compra serviços de saúde num mercado onde saúde é negócio e doença traz lucro aos empresários do setor), faço um esforço gigantesco de manter a presença nas bases porque acredito que isso traz credibilidade e transparência na atuação política em defesa daqueles que representamos.
Além de ser um defensor da Política, no fundo, sou um grande defensor de um Banco do Brasil público, atuante em seu papel de agente financeiro a serviço do País e que respeite seu funcionalismo e sua comunidade, bem como o povo brasileiro, que deve ser atendido da melhor forma possível.
Nesta quadra da história estão sob risco grave de existência a Cassi, a Previ e o Banco do Brasil, enquanto instituições essenciais na vida da própria comunidade BB e do povo brasileiro. Conclamo muita mobilização e unidade de todos os segmentos da ativa e aposentados para defender nossa Cassi e nosso banco público.
Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)
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13.10.16
Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde na Paraíba
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| Reunião de parcerias em saúde: Cassi, Super, Sesmt e Sindicato na PB. |
Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,
Chegamos ao 20º Estado brasileiro com nossa agenda de parcerias pela promoção da saúde e prevenção de doenças nesta quinta-feira 13 de outubro. Estivemos em João Pessoa, Paraíba, em um dia de excelentes reuniões com a comunidade BB para fortalecer a Cassi e o nosso Modelo de Atenção Integral à Saúde, que conta com a Estratégia Saúde da Família (ESF) e unidades de atendimento à saúde - CliniCassi - em todas as capitais dos Estados e algumas no interior.
Esta foi a quarta visita que realizamos ao Estado da Paraíba neste nosso mandato de Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.
Reunião da Cassi com Super PB, Sesmt e Sindicato dos Bancários
Em nossa reunião de trabalho com a Superintendência do BB na Paraíba, planejamos juntos diversas ações em benefício de uma melhor comunicação para o conjunto dos funcionários da ativa, mais de 1.300 colegas, para fortalecermos a cultura de pertencimento à Caixa de Assistência e adequar expectativas dos participantes sobre as formas mais eficazes de todos terem suas necessidades em saúde atendidas pela nossa autogestão.
São várias as perspectivas de trabalho para o próximo período, onde Banco e Cassi e também o Sindicato podem divulgar o ABC da Estratégia Saúde da Família em pequenas inserções nos veículos de comunicação do BB como intranet e blog da Super, além de parcerias com os ecoas nas dependências do Estado.
O trabalho conjunto vai permitir atualizar e cadastrar os e-mails dos associados no site da Cassi para que cada participante seja também um fiscal das contas vindas da rede credenciada. A presença da Cassi será reforçada nos eventos do Banco que reunir os funcionários do Estado. E com as informações qualificadas a respeito da Caixa de Assistência para o conjunto dos associados, é possível melhor utilização dos direitos em saúde.
A Cassi tem quatro equipes de família na Paraíba nas CliniCassi João Pessoa e Campina Grande e já cuida de mais de 5 mil participantes. Temos uma estrutura adequada ao atendimento da população assistida e vamos avançar na promoção de saúde e prevenção de doenças.
Unidade CASSI Paraíba
Modificado em: 08 Janeiro 2016
Endereço: Av. Júlia Freire, 1200 - Edifício Metropolitan, 7º andar – Expedicionários – João Pessoa (PB) CEP - 58.041-000
Telefone: (83) 3015-2500 / 2525
Fax: (83) 3015-2547
Contato: Fale com a CASSI
CNPJ: 33.719.485/0023-32
Horário de Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h
Serviços: atendimento multidisciplinar em Saúde da Família (médico de família, enfermeiro, técnico de enfermagem, psicólogo, e assistente social), consultas em clínica médica no pronto atendimento, saúde do trabalhador, perícias, procedimentos de enfermagem e coleta do exame papanicolau.
Gerente de Unidade - Adriana Corado Correa de Oliveira
CliniCassi João Pessoa
Modificado em: 10 Maio 2016
Endereço: Av. Júlia Freire, 1200 - 7º andar - Expedicionário - João Pessoa - PB - 58041-000
Telefone: (83) 3015-2525/2500
Fax: (83) 3015-2547
E-mail: clinicassi.joaopessoa.pb@cassi.com.br
CNPJ: 33.719.485/0023-32
Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8 às 18h
Serviços:
Consulta com clínico geral, sem horário marcado
Consulta agendada com médico de família e enfermeiro
Perícia médica para autorização de procedimentos
Saúde ocupacional (Exame Periódico de Saúde, avaliação da capacidade laboral e homologação de licença saúde)
Autorização de medicamentos de uso contínuo
Autorização e gerenciamento de atendimento em domicílio
Autorização e gerenciamento de cuidados em saúde mental e para pessoas com deficiência
Auxílio da abstinência do tabagismo
Procedimentos de enfermagem
Nebulização
Administração de medicamentos (vias oral, venosa, intramuscular e subcutânea)
Aferição dos sinais vitais (pressão arterial, temperatura, frequência cardíaca e pulso arterial)
Medição da glicose capilar
Gerenciamento de doenças crônicas
Coleta para exame citopatológico (papanicolau)
Exames clínicos em geral
Eletrocardiograma a pedido do médico de família
Gerente da CliniCASSI João Pessoa - Candice Carolline Malheiros Costa
CliniCassi Campina Grande
Modificado em: 10 Maio 2016
Endereço: Rua Duque de Caxias, 523 - Edifício San Raphael - Prata - Campina Grande - PB - 58400-506
Telefone: (83) 3341-0081
Fax: (83) 3341-0081
E-mail: clinicassi.campinagrande.pb@cassi.com.br
CNPJ: 33.719.485/0043-86
Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8 às 18h
Serviços:
Consulta com clínico geral, sem horário marcado
Consulta agendada com médico de família e enfermeiro
Perícia médica para autorização de procedimentos
Saúde ocupacional (Exame Periódico de Saúde, avaliação da capacidade laboral e homologação de licença saúde)
Autorização de medicamentos de uso contínuo
Autorização de atendimento em domicílio
Autorização de cuidados em saúde mental e para pessoas com deficiência
Auxílio da abstinência do tabagismo
Administração de medicamentos (vias oral, venosa, intramuscular e subcutânea)
Aferição dos sinais vitais (pressão arterial, temperatura, frequência cardíaca e pulso arterial)
Medição da glicose capilar
Exames clínicos em geral
Eletrocardiograma a pedido do médico de família
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| Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi PB. |
Reunião com o Conselho de Usuário da Cassi Paraíba
Estivemos reunidos com os conselheiros e conselheiras de usuários da Cassi no Estado da Paraíba e após o Diretor de Saúde prestar contas do mandato e das estratégias definidas pela área de saúde e rede em fortalecer e ampliar o modelo assistencial da entidade, foram abordados diversos temas como, por exemplo, a proposta apresentada pelo patrocinador Banco do Brasil às entidades representativas na mesa que discute o déficit no Plano de Associados.
Aproveitamos para reforçar as oportunidades e ferramentas disponíveis para falar de Cassi, de modelo ESF, de CliniCassi, de modelo solidário e outras questões afetas ao setor de autogestão através dos boletins Prestando Contas que produzimos a partir da Diretoria de Saúde todos os meses e que podem ser distribuídos tanto eletronicamente quanto impressos. Leiam AQUI o 27º que traz o tema Referenciamento de rede credenciada.
Ao final, tomaram posse os conselheiros do biênio 2016/2018.
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| Equipe Cassi PB. |
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| Reunião de gestão com os funcionários da Cassi PB. |
Uma parte importante da nossa agenda de visita e trabalho às unidades Cassi e CliniCassi tem sido nossas reuniões com os funcionários da entidade de saúde. Como diretor responsável pelas 92 unidades distribuídas em todo o Brasil, tenho muito respeito pelo quadro de trabalhadores que cuidam de nós todos associados e familiares (há décadas). São mais de 700 mil vidas assistidas por funcionários dedicados e apaixonados pelo que fazem.
Pudemos falar sobre a gestão, ouvimos diversos apontamentos muito legítimos de nossas equipes e não foi diferente de cada encontro nosso com os funcionários: saímos com mais conhecimento e com mais responsabilidade em lutar para que a Cassi esteja cada dia mais firme em seus propósitos de cuidar de pessoas.
Eu deixo um grande e fraterno agradecimento pela acolhida que tivemos de toda a comunidade aqui da Paraíba. Estamos chegando ao final do ano de trabalho com tantas e tantas dificuldades, com tantas coisas que nos chateiam principalmente na burocracia da direção da Cassi, mas quando vamos para as bases sociais da Cassi, revigoramos o sentido do que fazemos: representar associados e dar esperanças às pessoas sobre possibilidades de fazermos atenção primária e dar pertencimento à população assistida.
Nesta sexta 14 estaremos em Natal, RN, cumprindo agenda nossa de saúde no 21º Estado brasileiro.
Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento
Post Scriptum:
Esta agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento foi realizada com recursos próprios do diretor eleito.
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SESMT
17.5.16
Artigo - Sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi – Origens do déficit
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| Palestra sobre Sustentabilidade da Cassi na VIII Conferência de Saúde da Cassi PB, ocorrida em 13 de maio de 2016. |
Em 2015, estivemos reunidos com mais de três mil associados nas 17 Conferências abordando a mesma temática e municiando os diversos segmentos da comunidade BB sobre o histórico da nossa Caixa de Assistência e os diversos fatores que afetam a sustentabilidade. Só assim, debatendo nas bases sociais, é possível todos estarem bem informados para a melhor utilização dos direitos em saúde e para a tomada de decisões sobre os rumos e soluções para a nossa Caixa de Assistência.
Antes de falarmos sobre as causas do déficit do Plano de Associados, quero agradecer de coração ao esforço, apoio e dedicação de nossos funcionários da Cassi dos Estados do Piauí e da Paraíba e também de nossa sede em Brasília, porque todos eles organizaram as Conferências e fizeram com que tudo corresse bem. Também agradeço o apoio financeiro e logístico que as entidades representativas do funcionalismo nos deram: os sindicatos do Piauí e Paraíba, as representações locais da Anabb e Aafbb, AABB PI e AABB PB, conselheiros de usuários e a direção do Banco no Piauí e na Paraíba.
A CAIXA DE ASSISTÊNCIA APÓS A REFORMA ESTATUTÁRIA DE 1996
A Cassi foi criada no ano de 1944 por colegas do Banco do Brasil. Teve uma longa história de lutas por direitos em saúde nas cinco primeiras décadas de sua existência, incorporando direitos para seus associados.
Nos anos noventa, o Banco e os associados definiram mudanças estatutárias importantes, que permanecem até os dias presentes. Faz duas décadas que a Cassi saiu de dentro da estrutura do Banco e passou a ter uma estrutura própria, tanto na área administrativa quanto assistencial.
Temos falado sobre esse histórico nas Conferências de Saúde porque hoje são mais de 100 mil trabalhadores na ativa que não conhecem ou conhecem pouco o que é a Cassi, o que a diferencia como autogestão em comparação aos planos de saúde do mercado, o modelo de custeio solidário e o Modelo de Atenção Integral à Saúde e a Estratégia Saúde da Família (ESF).
O DÉFICIT DO PLANO DE ASSOCIADOS
Ao definir o novo modelo de custeio na Reforma Estatutária de 1996, a Cassi passou a ter uma receita de 7,5% da remuneração de seus associados da ativa e aposentados. Os associados passaram a contribuir com 3% e o Banco com 4,5%. A Cassi passaria a ter uma estrutura própria para implementar o Modelo de Atenção Integral à Saúde para o conjunto da população assistida.
A definição do modelo assistencial conjugado às mudanças estatutárias foi estratégica porque a promoção de saúde e prevenção de doenças através da Atenção Primária é base dos sistemas mais exitosos no mundo em relação aos resultados em saúde da população e no melhor uso de recursos disponíveis.
A nova receita operacional de 7,5% deveria dar conta da implantação em todo o Brasil do modelo assistencial, que testou sua eficácia em vários pilotos e em 2001 a Cassi aprovou a Estratégia Saúde da Família (ESF), a ser implementada a partir de unidades de atendimento próprias, as CliniCassi, contendo equipes multidisciplinares para cuidar das populações cadastradas.
PATROCINADOR BB CONGELA SALÁRIOS A PARTIR DE 1996 E PLANO DE ASSOCIADOS É AFETADO NO EIXO DAS RECEITAS
O patrocinador Banco do Brasil, de forma unilateral, logo após o novo modelo de custeio aprovado para o Plano de Associados, adotou políticas salariais que afetaram drasticamente a remuneração dos funcionários, tanto durante a vida laboral quanto em relação ao salário de saída para a aposentadoria.
O Banco passou a congelar os salários já a partir de 1996 e a consequência para o novo custeio de 7,5% de receita da Cassi baseado na folha de pagamento do Banco foi uma queda brutal na arrecadação comparada tanto à inflação oficial e, de forma muito pior, quando comparada com a inflação no setor de saúde, que chega ao dobro da inflação oficial.
PATROCINADOR BB CONGELA SALÁRIOS A PARTIR DE 1996 E PLANO DE ASSOCIADOS É AFETADO NO EIXO DAS RECEITAS
O patrocinador Banco do Brasil, de forma unilateral, logo após o novo modelo de custeio aprovado para o Plano de Associados, adotou políticas salariais que afetaram drasticamente a remuneração dos funcionários, tanto durante a vida laboral quanto em relação ao salário de saída para a aposentadoria.
O Banco passou a congelar os salários já a partir de 1996 e a consequência para o novo custeio de 7,5% de receita da Cassi baseado na folha de pagamento do Banco foi uma queda brutal na arrecadação comparada tanto à inflação oficial e, de forma muito pior, quando comparada com a inflação no setor de saúde, que chega ao dobro da inflação oficial.
A título de exemplo, o Índice de Variação dos Custos Médicos Hospitalares (VCMH) na saúde suplementar – IESS (2015) foi 17,7% entre julho de 2013 e junho de 2014. No mesmo período, a variação do IPCA foi de 6,5%. Não é difícil imaginar o impacto em um plano de saúde, quando a receita está congelada, não é?
Não é à toa que ao ler todos os Relatórios Anuais da Cassi entre 2004 e 2013, verifiquei a informação da própria Diretoria da Cassi (lá em 2005) que dizia que o Plano de Associados tinha déficit operacional e consumia reservas desde 1999. Com a mudança unilateral do BB em congelar salários a partir de 1996, o eixo das receitas operacionais ficou muito prejudicado e gerou desequilíbrio no Plano de Associados.
POLÍTICA DE ABONOS E DEPOIS PLR TAMBÉM AFETARAM RECEITAS DO PLANO DE ASSOCIADOS
Outro fator da mesma época pós definição do modelo de custeio da Cassi é o patrocinador BB criar uma política de conceder abonos nas datas-base dos funcionários como medida “compensatória” para o congelamento dos salários. A Cassi não recebeu nem um centavo como contribuição e isso também afetou as receitas do Plano de Associados.
Nos anos dois mil, com a volta das greves e conquistas trabalhistas como reajustes salariais e pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais uma vez a Cassi ficou de fora das conquistas no que diz respeito à nova remuneração variável dos bancários. A PLR não gera contribuição alguma para as receitas operacionais do plano de saúde dos funcionários.
Enquanto esses fatores geravam receitas operacionais menores no Plano de Associados, as despesas com saúde seguiam crescendo ano a ano com inflação saúde maior que a própria inflação oficial. Resultado: déficits e consumo de reservas.
PATROCINADOR BB ALTERA O PCS DE 12% E SALÁRIO DE SAÍDA DAS GERAÇÕES POSTERIORES A 1997 AFETA O PLANO DE ASSOCIADOS
Outra medida unilateral por parte do patrocinador Banco do Brasil que recém havia negociado com os funcionários e associados da Cassi em 1996 um novo modelo assistencial que dependia de estabilidade do modelo de custeio de 7,5% da folha de pagamento de ativos e aposentados foi alterar o Plano de Cargos e Salários (PCS) que continha 12 níveis com interstícios de 12% entre as letras e 16% nas últimas faixas. Ao implantar um interstício de 3% o patrocinador reduziu drasticamente o salário médio de saída dos funcionários na aposentadoria. A relação entre salário inicial e salário de saída na aposentadoria mudou para algo ao redor de 1x4 para 1x1,5.
Para um plano como o nosso, baseado em porcentagem de remuneração dos associados da ativa e aposentados, e com expectativas de vida cada vez maiores, as gerações seguintes que vieram a se aposentar nas últimas décadas têm salários de saída menores que os das décadas anteriores a 1996 e vivem mais, o que é bom porque é o nosso objetivo em cuidar das pessoas, que elas vivam mais e melhor.
Há outros fatores que normalmente abordamos nas Conferências de Saúde que também afetam os planos de saúde e geram desequilíbrio em suas contas. Esses fatores são de origem externa, são inerentes a problemas estruturais e conjunturais do setor de saúde, onde a Cassi e seus associados estão inseridos e são vítimas de desequilíbrios do setor.
Nos próximos artigos seguiremos abordando a questão da sustentabilidade na Cassi e fatores que afetam o futuro de nossa entidade de autogestão em saúde dos trabalhadores.
Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora,
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)
Post Scriptum (27/6/16):
(Matéria da página da Cassi)
Participantes da Paraíba discutem sustentabilidade da Cassi
Conferência Estadual de Saúde reuniu uma centena de representantes na oitava edição
A VIII Conferência Estadual de Saúde da Paraíba reuniu 105 participantes da Cassi, que debateram sobre a sustentabilidade da Caixa de Assistência.
Em sua palestra sobre o tema da Conferência, o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes, apresentou números que mostram a realidade da Cassi. Também destacou a necessidade de os associados se envolverem na busca por melhorias que garantam a sustentabilidade da Caixa de Assistência.
A Gerente da Unidade Paraíba, Adriana Corado, ressaltou a importância da atuação dos Conselhos de Usuários da Cassi para o aperfeiçoamento das ações realizadas pela Instituição. “Os Conselhos dão voz aos anseios dos beneficiários e o momento da Conferência é favorável a essa participação social.
“Esta Conferência é um marco importante para a Cassi. Especialmente neste momento de crise pelo qual os planos de saúde estão passando. Discutir sustentabilidade é oportuno e necessário”, reforçou o Coordenador do Conselho de Usuários da Paraíba, Edgar Teixeira de Lima.
O Médico de Família da Cassi PB, Guilherme Antônio Vieira Ferreira, falou sobre as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, e avaliou que a Conferência ajudou a difundir a lógica assistencial da Instituição.
O evento foi realizado pelo Conselho de Usuários e a Unidade Cassi PB, dia 13 de maio, no auditório do Sebrae Paraíba, e encerrou com a apresentação dos conselheiros eleitos para o biênio 2016-2018.
Entre os participantes estavam também o Superintendente do Banco do Brasil, Jefferson Correa Pinto Amando, a Representante da Anabb, Maria Aurinete Alves de Oliveira, o Representante da Aafbb, Carlos Alberto Bogea Serra, o Representante da AABB, Renato Riva de Mesquita Araújo, o Presidente do Sindicato dos Bancários da PB, Marcos Henriques; a Gerente da Gepes PB, Sandra Matos, o Gerente da PSO PB, Jackson Wanderley, o Presidente da Unidas na PB, Pedro Macedo e a Representante da Secretaria de Saúde do Estado, Terezinha de Jesus Paiva, e demais representantes de entidades ligadas ao funcionalismo do Banco.
Não é à toa que ao ler todos os Relatórios Anuais da Cassi entre 2004 e 2013, verifiquei a informação da própria Diretoria da Cassi (lá em 2005) que dizia que o Plano de Associados tinha déficit operacional e consumia reservas desde 1999. Com a mudança unilateral do BB em congelar salários a partir de 1996, o eixo das receitas operacionais ficou muito prejudicado e gerou desequilíbrio no Plano de Associados.
POLÍTICA DE ABONOS E DEPOIS PLR TAMBÉM AFETARAM RECEITAS DO PLANO DE ASSOCIADOS
Outro fator da mesma época pós definição do modelo de custeio da Cassi é o patrocinador BB criar uma política de conceder abonos nas datas-base dos funcionários como medida “compensatória” para o congelamento dos salários. A Cassi não recebeu nem um centavo como contribuição e isso também afetou as receitas do Plano de Associados.
Nos anos dois mil, com a volta das greves e conquistas trabalhistas como reajustes salariais e pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais uma vez a Cassi ficou de fora das conquistas no que diz respeito à nova remuneração variável dos bancários. A PLR não gera contribuição alguma para as receitas operacionais do plano de saúde dos funcionários.
Enquanto esses fatores geravam receitas operacionais menores no Plano de Associados, as despesas com saúde seguiam crescendo ano a ano com inflação saúde maior que a própria inflação oficial. Resultado: déficits e consumo de reservas.
PATROCINADOR BB ALTERA O PCS DE 12% E SALÁRIO DE SAÍDA DAS GERAÇÕES POSTERIORES A 1997 AFETA O PLANO DE ASSOCIADOS
Outra medida unilateral por parte do patrocinador Banco do Brasil que recém havia negociado com os funcionários e associados da Cassi em 1996 um novo modelo assistencial que dependia de estabilidade do modelo de custeio de 7,5% da folha de pagamento de ativos e aposentados foi alterar o Plano de Cargos e Salários (PCS) que continha 12 níveis com interstícios de 12% entre as letras e 16% nas últimas faixas. Ao implantar um interstício de 3% o patrocinador reduziu drasticamente o salário médio de saída dos funcionários na aposentadoria. A relação entre salário inicial e salário de saída na aposentadoria mudou para algo ao redor de 1x4 para 1x1,5.
Para um plano como o nosso, baseado em porcentagem de remuneração dos associados da ativa e aposentados, e com expectativas de vida cada vez maiores, as gerações seguintes que vieram a se aposentar nas últimas décadas têm salários de saída menores que os das décadas anteriores a 1996 e vivem mais, o que é bom porque é o nosso objetivo em cuidar das pessoas, que elas vivam mais e melhor.
Há outros fatores que normalmente abordamos nas Conferências de Saúde que também afetam os planos de saúde e geram desequilíbrio em suas contas. Esses fatores são de origem externa, são inerentes a problemas estruturais e conjunturais do setor de saúde, onde a Cassi e seus associados estão inseridos e são vítimas de desequilíbrios do setor.
Nos próximos artigos seguiremos abordando a questão da sustentabilidade na Cassi e fatores que afetam o futuro de nossa entidade de autogestão em saúde dos trabalhadores.
Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora,
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)
Post Scriptum (27/6/16):
(Matéria da página da Cassi)
Participantes da Paraíba discutem sustentabilidade da Cassi
Conferência Estadual de Saúde reuniu uma centena de representantes na oitava edição
A VIII Conferência Estadual de Saúde da Paraíba reuniu 105 participantes da Cassi, que debateram sobre a sustentabilidade da Caixa de Assistência.
Em sua palestra sobre o tema da Conferência, o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes, apresentou números que mostram a realidade da Cassi. Também destacou a necessidade de os associados se envolverem na busca por melhorias que garantam a sustentabilidade da Caixa de Assistência.
A Gerente da Unidade Paraíba, Adriana Corado, ressaltou a importância da atuação dos Conselhos de Usuários da Cassi para o aperfeiçoamento das ações realizadas pela Instituição. “Os Conselhos dão voz aos anseios dos beneficiários e o momento da Conferência é favorável a essa participação social.
“Esta Conferência é um marco importante para a Cassi. Especialmente neste momento de crise pelo qual os planos de saúde estão passando. Discutir sustentabilidade é oportuno e necessário”, reforçou o Coordenador do Conselho de Usuários da Paraíba, Edgar Teixeira de Lima.
O Médico de Família da Cassi PB, Guilherme Antônio Vieira Ferreira, falou sobre as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, e avaliou que a Conferência ajudou a difundir a lógica assistencial da Instituição.
O evento foi realizado pelo Conselho de Usuários e a Unidade Cassi PB, dia 13 de maio, no auditório do Sebrae Paraíba, e encerrou com a apresentação dos conselheiros eleitos para o biênio 2016-2018.
Entre os participantes estavam também o Superintendente do Banco do Brasil, Jefferson Correa Pinto Amando, a Representante da Anabb, Maria Aurinete Alves de Oliveira, o Representante da Aafbb, Carlos Alberto Bogea Serra, o Representante da AABB, Renato Riva de Mesquita Araújo, o Presidente do Sindicato dos Bancários da PB, Marcos Henriques; a Gerente da Gepes PB, Sandra Matos, o Gerente da PSO PB, Jackson Wanderley, o Presidente da Unidas na PB, Pedro Macedo e a Representante da Secretaria de Saúde do Estado, Terezinha de Jesus Paiva, e demais representantes de entidades ligadas ao funcionalismo do Banco.
9.5.16
Agenda do Diretor de Saúde da Cassi (SP, DF, PI, PB)
Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,
Esta é uma semana intensa de trabalho em nossa atuação como gestor de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB.
Nesta segunda-feira estive em São Paulo em visita ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e à Contraf-CUT. As agendas de parcerias com as entidades representativas dos funcionários são muito importantes para nós da Caixa de Assistência.
Como tenho afirmado a tod@s vocês, temos que fortalecer os sindicatos e a unidade dos trabalhadores do BB na ativa porque com a crise política e econômica no país os tempos que vêm por aí serão duros e só a resistência e a luta unitária poderão proteger nossos direitos em saúde e a nossa entidade de saúde com mais de 7 décadas de existência.
Segunda-feira também é dia de leitura da pauta da reunião semanal da Diretoria Executiva da Cassi. Entre o acordar às 4h da manhã para voar a SP e a volta agora de noite a Brasília, consegui ir lendo quase toda a pauta a ser apreciada nesta terça.
Na terça e quarta, estarei na sede da Cassi em Brasília.
Na quinta e sexta iniciaremos as Conferências de Saúde da Cassi em 2016. Serão dez Estados com Conferências. Estaremos no Piauí na quinta e na Paraíba na sexta.
Ao longo da semana vamos atualizando nossa agenda e prestação de contas do mandato e ainda nesta terça, farei meu artigo da semana sobre o setor saúde, sobre a nossa Cassi e sobre a questão do déficit e da sustentabilidade do plano de saúde dos funcionários.
Temos que retomar as mesas com o Banco para concluir as negociações sobre a Cassi, iniciadas em 2015. Inclusive abordamos essa questão central na nossa visita às lideranças da Contraf e de São Paulo.
Vamos descansar porque já se foram mais de 17 horas em função de nosso trabalho hoje.
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)
Post Scriptum:
A visita às entidades sindicais em São Paulo foi patrocinada pelo Sindicato dos Bancários, para o qual eu agradeço. Temos conseguido conversar com lideranças e visitar diversas bases por causa do apoio de entidades representativas. Isso nos dá pertencimento na representação dos trabalhadores.
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Post Scriptum (madrugada de quinta, 12/5, Teresina PI):
Olá companheir@s, amigos e colegas do BB,
Chegamos há pouco na capital do Piauí, onde teremos uma agenda cheia nesta quinta 12.
Pela manhã, cumpriremos a agenda de parcerias que estamos fazendo Estado por Estado com a direção do BB e a entidade sindical local para fortalecer a comunicação na ativa sobre a Cassi e o modelo assistencial de nossa entidade de saúde dos trabalhadores. Já fechamos parcerias em 9 Estados este ano.
Depois teremos reunião com os funcionários da Cassi PI, um de nossos maiores patrimônios; após o almoço, faremos reunião com o Conselho de Usuários e por fim participaremos da Conferência de Saúde fazendo palestra sobre a Sustentabilidade da Cassi.
Estou numa tristeza profunda, coração partido por amanhecer num Brasil que tanto amo iniciando um regime de exceção, sem o governo eleito pelo povo brasileiro, após o Golpe de Estado parlamentar efetivado nesta semana. Usurparam nossos votos e nosso regime democrático.
Os dias serão duros para meus pares da classe trabalhadora, para nossas entidades de classe e para os direitos duramente conquistados.
Mas estarei com toda a minha energia na tarefa para a qual estou eleito pelos trabalhadores da ativa e aposentados da comunidade Banco do Brasil.
A luta segue.
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)
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Post Scriptum (12/5/16, às 22:35h):
Estou cansado para fazer postagem hoje, mas cumprimos todos os compromissos que viemos fazer em Teresina. Reunião com o Banco, reunião com os funcionários da Cassi PI, reunião com o Conselho de Usuários e a Conferência de Saúde.
Vamos madrugar para seguir nossa agenda de trabalho pela Cassi viajando para João Pessoa (PB) nesta sexta.
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Post Scriptum (13/5/16, às 23:55h):
Missão cumprida!
Nosso dia hoje aqui em João Pessoa (PB) foi muito bom. Após mais de oito horas em trânsito, entre Piauí e Paraíba com escala em Brasília, chegamos às 13 horas aqui.
Tivemos reunião com os nossos funcionários da Unidade Cassi PB e já saímos logo em seguida para a Conferência de Saúde. Terminamos o evento e as conversas com os associados bem depois das 21h.
Estou cansado para fazer as matérias hoje. Vou voar de madrugada de novo.
Eu só tenho elogios a fazer pelo trabalho que envolveu toda a nossa equipe da Cassi em Teresina (PI), em João Pessoa e Campina Grande (PB) e na sede em Brasília, e também às entidades da comunidade BB. Agradecemos de coração ao dia de debates fraternos e propositivos.
Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora. Eu praticamente não dormi nesta semana. A gente pode até esgotar de cansaço, mas ninguém nos tira a satisfação de estar nas bases, conversando com os nossos representados!
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)
7.12.15
Opinião da semana e agenda (PB, DF, MG, MA, PI)
(atualizado às 16:19h de sexta 11)
Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,
Vamos para mais uma semana de trabalho e gestão em defesa de nossa Caixa de Assistência. Pelo título da postagem, dá para perceber que pouco tempo terei para postar atualizações. Minha agenda prevê um percurso de trabalho de milhares de quilômetros. Estarei em um Estado brasileiro em cada dia da semana.
Estas agendas nos Estados são fruto de nosso foco na melhoria de gestão da Cassi. Estamos dando posse às novas gerências das Unidades Cassi após processo seletivo para primeiros gestores, que realizamos assim que chegamos eleitos para contribuir com o fortalecimento de nossa entidade de saúde.
OPINIÃO SOBRE AS NEGOCIAÇÕES CASSI
A próxima mesa de negociação entre o patrocinador Banco do Brasil e a Comissão Negociadora das entidades nacionais do funcionalismo será no dia 21 de dezembro. As entidades fizeram proposições ao Banco na última quinta 3 como, por exemplo, a antecipação de contribuições patronais (prevista no Estatuto) para que a Cassi opere na normalidade orçamentária em 2016, enquanto se desenvolvem as negociações entre Banco e associados envolvendo custeio, novos investimentos e ampliação do modelo assistencial.
Também foi proposto que o Banco arque com os investimentos necessários para os projetos contidos nas iniciativas estratégicas (R$ 150 milhões), apresentadas pelos gestores eleitos no final de 2014 para avançar na gestão nas áreas de regulação e organização dos prestadores de serviços de saúde e melhoria de processos e produção de dados. Estas melhorias devem ocorrer para facilitar a ampliação do Modelo de Atenção Integral à Saúde, que na Cassi se dá através da Estratégia Saúde da Família (ESF), que é organizada nas bases onde estão instaladas as CliniCassi.
O Sistema Integrado de serviços de saúde deve ser ampliado e estendido para o conjunto dos participantes porque além dos benefícios na promoção de saúde e prevenção de doenças, também é modelo que apresenta melhores perspectivas de eficiência e resolutividade no uso dos recursos da Cassi.
As entidades representativas (Contraf-CUT, Contec, Anabb, Aafbb, Faabb) ficaram de organizar os debates com suas bases sociais para apresentarem novas propostas ou propostas adicionais às que já estão colocadas à mesa com o Banco. Também estão discutindo calendário de mobilização e luta para as negociações com o patrocinador.
A Contraf-CUT e suas entidades sindicais devem se reunir nesta semana. Infelizmente, pelo calendário de gestão da Cassi que eu já tinha programado, não poderei estar nos fóruns daquele espaço político de onde sou oriundo. Eu sugeri outras datas, mas a maioria optou por ser nesta semana.
De qualquer sorte, informo aos nossos associados da Cassi, que já apresentei as minhas propostas adicionais para a Comissão Negociadora (dia 2) e para os sindicatos da Contraf-CUT (26/11), em reunião que pude participar.
Sou uma pessoa com formação política em respeitar os fóruns de discussões e deliberações e, nos dias e locais apropriados até este momento, já manifestei minha opinião de Diretor de Saúde e Rede de Atendimento para esta nova fase das negociações, fase onde a temporalidade é muito menor que aquela do início de 2015, pois não conseguimos avançar ao longo do ano para a conquista dos aportes por parte do Banco do Brasil, mesmo com mobilização ocorrida na Campanha Salarial dos funcionários. Mas agora é necessário encontrar soluções nos próximos meses.
Após todo o trabalho que tivemos em estudar a Cassi, o histórico da implantação do modelo assistencial definido, apontar as responsabilidades que o patrocinador e gestor BB tem - da mesma forma que os gestores eleitos pelo Corpo Social -, temos a convicção que as duas partes devem ceder um pouco em suas posições para encontrarmos uma solução de consenso e reequilibrar o plano de saúde dos funcionários - Plano de Associados.
Seguimos à disposição das entidades representativas sempre que quiserem a nossa opinião.
Repito mais uma vez a minha emoção e alegria ao finalizar na quinta 3 e sexta 4, as 17 Conferências de Saúde da Cassi do ano de 2015, mesmo sem recursos financeiros por veto dos indicados do BB na gestão, com públicos excepcionais neste ano e com muita participação social nos Conselhos de Usuários. Acreditamos muito nesses contatos com a base da Cassi para buscarmos soluções conjuntas para os problemas que a nossa entidade de saúde enfrenta, parte deles inerentes ao setor saúde como um todo.
Agradecemos de coração a todo apoio que tivemos das diversas entidades do funcionalismo e das lideranças da comunidade BB. Podem seguir contando com o nosso trabalho firme em defesa da Cassi e dos associados.
William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento
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| Plenária com associados da ativa e aposentados no Sindicato dos Bancários da Paraíba. |
SEGUNDA 7
Dia de trabalho na Unidade Cassi PB. Após a posse da nova gerência da unidade Paraíba, teremos plenária às 19h no Sindicato com os trabalhadores para falarmos sobre a Cassi.
Post Scriptum (3:50h de terça 8):
Tivemos um dia de trabalho produtivo na segunda. Chegamos pouco depois do meio-dia em João Pessoa.
Fizemos reunião com os funcionários da Cassi na Unidade. Depois tivemos o evento da posse da nova gerência com a participação das lideranças locais do BB e das entidades representativas. Por fim, fizemos uma reunião de trabalho com a gerência.
À noite, participamos de Plenária no Sindicato sobre a Cassi. Apesar do feriado local na terça, participaram cerca de 30 pessoas.
Embarcando 3:24h para Brasília. Vamos chegar de manhã e ir direto para a reunião da Diretoria.
TERÇA 8
Estaremos em Brasília, na sede da Cassi, para a reunião semanal da Diretoria Executiva.
Post Scriptum (0:10h de quarta):
Cheguei a Brasília, vindo de João Pessoa, pela manhã e tive que ir direto para o trabalho.
A reunião da Diretoria foi até às 14h, mas tive que almoçar e ficar a tarde toda fazendo leitura e escrevendo votos. Parei por volta de 19h, quando não consegui mais fixar as ideias por ter ficado sem dormir desde o dia anterior.
QUARTA 9
Dia de trabalho na Unidade Cassi MG. Teremos a posse da nova gerência da unidade no Estado de Minas Gerais.
Post Scriptum (22:52h):
Estamos no aeroporto de Confins (MG), embarcando para São Luiz (MA).
Tivemos um excelente dia de trabalho na Unidade Cassi MG. Fizemos o evento de posse do novo gestor da unidade com a presença de diversas lideranças e autoridades, onde demos informações gerais sobre a Cassi.
Depois realizamos reunião com os funcionários da Cassi. Tiramos dúvidas sobre o momento e as perspectivas de trabalho e projetos para nossa Caixa de Assistência.
Por fim, fizemos uma reunião estratégica com os gestores.
Agradeço a acolhida que tivemos por parte de tod@s. Vamos para a próxima tarefa de gestão da semana.
QUINTA 10
Dia de trabalho na Unidade Cassi MA. Teremos a posse da nova gerência da unidade no Estado do Maranhão.
(Maranhão: 2ª visita como Diretor)
Post Scriptum (00:24h):
Estamos no aeroporto de São Luiz para voar para o Piauí. O dia de trabalho na Unidade Cassi Maranhão foi engrandecedor.
Tivemos o evento de posse da nova gerência da unidade, com a participação das lideranças do BB e das entidades representativas da ativa e aposentados.
Na parte da tarde, tivemos uma ótima reunião de trabalho com os funcionários da Cassi.
Por fim, nos reunimos com os gestores da Unidade Cassi MA até o início da noite. Enfim, aprendemos coisas novas sobre a nossa entidade de saúde e procuramos dar as informações necessárias aos funcionários sobre o momento da Cassi. Valeu a pena o nosso dia!
Também acabei de enviar para diagramação o Boletim Prestando Contas Cassi nº 18, que deve ir ao ar na próxima semana.
SEXTA 11
Dia de trabalho na Unidade Cassi PI. Teremos a posse da nova gerência da unidade no Estado do Piauí.
Post Scriptum às 16:19h:
Estamos no aeroporto de Teresina para voltar a Brasília. Missão cumprida. Estivemos a trabalho em 5 bases diferentes nesta semana.
Aqui no Piauí, primeiro tivemos uma ótima reunião com os funcionários da Cassi logo às 9h da manhã.
Depois, às 11h, tivemos a posse da nova gerência da Unidade Cassi PI. Contamos com a presença de lideranças locais do Banco e das entidades representativas e Conselho de Usuários.
Participamos de reunião com o Conselho de Usuários da Cassi PI entre meio-dia e 13h.
Por fim, fizemos uma reunião de gestão e ao final ainda pude conversar com nosso pessoal do Sindicato.
SE ESTIVERMOS FORTALECENDO A PARTICIPAÇÃO E O PERTENCIMENTO, NOSSO TRABALHO PARA A CASSI ESTARÁ VALENDO A PENA
Ufa! Foi uma semana longa e trabalhosa, mas exitosa. Falamos com centenas de pessoas envolvidas com a nossa Caixa de Assistência. Volto cansado fisicamente, mas cheio de energia por acreditar que estamos fazendo o bom caminho na gestão da Cassi em nome dos associados que representamos.
Voando...
21.11.14
Agenda de defesa e fortalecimento da Cassi (DF e PB)
Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,
Nesta semana de trabalho de representação na gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, tivemos bons contatos com a base social, tanto com colegas da ativa e aposentados como com as lideranças e formadores de opinião.
VII Conferência de Saúde da Cassi PB
Nesta quinta-feira 20, dia da Consciência Negra e de homenagem a Zumbi dos Palmares, estivemos na VII Conferência de Saúde da Cassi Paraíba, que abordou o tema "Longevidade para você e para a Cassi".
O evento foi muito positivo, com grande participação dos associados da Cassi no Estado da Paraíba e agradeço muito o belo trabalho de organização do evento por parte de nossa equipe da Cassi PB, liderada pela nossa gerente Maria Helena. Agradeço também a acolhida que tivemos por parte de tod@s, inclusive das lideranças do Sindicato, das entidades associativas, do Conselho de Usuários e do Banco do Brasil.
Na oportunidade, distribuímos também o 2º Boletim Prestando Contas Cassi que aborda o tema da Judicialização e das instâncias de recursos da Caixa de Assistência.
Fico feliz por ter conseguido levar nossa mensagem de fortalecer a Cultura de Pertencimento aos associados da Caixa de Assistência e tenho feito um grande esforço para ir a todas as bases e a todas as entidades associativas que nos convidam para apresentar os projetos que defendemos para o avanço da Cassi, enquanto plano de autogestão em saúde com um sistema de Atenção Integral à Saúde, que promova e cuide da saúde de todos e que seja mais sustentável ao longo do tempo.
Estabeleci objetivos "desafiadores" a mim mesmo para fazer um mandato muito próximo dos associados. Já estive nestes meses de gestão em conferências de saúde e em debates com entidades representativas dos associados em RO, PI, PA, MA, GO, DF, RJ, SP, RS, PR, PB, AL e MT. Estive em outros estados também, mas em agendas de trabalho da Cassi sem contato com as bases sociais.
Visita e debate na Anabb com GATs e Diretoria
Na terça-feira 18, tive a oportunidade de conversar com a Direção da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil e com seus representantes dos Grupos Assessores Temáticos, que se reúnem periodicamente para debaterem questões de saúde e qualidade de vida, previdência, relações trabalhistas, novos funcionários do BB, entre outros temas.
Foi mais uma tarde de debates no sentido de fortalecer a Caixa de Assistência e a Cultura de Pertencimento, além de falar sobre nossos projetos de ampliação do modelo de Atenção Integral à Saúde.
Agradecemos nas figuras de Sérgio Riede e Fernando Amaral o convite e a acolhida que tivemos por parte das lideranças da entidade e estamos à disposição para construir unidade em defesa da Cassi e do funcionalismo do BB.
Planejamento estratégico da Cassi 2015/2019
A semana de trabalho foi muito intensa como vocês podem ver. Na segunda 17 e terça 18, finalizamos o trabalho de revisita ao planejamento estratégico da nossa Caixa de Assistência. Por parte dos eleitos, como já disse aqui neste espaço, foram mais de dois meses de trabalho ouvindo nossos trabalhadores da Cassi que estão nas Unidades dos Estados, os gerentes executivos e os programas que o corpo social elegeu para as melhorias da nossa entidade de saúde.
Nem conto aqui a quantidade de horas de trabalho buscando o diálogo com o nosso patrocinador Banco do Brasil e seus representantes na gestão da Cassi. Tenham a certeza que eu busquei nestes cinco meses de trabalho construir uma gestão dialogada com essa representação do Banco, cada qual defendendo o interesse de seu lado, nós o do corpo social.
Estamos fechando o orçamento da entidade e temos projetos importantes para fortalecer a Cassi. O tempo todo, os eleitos dispendem horas e horas de trabalho para convencer o patrocinador que o caminho para encontrar a sustentabilidade da Caixa de Assistência não é cortando direitos dos associados, muito menos onerando a eles, principalmente sem o respectivo impacto também para o Banco, que é responsável pela saúde (ou falta de saúde) de seus funcionários e é responsável pela gestão compartilhada desde os anos 90.
Nosso lado de eleitos está com propostas de mudanças e melhorias profundas para a entidade ser sustentável e cuidar de seus associados, sem o corte de direitos.
Os vários defeitos que encontramos na gestão da Cassi e/ou a falta de avanços no modelo de saúde têm forte responsabilidade por parte do BANCO DO BRASIL porque, se por um lado, pode haver descontinuidades na metade eleita da gestão a cada dois anos, na outra metade, É O MESMO BANCO QUE INDICA HÁ PELO MENOS 18 ANOS, problemas que já poderiam ter sido resolvidos em outras gestões e não o fizeram.
Conclamo ao corpo social, que tem nos acompanhado e recebido com apoio, que fiquem atentos porque nós defendemos os direitos dos associados e não abrimos mão disso através de canetadas internas da burocracia.
Abraços,
William Mendes
Diretor Eleito de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi
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