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26.10.26

Lula é reeleito presidente do Brasil



Opinião 

O povo brasileiro venceu uma batalha épica e elegeu Lula para seu 4° mandato

26/10/26 - Segunda-feira 


O domingo 25 de outubro ficará registrado na história do Brasil como o dia no qual um líder político de esquerda e o povo brasileiro derrotaram um consórcio do mal disposto a tudo para subjugar o país aos Estados Unidos.

Fizemos história mais uma vez ao eleger Luiz Inácio Lula da Silva Presidente do Brasil para um quarto mandato. O ineditismo do fato abarca dimensões variadas da história política do país e do mundo. 

Lula venceu mais uma vez o poderio econômico do adversário ao derrotar Flávio Bolsonaro no segundo turno. Assim como ocorreu em 2022 contra o chefe do clã, é incalculável a quantidade de dinheiro envolvida na eleição de governadores, senadores e deputados dos partidos aliados ao bolsonarismo. Jair Bolsonaro quebrou o país naquela eleição. 

Além do dinheiro público desviado do orçamento brasileiro através de emendas sem destinação, orçamento secreto usado na compra de apoio, estrutura e votos que inundam estados e milhares de municípios, há indícios fortes de dinheiro de BETs, crime organizado e de grandes empresários no avanço da representação da extrema-direita nos parlamentos e executivos. 

A interferência do governo de extrema-direita dos Estados Unidos, de Donald Trump, nas eleições de todos os países das Américas é uma questão conhecida por todos. Uma das ferramentas ou armas de guerra contra os líderes de esquerda dos países sul-americanos como o Brasil, por exemplo, é o uso da manipulação da opinião pública e do comportamento das pessoas através das big techs e seus algoritmos. Tivemos que derrotar as plataformas digitais para eleger Lula. 

A nossa vitória épica e histórica ainda teve que enfrentar e derrotar a mídia corporativa venal e canalha, a parcialidade do tribunal responsável pelo processo eleitoral, e diversos governos estaduais e municipais que tentaram impedir o povo de votar em Lula nas eleições deste domingo 25, retirando frotas inteiras de transporte público. 

As três semanas do segundo turno foram marcadas pela tomada das ruas e das redes pelo povo brasileiro democrata e progressista de nosso país. A juventude tomou para si a campanha do presidente Lula e vimos um movimento inesquecível. Os jovens somaram com as demais gerações para salvar o país e o futuro.

O "Exército do Lula" nas redes sociais, com mais de 10 milhões de participantes, liderado por Janones, fez toda a diferença. E Lula, esse ser humano incrível, um fenômeno da natureza, canalizou o povo na luta contra o fascismo e a extrema-direita, e nos conduziu à virada espetacular do 1° para o 2° turno, vencendo por mais de 4 milhões de votos o bolsonarismo, depois de sair atrás perdendo por mais de 2 milhões de votos. 

Início da campanha em agosto 

Me sinto aliviado e feliz, com sentimento de dever cumprido como cidadão e ser humano. Participei ativamente da campanha eleitoral deste ano desde o início em agosto. Foram semanas de muito diálogo com o povo nas ruas e locais de trabalho e nas mais diversas formas de atividades políticas. Somei com o povo que reelegeu Lula, nossas bancadas parlamentares e demos mais chances aos direitos sociais, civis e políticos e ao meio ambiente. 

Sigamos lutando! Obrigado a todas as pessoas que nos deram um voto de confiança nessas eleições brasileiras. 

William Mendes

21.10.26

Diário e reflexões


#LULA13 - ABRINDO O CORAÇÃO

Faltam poucos dias para o 2º turno das eleições presidenciais brasileiras. Concorrem ao cargo o presidente Lula, que tenta a reeleição, e Flávio Bolsonaro, o candidato desqualificado de nossos inimigos.

Não descrevi Bolsonaro como candidato de nossos adversários porque não se trata de uma simples divergência de ideias políticas, algo normal em uma democracia.

Bolsonaro é nosso inimigo, ele é amigo da milícia, isso é público. O traidor da pátria prometeu entregar as terras raras aos EUA. Sua eleição significa o fim da soberania do Brasil. Se esse sujeito vencer a corrida eleitoral não haverá volta em alguns questões como, por exemplo, o meio-ambiente. 

O inimigo candidato prometeu privatizar 95% das empresas públicas do Brasil. Seria o fim do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, do BNB e do BASA. O fim da Petrobras e do BNDES. Falou em corte de mais de 200 bilhões, o que equivale a recursos da educação, saúde, previdência e direitos sociais.


Desde o início do processo eleitoral, estamos vendo diversas formas de interferência externa nas eleições. As big techs estão favorecendo um lado, prejudicando a candidatura de Lula. A Meta reconheceu isso e disse que foi sem querer.

Se for falar no tema corrupção, então... o cara é o "irmãozão" do Vorcaro (maior escândalo de roubo do país, o Banco Master) e de outros "meliantes" com longa ficha corrida. O sujeito tem dezenas de apartamentos e imóveis, algo incompatível com o salário de servidor público.

Enfim, se Flávio ganha, todos nós perdemos!

O povo tomou para si a campanha de reeleição do Presidente Lula, que significa a soberania do país, os direitos sociais e as oportunidades de futuro para o povo brasileiro. Lula é democracia, é direito à liberdade e divergência de ideias.

Estamos nas ruas e no diálogo com o povo desde o início da corrida eleitoral em agosto. Acredito na vitória no próximo domingo 25, vamos vencer todas essas interferências ilegais e imorais e vamos reeleger Lula 13 Presidente.

William Mendes

18.10.26

Diário e reflexões



VAMOS ELEGER LULA E SALVAR O BRASIL DA BARBÁRIE

18/10/26

A semana foi de muita luta, muita campanha de rua e muito diálogo com a população brasileira para conquistarmos votos pra Lula e tirarmos votos do candidato da perdição do Brasil. 


A militância tomou chuva, fez passeatas, ocupou praças e ruas e também as redes sociais. Uma onda de esperança animou todos nós na virada do resultado do primeiro turno. 


Eu estou tentando fazer a minha parte desde o primeiro dia das eleições em agosto, juro a vocês. Já fiz de tudo nesta corrida eleitoral. Ajudei nossas candidaturas como pude. 


Nesta semana fiz base com o pessoal do Sindicato dos Bancários, no diálogo com colegas do BB; fiz panfletagem corpo a corpo; bandeiraço, vídeos para redes sociais, participei de atos.


Acredito em nossa vitória e tenho esperança através da ação de que seguiremos com Lula tentando melhorar o Brasil para os brasileiros, jovens, trabalhadores, mulheres, pessoas idosas e com deficiências, maiorias excluídas.

#BoraLula

William Mendes

14.10.26

Fim da escala 6x1 é vitória de Lula e dos trabalhadores!



CONQUISTA HISTÓRIA DA CLASSE TRABALHADORA!

14/10/26

Quando eu comecei a trabalhar ainda criança, no início dos anos oitenta, a jornada de trabalho no Brasil era de até 48 horas semanais. 

A gente trabalhava de segunda a sábado, o patrão que definia como achasse melhor dividir as 48 horas e o empregado só obedecia.

O povo brasileiro lutou ao lado de seus sindicatos e dos partidos de esquerda para reduzir a jornada de trabalho durante a Constituinte. 

Depois de muitas lutas, pressão das ruas e articulações políticas, conseguimos a redução da jornada, de 48h para 44h, na nova Constituição Federal de 1988, a Constituição Cidadã. 


Agora, 38 anos depois, a classe trabalhadora brasileira conquistou neste dia 14 de outubro a redução da jornada de trabalho de 44h para 40h semanais, sem redução dos salários e com o direito à jornada com dois dias de descanso por semana, a jornada 5x2, pondo fim à injusta jornada 6x1.

É uma vitória maiúscula da classe trabalhadora brasileira e a conquista é de todos nós, dos movimentos sindicais, sociais e de partidos de esquerda, que efetivamente defendem direitos sociais dos trabalhadores, e do Presidente Lula, que encampou essa reivindicação e articulou com sabedoria a aprovação da PEC 221/2019.

Sigamos firmes lutando para reeleger o Presidente Lula no dia 25 de outubro. A escolha nunca foi tão fácil para nós que vendemos a nossa força de trabalho. De um lado, Lula, que sempre lutou em nossas trincheiras; do outro, um sujeito que representa tudo que não presta, aliado dos patrões e lambe-botas do Trump (EUA).

Por isso, votem Lula 13 para Presidente. 

William Mendes

12.10.26

Diário e reflexões



A MAIORIA DO POVO É DE GENTE BOA

12/10/26


Nesta segunda-feira de feriado, data comemorativa de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, e Dia das Crianças, somei com o Coletivo JuntOz, nosso mandato coletivo de vereadores do Partido dos Trabalhadores em Osasco, e com uma militância de jovens da região, para fazer campanha pela reeleição do Presidente Lula no centro de Osasco.

Ficamos no Largo de Osasco até meio-dia conversando com a população, com panfletagem e confeccionando cartazes.


Depois, fizemos uma caminhada pelo Calçadão, dialogando com os comerciantes e com as pessoas esclarecendo o que está em jogo nestas eleições presidenciais, falamos das propostas do Presidente Lula e dos riscos graves colocados na candidatura de Flávio Bolsonaro.


A nossa militância percorreu todo o Calçadão e depois seguimos pela Av. Marechal Rondon até chegar à sede do Partido dos Trabalhadores, na Rua Gal. Bittencourt. O dia de campanha terminou por volta de 13h30.


ATO DA PAULISTA

No domingo, meu filho e eu estivemos no Ato da Avenida Paulista, com o Presidente Lula. Foi uma das maiores manifestações da história, um mar vermelho de jovens e dos mais diversos segmentos sociais unidos em defesa da democracia e da soberania do país, lutando pela reeleição de Lula e contra tudo que significa de ruim a candidatura do Bolsonaro.

É isso! Sigamos nas ruas e no diálogo com a população brasileira até a vitória no domingo, 25 de outubro.

William Mendes

9.10.26

Diário e reflexões

Plenária do PT Paulista


A LUTA CONTINUA! O POVO HONESTO E TRABALHADOR VAI REELEGER O PRESIDENTE LULA!

09/10/26

Estamos na primeira semana do segundo turno das eleições brasileiras mais importantes de nossas vidas. 

O presidente Lula, representante da civilização, da soberania nacional e dos direitos do povo, e o candidato da extrema-direita Flávio Bolsonaro, a representação do mal e de tudo que não presta, se enfrentam para definirmos o futuro do povo e do Brasil. 

Genoino segue inspirando as lutas

Lula saiu atrás em números de votos no 1° turno. Eu não me surpreendi. As noções que tenho a respeito das ferramentas e artimanhas do inimigo me alertavam para essa possibilidade (big techs/EUA, IAs, orçamento secreto, mídia golpista). Porém, também por uma leitura de mundo e experiência na política, avalio que vamos vencer, Lula será reeleito por nós, pelo movimento democrático que já estamos criando. 

Em São Paulo, a extrema-direita saiu vencedora, como era esperado. A casa-grande paulista elegeu o governador e os senadores. E muitos fascistas para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Federal. Nós elegemos um time combatido, vamos dar trabalho para essa gente desumana, desonesta e fascista. 

Luna Zarattini é esperança 
e renovação na política

A companheira Luna Zarattini, para quem fiz campanha, foi eleita a deputada federal mais votada do Partido dos Trabalhadores em SP (233.733). Também é a mais jovem deputada do PT Paulista. O companheiro Marcolino também foi reeleito para o segundo mandato de deputado estadual pelo PT. Luiz fez um excelente trabalho na Assembleia. 

Marcolino é nossa voz na Assembleia de SP 

Nesta semana fiz um esforço de estar envolvido com a reeleição do presidente Lula desde a segunda-feira. Conversei com o povo nas ruas, fui à plenária do Partido, e conversei com colegas bancários do BB por dois dias e também com aposentados. 

Nós vamos eleger Lula presidente no dia 25/10/26. O povo brasileiro é um povo bom, trabalhador e que só quer ser feliz. Não acredito que tenhamos uma maioria de gente ruim, má, canalha e bandida, como são os bolsonaristas convictos. Essa gente abjeta vai perder. O amor e a solidariedade vão prevalecer com Lula presidente. 

Bora lá, eleger Lula! Até a vitória! Venham conosco na luta contra a barbárie. Este é o momento da história de todas as pessoas de bem saírem do silêncio e se manifestarem a favor de Lula e contra o candidato da milícia e de Trump.

William Mendes

5.10.26

Cuidadores profissionais como Direito Social



ELEIÇÕES 2026 - VOTAR EM LULA É FUNDAMENTAL

Avançar nos direitos das pessoas que precisam de cuidados especiais


O governo Lula conseguiu recuperar o Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecer o Ministério da Saúde após a destruição causada pelos governos Temer e Bolsonaro, antes de 2023. O programa Farmácia Popular praticamente tinha acabado e o sistema de salvamento idem, o SAMU. Além de incluir mais remédios e direitos no Farmácia Popular, avançamos com o Agora Tem Especialistas.

O Sistema de Saúde brasileiro é misto, ele congrega instituições públicas e privadas, e ele é gerido e organizado pelos três níveis de governos, a União, os estados e os municípios. Onde as cidades organizam corretamente o atendimento à população, a saúde e o acolhimento são melhores; já as cidades que gerem mal o sistema de saúde, as pessoas sofrem com a falta de atendimento.

(Post Scriptum: o Decreto 12.562, de 23/07/25, regula a lei do Plano Nacional de Cuidados. Porém, o conjunto de ações a serem implementadas e atores públicos dificulta sobremaneira a que o direito chegue na ponta, nas pessoas que necessitam dos cuidadores profissionais, por isso proponho algo focado)

SISTEMA PÚBLICO DE CUIDADORES PROFISSIONAIS COMO DIREITO SOCIAL

Uma carência que percebo na conversa com as pessoas, com os trabalhadores e com as populações mais idosas é a dificuldade em praticamente cada família do Brasil de conseguir uma cuidadora ou cuidador profissional para apoiar e cuidar de pessoas enfermas, pessoas com deficiência, idosos com doenças degenerativas, acidentados ou sequelados que passam meses em recuperação em lares sem a menor condição para tal necessidade.

A demanda por cuidadores e "home care" é de uma grandeza que pode ser avaliada, sei que as estatísticas da população brasileira, de mais de 200 milhões de pessoas, são grandes nessa demanda de cuidados e com tendência de aumentar consideravelmente a cada ano, pois estamos vivendo mais e essa conquista de termos enormes contingentes de pessoas com 70, 80, 90 anos e pessoas centenárias necessita de adaptações sociais vinculadas a esses segmentos geracionais com avanços nos direitos.

Fui gestor eleito de saúde em uma autogestão que contém 189 mil pessoas assistidas com mais de 59 anos, e a população com mais de 71 anos chega a 92 mil pessoas. Um sistema social com essa característica precisa ter uma estratégia bem definida de cuidados com a saúde.

Como o presidente Lula tem abordado muito a questão da qualidade de vida nos segmentos de pessoas idosas e nosso Partido dos Trabalhadores sempre lutou em defesa dos direitos sociais da cidadania em seus diversos grupos de composição, proponho avançarmos em um SISTEMA PÚBLICO DE CUIDADORES PROFISSIONAIS COMO DIREITO SOCIAL.

A realidade das famílias brasileiras hoje é de muita dificuldade. Aquelas que conseguem pagar cuidadores profissionais, algo que chega a milhares de reais, só é possível porque as pessoas da família se cotizam para conseguirem ter alguém cuidando do idoso com necessidades especiais ou pessoas com graus de deficiência que necessitam de acompanhamento integral.

Evidente que a porcentagem de pessoas e famílias que podem pagar 5 mil, 10 mil ou até 15 mil reais para um cuidador ou cuidadora profissional é pequena. Ao conversar com trabalhadores da categoria bancária, é comum ouvir relatos como esse, de irmãos, tios e cunhados que dividem a mensalidade de um cuidador para seu ente querido ser assistido enquanto trabalham.

A imensa maioria do povo brasileiro não tem como pagar um sistema privado e caro de cuidadores para seus entes queridos.

O acesso a cuidadores profissionais DEVE SER UM DIREITO DA CIDADANIA, com orçamento e gestão de um SISTEMA PÚBLICO, ou seja, UM DIREITO SOCIAL.

Em linhas gerais é essa a proposta de avanços nos direitos de saúde que defendo para atender a uma demanda de grande parte dos lares da sociedade brasileira.

William Mendes

Ex-dirigente dos bancários

Ex-diretor eleito de Saúde da CASSI/BB

4.10.26

Eleições 2026 - O que fazer? A minha parte


Todo dia é dia de luta, não importa a idade


2° TURNO ENTRE LULA E BOLSONARO

O que fazer? A minha parte.


04/10/26

Domingo, após os resultados do 1° turno das eleições brasileiras 


Aprendi política no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e na Central Única dos Trabalhadores. Ao me tornar bancário em 1988, no Unibanco, fui sindicalizado pelo pessoal da Regional Osasco, onde trabalhava o Marcos Martins, saudosa referência de trabalho de base. Fiquei dois anos trabalhando no Centro Administrativo do Unibanco, o CAU, na Raposo Tavares. Fui demitido um tempo depois de participar de uma greve da categoria.

Ao entrar na faculdade de Ciência Contábeis em Osasco, tive a oportunidade de me tornar estagiário do Banco do Brasil na agência Ceagesp em 1992. Por causa disso, soube do concurso público, passei e me tornei funcionário do maior banco público do país, o Banco do Brasil. No BB, passei o período mais importante de minha vida adulta, ficando quase 27 anos na estatal de economia mista. 

Como bancário sindicalizado, fui eleito dirigente do Sindicato e da Confederação e representei quase meio milhão de trabalhadores por muitos anos. O trabalho de base sempre foi a melhor coisa que fiz como político. Conversar com as pessoas é o que nos faz humanos. Aprendi a importância da política para a nossa classe ao representar pessoas por quase duas décadas.

Eu tenho consciência que pertenço à classe trabalhadora. Aprendi isso com a vida de bancário, com os colegas, e com as companheiras e companheiros do Sindicato e do movimento sindical, sobretudo com os princípios, concepções e práticas da CUT.

Após o resultado das eleições brasileiras em 1º turno, só sei de uma coisa neste momento: cada um de nós, com consciência de classe, tem a obrigação de se envolver na campanha para a eleição do presidente Lula, que neste momento histórico significa a civilização contra a barbárie, é a luta entre o amor e a solidariedade contra o ódio e o mal. Não há dúvidas nisso.

No meu caso, que tenho pertencimento ao lugar de onde vim, da pobreza, do mundo do trabalho, de uma vida dedicada ao Banco do Brasil como empresa pública, sei exatamente o que pode acontecer caso Flávio Bolsonaro vença as eleições dia 25 de outubro. É o fim do BB pela privatização, da Previ, da Cassi, dos direitos sociais e a instalação das milícias no poder executivo do país.

Vou me esforçar para conversar com as pessoas nestas três semanas, sobretudo com meus colegas bancários, pois tenho experiência nisso e poderia contribuir para esclarecer os riscos colocados se não reelegermos o presidente Lula. 

Cada um de vocês que lerem essa declaração minha podem contribuir de alguma forma. Então, é buscar energia extra, acreditar que a nossa luta é certa e existencial e convencer as pessoas a virem conosco.

BORA LÁ eleger o presidente Lula no dia 25 de outubro!

William Mendes


Post Scriptum: na foto, estou com os companheiros Monção e Djalma Bom, lutadores de toda uma vida em defesa da classe trabalhadora.

30.9.26

Diário e reflexões



A ELEIÇÃO DE NOSSAS VIDAS

O dia das eleições mais importantes de nossas vidas se aproxima. No domingo, o povo brasileiro vai às urnas para escolher o Presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. 

Nós do campo progressista, democrático, que defendemos a soberania do Brasil e os direitos do povo, o meio ambiente e uma vida melhor para o conjunto da população estamos enfrentando um cenário muito desafiador, pois o outro lado é a maior potência militar do planeta, os EUA, interferindo nas eleições para colocar no poder uma família bandida, miliciana, lesa-pátria. 

Temos adversários em todas as instituições do país, a imprensa golpista está manipulando o povo em favor do candidato da milícia. Os inimigos têm gente nos outros dois poderes do Estado. Eles têm as big techs atuando contra nós. Eles usam a fé das pessoas para fins políticos. São muitos os nossos desafios. 

Mesmo assim, vamos vencer!

Domingo, 4 de outubro, vamos reeleger o presidente Lula. E vamos eleger um bom time de senadores e deputados para defender os direitos do povo e o Brasil. 

Em SP, voto e peço voto a Luna Zarattini 1302, Marcolino 13310, Marina Silva 180 e Simone Tebet 400, e Fernando Haddad 13.

Estamos do lado certo dessa luta histórica. 

William Mendes 

30/09/26

24.9.26

Diário e reflexões



VOTO GANHO OLHO NO OLHO

Estamos nas ruas conversando com o povo, a classe trabalhadora, com qualquer pessoa que nos dê atenção, para elegermos representantes que defendam nossos direitos e o Brasil. 

Amigas e amigos, falar com as pessoas olho no olho é uma experiência enriquecedora! Convido vocês a experimentarem pedir votos às pessoas. 

Cada pessoa que fala com a gente é uma história única de vida! Isso humaniza a gente, faz a gente refletir sobre nós mesmos. Conversem com as pessoas e defendam nosso país. 


Nós estamos do lado certo ao pedir voto para o presidente Lula, governadores e senadores do time do Lula. Estamos do lado certo ao eleger deputadas e deputados progressistas! É A NOSSA VIDA QUE ESTÁ EM JOGO!

Big Techs contra nós: a Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp) e as outras empresas estão invisibilizando todos nós da militância e candidaturas. É uma vergonha essa interferência externa! Essas empresas só não nos impedem de falar com as pessoas olho no olho!

Chego cansado em casa, mas sei que fiz minha parte na luta pelos trabalhadores e pela soberania do Brasil. Esta eleição é de luta existencial. Se perdermos, o Brasil será entregue a Trump e nossa vida brasileira já era!

Em SP peço votos a:

Luna 1302

Marcolino 13310

Marina 180

Simone 400

Haddad 13

Lula 13

William Mendes

Cidadão paulista e brasileiro

Amo meu país!

19.9.26

Diário e reflexões



As relações humanas são a essência da política

19/09/26

Nesta sexta-feira, saí cedo de casa para pegar material de campanha e depois me encontrar com companheiros bancários para conversarmos com a população no centro de São Paulo. 

O comitê da companheira Luna Zarattini fica na Rua Abolição, na Bela Vista. O material da dobradinha Luna 1302 e Marcolino 13310 ficou excelente! Traz propostas claras que defendemos em benefício do povo.

O dia de campanha foi muito bom. São várias histórias de vida que a gente vai ouvindo durante a panfletagem. O povo brasileiro é de gente humilde e sofrida, o time do Lula luta pelos direitos desse povo trabalhador. A direita representa os inimigos do povo, os bilionários e exploradores.


Sigamos nas ruas e no diálogo com as pessoas até dia 4 de outubro. 

Em SP, Lula 13, Haddad 13, Marina 180, Simone 400, Luna 1302 e Marcolino 13310 representam direitos sociais e emprego, saúde, educação, segurança, moradia, cultura e preservação ambiental.

William Mendes 

Ex-dirigente dos bancários 


13.9.26

Diário e reflexões



DOMINGO 13 NAS RUAS, COM LULA E HADDAD, E LUNA ZARATTINI 1302

Convocação é convocação, chova ou faça sol!

O presidente Lula chamou a militância para as ruas neste domingo 13 e os diretórios do Partido dos Trabalhadores organizaram atividades por todo o país.

Na minha região, o Diretório Zonal do Butantã definiu panfletagem e caminhada na Avenida do Rio Pequeno, com encontro marcado às 10h na Praça Brasil-Japão.

Estamos com dias de muita chuva em São Paulo. O domingo não foi diferente, amanheceu com uma chuva fina e persistente. 

Me levantei cedo, peguei meu boné novo do PT, que ganhei do presidente do diretório, o companheiro Leandro Lira, peguei uma fita com adesivos de nossa candidata a federal Luna Zarattini e fui para o ponto de encontro, que fica a uma hora de minha casa com trechos a pé e transporte público.


Ao chegar ao local, encontrei uma parte da companheirada, da equipe da Luna, e a informação de que a caminhada havia sido cancelada, pois a chuva havia aumentado por volta de 10h20. Ao caminhar pela Avenida do Rio Pequeno desde a Corifeu, de uma ponta a outra, percebi mesmo que a região estava bem deserta por causa do tempo chuvoso. 

Como esqueci meu celular na mesa de casa ao sair e só percebi quando estava longe, acabei não vendo algumas sugestões que a militância recebeu para irmos para a atividade da Avenida Paulista, com o nosso candidato Fernando Haddad, no Masp. Só vi as notícias quando cheguei em casa por volta de meio-dia, e meio ensopado (risos).

Enfim, viva a militância e vamos que vamos eleger o time do presidente Lula no dia 4 de outubro. Em São Paulo, voto e peço apoio às nossas candidatas e candidatos:

Luna Zarattini 1302 - deputada federal

Marcolino 13310 - deputado estadual

Marina Silva 180 - senadora

Simone Tebet 400 - senadora

Haddad 13 - governador

Lula 13 - presidente

Amigas e amigos leitores do blog, não deixem de combinar caronas solidárias no domingo 4 de outubro, principalmente para maiores de 70 anos e pessoas com dificuldade de mobilidade. 

Cada voto faz a diferença para nossa vitória. Combinem o almoço da família com pais e avós, vizinhos e amigos.

William Mendes

Ex-dirigente dos bancários

13/09/26

8.9.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ EM JOGO?

Faltam 27 dias para as eleições brasileiras. Dia 4 de outubro o povo vai eleger o Presidente da República do Brasil, governadores e os representantes legisladores das leis que somos obrigados a seguir. 

O processo eleitoral não está ocorrendo de forma democrática. Forças poderosas com interesses contrários ao país estão interferindo no processo para impedir a eleição de Lula e de candidaturas que apoiam as pautas dos trabalhadores. 

Em um processo eleitoral normal estaríamos debatendo propostas para o país e as leis que definem a nossa vida de classe trabalhadora. Estaríamos comparando o governo do presidente Lula com o governo anterior, de Jair Bolsonaro. 

Mas não! A agenda diária vem pronta, a pauta é definida pelos nossos adversários de classe, pelos agentes do bolsonarismo, infiltrados nas instituições do Estado brasileiro. E a pauta vem das redes sociais das big techs. E com interferência do governo de Donald Trump. Até no Supremo há interferência bolsonarista. 

As leitoras e leitores do blog e de meus textos políticos me conhecem pela vida dedicada à representação dos bancários e do povo trabalhador. 

Compartilho com vocês as candidaturas que defendo e apoio e peço a avaliação de vocês e o engajamento, se concordarem, para elegermos representantes que defendam nossos direitos e nossa soberania popular. 

Luna Zarattini 1302

Marcolino 13310

Marina Silva 180

Simone Tebet 400

Fernando Haddad 13

Lula 13

Vamos juntos até a vitória em 4 de outubro. Combinem com antecedência caronas solidárias para levar idosos e pessoas com dificuldades de acesso aos locais de votação. Cada voto será fundamental para nós!

William Mendes 

31.8.26

Diário e reflexões



LUNA ZARATTINI 1302 PARA DEPUTADA FEDERAL POR SP

Estamos vivendo momentos políticos decisivos para a classe trabalhadora brasileira e para o nosso país. 

Eleger candidaturas que defendem os direitos do povo e a soberania do Brasil é fundamental para o presente e o futuro de nossa gente. Precisamos de mais mulheres no Congresso Nacional. 

O Partido dos Trabalhadores é estratégico para o povo brasileiro. Desde sua fundação, em 1980, o PT contribuiu decisivamente para consolidar a democracia e melhorar a vida das pessoas. A quase totalidade das políticas públicas e de direitos e cidadania existentes no país hoje tiveram o PT em seus processos de lutas e conquistas. 

Eu me dirijo às companheiras e companheiros de longas jornadas de lutas e de convivência presencial e pelo blog onde escrevo com frequência sobre o mundo do trabalho, principalmente na comunidade bancária e do Banco do Brasil, para pedir o voto e o apoio na campanha de nossa jovem liderança Luna Zarattini, do PT-SP. 

Luna foi eleita vereadora em São Paulo em 2024 com mais de 100 mil votos e tem trabalhado incansavelmente e com firmeza pelo povo paulistano. O presidente Lula conversou pessoalmente com Luna e pediu que ela se colocasse à disposição para ajudar a renovar o Congresso Nacional com novas lideranças jovens, progressistas e de esquerda. Hoje o Congresso é em sua maioria inimigo do povo. 

Peço aos amigos e amigas que considerem e avaliem se somarem à campanha do time do presidente Lula, e vamos buscar uma votação que eleja Luna Zarattini 1302 deputada federal, Marcolino 13310 deputado estadual, Marina 180 e Simone 400 senadoras, Lula 13 presidente e Haddad 13 governador. 

Abraços fraternos e até a vitória de nossas representações políticas e do mundo do trabalho. 

William Mendes 

Ex-dirigente dos bancários 

25.8.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES E CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS

Durante muitos anos, participei da organização e das lutas da categoria bancária, que neste momento está em campanha de renovação de direitos, pois a data-base dos bancários é setembro. Estive na paralisação nacional do dia 20 com as lideranças sindicais no complexo do BB na Verbo Divino. 

Este blog completa 20 anos em 2026. São duas décadas de comunicação direta com a classe trabalhadora e com as pessoas que conhecem a nossa história de representação cutista dos bancários, principalmente a comunidade do Banco do Brasil. 

Sempre atuei fortemente nas bases no diálogo com os trabalhadores e no movimento sindical atuei na formação política e comunicação. Este blog permanece sendo um veículo de informação e história das lutas de classes.

ELEIÇÕES 

Nestas eleições, estou apoiando Luna Zarattini para deputada federal. Ela é nossa vereadora em São Paulo e acompanho o trabalho inspirador dela já faz um tempo. Vi nela o trabalho de base que aprendi como dirigente dos bancários. 

Conversando dias atrás com uma liderança histórica que me trouxe para o sindicato, falávamos na importância de apoiar a renovação política progressista elegendo jovens mulheres e pessoas negras e LGBTs. 


O presidente Lula conversou pessoalmente com lideranças jovens nos Estados para se colocarem à disposição de candidaturas ao Congresso Nacional. Luna Zarattini foi convidada por Lula para ajudar a renovar o Congresso. 

Amigas e amigos leitores do blog, amig@s de longas jornadas de lutas, peço a vocês o voto e o apoio à eleição da companheira Luna Zarattini a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores, Luna é esperança, inspiração e trabalho incansável pelos direitos do povo e da classe trabalhadora. 

Vamos juntos com Luna 1302, Marcolino 13310, Marina 180, Simone 400, Haddad 13 e Lula 13.

William Mendes 

17.8.26

Diário e reflexões



ELEIÇÕES 2026

O calendário eleitoral teve início ontem, 16 de agosto, e no dia 4 de outubro o povo brasileiro irá eleger presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. 

Domingo, 4 de outubro, é o dia no qual o voto de um(a) trabalhador(a) tem o mesmo peso do voto do patrão dele(a), cada voto é somado para totalizar quem serão nossos representantes nos executivos e nos legislativos do Brasil. 

É óbvio que as chances não são iguais entre o nosso lado da classe trabalhadora na disputa eleitoral e o lado dos donos do poder econômico! Não à toa, os endinherados têm maioria no poder.


Então, peço a vocês que leem este blog de um membro da classe trabalhadora que reflitam e votem em nossos iguais, em pessoas de luta e que irão defender os nossos direitos e interesses. 

Em São Paulo, indico e voto em:

Presidente: Lula 13

Governador: Haddad 13

Senadora: Marina 180

Senadora: Tebet 400

Deputada Federal: Luna Zaratini 1302

Deputado Estadual: Marcolino 13310


Vamos mudar o Congresso Nacional elegendo pessoas comprometidas com as pautas da classe trabalhadora e com os projetos do presidente Lula. 

Compartilhem nossas candidaturas com a família e amigos de vocês. Defendemos ampliar direitos nas áreas da educação, saúde, renda do trabalho, direitos sociais, segurança, moradia e cultura para o povo e soberania nacional.

Boa campanha a todos nós. 

William Mendes

17/08/26

31.7.26

Diário e reflexões


Com Maria Leite, Norberto Escalona,
Miriam Shibata e Nelson

Julho

ELEIÇÕES E LUTAS DOS TRABALHADORES

Neste mês, participei de menos eventos políticos e sociais do que no mês anterior. 

No primeiro sábado do mês 4/07, estive em um evento muito especial sobre o Comandante em Chefe Fidel Castro e a Revolução Cubana. O jornalista Norberto Escalona Rodríguez esteve no país para o lançamento de seu livro Fidel Castro Comandante Invicto. Neste ano se comemora o centenário do nascimento de Fidel. Revi amigos e tivemos uma ótima tarde.

Com Norberto Escalona

No sábado 18/07, participei da reunião do Diretório Zonal do Partido dos Trabalhadores do Butantã, na Avenida do Rio Pequeno. O encontro foi excelente, com boa participação da militância e debatemos as eleições deste ano, com destaque para as candidaturas majoritárias no Estado de São Paulo.

Nas eleições proporcionais, eu pretendo apoiar a companheira Luna Zarattini, atual vereadora pelo PT na Câmara Municipal de São Paulo. A companheira é inspiração e esperança! Luna é incansável na defesa dos direitos do povo paulistano! 

O presidente Lula conversou com diversos jovens do país para disponibilizarem seus nomes para uma renovação na Câmara Federal e Luna se colocou à disposição.


Também acompanho de perto o trabalho combativo do mandato de deputado estadual do companheiro Luiz Claudio Marcolino, que se coloca a disposição para renovar seu mandato. Votei no Luiz em 2022 e ele nos honra muito com sua atuação parlamentar.

Vamos dialogar com as pessoas, apresentar propostas e apostar na verdade, para combater a máquina de mentiras e trapaças que estará presente nestas eleições 2026.

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CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS

A categoria bancária está em processo de negociações com os banqueiros e governos.

Antes do fim da ultratividade, os acordos e convenções coletivas não perdiam a validade automaticamente no dia seguinte ao fim de seu prazo estabelecido. A data-base dos bancários é setembro e nossos acordos vigoram até 31 de agosto. Era comum as campanhas da categoria se estenderem além desse prazo, de comum acordo entre patrões e trabalhadores.

Com o Golpe de Estado, "Com o Supremo, com tudo", em 2016, os ataques aos trabalhadores foram de uma violência incalculável. A Reforma Trabalhista (2017) do sujeito que assumiu a presidência após o golpe, e com o julgamento de inconstitucionalidade da Súmula 277 do TST (sobre a ultratividade), a classe trabalhadora brasileira passou a sofrer um tipo de pressão desproporcional contra si: se os acordos e convenções não forem renovados antes do prazo final, pode-se perder direitos coletivos históricos.

Com essa mudança oriunda do Golpe contra o povo brasileiro em 2016, nossos sindicatos de bancários estão com os calendários adaptados à nova situação. Os fóruns que debatem em todo o país as reivindicações e delegações que compõem a Conferência Nacional e os congressos de bancos, que definem as minutas a serem negociadas com a Fenaban e com os bancos em mesas adicionais ocorre mais cedo. 

Neste momento, final de julho, já estão ocorrendo as mesas tanto geral quanto as específicas.

Pelo que pude ver em algumas notícias de nossas entidades sindicais, os banqueiros estão fazendo diversas ameaças aos direitos históricos de nossa categoria. Vi que estão inclusive questionando a unidade da categoria, conquistada em 2006, ou seja, há 20 anos. Naquele momento, conseguimos unir na mesma convenção coletiva bancos públicos federais e bancos privados. Uma grande conquista da categoria.

Enfim, vamos torcer para que nossas bancárias e bancários consigam um bom acordo coletivo e com conquistas importantes, e sem perdas de direitos, é claro.

William

31/07/26

29.6.26

Diário e reflexões



Movimentos sociais se organizam

Neste mês de junho, estive em alguns fóruns políticos organizativos das classes trabalhadoras e populares.

No início do mês, sábado 6 de junho, participei do encontro estadual dos bancários e bancárias do Banco do Brasil, na sede do Sindicato, no Edifício Martinelli. A categoria se organiza para a campanha de renovação de direitos da Convenção Coletiva. 


No sábado seguinte 13, estive na inauguração da nossa sede do Diretório do Partido dos Trabalhadores do Butantã, na Avenida Rio Pequeno. A militância conta agora com um bom espaço de lutas e organização dos movimentos na região. Nasci e cresci ali pertinho.


Mais um sábado envolvido com a militância. No dia 20, estive na Regional Osasco de nosso Sindicato, com o Coletivo JuntOz, nossos vereadores do Partido dos Trabalhadores, numa plenária formativa no tema economia. A participação da juventude foi muito boa. 


Hoje, segunda 29, estive numa reunião na sede do Partido dos Trabalhadores de Osasco, debatendo propostas para o plano de governo do pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad.


É isso! Todo apoio às lutas populares da classe trabalhadora e à juventude chegando no movimento sindical e partidário da esquerda. 

William Mendes 

29/06/26

11.6.26

Diário e reflexões



Autocensura

Estava escrevendo um artigo de opinião sobre questões relativas à política nacional e ao movimento social brasileiro, contrapondo a técnica à política. 

Depois de metade do artigo desenvolvido, refleti, refleti, analisei a conjuntura ao meu redor, e desisti do artigo. Foi a segunda vez que tomei essa decisão nas últimas semanas. 

Decidir silenciar ao invés de expressar o que pensa e percebe a respeito de determinadas questões é uma das consequências dos tempos que correm. É a morte da política, pois ela só funciona com o debate de ideias, com argumentos e refutações, com tempo e paciência para definir o que unifica o grupo.

Enfim, sigamos a vida. A cada amanhecer, se a natureza permitir, temos uma oportunidade de conhecer algo novo e nos lapidarmos como pessoas. O professor Paulo Freire ensina que não somos seres acabados.

William 

11/06/26

(12h50)

22.5.26

CASSI: Voto "sim" no Relatório Anual 2025



CONSULTA AO CORPO SOCIAL

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a CASSI, colocou à disposição dos associados o Relatório Anual 2025. A consulta está disponível até dia 25/05/26, às 18h.

Apreciar e votar o Relatório Anual da CASSI é um direito estatutário dos associados. É importante que todos analisem as informações e fortaleçam a participação social em nossa Caixa de Assistência. 

O Relatório contém as principais ações de gestão e as demonstrações contábeis da autogestão. Por ser a CASSI uma associação de pessoas a votação é um processo político, um direito conquistado pelos associados.

Antes de ser apresentado aos participantes, o Relatório já foi analisado e aprovado por instâncias técnicas e políticas. A gestão da CASSI é paritária, sua direção e conselhos são indicados pelos associados em eleições e pelo patrocinador Banco do Brasil. 

Ou seja, o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal já analisaram e aprovaram o Relatório. Além desses colegiados, o documento foi analisado por uma auditoria independente, externa à operadora de saúde. 

Nossa manifestação enquanto participantes é fundamental, pois tomamos conhecimento das informações relevantes de nossa CASSI e fortalecemos um dos nossos patrimônios enquanto comunidade de funcionários da ativa e aposentados do BB. 

Eu voto "sim" na consulta ao Corpo Social sobre o Relatório Anual CASSI. Ao ler as 57 páginas relativas à gestão, vi os avanços alcançados em diversas áreas de nossa Caixa de Assistência. 

O documento representa bem as ações de gestão e os números da operadora. Não li a parte contábil do Relatório. Acompanho os colegiados que me representam e já analisaram as informações. 

William Mendes

Ex-diretor eleito da CASSI

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13.5.26

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2012


 

RETROSPECTIVA 2012

Em janeiro eu estava em férias no movimento sindical. Publiquei um artigo sobre a proibição de uso de sacolas plásticas no Estado de SP, uma hipocrisia porque os supermercados pararam de fornecer as sacolas, mas vendiam sacolas plásticas. A decisão só prejudicava os consumidores e não alterava em nada a questão ambiental.

A nossa confederação, a Contraf-CUT, completou 6 anos de existência, e fizemos uma matéria resgatando o histórico de organização da categoria bancária desde o Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), em 1985, passando pela Confederação dos Bancários da CUT (CNB-CUT), criada em 1992, até evoluirmos para a confederação do ramo financeiro.

Fevereiro foi um mês de lutas pessoais deste dirigente sindical paulista: meu pai sofreu um infarto perto de completar 70 anos de idade. Estive com ele vários dias na UTI da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Minha mãe também passou mal e foi internada. Para piorar a situação psicológica, nosso governo do PT privatizou os aeroportos situados em Guarulhos, Campinas e Brasília. Minha decepção foi enorme. Estando ao lado de meu pai internado, fiz um poema para expressar minha decepção com o fato: “O PT privatizou”.

Publiquei alguns artigos no mês, fazendo o debate político no movimento e na categoria: um deles, sobre a questão da “Ficha Limpa”, tema que fui contrário desde 2010 quando a própria esquerda caiu no engodo que serviria só para excluir e prejudicar candidaturas do campo popular. No outro artigo - “1984” é agora! – aproveitei o tema do autoritarismo em uma sociedade distópica e da manipulação de massas que George Orwell tratou em seu romance clássico para comparar o momento que vivíamos no Brasil em relação ao PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Também escrevi bastante em fevereiro, pois fizemos planejamento no Sindicato, preparamos o Congresso da Contraf-CUT e tratei de novos cursos de formação.

Março foi um mês de muita movimentação sindical no Banco do Brasil por parte dos sindicatos. Retomamos mesas de negociação lutando por jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salários. Outro tema importante na pauta foi nosso enfrentamento à direção do BB querendo impor metas individuais para recebimento de PLR como ocorria no Itaú e Santander. Fizemos diversas reuniões com os trabalhadores para colher informações sobre o Sinergia e avisamos a direção que o banco teria problema para assinarmos acordo de PLR se ele insistisse na questão.

Em abril tivemos processos democráticos importantes para nossa categoria bancária: a Contraf-CUT realizou seu 3º congresso, Carlão foi reeleito presidente e eu segui na secretaria de formação. A comunidade do Banco do Brasil elegeu a Chapa 1 – Cuidando da Cassi, liderada pela companheira Mirian Fochi para compor a direção da autogestão em saúde até 2016. Finalizado o processo eleitoral na Cassi, começou a eleição na Previ, nosso fundo de pensão.

Ainda em abril, fiz uma série de artigos de formação no blog relacionados com o trabalho de base nas agências e departamentos do Banco do Brasil. A Contraf-CUT em parceria com o Dieese iniciou a 6ª turma de formação, desta vez para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

O governo do PT usou voto de minerva na direção da Previ para levar adiante disputas políticas internas, fato lamentável. Os indicados pelo banco no CD pediram abertura de inquérito administrativo contra o presidente da Previ, também indicado pelo governo.

Os destaques no mês de maio foram as eleições na Previ, que vencemos com a Chapa 6 Unidade na Previ, liderada pelo companheiro Marcel Barros, eleito Diretor de Seguridade. A eleição foi apertada, vencemos por 655 votos de diferença em relação à 2ª colocada: 24.935 x 24.280.

Os cursos de formação também foram destaques, estava em andamento o curso organizado para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e realizamos o curso de formação sobre saúde dos trabalhadores, curso da grade de formação da Contraf-CUT.

Estávamos preparando o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que seria realizado no mês seguinte e conjuguei muito trabalho de base com reuniões em agências e departamentos do BB com os trabalhos internos de coordenador da comissão de empresa (COE ou CEBB), função que assumi a partir de maio.

O mês de junho foi o período do calendário sindical de realização do 23º CNFBB, realizado em Guarulhos, com mais de 300 delegadas e delegados. Após pressão do movimento sindical, a direção da Cassi aderiu à Resolução 254 da ANS. A parte indicada pelo patrocinador Banco do Brasil postergou a decisão desde o ano anterior.

Na área da formação, finalizamos o 6º curso da grade formativa da Contraf-CUT, PCDA (Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores) aplicado para diretores e assessores do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Julho foi um mês com agendas em regiões diversas em relação ao cronograma da categoria bancária e da classe trabalhadora. Participei do 11º Congresso Nacional da CUT (CONCUT) e o companheiro bancário Vagner Freitas foi eleito presidente de nossa central.

Realizamos em Curitiba a 14ª Conferência Nacional dos Bancários e depois viajei para o Uruguai, onde a delegação brasileira participou da 8ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais. O encontro se deu na Associação dos Empregados Bancários do Uruguai (AEBU). O BB à época tinha atuação na Argentina e no Paraguai e havia comprado o Banco Patagônia.

Agosto foi o mês das mesas de negociação coletiva com a Fenaban e com os bancos públicos. O Comando Nacional dos Bancários realizou diversas mesas com os banqueiros e com o governo federal apresentando as reivindicações da categoria e dos bancos públicos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Cortado na foto - Olhando para o passado, tanto tempo depois, posso registrar nesta retrospectiva uma questão que me incomodou muito à época e que nunca soube o motivo. Na Folha Bancária (FB) e site do Sindicato, as duas fotos da primeira mesa de negociação da Fenaban, no dia 8 de agosto, na qual estive como coordenador da Comissão de Empresa do BB (CEBB), foram editadas para que eu não aparecesse, em dois ângulos diferentes. Qualquer pessoa que entenda de edição de fotos percebe o corte. Nunca soube quem mandou fazer isso e por qual motivo me cortaram da imagem. Fica o registro. Foi algo muito desagradável. A política tem dessas coisas feias.

Setembro foi o mês da greve nacional dos bancários, após os banqueiros não apresentarem propostas que dialogassem com as principais reivindicações da categoria.

CAMPANHA VITORIOSA DA CATEGORIA - Após 9 dias de greve geral, bancários aprovaram as propostas da Fenaban, com exceção dos empregados da Caixa, que rejeitaram e seguiram em greve. O índice de 7,5% significou um aumento real de 2% nas verbas salariais. O piso e os tíquetes tiveram reajuste de 8,5% (2,95% de aumento real) e a PLR teve reajuste de 10% sobre o valor fixo.

Com a campanha vitoriosa dos bancários, os aumentos reais em 9 anos foram de 13,22% nos salários e 35,57% nos pisos, pelo INPC, informou o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

No Banco do Brasil, negociações assessoradas pela Comissão de Empresa coordenada por mim, avançamos na inclusão dos caixas executivos na Carreira de Mérito no PCR; unificamos os atendentes da CABB, sendo criada uma função com valor maior, uma luta antiga dos funcionários do setor; melhoramos as regras de remoção automática entre as dependências do banco, evitando discriminação e privilégios; aumentamos o piso do bancário escriturário, passando a ser A2 após 90 dias, um avanço no PCS e não permitimos que o banco estabelecesse metas individuais na distribuição de PLR. Mantivemos a regra geral que beneficia o coletivo. Também foi mantida a regra de 3 avaliações consecutivas para se tirar a função comissionada de um funcionário do BB.

Em outubro, após a campanha salarial, iniciamos o 7º curso de formação da parceria entre a Contraf-CUT, Dieese e entidades sindicais afiliadas.

A agenda do mês teve muita luta contra a prática antissindical e de assédio por parte da direção do Banco do Brasil, que estava perseguindo os trabalhadores grevistas. Fomos para cima do banco na defesa de nossos representados.

Ainda sobre as práticas absurdas da direção do banco público, o BB suspendeu a posse de concursados de forma irresponsável e após contatos da Contraf-CUT e outras entidades sindicais, a estatal voltou atrás e chamou os cidadãos aprovados no certame.

Novembro foi agitado. A luta contra as práticas antissindicais no BB por atacar os grevistas nos levou ao MPT e fizemos dia de luta também. Realizamos curso de formação da grade da Contraf-CUT, um curso de saúde dos trabalhadores, foi o segundo módulo. Fiz dois artigos no mês, um sobre as horas de greve, que defendo serem distribuídas a todas as pessoas que recebem os direitos da convenção coletiva e outro sobre a merda falada por Felipão, técnico da seleção da CBF, que falou mal dos funcionários do BB.

Dezembro, o último mês do ano, foi de muito trabalho e luta, pois o movimento sindical seguiu lutando contra as práticas antissindicais da direção do Banco do Brasil, que passou a perseguir grevistas desde o final da greve da categoria, cancelando férias, licenças e ausências já definidas e programadas.

A Contraf-CUT concluiu mais dois cursos de formação, o de saúde dos trabalhadores e o 7º curso “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro”, ministrado em parceria com o Dieese.

2012 FOI UM ANO DE CONQUISTAS

Fechamos o ano com resultados muito positivos nas lutas dos trabalhadores do ramo financeiro. Contraf-CUT e a CUT realizaram seus congressos, sendo Carlos Cordeiro e Vagner Freitas eleitos, respectivamente, presidentes de nossas entidades sindicais.

A categoria conseguiu avançar nos direitos em mais uma campanha unificada, após uma greve vitoriosa. E a secretaria de formação da Contraf-CUT realizou mais cursos contribuindo para a preparação de dirigentes e assessores qualificados na organização e representação dos trabalhadores do ramo financeiro.

William Mendes