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8.3.22

Memórias (XX)



Osasco, 8 de março de 2022. Dia dedicado às lutas das mulheres. Todo apoio às justas causas das mulheres do mundo.


Memórias de dezembro de 2013: fortalecendo o sindicalismo nacional, com formação, e internacional, com apoio brasileiro aos trabalhadores norte-americanos

Na postagem de hoje, trago algumas lembranças das agendas sindicais nas quais estive envolvido no final do ano de militância de 2013. Foram dias intensos como tenho relatado aqui nestas Memórias no blog. Para ver as 10 postagens daquele mês é só clicar aqui.

Naquele período eu era diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e região, era o secretário de formação de nossa confederação, a Contraf-CUT, e estava como coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, COE-BB ou CEBB.

Havíamos fechado uma boa campanha salarial da categoria em 2013. Na mesa específica do BB, que coordenei, tivemos avanços importantes (ver propostas aprovadas aqui).

Na área sob minha responsabilidade na Contraf, a formação, estávamos coordenando a 8ª turma do curso de formação PCDA - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro -, um curso em 3 módulos de imersão, organizado e patrocinado pelas próprias entidades do movimento, a Contraf, federações e sindicatos e com o apoio do Dieese e suas equipes técnicas.

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Turma do 2º módulo do 8º curso PCDA.

FORMAÇÃO

Ao organizar minhas pilhas de papéis e documentos, me deparei com a pasta que continha os materiais do 2º módulo do curso que estávamos realizando com a 8ª turma de dirigentes e assessores sindicais bancários.

O material é de uma riqueza imensa em termos de conhecimentos técnicos e políticos que compartilhamos com as companheiras e companheiros que participaram do curso. 

Durante 3 módulos foram 32 pessoas de diversas bases sindicais envolvidas com a construção de conhecimento coletivo para a luta da classe trabalhadora - 26 alun@s e 6 pessoas permanentes da equipe da Contraf e Dieese, fora os palestrantes que passaram pelo curso. 

É uma pena ter que me desfazer de tantos papéis acumulados em anos de participação nas lutas da classe trabalhadora brasileira. Na postagem sobre o curso, pelo menos anotei a programação do 2º módulo ocorrido em dezembro de 2013 (ver aqui).

A nota triste foi lembrar que 3 pessoas que estiveram conosco faleceram de lá para cá. Deixo aqui uma lembrança saudosa dos amigos e companheiros Valtinho, da Contraf, Paquetá, do Sindicato do Rio, e Carlos, do Sul Fluminense. Companheiros: presente!

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ESTADOS UNIDOS: CONTRIBUINDO COM A LUTA DOS BANCÁRI@S

Na primeira semana daquele mês de dezembro, estivemos em Nova York, nós sindicalistas brasileiros e sindicalistas norte-americanos, para nos reunirmos com o Banco do Brasil.

Nós havíamos avançado aqui no Brasil no Acordo Marco entre o BB, a Contraf-CUT e a UNI Américas e o banco público brasileiro havia se comprometido a respeitar as legislações locais e os termos do acordo no que tange à organização sindical onde o banco tinha operações e instalações.

Nós brasileiros, após décadas de avanços na organização sindical bancária e na conquista de direitos para os trabalhadores, contratados em Convenção Coletiva e Acordos Coletivos, estávamos numa parceria com o sindicalismo norte-americano (no caso, a CWA) e de todas as Américas para organizar sindicatos e direitos de trabalhadores de instituições financeiras. 

Para vocês terem uma ideia, categorias organizadas em sindicatos têm muito mais direitos que categorias sem sindicalização nos Estados Unidos. Os bancários não tinham sindicato lá em 2013 e tinham poucos direitos. 

Questões básicas como férias, licença-maternidade, 13º salário, vales refeição e alimentação não existiam ou eram bem menores para as bancárias e bancários do BB em Nova York e Miami. Não era uma questão só do BB, era de todos os bancários norte-americanos em relação aos bancários brasileiros.

As parcerias sindicais foram no intuito de organizar os trabalhadores do ramo financeiro de lá. Estive por duas vezes nas equipes brasileiras que foram contribuir com essa luta, por ser coordenador da CEBB da Contraf-CUT e pelo fato de o BB ter conosco o Acordo Marco. Clique aqui e veja a postagem sobre a reunião nos EUA.

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É isso! Boas lembranças de participação nas lutas da classe trabalhadora brasileira e de outros países.

Trabalhadores do mundo, uni-vos!

William


Clique aqui para ler o texto anterior, Memórias (XIX).

Para ler o texto seguinte (XXI), clique aqui.


13.12.13

Agenda de luta... Formação... Missão cumprida!


Sexta-feira 13

Completamos o 2º módulo do curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, promovido pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese, para as entidades sindicais filiadas e seus dirigentes e assessores. É um curso cutista complementar à rede nacional de formação da CUT.

Estou há duas semanas fora de casa. Duas semanas sem poder ler algo à esmo, ao sabor do gosto pessoal, sem tempo para o subjetivo, para o ócio criativo, para o esporte e para cuidar da saúde...

Antes dessa semana de curso, estive em viagem internacional na semana passada (nos EUA). A viagem foi muito intensa, em todos os sentidos. A rica experiência de mudar o meu conceito sobre o povo americano, povo com grande classe trabalhadora explorada como nós mesmos nos demais países.

Tudo na minha vida política é intenso. Como dizem por aí, dá pra ver as pingas que a gente toma, mas não os tombos que a gente leva.

Tudo que fazemos há 11 anos na representação sindical, colocamos toda a nossa energia pra sair bem-feito em prol da luta de classe e dos princípios que acreditamos. Tudo isso tem grandes sacrifícios por trás.

Mas fazemos nossa luta e cumprimos nosso mandato com a dedicação de uma vida... É o mínimo que podemos fazer em nome daqueles que vieram antes de nós e que também fizeram o mesmo.

Confesso que estou bem cansado, física e psicologicamente. Mas cumpri todas as missões a que me predispus.

É isso!

Somos fortes, somos CUT!

Colocamos nossa vida na representação autêntica da classe trabalhadora!

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Post Scriptum:

Segue abaixo a foto da turma do 2º Módulo do 8º curso que estávamos realizando. A vida caminhou para cada pessoa à sua maneira. Três companheiros da foto faleceram: os queridos Valtinho da Contraf, Paquetá do Seeb Rio e Carlos, do Sul Fluminense. 

Cisões no movimento sindical separaram e excluíram algumas pessoas das entidades sindicais que estiveram conosco nesse curso de formação. 

Eu mesmo viria a sair do movimento sindical meses depois, ao aceitar disponibilizar meu nome para outra tarefa de representação, as eleições da Cassi em 2014.

Participantes do 8º Curso de Formação da Contraf e Dieese.

Escrevi na postagem do Facebook à época:

"FORMAÇÃO: Estamos com o 2º Módulo de nosso curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese e autofinanciado pelas entidades sindicais. Estamos com uma boa turma neste 8º curso.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT! A FORMAÇÃO SALVA!"

12.12.13

Contraf-CUT realiza 2º Módulo do curso de formação sindical da 8ª turma

  
Curso forma dirigentes e assessores de entidades sindicais de todo o país

O segundo módulo do curso "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", promovido pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese e financiado pelas entidades filiadas, teve início na segunda-feira (9), em Atibaia (SP). Trata-se da 8ª turma, que tem a participação de dirigentes e assessores de entidades sindicais de nove estados: RS, SC, PR, SP, RJ, MG, MS, PA e DF.

O primeiro módulo ocorreu em novembro e o terceiro está planejado para fevereiro de 2014. A atividade faz parte da grade permanente de formação da Confederação e está alinhada com a Política Nacional de Formação da CUT, que define o papel estratégico da formação sindical e aponta para os ramos e setores produtivos organizar cursos complementares à grade da rede nacional.

O curso é um Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA), adaptado para as entidades sindicais do ramo financeiro e vem sendo realizado há quatro anos na forma de três módulos de cinco dias, segundo William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.

Sistema financeiro em foco

William explica que a programação do segundo módulo aprofunda o debate sobre o Sistema Financeiro Nacional, fazendo uma radiografia dos bancos e discutindo o artigo 192 da Constituição Federal que trata da regulamentação. Um dos palestrantes foi o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira.

"Este segundo módulo é o mais dinâmico do curso, desde que ele começou lá em 2009, dadas as constantes mudanças por que passa o sistema financeiro no país e no mundo. Desta forma, nós estamos sempre trazendo os principais problemas e desafios para a categoria e as entidades sindicais", afirma William.

A grade prevê também debates sobre o banco do futuro e os meios de pagamentos móveis, bem como um olhar sobre o Sistema Financeiro Mundial, focando temas como a crise de 1929, o Acordo de Basileia, o Consenso de Washington e a crise atual do capitalismo.

"Abordamos os meios de pagamento móveis - Mobile Payment - que teve lei aprovada sem que houvesse um debate profundo sobre os efeitos desse novo sistema de pagamento. Agora o Bacen está encarregado de definir diversas questões e o que temos visto são resoluções prejudicando inclusive os direitos trabalhistas e sindicais da categoria bancária e outras mais", aponta William.

O segundo módulo, que vai até sexta-feira (13), também contou com a presença da secretária-geral da Contraf-CUT, Ivone Silva.

Fonte: Contraf-CUT

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Programação sintética do módulo.


Post Scriptum: programação do módulo e textos (a maioria de produção própria da equipe do Diesse e artigos ou excertos de textos políticos e econômicos).

Segunda-feira

- O multiplicador bancário
- Políticas: econômica, monetária, cambial, fiscal e de rendas
- Exercício sobre políticas: econômica, monetária, fiscal, cambial e de rendas
- À noite: filme (opcional) "Revolução em Dangenham"

Terça-feira

- A (des)regulamentação do Sistema Financeiro: o artigo 192 original da CF/1988 e a Emenda Constitucional nº 40/2008 
- Radiografia dos bancos no Brasil (Dieese)
- Entidades do Sistema Financeiro Nacional e atribuições
- Um novo contexto para o setor financeiro? (Catia Uehara, Gustavo Cavarzan e Regina Camargo, Dieese)
- À noite: filme (opcional) "Capitalismo: uma história de amor"

Quarta-feira

- O Banco do Futuro: meios de pagamentos móveis
- Tarde Livre

Quinta-feira

- Conceitos importantes para entender a crise
- Aracruz e Sadia - Aposta errada no câmbio (uma matéria jornalística "Ações da Sadia e Aracruz desabam com aposta errada no câmbio" - fontes: Agência Estado e Reuters)
- Do Padrão Ouro a Bretton Woods (Vívian Machado, Dieese)
- Principais aspectos dos Acordos de Basileia
- Notas sobre a arquitetura financeira internacional (Caroline Yukari Miaguti e José Rubens Damas Garlipp)
- Texto sobre o filme "Inside Job", de Fernando Cardim.
- Europa vende até cidadania por equilíbrio fiscal (um texto)
- Para dormir pensando: "Veja como é fácil entender a crise mundial - tradução da crise do Subprime". (o texto do "seu Biu"*)

Sexta-feira

- Seis razões porque outra crise é inevitável (David Callahan e Wallace Turbeville)
- Crise econômica mundial e as alternativas do Brasil (José Álvaro Cardoso de Lima)
- A mão invisível do mercado (Frei Betto)
- Trabalho intermódulos II

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*Texto do "Seu Biu" pra entender a crise:

Veja como é fácil entender a crise mundial

Tradução da crise do Subprime

É assim ó:

O seu biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu.

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22.11.13

Agenda de luta... Formação e mais...

Finalizei a semana de luta nesta sexta-feira 22, depois das 22h.

Concluímos em Nazaré Paulista (SP) o primeiro módulo da nossa 8ª turma do curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese e autofinanciado pelas entidades sindicais participantes.

Ainda chegando de noite em casa, fui reler e corrigir os textos da revista nacional dos funcionários do bb - a revista O Espelho. precisava concluir o conteúdo para diagramá-la, imprimi-la e distribui-la nas bases do país.

Na quinta (21) estive na capital paulista para uma reunião nacional de minha corrente política e sindical dentro da CUT. Abordamos cenários sindicais para 2014 além de várias questões como a campanha nacional dos bancários. A reunião foi participativa e muito democrática como devem ser essas reuniões de movimento social.

Entre domingo (17) e quarta (20) estive junto à turma de formação lá no Hotel Atibainha.

Nos intervalos do curso, bem como à noite, ou bem cedo... estive sempre cuidando de questões relativas ao bb.

É isso. Missão Cumprida! (mas confesso meu cansaço! Está difícil ficar com o olho aberto...)

Fui...

LEMBREM-SE: FAÇAM TUDO NA VIDA COM GANA!

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Post Scriptum: Continuo indignado com o Governo Federal e o Partido dos Trabalhadores com o "faz de conta que não é comigo" sobre a tortura (i)legal há anos ao companheiro Genoíno e ninguém faz nada!

Post Scriptum (2): Cadê a merda da regulamentação da mídia não feita nos últimos 10 anos?

Post Scriptum (3): O governo segue PRIVATIZANDO... Que tristeza!

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Lideranças em atividade de protesto e por um Banco Centrall
a serviço do Brasil e do povo brasileiro e não dos banqueiros.

Post Scriptum:

Para não dizer que nada foi feito sobre as condenações ilegais de Genoíno e Dirceu, houve no dia 26/11/13 em Brasília uma manifestação nossa na porta do STF em protesto às condenações políticas de militantes do PT e do movimento sindical e social. A mobilização foi precedida por um ato no Banco Central por um papel mais social da entidade.

Fiz um vídeo da atividade
 (AQUI). 

21.11.13

Contraf-CUT inicia 8a turma do curso de formação de dirigentes bancários

  
Curso forma dirigentes e assessores de entidades sindicais de todo país

O curso "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese e financiado pelas entidades filiadas, iniciou a 8ª turma na segunda-feira (18), em Atibaia (SP). A atividade faz parte da grade permanente de formação da Confederação e está alinhado com a Política Nacional de Formação da CUT, que define o papel estratégico da formação sindical e aponta para os ramos e setores produtivos organizar cursos complementares à grade da rede nacional.

Segundo William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT, o curso é um Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA) adaptado para as entidades sindicais do ramo financeiro e vem sendo realizado pela Contraf-CUT desde 2009. Ele é aplicado em três módulos de cinco dias e ocorrerá entre novembro deste ano e fevereiro de 2014.

A 8ª turma do curso tem a participação de 27 dirigentes e assessores de 13 entidades sindicais de nove estados: RS, SC, PR, SP, RJ, MG, MS, PA e DF.

"Enaltecemos muito a disposição e combatividade de cada participante e de suas entidades por acreditarem na formação sindical. Estávamos com o curso programado para começar em outubro, mas devido à greve longa e vitoriosa da categoria, tivemos que reorganizar a agenda. Fomos instados a manter o curso e estamos muito felizes de termos uma turma tão boa quanto esta que temos neste oitavo curso", afirma William.

Este primeiro módulo é organizado de modo a que os participantes tenham oportunidade de conhecer melhor a história do movimento sindical brasileiro e dos bancários; aborda a questão da disputa da mais valia entre capital e trabalho; estuda a questão do mundo do trabalho ao longo do século XX no Brasil, sob os vários governos e períodos; e chega ao período contemporâneo dos anos 90 e da atualidade.

Os outros dois módulos abordarão o sistema financeiro nacional e internacional, a questão da regulamentação, os tratados e acordos internacionais, os desafios da classe trabalhadora e da categoria bancária na contemporaneidade.

"A formação sindical tem papel estratégico para a Central Única dos Trabalhadores. Na definição da Política Nacional de Formação da CUT, cabe aos ramos fazer cursos e programas de formação complementar aos da rede da Central. A Contraf-CUT cumpre seu papel quando oferece este curso de capacitação de dirigentes das entidades sindicais do ramo financeiro, bem como com os cursos de especialização que estamos realizando neste mandato como ocorreu com a Terceirização e sobre o tema Saúde do Trabalhador do Ramo Financeiro. Teremos mais cursos de especialização em 2014", projeta William.

Fonte: Contraf-CUT

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Post Scriptum:

Postei a matéria no Facebook com o seguinte comentário:

"FORMAÇÃO: Concluímos o primeiro módulo. A esperança que a formação nos dá quando reunimos pessoas dispostas a mudar o mundo é muito grande... é uma sensação pacificadora em nossa tumultuada luta contra as coisas do mundo. A formação salva!"

E a companheira Regina postou:

"Agradecendo aos amigos William Mendes, Andreia Ferreira e Bárbara Vazquez pela presença sobrenatural no curso Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro. Vcs são pessoas maravilhosas! E ao Joel Bueno, que não via há 15 anos, mas parece que estávamos juntos naquela sala, em outro curso, num outro tempo. Bjs a todos!"

14.11.13

Agenda de luta... pré feriado (e vem formação aí)


Nesta semana de 11 a 14 de novembro estive com a agenda sindical toda aqui em São Paulo.

Tratamos de questões relativas à minha função de coordenação nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Também estamos fechando os textos da revista nacional O Espelho abordando a campanha nacional da categoria em 2013, bem como questões inerentes à Previ, à Cassi e ao nosso novo direito político no BB - ter um Conselheiro Representante no Conselho de Administração do Banco (Caref), Rafael Matos. A revista será distribuída no início do mês de dezembro para os bancários das bases sindicais filiadas à Contraf-CUT

FORMAÇÃO SINDICAL

Também tive um foco no fechamento da turma de formação que vamos iniciar na semana que vem. É o curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, um curso PCDA realizado em parceria entre a Contraf-CUT e o Dieese, juntamente com as entidades sindicais que apostam na formação, para preparar e dar mais capacitação aos dirigentes do Ramo Financeiro.

Já deixo grande agradecimento a toda a equipe de funcionários da Contraf e dieese que ajudou a montar a turma, os materiais, atualizar a grade do curso e preparar tudo pra receber o pessoal do Brasil todo neste domingo e segunda.

PCDA - Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores

De acordo com as políticas de formação definidas no Enafor da CUT deste ano, cabe às confederações e ramos realizar cursos de formação complementares à grade nacional formativa de nossa Central.

É isso que estamos fazendo na Contraf-CUT. Realizando cursos temáticos com especialização em grandes temas e eixos de luta do ramo financeiro, além do curso PCDA voltado para capacitar dirigentes bancários.

Serão 3 módulos entre novembro e fevereiro e conseguimos montar uma boa turma com dirigentes de todo o Brasil.

As expectativas de iniciar uma turma de formação são sempre as melhores possíveis...

No domingo estaremos com a turma para o início, na segunda 18, logo cedo.

É isso,

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
A FORMAÇÃO SALVA!


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Post Scriptum:

POLÍTICA BRASILEIRA - compartilhei na mesma data (14/11/13), em meu perfil do Facebook, excelente artigo de Eduardo Guimarães sobre o absurdo que a "justiça" brasileira vem fazendo com o companheiro José Genoíno e outros dirigentes do PT e do campo democrático-popular. Reproduzo abaixo o artigo:


Preto, pobre, prostituta e petista

Por: Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania)


Charge de Vítor T, feita para a matéria no
Blog da Cidadania sobre condenação de
José Genoíno e demais petistas.
“Num tempo

Página infeliz da nossa história

Passagem desbotada na memória

Das nossas novas gerações

Dormia

A nossa pátria mãe tão distraída

Sem perceber que era subtraída

Em tenebrosas transações”

Vai Passar (Chico Buarque)


O Brasil amanheceu pior do que ontem. A partir de agora, torna-se oficial o que, até então, era uma tenebrosa possibilidade: cidadãos brasileiros estão sendo privados de suas liberdades individuais apenas pelas ideologias político-partidárias que acalentam.

A “pátria mãe tão distraída” foi “subtraída em tenebrosas transações” entre grupos políticos partidários e de comunicação e juízes politiqueiros.

Na foto que ilustra este texto, o leitor pode conferir o único patrimônio de um político que foi condenado pelos crimes de “corrupção ativa e formação de quadrilha” pelo Supremo Tribunal Federal em 9 de outubro de 2012.

Junto com ele, outros políticos ou militantes políticos filiados ao Partido dos Trabalhadores, todos com evoluções patrimoniais modestas diante dos cargos que ocupavam na política.

José Dirceu, José Genoíno, João Paulo Cunha e Henrique Pizzolato tiveram suas prisões decretadas com base em condenações por uma Corte na qual, ao longo de sua existência secular, jamais políticos de tal importância foram condenados.

A condenação desses quatro homens, todos de relevância político-partidária, poderia até ser comemorada. Finalmente, políticos começariam a responder por seus atos. Afinal, até aqui o STF sempre foi visto como a principal rota de fuga dos políticos corruptos.

Infelizmente, a única condenação a pena de prisão que aquela Corte promulgou contra um grupo político foi construída em cima de uma farsa gigantesca, denunciada até por adversários políticos dos condenados, como, por exemplo, o jurista Ives Gandra Martins, que, apesar de suas divergências com o PT, reconheceu que não houve provas para condenar José Dirceu, ou como o formulador da teoria usada para condenar os réus do mensalão, o alemão Claus Roxin, que condenou o uso que o STF fez de sua revisão da teoria do Domínio do Fato.

Dirceu e Genoíno foram condenados por “formação de quadrilha” e “corrupção ativa” apesar de o primeiro ter estado infinitamente mais distante dos fatos que geraram o “escândalo do mensalão” do que estão Geraldo Alckmin e José Serra dos escândalos Alston e Siemens, por exemplo.

Acusaram e condenaram Dirceu apesar de, à época dos fatos do mensalão, estar distante do Partido dos Trabalhadores, por então integrar o governo Lula. Foi condenado simplesmente porque “teria que saber” dos fatos delituosos por sua importância no PT.

Por que Dirceu “tinha que saber” das irregularidades enquanto que Alckmin e Serra não são nem citados pelo Ministério Público, pela Justiça e pela mídia como tendo responsabilidade direta sobre os governos nos quais os escândalos supracitados ocorreram?

O caso Genoíno é mais grave. Sua vida absolutamente espartana, seu microscópico patrimônio, sua trajetória ilibada, nada disso pesou ao ser julgado e condenado como um “corruptor” que teria usado milhões de reais para “comprar” parlamentares.

O caso João Paulo Cunha é igualmente ridículo, em termos de sua condenação. Sua mulher foi ao banco sacar, em nome próprio, com seu próprio CPF, repasse do partido dele para pagar por uma pesquisa eleitoral. 50 mil reais o condenaram por “corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro”.

O caso mais doloroso de todos, porém, talvez seja o de Henrique Pizzolato, funcionário do Banco do Brasil, filiado ao PT e que, por ter assinado um documento que dezenas de servidores da mesma instituição também assinaram sem que contra eles pesasse qualquer consequência, foi condenado, também, por “corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro”.

Isso está acontecendo em um país em que se sabe que dois governadores do PSDB de São Paulo, apesar de ter ocorrido em suas administrações uma roubalheira de BILHÕES DE REAIS, não são considerados responsáveis por nada.

Isso está acontecendo em um país em que um político como Paulo Maluf, cujas provas de corrupção se avolumam há décadas, jamais foi condenado à prisão.

Isso está acontecendo em um país em que um governador como Marconi Perillo, do PSDB, envolveu-se até o pescoço com um criminoso do porte de Carlinhos Cachoeira, foi gravado em relações promíscuas com esse criminoso e nem acusado foi pelo Ministério Público.

Isso está acontecendo, finalmente, no mesmo país em que os ex-prefeitos José Serra e Gilberto Kassab toleraram durante anos roubalheira dentro da prefeitura e quando essa roubalheira de MEIO BILHÃO de reais vem à tona, a mídia e o Ministério Público acusam quem mesmo? O PT, claro.

Já entrou para o imaginário popular, portanto, que, neste país, cadeia é só para pretos, pobres, prostitutas e, a partir de agora, petistas.

No Brasil, as pessoas são condenadas com dureza pela “justiça” se tiverem mais melanina na pele, parcos recursos econômicos, se venderem o que só pertence a si (o próprio corpo) para sobreviver ou se tiverem convicções políticas que a elite brasileira não aceita.

A condenação de alguém a perder a liberdade por suas convicções políticas, porém, é mais grave. É característica das ditaduras, pois a desigualdade da Justiça com os outros três pês deriva de falta de recursos para se defender, não de retaliação a um ideário.

Agora, pois, é oficial: você vive em um país em que se deve ter medo de professar e exercer suas verdadeiras convicções políticas, pois sabe-se que elas expõem a retaliações ditatoriais como as que levarão para cadeia homens cuja culpa jamais foi provada.

Fonte: reprodução de texto do Blog da Cidadania

1.11.13

Contraf-CUT abre inscrições para novo curso de formação sindical


Curso é destinado a dirigentes e assessores das entidades filiadas à Contraf-CUT

A Contraf-CUT abriu nesta sexta-feira (1º) inscrições para o novo curso de formação "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", a ser realizado em três módulos (novembro e dezembro deste ano e fevereiro de 2014), no Hotel Atibainha, no interior de São Paulo.

São 35 vagas destinadas a dirigentes e assessores das entidades sindicais filiadas à Contraf-CUT. O curso integra o Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores (PCDA).

"Trata-se da oitava turma do curso de formação da Contraf-CUT, realizado desde 2009 em parceria com o Dieese, e que materializa a prioridade e o respeito que temos pela formação dos dirigentes e assessores sindicais de todo país", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.

"É um curso sólido, consistente, focado no sindicalismo bancário e que tem por finalidade preparar dirigentes para os desafios das funções de liderança no movimento", explica.

Nova fase do PCDA

Na gestão anterior da Contraf-CUT, entre 2009 e 2012, o curso percorreu as cinco regiões do país, atingindo o Sudeste (MG e RJ), Sudeste (Fetec SP), Nordeste, Centro-Norte e Sul.

Já na gestão atual da Contraf-CUT foram formadas duas turmas, sendo uma do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e outra de diversas entidades filiadas à Confederação. "O objetivo é atender às demandas de formação constantes dos sindicatos e federações de todo o país", salienta William.

"Com o novo curso, os sindicatos terão a oportunidade de fazer seus planejamentos em formação, sabendo que a Confederação conta com o curso básico de capacitação para dirigentes sindicais bancários, além de cursos temáticos para especializar dirigentes em várias áreas inerentes à representação dos trabalhadores do ramo financeiro", ressalta o diretor da Contraf-CUT.

Datas dos três módulos do novo curso

Módulo 1: 18 a 22 de novembro de 2013
Módulo 2: 9 a 13 de dezembro de 2013
Módulo 3: 3 a 7 de fevereiro de 2014

Critérios de participação

Os participantes devem ser indicados e inscritos pelas entidades filiadas à Contraf-CUT, com critérios discutidos em suas instâncias, sendo imprescindível o cumprimento da cota de gênero como estabelece a CUT. "Sugerimos que a cada dois participantes da mesma entidade, haja ao menos um de cada gênero", salienta William.

O conteúdo de cada módulo, a taxa de inscrição e outras informações constam em comunicado enviado pela Contraf-CUT para todas as entidades filiadas.

As inscrições devem ser feitas até o dia 12 de novembro, através do e-mail contrafcut@contrafcut.org.br


Fonte: Contraf-CUT

17.10.13

Agenda sindical... Vem aí curso de formação da Contraf



Nesta quinta (17) estarei trabalhando em Brasília DF. Estamos preparando as redações dos acordos coletivos oriundos da campanha nacional dos bancários em 2013.

Na quarta (16) também estivemos cuidando de questões inerentes às assinaturas dos acordos Fenaban, bb e Caixa e também resolvemos demandas relativas ao bb.

Na terça (15) tivemos que fazer ações políticas e sindicais para reverter práticas antissindicais e perseguições pós-greve a bancários em um complexo do bb em nossa base no Seeb SP. Felizmente, conseguimos reverter o problema e os bancários voltaram à situação de normalidade no local de trabalho.

Na segunda (14) estive trabalhando na regional Osasco e visitando agências do bb e conversando com os bancários.

CURSO DE FORMAÇÃO EM BREVE

Estamos preparando o curso de formação da Contraf-CUT - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro - um curso ministrado por nós em parceria com o Dieese, em 3 módulos de 5 dias. O curso será para dirigentes sindicais das entidades filiadas à nós e será para 30 pessoas entre os meses de novembro, dezembro e o último módulo em fevereiro.

O curso estava programado para começar neste mês, mas devido à greve prolongada da categoria precisei fazer todo um remanejamento.

Mas dará tudo certo e faremos o curso para formar dirigentes de nossas entidades. O curso lida com a história do movimento sindical e da luta de classes no primeiro módulo, trata do sistema financeiro, moeda e a instituições inerentes ao sistema e no terceiro módulo aborda os desafios da atualidade para os trabalhadores do sistema financeiro e suas entidades sindicais.

É isso.

SEGUIMOS NA LUTA! SEMPRE!

12.7.13

Bancários fortalecem mobilização das Centrais e focam combate ao PL 4330


Ato das centrais sindicais fecha avenida Paulista no Dia Nacional de Luta

Os bancários fizeram paralisações e manifestações em todo o país nesta quinta-feira 11, reforçando o Dia Nacional de Luta convocado pelas centrais sindicais em defesa da pauta de reivindicações da classe trabalhadora entregue ao governo e ao Congresso Nacional, que inclui a extinção do projeto de lei 4330, que legaliza a terceirização e amplia a precarização do trabalho, fim do fator previdenciário, 10% do PIB para a educação, 10% do Orçamento da União para a saúde e transporte público e de qualidade.

"O Brasil só muda quando a classe trabalhadora vem pras ruas. Aqui sempre conquistamos nossos direitos e vamos continuar conquistando. Precisamos acabar com o fator previdenciário, herança maldita de FHC, acabar com a terceirização, a rotatividade e a demissão imotivada e aprovar as 40 horas semanais", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, durante ato dos metalúrgicos no ABC paulista. 

Clique aqui para ver como foi a mobilização em todo o país do Dia Nacional de Luta.

"Graças à mobilização dos trabalhadores, com destaque para os bancários, a votação do PL 4330 foi adiada para agosto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. Vencemos uma batalha, mas não a guerra. Precisamos intensificar a mobilização para barrar esse projeto que precariza o trabalho e conquistar as outras reivindicações da pauta unitária da classe trabalhadora", afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, durante o ato conjunto das centrais sindicais realizado nesta quinta-feira na avenida Paulista. 

Veja aqui como foi a mobilização que conseguiu adiar a votação do PL 4330.

A avenida Paulista, principal centro financeiro do país, foi paralisada nesta quinta-feira pelos bancários, que engrossaram a manifestação e a passeata das centrais sindicais. Os bancários também paralisaram o centro financeiro do Rio de Janeiro. 

A pauta unificada das centrais sindicais é a seguinte:

- Extinção do PL 4330, que ameaça o emprego de todos os trabalhadores.
- Redução da jornada de trabalho para 40h semanais, sem redução de salários.
- Fim do fator previdenciário.
- 10% do PIB para a educação.
- 10% do orçamento da União para a saúde.
- Transporte público e de qualidade.
- Valorização das aposentadorias.
- Reforma agrária.
- Suspensão dos leilões de petróleo.

A CUT, além disso, defendeu o plebiscito para a reforma política.

Fonte: Contraf-CUT


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COMENTÁRIO DO BLOG

O evento das centrais realizado em vários locais do país foi importante. Mas os sindicatos e os partidos de esquerda precisam melhorar sua relação com seus representados e com a sociedade, inclusive para terem suas pautas reconhecidas pela classe trabalhadora como sendo dela mesma e não coisa de ETs, como pauta alheia a si.

30.6.13

Agenda de luta... Estive em Dourados (MS)



Audiência sobre Terceirização
na Câmara Municipal de
Dourados. Foto: Walter
Fechei minha semana de representação sindical nesta sexta (28) e sábado (29) na bela cidade de Dourados - MS.

Agradeço a acolhida que tive de meus companheiros e companheiras sul-mato-grossenses, em especial aos companheiros Walter e Janes, e me coloco à disposição de nossos sindicatos da Fetec CN para o que eu puder contribuir.

Na sexta-feira, tivemos uma audiência pública na Câmara Municipal de Dourados, organizada pelo Sindicato dos Bancários de Dourados e Região em parceria com o vereador Elias Ishy (PT), que tem origem e militância na categoria bancária e já foi presidente do Sindicato. O debate foi muito produtivo e a considerar que o evento foi numa sexta à noite, a presença no plenário de lideranças sociais e da população foi muito boa. Tivemos também participação importante da companheirada de Campo Grande.

No sábado, participei do 3º Encontro dos Bancários de MS, reunindo os trabalhadores de Dourados e de Campo Grande. Também neste evento, tivemos apresentações muito boas, onde aprendi bastante, e não pude ficar até o final dos trabalhos pois iria viajar até Campo Grande para pegar o voo de volta a SP, mas o nível do encontro e dos debates foi muito bom.

Fechei uma semana de muito trabalho sindical e fiquei satisfeito porque além destes eventos em Mato Grosso do Sul, estive na base e conversei com uns 150 bancários em 9 agências em São Paulo, Osasco e Carapicuíba.

Na semana que entra tenho agenda cheia e participarei de vários fóruns internos à Contraf-CUT e externos.


NOSSA MISSÃO É FAZER A LUTA AO LADO DOS TRABALHADORES!
NOSSA MISSÃO É TAMBÉM FORMAR POLITICAMENTE OS TRABALHADORES!
SOMOS FORTES, SOMOS CUT! ESTAMOS SEMPRE NA LUTA!


Post Scriptum:

Cartaz do evento:


13.6.13

Agenda de luta - Diversas questões do BB na pauta



Cá estamos no Aeroporto indo para Brasília. São cinco e pouco da manhã.


Nesta semana, estamos com a agenda de luta na base de umas 12 horas por dia devido às minhas obrigações na Contraf-CUT.

Hoje (13) tenho reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários do bb em Brasília e depois mesa com o banco com pauta de renovação do Acordo Marco com a UNI Américas.

No dia de ontem (12) tive reunião na SRTE/MTE em SP sobre questões de assédio moral no bb e demais bancos no Estado. Na parte da tarde estive na reunião da Fetec SP com todos os sindicatos sobre eleições Caref no bb.

Na terça (11) trabalhei na Fetec e depois na Contraf até umas 21h.

Segunda-feira (10) tive reunião o dia todo no Sindicato sobre campanha salarial e demais questões de minha corrente política

Na semana passada estive fora de SP coordenando uma turma de curso de formação para o combate à terceirização.


SEMANA QUE VEM SERÁ CHEIA TAMBÉM

Na segunda (17) e terça (18) teremos um encontro nacional de minha corrente política - Articulação Bancária.

Na terça à noite vamos para Brasília reunir a Comissão de Empresa para preparar a mesa de negociação com o bb na quarta (19).


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

PS:

Na quinta (20) eu estava em SP e fui para as manifestações na Av. Paulista. Foi uma coisa horrível a quantidade de fascistas e grupos intolerantes que dominaram as ruas e foram agressivos contra qualquer tipo de movimento social organizado...

12.6.13

Curso da Contraf-CUT e Dieese reforça luta contra PL da terceirização




Formação sindical foi realizada de 3 a 7 de junho, em Nazaré Paulista (SP)

Difundir informação e promover capacitação e especialização. É por meio dessas iniciativas que a Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, prepara os dirigentes sindicais do ramo financeiro para o enfrentamento da precarização oriunda da terceirização.

Com o curso "Terceirização: desafios à ação sindical", realizado de 3 a 7 de junho, 28 dirigentes e assessores de 17 sindicatos e federações de todo o país concluíram importante formação sindical, no Hotel Atibainha, em Nazaré Paulista (SP).

Em clima de total comprometimento com as atividades do curso, os participantes cumpriram cronograma de trabalhos em grupo, leituras e debates sobre terceirização.

Em momento conjuntural marcado pela tramitação do Projeto de Lei (PL) 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) e substitutivo do deputado Arthur Maia (PMDB-BA), que, em total afronta à legislação trabalhista e à Constituição Federal, determina o regime de terceirização total e legaliza a precarização das relações de trabalho no Brasil, a Contraf-CUT se mobilizou para formar especialistas e multiplicadores preparados para coordenarem as ações de enfrentamento junto às suas entidades sindicais e aos poderes legislativo, executivo e judiciário, bem como para analisar e elaborar propostas que se contraponham ao PL 4330 e seu substitutivo em questão.

"A Contraf-CUT está focada em formar especialistas e multiplicadores em temas centrais na luta de classes como este, com a visão de contribuir em todos os espaços de formulação, debates, representação pública e, principalmente, de ações práticas, locais, regionais e nacionais para enfrentar a terceirização e a precarização do trabalho", salienta William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.

Durante o curso, com duração de 40 horas, os participantes estudaram:

- Terceirização: conceitos e contexto socioeconômico.
- Perfil dos terceirizados nos bancos.
- A visão empresarial sobre a terceirização.
- Marco legal sobre terceirização: a Súmula 331 do TST.
- Projetos sobre terceirização em disputa no Congresso Nacional: substitutivo ao PL 4330 e o PL 1.621 do deputado federal Vicentinho (PT-SP), que impede a terceirização de atividade fim e prevê que a empresa contratante de serviços se responsabilize e garanta os direitos previstos nos acordos firmados pelo sindicato da categoria.
- A visão empresarial sobre o substitutivo ao PL 4330.
- A proposta de Projeto de Lei apresentada pelas centrais sindicais ao Governo Federal em 2009.
- Construção de propostas alternativas ao substitutivo ao PL 4330
- Impactos da terceirização nos bancos, aos bancários e ação sindical.
- Correspondentes bancários e meios de pagamento móveis: novas formas de terceirização no setor financeiro

Estratégias sindicais de enfrentamento à terceirização

Segundo William, o foco na formação sindical e política dos dirigentes sindicais na estrutura da Contraf-CUT abrange hoje, tanto o viés classista quanto o corporativo. "O conceito é o de formação permanente, seguindo a Política Nacional de Formação da CUT, e busca aliar um percurso formativo que congrega os cursos classistas da Rede Nacional de Formação da CUT com os cursos oferecidos pela própria Confederação, estes mais focados nos desafios enfrentados na organização e representação do ramo financeiro".

Para o diretor da Contraf-CUT, entre os principais desafios está o nocivo PL 4330. "O PL 4330, caso seja aprovado, eliminará todo o estoque de direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros e suas entidades sindicais em um século de muitas lutas", aponta William.

Mobilização adia votação na CCJC da Câmara

Na tarde desta terça-feira (11), graças à mobilização das entidades sindicais, na qual a Contraf-CUT exerceu papel importante, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados adiou a votação do projeto para o dia 9 de julho. Ele estava na pauta para ser votado, mas a pressão dos trabalhadores fez a diferença.

Pela manhã, houve também uma reunião entre a CUT e as demais centrais sindicais com o governo federal, na Mesa de Negociação Permanente, onde ficou definido que o Executivo irá dialogar com parlamentares e empresários para construir uma mesa quadripartite de negociação capaz de definir uma proposta consensual ao PL.

"É fundamental que a CUT e suas entidades sindicais busquem formar e especializar dirigentes, a fim de reforçar a mobilização da sociedade contra essa proposta de regulamentação da precarização do trabalho, que é nociva e prejudicial à classe trabalhadora", salienta William.

No Brasil, mais de 10 milhões de trabalhadores cumprem jornada de trabalho sob a condição de terceirizado. Para o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, "a classe trabalhadora não pode sofrer esse verdadeiro golpe, justamente no momento em que o Brasil começa a trilhar o caminho do crescimento econômico e iniciar um resgate histórico de sua imensa dívida social que o país ainda tem com sua classe trabalhadora".


Fonte: Contraf-CUT

11.6.13

Curso da Contraf-CUT e Dieese discute projetos sobre terceirização


(Matéria de quarta-feira 5/06/13, sobre o curso realizado entre 3 e 7 de junho)

Participantes aprofundam conhecimentos e focam desafios à ação sindical

A Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, está promovendo nesta semana o curso de formação "Terceirização: desafios à ação sindical", no Hotel Atibainha, em Atibaia (SP). Na terça-feira (4), os participantes estudaram os aspectos legais e ilegais da terceirização com a advogada Deborah Blanco, assessora jurídica da Contraf-CUT.

Houve também exibição de vídeos sobre o tema como, por exemplo, a audiência pública do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2011, sobre terceirização.

Os participantes ainda estudaram os projetos de lei que estão em discussão no Congresso Nacional, como o PL 4330/2004, do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), e o substitutivo do deputado federal Artur Maia PMDB-BA), bem como o projeto apresentado pelo deputado federal Vicentinho (PT-SP), construído em conjunto com as centrais sindicais em 2007.

Nesta quarta (5), os dirigentes sindicais analisaram e elaboraram propostas de melhorias para um provável projeto que se contraponha ao PL 4330 e seu substitutivo, em simulações para enfrentar o debate que está sendo pautado na Câmara dos Deputados com forte tentativa de aprová-lo.

"O PL 4330, se virar lei, acabaria por fazer uma reforma trabalhista, eliminando todo o estoque de direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros e suas entidades sindicais em um século de muitas lutas", aponta o secretário de formação da Contraf-CUT, William Mendes.

Ainda nesta quarta, os participantes analisaram as terceirizações e as precarizações nos principais bancos brasileiros.

Nesta quinta (6) e sexta (7), o curso abordará as ações e as formas de fazer o enfrentamento ao problema, assim como proteger os direitos da classe trabalhadora perante o ataque orquestrado para a liberação geral da terceirização no Brasil.


Fonte: Contraf-CUT

4.6.13

Contraf-CUT e Dieese iniciam curso Terceirização: desafios à ação sindical

 

Objetivo é formar especialistas e multiplicadores para fortalecer mobilização

A Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, abriu nesta segunda-feira (3) o curso de formação sindical "Terceirização: desafios à ação sindical", no Hotel Atibainha, em Atibaia (SP). O curso vai até sexta (7) e conta com 30 participantes oriundos de 17 sindicatos e federações de todo país.

O objetivo é desenvolver conhecimento para o enfrentamento dos gargalos oriundos da terceirização. "Vivemos um momento importante onde é necessário preparar as entidades sindicais para proteger os direitos dos trabalhadores", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT.

"Neste momento conjuntural, quando o projeto de lei (PL) 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), tramita rapidamente no Congresso Nacional, é fundamental que as entidades sindicais busquem especialização, a fim de reforçar a mobilização da CUT e da sociedade contra essa proposta de regulamentação do trabalho, que é nociva e prejudicial à classe trabalhadora", alerta William.

"Por isso, queremos formar especialistas e multiplicadores, com a visão de contribuir em todos os espaços de formulação, debates, representação pública e, principalmente, de ações práticas, locais, regionais e nacionais para enfrentar a terceirização e a precarização do trabalho", salienta o diretor da Contraf-CUT. 

O curso abordará história, conceitos, impactos da adoção da terceirização pelas empresas, principalmente pelos bancos, abordando as questões legais, normativas existentes e a realidade prática. "Ao final do curso será traçado conjuntamente um plano de ação sindical para dar conta de todos os desafios apresentados", ressalta William.

Importância da formação sindical

A Contraf-CUT tem trabalhado para se aproximar cada vez mais dos sindicatos e oferecer condições para a formação de novas lideranças e para que a ação sindical seja cada vez mais qualificada. Para isso, vem investindo significativos recursos na formação sindical, por meio de módulos formativos, elaboração de documentos que servem como subsídios, como os Cadernos Contraf-CUT, e mais recentemente com a promoção de cursos de especialização em temas atuais relevantes para a categoria e a classe trabalhadora.

O foco na formação sindical e política dos dirigentes sindicais na estrutura da Contraf-CUT abrange hoje tanto o viés classista quanto o corporativo. O conceito é o de formação permanente, seguindo a Política Nacional de Formação da CUT, e busca aliar um percurso formativo que congrega os cursos classistas da Rede Nacional de Formação da CUT com os cursos oferecidos pela própria Confederação, estes mais focados nos desafios enfrentados na organização e representação do ramo financeiro.

"Acreditamos que dirigentes sindicais (homens e mulheres) precisam se especializar para ter uma ação mais incisiva na sociedade, nas disputas de hegemonia que se apresentam, bem como na representação da classe trabalhadora, nos espaços de negociação coletiva, criando assim um processo rico e participativo de construção coletiva", enfatiza William.

O capital é organizado e os banqueiros, mais ainda. "Por isso os trabalhadores devem ter organização ainda maior para atingir seus objetivos", conclui o diretor da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT

29.5.13

CCJC da Câmara suspende reunião que tinha PL da terceirização em pauta



Foi suspensa a reunião ordinária da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara Federal, que iria ocorrer nesta terça-feira (28), às 14h30, no Anexo II, Plenário 01, em Brasília. O anúncio foi feito às 15h30 pelo presidente da CCJC, deputado Décio Lima (PT-SC).

Desta forma, todos os projetos que estavam em pauta serão discutidos na próxima reunião ordinária, na semana que vem, dentre eles o projeto de lei (PL) nº 4330/2004, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que regulamenta a terceirização e que já recebeu parecer favorável pela constitucionalidade do relator, deputado Arthur Maia (PMDB-BA).

"Fomos surpreendidos no final da tarde desta segunda-feira (27) com a inclusão do projeto na pauta da CCJC, uma vez que esse assunto será discutido na reunião entre as centrais sindicais e o governo, que está agendada para o próximo dia 11", afirma o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira.

Com a suspensão, a CUT prepara uma grande mobilização na CCJC. "Esse projeto escancara a terceirização, precariza as condições de trabalho e enfraquece a representação sindical", salienta Miguel, que integra o Grupo de Trabalho (GT) de Terceirização da CUT e foi a Brasília para acompanhar a reunião da CCJC.

"A Contraf-CUT reforça a importância da participação de sindicatos e federações de todo país na mobilização para barrar a aprovação desse projeto que atenta contra os direitos dos trabalhadores", conclui o dirigente sindical.

Também estiveram presentes na CCJC diretores do Sindicato dos Bancários de Brasília, que acompanham de perto a tramitação do projeto de lei no Congresso.


Fonte: Contraf-CUT

27.5.13

Agenda de luta - Curso sobre Terceirização e eleição Caref bb



PREPARAÇÃO DO CURSO SOBRE TERCEIRIZAÇÃO

Nesta semana, estaremos concluindo os preparativos para o curso de especialização sobre Terceirização, curso da Contraf-CUT em parceria com o Dieese, com o objetivo de preparar dirigentes para organizar o combate contra os males causados aos trabalhadores, com vagas para 25 dirigentes das entidades filiadas. O curso ocorrerá na semana que vem no interior de São Paulo.

ELEIÇÃO CAREF bb - VOTEM RAFAEL MATOS - 8.369.846

Também estamos na semana final do processo de campanha para a eleição do Conselheiro de Administração do bb eleito pelos trabalhadores.

Grande parte de nossos sindicatos cutistas da Contraf-CUT estão apoiando a candidatura do companheiro Rafael Matos, definido por nós da coordenação da Articulação Sindical no Banco do Brasil como a melhor candidatura para atuar em conjunto com os sindicatos e a Contraf-CUT na defesa do funcionalismo do bb e lutar para corrigir o papel desse banco público tão importante para o país.

RESOLUÇÕES 24º CNFBB

Estamos também finalizando os relatórios das resoluções debatidas e aprovadas pelo/as delegado/as do Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado na semana passada em São Paulo com a participação de 318 pessoas de todas as bases sindicais do país.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

20.5.13

Nesta segunda fiquei de molho em casa...

Após uma sequência grande de estresse por algumas semanas e após finalizar o 24º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, acabei ficando de molho em casa hoje ainda com problemas de sinusite e inflamação na garganta.

Tô meio quebrado.

Vamos ver se melhoro nesta terça.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
"A GENTE" SOMOS HUMANOS...

16.5.13

Contraf promove curso de formação com especialização em terceirização

A Contraf-CUT em parceria com o Dieese realiza de 3 a 7 de junho o curso de formação sindical com especialização em terceirização, no Hotel Atibainha, em Atibaia (SP), com 25 vagas. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas através das federações filiadas.

As entidades devem avaliar a possibilidade de inscrever dirigentes sindicais que se comprometam com a tarefa de estudar o tema, desenvolver conhecimento para o enfrentamento dos problemas oriundos da terceirização, tornarem-se multiplicadores e que possam contribuir em todos os espaços de formulação, debates, representação pública e, principalmente, ações práticas, locais, regionais e nacionais.

Segundo William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT, "o objetivo do curso é formar lideranças sindicais nesta temática, para que tenham a compreensão política e fática dessa forma de organização da produção e gestão de mão de obra, baseada fortemente no conceito de divisão do trabalho e contribuir no enfrentamento para a manutenção e ampliação dos direitos da classe trabalhadora no Brasil, nesse novo cenário mundial".

O curso abordará história, conceitos, impactos da adoção da terceirização pelas empresas e particularmente pelos bancos, abordando as questões legais, normativas existentes e a realidade prática.

"Ao final do curso será traçado conjuntamente um plano de ação sindical para dar conta de todos os desafios apresentados", salienta William.

Formação é indispensável para a luta

A Contraf-CUT tem trabalhado para se aproximar cada vez mais dos sindicatos e oferecer condições para a formação de novas lideranças e para que a ação sindical seja cada vez mais qualificada. Para isso, vem investindo bastante recursos na formação sindical, através de módulos formativos, elaboração de documentos que servem como subsídios, como os Cadernos Contraf-CUT, e mais recentemente com a promoção de cursos de especialização em temas atuais relevantes para a categoria e a classe trabalhadora.

O foco na formação sindical e política dos dirigentes sindicais na estrutura da Contraf-CUT abrange hoje tanto o viés classista quanto o corporativo. O conceito é o de Formação Permanente, seguindo a Política Nacional de Formação da CUT, e busca aliar um percurso formativo que congrega os cursos classistas da Rede Nacional de Formação da CUT com os cursos oferecidos pela própria Confederação, estes mais focados nos desafios enfrentados na organização e representação do ramo financeiro.

"Acreditamos que dirigentes sindicais, homens e mulheres, precisam se especializar para ter intervenção mais incisiva na sociedade, nas disputas de hegemonia que se apresentam, bem como na representação da classe trabalhadora, nos espaços de negociação coletiva, criando assim um processo rico e participativo de construção coletiva", enfatiza William.

O capital é organizado e os banqueiros, mais ainda. "Por isso os trabalhadores devem ter organização ainda maior para atingir seus objetivos", salienta o diretor da Contraf-CUT.

"Neste momento conjuntural, quando o projeto de lei (PL) 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), tramita rapidamente no Congresso Nacional, é fundamental que as entidades filiadas à Contraf-CUT inscrevam 25 dirigentes sindicais para buscarem especialização na temática da terceirização, a fim de reforçar a mobilização da CUT e da sociedade contra essa forma proposta de regulamentação do trabalho, que é nociva e prejudicial à classe trabalhadora", convoca William.


Fonte: Contraf-CUT