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24.3.16

Alegrias e tristezas da representação na área da saúde


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta quinta-feira 23, cumprimos agenda de trabalho em São Paulo e no ABC. 


Reunião de posse dos delegados sindicais do Seeb SP.

PALESTRA SOBRE A CASSI EM REUNIÃO DE DELEGADOS SINDICAIS

Após dormir somente três horas de terça para quarta, saímos de Brasília para participar da reunião de posse dos representantes sindicais de base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. Fomos convidados pelo Sindicato, que arcou com as despesas de passagem e hospedagem. Agradecemos a oportunidade.

Fizemos uma apresentação sobre a nossa Caixa de Assistência (Cassi) e após a palestra, participamos do debate com as lideranças dos bancários. Fiquei feliz em rever tantos amigos, inclusive o representante de minha agência, Vila Iara - Osasco.


Reunião com funcionários da CliniCassi ABC e
 conselheiros de usuários do ABC.

VISITA À CLINICASSI ABC E SINDICATO DOS BANCÁRIOS ABC

Na parte da tarde, conhecemos a CliniCassi ABC, onde realizamos uma ótima reunião com os funcionários da Cassi e com conselheiros de usuários da região. Aprendemos muito todos juntos na reunião.

Depois visitamos o Sindicato dos Bancários e fizemos reunião com as lideranças do Sindicato. A reunião também foi muito positiva. Revi grandes companheir@s.

Nosso dia de trabalho contou com a participação de nossa gerência da Unidade Cassi SP.


Reunião com dirigentes do Sindicado dos Bancários do ABC.

Esta parte de meu trabalho de gestão na Cassi como eleito, de ir às bases sociais que representamos, sempre tem algo que nos acrescenta como representante eleito e como ser humano.

Tenho ouvido depoimentos que nos emocionam. Hoje, ouvi um depoimento de uma colega do BB que, após nossa palestra na Conferência de Saúde da Cassi, entendeu melhor como a nossa entidade funciona e hoje ela e toda a família participam da Estratégia Saúde da Família. Poxa, fiquei feliz e vi um sentido naquilo que estamos fazendo.

As conversas com os funcionários da Cassi também têm sido outro momento que nos dá muita satisfação. Sempre é tempo de agradecer ao corpo de trabalhadores da Cassi pelo belo trabalho que realizam para nós, bancários e associados da entidade.

Ao abrir meu blog vejo um novo depoimento de um colega do Banco que diz o quanto melhorou sua saúde ao entrar para a Estratégia Saúde da Família (ESF).

APESAR DAS ALEGRIAS, TEMOS AS DECEPÇÕES...

Ao chegar à noite ao hotel, fui ver rapidamente e-mails e vi um que chateia a gente.

Tem um participante que está escrevendo em redes sociais aqueles exageros depreciativos contra a Diretoria da Cassi (até aí, tudo bem, faz parte e ele está no direito dele). Agora, ficar batendo na nossa entidade Cassi, "denunciando" que teve medicamentos de seu dependente cortado de forma "irregular" e com ares de injustiça e desatenção, eu não acho adequado porque não é verdade.

O colega está sendo atendido e informado o tempo todo sobre o andamento da solução para atender à sua demanda. O medicamento NÃO é abonável pela Cassi. Mesmo assim, pelo fato de a Cassi sempre ter algo a mais que as outras operadoras e planos de saúde, temos instâncias de recursos de participantes para recorrer sobre uma negativa técnica. (abordamos o assunto no Boletim dos Eleitos nº 2 - ler AQUI)

Além da Unidade Cassi manter o participante informado sobre o andamento de seu pedido, eu mesmo lhe respondi por e-mail que seu caso seria avaliado por um Comitê de Participantes e que não cabe a nenhum dos diretores da Cassi interferir na decisão porque ela é técnica e de alçada do Comitê que avalia.

Seu caso foi atendido mais uma vez pelo Comitê (como nos pedidos anteriores) e a decisão do Comitê foi ratificada pela Diretoria nesta semana. O participante será informado dentro dos trâmites normais.

Mas ele insistiu em reclamar em redes sociais (escreveu "maldade da atual diretoria") e alimentou falas negativas e algumas críticas absurdas à Cassi nas redes sociais. Isso porque a Cassi já atende à demanda de saúde dele de forma excepcional, pois a Caixa de Assistência faz tudo o que pode pelo participante. 

Isso chateia, mas faz parte. A gente convive com isso e segue defendendo com toda a energia a Caixa de Assistência porque essa entidade é maravilhosa e não tem similar no mercado de saúde.

Vamos dormir, mas tivemos um dia de gestão e trabalho em defesa da Cassi muito positivo. Vale a pena o esforço que estamos fazendo por nossa entidade de saúde.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

21.3.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde (DF e SP)


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi DF.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Iniciamos mais uma semana de trabalho na gestão de nossa Caixa de Assistência e na defesa do modelo assistencial da Cassi de Atenção Integral à Saúde e da Estratégia Saúde da Família (ESF).

Definimos para o planejamento 2016 da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento ampliar a visita às bases sociais da Cassi nos 26 Estados e Distrito Federal e aproximar a nossa entidade de saúde dos associados da ativa e aposentados e suas entidades representativas e buscando parcerias tanto com elas como também com o patrocinador Banco do Brasil, porque temos cem mil bancários na ativa e o nosso desejo e a missão da Cassi é fazer promoção de saúde e prevenção de doenças, reabilitando e recuperando os nossos participantes para uma vida melhor.

Após visitarmos em busca de parcerias em saúde, neste ano, as bases sociais de São Paulo, Amapá, Rondônia, Rio de Janeiro e Minas Gerais, agora é a vez do Distrito Federal.


Fizemos reunião com os funcionários e depois 
com os gestores da Unidade Cassi DF.

Hoje tivemos a felicidade de nos reunirmos com os funcionários da Unidade Cassi DF e CliniCassi Brasília Norte. Temos aproveitado a oportunidade de fazer uma agenda de trabalho nos Estados como responsável que somos pelas áreas próprias da nossa entidade - Unidades e CliniCassi - para conversar com os nossos funcionários, que são um grande patrimônio da Cassi. 

Falamos sobre a situação atual de nossa entidade, da crise no setor saúde como um todo, nas negociações com o BB e de perspectivas de trabalho para o momento seguinte à solução do déficit do Plano de Associados. Nos comprometemos a continuar divulgando e defendendo o nossos modelo de saúde que é fundamental para a sustentabilidade de nossa Caixa de Assistência e é o melhor para cuidar de nossos participantes, além de usar de forma mais racional os recursos da entidade.

Após a reunião com os funcionários, realizamos reunião de gestão da Unidade Cassi DF com os principais gestores, trocamos algumas informações e definimos algumas linhas de trabalho para nossa Unidade DF.


REUNIÃO COM O CONSELHO DE USUÁRIOS DA CASSI DF

No período da tarde, nos reunimos com lideranças do Conselho de Usuários da Cassi DF e durante quase quatro horas pudemos fazer uma boa reunião abordando os mais diversos temas de interesse da Cassi e dos associados, do Banco do Brasil e da Comunidade BB.


A PROMOÇÃO DE SAÚDE E A DEFESA DA CASSI NÃO PODE PARAR

É isso! O mundo e o nosso mundo estão passando por uma crise gravíssima tanto política quanto econômica e sobretudo de valores. Mas toda essa crise amplia nossa necessidade de construir uma agenda positiva na Comunidade BB em defesa da Saúde de nossos bancários e bancárias, dependentes e familiares. Isso é muito importante para todos porque a crise também adoece todos nós.

Seguimos firmes em nossos objetivos e tarefas para a Cassi e seus associados. Nossa agenda hoje ainda vai longe porque temos uma grande pauta a ser estudada (que comecei a ler no fim de semana) para a reunião de Diretoria na terça e demandas a serem liberadas. Mas juro que não abro mão de ir conversar com nossas bases sociais. Quanto maior a crise, maior a nossa necessidade de nos aproximarmos das pessoas e buscarmos unidade em prol de algo bom, de um projeto de saúde.

Nesta semana ainda estarei junto à base social da Cassi em São Paulo e no ABC. Acreditamos nisso!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)


AGENDA DA SEMANA

SEGUNDA 21 (DF)

Reunião com funcionários e gestores da Cassi em Brasília. Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi DF.

Leitura da pauta da reunião de Diretoria da terça.

Post Scriptum (1:40h de terça):

Após sair da Cassi por volta das 20h, fui para casa, terminei um documento que tinha que enviar até meia-noite de 21/3 no âmbito da Cassi.

Depois tratei de finalizar o Boletim dos Eleitos. Está diagramando para publicação nesta semana.

Por fim, retomei a pauta de leituras da reunião de Diretoria desta terça.

É 1:40h e preciso dormir um pouco e retomar pela manhã de terça cedo.

Fui...


TERÇA 22 (DF)

Dia de reunião da Diretoria Executiva da Cassi.

Post Scriptum (21:05h):

Terminando o dia de trabalho aqui na sede da Cassi em Brasília. Foi um longo dia de reunião de Diretoria. Começamos bem cedo e vamos sair agora da Caixa de Assistência.

Amanhã teremos agenda de trabalho madrugando para voarmos para compromissos em São Paulo para fortalecer a nossa entidade de saúde.


QUARTA 23 (SP)

Dia de trabalho em São Paulo. Convite do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região para fazer palestra sobre a Cassi em reunião de delegados sindicais do BB. As despesas de ida e volta do Diretor de Saúde são por conta da entidade sindical. Desde já, agradecemos o convite e a oportunidade.

Na quarta à tarde, visita à CliniCassi ABC e ao Sindicato dos Bancários do ABC com agenda em defesa da nossa Cassi.


QUINTA 24 (SP)

Reunião de gestão na Unidade Cassi SP.



Post Scriptum (durante confecção da postagem em 21/3/16, segunda-feira):

Depois da parte que nos dá grande satisfação, falar com o corpo social, fui para a sede da Cassi às 18h. Saí tão cansado da sede por volta de 20h e estressado devido aos problemas que lá temos, que precisei ouvir um rock pesado até para poder fazer nossa postagem. Relembrei meus velhos tempos de adolescência e ataquei de AC/DC. Pelos velhos tempos... (agora vou caminhar uma hora para poder retomar meu trabalho até tarde...)

AC/DC... Thunderstruck, Highway to Hell, T.N.T., Rock N Roll Train, Whole Lotta Rosie, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, For Those About to Rock (We Salute You), Hells Bells. Por fim ouvi umas três do Pink Floyd...


(Atualizada em 25/3/16, à 1:20h da manhã)

FECHANDO A SEMANA DE TRABALHO

Olá companheir@s, amig@s e colegas da Comunidade Banco do Brasil,

Fechamos mais uma semana de luta e gestão de nossa Caixa de Assistência (Cassi).

A agenda alternou longa jornada interna com debate de dezenas de súmulas na reunião de Diretoria desta semana na Sede e muito debate com a nossa base social e com as entidades representativas do funcionalismo.

DEBATES COM A BASE SOCIAL DA CASSI

Conversei com dezenas de lideranças a respeito da Cassi, do setor de saúde, dos nossos projetos em defesa da saúde dos associados e nossas estratégias para ampliar o envolvimento de tod@s no modelo assistencial de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF).

Estivemos com o Conselho de Usuários da Cassi DF, falamos com os funcionários da Cassi em Brasília, debatemos com dezenas de representantes sindicais de base no Sindicato dos Bancários em São Paulo, depois conversamos com funcionários da CliniCassi ABC, estivemos no Sindicato dos Bancários do ABC e nesta quinta passamos o dia em reunião de trabalho e gestão na Unidade Cassi SP.

Apesar de nosso coração apertado por causa da crise política e do ataque golpista e fascista contra a democracia em nosso país (golpe liderado por uma elite e políticos corruptos), tenho conseguido fazer a agenda de trabalho da Diretoria de Saúde fielmente ao que planejamos para o ano de 2016.

Agradeço de coração à recepção fraterna que tivemos em todos os compromissos que cumprimos e aberta às nossas propostas de lutar pela pauta da saúde. Tenho ouvido depoimentos que nos emocionam e nos incentivam a continuar firmes no nosso trabalho pela Cassi e pela saúde dos associados.

Bom feriado a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes

Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

19.8.12

Banco não pode impedir acesso de cliente ao caixa


Vejam resolução abaixo e depois uma matéria a respeito do tema.

RESOLUÇÃO 3.694

Dispõe sobre a prevenção de riscos
na contratação de operações e na
prestação de serviços por parte de
instituições financeiras e demais
instituições autorizadas a
funcionar pelo Banco Central do
Brasil.

O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 26 de março de 2009, com base no art. 4º, inciso VIII, da referida lei,

R E S O L V E U:

Art. 1º As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem contemplar, em seus sistemas de controles internos e de prevenção de riscos previstos na regulamentação vigente, a adoção e a verificação de procedimentos, na contratação de operações e na prestação de serviços, que assegurem:

I - a prestação das informações necessárias à livre escolha e à tomada de decisões por parte de seus clientes e usuários, explicitando, inclusive, as cláusulas contratuais ou práticas que impliquem deveres, responsabilidades e penalidades e fornecendo tempestivamente cópia de contratos, recibos, extratos, comprovantes e outros documentos relativos a operações e a serviços prestados;

II - a utilização em contratos e documentos de redação clara, objetiva e adequada à natureza e à complexidade da operação ou do serviço prestado, de forma a permitir o entendimento do conteúdo e a identificação de prazos, valores, encargos, multas, datas, locais e demais condições.

Art. 2º As instituições referidas no art. 1º devem divulgar, em suas dependências e nas dependências dos estabelecimentos onde seus produtos são ofertados, em local visível e em formato legível, informações relativas a situações que impliquem recusa à realização de pagamentos ou à recepção de cheques, fichas de compensação, documentos, inclusive de cobrança, contas e outros.

Art. 3º É vedado às instituições referidas no art. 1º recusar ou dificultar, aos clientes e usuários de seus produtos e serviços, o acesso aos canais de atendimento convencionais, inclusive guichês de caixa, mesmo na hipótese de oferecer atendimento alternativo ou eletrônico.

§ 1º O disposto no caput não se aplica às dependências exclusivamente eletrônicas nem à prestação de serviços de cobrança e de recebimento decorrentes de contratos ou convênios que prevejam canais de atendimento específicos.

§ 2º A opção pela prestação de serviços por meios alternativos aos convencionais é admitida desde que adotadas as medidas necessárias para preservar a integridade, a confiabilidade, a segurança e o sigilo das transações realizadas, assim como a legitimidade dos serviços prestados, em face dos direitos dos clientes e dos usuários, devendo as instituições informá-los dos riscos existentes.

Art. 4º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Ficam revogadas as Resoluções ns. 2.878, de 26 de

julho de 2001, e 2.892, de 27 de setembro de 2001.

Brasília, 26 de março de 2009.

Henrique de Campos Meirelles
Presidente

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Banco não pode impedir acesso de cliente ao caixa

Diário do Grande ABC - Santo André/SP - ECONOMIA - 19/08/2012 - 07:00:00

Todos os meses o aposentado andreense Trajano José das Neves, como muitos outros em condição parecida, vai até uma agência do Bradesco no Centro de Santo André para resgatar seu benefício. Ele sempre aproveita para pagar algumas contas de consumo e serviços. Mas na semana passada teve uma surpresa. Os funcionários da instituição financeira não deixaram que ele liquidasse suas dívidas no guichê e indicaram o caixa eletrônico, do lado de fora das portas giratórias, para que ele efetuasse a operação.

Neves assumiu seu desconhecimento sobre tecnologia. Para ele, o caixa eletrônico nunca foi, ou será, um meio de pagamento confiável. Além da falta de familiaridade com a máquina, ele afirmou se sentir inseguro para realizar suas operações no autoatendimento. "Eles (funcionários) falaram que contas abaixo de R$ 1.000 só poderiam ser pagas nos caixas eletrônicos. Fiz um escândalo no banco", contou o aposentado.

O Bradesco, localizado na Rua Bernardino de Campos, poderia afirmar que a conta de Neves estava incluída em um contrato ou convênio da instituição com outra empresa para prestar serviço de cobrança ou recebimento, situação em que pode haver exclusividade de canal de atendimento. Mas alegar que a conta do aposentado não tinha valor suficiente para ser liquidada no guichê vai contra as regras do BC (Banco Central). A própria Febraban (Federação Brasileira de Bancos), entidade que representa essas empresas, diz que o cliente não pode ser barrado em um canal de atendimento por causa do valor da conta.

Segundo a Resolução 3.694 do BC, a regra geral é que os bancos não podem recusar ou dificultar aos clientes o acesso a canais de atendimento convencionais, principalmente o guichê. E em caso de convênios, a instituição precisa garantir a segurança e integridade do cliente, sensações que Neves não sentiu no local.

Ele ficou sem pagar a conta no banco. Mas foi ao Procon de Santo André e registrou reclamação. O órgão contatou o banco, que ligou ao aposentado pedindo desculpas pelo ocorrido. "Não estou satisfeito. Muitos como eu querem pagar as contas no caixa, se sentem inseguros e isso não pode acontecer. Uma desculpa não muda nada", criticou Neves.

A equipe do Diário foi até a agência e recebeu informações de funcionários de que quando o local está cheio há direcionamento para que os clientes realizem suas operações nos caixas eletrônicos, tudo acompanhado por atendentes treinados.

Essa foi a mesma resposta que a agência deu para o questionamento do Procon. Segundo o relatório de atendimento do órgão copiado para Neves, o gerente da agência afirmou que "realmente os clientes estão sendo orientados a utilizar os caixas eletrônicos, ou correspondente bancário, devido ao grande volume de clientes nesta agência, porém não há proibição caso o consumidor deseje enfrentar a fila do idoso, ou outra fila, ficando a critério do cliente".

Em nota, o Bradesco destacou que "esta não é uma prática do banco. Os canais de autoatendimento são mais uma opção aos clientes, que podem realizar diferentes operações bancárias". E afirmou que vai "avaliar o ocorrido para adotar as medidas necessárias, a fim de corrigir eventuais falhas e melhorar cada vez mais a qualidade do atendimento".

BATALHA - O Sindicato dos Bancários do Grande ABC afirmou lutar contra posições dos bancos como a tomada pelo Bradesco no caso do aposentado. "O intuito do banco é tirar cada vez mais funcionários de dentro das agências", disse um dos diretores da entidade, Elson Siraque, destacando que as instituições estão reduzindo muito seus quadros de funcionários. "O lucro dele (banco) é pouco sobre os pagamentos de contas. Eles querem atender os negócios deles, como empréstimos."

16.11.10

Banqueiros seguem com sua meta de extinguir os direitos bancários e contam até com administrações petistas para isso


CORRESPONDENTES BANCÁRIOS

segunda-feira, 15 de novembro de 2010 18:27


Mercado Municipal de São Bernardo terá correspondente bancário da CEF

Do Diário do Grande ABC

Como parte do processo de revitalização do Mercado Municipal Hélio Masini, no Bairro Rudge Ramos, a Prefeitura de São Bernardo do Campo inaugura amanhã, às 10h, com a presença do prefeito Luiz Marinho, um correspondente bancário da Caixa Econômica Federal (CEF) no local. O endereço ganhará ainda três caixas eletrônicos, entre os quais da própria CEF e do Banco do Brasil. Outras bandeiras também estão sendo analisadas.

A unidade será implantada no mezanino do mercado e faz parte das comemorações do 42º aniversário do estabelecimento, fundado no dia 10 de novembro de 1968. Neste espaço também será incorporada em breve uma Praça de Alimentação.

Para o diretor de Comércio e Serviços da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sdet), Valter Moura Júnior, a chegada desse posto ao mercado vai facilitar o dia a dia tanto dos comerciantes quanto dos consumidores. "O correspondente oferecerá diversos serviços bancários, entre os quais pagamento de contas, saques, depósitos e transferências, entre outros, mas em menor escala. Esse atendimento será muito importante devido ao perfil do consumidor do mercado, que na maioria das vezes prefere pagar suas contas com dinheiro ao invés de usar o cartão. Além disso, os comerciantes terão mais comodidade para efetuar suas operações", cita Valter Moura Júnior.

COMENTÁRIO: ISSO VAI SER UMA BELEZA PARA OS ASSALTANTES, POIS UMA DAS MARAVILHAS DO CORRESPONDENTE BANCÁRIO É LIVRAR A CARA DOS BANQUEIROS COM RELAÇÃO AOS CUSTOS NORMAIS DE OPERAÇÃO E A NÃO EXIGÊNCIA DE SEGURANÇA BANCÁRIA PARA PROTEGER OS TRABALHADORES, CLIENTES E USUÁRIOS.

História - No dia 10 de novembro de 1968, inaugurava-se o Mercado Municipal de Rudge Ramos, que, atualmente, leva o nome de Mercado Municipal Hélio Masini. Localizado no bairro de Rudge Ramos, é um dos pontos comerciais mais tradicionais da cidade e oferece a oportunidade de encontrar em um só local uma infinidade de artigos.

Único mercado da região do Grande ABC que resistiu ao tempo, o estabelecimento registra em torno de mil visitantes por dia de semana e quase o dobro nos finais de semana. Com 65 estabelecimentos, entre lojas de roupas, sapatos e lanchonetes, além dos tradicionais estandes de frutas e especiarias, o empreendimento funciona de segunda a sábado, das 8h às 18h. O Mercado Municipal fica na Avenida Caminho do Mar, 3.344, no Rudge Ramos.

A administração do prédio é da Prefeitura e conta com a parceria da Associação dos Lojistas para manter a ordem e a limpeza, proporcionando aos usuários segurança e bem-estar.

COMENTÁRIO: SE NÃO CONSEGUIRMOS BARRAR ESSA SANHA DE PRECARIZAR E TERCEIRIZAR O TRABALHO BANCÁRIO, NÓS SEREMOS EXTINTOS ENQUANTO CATEGORIA ORGANIZADA COM DIREITOS COLETIVOS HÁ DÉCADAS.

31.8.10

Contraf-CUT questiona novo modelo de correspondente bancário da Caixa


A Contraf-CUT enviará nesta terça-feira, 31, correspondência à presidenta da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, solicitando esclarecimentos sobre o novo modelo de correspondentes bancários criado pelo banco. Com postos criados exclusivamente para a prestação de serviços bancários, a novidade pode se tornar um meio de precarização das condições de trabalho e salário dos bancários e fugir da regulamentação do Banco Central.

Segundo matéria da edição do jornal Valor Econômico publicada nesta segunda-feira, 30 de agosto, três novas unidades de correspondentes bancários serão inauguradas em São Bernardo do Campo pela empresa Transmarketing Transações, "com atuação nos mais diversos setores, da área de comunicação ao mercado de rastreamento de veículos." Os novos postos terão como finalidade exclusiva a atividade bancária, ao contrário do que acontece nos correspondentes até hoje existentes - em geral, lotéricas, padarias e outros estabelecimentos comerciais que se cadastram para oferecer alguns serviços bancários.

A reportagem descreve um dos novos postos: "Em uma estrutura separada por paredes de vidro blindado, contam com mesas para gerentes - e cadeiras para os clientes -, caixa e cofre." O jornal compara o modelo a uma "franquia" e aponta uma diferença crucial no novo parceiro da Caixa em relação aos anteriores: "(...) o modelo de correspondentes bancários equivalia, até então, ao de um segmento pulverizado. Cada loja ou farmácia funcionava, isoladamente, como um braço de serviços do banco ao qual está ligado. (...) No caso da Transmarketing, a empresa faz o trabalho de prospecção dos locais que apresentam demanda de serviços bancários, aluga espaços no comércio da região e monta toda a infraestrutura de atendimento."

Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e empregado da Caixa, o modelo é uma incógnita. "O presidente da nova parceira da Caixa declarou ao Valor que cada unidade custará entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Como quer expandir para 20 unidades somente em São Bernardo, o investimento pode chegar a R$ 2 milhões. Se os postos movimentarão dinheiro o bastante para dar lucro mesmo com esse investimento, não se justificaria a instalação de agências?", questiona.

Plínio avalia ainda que o modelo foge do objetivo traçado para os correspondentes na regulamentação do Banco Central - que já é alvo de críticas do movimento sindical bancário. "Para um pequeno comércio que se torna correspondente, a parceria com a Caixa não exige dele grande investimento, transformando-se em um bom negócio. A partir do momento em que o correspondente se torna um estabelecimento exclusivamente bancário, o investimento só se justifica se trouxer alto retorno financeiro, o que não ocorre em localidades realmente sem recursos ou muito afastadas", afirma.

"Além disso, certamente esses novos correspondentes representarão uma forma de precarizaçaõ das condições de trabalho de seus trabalhadores. A Transmarketing seguirá a Convenção Coletiva Nacional dos bancários, com jornada de seis horas, piso unificado, PLR e outros direitos?", questiona o dirigente. "Mesmo lotéricas e agências do Correio já foram autuadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que determinou que os trabalhadores que realizam serviços típicos de bancários cumpram a jornada de trabalho de seis horas, prevista na CCT. O mesmo deverá ocorrer com as novas unidades", lembra.

Fonte: Contraf-CUT


COMENTÁRIO: esse tipo de contratação de prestação de serviço bancário é ILEGAL e fere os direitos dos trabalhadores. É necessário fazer ação sindical nos locais e entrar com denúncia na justiça como INTERPOSIÇÃO FRAUDULENTA DE MÃO DE OBRA.