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4.8.16

Mesa de negociação da Cassi cobra respostas do BB sobre a situação do plano de saúde


(reprodução de matéria da Contraf-CUT de 02/8/16)

Representantes dos trabalhadores e do Banco se
reúnem em mesa de negociação da Cassi.
Foto: Aguinaldo de Azevedo.

Nova rodada está prevista para meados do mês de agosto, em data a ser definida nos próximos dias

Na rodada de negociações da Cassi desta segunda-feira, dia 1º de agosto, as entidades representantes do funcionalismo da ativa e aposentados novamente cobraram do BB medidas emergenciais para reforço de caixa na Cassi, bem como proposta que envolva a sustentabilidade do Plano.

As entidades resgataram a fala do Banco em mesas anteriores, de que não haveria falta de recursos para pagar prestadores, cobraram um posicionamento sobre a antecipação dos recursos do SiBet e também o andamento dos projetos de ações estruturantes.

Sobre a questão de não deixar faltar recursos, o BB afirmou que tem procurado estudar todas as possibilidades, como foi a antecipação do 13º solicitada pelos representantes dos funcionários na mesa de negociações.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a situação é crítica e exige que tenhamos respostas mais concretas. “Não queremos que a Cassi deixe de pagar prestadores, o que agravará os problemas de atendimento aos funcionários, aposentados e seus dependentes”, disse.

O Banco informou que foi creditado um valor de 5 milhões referente a despesas de ressarcimento de PAS e outras rubricas, recursos que já foram tratados na mesa de negociação e cujo repasse de outros valores também já foi feito anteriormente.

Sobre a antecipação do SiBet e outras formas de antecipação, o BB informou que ainda não tem segurança acerca dos riscos contábeis e jurídicos dessas operações, mas que continua estudando as medidas.

O Banco solicitou um tempo de cerca de duas semanas para concluir os estudos em andamento, quando apresentará mais respostas à Mesa de Negociação.

Nova rodada está prevista para meados do mês de agosto, em data a ser definida nos próximos dias.

Fonte: Contraf-CUT

26.10.15

21º dia de greve - Bancários do BB avaliarão em assembleias proposta específica




COMENTÁRIOS DO BLOG:

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Após 3 semanas de greve (21 dias), os colegas vão apreciar nas assembleias desta segunda-feira 26 as propostas da Fenaban (mesa geral CCT) e as propostas específicas da direção do BB (ACT).

Vejo na proposta específica, questões importantes para a cesta de direitos dos funcionários. 

Eu só lamento que a direção do BB e o Governo não tenham incluído para avaliação dos bancários propostas para a questão do déficit do Plano de Associados (sustentabilidade da Cassi). O plano de saúde dos funcionários da ativa e aposentados apresentou em 2014 déficit de 177 milhões e tem previsão de fechar o ano de 2015 com mais de 200 milhões de déficit, consumindo as reservas livres do Plano. Para 2016, a previsão de déficit é maior ainda, podendo chegar a 300 milhões. Sem aportes por parte do patrocinador BB, as partes envolvidas - associados, entidades representativas, eleitos na Cassi e Banco - terão que negociar medidas nos próximos dias.

Sei que os sindicatos cobraram e sei que a direção do BB e Governo não se sensibilizaram para um problema que eles têm responsabilidade na gestão da Cassi, porque estão lá com seus indicados na Direção e nos Conselhos, de forma paritária, e não encaminharam as obrigações definidas por todos em 2007 - associados e Banco -, inclusive com aporte específico de 300 milhões à época, para aprofundar o modelo assistencial de Atenção Integral à Saúde com CliniCassi e Estratégia Saúde da Família (ESF) para o conjunto dos participantes, que traria melhores perspectivas no uso dos recursos fixos do plano de saúde dos funcionários.

De minha parte, como representante eleito pelos associados na Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento (justamente a diretoria responsável pelas CliniCassi e pela ESF), estarei no instante seguinte ao final da campanha dos bancários 2015, trabalhando da mesma forma que já estamos fazendo para seguir nos objetivos de avançar no Modelo Assistencial, definido por TODOS desde 1996 e ainda não estendido para o conjunto dos mais de 700 mil participantes dos planos de saúde da Cassi.

Boa assembleia a tod@s e a luta continua SEMPRE! Sigo à disposição dos associados e de suas entidades representativas.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito)


(Matéria da Contraf-CUT de 24/10/15, sábado)


Proposta foi apresentada neste sábado (24), em São Paulo.

Funcionários do Banco do Brasil conquistam reivindicações específicas

O Comando Nacional orienta aprovação da proposta nas assembleias que serão realizadas em todo o Brasil



A proposta específica apresentada pelo Banco do Brasil ao Comando Nacional dos Bancários, assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (COE BB), neste sábado (24), traz respostas para vários segmentos dentro Banco. A orientação do Comando Nacional é que seja analisada em seu conjunto como avanço dentro do funcionalismo.

Segurança nas portas giratórias, o compromisso de o BB pagar a PLR dos cedidos na Cassi, que traz economia para nossa Caixa de Assistência, itens de isonomia para oriundos de bancos incorporados e inclusão de caixas, escriturários e atendentes de SAC e CABB podendo conquistar bolsa de graduação são alguns dos destaques da proposta.

Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, destacou que os temas dos grupos de trabalho com prazo de início e fim e com relatório de conclusão serão de extrema importância para a categoria. “Nós trataremos de ascensão profissional, prevenção de conflitos e saúde do trabalhador. Estes grupos de trabalho são uma conquista, pois além dos temas base, em um deles debateremos o fim dos códigos de greve para evitar a pressão sobre os funcionários diante do direito de reivindicar”, explicou.

“A greve no BB foi fundamental para conseguirmos romper a intransigência dos bancos e conseguirmos aumento sem perda, além de romper uma lógica de desconto dos dias parados. Este ponto foi tratado com grande cuidado pelo Comando, pois entendemos o grande esforço dos grevistas que sustentaram a nossa pressão nas mesas de negociação”, completou Wagner Nascimento.

As horas negativas que poderão ser convertidas em abono não se referem a horas de greve. Estas terão sistema de compensação específico.

Por todo o conjunto de propostas apresentadas pelo Banco, a manutenção do modelo de PLR e ainda a proposta de reajuste conquistada na luta pelas bancárias e pelos bancários de todo o Brasil, o Comando Nacional orienta a aprovação da proposta.


Proposta PLR – Principais exemplos

Cargo............................... Quantidade de salários

Primeiros gestores........................... 1,86

Demais gestores............................... 1,59

Primeiro nível assessoramento UE.... 1,59

Gerência média................................. 1,56

Demais analistas e assessores.......... 1,56

Comissionados, FG e FC (plenos)...... 1,48


Valores Fixos

Escriturário.................................. 4.952,94

Caixa executivo............................ 5.420,74


Proposta completa das reivindicações (propostas) específicas Banco do Brasil

Clausuladas:

- Será permitido o provimento transitório das funções de Gerente de Relacionamento e Gerente de Serviços em Unidades de Negócios nos casos de ausência por licença-saúde a partir do 61º dia de afastamento consecutivo.

- Aumentar em 20% o valor do auxílio-creche-dependentes com deficiência a partir da constatação da deficiência.

- Serão estendidos aos funcionários egressos de Bancos incorporados optantes pelo regulamento de pessoal do Banco os seguintes benefícios:

- Perícia Odontológica (PAS)

- Deslocamento para tratamento de saúde no País (PAS)

- Doação ou recepção de órgãos e tecidos – transplante (PAS)

- Remoção táxi aérea (PAS)

- Licença para acompanhar pessoa enferma da família (Lapef)

- Será concedida aos funcionários que exercem a função atendentes no SAC a prerrogativa do prazo de carência de 1 ano para a concorrência à remoção e nomeação via TAO.

- O saldo de horas não trabalhadas correspondente ou superior a uma jornada de trabalho poderá ser compensado com a utilização de folgas e abonos.

- A ausência autorizada de um dia útil por ano para acompanhamento em internação hospitalar de cônjuge, companheiro(a), inscritos no Banco ou no INSS, filho e pais, poderá ser utilizada em horas, observada a jornada de trabalho praticada na data da assinatura do ACT.

- As ausências autorizadas de dois dias úteis por ano para acompanhar filho ou dependente, menores de 14 anos a consulta/tratamento médico-odontológico, poderão ser utilizadas em horas, observada a jornada de trabalho praticada na data da assinatura do ACT.

- As ausências autorizadas de dois dias úteis por ano para acompanhar o filho ou dependente com deficiência em consulta/tratamento médico-odontológico, poderão ser utilizadas em horas, observada a jornada de trabalho praticada na data da assinatura do ACT.

- O Banco facultará a ausência de funcionários eleitos, que não sejam representantes sindicais de base ou dirigentes sindicais, limitado a 60 funcionários por ano, para a participação do Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil e da Contraf-CUT.

- Será permitida a utilização das ausências do representante sindical de base eleito para participação no evento da posse.

- Serão instituídas mesas temáticas sobre ascensão profissional, prevenção de conflitos, resultados do PCMSO, e saúde no trabalho com o prazo de 120 dias para a conclusão a partir da data de instalação.

- Oferta de 4 mil bolsas de estudo para cursos de graduação, destinadas aos funcionários não graduados, mediante processo seletivo a ser lançado em 2016, observados critérios e procedimentos a serem publicados nas Instruções Normativas Corporativas.

- As novas agências do Banco do Brasil, aquelas que forem relocalizadas e as que passarem por reformas de grande vulto serão dotadas de equipamento de detecção de metais, exceto quando forem consideradas de baixo risco pela área competente do Banco.

- Não será exigida a trava de relacionamento (365 dias) para nomeações até o final de 2015.

- Os funcionários cedidos à Cassi serão incluídos no ACT-PLR.

- Ressarcimento dos custos com inscrição para a prova de Certificação legal CPA para os escriturários, caixas executivos e atendentes (SAC e CABB). O ressarcimento se dará a partir de janeiros de 2016, mediante o atendimento das seguintes condições, cumulativamente:

- Não ter certificação legal vigente CPA-10 e CPA-20

- Ter concluído com aprovação o curso de capacitação para a CPA-10 disponibilizado no Portal UniBB (código Educa 2983), previamente à aprovação na Certificação legal, mediante registro no cadastro de formação profissional

- Apresentar o requerimento de ressarcimento em até 45 dias após a aprovação na certificação legal, conforme definição em normativo específico.


- Benefício – Gestação Alto Risco: abonar horas para a realização de até 4 consultas e exames por mês e autorizar adição como escriturária no interesse da funcionária, mediante indicação médica.

- Oportunidades para funcionários de PSO: implementar ações de integração entre PSO e agências que abrangem oportunidades de capacitação, adição cruzada entre escriturários, revisão de parâmetros TAO e estágios.


Fonte: Contraf-CUT



Post Scriptum (27/10/15):

Os bancários e bancárias do BB em assembleias pelo país, aprovaram a proposta específica da direção do Banco e encerraram a greve e a Campanha Nacional dos Bancários de 2015.

18.4.12

Banco do Brasil exclui funcionários do direito social PAS




Sindicato (SEEB SP) reivindica alteração da norma que impede acesso ao PAS dos trabalhadores sem Cassi e Previ


São Paulo – O Banco do Brasil editou em janeiro passado Instrução Normativa que impede funcionários não associados à Caixa de Assistência (Cassi) ou Caixa de Previdência (Previ) de obter adiantamento pelo Programa de Assistência Social (PAS). A medida prejudica trabalhadores contratados diretamente, enquanto funcionários oriundos de bancos incorporados têm o direito garantido desde 2011.

O PAS permite ao funcionário, que tenha margem consignável em seu holerite, solicitar adiantamento para despesas de tratamento odontológico pelo regime de livre escolha, aquisição de óculos ou lentes de contato, catástrofe natural e incêndio residencial, funeral de dependente econômico entre outras situações.

Conquista - O Programa de Assistência Social é uma conquista dos funcionários da década de 1990 e que foi negado pelo Banco do Brasil aos contratados a partir de 1998, quando o governo federal de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) preparava a privatização do banco público.

Somente com muita luta, a partir de 2004, o direito foi recuperado e gradualmente houve equiparação entre os funcionários novos e antigos. Em 2011, após os 21 dias de greve dos bancários, o mesmo direito foi estendido aos funcionários dos bancos incorporados, medida importante que acabou com a discrepância injusta entre empregados da mesma empresa em relação ao PAS. Em janeiro, no entanto, o BB alterou a instrução normativa e o sistema online de concessão impedindo os funcionários sem Cassi ou Previ de obter o adiantamento.

“Claro que é importante que todos sejam associados, pois a Cassi é o modelo de autogestão em saúde, modelo para o restante da categoria, onde a empresa se coobriga a sustentar a entidade, inclusive na aposentadoria e a gestão é paritária. Da mesma forma, a Previ é fundamental para uma aposentadoria mais tranquila e o banco também é copatrocinador e temos participação na administração”, explica o diretor do Sindicato Cláudio Luis de Souza “Mas os funcionários não podem aceitar diferenças de direitos e não há justificativa para um trabalhador de banco incorporado ter direito e um contratado diretamente não. Vamos levar o assunto para negociação com o banco, que precisa mudar a Instrução Normativa”.


Com informações da Redação do Seeb SP

15.10.11

Banco do Brasil apresenta sua proposta complementar à da Fenaban

Em negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT e assessorado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, ocorrida na noite desta sexta-feira (14), em São Paulo, o BB apresentou uma nova proposta específica para os funcionários, que prevê valorização do piso com reflexo no plano de carreira e PLR maior (de 9,9% a 13,1% em relação ao 1º semestre de 2010), além de alguns benefícios nas áreas sociais e de saúde.

O banco reafirmou também que segue o reajuste de 9% proposto pela Fenaban sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da inflação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, com anistia de eventuais saldos após essa data, seguindo a mesma redação da cláusula do ano passado.

Assim, o Comando Nacional orienta a aprovação da proposta apresentada pelo BB nas assembleias a serem realizadas pelos sindicatos na próxima segunda-feira (17).

"Devemos fazer a análise do conjunto do resultado da campanha nacional. Somando os avanços obtidos na mesa unificada com a Fenaban com as conquistas da negociação específica, temos um cenário positivo", avalia Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do BB.

"Tivemos um cenário complicado nessa campanha, com inflação maior, ameaças e pressões. Mas conseguimos superar essas dificuldades com uma greve forte, evitando inclusive uma possível ida dos bancos ao TST, a exemplo da greve dos Correios e temos uma proposta que atende aos princípios definidos no 22º Congresso Nacional dos Funcionários do BB", defende Eduardo Araújo, coordenador da Comissão de Empresa.

Proposta Complementar do BB

- Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais e benefícios. O mesmo reajuste será aplicado no VCPI, garantido o interstício sobre esta verba;

- Piso passa para R$ 1.760; com reflexo na curva do PCR (interstícios). Cada M passa a valer R$ 97,35;

- Retroatividade no mérito na carreira do PCR até 1998;

- VCP de 12 meses no retorno da licença-saúde;

- Trava reduzida para um ano em caso de concorrência de posto efetivo para comissionamento;

- Reestruturação do Programa Recuperação de Dívidas, com redução da taxa de juros e aumento no prazo de pagamento;

- Ampliação de 55.261 para 68.057 no público do programa de aprimoramento, com aumento de valor de R$ 200 para R$ 215;

- SACR - Remoção automática no Posto Efetivo para funcis de CABB - O funcionário não precisará pedir dispensa da comissão para a remoção automática;

- Extensão do PAS - Adiantamentos para incorporados que optaram pelo regulamento do BB e pertençam aos planos de saúde Economus, Fusesc ou Prevbep;

- Instalação em até 30 dias de mesas temáticas para debater questões do PCR, PC (substituição, Carreira de Central de Atendimento, 55%) e Jornada de Trabalho; na primeira reunião será estabelecido o cronograma de encerramento dos trabalhos;

- Cálculo da PLR 2011-01 considerou a proporcionalidade do mesmo período do ano passado:
. Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
. Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
. Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010);

- Renovação do ACT em vigor com manutenção da cláusula de trava de descomissionamento

- Ratificação da cláusula de desconto dos dias parados igual a do ano passado, e

- 1.000 bolsas de graduação e 500 bolsas de pós-graduação.

Fonte: Contraf-CUT

4.7.11

As propostas dos bancários do BB de Brasília para o 22º Congresso Nacional


Banco público

* Reafirmar a defesa dos bancos públicos e seu perfil social para o desenvolvimento nacional e definir estratégias de ação sindical com esse fim.

* Eleger representante dos funcionários para o conselho de administração comprometido com a luta sindical.

PCS e PCC

* Jornada de 6 horas para todos, inclusive os comissionados, sem redução de salário.

* Combater as reestruturações. Que o Sindicato seja ouvido nos processos de reestruturação.

* Mudar as regras atuais de descomissionamentos, em especial em relação às ausências motivadas por licença-saúde.

* Revisão de todo programa de formação e qualificação dos funcionários que atenda a um planejamento de inclusão amplo que agregue a promoção das potencialidades e vocações à formação profissional e técnica dos funcionários, principalmente para os funcionários recém-empossados, com a criação das “agências modelos”. Treinamentos para certificações e revisão de treinamentos antigos.

* Exigir do banco quando da ampliação do quadro contratação de novos bancários sem estágio probatório.

* Exigir a retirada do edital da função de “vendedor” ou a obrigatoriedade de “venda de produtos”.

* Fim da lateralidade e dos desvios de função com a volta das substituições.

* Fim das terceirizações dos serviços bancários em especial nas atividades de suporte operacional (fiscalização de operações, processamento de envelopes).

* Fim das travas de 2 anos.

* Seleção interna para primeiras comissões com características eminentemente técnicas.

* Criar setor e/ou departamento específico que seja responsável por fazer cumprir o Programa de Equidade de Gênero. Fazer com que cada unidade de trabalho do banco cumpra o programa.

* Programa de promoção da igualdade de condições de direitos, de oportunidades e de tratamento.

* Fim dos caixas flutuantes/itinerantes, e nomeação de todos os substitutos.

* Os caixas executivos devem ser todos efetivos e pertencer ao quadro das agências, fim do projeto PSO.

* OLT – direito a ter, no mínimo, 1 delegado sindical por local de trabalho (dependência).

* Fim do estágio probatório para nomeações (trainee e assessor júnior).

* Valorização dos pisos e interstícios.

* Valorização e melhoria das GDPs.

* Vinculação da ouvidoria interna ao Conselho de Administração do banco.

* Incorporação do adicional de insalubridade ao VP para os atendentes de telemarketing.

* Fim da trava de 2 anos para transferências.

* Licença-prêmio e férias de trinta e cinco dias após 20 anos trabalhados para os funcionários pós-98. Que seja considerado para os incorporados o tempo trabalhado no banco de origem.

* Carreira de mérito: melhoria da pontuação, retroatividade da contagem correspondendo a toda vida laboral na empresa, pontuação para caixas e escriturários. Para os egressos de bancos incorporados, contagem de ponto referente às suas atividades nos bancos de origem.

Saúde, Condições de Trabalho e Cassi

* Criar e divulgar Relatório de Saúde dos Funcionários, visando à transparência de informações sobre a saúde do trabalhador no BB. Cobrar efetividade no envio do PCMSO e RPA.

* Resgatar o papel da entidade com a prerrogativa de promoção, proteção e recuperação da saúde do trabalhador.

* Criar programa específico para proteção do trabalhador vítima de estresse laboral.

* Retomada da ESF na Cassi – Estratégia de Saúde da Família, importante programa de prevenção de doenças com ampliação da rede referenciada.

* Cobrar do banco políticas de incentivo a atividades físicas com “bolsa academia, mensalidade AABB, etc, e implantação de um programa de “lanche saudável”.

* Abono competições esportivas.

* Rever a política da rede credenciada da Cassi discutindo efetivamente com o funcionalismo e cobrar do banco um atendimento digno aos credenciados da Cassi.


* Rever atendimento e estratégias de prevenção e atendimento nas CliniCassi.

* Igualdade de acesso à Cassi, à exemplo dos concursados BB, para funcionários de bancos incorporados, da ativa e aposentados.

* Direito ao programa PAS para os funcionários egressos de bancos incorporados.

* Revisão do exame periódico de saúde visando melhor diagnóstico e estabelecendo novos critérios de tratamento, principalmente de doenças ocupacionais.

* Revisão das estratégias de prevenção às doenças ocupacionais, endêmicas e epidemiológicas, com a criação de um contrato, com o banco, para esse fim específico.

* Discussão e implementação do exame periódico como mecanismo de orientação sobre a saúde ocupacional do funcionário do Banco do Brasil e a consequente responsabilidade do banco.

* Fim das metas abusivas.

* Cumprimento das normas da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador.

* Mudança na política de reinserção e readaptação.

* Cobrar responsabilidades dos administradores sobre os agravamentos de doenças ocupacionais.

* Implantação do plano odontológico de maior cobertura sem custos aos funcionários e inclusão de aposentados no programa.

* Elaboração de uma cartilha sobre ética na relação entre o trabalho e o consumidor bancário. A produção do material ficará a cargo do Sindicato.

* Buscar unificação das datas-bases com os trabalhadores dos transportes em valores.

* Instalação de ambulatórios nas dependências com grande número de funcionários.

* Controle por parte dos trabalhadores dos planos de saúde.

Previ

* Fim do voto de Minerva na Previ.

* Retorno das Consultas obrigatórias ao corpo social.

* Retorno da Diretoria de Participações aos eleitos.

* Redução da Parcela Previ para o Plano 1.

* Elevação de 100% para o teto de benefício.

* Aposentadoria antecipada aos 45 anos para as mulheres.

* Antecipação do reajuste dos aposentados para janeiro.

* Igualdade de acesso à Previ, a exemplo dos concursados BB, para funcionários de bancos incorporados, da ativa e aposentados.

* Para o Previ Futuro - Lutar pelo resgate das contribuições patronais.

* Previ Futuro: reduzir a Parcela Previ para aumentar os benefícios de risco.

* Os fundos de pensão têm que ser controlados pela participação paritária de participantes e patrocinador.

Correspondentes bancários e terceirização

* Exigir do banco que todo o trabalho caracterizado como atividade bancária (abertura de contas, concessão de empréstimos, pagamentos e recebimentos de valores, vendas de seguros, previdência, capitalização, cartões, orientações de investimentos, serviços contratados pelos governos, atividades de suporte operacional, mesas de operações, gestão de pessoas, compensação, jurídico, engenharia, arquitetura, Sesmt, e demais) seja executado exclusivamente por bancários.

* Fim do atendimento reativo em ambiente fora da área de segurança.

* Imediato fechamento de ‘falsos’ correspondentes bancários com características de agência.

Fonte: Seeb DF

6.9.10

O que diz o BB sobre a negociação ocorrida entre ele e a Contraf-CUT



BB e Contraf/CUT se reúnem para debater cláusulas específicas

(matéria de 03/09/10)

O Banco do Brasil fez ontem, 02, a primeira reunião com representantes da Contraf/CUT para debater as questões específicas relativas ao Acordo Coletivo 2010/2011. Na pauta, estava a definição do calendário de reuniões entre as instituições e a discussão de ações relacionadas à saúde, segurança e condições de trabalho.

Na abertura do encontro, o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas Carlos Néri assinou, em conjunto com os dirigentes sindicais, o aditivo de prorrogação das cláusulas do Acordo 2009/2010. Desta forma, elas continuarão vigentes até 30 de setembro, ficando o Banco atento para a necessidade de nova prorrogação.

Em relação ao calendário de encontros, ficou definido que as próximas reuniões com a Contraf/CUT serão nos dias 17 e 21 de setembro. “Este intervalo é importante, porque vai permitir que a gente estude as questões e levante os dados necessários para auxiliar na discussão e na construção de propostas que atendam às reivindicações”, afirmou o negociador do BB, José Roberto Mendes do Amaral.

Foram discutidas, também, as cláusulas específicas referentes à saúde, segurança e condições de trabalho. Os representantes da Contraf/CUT apresentaram algumas reivindicações, como a manutenção do PAS, mesmo após a implantação do plano odontológico, questões acerca de licenças e afastamentos, CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho), EPS (Exame Periódico de Saúde), Ouvidoria Interna, Gestão da Ética, e a criação de programas voltados à saúde mental.

Na oportunidade, além de apresentar as ações que têm desenvolvido nesta área, como a reestruturação do Sesmt, o Banco também pode esclarecer algumas práticas já adotadas, como a retirada das travas, em casos excepcionais, que impedem a transferência para outra localidade em função da saúde do funcionário ou de dependente.

Durante o encontro, José Roberto ressaltou ainda o interesse da Empresa em desenvolver um processo de comunicação transparente, facilitando o acesso dos funcionários às informações. “Neste ano, nosso site da Negociação Coletiva vai estar exclusivamente na Internet. Queremos que os funcionários tenham todas as informações em mãos, para que possam fazer o seu juízo de valor e tomar, sem interferências de ninguém, a melhor decisão”.
 
Fonte: site do BB para negociação coletiva