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19.11.12

Diretoria antiga deixou acumular coparticipação na Cassi, afetando associados


Por negligência da gestão anterior da Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e da própria Cassi, que deixaram de fazer a regularização das cobranças a partir de 2008, a Caixa de Assistência começou a regularizar a partir de agosto a cobrança de coparticipação de uma série de eventos estatutários, previstos no regulamento do plano (vide abaixo), realizados por titulares do Plano de Associados e dependentes entre 2003 e 2012, tais como consultas, exames e terapias. 

Essas coparticipações estão previstas no Regulamento do Plano de Associados, aprovado em 1998. As inconsistências nas cobranças foram descobertas por volta de 2008 e foram inicialmente adiadas para que a Cassi fizesse uma avaliação rigorosa dos valores pendentes, para evitar cobranças injustas. As conferências dos cálculos foram concluídas em 2009, mas a Cassi não encaminhou logo a regularização do problema.

"A antiga diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e a própria Cassi, responsáveis pelas cobranças, não tiveram coragem de enfrentar o problema, preferindo não fazerem nada. Foi somente no apagar das luzes, no final do mandato daquela gestão em 2012, que a ex-diretora encaminhou a instrução para fazer a cobrança retroativa", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

A cobrança precisa ser feita porque está prevista no estatuto - se quem deve não pagar, a conta terá de ser coberta por todos os associados, inclusive por quem não utilizou os serviços naquele período.

"O que seria um acerto do período entre 2003 e 2008, porque deveria ter sido feita a correção do sistema de cobrança imediatamente e averiguado o quanto havia de passado a cobrar, os valores seguiram crescendo e se transformaram em um acerto entre 2003 e 2012", acrescenta William. 

Eleitos e movimento sindical limitaram valor dos débitos

Para complicar, os valores dos acertos poderiam ser cobrados de uma vez porque não há limites nessas coparticipações já previstas no regulamento desde 1998 (diferente da coparticipação em exames de 2007).

Isso só não aconteceu em razão da pronta resistência dos dirigentes eleitos na Caixa de Assistência e do movimento sindical, que reivindicaram em mesa de negociação com o banco (em 10 de julho) que fosse estabelecido um teto máximo de 1/24 nas parcelas de acertos para não prejudicar os associados por atrasos da gestão anterior do plano. 

Veja aqui a matéria da negociação em 10 de julho deste ano.

"Assim que soube do problema, a atual diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Mirian Fochi, procurou a Contraf-CUT e a Comissão de Empresa para buscar uma ação conjunta que não prejudicasse os associados", informa William Mendes.

Em razão dessa pressão dos eleitos da Cassi e do movimento sindical, o valor máximo do desconto mensal também respeitará o limite de 1/24 do salário - o mesmo critério da coparticipação em exames previsto no estatuto aprovado em 2007.

Como está sendo feita a cobrança

Para os associados que deviam até R$ 50,00, a cobrança ocorreu em parcela única na folha de pagamento de agosto de 2012 ou por meio de débito em conta corrente para os que não possuem folha. 

Para aqueles cujo valor de coparticipação ultrapassa R$ 50,00, a Cassi iniciará a cobrança em 20 de novembro de 2012, sendo que a ampla maioria terá o saldo zerado em até quatro parcelas. 

"Para a maioria dos participantes (85%) o débito será cobrado em uma única parcela. O restante terá a cobrança parcelada para respeitar o limite de desconto mensal de até 1/24 do salário. Mais de 97% das pessoas com coparticipação pendente quitarão atrasados em até quatro parcelas", informa o coordenador da CEBB.

Coparticipações previstas no Regulamento do Plano de Associados da Cassi:

Art. 25 - O associado é obrigado a arcar com coparticipação de 30% (trinta por cento) sobre o valor da TGA para os seguintes procedimentos cobertos pelo Plano de Associados, exceto quando realizados em regime de internação hospitalar, internação domiciliar ou hospital-dia (day-clinic): 

I. consulta;
II. visita domiciliar;
III. sessão psicoterápica;
IV. acupuntura.

Parágrafo único - Não cabe cobrança de coparticipação para consultas realizadas por médico indicado pela CASSI para realização de perícia médica.

Art. 26 - O associado é obrigado a arcar com coparticipação de 10% sobre eventos de diagnose e terapia que não estejam vinculados a internação hospitalar, limitada sua participação mensal a 1/24 da base de cálculo da contribuição à CASSI. 

§ 1º - Entende-se como eventos de diagnose o conjunto de procedimentos realizados com objetivo de esclarecer o agente causal de uma determinada patologia ou condição de saúde.

§ 2º - Entende-se como eventos de terapia os recursos utilizados para tratamento de uma determinada patologia ou condição de saúde.

§ 3º - A coparticipação mencionada no caput deste artigo é cobrada de acordo com a base de cálculo da contribuição à CASSI vigente no mês do atendimento/realização do evento. 

§ 4º - Não é devida cobrança de coparticipação para:

I. eventos de diagnose e terapia vinculados a internação hospitalar;
II. quimioterapia;
III. radioterapia;
IV. hemodiálise;
V. diálise;
VI. transfusão de sangue, assim como o processamento, honorários médicos e exames vinculados;
VII. procedimentos constantes do capítulo 81 da TGA específicos para participantes com deficiência;
VIII. exames e tratamentos vinculados à doenças do trabalho;
IX. procedimentos realizados sob regime de internação domiciliar;
X. procedimentos realizados sob regime de day-clinic (hospital-dia);
XI. tratamentos sem internação que utilizem sala cirúrgica de médio ou grande porte; e
XII. oxigenoterapia hiperbárica.


Fonte: Contraf-CUT

21.6.12

Pressionado, BB assina adesão da Cassi à resolução 254 da ANS

  
Cassi: Fernanda Carísio, conselheira eleita e Mirian Fochi, diretora eleita,
companheiras apoiadas pela Contraf-CUT e os principais
sindicatos do país. Foto: Seeb DF.

Após uma longa e forte pressão do movimento sindical e dos dirigentes eleitos da Cassi, os representantes do Banco do Brasil na Caixa de Assistência finalmente aprovaram nesta quarta-feira 20 a adesão do plano de saúde à Resolução Normativa (RN) 254, da Agência Nacional de Saúde (ANS), que passou a vigorar em agosto de 2011 e dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. O texto foi aprovado e assinado durante reunião do Conselho Deliberativo da Caixa, em Brasília.

Caso a adesão não fosse aprovada pelo banco até agosto, as consequências poderiam ser extremamente prejudiciais aos associados, podendo até levar ao fechamento do plano. Antes da RN 254, esses contratos não eram obrigados a incorporar todos os procedimentos que fossem sendo determinados pela ANS. Com a nova norma, os planos deverão se adaptar assinando um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS.

Os que não aceitarem se adaptar poderão continuar a existir, mas não poderão mais aceitar nenhum novo associado a partir de 04/08/2012, conforme prevê o artigo 27 da resolução 254.

Conquista dos associados

"Essa é mais uma conquista da luta unitária do funcionalismo do BB conduzida pelo movimento sindical, que constava do programa da chapa apoiada pela Contraf-CUT recém-eleita na Cassi. Agora falta avançar na inclusão dos funcionários de outros bancos incorporados e melhorar o atendimento da Cassi", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e diretor de Formação da Contraf-CUT.

Também na avaliação de Mirian Fochi, diretora recém-eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, a assinatura do acordo é uma grande vitória do movimento sindical em prol da Caixa e seus associados. "A decisão fortalece a Cassi, na medida em que não ficará impedida de receber novos associados, pois é justamente a entrada constante de novos associados que oxigena e contribui para a perenidade da Cassi. Se o BB não assinasse a adesão da Cassi à RN 254, seria o mesmo que decretar o fim do Plano de Associados em poucos anos. Por isso, é um grande alívio o banco ter assinado o aditivo."

Para a presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Fernanda Carísio, a assinatura é extremamente positiva, uma vez que garante a entrada de novos associados e mantém o plano ativo. "A assinatura do aditivo significa que os novos procedimentos médicos e hospitalares poderão ser utilizados por todos os associados. É importante também porque mantém atendimento de qualidade aos funcionários da ativa e os aposentados", destaca Fernanda. "O movimento sindical vem há mais de um ano batalhando pela assinatura do aditivo à RN 254."

Uma longa batalha

A pressão para que o banco assinasse a resolução 254 é uma luta do movimento sindical desde que a nova resolução passou a vigorar, em agosto do ano passado. A Contraf-CUT publicou matéria em seu site no dia 22 de fevereiro. E leia aqui reportagem sobre entrega de carta da Contraf-CUT ao BB em primeiro de março último pressionando para que o banco assinasse a nova resolução da ANS.

No dia 6 de junho, logo após tomar posse, a diretora eleita da Cassi Mirian Fochi e o Sindicato de Brasília reuniram-se com o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do Banco do Brasil, Carlos Eduardo Leal Néri, para cobrar novamente o BB.

O que diz a resolução 254 da ANS

A Resolução 254 dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. Com a edição da Resolução, esses planos deverão se adaptar por meio de um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS. Os planos que não se adaptarem poderão continuar a existir, mas ficam impedidos de aceitar novos associados a partir de 4 de agosto deste ano, o que pode prejudicar milhares de trabalhadores.

A aprovação do aditamento não trará custo nenhum à Cassi.

Fonte: Contraf-CUT, com Seeb Brasília

8.6.12

Contraf-CUT cobra BB para adesão da Cassi à Resolução 254 da ANS

Crédito: Seeb DF.
A Contraf-CUT e duas representantes eleitas na Cassi cobraram o atendimento da reivindicação de que o Banco do Brasil apoie na próxima reunião do Conselho Deliberativo a adesão da Cassi à Resolução Normativa nº 254 da Agência Nacional de Saúde (ANS). O tema já foi pautado pela presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Fernanda Carisio, para a reunião que ocorrerá no dia 20.

"Estamos também aguardando o agendamento de uma nova negociação com o BB para discutir várias questões não resolvidas, como a adesão da Cassi à Resolução 254 da ANS e a extensão da Cassi e da Previ para os funcionários incorporados, bem como uma posição do banco sobre a jornada de seis horas para todos os trabalhadores", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

A nova diretora eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, junto com o Sindicato dos Bancários de Brasília, se reuniu na quarta-feira (6) com o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do BB, Carlos Eduardo Leal Néri, para reforçar a proposta do movimento sindical.

"Os conselheiros indicados pelo banco têm que aprovar a adesão na próxima reunião do Conselho Deliberativo. No caso da Cassi, a adesão ao regulamento não implica novos custos ou adaptação de normas, porque a Caixa de Assistência já oferece um rol de procedimentos superior ao previsto na regulamentação atual para planos de saúde", afirma o diretor do Sindicato, Eduardo Araujo.

A Resolução 254 dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. Com a edição da Resolução, esses planos deverão se adaptar por meio de um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS. 

Os planos que não se adaptarem poderão continuar a existir, mas ficam impedidos de aceitar novos associados a partir de 4 de agosto deste ano, o que pode prejudicar milhares de trabalhadores.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília

31.5.12

Diretores e conselheiros eleitos na Cassi e Previ tomam posse nesta sexta




Acontecem nesta sexta-feira, dia 1º de junho, as solenidades de posse dos novos diretores e conselheiros da Cassi e Previ, eleitos pelos funcionários do Banco do Brasil. Pela manhã, às 9h, assume no auditório do Sede 3 do BB, em Brasília, a nova diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, e demais integrantes da chapa vencedora. À tardinha, às 17h, será empossado o novo diretor de Seguridade da Previ, Marcel Barros, e demais participantes da chapa vitoriosa, no auditório da AABB, no Rio de Janeiro.

Mirian e Marcel têm história de luta no movimento sindical. Ambos participaram da gestão anterior da Contraf-CUT (2009-2012). Ela foi secretária de Assuntos Jurídicos e ele, secretário-geral. Mirian também foi diretora do Sindicato dos Bancários de Brasília. Marcel foi presidente do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista, diretor da Fetec-SP e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.



Além de amplo apoio do movimento sindical, os eleitos contaram com o apoio de diversas associações de funcionários e aposentados do BB.

"A posse conclui um intenso processo democrático, onde os funcionários e aposentados do BB acreditaram nas propostas que têm a cara e a marca da participação dos bancários para proteger as suas conquistas e avançar rumo a novos benefícios para a melhoria da sua qualidade de vida", destaca William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.


CASSI

As eleições da Cassi ocorreram entre os dias 2 e 13 de abril. A Chapa 1 - Cuidando da Cassi, apoiada pela Contraf-CUT e pela maioria das entidades sindicais, obteve 35,1% dos votos válidos, contra 25,2% da Chapa 5 - Uma nova Cassi e 22,9% da Chapa 3 - Responsabilidade e Experiência.

Veja quem toma posse:

Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes

Mirian Fochi

Conselho Deliberativo

Titulares

Antonio Cladir Tremarin
José Adriano Soares

Suplentes

Milton dos Santos (Miltinho)
Mário Fernando Engelke

Conselho Fiscal

Titulares

Carmelina P. dos Santos (Carminha)
João Antônio Maia Filho

Suplentes

Cláudio Gerstner
José Eduardo Marinho


PREVI

A Chapa 6 - Unidade na Previ, também apoiada pela Contraf-CUT e maioria das entidades sindicais, venceu a eleição para a renovação de parte da direção do fundo de pensão com 24.935 votos válidos. A votação foi realizada entre os dias 18 e 29 de maio, numa disputa acirrada, com outras cinco chapas inscritas.

Confira quem toma posse:

Diretoria de Seguridade

Marcel Barros

Conselho Deliberativo

Titulares

Rafael Zanon
Haroldo do Rosário Vieira

Suplentes

José Ulisses de Oliveira
José Souza de Jesus

Conselho Fiscal

Titular

Odali Dias Cardoso

Suplente

Diusa Alves de Almeida

Conselho Consultivo - Plano de Benefícios 1

Titular

Waldenor Moreira Borges

Suplente

Luiz Alarcão

Conselho Consultivo - Previ Futuro

Titular

Deborah Negrão de Campos

Suplente

Vênica Ângelos de Melo


Fonte: Contraf-CUT

21.5.12

Previ - Voto e indico voto na Chapa 6 Unidade na Previ



Reproduzo este texto da companheira Mirian Fochi sobre as melhorias implantadas pelos companheiros eleitos na Previ com o apoio de nossos sindicatos e da Contraf-CUT. 

A gestão feita por eles e que terá sequência com os candidatos da chapa 6, liderada pelo companheiro Marcel Barros, será a dos representantes dos bancários que sabem gerir o patrimônio do trabalhador e buscar mais direitos como ocorreu no período que se encerra com o mandato do Sasseron.


EU VOTO CHAPA 6 - UNIDADE NA PREVI!

Em 2008 ainda não havia para o Previ Futuro financiamento imobiliário, aposentadoria antecipada aos 50 anos, possibilidade de escolha do percentual de aplicação em renda variável via perfis de investimento, extrato on line, portabilidade, inclusão de dependente do mesmo sexo, retorno ao plano pagando somente benefício de risco, criação de empréstimo simples para retorno ao plano, aumento do limite de empréstimo simples, redução da taxa de administração de 5 para 4%, redução do juro atuarial de 6 para 5,5%, melhoria do site, revistas tratando exclusivamente de assuntos que dizem respeito ao Previ Futuro, etc... EM APENAS 4 ANOS TUDO ISSO FOI IMPLEMENTADO!!!!!

Se analisarmos a luta pela ISONOMIA no BB, de 42 itens que os colegas pós 98 não tinham, faltam conquistar apenas 2: licença-prêmio e férias de 35 dias a partir de 20 anos de banco! E quem lutou e conseguiu arrancar tudo isso do BB? Os sindicalistas representados pelo grupo que compõe a CHAPA 6 – UNIDADE NA PREVI, junto com o funcionalismo!!!!!

Quem suspendeu contribuições desde 2007, quem aumentou de 75 para 90% o teto de aposentadorias, quem reduziu a Parcela Previ, aumentando em média R$ 700,00 no complemento de aposentadoria, quem criou o BET (benefício especial temporário) de 20% para todos os associados do Plano 1, foram os sindicalistas representados pelo grupo que compõe a CHAPA 6 – UNIDADE NA PREVI, junto com o funcionalismo!!!!!

NÃO FOI o time do Valmir Camilo representado na Chapa 1 (Deus nos proteja), NÃO FOI a AAFBB e Intersindical representados na Chapa 2, NÃO FOI o executivo da PREVI e seu colega Eliakim Araujo (vocês sabiam que ele era do BB?) representados na Chapa 3, NÃO FOI o PSTU representado na Chapa 4 e NÃO FORAM os executivos que tiveram “carreira brilhante e sempre serviram ao BB” representados na chapa 5...

FORAM OS SINDICALISTAS, REPRESENTADOS NA CHAPA 6 – UNIDADE NA PREVI, LADO A LADO COM O FUNCIONALISMO E ASSOCIADOS DA PREVI!

13.4.12

Chapa 1, apoiada pela Contraf-CUT, vence eleição na Cassi com 31.026 votos



A Chapa 1 - Cuidando da Cassi, apoiada pela Contraf-CUT, venceu a eleição para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, realizada de 2 a 13 de abril. Encabeçada por Mirian Fochi, a Chapa 1 obteve 35,1% dos votos válidos, contra 25,2% da Chapa 5 - Uma nova Cassi e 22,9% da Chapa 3 - Responsabilidade e Experiência.

"Agradeço profundamente a confiança depositada pelos associados da Cassi e o apoio dos sindicatos e das demais entidades representativas do funcionalismo, com os quais precisamos somar forças para que tenhamos êxito no imenso desafio de tornar cada vez melhor o atendimento à nossa saúde e a de nossos familiares", agradece Mirian Fochi, que é secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e ex-diretora do Sindicato de Brasília.

O resultado final da eleição foi o seguinte:


Chapa
Votos
Porcentagem votos válidos
Chapa 1-Cuidando da Cassi
31.026
35,1%
Chapa 2-Cassi: Respeito, Transparência e Independência
8.618
9,75%
Chapa 3-Responsabilidade e Experiência
20.260
22,9%
Chapa 4-Semente da União-Cassi
6.173
7,00%
Chapa 5-Uma nova Cassi
22.285
25,2%


São os seguintes os membros da Chapa 1 - Cuidando da Cassi:

Mirian Fochi


Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes

Conselho Deliberativo


Antonio Cladir Tremarin - Titular
José Adriano Soares - Titular

Milton dos Santos (Miltinho) - Suplente
Mário Fernando Engelke - Suplente

Conselho Fiscal


Carmelina P. dos Santos (Carminha) - Titular
João Antônio Maia Filho - Titular

Cláudio Gerstner - Suplente
José Eduardo Marinho - Suplente


Fonte: Contraf-CUT

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COMENTÁRIO:

Companheirada, vencemos a eleição da Cassi. A coordenação da Articulação Bancária do bb agradece a tod@s que votaram, que trabalharam e apostaram na linha cutista de buscar construir propostas, envolver os trabalhadores e buscar negociação com o objetivo de contratar mais direitos aos bancários.

Vamos lutar agora para melhorar a nossa Cassi, manter nossa forma de gerir a Previ com a CHAPA 6 encabeçada pelo nosso companheiro Marcel Barros e lutar para melhorar nossos direitos e condições de trabalho no Banco do Brasil através de nossas campanhas salariais.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT, SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!

P/coordenação da ARTBB

1.4.12

Eleição na Cassi começa nesta segunda. Contraf-CUT apoia a Chapa 1


A Chapa 1 é formada por associados da ativa e
aposentados, de todas as regiões do país.

A eleição para a renovação de parte da diretoria executiva e dos conselhos deliberativo e fiscal da Cassi, o plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil, começa nesta segunda-feira 2 de abril e vai até o dia 13. A Contraf-CUT apoia a Chapa 1 - Cuidando da Cassi, encabeçada por Mirian Fochi, secretária de Assuntos Jurídicos da Confederação e candidata a Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes.

"A Chapa 1 é a mais representativa, reunindo funcionários da ativa e aposentados de todas as regiões do país. São pessoas com um histórico de luta em defesa dos interesses dos associados, em conjunto com o movimento sindical", afirma Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil.

"Hoje, diversos interesses procuram desviar a Cassi de seus objetivos, defendendo a associação com empresas do mercado e outras medidas que podem por a perder tudo que os bancários conquistaram no plano. Os membros da Chapa 1 são as pessoas mais indicadas para defender os bancários nesse momento complexo", avalia.

Conheça os membros da Chapa 1 - Cuidando da Cassi:

Mirian Fochi - Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes


É Conselheira Deliberativa eleita da Previ, com mandato até maio de 2012. Tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Graduada em Turismo. Conselheira certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC); tem certificação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Programa Institucional para Igualdade de Gênero e Raça; certificada como Conselheira em Direitos Humanos com ênfase nos Direitos da Mulher pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Foi diretora do Sindicato de Brasília, integrou a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Atualmente é Secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT.

Conselho Deliberativo


Antonio Cladir Tremarin - Titular
José Adriano Soares - Titular

Milton dos Santos (Miltinho) - Suplente
Mário Fernando Engelke - Suplente

Conselho Fiscal


Carmelina P. dos Santos (Carminha) - Titular
João Antônio Maia Filho - Titular

Cláudio Gerstner - Suplente
José Eduardo Marinho - Suplente

Fonte: Contraf-CUT

9.3.12

Chapa 1 - Cuidando da Cassi



Chapa 1 Cuidando da Cassi


Olá colegas do Banco do Brasil!

A chapa que defendemos nesta eleição da Cassi, a CHAPA 1 - CUIDANDO DA CASSI, é uma chapa que reúne candidatos da ativa e aposentados, lideranças de entidades associativas do funcionalismo do BB, colegas pré e pós 1998 e é encabeçada pela companheira Mirian Fochi, dirigente da Contraf-CUT e liderança de Brasília DF que está terminando seu mandato de conselheira ELEITA na Previ, entidade do funcionalismo que vem sendo elogiada pelas gestões que nossos candidatos CUTistas fazem desde a democratização da Previ no final dos anos noventa.

Nossa CHAPA 1 – CUIDANDO DA CASSI é a chapa de oposição à atual diretoria da Cassi, cuja diretora Denise concorre à reeleição pela chapa 3.

Também é a chapa apoiada pela Contraf-CUT e pelos maiores sindicatos de bancários do País que negociaram todas as questões que trouxeram melhorias nesta década para a Cassi e Previ como a reforma aprovada pelo corpo funcional em 2007 que obrigou o BB a investir mais de 300 milhões de reais na nossa Caixa de Assistência, fez o banco pagar corretamente 4,5% sobre a folha de pagamento dos funcionários pós 1998 e assumir os custos dos antigos dependentes indiretos.

Para gerir uma caixa de assistência de saúde de autogestão como a nossa Cassi trouxemos nomes de companheiras e companheiros que têm representação em segmentos do funcionalismo do BB e que têm o compromisso político com as nossas propostas, além das competências técnicas que os candidatos apresentam.

PEDIMOS VOTO E APOIO A CHAPA 1 CUIDANDO DA CASSI

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Post Scriptum no Facebook:

Colegas do BB, peço seu voto e seu apoio nas eleições Cassi para a Chapa que construímos para representá-los em nossa Caixa de Assistência. Bom fim de semana!

5.4.11

Contraf retoma negociação com BB para rever regulamento do Plano 1 da Previ


Negociação Previ - foto Agnaldo

A Contraf-CUT, representantes da Anabb e das associações de aposentados representativas do funcionalismo do Banco do Brasil retomaram, nesta segunda-feira (4), as negociações com os representantes do Banco do Brasil para revisão do regulamento do Plano 1 da Previ. A reunião contou com a presença de José Ricardo Sasseron, Vitor Paulo e Paulo Assunção, diretores eleitos da Previ, e de Mirian Fochi e William Bento, conselheiros deliberativos eleitos.

A realização da negociação atendeu a compromisso assumido pelo Banco do Brasil durante o ato de fechamento do acordo sobre a destinação do superávit da Previ, no dia 24 de novembro de 2010. Os bancários apresentaram de forma detalhada os pontos da pauta de reivindicações encaminhada ao banco em correspondência no dia 11 de março. São eles:

1. Melhorias no modelo de gestão e governança:

a. Fim do voto de minerva,
b. recuperação dos direitos do Corpo Social (aprovação de revisão estatutária e de regulamento pelos associados),
c. Eleição do Diretor de Participações,
d. Implantação de diretorias de planos.

2. Revisão do valor das pensões,

3. Aumento do teto de benefícios para 100%,

4. Nova redução da Parcela Previ,

5. Benefício 360/360,

6. Aumento definitivo do benefício mínimo.

7. Benefício antecipado para as mulheres aos 45 anos,

8. Abono anual para aposentados,

9. Resgate das contribuições patronais para os pedevistas,

10. Antecipação do reajuste de benefícios para janeiro,

11. Reajuste de benefícios Previ no mesmo período do reajuste INSS, e

12. Outras melhorias de interesse dos associados.

Uma nova reunião ficou agendada para o dia 4 de maio, quando a negociação terá continuidade. O Banco do Brasil se comprometeu a trazer respostas para pelo menos parte das demandas dos bancários.

Fonte: Contraf-CUT

4.4.11

Contraf-CUT retoma negociação com BB sobre Plano 1 da Previ nesta segunda



A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam, nesta segunda-feira (4), a partir das 16h30, as negociações com os representantes do Banco do Brasil sobre o Plano 1 da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do BB. Na pauta estarão as reivindicações dos participantes para tornar a gestão do fundo mais transparente e democrática.

A reunião, que também deve contar com a presença dos conselheiros deliberativos eleitos da Previ e dos representantes das associações de aposentados, vai discutir o fim do voto de minerva do banco para desempatar casos de empate em decisões, a volta da consulta ao corpo social nas mudanças estatutárias e o retorno das eleições para a diretoria de participação, responsável pelos investimentos em renda variável e carteira imobiliária.

"Esperamos que o Banco do Brasil atenda às nossas reivindicações. O fim do voto de minerva e o retorno das eleições para a diretoria de participação são algumas das propostas mais aguardadas pelos participantes do fundo de pensão", afirma Mirian Fochi, conselheira deliberativa eleita da Previ e diretora da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília

30.3.11

Contraf-CUT apresenta reivindicações do Previ Futuro em negociação nesta quarta


Negociação em DF. Foto de Agnaldo Azevedo.

Em rodada de negociação permanente, ocorrida nesta quarta 30 de março, a Contraf-CUT assessorada pela Comissão de Empresa dos funcionários do Banco do Brasil, apresentou as reivindicações especificas dos participantes do plano Previ Futuro. Além de propor a redução da parcela Previ (PP) e ampliação da possibilidade de resgate das contribuições patronais, mais uma vez, a CEBB cobrou mudanças estatutárias na Previ, como o retorno da consulta ao corpo social e da Diretoria de Participação para os eleitos, bem como o fim do voto de minerva.

Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Eduardo Araújo destacou a importância das negociações diretas com a direção do banco. "É essencial que tenhamos um canal de negociação dos sindicatos com a direção do BB nos assuntos relativos a previdência e saúde, para garantir a aprovação de alterações negociadas junto às instancias regulamentares ", ressaltou.

Redução da PP

Quando foi criado o plano Previ Futuro, o valor da PP, nos casos de Complemento de Aposentadoria por Invalidez e de Pensão por morte, era equivalente ao do Plano 1, mas o indexador de reajuste não. Com isso houve descasamento dos valores. Então a CEBB propõe a redução da parcela Previ (PP) de R$ 2.772 para R$ 1.961 e mudança do benefício mínimo de 20% para 30% da PP, bem como da revisão da cota familiar do complemento de pensão, preservando o valor atual desses benefícios.

O estudo foi apresentado pelo diretor de Seguridade eleito da Previ, José Ricardo Sasseron, convidado pela Contraf-CUT para debater o assunto. No que depender de recursos financeiros, segundo Sasseron, as reservas de risco do plano Previ Futuro, de aproximadamente R$ 118 milhões conforme balanço de 2010, são suficientes para reduzir a PP do plano Previ Futuro para R$ 1.961, não tendo necessidade de complementação do banco ou dos bancários. "Temos recursos e condições para reduzir a Parcela Previ", afirmou Sasseron. Além dessas reservas, o diretor de Seguridade lembrou que é necessária a revisão da taxa de risco, dos atuais 1,22% para 1,26% das contribuições.

Em resposta, o negociador do BB disse que é preciso uma análise mais profunda sobre o estudo encaminhado pelo diretor de Seguridade eleito da Previ. "Além do aval do BB, as mudanças do regulamento devem ser referendadas pela Previc".

Resgate de contribuição patronal

Atualmente, os participantes do Plano 1 têm a possibilidade, em caso de saída do Plano, de resgatar até 80% das contribuições feitas pelo banco, diluídas no prazo de dez anos, além de poder resgatar as próprias contribuições.

Já no Previ Futuro, o funcionário que decide sair somente tem a possibilidade de usar as contribuições do banco para amortizar suas dívidas com a Previ (decorrentes de empréstimos simples ou financiamentos imobiliários). A reivindicação levantada pelos representantes dos bancários durante a mesa foi de que a regra para o Previ Futuro passasse a ser a mesma do Plano 1, permitindo o resgate das contribuições do banco pelo funcionário quando da saída do plano.

Entre os maiores

O Previ Futuro teve desempenho superior ao mercado, tanto no segmento de renda variável quanto no segmento de renda fixa, e ultrapassou os R$ 2 bilhões em ativos. Criado para atender aos funcionários do Banco do Brasil admitidos a partir de 1998, o plano de benefícios de contribuição definida (CD) da Previ vem apresentando forte crescimento ano após ano. De R$ 1,7 bilhão de ativos em 2009, o Previ Futuro terminou o exercício de 2010 com R$ 2,19 bilhões. Seus ativos isoladamente o colocariam hoje entre os 35 maiores fundos de pensão do Brasil.

Ao comemorarem a taxa de adesão ao Previ Futuro - em torno de 91% em 2010 - os representantes dos bancários solicitaram nova rodada de negociação com o BB em abril para tratar de assuntos pendentes, como a possibilidade de os trabalhadores egressos dos bancos incorporados pelo BB migrarem para a Previ. "há contingente de quase 3 mil bancários egressos de bancos incorporados sem plano de previdência e/ou saúde e é essencial buscarmos uma solução definitiva para esses trabalhadores".

Mirian Fochi, conselheira deliberativa eleita da Previ e diretora da Contraf-CUT, ponderou ao final do encontro que "Não há motivos para o banco votar contra a volta da consulta ao corpo social, porque é preciso garantir a democracia na Previ".

Fonte: Contraf-CUT