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13.5.26

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2012


 

RETROSPECTIVA 2012

Em janeiro eu estava em férias no movimento sindical. Publiquei um artigo sobre a proibição de uso de sacolas plásticas no Estado de SP, uma hipocrisia porque os supermercados pararam de fornecer as sacolas, mas vendiam sacolas plásticas. A decisão só prejudicava os consumidores e não alterava em nada a questão ambiental.

A nossa confederação, a Contraf-CUT, completou 6 anos de existência, e fizemos uma matéria resgatando o histórico de organização da categoria bancária desde o Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), em 1985, passando pela Confederação dos Bancários da CUT (CNB-CUT), criada em 1992, até evoluirmos para a confederação do ramo financeiro.

Fevereiro foi um mês de lutas pessoais deste dirigente sindical paulista: meu pai sofreu um infarto perto de completar 70 anos de idade. Estive com ele vários dias na UTI da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Minha mãe também passou mal e foi internada. Para piorar a situação psicológica, nosso governo do PT privatizou os aeroportos situados em Guarulhos, Campinas e Brasília. Minha decepção foi enorme. Estando ao lado de meu pai internado, fiz um poema para expressar minha decepção com o fato: “O PT privatizou”.

Publiquei alguns artigos no mês, fazendo o debate político no movimento e na categoria: um deles, sobre a questão da “Ficha Limpa”, tema que fui contrário desde 2010 quando a própria esquerda caiu no engodo que serviria só para excluir e prejudicar candidaturas do campo popular. No outro artigo - “1984” é agora! – aproveitei o tema do autoritarismo em uma sociedade distópica e da manipulação de massas que George Orwell tratou em seu romance clássico para comparar o momento que vivíamos no Brasil em relação ao PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Também escrevi bastante em fevereiro, pois fizemos planejamento no Sindicato, preparamos o Congresso da Contraf-CUT e tratei de novos cursos de formação.

Março foi um mês de muita movimentação sindical no Banco do Brasil por parte dos sindicatos. Retomamos mesas de negociação lutando por jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salários. Outro tema importante na pauta foi nosso enfrentamento à direção do BB querendo impor metas individuais para recebimento de PLR como ocorria no Itaú e Santander. Fizemos diversas reuniões com os trabalhadores para colher informações sobre o Sinergia e avisamos a direção que o banco teria problema para assinarmos acordo de PLR se ele insistisse na questão.

Em abril tivemos processos democráticos importantes para nossa categoria bancária: a Contraf-CUT realizou seu 3º congresso, Carlão foi reeleito presidente e eu segui na secretaria de formação. A comunidade do Banco do Brasil elegeu a Chapa 1 – Cuidando da Cassi, liderada pela companheira Mirian Fochi para compor a direção da autogestão em saúde até 2016. Finalizado o processo eleitoral na Cassi, começou a eleição na Previ, nosso fundo de pensão.

Ainda em abril, fiz uma série de artigos de formação no blog relacionados com o trabalho de base nas agências e departamentos do Banco do Brasil. A Contraf-CUT em parceria com o Dieese iniciou a 6ª turma de formação, desta vez para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

O governo do PT usou voto de minerva na direção da Previ para levar adiante disputas políticas internas, fato lamentável. Os indicados pelo banco no CD pediram abertura de inquérito administrativo contra o presidente da Previ, também indicado pelo governo.

Os destaques no mês de maio foram as eleições na Previ, que vencemos com a Chapa 6 Unidade na Previ, liderada pelo companheiro Marcel Barros, eleito Diretor de Seguridade. A eleição foi apertada, vencemos por 655 votos de diferença em relação à 2ª colocada: 24.935 x 24.280.

Os cursos de formação também foram destaques, estava em andamento o curso organizado para o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e realizamos o curso de formação sobre saúde dos trabalhadores, curso da grade de formação da Contraf-CUT.

Estávamos preparando o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que seria realizado no mês seguinte e conjuguei muito trabalho de base com reuniões em agências e departamentos do BB com os trabalhos internos de coordenador da comissão de empresa (COE ou CEBB), função que assumi a partir de maio.

O mês de junho foi o período do calendário sindical de realização do 23º CNFBB, realizado em Guarulhos, com mais de 300 delegadas e delegados. Após pressão do movimento sindical, a direção da Cassi aderiu à Resolução 254 da ANS. A parte indicada pelo patrocinador Banco do Brasil postergou a decisão desde o ano anterior.

Na área da formação, finalizamos o 6º curso da grade formativa da Contraf-CUT, PCDA (Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores) aplicado para diretores e assessores do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Julho foi um mês com agendas em regiões diversas em relação ao cronograma da categoria bancária e da classe trabalhadora. Participei do 11º Congresso Nacional da CUT (CONCUT) e o companheiro bancário Vagner Freitas foi eleito presidente de nossa central.

Realizamos em Curitiba a 14ª Conferência Nacional dos Bancários e depois viajei para o Uruguai, onde a delegação brasileira participou da 8ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais. O encontro se deu na Associação dos Empregados Bancários do Uruguai (AEBU). O BB à época tinha atuação na Argentina e no Paraguai e havia comprado o Banco Patagônia.

Agosto foi o mês das mesas de negociação coletiva com a Fenaban e com os bancos públicos. O Comando Nacional dos Bancários realizou diversas mesas com os banqueiros e com o governo federal apresentando as reivindicações da categoria e dos bancos públicos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Cortado na foto - Olhando para o passado, tanto tempo depois, posso registrar nesta retrospectiva uma questão que me incomodou muito à época e que nunca soube o motivo. Na Folha Bancária (FB) e site do Sindicato, as duas fotos da primeira mesa de negociação da Fenaban, no dia 8 de agosto, na qual estive como coordenador da Comissão de Empresa do BB (CEBB), foram editadas para que eu não aparecesse, em dois ângulos diferentes. Qualquer pessoa que entenda de edição de fotos percebe o corte. Nunca soube quem mandou fazer isso e por qual motivo me cortaram da imagem. Fica o registro. Foi algo muito desagradável. A política tem dessas coisas feias.

Setembro foi o mês da greve nacional dos bancários, após os banqueiros não apresentarem propostas que dialogassem com as principais reivindicações da categoria.

CAMPANHA VITORIOSA DA CATEGORIA - Após 9 dias de greve geral, bancários aprovaram as propostas da Fenaban, com exceção dos empregados da Caixa, que rejeitaram e seguiram em greve. O índice de 7,5% significou um aumento real de 2% nas verbas salariais. O piso e os tíquetes tiveram reajuste de 8,5% (2,95% de aumento real) e a PLR teve reajuste de 10% sobre o valor fixo.

Com a campanha vitoriosa dos bancários, os aumentos reais em 9 anos foram de 13,22% nos salários e 35,57% nos pisos, pelo INPC, informou o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

No Banco do Brasil, negociações assessoradas pela Comissão de Empresa coordenada por mim, avançamos na inclusão dos caixas executivos na Carreira de Mérito no PCR; unificamos os atendentes da CABB, sendo criada uma função com valor maior, uma luta antiga dos funcionários do setor; melhoramos as regras de remoção automática entre as dependências do banco, evitando discriminação e privilégios; aumentamos o piso do bancário escriturário, passando a ser A2 após 90 dias, um avanço no PCS e não permitimos que o banco estabelecesse metas individuais na distribuição de PLR. Mantivemos a regra geral que beneficia o coletivo. Também foi mantida a regra de 3 avaliações consecutivas para se tirar a função comissionada de um funcionário do BB.

Em outubro, após a campanha salarial, iniciamos o 7º curso de formação da parceria entre a Contraf-CUT, Dieese e entidades sindicais afiliadas.

A agenda do mês teve muita luta contra a prática antissindical e de assédio por parte da direção do Banco do Brasil, que estava perseguindo os trabalhadores grevistas. Fomos para cima do banco na defesa de nossos representados.

Ainda sobre as práticas absurdas da direção do banco público, o BB suspendeu a posse de concursados de forma irresponsável e após contatos da Contraf-CUT e outras entidades sindicais, a estatal voltou atrás e chamou os cidadãos aprovados no certame.

Novembro foi agitado. A luta contra as práticas antissindicais no BB por atacar os grevistas nos levou ao MPT e fizemos dia de luta também. Realizamos curso de formação da grade da Contraf-CUT, um curso de saúde dos trabalhadores, foi o segundo módulo. Fiz dois artigos no mês, um sobre as horas de greve, que defendo serem distribuídas a todas as pessoas que recebem os direitos da convenção coletiva e outro sobre a merda falada por Felipão, técnico da seleção da CBF, que falou mal dos funcionários do BB.

Dezembro, o último mês do ano, foi de muito trabalho e luta, pois o movimento sindical seguiu lutando contra as práticas antissindicais da direção do Banco do Brasil, que passou a perseguir grevistas desde o final da greve da categoria, cancelando férias, licenças e ausências já definidas e programadas.

A Contraf-CUT concluiu mais dois cursos de formação, o de saúde dos trabalhadores e o 7º curso “Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro”, ministrado em parceria com o Dieese.

2012 FOI UM ANO DE CONQUISTAS

Fechamos o ano com resultados muito positivos nas lutas dos trabalhadores do ramo financeiro. Contraf-CUT e a CUT realizaram seus congressos, sendo Carlos Cordeiro e Vagner Freitas eleitos, respectivamente, presidentes de nossas entidades sindicais.

A categoria conseguiu avançar nos direitos em mais uma campanha unificada, após uma greve vitoriosa. E a secretaria de formação da Contraf-CUT realizou mais cursos contribuindo para a preparação de dirigentes e assessores qualificados na organização e representação dos trabalhadores do ramo financeiro.

William Mendes

11.10.25

Sistematização do blog (2)



11/10/25

Relendo as postagens de abril de 2012, revivo várias lutas empreendidas à época por nós trabalhadores da categoria bancária do campo cutista. 

A nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do BB estava em processo de renovação de parte de sua direção. Eu fazia parte da coordenação política de nossa corrente cutista em relação às questões do Banco do Brasil e apresentamos aos associados a Chapa 1 - Cuidando da Cassi, liderada pela companheira Mirian Fochi. Vencemos a eleição.

Nossa confederação, a Contraf-CUT, realizou seu 3º Congresso e renovou a direção. Eu fui eleito para mais um mandato à frente da secretaria de formação e nossa entidade sindical seguiu sob a liderança do companheiro Carlos Cordeiro.

Em relação às questões organizativas do Banco do Brasil, nosso coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários era o companheiro Eduardo Araújo, de Brasília. Eu era destacado pela Contraf-CUT para dar todo o suporte ao Araújo e fazíamos uma boa dupla de trabalho, unindo as bases de SP e DF. Eu iria em breve assumir a coordenação.

Achei interessante reler uma série de artigos de formação que fiz entre março e abril focados em compartilhar com as centenas de dirigentes de nossos sindicatos o quanto eu acreditava no poder de formação sindical ao fazermos trabalho de base, em conversar com os trabalhadores nos locais de trabalho, o que chamávamos de Organização por Local de Trabalho (OLT).

Ao reler os artigos é fácil perceber que eu debatia de tudo com os bancários que representava, tudo. Tributação, questões de saúde e previdência, os programas de metas do banco - à época era o tal Sinergia BB - e qualquer coisa que a categoria quisesse conversar conosco. O diálogo com a base foi uma formação política fundamental para mim.

Seguimos sistematizando essa história de uma época sindical registrada por um sujeito que a estava vivendo historicamente.

William

19.11.12

Diretoria antiga deixou acumular coparticipação na Cassi, afetando associados


Por negligência da gestão anterior da Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e da própria Cassi, que deixaram de fazer a regularização das cobranças a partir de 2008, a Caixa de Assistência começou a regularizar a partir de agosto a cobrança de coparticipação de uma série de eventos estatutários, previstos no regulamento do plano (vide abaixo), realizados por titulares do Plano de Associados e dependentes entre 2003 e 2012, tais como consultas, exames e terapias. 

Essas coparticipações estão previstas no Regulamento do Plano de Associados, aprovado em 1998. As inconsistências nas cobranças foram descobertas por volta de 2008 e foram inicialmente adiadas para que a Cassi fizesse uma avaliação rigorosa dos valores pendentes, para evitar cobranças injustas. As conferências dos cálculos foram concluídas em 2009, mas a Cassi não encaminhou logo a regularização do problema.

"A antiga diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e a própria Cassi, responsáveis pelas cobranças, não tiveram coragem de enfrentar o problema, preferindo não fazerem nada. Foi somente no apagar das luzes, no final do mandato daquela gestão em 2012, que a ex-diretora encaminhou a instrução para fazer a cobrança retroativa", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

A cobrança precisa ser feita porque está prevista no estatuto - se quem deve não pagar, a conta terá de ser coberta por todos os associados, inclusive por quem não utilizou os serviços naquele período.

"O que seria um acerto do período entre 2003 e 2008, porque deveria ter sido feita a correção do sistema de cobrança imediatamente e averiguado o quanto havia de passado a cobrar, os valores seguiram crescendo e se transformaram em um acerto entre 2003 e 2012", acrescenta William. 

Eleitos e movimento sindical limitaram valor dos débitos

Para complicar, os valores dos acertos poderiam ser cobrados de uma vez porque não há limites nessas coparticipações já previstas no regulamento desde 1998 (diferente da coparticipação em exames de 2007).

Isso só não aconteceu em razão da pronta resistência dos dirigentes eleitos na Caixa de Assistência e do movimento sindical, que reivindicaram em mesa de negociação com o banco (em 10 de julho) que fosse estabelecido um teto máximo de 1/24 nas parcelas de acertos para não prejudicar os associados por atrasos da gestão anterior do plano. 

Veja aqui a matéria da negociação em 10 de julho deste ano.

"Assim que soube do problema, a atual diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Mirian Fochi, procurou a Contraf-CUT e a Comissão de Empresa para buscar uma ação conjunta que não prejudicasse os associados", informa William Mendes.

Em razão dessa pressão dos eleitos da Cassi e do movimento sindical, o valor máximo do desconto mensal também respeitará o limite de 1/24 do salário - o mesmo critério da coparticipação em exames previsto no estatuto aprovado em 2007.

Como está sendo feita a cobrança

Para os associados que deviam até R$ 50,00, a cobrança ocorreu em parcela única na folha de pagamento de agosto de 2012 ou por meio de débito em conta corrente para os que não possuem folha. 

Para aqueles cujo valor de coparticipação ultrapassa R$ 50,00, a Cassi iniciará a cobrança em 20 de novembro de 2012, sendo que a ampla maioria terá o saldo zerado em até quatro parcelas. 

"Para a maioria dos participantes (85%) o débito será cobrado em uma única parcela. O restante terá a cobrança parcelada para respeitar o limite de desconto mensal de até 1/24 do salário. Mais de 97% das pessoas com coparticipação pendente quitarão atrasados em até quatro parcelas", informa o coordenador da CEBB.

Coparticipações previstas no Regulamento do Plano de Associados da Cassi:

Art. 25 - O associado é obrigado a arcar com coparticipação de 30% (trinta por cento) sobre o valor da TGA para os seguintes procedimentos cobertos pelo Plano de Associados, exceto quando realizados em regime de internação hospitalar, internação domiciliar ou hospital-dia (day-clinic): 

I. consulta;
II. visita domiciliar;
III. sessão psicoterápica;
IV. acupuntura.

Parágrafo único - Não cabe cobrança de coparticipação para consultas realizadas por médico indicado pela CASSI para realização de perícia médica.

Art. 26 - O associado é obrigado a arcar com coparticipação de 10% sobre eventos de diagnose e terapia que não estejam vinculados a internação hospitalar, limitada sua participação mensal a 1/24 da base de cálculo da contribuição à CASSI. 

§ 1º - Entende-se como eventos de diagnose o conjunto de procedimentos realizados com objetivo de esclarecer o agente causal de uma determinada patologia ou condição de saúde.

§ 2º - Entende-se como eventos de terapia os recursos utilizados para tratamento de uma determinada patologia ou condição de saúde.

§ 3º - A coparticipação mencionada no caput deste artigo é cobrada de acordo com a base de cálculo da contribuição à CASSI vigente no mês do atendimento/realização do evento. 

§ 4º - Não é devida cobrança de coparticipação para:

I. eventos de diagnose e terapia vinculados a internação hospitalar;
II. quimioterapia;
III. radioterapia;
IV. hemodiálise;
V. diálise;
VI. transfusão de sangue, assim como o processamento, honorários médicos e exames vinculados;
VII. procedimentos constantes do capítulo 81 da TGA específicos para participantes com deficiência;
VIII. exames e tratamentos vinculados à doenças do trabalho;
IX. procedimentos realizados sob regime de internação domiciliar;
X. procedimentos realizados sob regime de day-clinic (hospital-dia);
XI. tratamentos sem internação que utilizem sala cirúrgica de médio ou grande porte; e
XII. oxigenoterapia hiperbárica.


Fonte: Contraf-CUT

13.11.12

BB garante diálogo com sindicatos na reestruturação da CSO e CSL no país



Contraf-CUT e eleitos da Cassi entregam ofício ao BB durante negociação


Em negociação ocorrida na tarde desta terça-feira (13) com a Contraf-CUT, federações e sindicatos, em Brasília, o Banco do Brasil se comprometeu, através da Dinop, a dialogar com sindicatos e federações nos estados onde haverá mudanças no processo em curso de reestruturação do Centro de Suporte Operacional (CSO) e do Centro de Suporte e Logística (CSL). 


"A experiência tem nos mostrado que onde as entidades sindicais acompanham, opinam e interferem nos processos, os bancários sofrem menos problemas e as garantias são maiores aos trabalhadores", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.


"O banco está mais uma vez fazendo reestruturações que afetam a vida de centenas de trabalhadores e não contatou as entidades sindicais para acompanharem os casos", destacou William, que também é secretário de Formação da Contraf-CUT.


A Dinop informou às entidades sindicais que nenhum prefixo será fechado. Durante o processo de mudança, haverá um aumento de unidades pelo país. Serão 17 regionais e 12 centros localizados em diversas unidades da federação e que o foco da reestruturação é qualificar os processos e as pessoas envolvidas. Segundo o banco, algumas unidades ganham serviços e outras perdem, mas que todas terão processos específicos a realizar.


Outra informação dada pela Dinop é que a reestruturação não é baseada em cortes orçamentários e que, por isso, o processo não será realizado de forma rápida, podendo se estender por uns dois anos.

As entidades reivindicaram mais transparência nos processos de reestruturação e que os trabalhadores, através de suas entidades, saibam com antecedência de tais mudanças que sempre afetam a rotina e estrutura de vida dos envolvidos.

Liberação para reuniões dos conselheiros da Cassi na ativa


A Contraf-CUT e a diretora eleita para Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, protocolaram um ofício ao BB, reivindicando a liberação dos conselheiros dos Conselhos de Usuários da Cassi de todas as unidades do país, que estão lotados em agências e departamentos, para as reuniões mensais dos conselhos.


Clique aqui para ler a carta entregue ao BB. 


"Até hoje, eles não têm o direito de participar e contribuir nas reuniões", disse William. Foi solicitado que se crie um código de liberação para esses conselheiros que estão na ativa.


Além de Mirian, participou da entrega do ofício o conselheiro deliberativo eleito da Cassi, José Adriano Soares de Oliveira.

Relação com BB piorou na atual gestão da Dipes


William apontou diversos problemas de assédio moral e discriminação por parte do BB aos funcionários que fizeram a greve e conquistaram os direitos para a categoria na Campanha Nacional dos Bancários 2012.

O banco ultrapassou todos os limites da razoabilidade na perseguição dos grevistas neste ano. "É o pior assédio nos últimos anos sobre compensação das horas da greve", denunciou o dirigente sindical.

A Contraf-CUT e as entidades sindicais já estão tomando todas as medidas cabíveis para defender os trabalhadores. A Confederação fez inclusive representação ao Ministério Público do Trabalho (MPT).


As entidades sindicais cobraram também o banco sobre vários problemas causados nos últimos meses a partir da Dipes, como a suspensão das posses de concursados prejudicando cidadãos que já estavam em fase de qualificação para assumir no banco e a supressão unilateral da verba de aprimoramento apresentada como proposta aos bancários em 2011 (R$ 215).


"Ao invés de buscar amenizar os conflitos entre o banco e os funcionários no pós greve, o que enfrentamos até agora foram atitudes descabidas do banco com pressão e o assédio, o que é inaceitável", criticou William.


Programa de Aprimoramento dos Funcionários (PAF)


Após a apresentação do banco do novo programa implantado no último dia 7, as entidades sindicais deixaram bem claro que o banco suprimiu o direito que os bancários tiveram até 2011.


"Ele nada mais é do que um novo programa de treinamento da empresa. Dessa maneira, deveria ser feito dentro do horário de trabalho e pontuado no TAO", disse William.


"O programa tem suas qualidades, mas não tem nenhuma relação com o direito suprimido da verba de aprimoramento que havia antes. O banco economiza R$ 14 milhões por ano e muda completamente a característica do programa. Novamente o BB faz tudo unilateralmente sem ouvir os trabalhadores", protestou o dirigente sindical.


Outras questões cobradas do BB


Os dirigentes sindicais também cobraram respostas do banco para outras demandas dos funcionários.


Jornada de 6 horas


Foi cobrado que o banco se reúna com as representações dos trabalhadores para debater o novo plano de funções comissionadas de 6 horas antes da implantação até janeiro de 2013.


Posse dos novos funcionários


Após dar o exemplo da agência de Altamira, no Pará, onde falta funcionário na dotação e ampliação de vagas, e da necessidade de contratação de mais bancários em diversas regiões do país, foi cobrado que o banco acelere a chamada e posse de novos concursados.


Represente dos funcionários no Conselho de Administração do BB


A Contraf-CUT cobrou do banco uma mesa de negociação para definir o processo de eleição do representante dos funcionários e estabelecer calendário do processo eleitoral, atendendo à legislação em vigor.


Segurança bancária


As entidades sindicais denunciaram o processo de redução de vigilantes nas dependências do BB. William lembrou ao banco que tal fato é muito ruim, haja vista que a Contraf-CUT e a Fenaban estão discutindo a implantação de um projeto-piloto de segurança bancária. O BB ficou de verificar a situação.


"Atos de gestão"


As entidades sindicais criticaram o banco e cobraram o fim dos descomissionamentos por "atos de gestão". Os bancários conquistaram o direito às três avaliações no acordo coletivo e o banco tem criado subterfúgios para prejudicar e perseguir os funcionários. Os sindicatos seguirão defendendo os trabalhadores tanto com ações sindicais quanto com demandas judiciais.


PLR 2012


A Contraf-CUT pediu ao banco que responda o ofício enviado pela entidade há algumas semanas, cobrando esclarecimentos sobre o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) do primeiro semestre de 2012, principalmente em relação ao Módulo Bônus. 

"As entidades querem verificar se a abrangência do pagamento respeitou a série histórica dos últimos semestres, conforme consta no acordo", ressaltou William.

O BB prometeu encaminhar uma resposta prestando os esclarecimentos solicitados.


Fonte: Contraf-CUT

10.7.12

BB afirma disposição em negociar, mas não discute jornada de 6 horas



Bancários cobram soluções para diversos problemas no BB.

A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomaram nesta terça-feira (10) o processo de negociação permanente com o Banco do Brasil, em Brasília. Um dos temas em debate foi a jornada de 6 horas para todos os funcionários.

Nova negociadora

O diretor de relações com funcionários e entidades patrocinadas do BB, Carlos Eduardo Leal Neri, apresentou a nova negociadora do banco, Áurea Faria Martins, que manifestou o desejo de começar as discussões da pauta específica, aprovada no 23º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, assim que as entidades sindicais fizerem as entregas das minutas à Fenaban e ao BB.

Jornada de 6 horas

A posição do BB gerou indignação por parte dos representantes dos trabalhadores. O banco afirmou que não vai negociar a implantação da jornada correta de 6 horas para todos os comissionados sem redução de salários.

A expectativa das entidades sindicais era a mesma de todo o funcionalismo que chegou a ouvir do próprio diretor do BB, Carlos Neri, em 2011, que o banco resolveria o problema da jornada.

Após uma mesa temática sobre jornada - com o objetivo de coleta de dados e informações entre as partes para posterior mesa de negociação -, ocorrida após a campanha de 2011, os trabalhadores esperavam que o banco cumprisse o compromisso público de resolver o problema e a afirmação hoje de que a empresa não vai discutir o tema com a representação sindical é um total desrespeito ao processo negocial.

O banco disse que a jornada de 6 horas é tema de Plano de Comissões e que isto é estratégico e não discute em mesa de negociação. Além disso, o BB ressaltou que não discute questões ligadas ao plano de metas, arquitetura organizacional e de remuneração da empresa.

O banco observou que isso não quer dizer que não possa apresentar ao movimento sindical a decisão sobre o tema, caso decida algo sobre a jornada mais adiante.

"Além de todos os problemas de péssimas condições de trabalho e do assédio moral institucional para o cumprimento do programa 'caótico' de metas Sinergia BB, o banco sinaliza uma coisa para os funcionários e depois não cumpre. Os bancários darão a resposta a esse comportamento na campanha nacional deste ano", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e secretário de formação da Contraf-CUT.

Sinergia BB e assédio moral

A Contraf-CUT pediu ao banco que informasse como estão os números do fechamento do semestre nas várias agências do país. As entidades sindicais já sabem que a maior parte das dependências não conseguiu atingir a etapa ouro e os bancários estão sendo forçados pelos superintendentes do banco a fazerem diversas arbitrariedades para cumprir algo impossível e sem nenhuma regra clara.

O banco pediu que as entidades sindicais apontassem alguns dos problemas e assim foi feito: foco em metas individuais e carteiras, o programa muda a toda hora (três vezes neste semestre), a maior parte do país não cumpriu a etapa ouro (só cerca de 10%), não existem mais parâmetros para negociar qualquer eventual parcela adicional ao modelo básico de PLR da Fenaban na rede varejo. A Contraf-CUT já havia avisado isso ao banco em fevereiro deste ano.

Sobre assédio moral, os dirigentes sindicais relataram diversos casos como o descomissionamento de 23 gerentes de agência em MG, de maneira estranha. Também foi apontado o recente caso de assédio no Ceará, onde gerentes foram obrigados a assinarem "termos de compromisso" para cumprirem metas e que, se não cumprissem, seriam descomissionados por insubordinação.

Após mais alguns exemplos, o banco informou que não compartilha com essas ocorrências. Mas o fato é que o Sinergia BB é um programa que inevitavelmente leva a situação de assédio moral, causando fraudes e irregularidades.

PSO - implantação em nível nacional

Os sindicatos já fizeram plenárias por todo o país e constataram tudo aquilo que haviam apontado que ocorreria com as plataformas de suporte operacional. Os trabalhadores reafirmaram no 23º Congresso que são contrários a essa forma de gestão.

A Contraf-CUT apontou vários problemas e propostas para o setor. As dotações das PSO devem ser revistas e aumentadas. Os caixas devem ser efetivos, ter comissões e receber pontuação na carreira de mérito.

Não pode haver nenhuma dependência com apenas um caixa. Os gerentes de serviço não podem executar serviço de caixa. É uma lista enorme de problemas que também levarão os bancários do setor a participarem fortemente da Campanha Nacional 2012.

Pagamento do interstício de 3% sobre o VCPI

As entidades sindicais já haviam discutido com o banco a respeito do acerto dos valores desde março de 2012, mas até o momento o BB não efetuou o pagamento.

O banco ficou de verificar a finalização dos acertos e informar à Contraf-CUT quando fará a regularização do pagamento, inclusive com os valores retroativos ao mês da conquista do direito.

Discriminação nas remoções automáticas

Essa importante conquista dos bancários do BB, que acabou com a discriminação interna para a transferência dos funcionários entre dependências (vide revista Espelho Nacional, nº 266, página 8) vem sendo burlada sistematicamente pelos gestores dos departamentos do banco e com a conivência de algumas Gepes.

Com a desculpa de alegar que as vagas estão bloqueadas para alocar bancários envolvidos em processos de reestruturação, os gestores estão escolhendo escriturários para trabalhar, desrespeitando os normativos internos e o próprio concurso público.

A Contraf-CUT apresentou exemplos e suspeitas sobre a burla no sistema de remoção automática e na discriminação de escriturários que não conseguem ser realocados. O banco afirmou que não é orientação da empresa permitir aos gestores fazerem processos para escolher escriturários para atuarem nos setores.

Denúncias sobre burlas na remoção de escriturários devem ser encaminhadas para a Diref/Colet.

Visa Vale

Os trabalhadores do Espírito Santo, que possuem o vale-refeição e alimentação Visa Vale, estavam sofrendo o risco de não poderem mais utilizá-los a partir do dia 16 por questões comerciais no Estado.

Após a cobrança de solução tanto por parte do Sindicato e da Federação dos Bancários do RJ-ES quanto da Contraf-CUT, o banco informou ao final da negociação que o problema foi resolvido. O convênio está em ordem e a partir desta quarta-feira (11) haverá comunicado nesse Estado avisando da regularização.

Cassi - Plano de Associados

A nova gestão eleita da Cassi procurou a Comissão de Empresa para partilhar um problema existente na entidade em relação a valores devidos pelos associados, oriundos de inconsistências do sistema de cobrança da Cassi, que serão regularizados nos próximos meses.

Como o problema afeta aos associados, a Contraf-CUT e demais entidades sindicais reivindicaram que, caso os valores devidos sejam cobrados, o BB se comprometa a estabelecer o limitador de 1/24 no máximo de desconto ao mês para qualquer tipo de regularização de cobrança feita, para não prejudicar os bancários.

O banco ficou de analisar a reivindicação.

A Cassi informou que, assim que for tomada qualquer providência em relação à regularização das pendências, divulgará em seus veículos de comunicação.

Vacinação contra gripe A

Está havendo um grande surto de gripe A em Santa Catarina e foi solicitado ao banco que pague as vacinas. A medida vem sendo feita por outros bancos no Estado.

A Diref ficou de averiguar junto aos setores responsáveis do banco sobre a possibilidade de atendimento da reivindicação.

Adesão à Cassi e Previ pelos bancários incorporados

O banco disse que está estudando o caso, afirmando haver dúvidas quanto ao tema e sobre a maneira como implantá-lo.

Como o tema virá apresentado nas reivindicações da mesa específica, a empresa disse que terá melhores condições para avaliar a proposta dos trabalhadores.

O banco diz que há pré-disposição em resolver a questão. Mas cada caso deve ser avaliado com suas diferenças como, por exemplo, o Economus e a Fusesc. O banco não pode obrigar ninguém a migrar. O que o banco faria com as pessoas que já eram aposentadas antes das incorporações?

Devolução de delegado sindical na Previ

Os representantes do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro protestaram contra a medida e vão tomar as medidas cabíveis. O banco disse que recorreu ao regulamento e afirmou que a Previ, a Cassi e entidades semelhantes não são dependências da empresa.

GDP usada de forma irregular por alguns gestores do BB

Foi feita a denúncia de que gestores do banco, como na CABB SP e na CSO prefixo 1900 (SP), estão usando de forma irregular a GDP para tentar intimidar os bancários que participam de atividades sindicais.

A GDP é para avaliar desempenho profissional e não foi feita para punir trabalhador ou fazer anotação sobre horas não trabalhadas ou coisas do gênero.

Os gestores das unidades têm dito que o banco havia autorizado tal anotação. Foi dito à Contraf-CUT que a informação passada pela Diref aos gestores é de que o ponto eletrônico deve refletir a jornada real dos trabalhadores. Nada mais que isso.

Descomissionamento nas três avaliações

Também foram feitas denúncias sobre o banco estar descomissionando funcionários com base nas três avaliações, inclusive quando a pontuação está entre 3 pontos e 4 pontos.

Tanto o banco quanto as entidades sindicais debateram a necessidade dos bancários acompanharem sempre qualquer tipo de anotação feita e, inclusive, discordar ou justificar quando for o caso.

Redução da trava de tempo para remoção das CABB

Devido à natureza do trabalho muito específica nas CABB, foi solicitado ao banco que haja redução no tempo da trava de remoção para outras dependências. Atualmente a trava no setor também é de dois anos. Foi citada como exemplo uma redução em setor semelhante na ouvidoria do DF.

Criminalização da luta pela democracia

A Contraf-CUT ainda fez um desagravo sobre a apostila institucional de segurança bancária do BB, que desrespeita a luta da sociedade brasileira pela democratização e contra a ditadura militar.

Após a descoberta do material interno do banco pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, até a presidência da República já recebeu a denúncia sobre o fato.

O trecho, citado no item 1.1.2 da apostila, nos Fundamentos Teóricos de Segurança, sob a organização da Diretoria de Gestão da Segurança do BB, descreve: "No Brasil, em razão do aumento de assaltos a instituições financeiras, a partir de meados da década de 1960, realizados por terroristas de orientação esquerdista, opositores do regime militar, entre eles o desertor do Exército, ex-capitão Carlos Lamarca, e o ex-deputado, com formação em guerrilha e terrorismo na China e em Cuba, Carlos Marighella, autor do tristemente famoso manual do guerrilheiro urbano, tem início a formalização institucional da segurança privada. Várias organizações terroristas assaltavam instituições bancárias e de crédito, agindo de forma violenta, muitas vezes matando guardas, policiais e pessoas inocentes, requerendo medidas especiais de repressão ao delito".

Negociações da Campanha Nacional 2012

A 14ª Conferência Nacional dos Bancários será realizada de 20 a 22 de julho, em Curitiba. O evento definirá a minuta nacional dos trabalhadores que será entregue à Fenaban, ao mesmo tempo em que serão apresentadas aos bancos públicos as pautas específicas para iniciar as negociações.

Os bancários devem participar ativamente do calendário organizado pelo Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT, para que haja avanços e novas conquistas.


Fonte: Contraf-CUT

21.6.12

Pressionado, BB assina adesão da Cassi à resolução 254 da ANS

  
Cassi: Fernanda Carísio, conselheira eleita e Mirian Fochi, diretora eleita,
companheiras apoiadas pela Contraf-CUT e os principais
sindicatos do país. Foto: Seeb DF.

Após uma longa e forte pressão do movimento sindical e dos dirigentes eleitos da Cassi, os representantes do Banco do Brasil na Caixa de Assistência finalmente aprovaram nesta quarta-feira 20 a adesão do plano de saúde à Resolução Normativa (RN) 254, da Agência Nacional de Saúde (ANS), que passou a vigorar em agosto de 2011 e dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. O texto foi aprovado e assinado durante reunião do Conselho Deliberativo da Caixa, em Brasília.

Caso a adesão não fosse aprovada pelo banco até agosto, as consequências poderiam ser extremamente prejudiciais aos associados, podendo até levar ao fechamento do plano. Antes da RN 254, esses contratos não eram obrigados a incorporar todos os procedimentos que fossem sendo determinados pela ANS. Com a nova norma, os planos deverão se adaptar assinando um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS.

Os que não aceitarem se adaptar poderão continuar a existir, mas não poderão mais aceitar nenhum novo associado a partir de 04/08/2012, conforme prevê o artigo 27 da resolução 254.

Conquista dos associados

"Essa é mais uma conquista da luta unitária do funcionalismo do BB conduzida pelo movimento sindical, que constava do programa da chapa apoiada pela Contraf-CUT recém-eleita na Cassi. Agora falta avançar na inclusão dos funcionários de outros bancos incorporados e melhorar o atendimento da Cassi", afirma William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e diretor de Formação da Contraf-CUT.

Também na avaliação de Mirian Fochi, diretora recém-eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, a assinatura do acordo é uma grande vitória do movimento sindical em prol da Caixa e seus associados. "A decisão fortalece a Cassi, na medida em que não ficará impedida de receber novos associados, pois é justamente a entrada constante de novos associados que oxigena e contribui para a perenidade da Cassi. Se o BB não assinasse a adesão da Cassi à RN 254, seria o mesmo que decretar o fim do Plano de Associados em poucos anos. Por isso, é um grande alívio o banco ter assinado o aditivo."

Para a presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Fernanda Carísio, a assinatura é extremamente positiva, uma vez que garante a entrada de novos associados e mantém o plano ativo. "A assinatura do aditivo significa que os novos procedimentos médicos e hospitalares poderão ser utilizados por todos os associados. É importante também porque mantém atendimento de qualidade aos funcionários da ativa e os aposentados", destaca Fernanda. "O movimento sindical vem há mais de um ano batalhando pela assinatura do aditivo à RN 254."

Uma longa batalha

A pressão para que o banco assinasse a resolução 254 é uma luta do movimento sindical desde que a nova resolução passou a vigorar, em agosto do ano passado. A Contraf-CUT publicou matéria em seu site no dia 22 de fevereiro. E leia aqui reportagem sobre entrega de carta da Contraf-CUT ao BB em primeiro de março último pressionando para que o banco assinasse a nova resolução da ANS.

No dia 6 de junho, logo após tomar posse, a diretora eleita da Cassi Mirian Fochi e o Sindicato de Brasília reuniram-se com o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do Banco do Brasil, Carlos Eduardo Leal Néri, para cobrar novamente o BB.

O que diz a resolução 254 da ANS

A Resolução 254 dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. Com a edição da Resolução, esses planos deverão se adaptar por meio de um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS. Os planos que não se adaptarem poderão continuar a existir, mas ficam impedidos de aceitar novos associados a partir de 4 de agosto deste ano, o que pode prejudicar milhares de trabalhadores.

A aprovação do aditamento não trará custo nenhum à Cassi.

Fonte: Contraf-CUT, com Seeb Brasília

8.6.12

Contraf-CUT cobra BB para adesão da Cassi à Resolução 254 da ANS

Crédito: Seeb DF.
A Contraf-CUT e duas representantes eleitas na Cassi cobraram o atendimento da reivindicação de que o Banco do Brasil apoie na próxima reunião do Conselho Deliberativo a adesão da Cassi à Resolução Normativa nº 254 da Agência Nacional de Saúde (ANS). O tema já foi pautado pela presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Fernanda Carisio, para a reunião que ocorrerá no dia 20.

"Estamos também aguardando o agendamento de uma nova negociação com o BB para discutir várias questões não resolvidas, como a adesão da Cassi à Resolução 254 da ANS e a extensão da Cassi e da Previ para os funcionários incorporados, bem como uma posição do banco sobre a jornada de seis horas para todos os trabalhadores", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

A nova diretora eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, junto com o Sindicato dos Bancários de Brasília, se reuniu na quarta-feira (6) com o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do BB, Carlos Eduardo Leal Néri, para reforçar a proposta do movimento sindical.

"Os conselheiros indicados pelo banco têm que aprovar a adesão na próxima reunião do Conselho Deliberativo. No caso da Cassi, a adesão ao regulamento não implica novos custos ou adaptação de normas, porque a Caixa de Assistência já oferece um rol de procedimentos superior ao previsto na regulamentação atual para planos de saúde", afirma o diretor do Sindicato, Eduardo Araujo.

A Resolução 254 dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. Com a edição da Resolução, esses planos deverão se adaptar por meio de um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS. 

Os planos que não se adaptarem poderão continuar a existir, mas ficam impedidos de aceitar novos associados a partir de 4 de agosto deste ano, o que pode prejudicar milhares de trabalhadores.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília

31.5.12

Diretores e conselheiros eleitos na Cassi e Previ tomam posse nesta sexta




Acontecem nesta sexta-feira, dia 1º de junho, as solenidades de posse dos novos diretores e conselheiros da Cassi e Previ, eleitos pelos funcionários do Banco do Brasil. Pela manhã, às 9h, assume no auditório do Sede 3 do BB, em Brasília, a nova diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, e demais integrantes da chapa vencedora. À tardinha, às 17h, será empossado o novo diretor de Seguridade da Previ, Marcel Barros, e demais participantes da chapa vitoriosa, no auditório da AABB, no Rio de Janeiro.

Mirian e Marcel têm história de luta no movimento sindical. Ambos participaram da gestão anterior da Contraf-CUT (2009-2012). Ela foi secretária de Assuntos Jurídicos e ele, secretário-geral. Mirian também foi diretora do Sindicato dos Bancários de Brasília. Marcel foi presidente do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista, diretor da Fetec-SP e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.



Além de amplo apoio do movimento sindical, os eleitos contaram com o apoio de diversas associações de funcionários e aposentados do BB.

"A posse conclui um intenso processo democrático, onde os funcionários e aposentados do BB acreditaram nas propostas que têm a cara e a marca da participação dos bancários para proteger as suas conquistas e avançar rumo a novos benefícios para a melhoria da sua qualidade de vida", destaca William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.


CASSI

As eleições da Cassi ocorreram entre os dias 2 e 13 de abril. A Chapa 1 - Cuidando da Cassi, apoiada pela Contraf-CUT e pela maioria das entidades sindicais, obteve 35,1% dos votos válidos, contra 25,2% da Chapa 5 - Uma nova Cassi e 22,9% da Chapa 3 - Responsabilidade e Experiência.

Veja quem toma posse:

Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes

Mirian Fochi

Conselho Deliberativo

Titulares

Antonio Cladir Tremarin
José Adriano Soares

Suplentes

Milton dos Santos (Miltinho)
Mário Fernando Engelke

Conselho Fiscal

Titulares

Carmelina P. dos Santos (Carminha)
João Antônio Maia Filho

Suplentes

Cláudio Gerstner
José Eduardo Marinho


PREVI

A Chapa 6 - Unidade na Previ, também apoiada pela Contraf-CUT e maioria das entidades sindicais, venceu a eleição para a renovação de parte da direção do fundo de pensão com 24.935 votos válidos. A votação foi realizada entre os dias 18 e 29 de maio, numa disputa acirrada, com outras cinco chapas inscritas.

Confira quem toma posse:

Diretoria de Seguridade

Marcel Barros

Conselho Deliberativo

Titulares

Rafael Zanon
Haroldo do Rosário Vieira

Suplentes

José Ulisses de Oliveira
José Souza de Jesus

Conselho Fiscal

Titular

Odali Dias Cardoso

Suplente

Diusa Alves de Almeida

Conselho Consultivo - Plano de Benefícios 1

Titular

Waldenor Moreira Borges

Suplente

Luiz Alarcão

Conselho Consultivo - Previ Futuro

Titular

Deborah Negrão de Campos

Suplente

Vênica Ângelos de Melo


Fonte: Contraf-CUT

24.5.12

Contraf-CUT avança na organização do 23º Congresso dos Funcionários do BB


A organização do 23º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil foi o principal tema da reunião desta quinta-feira (24) da Comissão de Empresa dos funcionários do banco (CEBB), órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações com o BB. Durante o encontro, que ocorreu na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, os representantes das federações trouxeram as principais demandas dos bancários para a próxima rodada de negociação permanente com a empresa e que também serão temas do congresso.

O 23º Congresso acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de junho, no Hotel Slaviero, em Guarulhos (SP), conforme definido pelo Comando Nacional dos Bancários. A CEBB definiu mais alguns critérios de organização, sempre buscando aumentar a democracia e a participação dos bancários no congresso. Ficou definido que, após as assembleias e congressos regionais, as federações enviarão os resumos das propostas majoritárias e minoritárias para a Contraf-CUT, que organizará uma compilação de modo a facilitar o trabalho dos grupos temáticos no Congresso.

"A Contraf-CUT, por meio da CEBB, vai trabalhar bastante no próximo mês para que o congresso seja o mais produtivo possível", afirma William Mendes, coordenador da CEBB e secretário de Formação da Contraf-CUT. "Queremos garantir um processo de construção democrática, dando aos bancários da base toda a oportunidade de participar. Sendo assim, é fundamental que as bancárias e bancários de todas as bases sindicais participem dos fóruns e escolham suas delegações e proposições e que já discutam formas de organização para a campanha 2012."

Também foi definida a programação do congresso. A abertura será na noite do dia 15, sexta-feira. O sábado começará com uma análise de conjuntura, por palestrante do Dieese. Na sequência, será feita a apresentação das teses de cada corrente política. Na tarde de sábado, os bancários se dividirão nos quatro grupos temáticos (remuneração e condições de trabalho, saúde e previdência, organização do movimento e Banco do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional) que discutirão as propostas e polêmicas oriundas dos encontros regionais e assembleias. No domingo, os delegados se reunirão em plenário para a votação das deliberações finais do congresso.

Os representantes das federações na CEBB trouxeram ainda relatos colhidos em suas bases sobre as principais reclamações dos bancários do Banco do Brasil hoje. Veja os principais pontos:

Jornada de seis horas para todos

Os bancários estão mobilizados desde o ano passado cobrando do banco a jornada de 6h para as comissões, sem redução de salário. Em 2011, o banco havia anunciado - inclusive em seus canais internos - que apresentaria uma proposta nesse sentido, mas não trouxe nenhuma novidade até agora. "Começamos este ano em mobilização com boa participação dos bancários de todo país. Queremos que o banco apresente proposta de plano de carreira que contemple essa reivindicação e vamos cobrar mais uma vez na mesa de negociação", diz William.

Implantação das PSO

O Banco do Brasil iniciou neste semestre a implantação das Plataformas de Suporte Operacional (PSO) em todo o país. As entidades sindicais já receberam diversas reclamações de bancários que se sentem prejudicados com o novo modelo.

A principal reclamação diz respeito aos "caixas-volantes", que deixam de ter sua dotação ligada a uma agência específica e passam a responder para a PSO. Com isso, são enviados para qualquer agência de acordo com a decisão da chefia, tirando a estabilidade dos bancários para trabalhar. Além disso, muitos dos caixas do banco hoje não são efetivos na função, mas substitutos, piorando a situação. Assim, caso tenha que se ausentar, mesmo que para fazer um curso do próprio banco, o bancário tem interrompida a sequência de substituição pelo semestre, prejudicando o trabalhador.

"Há bancários que são caixas substitutos há anos e agora se veem nessa situação. Queremos que todos os caixas tenham Valor de Referência (VR) e com isso tenham a carreira de mérito pontuada diariamente", cobra William. "O movimento sempre se posicionou contrariamente à retirada dos caixas da dotação das agências - o tal projeto PSO. Acreditamos que eles devem pertencer à equipe de cada local de trabalho e não concordamos com a ideia do 'caixa-volante' inventada pelo banco, que aparta os trabalhadores e os deixa sem estabilidade ou referência", afirma.

Descomissionamentos

Os funcionários também têm reclamado que os gestores do banco têm desrespeitado os critérios de trava para descomissionar. Há casos de pessoas que são bem avaliadas e perderam sua função sem explicação. "O movimento sindical cobra uma discussão séria com o banco sobre a cláusula contra o descomissionamento, conquistada no Acordo Aditivo do funcionalismo do BB. Não é possível ter critérios tão subjetivos que o banco possa fazer o que quiser com os trabalhadores", afirma William.

Metas do Sinergia incentivam assédio moral

As metas abusivas determinadas pelo programa Sinergia BB são um grande tema de reclamação de todas as bases sindicais. Com a proximidade do fim do semestre, começam a surgir problemas em atingir as metas definidas, questão apontada pelo movimento sindical desde o início. Os bancários não aguentam mais a pressão constante e o assédio moral pelo cumprimento de metas que não levam em consideração a realidade de cada local de trabalho.

"O assédio moral tem aumentado muito, com ameaças constantes de descomissionamento. Alguns gestores estão até exigindo do bancário venda casada, desvirtuando as exigências do governo federal de redução dos juros e ampliação do crédito com qualidade para os consumidores. É um desrespeito com os bancários e a população", afirma William.

Nomeações sem critério

O banco tem desconsiderado qualquer critério objetivo na definição das nomeações para funções, inclusive o TAO. Segundo as denúncias, apenas protegidos dos gestores são nomeados, desrespeitando a carreira dos bancários. Além disso, os trabalhadores sofrem perseguições das mais variadas. O movimento sindical cobra que as nomeações sejam definidas por concurso interno, respeitando a pontuação de cada bancário e incluindo critérios mais objetivos no TAO.

Incorporados

Os bancários oriundos de BEP, Besc e Nossa Caixa continuam aguardando que o BB atenda sua reivindicação e estenda o direito a Cassi e Previ para todos. Em 2011, o banco se comprometeu a criar uma mesa temática na qual apresentaria todos os dados necessários para a instalação de um processo de negociação, No entanto, a mesa temática teve apenas uma reunião e não foi feita nenhuma negociação sobre o tema.

Em relação à Cassi, um problema se estende a todos os funcionários: a parcela da diretoria e conselho indicada pelo banco não resolveu sobre a regulamentação da ANS (RN 254), prejudicando os trabalhadores e pondo em risco o plano no que diz respeito à entrada de novos bancários.

Terceirização

Representantes de várias federações reforçaram a reivindicação de contratação de mais bancários concursados e pelo fim da terceirização no BB, como ocorre nas CABB. Outro exemplo ainda mais grave é a terceirização fraudulenta do Mais BB, correspondente bancário do banco.

Os trabalhadores trouxeram ainda denúncias graves com relação ao começo dos trabalhos do Banco Postal. Algumas entidades já apuraram que o BB não está abrindo poupança em agências, encaminhando os clientes para os correspondentes (Banco Postal e Mais BB). "É uma discriminação contra os clientes de baixa renda que não pode ser tolerada em lugar nenhum, mas especialmente em um banco público que tem a missão de aumentar o acesso da população brasileira ao crédito", defende William.

Negociação

A Contraf-CUT entrará em contato com o banco para marcar uma nova rodada do processo de negociação permanente para cobrar soluções para estes problemas dos trabalhadores, muitos deles pendências antigas. "Queremos que o banco conduza negociações sérias. Identificamos e levamos as demandas dos bancários para a empresa e apostamos sempre no diálogo para a construção das melhores saídas. Esperamos que o banco tenha a mesma postura e traga soluções concretas", defende William.


Fonte: Contraf-CUT

13.4.12

Chapa 1, apoiada pela Contraf-CUT, vence eleição na Cassi com 31.026 votos



A Chapa 1 - Cuidando da Cassi, apoiada pela Contraf-CUT, venceu a eleição para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, realizada de 2 a 13 de abril. Encabeçada por Mirian Fochi, a Chapa 1 obteve 35,1% dos votos válidos, contra 25,2% da Chapa 5 - Uma nova Cassi e 22,9% da Chapa 3 - Responsabilidade e Experiência.

"Agradeço profundamente a confiança depositada pelos associados da Cassi e o apoio dos sindicatos e das demais entidades representativas do funcionalismo, com os quais precisamos somar forças para que tenhamos êxito no imenso desafio de tornar cada vez melhor o atendimento à nossa saúde e a de nossos familiares", agradece Mirian Fochi, que é secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e ex-diretora do Sindicato de Brasília.

O resultado final da eleição foi o seguinte:


Chapa
Votos
Porcentagem votos válidos
Chapa 1-Cuidando da Cassi
31.026
35,1%
Chapa 2-Cassi: Respeito, Transparência e Independência
8.618
9,75%
Chapa 3-Responsabilidade e Experiência
20.260
22,9%
Chapa 4-Semente da União-Cassi
6.173
7,00%
Chapa 5-Uma nova Cassi
22.285
25,2%


São os seguintes os membros da Chapa 1 - Cuidando da Cassi:

Mirian Fochi


Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes

Conselho Deliberativo


Antonio Cladir Tremarin - Titular
José Adriano Soares - Titular

Milton dos Santos (Miltinho) - Suplente
Mário Fernando Engelke - Suplente

Conselho Fiscal


Carmelina P. dos Santos (Carminha) - Titular
João Antônio Maia Filho - Titular

Cláudio Gerstner - Suplente
José Eduardo Marinho - Suplente


Fonte: Contraf-CUT

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COMENTÁRIO:

Companheirada, vencemos a eleição da Cassi. A coordenação da Articulação Bancária do bb agradece a tod@s que votaram, que trabalharam e apostaram na linha cutista de buscar construir propostas, envolver os trabalhadores e buscar negociação com o objetivo de contratar mais direitos aos bancários.

Vamos lutar agora para melhorar a nossa Cassi, manter nossa forma de gerir a Previ com a CHAPA 6 encabeçada pelo nosso companheiro Marcel Barros e lutar para melhorar nossos direitos e condições de trabalho no Banco do Brasil através de nossas campanhas salariais.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT, SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!

P/coordenação da ARTBB