Este vídeo produzido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, com essas belas crianças, alerta para as consequências terríveis deste projeto para toda a classe trabalhadora, caso os congressistas votem a favor dele - PL 4330, do empresário das rosquinhas Mabel. Ele acaba com os direitos dos papais, mamães e dos futuros trabalhadores, hoje crianças e jovens em formação.
Blog de William Mendes, ex-dirigente sindical bancário e ex-diretor eleito de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil
9.7.13
PL 4330 - Crianças ensinam: Diga NÃO à Terceirização!
Este vídeo produzido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, com essas belas crianças, alerta para as consequências terríveis deste projeto para toda a classe trabalhadora, caso os congressistas votem a favor dele - PL 4330, do empresário das rosquinhas Mabel. Ele acaba com os direitos dos papais, mamães e dos futuros trabalhadores, hoje crianças e jovens em formação.
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8.7.13
Agenda sindical... Indo pra Brasília - DF
Nesta segunda-feira (8), estou indo para Brasília (DF) onde estaremos lutando contra a aprovação no Congresso Nacional do projeto da TERCEIRIZAÇÃO TOTAL, substitutivo do deputado Artur Maia (PMDB-BA) ao PL 4330/2004 do empresário e deputado Sandro Mabel (PMDB-GO).
Teremos uma semana intensa com muita luta tanto nos fóruns que deliberam os rumos dos direitos dos cidadãos trabalhadores como estaremos também nas ruas com a convocação das centrais sindicais em dia nacional de luta (11) pela conquista da agenda da Classe Trabalhadora.
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
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William Mendes
7.7.13
Condenação de PHA - A inversão da ordem!
Comentário do blog:
deixo aqui a minha indignação com a condenação do jornalista Paulo Henrique Amorim e faço desta declaração de Carta Maior minhas palavras e sentimentos.
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| Foto: Brasil 247 |
*Paulo Henrique Amorim, um dos principais nomes do
jornalismo brasileiro, defensor infatigável do sistema de cotas para negros na
universidade, está sendo condenado por preconceito racial. Acusa-o um
repórter da Rede Globo, a quem PH destinou uma
metáfora, cujo uso CM (Carta Maior) não abona, mas que
sabidamente se referia ao caráter do jornalismo praticado. Nunca à pigmentação
da pele. A condenação, descabida, guarda coerência inquietante com o
momento político. Nos dias que correm, o jornalismo associado a
bicheiros e a seus capangas não apenas é tolerado pela justiça, como
respaldado por autoridades federais, que sancionam seus métodos,
metas e 'maycons', abraçando-se em uma esférica
aliança contrária à regulação democrática dos meios de comunicação --outra
bandeira incansável do diretor de Conversa Afiada. Não apenas isso. A
emissora por trás do processo contra Paulo Henrique,
comprovadamente sonegou R$ 615 milhões ao fisco, conforme mostrou
outro blogueiro 'inconveniente', Miguel do Rosário. Continua, todavia, a
se esponjar em verbas copiosas da publicidade federal. Em Brasília, dá-se a
isso o nome de 'mídia técnica', mais ou menos o seguinte: aos que detém a
corda, entrega-se o pescoço. E outras partes mais. O argumento
'técnico' é evocado por aqueles, para os quais, o papel de
um governo democrático é reiterar o status quo em busca de
indulgência, não modificá-lo em benefício da pluralidade e do
discernimento crítico. Talvez esteja aí o erro de fundo de Paulo Henrique:
a incompatibilidade do seu jornalismo com um status quo ainda iníquo,
racista e cínico.
5.7.13
Nova reestruturação no BB gera transtornos e insegurança aos bancários
Dessa vez as mudanças são na Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais (Dirao). Diversos sindicatos no país têm recebido denúncias ao longo da semana sobre as consequências oriundas dessa reestruturação e que unidades e postos de trabalho serão fechados em vários locais.
Ao longo da semana, com o retorno dos bancários e dos sindicatos, foi possível perceber a extensão dos prejuízos que mais essa reestruturação unilateral do banco está causando aos seus trabalhadores.
A Contraf-CUT reivindicou abertura imediata de discussões para debater a questão em ofício enviado ao BB nesta sexta-feira 5. Veja aqui o ofício.
Além da redução de 132 vagas na estrutura geral da Dirao, o banco fechou em várias partes do país as unidades Gerats e não será fácil realocar centenas de bancários sem que eles tenham prejuízos em seus salários e rotinas de vida.
Também há uma questão que a Contraf-CUT considera um descumprimento do que o próprio banco afirmou quando implantou em janeiro de 2013 o novo plano de funções comissionadas. O BB afirmou que não iria forçar a adesão de bancários das funções gratificadas de 8h a migrarem para as novas de 6h, com redução de salários.
Para que o banco cumpra o que disse, as dezenas de assistentes A que estavam na antiga estrutura da Dirao devem ter condição de manter sua opção de 8h na nova estrutura, caso contrário o banco teria afirmado uma coisa aos funcionários e estaria fazendo outra agora na reestruturação dessa área-meio, ao extinguir centenas de vagas de assistentes A de 8h dando a "opção" de migrarem para as novas vagas de Assistente de Negócios de 6h com redução de salários (entre R$ 600 a R$ 1.000 a menos) ou ficarem sem a comissão. Isso é descumprir aquilo que o próprio banco se comprometeu em janeiro.
Fonte: Contraf-CUT
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3.7.13
CUT e Centrais conseguem adiar votação do PL 4330 na CCJC da Câmara
Depois de mais de três horas de reunião nesta quarta-feira (3), a CUT e demais centrais sindicais conseguiram abrir um processo efetivo de negociação e, mais uma vez, adiar a votação do Projeto de Lei (PL) nº 4330 que permite a terceirização em todas as atividades das empresas.
A primeira reunião de negociação quadripartite para discutir o PL 4330, que seria votado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (CCJ) na próxima terça-feira (9), foi realizada na Secretaria-geral da Presidência da República.
Depois de muito debate, foi decidida a formação de um grupo de trabalho composto por 3 trabalhadores, 3 parlamentares, 3 representantes do governo e 3 empresários, que vão se reunir nos dias 5, 8 e 9 para negociar alterações no PL 4330.
Na tarde do dia 9, os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-geral da Presidência da República) e Manoel Dias (Trabalho e Emprego), os parlamentares, empresários e os dirigentes sindicais vão avaliar se as negociações estão avançando.
Tanto parlamentares quanto empresários fizeram questão de afirmar que, caso não haja consenso até esta data, o PL será votado na CCJ no dia 10. Caso as negociações avancem, a votação pode ser adiada novamente por um período maior até que as partes cheguem a um acordo.
Durante a reunião desta quarta, os parlamentares e os empresários defenderam o PL 4330 argumentando, entre outras coisas, que o projeto garante segurança jurídica para os empresários e para os trabalhadores.
Já a bancada sindical rebateu dizendo que o PL, na verdade, traz insegurança jurídica para todas as partes envolvidas e não atende os interesses da classe trabalhadora, representa mais precarização das condições de trabalho, com enormes prejuízos para a classe trabalhadora.
Por tudo isso, os dirigentes sindicais consideraram a reunião positiva. Para a secretária nacional de Relações de Trabalho da CUT, Maria das Graças Costa, a abertura de diálogo e suspensão da votação, resultados da luta e determinação dos/as sindicalistas, foi um avanço.
"A suspensão da votação do projeto na CCJ no dia 9, aliada ao processo de negociação quadripartite, é um passo importante para as centrais sindicais e para a classe trabalhadora. Agora, temos a chance de mudar o projeto. Do jeito que está, não aceitamos de jeito nenhum".
O ministro Gilberto Carvalho considerou a reunião histórica. "Pela primeira vez nos últimos anos construímos uma mesa quadripartite que pode chegar a um entendimento".
Gilberto pediu o empenho de cada uma das partes para que o processo avance, de forma rápida e madura, pois se tiver entendimento a tramitação tanto no Congresso quanto no governo será muito mais fácil.
Para o ministro Manoel Dias, "o ambiente atual é favorável ao entendimento tanto da parte dos trabalhadores quanto dos empresários". Ele também pediu às bancadas que chegassem a um acordo em um prazo razoável.
O deputado Artur Maia (PMDB-BA), que mais defendeu o PL 4330 durante as três horas de reunião, foi também o que mais demonstrou disposição de negociar e fez várias propostas até chegar ao acordo de adiamento da votação e realização de três reuniões para tentar chegar a um consenso com a bancada dos trabalhadores.
Participaram da reunião representantes de todas as centrais sindicais (pela CUT, além de Maria das Graças Costa, Quintino Severo, secretário de Administração e Finanças); os ministros do Trabalho e Emprego e Secretaria-geral da Presidência da República; os deputados Artur Maia (PMDB-BA) relator do PL 4330, Sandro Mabel (PMDB-GO), autor do projeto, e Ricardo Berzoini (PT-SP), entre outros e empresários da CNI, CNC e CNA.
Fonte: Marize Muniz - CUT
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2.7.13
Em vez de chamar concursados, BB quer ampliar Banco Postal nos Correios
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) pretende estender, a partir de 2014, o Banco Postal à sua rede de agências franqueadas. Apenas lojas próprias da estatal dispõem atualmente do serviço, que é operado pelo Banco do Brasil. O plano desperta apreensão entre donos de franquias e interessados em abrir novas unidades, que temem o aumento dos custos operacionais.
A abertura do Banco Postal na rede franqueada faz parte das regras da licitação que os Correios querem fazer no segundo semestre, para ampliar o número de lojas. Essa licitação vai abranger "em torno de 500 agências", conforme revelou a vice-presidente de clientes e operações, Glória Guimarães, em reportagem publicada na edição desta terça-feira (2) do jornal Valor Econômico.
Na contramão
"Esse plano é mais um que está totalmente na contramão da história. O BB tem que chamar os concursados e melhorar o atendimento nas agências e postos de atendimento, em vez de estender o Banco Postal para a rede franqueada dos Correios, onde não tem bancários nem vigilantes", protesta William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
"Esse modelo de precarização e insegurança não é bom para todos, contrariando a propaganda milionária do banco", destaca. "O banco público que queremos e defendemos não pode se pautar pela lógica do lucro fácil, obtido na base da redução dos custos, mas sim na garantia de um atendimento de qualidade e seguro para todos os clientes do banco e a população", salienta William.
Licitações
Conforme a notícia, o reforço das lojas se daria em estados como Rio de Janeiro, Bahia e Paraíba, que tiveram grande concentração de licitações "desertas" ou "fracassadas". No total, 288 unidades não despertaram interesse do mercado ou os concorrentes não conseguiram preencher as exigências dos Correios. Agora, a estatal pretende licitar boa parte das franquias que "micaram" da última vez, além de ampliar o número de lojas. Atualmente existem cerca de 1,1 mil agências franqueadas no país, que equivalem a 31% do faturamento global da ECT.
Na última licitação, cujos contratos foram assinados no ano passado, já havia a perspectiva de abertura do Banco Postal nas franquias. Só que isso jamais foi colocado em prática, deixando de fazer parte da lista de preocupações imediatas dos operadores. Por enquanto, o serviço financeiro funciona em 6.167 das 6,3 mil lojas próprias da estatal.
O assunto voltou à tona com essa nova licitação. A minuta do edital, que está em audiência pública, vai ganhar sua versão definitiva até outubro. Glória se mostra otimista com o sucesso da nova concorrência e destaca seus pontos atrativos, como maior liberdade na oferta de serviços e flexibilização das exigências, incluindo o tamanho dos imóveis necessários para instalar as agências e até mesmo os documentos para comprovar sua titularidade.
Nos últimos contratos da rede franqueada, a possibilidade de abertura do Banco Postal não foi efetivada porque, segundo Glória, vivia-se um momento de transição. O BB pagou R$ 2,3 bilhões, só como valor básico, para substituir o Bradesco como parceiro dos Correios no negócio a partir de janeiro de 2012. Agora, conforme avalia a executiva, já se pode considerar esse processo de transição bem encaminhado.
"O nosso objetivo agora é padronizar a rede", afirma Glória, referindo-se aos serviços oferecidos pelas agências próprias e pelas franqueadas. Isso motivou a decisão de liberar, de vez, o funcionamento Banco Postal também nas franquias. "A perspectiva é que, no início de 2014, possamos ter pelo menos um projeto-piloto", diz a vice-presidente.
Ela ressalta que a decisão de onde e quando implantar o serviço financeiro nas lojas franqueadas será tomada "em conjunto" com o BB. Já o BB, procurado pelo jornal, afirma que a implantação do projeto-piloto e do serviço em outras unidades "depende de conversas com os franqueados".
Enquadramento dos trabalhadores
Ainda conforme a reportagem, há temor entre os donos de lojas e interessados na nova licitação. O presidente da Associação Brasileira das Franquias Postais (Abrapost), Chamoun Joukeh, cobra mais detalhes sobre a abertura do Banco Postal nas lojas. Ele diz que até a categoria profissional à qual vão pertencer os funcionários responsáveis pelo futuro atendimento da área financeira das agências causa apreensão.
Ninguém sabe se serão carteiros, comerciários ou bancários, por exemplo. "Temos muitas dúvidas. Podem ser questões aparentemente pequenas, mas que se traduzem em custos muito importantes no dia a dia das operações."
A Associação Nacional das Entidades Regionais de Agências de Franquias Postais (Apost), que representa outros 479 franqueados em todo o país, também demonstra inquietação. O presidente da Apost, José Jorge de Moraes Filho, coloca até questões tributárias entre suas preocupações. "Hoje, 80% da rede franqueada está no Simples. Será que poderemos continuar recebendo esse tipo de tratamento com o serviço de banco?", questiona.
Insegurança
Moraes Filho diz que, além de aspectos trabalhistas, como o piso salarial de quem faz o atendimento financeiro, a abertura do Banco Postal nas lojas traz outras perguntas. Haverá necessidade de instalar portas giratórias nas agências? Quem cobrirá o seguro contra assaltos? Será preciso ter segurança armada nas agências?
"Gera insegurança participar de uma licitação sem essas definições", diz Moraes Filho. Para o empresário, dono de uma franquia na região de Ribeirão Preto (SP), a melhor saída é deixar a implantação do Banco Postal como uma "escolha" do franqueado, não como exigência da matriz.
Em shopping centers bem abastecidos com serviços bancários, segundo ele, pode simplesmente não ser vantajoso. Já em lojas de cidades pequenas do interior, acredita o presidente da Apost, o serviço pode se tornar uma possibilidade de incrementar receitas.
Negociação
Essa nova estratégia de atendimento será levada ao debate na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, visando pautá-la em futura negociação com o banco. "Vamos avaliar esse conjunto de informações e intensificar a pressão sobre a direção do banco para que ela mude essa gestão privada que não leva em conta o atendimento de qualidade para os clientes e a sociedade brasileira", conclui William.
Fonte: Contraf-CUT com Valor Econômico
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Agenda de luta... Debates com os bancária/os na base
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| William Mendes - foto: Maurício |
Conversamos com cerca de 300 colegas em vários departamentos e andares do complexo e explicamos a gravidade e o risco que a classe trabalhadora está sofrendo com a votação do substitutivo do deputado Artur Maia (PMDB BA) ao PL 4.330 do deputado Sandro Mabel (PMDB GO).
Este é o projeto da TERCEIRIZAÇÃO TOTAL e do fim dos direitos das categorias organizadas e do enfraquecimento dos grandes sindicatos de trabalhadores. O projeto está agendado para votação final na CCJC no Congresso Nacional em 9/07.
Convocamos os bancários e bancárias para a atividade nacional e paralisação que ocorrerá na próxima quinta-feira 4 na região da Avenida Paulista SP.
Também distribuímos a revista nacional dos funcionários do bb, O Espelho - especial resoluções do 24º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. A revista traz a pauta específica na luta da campanha 2013.
Depois, fui para a Contraf-CUT onde trabalhei até o final da tarde.
Nesta quarta-feira 3 estarei em evento da Fenaban na região da Paulista o dia todo.
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
NADA MELHOR QUE ESTAR COM OS TRABALHADORES!
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Agenda de luta... Longa jornada diária nesta semana
É meia-noite e meia da terça (já trabalhei 15h hoje). Comecei a trabalhar nesta segunda (dia 1) às 10h na reunião executiva nacional da Contraf-CUT debatendo pautas importantes como as mobilizações contra o projeto de terceirização PL 4330 e pela agenda da classe trabalhadora.
Só após longa jornada de dia é que consigo produzir relatórios como os comunicados da Contraf e ler e-mails sobre minhas responsabilidades no movimento.
Nesta terça (2) estarei na base conversando com os bancários sobre as mobilizações do dia 4 e a campanha nacional 2013.
Na quarta (3) estarei em agenda do Comando Nacional dos Bancários em seminário promovido pela Fenaban sobre temas que negociamos da pauta da categoria.
Na quinta estarei na atividade nacional chamada pela nossa Contraf-CUT contra a terceirização total e o fim dos direitos do trabalho e das categorias organizadas.
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
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William Mendes
1.7.13
Agradecimentos - Eleição do Rafael Matos ao Caref BB
Companheiros,
Nosso candidato Rafael Matos foi eleito como representante dos funcionários do BB no Caref.
Rafael teve 21.081 votos, contra 18.008 de Ronaldo Zeni. Foram 17.198 votos brancos e 26.117 votos nulos.
Campanha curta, conjuntura complicada, muito desconhecimento em relação aos candidatos. Vários fatores interferiram nos resultados, inclusive no elevado número de votos brancos e nulos.
O importante mesmo é que vencemos com o apoio e o esforço de todos e que, a partir de agora, os funcionários do BB terão um representante afinado com os interesses dos trabalhadores e identificado com as nossas entidades sindicais. A eleição terminou e agora Rafael é o representante de todos os funcionários.
Agradecemos a todos os dirigentes e militantes da Artban que se empenharam na campanha pelo apoio e pela confiança depositada. Sem este esforço, a eleição não teria sido possível.
E agradecemos muito cada voto de cada bancária e bancário que votou em nosso projeto de representação do Caref atuando em parceria com as entidades do funcionalismo, principalmente os sindicatos cutistas.
Vamos estreitar as relações com os sindicatos, Comissão de Empresa e Contraf para que o Caref sirva também como ponto de apoio na luta dos trabalhadores e de fortalecimento de nossas entidades.
Saudações de luta,
A Coordenação da campanha de Rafael Matos.
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Apoiado pela Contraf, Rafael Matos é eleito ao Conselho de Administração do BB
O candidato Rafael Matos, apoiado pela Contraf-CUT e pela grande maioria dos sindicatos, foi eleito representante dos funcionários ao Conselho de Administração (Caref) do Banco do Brasil no segundo turno da eleição direta realizada entre os dias 24 e 28 de junho. Rafael teve 21.081 votos contra 18.008 de Ronaldo Zeni. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, ocorrido entre 3 e 7 de junho.
"O processo eleitoral terminou. Agora é hora de somar esforços de todo o funcionalismo e suas entidades de representação para nosso representante discutir o papel do Banco do Brasil em relação à sua atuação para a sociedade, bem como para cobrar mudanças em relação ao péssimo tratamento dado aos funcionários e às péssimas condições de trabalho", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
O Conselho de Administração do BB é composto por sete membros: três indicados pelo governo federal, o presidente do banco, dois indicados pelos acionistas minoritários (que hoje são indicados pela Previ) e um eleito pelos funcionários.
"A eleição é uma conquista das centrais sindicais, capitaneada pela CUT. É um avanço importante porque dará à representação dos trabalhadores o direito de participar da instância máxima do Banco do Brasil, onde são tomadas as decisões estratégicas, desde negócios, crédito, orçamento, investimentos e remuneração dos dirigentes, dentre outras questões", acrescenta William Mendes.
Fonte: Contraf-CUT
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