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17.4.13

Encontro Nacional de Formação da CUT começa nesta quinta em Campinas


Estarei novamente com o companheiro Tino levando as
contribuições dos bancários para a formação da CUT.
Começa nesta quinta-feira (18), às 9h, o XVIII Encontro Nacional de Formação (ENAFOR) da CUT. O evento será realizado no Hotel Solar das Andorinhas, em Campinas (SP), com previsão de encerramento no domingo (21), por volta das 16h. 

A organização do encontro espera a participação de aproximadamente 120 dirigentes sindicais de todo o país, representando além da CUT Nacional as Secretarias de Formação das Estaduais da CUT, as confederações e federações nacionais dos ramos, bem como as Escolas Sindicais e de Turismo e Hotelaria da CUT.

Pela Contraf-CUT, participará o secretário de formação William Mendes.

Diretrizes

Ao reunir a Rede Nacional de Formação, a CUT pretende atualizar as diretrizes da Política Nacional de Formação para o período de 2013 a 2015.

O mote escolhido pela Secretaria Nacional de Formação como orientador dos debates durante estes quatro dias, segundo José Celestino Lourenço, o Tino, secretário Nacional de Formação, "faz referência a um dos princípios fundantes da concepção político-metodológica da formação sindical cutista que é o da construção coletiva do conhecimento no contexto da consolidação do projeto político e ideológico do sindicalismo propugnado pela nossa Central: classista, democrático, de massas e pela base, que busca ampliar a sua representatividade cotidianamente no processo de disputa pela hegemonia no sindicalismo brasileiro".

Na programação do XVIII ENAFOR está o resgate histórico da relação entre o processo de construção da CUT e o papel desempenhado pela formação sindical neste contexto. 

A programação prevê a participação do presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, bem como de outros dirigentes da Direção Executiva da CUT e respectivas assessorias, já que um dos objetivos é fazer avançar a relação de organicidade da formação sindical com as demais políticas da CUT.

Também foram convidadas entidades que têm grande identidade com a agenda política e sindical da CUT, bem como parcerias importantes com algumas das instâncias da CUT no tocante a temas atinentes aos seus desafios, tais como a Secretaria de Política Sindical e Educacional da Confederação Sindical das Américas (CSA), Dieese, Cesit/Unicamp, FES e Instituto Observatório Social. 

Veja os principais temas do encontro

1. A importância da Formação Sindical na consolidação da CUT 

2. O atual contexto do desenvolvimento brasileiro e o mundo do trabalho

3. Planejamento estratégico da Direção Nacional e implicações na Formação Sindical

4. Sustentabilidade da CUT e o financiamento do Plano Nacional de Formação

5. Estratégia Organizativa da CUT e as campanhas de sindicalização e filiação

6. Estratégia da Política Nacional de Formação para o período 2013 - 2015

7. Programas e Projetos Nacionais

8. Fortalecimento da Rede Nacional de Formação

9. 30 Anos da CUT


Fonte: CUT

Lula participa das comemorações dos 90 anos do Sindicato S. Paulo, Osasco e região


“Minha alma é um pouco de bancário”

Na festa dos 90 anos, ex-presidente Lula falou de sua relação com a categoria e dos avanços do Sindicato, “um dos mais importantes do país”
São Paulo – Os 90 anos de história de conquistas da categoria bancária se misturam com a trajetória do fortalecimento da democracia no Brasil. E foi relembrando os principais avanços garantidos que a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, deu início às comemorações dessas nove décadas de luta, no dia do aniversário da entidade, 16 de abril, na Quadra dos Bancários.
Na mesa (foto abaixo) composta pelos ex-presidentes Gilmar Carneiro, Ricardo Berzoini, João Vaccari Neto e Luiz Cláudio Marcolino, pelo presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, e pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, a presidenta do Sindicato lembrou o mote do aniversário ao chamar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para participar da festa. “São 90 anos na luta pelo fortalecimento da democracia. Para comemorar essa trajetória, não podíamos deixar de contar com a presença de Lula, pois sua história de vida se confunde com a busca pela democracia em nosso país, consolidada no período em que esteve à frente da presidência da República.”

Lula falou da sua relação com o Sindicato, desde os tempos da retomada. “Em 1978, quando Augusto Campos ganhou as eleições eu estava já no segundo mandato na presidência do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e essa relação perdura até hoje. Tanto que às vezes não sei se sou metalúrgico ou bancário, a minha alma é um pouco de bancário.”

Vídeo: Sindicato completa 90 anos com festa, conquistas e desafios
Fotos: Galeria especial sobre a festa dos 90 anos na Quadra

O ex-presidente lembrou que começou a militar ao lado do Sindicato quando a categoria reivindicava até mesmo ser recebida pelos banqueiros. “Eles se davam ao luxo de não receber o movimento sindical. Não recebiam nem pra dizer que não iam dar aumento. Lembro que fazia passeata com os bancários no centro de São Paulo e a Bolsa de Valores fechava com medo da gente. Depois (já em suas gestões como presidente do Brasil) eles nunca ganharam tanto dinheiro”, destacou, afirmando em seguida: “Esse Sindicato é um dos mais importantes do país”.

E louvou a eleição de uma mulher para a presidência da entidade. “A chegada de Juvandia à presidência do Sindicato é um grande avanço. Não faz muito tempo que as mulheres não podiam usar calça ou fumar em público e que sindicato era coisa de homem”, comparou, parabenizando a diretoria executiva do Sindicato por ter 70% de seus cargos ocupados por mulheres.

Crédito – A presidenta do Sindicato ressaltou a luta empreendida pela entidade ao longo da história, para que o sistema financeiro cumprisse o seu papel. “Tivemos grandes avanços no governo Lula e está sendo intensificada no governo Dilma, com a pressão para que os bancos baixem as taxas de juros e ofertem crédito para a população. A participação saltou de 22% para 60% do PIB, o que merece reconhecimento, pois fizemos parte dessa conquista.”

Para Lula, é importante valorizar as conquistas. “Você virou presidenta Juvandia, num momento de ouro do Sindicato. Costumo dizer que o Brasil era um país capitalista sem capital. Todos os bancos, privados e públicos, no Brasil inteiro, dispunham de apenas R$ 380 bilhões para o crédito. Hoje, só o Banco do Brasil, que antes tinha disponível R$ 100 bilhões para crédito, tem R$ 600 bilhões. A Caixa, que tinha R$ 15 bilhões, hoje tem R$ 417 bilhões. Ou seja, saímos de uma economia com R$ 380 bi para crédito, para uma de R$ 2 trilhões. Em 2002, o total de investimentos pelo BNDES era de R$ 37 bilhões. Em 2012, saltou para R$ 152 bilhões. E a gente pode crescer muito mais porque quando se aprende a conquistar, a gente não para.”

Para as pessoas – Lula fez ainda a comparação entre a época das privatizações dos governos neoliberais no Brasil e seus oito anos no poder. “Nós até compramos bancos. Compramos a Caixa Econômica Estadual (Nossa Caixa), sucateada na gestão Serra, compramos 50% do Votorantim, compramos os bancos do Espírito Santo, de Santa Catarina, do Piauí, que iriam ser privatizados.”

E destacou a força dos trabalhadores em seu governo: “desde que assumi a presidência nunca mais esse Sindicato deixou de ter aumento acima da inflação. É muito importante que as instituições financeiras tenham lucro, mas parte desse lucro tem de ser investido nos trabalhadores. Tem de cuidar da pessoa”.

O ex-presidente falou da sua categoria e lembrou que nos 20 anos que antecederam seu governo, os metalúrgicos haviam perdido 1 milhão de postos de trabalho. Esse montante foi recuperado em 10 anos de PT na presidência.
“E qual foi o ‘milagre’ que fizemos?”, questionou.  “A salvação deste país foi o mercado interno. Foi criar condições para que a maioria da população pudesse ter conta bancária, pudesse comprar um carro, sua casa, viajar de avião para o exterior”, afirmou, citando ainda os 40 milhões de brasileiros que foram elevados para a classe média. “O povo recuperou a autoestima, o Brasil melhorou, é respeitado lá fora, não é mais o cachorrinho vira-lata que costumava ser.”

O ex-presidente encerrou seu discurso desejando que a categoria bancária amadureça cada vez mais. “E que conquiste mais, que faça com que valha a pena ser bancário e que mostre que as máquinas devem ser substituídas por essa máquina superior que é o cérebro humano.”

Leia mais

> Bancários comemoram conquistas da democracia
> Quadra vira palco de luta pela reforma política

Tatiana Melim, Andréa Ponte Souza, Rodolfo Wrolli e Gisele Coutinho - 16/4/2013
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COMENTÁRIO DO BLOG:
Sou grande admirador do presidente Lula. Isso não quer dizer que eu concorde com tudo o que ele pensa. Acho um absurdo o Banco do Brasil ficar enfiando dinheiro no banco Votorantim com a desculpa de que falta 'know-how' para carteira de veículos. Fala sério! O bb já gastou bilhões com esse negócio da 'china'...

16.4.13

Direção do bb edita boletins internos duvidando da inteligência dos bancários



Os funcionários do Banco do Brasil iniciaram mais um dia de trabalho com forte pressão e assédio moral por metas abusivas e também com a provocação de um novo "informativo" da direção do banco falando das "maravilhas" do novo plano de funções implantado unilateralmente em 28 de janeiro, que reduziu salários nas funções de 6 horas e as gratificações de função de todos os comissionados.


Conforme já vem sendo denunciado pelas entidades sindicais, a direção do bb é antissindical e, além das barbaridades feitas diariamente com os trabalhadores, desrespeita a representação ao não querer negociar as principais questões relativas à vida dos trabalhadores, como o seu plano de funções.

A direção do banco diz no boletim: "O assunto diz respeito à sua carreira. Procure, no Banco, as informações oficiais sobre o tema, discuta com seus pares e reflita sobre as opções e oportunidades para o seu futuro na Empresa".

"É interessante. Os bancários arrancaram na luta, em mais de cem dias de greve na última década, 36% de aumento real no piso e 16% de aumento real nas gratificações de função, além da nova carreira de mérito. Será que os funcionários devem procurar mesmo o banco como diz a direção?", questiona William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do bb.

Após a publicação da revista nacional O Espelho, os bancários passaram a entender melhor o quanto as mudanças do novo plano de funções são perversas e atacam os direitos conquistados nas campanhas salariais unificadas.

"A direção do banco tenta enganar os seus funcionários com esses boletins e informativos que ficam o tempo inteiro nas telas de trabalho", critica William.

Direção confirma que plano é para reduzir direitos

A direção confessa o motivo pelo qual o maior ataque do plano foi reduzir as gratificações de função e fazer com que todos os comissionados tenham complementos de função, porque antes os bancários com verbas pessoais maiores ou em funções comissionadas de VRs baixos não tinham complemento algum (antes CTVF e agora CFC ou CFG). Pelo contrário, cerca de 30 mil comissionados ganhavam mais que o VR.

O banco confessa a malandragem do plano quando diz em boletim: "As verbas pessoais são irredutíveis e refletem os ganhos que cada funcionário adquiriu durante sua vida funcional. A parte da função, por sua vez, é sempre definida pela Empresa".

"Aqui a direção ameaça dizendo que mexe no salário a hora que quiser, inclusive reduzindo ou não corrigindo mais as verbas. Fizeram isso entre 1997 e 2002, antes da campanha unificada. A direção não corrigia verba alguma pelos reajustes salariais e os comissionados tinham reajuste zero quando corrigia o piso. Agora, montaram um plano com a mesma ideia: qualquer aumento no piso ou direito novo, como letra de mérito, reduz o complemento (CFC, CFG ou Ajuste Plano de Função). Não posso falar palavrão, mas é um ataque nefasto dessa direção", denuncia o dirigente.

Ainda no boletim o banco acrescenta uma frase que denuncia o quanto se incomodava com o que a direção chama de "barrigudos" - os bancários que ganhavam mais que o VR por acumular direitos legitimamente conquistados ao longo da vida funcional. O bb quer reduzir custos do banco às custas de cortar a folha de pagamento e os direitos auferidos na luta pelos bancários.

Os "danos" causados aos custos de pessoal do banco seriam as conquistas de seguidos aumentos reais na última década. O boletim da direção diz: "Entretanto, existem alguns funcionários que têm remuneração maior que o VR, resultado de ganhos pessoais e reajustes diferenciados no piso salarial."

O que a direção chama de "alguns" até janeiro de 2013 era cerca de 30 mil comissionados, ou seja, a metade do quadro comissionado, porque com as lutas e conquistas das campanhas unificadas, todos os assistentes, todos os funcionários em funções com remunerações médias e que já detinham certo tempo de banco, anuênios, carreira de mérito e VCPIs ganhavam mais que o VR, que era piso.

bb quer incorporar gratificação semestral de forma irregular 

A direção do bb quer cometer agora mais uma irregularidade com o novo plano de funções. O banco migrou, sob ameaça de descomissionamento, milhares de funcionários de "confiança" entre 27 e 28 de janeiro para novas funções com a gratificação de função menor.

As verbas que remuneravam as gratificações de função no banco eram o somatório de ABF+ATFC+25% de gratificação semestral. O bb reduziu todas as gratificações. Um gerente de relacionamento com VR = R$ 5.972,40, por exemplo, ganhava R$ 2.825,35 de gratificação de função. Após a mudança unilateral do banco, passou a ganhar R$ 2.239,64 fazendo exatamente a mesma coisa.

Agora a direção diz: "A mesma lógica foi aplicada à Gratificação Semestral, que foi incorporada em todas as verbas sobre as quais já incidia, sem quaisquer prejuízos aos funcionários."

O bb sempre pagou a gratificação semestral de 25% sobre as verbas ABF e ATFC e ao mudar a composição da gratificação, alterando o nome da verba e a reduzindo, está descumprindo a cláusula 23 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Lá está garantido que "a verba Gratificação Semestral será incorporada a todas as verbas sobre as quais tenha incidência na data de início de vigência do presente instrumento (1º setembro 2012), conforme relação anexada a este instrumento (lá constam ABF e ATFC)".

O banco está reduzindo o direito e a gratificação dos comissionados de forma irregular. No exemplo citado do gerente de relacionamento cuja gratificação de função era de R$ 2.825,35 (composta por ABF + ATFC + 25% GS), ele irá reduzir em R$ 585,71 a mesma gratificação de função se levar adiante sua "lógica" de incorporar a gratificação semestral de 25% sobre a verba alterada para menor.

Mobilização e greve para barrar prejuízos 

"Os funcionários não têm outra alternativa que não seja lutar e fazer o governo federal e a direção do banco voltarem atrás na tentativa de reduzir custos do bb às custas dos direitos dos bancários, direitos conquistados com muita luta e muita greve", convoca William Mendes.

A Contraf-CUT orienta todas as entidades e os bancários a se prepararem para a greve de 24 horas convocada para o dia 30 de abril.

"Os bancários querem o fim do desrespeito da direção do banco, querem a reversão dos prejuízos do plano de funções, querem o fim do assédio moral e descomissionamentos por não cumprimento de metas absurdas, e melhores condições de trabalho com a contratação de mais concursados para que as unidades tenham bancários no atendimento à população e aos clientes brasileiros", conclui o coordenador da Comissão de Empresa.

Fonte: Contraf-CUT

15.4.13

Requião dá uma aula sobre princípios e determinação na política


O senador Roberto Requião (PMDB) fala das dificuldades de mudanças na democratização da comunicação e da pusilanimidade do governo Dilma Rousseff (PT) em enfrentar a elite brasileira e os donos do poder. Fala que o governo é liberal e está privatizando tudo na esperança de que o PIB cresça com isso (ilusão).

É uma aula a apresentação de Requião. Vale a pena dedicar meia hora para aprender um pouco sobre as dificuldades enfrentadas por uma pessoa com história e determinada a enfrentar os poderosos.

Como eu também sei de grande parte do que ele falou sobre o governo e o Partido dos Trabalhadores, já sofro de desgosto há muito tempo por isso.

É uma das melhores entrevistas políticas que já vi.


Avante Venezuela! Vitória do projeto Bolivariano com Maduro


Maduro vence e mantém vivo o projeto de Hugo Chávez

Foi uma vitória apertada. No pleito presidencial deste domingo (14), Nicolás Maduro, o candidato da Revolução Bolivariana, venceu o direitista Henrique Capriles por 50,66% a 49,07%. A diferença é de cerca de 200 mil votos. O comparecimento às urnas foi de 78,71%.

Caracas - “Com a morte de Hugo Chávez, acharam que era o fim da história. Temos um triunfo legal, Constitucional, popular. São mais de 200 mil votos de diferença. Se tivesse perdido por um voto estaria aqui para assumir minha responsabilidade e entregar o cargo. Mas estou aqui para assumir a vontade do povo”, disse Maduro em seu discurso de vitória.

O presidente eleito pediu respeito, tolerância e disse que ele mesmo faz questão de que haja uma auditoria para que não sobre dúvidas sobre este processo eleitoral. O CNE anunciou que será realizada uma auditoria cidadã. Desta forma, a orientação é os comandos de campanha solicitem a auditoria de 100% dos comprovantes de votação.

O órgão eleitoral também sugeriu que os acompanhantes internacionais estendam sua estadia no país para acompanhar este novo processo.

Chávez invicto
“Não voltarão. Não voltarão. Não voltarão. Não voltarão”, bradaram as pessoas presentes no Balcão do Povo no Palácio de Miraflores, em referência à burguesia que dominou o país durante toda a Quarta República.

“Chávez segue invicto. E seu filho será presidente da República e vai mostrar do que é capaz, vai construir uma pátria de amor, de paz, de prosperidade", vaticinou Maduro.

*http://comunicasul.blogspot.com.br/

Fotos: ComunicaSul 

12.4.13

Lutar contra a má-gestão do bb... Finalizei a semana reunido hoje com colegas bancários


Terminei mais uma dessas semanas em que trabalhei umas 70 horas, a maior parte delas dedicada a combater os prejuízos que a gestão do banco do brasil vem causando aos seus funcionários e ao acionista majoritário - Governo Federal - porque os caras que estão gerindo o banco vão trazer problemas sérios ao patrimônio do bb num amanhã próximo.

Estar em contato com os bancários, mesmo que seja menos do que eu gostaria devido à minha agenda, renova o nosso espírito de luta porque são os trabalhadores que produzem todas as riquezas da sociedade e, no entanto, no sistema em que vivemos, explora-se os trabalhadores para poucos acumularem todo o resultado do trabalho humano.

Eu afirmo com conhecimento de causa: tem um grande número de colegas bancários muito gente boa querendo exercer o seu trabalho dignamente e temos uma gestão no bb que atrapalha muito o trabalho de nossos colegas bancários.

Vamos conversar com os bancários, organizá-los e lutar para corrigir o rumo do banco do brasil que precisa ser um Banco do Brasil público e que nos orgulhe de trabalhar nele e atender e ajudar a sociedade brasileira.

Nossos bancários querem fazer isso e a gestão temerária do bb não permite essa realização.

OS BANCÁRIOS UNIDOS PODEM DERROTAR GESTÕES TEMERÁRIAS!

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

11.4.13

Meu REPÚDIO à bancada petista paulistana que apoiou homenagem à ROTA


Opinião

O mundo anda bastante estranho!
As coisas estão fora do lugar, só pode ser!

Fica aqui o meu repúdio aos 7 vereadores do PT paulistano que apoiaram o projeto de homenagem à ROTA e ao seu desserviço de agir contra os direitos humanos e na perseguição aos valorosos brasileiros e brasileiras que combateram os desgraçados golpistas civis e militares dos anos de chumbo.

Aliás, meu repúdio à mesma ROTA que continua a fazer a mesma coisa - desrespeitar os direitos humanos: porque a violência das forças policiais segue sendo contra pobres, pessoas pardas e negras, pessoas que moram nas regiões periféricas das cidades e migrantes. Ou seja, a violência policial segue sendo com quem não é branco do tipo europeu.

Aliás de novo, as polícias paulistas são muito eficientes e mostram seu poder de força para reprimir estudantes, para reprimir trabalhadores em campanha salarial e para reprimir pessoas humildes sendo despejadas. Para essas ações, eles são muuuiito bons e violentos.

Como secretário de formação sindical fico envergonhado pelo fato de partidos que nasceram com ideais de esquerda não terem o menor filtro hoje para incluir pessoas em seus quadros. O mesmo tem acontecido em vários grupos dos movimentos sociais.

Às vezes, acho que as coisas estão bastante degeneradas.

MEU REPÚDIO AOS VEREADORES DO PT PAULISTANO, COM EXCEÇÃO DAQUELES QUE SE NEGARAM A APOIAR ESSA DEMÊNCIA DO VEREADOR TELHADA.

Não apoiaram essa homenagem tétrica e ridícula os vereadores petistas Juliana Cardoso, Nabil Bonduki (ponto para minha esposa que votou nele), Paulo Fiorillo e José Américo. PARABÉNS PELA COERÊNCIA DESSES PETISTAS!

VERGONHA: Alfredinho e os irmãos Tatto foram os vereadores que completaram o quórum para a homenagem ser protocolada... 

Fonte: Com informações http://www.viomundo.com.br/politica/rota.html

Novas sobre a vergonha dos petistas. Quanto mais explicam, pior fica: http://www.viomundo.com.br/politica/vereadores.html

Agenda Sindical: organizando os bancários para greve dia 30 no bb

Nesta semana de trabalho, já estive em Brasília para negociar plano de funções do bb. O banco não recebeu a representação dos trabalhadores e nós fizemos um ato em frente ao prédio da direção do Banco do Brasil.

Na quarta-feira tivemos reunião da executiva da Contraf-CUT em São Paulo.

BASE: nesta quinta-feira estive em reunião com bancários em um departamento do banco aqui em São Paulo. Depois tive reunião em uma agência. Nos dois locais falamos com cerca de 120 bancários sobre as sacanagens implantadas no novo Plano de Funções do bb.

A direção do banco e o mentor do plano, o diretor da dipes, querem fazer economia e reduzir custos da empresa às custas da redução de direitos dos funcionários que obtiveram conquistas importantes na última década de campanhas unificadas, conquistas como aumento real de 36% nos pisos, 16% sobre as gratificações de função e demais verbas e a carreira de mérito, além da conquista da PLR sem vínculo a metas individuais a partir de 2003.

Nós vamos organizar os bancários para uma GREVE DE 24 HORAS no dia 30 de abril para que o Governo Federal interceda na gestão do bb e não permita que um pequeno números de diretores e vice-presidentes, capitaneados pelo sr. Dida, MORDAM os direitos dos bancários.

Nesta sexta tenho outra reunião em agência aqui na base de meu sindicato.

FORMAÇÃO: além da minha agenda de trabalho como coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que assessora a Contraf-CUT nas negociações e mesas com o banco, estou montando dois cursos de formação para dirigentes sindicais de entidades filiadas nossas. Serão dois cursos de especialização.

VAMOS ORGANIZAR @S FUNCIONÁRI@S DO bb CONTRA OS ATAQUES DA DIREÇÃO!

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

10.4.13

BB não negocia plano de funções e Contraf-CUT marca greve para dia 30



O calendário de luta e mobilização construído pelo Comando Nacional dos Bancários havia feito o Banco do Brasil anunciar uma mesa com a Contraf-CUT, federações e sindicatos para esta terça-feira 9, para discutir o plano de funções comissionadas. 


Em cima da hora, na tarde do dia 8, o banco desmarcou a reunião com a representação dos trabalhadores, informando à Contraf-CUT através de um frio comunicado e desrespeitando os dirigentes que já se encontravam em Brasília, vindos de todas as partes do país. 

A direção do banco mandou um boletim pessoal para todos os funcionários, negando a possibilidade de negociar quaisquer alterações no plano de funções. O banco não quer negociar, mas aceita, segundo o comunicado, "prestar qualquer tipo de esclarecimento, quer individual, quer coletivamente", e ainda pinta de cor de rosa a sua relação com os trabalhadores, afirmando que houve "adesão integral às Funções de Confiança" e "30% de adesão às Funções Gratificadas". 

"Essas afirmações mostram a distância abissal que a diretoria mantém dos funcionários. A política de recursos humanos que a diretoria do banco pratica é mandar ordens através de torpedos, inclusive nos fins de semana, cobrar metas por telefone, mandar vender, vender e vender, humilhar gestores e funcionários, pressionar, exaltar os puxa-sacos, descomissionar e incentivar a postura ditatorial de alguns gestores", critica William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. "Cada diretor que assume a gestão de pessoas (com letra minúscula) torna mais cruel o tratamento. Com esse inferno criado pelo banco, é crescente o número de bancários que vive à base de calmantes e medicamentos tarja-preta." 

O banco diz que não negocia o Plano de Funções. Não quer ouvir os sindicatos dizerem que o objetivo do banco é transformar em teto o VR de cada cargo comissionado. Não quer ouvir a discordância dos sindicatos com a diminuição do valor das funções gratificadas. Não quer ouvir a reivindicação da Contraf-CUT de não reduzir o valor do Adicional de Função de Confiança. Não quer atender a reivindicação dos funcionários de não mexer nos direitos conquistados com greve, como o adicional por mérito, o aumento real de 36% no piso e o reajuste de mais de 16% acima da inflação sobre todas as verbas salariais, inclusive as gratificações de função, o que fez com que mais de 30 mil comissionados passassem a ganhar mais que o VR na última década de campanhas unificadas. 

"O banco não dá ouvidos à realidade. Os funcionários aderiram às funções de confiança por saberem que, nesse clima de terror, perderiam as comissões. Mas eles estão com ódio do que a direção do banco faz com eles. Muitos aderiram às funções gratificadas com medo de serem discriminados e colocados na 'geladeira' em futuras promoções. Mas o banco prefere ver o mundo cor de rosa, desprezando a realidade e publicando boletins da 'direção' e não 'pessoal', acrescenta William.

'Se o banco só negocia com greve, é o que terá'

Para fazer o banco ouvir o que os funcionários estão transmitindo aos sindicatos, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que assessora a Contraf-CUT nas mesas específicas, fez manifestação nesta terça-feira 9 em Brasília entre os prédios da direção geral, no horário da reunião desmarcada pelo BB, mandando à direção todos os protestos, reivindicações e reclamações que seriam levados na mesa de negociação.

A Contraf-CUT e os sindicatos resolveram convocar os funcionários do Banco do Brasil para uma greve de 24 horas no dia 30 de abril, dando continuidade às paralisações e protestos que já marcaram os três Dias Nacionais de Luta feitos desde fevereiro.

"Se a direção do banco só ouve as reclamações dos funcionários quando tem greve, é isso que eles vão ter", adverte o secretário de Formação da Contraf-CUT. 

Fonte: Contraf-CUT

8.4.13

Contraf vai a Brasília nesta terça para debater plano de funções com BB



Conforme anunciado pelo Banco do Brasil, durante a segunda mesa de Ascensão Profissional e Comissionamento no fim de março, a Contraf-CUT, federações e sindicatos estarão nesta terça-feira (9), às 10 horas, em Brasília, para apontar os problemas do novo plano de funções e buscar soluções.


A direção do BB implantou, em 28 de janeiro, um plano de funções que altera drasticamente a carreira do funcionalismo e traz prejuízos para o conjunto dos trabalhadores porque, além de reduzir os salários nas funções convertidas para a jornada legal de 6 horas, diminui a verba de gratificação de todas as funções, sejam elas de "confiança", sejam elas "gratificadas", segundo a empresa.

"Com a revista especial O Espelho, feita pela Contraf-CUT e distribuída pelos sindicatos nos locais de trabalho, o funcionalismo entendeu melhor o quanto o plano unilateral da direção do banco prejudica a vida e a carreira dos bancários. Com a redução das gratificações de função e os constantes descomissionamentos por assédio moral e metas abusivas, o BB pretende tratar seus funcionários como vendedores de lojas que só recebem remuneração variável, ou seja, se venderem durante o mês terão salário correto de comissionado, se não venderem serão descomissionados e ganham só o piso do banco como castigo. Nós não vamos permitir isso! Os bancários irão à greve caso o banco não reveja o plano", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

O objetivo do BB foi implantar um plano que acaba com a percepção dos direitos conquistados a cada campanha nacional e que fica incorporado nas verbas pessoais dos bancários como, por exemplo, os aumentos reais no piso de 36% nos últimos anos e a conquista da Carreira de Mérito, frutos da estratégia de campanha unificada que fizeram os bancários ganharem salários maiores na última década.

"Os bancários devem se preparar para lutar mais uma vez pelos seus direitos. Essa direção do banco é antissindical e antidemocrática, não respeita os trabalhadores e suas entidades. A cada semana lança alguma novidade que prejudica os bancários, como tem feito com a exigência de utilização das folgas sem diálogo e respeito", destaca o diretor da Contraf-CUT. 

"Diariamente vemos os bancários tomando remédio tarja preta e no limite de caírem doentes por causa desta direção do banco. Chamamos o funcionalismo para lutar por dignidade, respeito e manutenção dos direitos conquistados na última década com mais de 100 dias de greve" defende William Mendes.

Fonte: Contraf-CUT