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30.11.25

Diário e reflexões - Encontros



ENCONTROS

30/11/25

Esta semana que fechou o mês de novembro foi repleta de atividades. 

Na quarta-feira, 26, participei do evento festivo de posse da nova direção da Associação dos Bancários Aposentados do Estado de São Paulo (Abaesp).

Encontrei grandes amigas e amigos do movimento sindical, militância que fez parte de minha formação política e cidadã. 

O evento foi realizado no Espaço Lélia Abramo, da Regional Paulista do Sindicato dos bancários de São Paulo, Osasco e região. 

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Na quinta-feira, 27, participei da sessão de exibição do documentário "Somos Vanguarda - Além da Convenção Coletiva de Trabalho dos Bancários", tendo como equipe técnica Felipe Kfouri, Karla da Costa, Gabriela Mendes, Renata Castanhari e Antonio Carlos S. Carvalho.

O documentário é um resgate da história de nossa organização nacional e assinatura da primeira e única convenção coletiva de trabalho, em 1992, que abrange várias empresas e bases diferentes. 

As entrevistas com os dirigentes que participaram dessa conquista são registros importantes. Vaccari, por exemplo, explica porque éramos contra a CLT naquele contexto. Vale a pena ver!

A sessão de cinema foi realizada na sede do Sindicato, no Edifício Martinelli, pelo CINEB, projeto criado em 2007 para levar cinema e cultura às periferias, sindicatos, escolas e comunidades diversas. O coordenador do projeto é o companheiro Cidálio.

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E no fim de semana encontrei grandes amig@s e companheir@s para um almoço de confraternização. 

Na oportunidade, presenteei meus amig@s com o livro de memórias sindicais, textos escritos durante a pandemia e que resgatam o ciclo formativo que vivenciei durante a convivência com os bancários da CUT. 

É isso, sigamos existindo. 

William 

22.10.25

Diário e reflexões - Revendo amigos e lutas sindicais


Ato do Sindicato no BB da Verbo Divino.


REVENDO AMIGOS E LUTAS SINDICAIS

22/10/25

Desde que recebi algumas unidades de meu livro de memórias sindicais, memórias escritas durante aqueles solitários dias da pandemia mundial de Covid-19, minha rotina foi alterada.

Aos poucos, vou enviando pelos Correios as Memórias para algumas pessoas que compartilharam comido todo aquele período de formação política, convivência que me transformou em outra pessoa. O movimento sindical bancário cutista foi decisivo para eu ser a pessoa que sou.

Também estou tomando um café com alguns amig@s e companheir@s que residem na grande São Paulo. Esses encontros têm sido muito legais, pois rever pessoas queridas é bom demais!

Enfim, nessas idas e vindas pelas ruas de São Paulo, acabei indo hoje a uma atividade importante do movimento sindical nos locais de trabalho do Banco do Brasil, os trabalhadores realizaram Dia Nacional de Lutas contra metas abusivas e pelas reestruturações no banco público. A participação dos bancários foi muito boa.

Revi companheiras e companheiros com quem partilhei muitos anos de luta sindical.

Aos poucos, as Memórias vão ganhando o mundo nas mãos de pessoas que contribuíram e contribuem para um mundo do trabalho melhor e por um outro mundo necessário, livre da destruição capitalista e organizado de uma forma mais sustentável e igualitária.

É isso!

William Mendes

5.5.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2009


Genésio e eu, contra a Folha "Ditabranda".


RETROSPECTIVA 2009

O mês de janeiro foi um mês de muito trabalho de base. Distribuí materiais sindicais em diversas agências e departamentos do Banco do Brasil, além de participar de reuniões políticas organizativas para o ano de luta. No fim do mês, embarquei para Belém do Pará, para participar do Fórum Social Mundial.

Tive agendas em Brasília no início do mês de fevereiro. A CUT fez dia nacional de lutas: “Querem lucrar com a crise: a classe trabalhadora NÃO vai pagar esta conta”. Tivemos reunião nacional da direção da Contraf-CUT e reuniões políticas na Fetec CUT SP para tratar da questão da incorporação do Banco Nossa Caixa pelo BB. Nossa corrente política Articulação Sindical fez seminário nacional. E também fizemos reunião dos delegados sindicais do Banco do Brasil.

No dia 7 de março, participei do ato em frente ao jornal Folha de São Paulo, que havia afirmado que no Brasil a ditadura tinha sido “branda”. Esse é o veículo de comunicação que emprestou carros para sequestrar pessoas naquele período nefasto do país. Folha “Ditabranda”.

Ainda em março, trabalhei no RJ representando a Contraf-CUT em evento da Previ.

No dia 12/03/09, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região promoveu emocionante ato para recordar e comemorar os 30 anos da “Retomada” (1979-2009) da direção de nosso Sindicato da mão dos pelegos aliados da ditadura. Na matéria especial, Gushiken disse não ter dúvidas de que assim como as lutas dos metalúrgicos do ABC, aquela vitória eleitoral nos bancários foi fundamental para impulsionar o movimento sindical brasileiro a contribuir para a redemocratização do país.

Na segunda quinzena, muitos eventos organizativos: estive no Paraná, em encontro dos bancários do BB e Caixa, estive no Rio de Janeiro também em seminário da categoria. Em São Paulo, ocorreram encontros sobre a incorporação do BNC, e encontros temáticos preparatórios para o Congresso da Contraf-CUT.

No mês de abril, o movimento sindical bancário foi marcado por eventos organizativos e democráticos importantes. Realizamos o 2º Congresso da Contraf-CUT e o companheiro Carlos Cordeiro foi eleito o presidente de nossa confederação. Eu fui eleito secretário de formação.

A categoria realizou os congressos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em Brasília. Em relação à nossa Caixa de Assistência, a delegação do 20º CNFBB indicou o fortalecimento do modelo de Atenção Integral à Saúde, que na Cassi se desenvolvia através da Estratégia de Saúde da Família (ESF), com unidades próprias de atendimento primário, as CliniCassi.

Como secretário de formação, passei a estudar mais a história do movimento sindical e escrever mais também. Fiz dois artigos no mês de abril.

O mês de maio foi repleto de atividades sindicais. Participei do 1º de maio em Cidade Ademar, Zona Sul de São Paulo, um evento classista e sem patrocínio de empresários. Ainda participei da Corrida dos Trabalhadores em Osasco (8K), evento no qual o Sindicato inscreveu centenas de bancárias e bancários.

Estive em reuniões organizativas e deliberativas no mês. Participei do CECUT no interior de São Paulo – Serra Negra - e depois do planejamento da direção da Contraf-CUT, em Nazaré Paulista.

Ainda em maio realizamos Encontro Estadual da Articulação Sindical da CUT, e contamos com a participação de José Ricardo Sasseron, presidente da Anapar e diretor eleito de seguridade na Previ, e Ricardo Berzoini, presidente do Partido dos Trabalhadores.

Mesmo com agenda cheia, não deixei de fazer base. Fiz reuniões em locais de trabalho no Banco do Brasil e distribuí a revista O Espelho no Complexo São João.

Junho foi mês de boas reuniões nacionais: tivemos Encontro da Juventude e do Coletivo de Formação na Contraf-CUT. Depois tivemos Encontro organizativo da Articulação Sindical. Participei ainda de Assembleia na AABB SP.

Em julho, realizamos na Contraf-CUT o 2º Encontro de Comunicação. Participei da 11ª Conferência Nacional dos Bancários, que definiu a pauta de reivindicações da categoria. Ainda fiz debate sobre a Cassi no auditório do Complexo do Banco do Brasil, na Av. São João.

Participei como delegado, em agosto, do 10º Congresso Nacional da CUT (CONCUT). Começaram as mesas de negociações salariais com os banqueiros e governo federal.

A nossa confederação me designou para representar, em setembro, o ramo cutista em curso de formação na Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Turim (ITA) e em Madri (ESP). Foram três semanas fora do país, em companhia de dirigentes de vários países latino-americanos, debatendo e construindo saídas para aquele contexto: crise do capitalismo com a questão do subprime.

Quando voltei, participei ativamente da campanha salarial e dos 15 dias de greve nacional dos bancários e bancárias, iniciada em 24 de setembro.

Entre outubro e dezembro, realizamos o 1º curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, realizado pela Contraf-CUT e entidades sindicais afiliadas e com o suporte técnico do Dieese. Ao longo do mandato na secretaria de formação, iríamos percorrer todas as regiões do país levando formação às bases da categoria bancária.

Ainda em novembro e dezembro, participei de fóruns democráticos diversos: Conferência de Saúde da Cassi em SP e assembleia da AABB SP. Tivemos seminário sobre bancos públicos e regulamentação do art. 192 da CF. Realizamos na Contraf Reunião das Redes Sindicais Internacionais.

Terminei o ano como comecei: na base, ouvindo os trabalhadores e resolvendo demandas nos locais de trabalho no dia 30 de dezembro, no complexo São João do Banco do Brasil.

Após a revisão das 211 postagens do ano, mais um caderno do blog finalizado.

William Mendes


24.3.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2007



RETROSPECTIVA 2007

O ano de 2007 foi o primeiro ano efetivo do blog sindical que criei em outubro de 2006 e ao longo dos meses fui desenvolvendo formas de prestar contas dos mandatos que exercia em nome de nossos colegas bancários, do nosso sindicato de base e da corrente política Articulação Sindical. A internet e as páginas pessoais eram uma novidade e as pessoas que queriam se comunicar estavam criando seus blogs.

Eu estava no segundo mandato sindical no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região (2005-08), havia pedido para deixar a função na Executiva do sindicato e com isso o nosso coletivo político, o Coletivo BB, me designou como representante paulista na Comissão de Empresa (CEBB) e fui destacado para ser o secretário de imprensa da nossa confederação criada em 2006, a Contraf-CUT.

Exerci as funções que me designaram da melhor forma possível e não abri mão de fazer trabalho de base. Isso fica evidente ao ler minha agenda pública do ano: falei com trabalhadores em praticamente todos os meses, de janeiro a dezembro.

O movimento sindical cutista estava numa luta grande para contratar mais trabalhadores nos bancos públicos e privados. Nossa pressão surtiu efeito nos governos do Partido dos Trabalhadores e após a década de desmonte dos bancos públicos por parte dos governos neoliberais tucanos, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e os demais bancos públicos federais contrataram novos concursados no lugar de terceirizados.

As contradições que o movimento sindical e o mundo do trabalho enfrentam num governo de esquerda são naturais. Vivenciamos isso. Ao mesmo tempo em que ampliamos em dezenas de milhares de trabalhadores concursados o saldo do número de funcionários do BB e empregados da Caixa, enfrentamos reestruturações nesses bancos para desligar trabalhadores mais antigos, terceirizar setores dos bancos etc.

As postagens demonstram que fui à posse dos novos bancários do BB o ano todo, para apresentar o movimento sindical e sindicalizar o(a) trabalhador(a) já no primeiro dia no BB. Tive a felicidade de sindicalizar centenas de colegas novos. Isso foi marcante em minha vida de dirigente. Enquanto fui representante sindical encontrei bancárias e bancários nos mais diversos locais do país que me diziam que foram sindicalizados por mim no primeiro dia de trabalho.

O ano de 2007 foi de muita luta e negociação com o patrão Banco do Brasil para resolver questões da nossa Caixa de Assistência à saúde, a Cassi. Nossa autogestão sofria constantemente com déficits característicos deste setor de saúde suplementar e o patrocinador BB era o principal responsável pelos déficits, além das questões de mercado, porque não cumpria o estatuto da Cassi e porque alterou as bases das receitas do Plano de Associados, a folha de pagamento dos funcionários congelada por anos. Ao alterar a perna de receita e não pagar o que devia, a Cassi passou a ter déficits cada vez maiores. Negociamos entre o final de 2005 e 2007 a reforma estatutária aprovada no segundo semestre do ano.

Os temas nos quais me envolvi no primeiro semestre foram Cassi, PLR do Banco do Brasil, Comissão de Conciliação Voluntário (CCP/CCV), e as reuniões executivas de nosso sindicato, da Fetec CUT SP e do secretariado da Contraf-CUT. Além, é claro, da secretaria de imprensa.

No segundo semestre, participei ativamente da organização da campanha salarial da categoria, inclusive me envolvi em debates internos durante a confecção da minuta dos bancários porque tinha divergências em relação às propostas de contratação da remuneração variável e fiz o debate fraterno dentro da corrente.

Em linhas gerais, ao reler e sistematizar as 226 postagens do blog, percebo claramente a intenção de estabelecer uma prestação de contas do que fazia, como atuava em nome dos trabalhadores e o que defendia como dirigente sindical. A prática foi melhorando a cada ano e de fato as publicações na internet sobre o exercício da representação política tiveram uma importância central em minha vida até o último mandato eletivo no qual representei milhares de pessoas.

Ao longo da história do blog A Categoria Bancária, utilizei a página até para salvar matérias de páginas de sindicatos e outras instituições de classe por saber que aquelas matérias iriam desaparecer assim que os sites das entidades fossem atualizados ou refeitos. O mais comum no mundo virtual é a mensagem “error” ao clicar em um link de uma matéria antiga. Nossa história vem sendo sistematicamente apagada! Uma tragédia isso.

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“Quem controla o passado, controla o futuro;

quem controla o presente, controla o passado.”

(George Orwell, em “1984”)

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Nós todos temos que salvar nossas histórias de lutas, pessoais e coletivas, do mundo do trabalho e da cultura em geral, de forma impressa e em mídias nossas. As big techs são nossas inimigas de classe e estão em uma guerra mundial de disputa de hegemonia. É muito sério o que George Orwell nos alerta no clássico distópico “1984”, de 1949, que virou realidade no século XXI.

William Mendes


23.3.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2006


William, Cacaio e Marcel no
Congresso da Fetec CUT SP.

RETROSPECTIVA 2006

O ano foi marcado sobretudo pela reeleição de nosso presidente Lula, em outubro. O blog A Categoria Bancária recém iniciava sua trajetória de comunicação direta com os bancários, os trabalhadores em geral e com a militância sindical. Eu havia criado o primeiro blog em 2005, mas o provedor (UOL) encerrou minha página sem consulta e sem minha autorização. Perdi diversos textos guardados somente naquela “nuvem”. Entendam isso!

Após o primeiro mandato como representante sindical de meus colegas bancários no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região (2002-2005), no qual eu estava na Secretaria de Organização e Suporte Administrativo (SOSA), eu era membro da Diretoria Executiva, decidimos em coletivo político – o Coletivo BB – que eu seria o representante paulista na Comissão de Empresa do BB (CEBB), coletivo que assessora a Fetec CUT SP e a Confederação nas negociações com patrão e governo e na organização dos funcionários do BB em nível nacional.

Também decidimos em coletivo político no Sindicato que eu faria parte da chapa eleita na Contraf-CUT em seu primeiro congresso em abril. Minha função prioritária passou a ser a secretaria de imprensa da Confederação e a representação na CEBB. Estaria à disposição das direções do Sindicato e da Fetec a qualquer tempo.

Uma tarefa que executamos na secretaria de imprensa da Contraf-CUT, um desafio e tanto, foi substituir em poucos meses a marca “CNB-CUT”, uma marca conhecida e histórica. Contamos com o apoio da direção e da equipe que trabalhou conosco na imprensa para termos sucesso no desafio.


Já na campanha salarial daquele ano de 2006, no segundo semestre, a Contraf-CUT era reconhecida na mídia comercial, pelo patronato e pela categoria bancária. Nossa logo é um abraço da categoria mais organizada, os bancários, aos setores menos organizados que trabalhavam para os banqueiros, era a ideia de formalizar o Ramo Financeiro.

Destacaria ainda sobre o ano de 2006, a 3ª Marcha do salário mínimo, fundamental para ampliar a distribuição de renda através do trabalho formal. Fomos bem-sucedidos na estratégia que adotamos desde a 1ª Marcha em 2004. Fui em todas elas.

Realizamos o Congresso de nossa Federação dos Bancários da CUT, a Fetec CUT SP. Estive presente nesse fórum importante em nosso Estado.

E aprovamos a Comissão de Conciliação Prévia (ou CCP/CCV). Foram anos de negociação entre nós cutistas e a direção do BB e governo para corrigirmos distorções que aconteciam nas comissões da outra confederação, a Contec.

As negociações sobre a Cassi estavam emperradas, a direção do banco não vinha facilitando as coisas e ainda seriam vários meses de negociações até aprovarmos a reforma estatutária em 2007.

Mais um caderno do blog organizado. É nossa história.

William 

10.12.21

Memórias (XIII)



Entre 1988 e 2018, tive uma formação política e sindical construída a partir do local de trabalho (OLT). Sou grato ao movimento sindical pela oportunidade de ter contribuído para as lutas de classe. Apesar de excluído dos fóruns políticos neste momento, desejo boas lutas ao meu lado da classe


INTRODUÇÃO

Estou revisitando meus registros e anotações sindicais e refletindo a respeito de minha formação política enquanto cidadão bancário do Unibanco e Banco do Brasil, sindicalizado ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região desde o final dos anos oitenta, com uma interrupção entre a saída de um banco e a entrada por concurso no BB. 

As bases de consultas de minhas Memórias são principalmente meus registros no blog A Categoria Bancária, de 2006 adiante, e subsidiariamente sites de entidades representativas. Fuço também em minhas pilhas de guardados em papel - jornais, revistas, livros, papéis e mais papéis.

Hoje quero relembrar um pouco do meu aprendizado - minha formação política - a respeito dos fóruns democráticos nos quais aprendi como nós fazíamos política nos anos noventa e dois mil. Como bancário sindicalizado, aprendi política de forma orgânica ao participar dos diversos fóruns políticos do movimento sindical ao qual eu pertencia enquanto bancário de base e depois como dirigente eleito pelos trabalhadores.

Eu compreendi mais tarde, depois de me politizar, que fui um militante brigador contra as injustiças que via por aí desde muito cedo, adolescente, mas não era um militante político orgânico a um movimento organizado, era um rapaz voluntarioso, como boa parte das pessoas que não aguenta ver coisa errada e não fazer nada a respeito.

Enfim, vamos refletir um pouco.

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REPRESENTATIVIDADE A PARTIR DA OLT

UNIBANCO

Trabalhei no Unibanco entre abril de 1988 e maio de 1990. Meu local de trabalho era o Centro Administrativo do Unibanco (CAU) na Raposo Tavares. Foi lá que conheci o pessoal do Sindicato. Faz muito tempo isso, mas nossa memória seletiva guarda instantes marcantes em nossa vida. 

Me lembro que o representante do Sindicato me pediu para ajudar a parar a agência dentro do CAU, onde eu trabalhava. Eu deveria organizar por dentro a paralisação e, no dia da greve, eu deveria chegar às 5 horas da manhã para garantir que ninguém entraria para trabalhar. Deu certo! Foi um momento que meu cérebro guardou. Depois fui aprender que isso era Organização no Local de Trabalho (OLT).

O banco depois foi pra cima de todos nós, os militantes que organizavam os trabalhadores. Eu fui transferido para outro bloco do centro administrativo. Minha vida ficou mais difícil no departamento. Acabei saindo depois de não aguentar mais encheção de saco do chefe. Falei umas merdas pra ele e fui mandado embora. A experiência no Unibanco foi um começo de politização de forma orgânica.

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BANCO DO BRASIL

Passei no concurso nacional do Banco do Brasil em 1991. Foi uma alegria imensa. Depois de uma adolescência de trabalhos braçais, seria um funcionário de banco público. Cancelaram o concurso por fraude em Brasília... meu sonho se foi da noite para o dia. Em 1991, eu fazia faculdade de Ciências Contábeis e já conhecia um pouco do ambiente do BB em 1992 porque era estagiário na agência Ceagesp. Tive que prestar o concurso de novo. Ufa! Passei novamente e tomei posse em setembro de 1992.

Voltei a receber a visita de representantes do Sindicato na agência onde trabalhava e alguns meses depois voltei a me sindicalizar: em fevereiro de 1993. Tomei posse no BB sob a gestão Collor, depois Itamar e depois vivi todo o martírio dos 8 anos tucanos de FHC: programas de demissão (PDV), transferências compulsórias (PAQ), destruição da vida das pessoas, dezenas de suicídios de colegas do banco, redução de 50 mil postos de trabalho entre 1995 e 1999. O caos! Durante o PDV, nossa agência, Rua Clélia, fechou na sexta-feira com 21 colegas e abriu na segunda-feira com 10 colegas pra fazer o mesmo serviço. Algo assim, se estiver errado o número é coisa mínima.

A OLT foi muito importante pra nós naqueles anos de FHC. Me aproximei do pessoal do Sindicato. O Sindicato me procurava quando precisava de alguma organização interna na agência, eu procurava o Sindicato quando alguma merda estava acontecendo conosco. Eu me reunia com os colegas da agência no bar, na rua, na casa de alguém e definíamos como enfrentar o assédio que rolava contra nós. O mesmo com o Sindicato, eu ia até a sede ou o Sindicato vinha até mim. Depois fui descobrir que isso era o papel de um delegado sindical.

CONVITE PARA SER CANDIDATO A DIRETOR DO SINDICATO

Dessa relação política de companheirismo nas lutas e da OLT surgiu o convite para que eu compusesse a chapa da situação para uma eleição que ocorreria em 2000. Não deu certo nas discussões internas da formação de chapa e não fui para a direção do Sindicato. A vida seguiu e em 2002 algumas lideranças do Sindicato me procuraram de novo propondo que eu dispusesse meu nome para os debates de formação de chapa. Acabei aceitando participar do processo interno. Foi assim que virei representante dos trabalhadores na diretoria do Sindicato.

MANDATO SINDICAL DE 2002 A 2005

Se eu tivesse que escolher uma palavra para sintetizar a minha experiência do 1º mandato sindical eu escolheria a palavra qualificativa INTENSO(A). Foi uma experiência intensa em todos os sentidos. Acho que me tornei um dirigente sindical "intenso" (rsrs) depois de "sobreviver" ao 1º mandato no Sindicato. 

O pessoal que fui conhecendo nas regionais e nos coletivos de bancos e na militância do BB dizia que eu não passaria do 1º mandato porque só mexia em vespeiro. Era um encrenqueiro de carteirinha.

ESTUDOS - Por achar que não tinha conhecimento político e histórico suficiente para estar na representação de milhares de colegas, me tornei um cara que passava 24 horas por dia tentando recuperar um suposto tempo perdido em não saber tudo sobre o movimento sindical brasileiro. 

Mudei até meu comportamento pessoal, passei a ser mais sério, mais sisudo, mais responsável etc. Tinha um sentimento ético de que eu não poderia errar, me desviar do bom caminho, porque meu papel era muito importante, eu representava aqueles colegas que estavam sofrendo toda aquela desgraça que os tucanos e os banqueiros faziam conosco em nosso mundo do trabalho.

Enfim, o foco desta postagem é a questão da representação política e os processos democráticos dentro do movimento, principalmente o sindical, no qual aprendi a fazer política. Vou resumir essa história que vinha contando daqui adiante. Tempos depois de ter entrado na direção do Sindicato, fui entender que eu pertencia à corrente política Articulação Sindical da CUT.

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CONCEPÇÃO E PRÁTICA SINDICAL

A maior parte do meu aprendizado político como dirigente sindical se deu no dia a dia da convivência com o coletivo de diretores e diretoras do Banco do Brasil no Sindicato (Coletivo BB), nos espaços do Sindicato com dirigentes e funcionári@s e no contato permanente com a base, principalmente do BB - militância e colegas em geral - e subsidiariamente dos demais bancos, quando fiz micro com diversos bancos no roteiro. Mais adiante, fui entender que nossas referências na prática sindical eram os princípios da Central Única dos Trabalhadores. Algumas práticas cito abaixo.

MANTENHA CONTATO COM A BASE SOCIAL QUE REPRESENTA - Aprendi com o Coletivo BB que nunca deveria deixar de fazer base, nunca! Ao longo da vida sindical é importante se dar bem com as lideranças e forças políticas internas do Sindicato e do movimento, mas quem nos garante de verdade é a base, é a representatividade que você conquista nos locais de trabalho. A OLT é um dos princípios cutistas que a corrente política a qual nós pertencíamos tinha como base. Esteja onde estiver na estrutura sindical, vá a base, converse com os trabalhadores, seja franco com eles, ouça o que eles têm a dizer, receba as críticas, pondere e apresente argumentos para construir uma relação de respeito entre pares.

O mesmo deve se dar quando estamos numa representação da estrutura vertical do sindicalismo, numa federação ou confederação, na central sindical ou até mesmo numa associação de classe como, por exemplo, uma caixa de assistência ou previdência. Normalmente, quem indica nomes e composições de chapas eleitorais para essas entidades são os sindicatos de base. Ouvir e prestar contas do mandato para as entidades que nos indicaram é trabalho de base.

ESTUDE E CONHEÇA A EMPRESA EM QUE TRABALHA - Outro aprendizado que o Coletivo BB sempre apontava como algo fundamental para nos tornarmos referência dos trabalhadores na base era estudarmos e conhecermos o banco no qual trabalhávamos. Você pode ser popular entre seus colegas da direção do Sindicato e até de seus colegas do banco, mas se não souber apontar as questões centrais que afetam o dia a dia dos trabalhadores, se não conhecer o histórico dos problemas, possíveis soluções etc, você não será um bom dirigente e não terá a representatividade necessária nas horas decisivas. Você tem que ser um bom trabalhador! Ouçam o personagem de Gianfrancesco Guarnieri em Eles não usam Black Tie (1981).

ESTUDE E CONHEÇA A HISTÓRIA DAS LUTAS E OS DIREITOS CONQUISTADOS - Essa recomendação é decisiva para sermos um representante de nossos pares num mandato político e sindical. Por isso disse acima que mudei radicalmente ao entrar no Sindicato. Todo dia era dia de estudar e aprender algo novo sobre nossa história, da categoria, do banco público, das lutas por direitos, acordos coletivos, greves históricas, vitórias e derrotas, lições tiradas com as lutas a cada ano etc. O patronato tem domínio de toda a estrutura de comunicação da burguesia, do capital, para jogar o trabalhador(a) contra nós. Temos que desconstruir as mentiras (fake news é coisa antiga) e ilações o tempo todo. 

Produção de textos - O pessoal do Coletivo BB me ensinou desde cedo algo que levei pra vida toda: após estudar e fazer contato com a base, escreva! A prática da escrita é importante, não podemos escrever qualquer coisa, escrever exige um mínimo de pesquisa e informação. Escreveu, está registrado. Então seja criterioso no que escreve.

Paro por aqui algumas das lições que foram muito úteis no 1º mandato sindical e que levei para a vida toda de representação, mesmo quando fui convencido a ocupar outras posições políticas na estrutura do movimento e outras instâncias de classe - executiva do Sindicato ainda no 1º mandato, representação da Comissão de Empresa (CEBB) pela Fetec CUT SP, secretarias de imprensa e formação da Contraf-CUT, coordenação das negociações nacionais no BB (CEBB) e inclusive na diretoria de saúde da Cassi, eleito pelos associad@s com o apoio da ampla maioria dos sindicatos e entidades associativas da comunidade BB.

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FÓRUNS DE DEBATES E INDICAÇÕES PARA FORMAÇÃO DE CHAPAS E CANDIDATURAS NO MOVIMENTO SINDICAL CUTISTA

Ao longo de aproximadamente 25 anos de militância e representação sindical aprendi o modelo cutista de organização das bases e das estruturas políticas e sindicais.

Em linhas gerais, a representação sindical começa nos locais de trabalho, quando a pessoa se destaca na organização dos colegas (OLT). Dessa atuação, pode vir uma indicação de lideranças do sindicato para que aquela pessoa seja mais observada e até convidada para cursos de formação política e para participar de fóruns diversos do movimento.

O movimento de lutas e a política são muito ecléticos. É comum também acontecer o inverso desse roteiro que citei acima. Às vezes, temos pessoas que convidam a si mesmas para tudo quanto é cargo e função, pleiteiam vaga em qualquer eleição que aconteça, são candidatas eternas a tudo. Não vejo nada de errado nisso. Mas posso afirmar a vocês que esse nunca foi o meu perfil! Nunca fui nem seria candidato de mim mesmo a nada.

As funções que ocupei no movimento sindical bancário entre abril de 2002 e maio de 2018 foram funções decididas em coletivo, em processos de debates que geralmente discutiam projetos, alianças e perfis possíveis para desempenhar aqueles projetos. Minha história no movimento sindical foi construída assim por 25 anos de militância, poderia até dizer 30 anos como contei acima, de 1988 a 2018. 

AGRADECIMENTO - Antes de mais nada, afirmo aqui que sou grato às oportunidades que tive de representar os trabalhadores e as entidades sindicais durante esse período de uma vida porque mudei como pessoa e acho que me tornei um ser humano melhor. As oportunidades de participação nas lutas bancárias começaram e terminaram com o meu sindicato de base, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. E de mais ou menos 1996 adiante, as oportunidades foram todas oriundas de meu coletivo de banco, o Coletivo BB.

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EXPURGADO PELA ARTICULAÇÃO SINDICAL DE SP (MAS SIGO TORCENDO PELO SUCESSO DAS LUTAS QUE SERÃO EMPREENDIDAS)

Nesta sexta-feira, 10 de dezembro de 2021, está acontecendo um dos fóruns democráticos desses que citei acima. Uma das principais correntes políticas da Central Única dos Trabalhadores e trabalhadoras, a Articulação Sindical, está reunida debatendo temas importantes para a categoria bancária do segmento do Banco do Brasil: projetos, arcos de alianças e perfis para processos eleitorais de entidades do movimento para o ano de 2022.

Os fóruns democráticos do campo cutista têm um percurso organizativo que começa sempre a partir das bases sociais de 1º grau, os sindicatos. Isso ocorre tanto quando vai começar uma campanha de data-base de uma categoria profissional como quando vai haver processos eleitorais de caráter nacional ou regional. O pertencimento e a militância ao movimento começam pelo sindicato de base, tanto para o segmento da ativa quanto dos aposentados no caso das empresas e bancos públicos.

Nesta semana que se encerra hoje ocorreu nos mais diversos cantos do país um desses processos organizativos e deliberativos da Articulação Sindical da CUT. Os sindicatos e federações foram orientados a levar para a reunião nacional os debates feitos e acumulados a respeito da pauta em debate. A base sindical na qual me formei politicamente desde 1988 se reuniu também, a começar pelo meu sindicato (o Coletivo BB) e depois a federação cutista de SP.

Entendi de uma vez por todas que fui expurgado do Coletivo BB da Articulação Sindical de SP. Fiquei um pouco surpreso desta vez, confesso, porque aparentemente vínhamos numa relação saudável de construções políticas conjuntas. Nos últimos meses fui convidado a contribuir com diversas questões a respeito de uma das pautas em debate hoje. Encontros diversos, cursos de formação etc. Não achei que fossem fazer comigo o mesmo que ocorreu em 2020. 

Fiquei surpreso com o expurgo. Achei que teria o que contribuir nas discussões sobre projetos, arcos de aliança e perfis para os projetos do ano de 2022 no Banco do Brasil.

Durante o tempo todo em que fui dirigente sindical e inclusive das instâncias ditas "superiores" do movimento, nós tínhamos processos sempre difíceis de devolução de algum militante para a base ou a exclusão de participação formal do movimento, mas havia algum processo. As pessoas eram ouvidas e tinham o direito de serem avaliadas e de se defenderem. Isso não ocorre mais, me parece.

Desejo boa sorte para a companheirada da Articulação Sindical e da CUT para os difíceis processos organizativos e de lutas que teremos pela frente neste Brasil tão complexo em que nos encontramos após o golpe de Estado de 2016.

É isso, me alonguei bastante nesta postagem de memórias sindicais sobre minha formação política e os fóruns e espaços coletivos de organização do movimento de lutas dos bancários e dos trabalhadores e trabalhadoras.

William


Para ler o texto de Memórias (XIV), clique aqui.

Caso queira ler o texto anterior, está aqui.


13.7.13

Agenda de luta... Por onde andei



Fechei a semana neste sábado (13) na 15ª Conferência Estadual dos Bancários da Fetec CUT SP. Os bancários paulistas debateram e aprovaram as suas prioridades a serem levadas para a Conferência Nacional que ocorrerá na próxima semana no Holiday Inn em SP.

Na sexta (12) estive em reunião de coletivo de banco no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Na quinta (11) participei do Dia Nacional de Lutas promovido pelas centrais sindicais e movimentos sociais lutando e cobrando dos Governos e do Congresso Nacional as pautas da classe trabalhadora.

Entre segunda (8) e quarta (10) estive em Brasília na luta que fizemos no Congresso Nacional para que não ocorresse a votação do projeto de Terceirização Total e fim dos direitos do trabalho e da organização sindical. Nós bancários tivemos um importante papel no adiamento da votação do substitutivo ao PL 4330 de Sandro Mabel (PMDB GO).

Ainda na quarta à noite participei em SP da assembleia de meu sindicato para eleger a delegação que esteve hoje na Conferência da Fetec SP.

Eu estou tremendamente esgotado fisicamente (e com estresse também), mas foi uma semana de muito trabalho, muita luta e já sei que vou emendar mais uma semana que só terminará no domingo (21) à tarde, ao final da Conferência Nacional.


Se temos que fazer tudo isso, que façamos!
Sou militante de um projeto coletivo e de classe!
Enquanto achar que faço diferença, seguirei.

1.7.13

Agradecimentos - Eleição do Rafael Matos ao Caref BB


Companheiros,

Nosso candidato Rafael Matos foi eleito como representante dos funcionários do BB no Caref.

Rafael teve 21.081 votos, contra 18.008 de Ronaldo Zeni. Foram 17.198 votos brancos e 26.117 votos nulos.

Campanha curta, conjuntura complicada, muito desconhecimento em relação aos candidatos. Vários fatores interferiram nos resultados, inclusive no elevado número de votos brancos e nulos.

O importante mesmo é que vencemos com o apoio e o esforço de todos e que, a partir de agora, os funcionários do BB terão um representante afinado com os interesses dos trabalhadores e identificado com as nossas entidades sindicais. A eleição terminou e agora Rafael é o representante de todos os funcionários.

Agradecemos a todos os dirigentes e militantes da Artban que se empenharam na campanha pelo apoio e pela confiança depositada. Sem este esforço, a eleição não teria sido possível.

E agradecemos muito cada voto de cada bancária e bancário que votou em nosso projeto de representação do Caref atuando em parceria com as entidades do funcionalismo, principalmente os sindicatos cutistas.

Vamos estreitar as relações com os sindicatos, Comissão de Empresa e Contraf para que o Caref sirva também como ponto de apoio na luta dos trabalhadores e de fortalecimento de nossas entidades.

Saudações de luta,

A Coordenação da campanha de Rafael Matos.


9.5.13

Agenda de luta: Encontro no Paraguai, Encontro dos Funcis do bb e Comando Nacional


Atividade internacional da Rede UNI Américas.
Aqui estamos em frente ao BB de Assunção - Paraguai.
Foto: William Mendes

Cheguei nesta noite de quarta-feira (08) da 9ª Reunião Conjunta de Redes Sindicais de Bancos Internacionais, ocorrida em Assunção - Paraguai. Estivemos lá desde domingo (05) organizando a unidade e a solidariedade de classe em relação aos trabalhadores do setor financeiro. (informo aos companheiro/as que durante esses quatro dias não acessei nem internet nem email)

No sábado (04) participei do encontro aberto do/as funcionário/as do Banco do Brasil da base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. O fórum debateu as questões e propostas que serão enviadas ao 24º Congresso Nacional dos Funcionários do bb. Também foi definida a delegação da base que irá ao congresso representando as teses inscritas para o evento. A Chapa do Sindicato ficou com 25 vagas, sendo 22 da Articulação Sindical, 2 da CTB e 1 da Intersindical. A outra chapa, da Conlutas, ficou com 8 vagas.

Nesta quinta-feira (9) teremos reunião do Comando Nacional dos Bancários na Contraf-CUT SP para tratar da Campanha 2013, além de questões da Caixa Federal, do bb e da mídia de campanha.

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(COMENTÁRIO SOBRE A QUINTA - meu dia foi muito corrido: logo pela manhã estive na reunião do/as dirigentes do bb da Fetec SP. Depois saí correndo para a reunião da Articulação Sindical do Comando Nacional. Saí correndo de novo para outra reunião na executiva do meu sindicato. Voltei correndo para a Contraf-CUT para finalizar outra reunião)

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Novamente estou finalizando uma sequência de 2 semanas de trabalho ininterruptas, não parei sequer nos finais de semana.

Seguimos lutando e organizando a luta!

SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

17.4.13

Lula participa das comemorações dos 90 anos do Sindicato S. Paulo, Osasco e região


“Minha alma é um pouco de bancário”

Na festa dos 90 anos, ex-presidente Lula falou de sua relação com a categoria e dos avanços do Sindicato, “um dos mais importantes do país”
São Paulo – Os 90 anos de história de conquistas da categoria bancária se misturam com a trajetória do fortalecimento da democracia no Brasil. E foi relembrando os principais avanços garantidos que a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, deu início às comemorações dessas nove décadas de luta, no dia do aniversário da entidade, 16 de abril, na Quadra dos Bancários.
Na mesa (foto abaixo) composta pelos ex-presidentes Gilmar Carneiro, Ricardo Berzoini, João Vaccari Neto e Luiz Cláudio Marcolino, pelo presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, e pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, a presidenta do Sindicato lembrou o mote do aniversário ao chamar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para participar da festa. “São 90 anos na luta pelo fortalecimento da democracia. Para comemorar essa trajetória, não podíamos deixar de contar com a presença de Lula, pois sua história de vida se confunde com a busca pela democracia em nosso país, consolidada no período em que esteve à frente da presidência da República.”

Lula falou da sua relação com o Sindicato, desde os tempos da retomada. “Em 1978, quando Augusto Campos ganhou as eleições eu estava já no segundo mandato na presidência do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e essa relação perdura até hoje. Tanto que às vezes não sei se sou metalúrgico ou bancário, a minha alma é um pouco de bancário.”

Vídeo: Sindicato completa 90 anos com festa, conquistas e desafios
Fotos: Galeria especial sobre a festa dos 90 anos na Quadra

O ex-presidente lembrou que começou a militar ao lado do Sindicato quando a categoria reivindicava até mesmo ser recebida pelos banqueiros. “Eles se davam ao luxo de não receber o movimento sindical. Não recebiam nem pra dizer que não iam dar aumento. Lembro que fazia passeata com os bancários no centro de São Paulo e a Bolsa de Valores fechava com medo da gente. Depois (já em suas gestões como presidente do Brasil) eles nunca ganharam tanto dinheiro”, destacou, afirmando em seguida: “Esse Sindicato é um dos mais importantes do país”.

E louvou a eleição de uma mulher para a presidência da entidade. “A chegada de Juvandia à presidência do Sindicato é um grande avanço. Não faz muito tempo que as mulheres não podiam usar calça ou fumar em público e que sindicato era coisa de homem”, comparou, parabenizando a diretoria executiva do Sindicato por ter 70% de seus cargos ocupados por mulheres.

Crédito – A presidenta do Sindicato ressaltou a luta empreendida pela entidade ao longo da história, para que o sistema financeiro cumprisse o seu papel. “Tivemos grandes avanços no governo Lula e está sendo intensificada no governo Dilma, com a pressão para que os bancos baixem as taxas de juros e ofertem crédito para a população. A participação saltou de 22% para 60% do PIB, o que merece reconhecimento, pois fizemos parte dessa conquista.”

Para Lula, é importante valorizar as conquistas. “Você virou presidenta Juvandia, num momento de ouro do Sindicato. Costumo dizer que o Brasil era um país capitalista sem capital. Todos os bancos, privados e públicos, no Brasil inteiro, dispunham de apenas R$ 380 bilhões para o crédito. Hoje, só o Banco do Brasil, que antes tinha disponível R$ 100 bilhões para crédito, tem R$ 600 bilhões. A Caixa, que tinha R$ 15 bilhões, hoje tem R$ 417 bilhões. Ou seja, saímos de uma economia com R$ 380 bi para crédito, para uma de R$ 2 trilhões. Em 2002, o total de investimentos pelo BNDES era de R$ 37 bilhões. Em 2012, saltou para R$ 152 bilhões. E a gente pode crescer muito mais porque quando se aprende a conquistar, a gente não para.”

Para as pessoas – Lula fez ainda a comparação entre a época das privatizações dos governos neoliberais no Brasil e seus oito anos no poder. “Nós até compramos bancos. Compramos a Caixa Econômica Estadual (Nossa Caixa), sucateada na gestão Serra, compramos 50% do Votorantim, compramos os bancos do Espírito Santo, de Santa Catarina, do Piauí, que iriam ser privatizados.”

E destacou a força dos trabalhadores em seu governo: “desde que assumi a presidência nunca mais esse Sindicato deixou de ter aumento acima da inflação. É muito importante que as instituições financeiras tenham lucro, mas parte desse lucro tem de ser investido nos trabalhadores. Tem de cuidar da pessoa”.

O ex-presidente falou da sua categoria e lembrou que nos 20 anos que antecederam seu governo, os metalúrgicos haviam perdido 1 milhão de postos de trabalho. Esse montante foi recuperado em 10 anos de PT na presidência.
“E qual foi o ‘milagre’ que fizemos?”, questionou.  “A salvação deste país foi o mercado interno. Foi criar condições para que a maioria da população pudesse ter conta bancária, pudesse comprar um carro, sua casa, viajar de avião para o exterior”, afirmou, citando ainda os 40 milhões de brasileiros que foram elevados para a classe média. “O povo recuperou a autoestima, o Brasil melhorou, é respeitado lá fora, não é mais o cachorrinho vira-lata que costumava ser.”

O ex-presidente encerrou seu discurso desejando que a categoria bancária amadureça cada vez mais. “E que conquiste mais, que faça com que valha a pena ser bancário e que mostre que as máquinas devem ser substituídas por essa máquina superior que é o cérebro humano.”

Leia mais

> Bancários comemoram conquistas da democracia
> Quadra vira palco de luta pela reforma política

Tatiana Melim, Andréa Ponte Souza, Rodolfo Wrolli e Gisele Coutinho - 16/4/2013
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COMENTÁRIO DO BLOG:
Sou grande admirador do presidente Lula. Isso não quer dizer que eu concorde com tudo o que ele pensa. Acho um absurdo o Banco do Brasil ficar enfiando dinheiro no banco Votorantim com a desculpa de que falta 'know-how' para carteira de veículos. Fala sério! O bb já gastou bilhões com esse negócio da 'china'...

13.12.12

MPT discute adesão de funcionários de bancos incorporados à Cassi e Previ


Foi realizada na sexta-feira 7 de dezembro nova audiência na ação civil pública que o Ministério Público do Trabalho move contra o Banco do Brasil na 3ª Vara do Trabalho de Brasília, para que o BB pare de impedir a adesão de funcionários dos bancos incorporados à Previ e à Cassi. A ação, de número 001/2012, foi ajuizada a partir de denúncia de bancários e vem sendo acompanhada pela Contraf-CUT, Fetec-CUT São Paulo, pelos sindicatos de São Paulo, Brasília, Florianópolis, Piauí, dentre outros, e por entidades como a Afacesp, dos aposentados da Nossa Caixa (São Paulo), e Probesc, dos funcionários do Besc (ex-Banco do Estado de Santa Catarina).

A reivindicação dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa, Besc e BEP (ex-Banco do Estado do Piauí) é poder optar por aderir ao plano de associados da Cassi e ao plano de previdência da Previ (Previ Futuro), porque também são empregados do Banco do Brasil e têm direito a todas as garantias dos demais trabalhadores da empresa.

Na audiência do dia 7, o juiz dispensou oitiva de testemunhas e marcou a audiência final de instrução para o dia 22 de abril de 2013. Os representantes das entidades sindicais se reuniram posteriormente com o Procurador do Trabalho Adélio Lucas, defensor dos trabalhadores responsável pela ação, para expor os efeitos da discriminação e os problemas enfrentados pelos bancários.

"O movimento sindical está fazendo todo o possível para que o banco seja condenado na Justiça e tenha de aceitar a opção de todos pela Cassi e Previ, reivindicação que ele nega nas negociações", avalia José Ricardo Sasseron, diretor da Contraf-CUT que participou da audiência.

Discriminação tem que acabar

A discriminação praticada pelo banco traz uma série de problemas a esse contingente de quase 15 mil trabalhadores. Quando são transferidos de seus estados de origem, enfrentam sérios problemas de atendimento à saúde, dificuldades para realizar exames, consultas e outros procedimentos que não encontram à disposição porque os planos de saúde de seus bancos de origem não têm abrangência nacional.

Há várias denúncias e fatos de pessoas que ficaram sem atendimento, correndo até mesmo risco de morte. Mas a discriminação mais grave com esses milhares de bancários é a assistência aos aposentados: o banco custeia a Cassi para os aposentados, mas não paga nenhum centavo para os aposentados dos bancos incorporados, que têm de arcar sozinhos com os seus altos gastos com plano de saúde.

O BB ainda proíbe esses trabalhadores de optar pelo plano Previ Futuro, que tem um nível de contribuição patronal maior (de 7% a 17% sobre as verbas salariais), enquanto na Fusesc (Besc) as contribuições atingem o máximo de 6,67% e no Economus (Nossa Caixa), variam de 2 a 8%. Os benefícios de aposentadoria desse grande grupo serão menores que os que serão pagos a quem foi admitido diretamente no Banco do Brasil, pois em todos os casos o complemento de aposentadoria depende do que cada um acumulou em seu saldo de conta individual.

Fonte: Contraf-CUT

21.11.12

Artigo: Por onde ando... trabalhando muito!



O mês de novembro continua muito intenso sindicalmente.

Na primeira semana, estive em Brasília três dias cuidando de questões do BB.

Na semana de 5 a 9 de novembro, realizamos o 2º módulo do 7º curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro, um programa de capacitação de dirigentes e assessores sindicais (PCDA). O curso é realizado pela Contraf-CUT e Dieese em parceria com as entidades sindicais.

Na semana seguinte, entre 12 e 14, estive de novo em Brasília tratando de questões do BB. Tivemos reunião da CEBB, depois negociação com o banco, e no dia 14, denunciamos o banco na Secretaria da Presidência da República por práticas antissindicais.

Nesta semana, estamos lidando ainda com as porcarias oriundas das práticas antissindicais do Banco do Brasil e finalizando a preparação de dois módulos de formação sindical: um curso de saúde e o 3º módulo do curso PCDA.

Estive hoje no RJ e depois trabalhei até tarde na Contraf-CUT SP.

Além dessas agendas ininterruptas, participarei ainda do Congresso da Fetec CUT SP neste fim de semana.

Na segunda 26, tenho audiência no MPT para tratar de denúncia que fizemos contra o BB por práticas antissindicais e discriminação aos bancários grevistas. (MPT ADIOU PARA 03/12)

Sem contar que estou precisando ler vários e-mails que não tive como ver faz muito tempo. Se eu não paro um pouco, o trabalho sindical iria 24 horas adentro...

Eu estou muito cansado. Estou mesmo. Mas fazemos o que tem de ser feito.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

12.7.12

Bancário Vagner Freitas é eleito presidente da CUT


Após 29 anos de fundação, pela primeira vez integrante da categoria assumirá a presidência da Central
São Paulo – A nova direção nacional da CUT foi eleita. Nesta quinta 12, quarto dia do 11º Congresso Nacional, com mais de 90,5% dos votos de um total de 2.322 delegados, Vagner Freitas assume como o primeiro bancário no comando da Central, após 29 anos da fundação. “Para nós bancários é uma satisfação que todas as categorias e sindicatos da CUT tenham nos dado a honra de presidir essa Central tão fantástica”, declarou.

Desde 1983, passaram pela presidência da CUT o metalúrgico Jair Meneguelli (1986 a 1993); o também metalúrgico Vicente Paulo, o Vicentinho (1994 a 1999); o professor João Felício (2000-2003/2005-2006); o metalúrgico Luiz Marinho (2003-2005); e o eletricitário Artur Henrique (2006-2012).

“Hoje é um dia muito feliz para os bancários, especialmente para os bancários de São Paulo, que participaram da criação da CUT e ajudaram a construir os princípios da Central na luta por uma sociedade justa e igualitária”, comemorou Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato (foto abaixo).

Para ela, a CUT é um sonho concretizado, pois conseguiu reunir trabalhadores do Brasil todo, do campo e da cidade, em uma Central que luta pelos direitos de toda a classe trabalhadora. “A CUT é uma grande realização. Temos um compromisso histórico com a Central e por isso disponibilizamos uma grande liderança para assumir essa tarefa, que é o Vagner Freitas.”

Para Artur Henrique, presidente que dá lugar a Vagner, "A CUT está para completar 30 anos e hoje cumpre o seu papel ao colocar na presidência um bancário, categoria tão importante na construção de nossa Central".

Vídeo: Artur destaca avanços e desafios da CUT
- Valorização do emprego e renda marca gestão Artur
Livro resgata atuação da CUT nas eras Lula e Dilma

Do banco à presidência da CUT – Vagner iniciou sua carreira como bancário em 1987, quando foi contratado pelo Bradesco para trabalhar como caixa. “Logo que entrei no banco me filiei ao Sindicato, que foi a minha escola. Foi a formação que moldou e traçou a minha personalidade. Foi lá que aprendi conceitos básicos como democracia, solidariedade e respeito pelo coletivo”, relembrou.

Em 1991, Vagner entrou para a diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região como diretor da regional leste, que ficava no bairro da Mooca na época. Segundo ele, foi onde colocou em prática, na base, o primeiro conceito que aprendeu no movimento sindical. “Quando cheguei, Augusto Campos, ex-presidente, disse uma coisa que jamais vou esquecer: ‘Você não veio aqui cuidar só da categoria bancária. Vocês que estão chegando como diretores no Sindicato precisam saber que são dirigentes de classe, da classe trabalhadora. O Sindicato também é um instrumento de transformação da sociedade’”.

Após a formação que adquiriu nos mais de dez anos como diretor do Sindicato e a passagem pela Federação dos Bancários do Estado de SP (Fetec/CUT-SP), chegou à presidência da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT) e depois foi presidente da Confederação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em 2006, cargo que exerceu até 2009, quando passou a integrar a direção executiva da CUT como secretário de Administração e Finanças.

Neste 12 de julho, Vagner Freitas tornou-se o primeiro bancário a assumir a Presidência da Central Única dos Trabalhadores, maior central sindical do Brasil e da América Latina.

Confira a direção executiva eleita:

Presidente: Vagner Freitas (Bancários - São Paulo)

Vice-Presidente: Carmen Foro (Rurais - Pará)

Secretário-Geral: Sérgio Nobre (Metalúrgicos do ABC)
Adjunta: Maria Faria (CNTSS)

Administração e Finanças: Quintino Severo (Metalúrgicos - Rio Grande do Sul)
Adjunto: Donizete Aparecido (Químicos - São Paulo)

Relações Internacionais: João Felício (Apeoesp - São Paulo)
Adjunto: Artur Henrique (Sinergia - São Paulo)

Combate ao Racismo: Júlia Nogueira (Seguridade Social - Maranhão)

Comunicação: Rosane Bertotti (Rurais - Santa Catarina)

Formação: José Celestino (Professores - Minas Gerais)
Adjunto: Gregório (Sindpd - Pernambuco)

Juventude: Alfredo Santos (Químicos - Bahia)

Meio Ambiente: Jaceir (Rurais - Espírito Santo)

Mulher Trabalhadora: Rosane da Silva (Sapateiros - Rio Grande do Sul)

Organização: Jacy Afonso (Bancários - Distrito Federal)
Adjunto: Valeir (Comerciários - Santa Catarina)

Políticas Sociais: Expedito Solaney (Bancários - Pernambuco)

Relações do Trabalho: Graça (Municipais - Ceará)
Adjunto: Pedro Armengol (Servidores Federais - Piauí)

Saúde do Trabalhador: Junéia Martins Batista (Municipais - São Paulo)
Adjunto: Eduardo Guterra (Portuários - Espírito Santo)


Fonte: Seeb SP e CUT - Tatiana Melim - 12/7/2012

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Post Scriptum: com alterações do blog, nas informações sobre o companheiro Vagner Freitas, que foi presidente da CNB (até 2006) e depois da Contraf-CUT, criada em 2006.

COMENTÁRIO:

Companheiro Vagner Freitas e companheir@s de nossa Central Única dos Trabalhadores, desejo a todos nós uma gestão de muita luta e sabedoria para conduzir a classe trabalhadora rumo a uma sociedade socialista, construída a partir dos locais de trabalho e com a participação dos trabalhadores organizados por nós.

Que nossa Central siga sendo sempre tolerante e solidária nos debates e divergências de ideias e que a classe trabalhadora se sinta cada vez mais representada por nós.

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

10.7.12

Por onde ando... Congresso da CUT e Conferência da Fetec SP



Nesta segunda, minha agenda foi na Contraf-CUT em Brasília, tratando de questões inerentes ao Banco do Brasil.

Nesta terça, tivemos negociação com o Banco do Brasil sobre questões de condições de trabalho e demais temas dos bancários do bb de todo o país.

Terminei agora a matéria com a síntese dos debates. Estou fazendo o relatório da Comissão de Empresa.

De quarta a sexta, estarei no 11º Concut, o congresso mais importante dos trabalhadores vinculados à Central Única dos Trabalhadores. Ali discutimos as questões de classe e os rumos da disputa pela hegemonia da sociedade sob a ótica da classe trabalhadora.

No sábado, estarei na Conferência Regional dos Bancários da Fetec CUT SP, no Hotel Braston.

É isso,

SOMOS FORTES, SOMOS CUT!