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20.7.20

Campanha Nacional dos Bancários (III)



(Reprodução de matéria)

Bancários realizam assembleias para aprovarem minuta de reivindicações

Sindicatos divulgarão link para votação por meio eletrônico, que se inicia a partir das 18h desta segunda-feira e segue até 22h de terça


Sindicatos de bancários de todo o país realizam assembleias nesta segunda e terça-feira (20 e 21) para aprovarem a minuta de reivindicações da categoria, aprovada na 22ª Conferência Nacional no sábado (18). A votação se inicia às 18h desta segunda-feira (20) e segue terça, às 22h.

Em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, as assembleias serão virtuais.

A maioria dos sindicatos do país optou por realizar suas assembleias pelo sistema eletrônico de votação disponibilizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), mas, o ideal é que, para votar, os bancários e as bancárias acessem os sites de seus sindicatos e busquem informações sobre a assembleia e o link para a votação.

Após a aprovação pelas assembleias, a minuta será apresentada à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na quinta-feira (23), às 14h30.


Índice

Depois do debate sobre as propostas, os delegados aprovaram a reivindicação de reajuste de inflação mais 5% de aumento real nos salários e todas as cláusulas econômicas.

Home office

A 22ª Conferência também aprovou a inclusão na minuta de uma cláusula para regular o trabalho home office, que não pode ser imposto pelo banco, para estabelecer, entre outras coisas, que os custos do teletrabalho sejam arcados pelos empregadores, assim como o fornecimento dos equipamentos de trabalho e ergonômicos. A cláusula também proíbe que sejam retirados direitos dos trabalhadores que cumprirem suas funções em suas casas, à exceção do vale-transporte/combustível, que deve ser fornecido com valor proporcional aos dias de comparecimento do trabalhador no banco, definindo que estes tenham de realizar suas atividades no próprio local de trabalho, pelo menos, uma vez por semana.

Metas abusivas

A Conferência também aprovou uma proposta para que seja feita uma atualização da cláusula que trata sobre o estabelecimento e a cobrança de metas pelos bancos.

Uma vez que um dos eixos da campanha será a luta pela saúde e melhores condições de trabalho para a categoria.

Demais cláusulas

As demais cláusulas hoje presentes na CCT foram mantidas na minuta de reivindicações.

Outros eixos

A campanha terá como prioridade a manutenção dos empregos e dos direitos, a defesa dos bancos públicos e o reajuste do valor da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) pelo mesmo índice da campanha.

Fonte: Contraf-CUT

10.7.20

Campanha Nacional dos Bancários 2020



Nesta sexta-feira 10, a categoria bancária realizou a abertura dos congressos dos trabalhadores dos bancos públicos do país. Pela primeira vez na história da categoria, o evento foi realizado de forma virtual devido à pandemia do vírus Covid-19.

Além da tradicional saudação das representações das entidades sindicais, o evento contou com a participação do economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo, trazendo para nós o ponto de vista dele em relação ao cenário econômico do país e abordando a importância central dos bancos públicos neste momento de crise. 

Ele nos lembrou da crise econômica da década passada (crise do subprime) e do papel central dos bancos públicos brasileiros na concessão de crédito e na retomada da economia durante o governo Lula/PT. Eu era dirigente nacional dos bancários (Contraf-CUT) e me lembro perfeitamente do quanto fomos importantes para o Brasil e o povo brasileiro. 

Reli dias atrás cerca de 50 postagens no blog sobre a Campanha Nacional dos Bancários de 2010 e me emocionei ao relembrar dos 15 dias de greve daquele ano e as conquistas que tivemos, enquanto no mundo grandes categorias profissionais sofriam miseravelmente os efeitos da crise do subprime - trabalhadores de países da Europa e Estados Unidos. O Brasil era governado pelo PT, e os trabalhadores eram foco do governo federal.

Ao relembrar a história de uma categoria profissional tão importante quanto a nossa e ver o início de mais uma jornada de lutas pela renovação de direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e aditivos por bancos (ACT), quero deixar uma mensagem de esperança na luta, porque passei mais de duas décadas vivendo a experiência das lutas coletivas e elas dão esperança e dão sentido ao trabalho.

A categoria bancária deve ter orgulho de seu papel social. Os bancários fazem parte de um segmento produtivo contraditório, o setor financeiro, porque ao mesmo tempo em que ele pode atuar de forma decisiva para fortalecer a economia de um país, e o emprego e a distribuição de riqueza, o setor pode também ser um explorador da sociedade, concentrando riqueza na mão de rentistas. 

Para o setor financeiro ser útil ao país depende muito da atuação do governo, da legislação, e do papel dos bancos públicos, que podem liderar o setor no apoio econômico e social como fez o governo Lula entre os anos de 2008 e 2010.

Nós dos bancos públicos, podemos ajudar a sociedade com a concessão de crédito para grandes, médios e pequenos setores produtivos do país, e ajudar a população também com o suporte de programas sociais. Na crise do subprime nossos bancos públicos conquistaram dezenas de milhões de clientes dos bancos privados do país (imaginem se eles gostaram disso?), porque nós concedíamos crédito e financiamento para a produção de alimentos, para as indústrias e comércios, crédito para construção civil, educação, pequenos negócios e empreendedorismo etc.

Desejo que os trabalhadores bancários resistam a esse duro momento que enfrentamos com a pandemia da Covid-19 e os ataques aos direitos históricos da classe trabalhadora e aos direitos específicos da categoria. Tirem alguns minutos por dia para se informarem sobre a campanha salarial e compartilhem com os colegas as informações que fortalecem a luta.

Abraços a tod@s,

William Mendes

7.7.20

Direitos dos bancários sob ameaça


Olá, colegas bancários e bancárias! Um olá especial aos colegas do Banco do Brasil da ativa e aposentados, comunidade a qual pertenço e que existe há mais de dois séculos!

A categoria bancária é uma das categorias profissionais mais organizadas do país, tem uma história secular de lutas e conquistas e juntamente com todas as demais categorias profissionais da classe trabalhadora brasileira está sob forte ameaça de retrocesso em seus direitos.

A data base da categoria bancária é setembro. Após o golpe de Estado em 2016, a classe trabalhadora e suas entidades representativas têm enfrentado períodos difíceis. As ameaças aos direitos históricos nos impulsionam a contribuir de alguma forma para fortalecer a luta pela manutenção dos empregos, das conquistas em remuneração, saúde, previdência e condições de trabalho.

Durante mais de uma década, utilizei este blog para registrar as lutas coletivas e informar trabalhadores porque informação e conhecimento são essenciais para que as pessoas estejam em melhores condições de tomarem decisões em suas vidas. Por duas décadas estive nos locais de trabalho e nas bases sociais conversando com os colegas. Construímos juntos os direitos em saúde e previdência e os direitos do trabalho.

Divulgo abaixo matéria da Contraf-CUT sobre o veto de Bolsonaro à ultratividade dos direitos coletivos constantes nas convenções e acordos de trabalhadores. É sério isso. Os bancários têm direitos importantes e eles precisam ser preservados após o dia 31 de agosto deste ano. Informem-se e compartilhem com os colegas. Saber sobre o tema já é um primeiro passo para defender seus direitos nesta campanha salarial.

Abraços,

William Mendes

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(reprodução de matéria)

Bolsonaro veta ultratividade das convenções e acordos coletivos

07/7/20 - 17h13

Veto escancara falta de compromisso com as classes populares e a tentativa de prejudicar os trabalhadores e suas entidades de representação sindical

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos o texto aprovado pelo Senado que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Entre os vetos, está o trecho que dizia que “as cláusulas das convenções coletivas ou dos acordos coletivos de trabalho vencidos ou vincendos, salvo as que dispuserem sobre reajuste salarial e sua repercussão nas demais cláusulas de natureza econômica, permanecerão integrando os contratos individuais de trabalho, no limite temporal do estado de calamidade pública, e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva.”

Segundo o presidente, “a propositura legislativa contraria o interesse público, tendo em vista que a vedação atualmente em vigor à ultratividade das normas coletivas, por força da reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 2017), visa incentivar a negociação, a valorização da autonomia das partes e a promoção do desenvolvimento das relações de trabalho.”

“É um absurdo o governo Bolsonaro vetar a ultratividade aprovada pelo Congresso Nacional. Mais uma demonstração de que não governa para a classe trabalhadora e sim contra ela”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. “Dizer que o veto é de interesse público e tentar justificar que se trata de algo que visa incentivar a negociação entre patrões e empregados, desconsiderando que estamos em um momento de pandemia, é uma mentira deslavada. Querem aproveitar esse momento de crise para reduzir o poder de negociação dos trabalhadores e aumentar o do empresariado”, criticou a presidenta da Contraf-CUT.


Redução salarial

Sancionada, a antiga Medida Provisória (MP) 936 tornou-se a Lei 14.020 e foi publicada na edição desta terça-feira (7) do Diário Oficial da União. Além de criar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, ela permite acordos de redução proporcional dos salários e da jornada de trabalho de 25%, 50% ou 70%, além de suspensão dos contratos, durante o período de calamidade pública decretada pelo governo em razão da pandemia causada pelo novo coronavírus.

O governo também vetou o item que prorrogou até o ano que vem a desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores de atividade. O prazo atual vai até dezembro próximo. Além disso, foi vetado trecho que permitia a empregados sem direito ao seguro-desemprego e dispensados sem justa causa durante a pandemia o acesso ao auxílio emergencial.


Pressão no Congresso

Mesmo diante de um interminável caos político, socioeconômico e com a pandemia do coronavírus sem controle, o presidente continua a destruir, de acordo com suas conveniências, tudo o que foi construído no Congresso Nacional, com muita luta, para minimizar os prejuízos dos trabalhadores e trabalhadoras”, observou Jeferson Meira, o Jefão, Secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT.

“Vamos, mais uma vez, pressionar o Congresso Nacional, para que o veto presidencial seja derrubado”, concluiu Juvandia.

Para serem derrubados, os vetos presidenciais precisam de maioria absoluta na Câmara ou no Senado, 257 e 41 votos, respectivamente.


Fonte: Contraf-CUT

10.1.18

Reestruturação no Banco do Brasil e PAQ - Informações da Contraf e da Cassi


Comentário do Blog:

Olá prezad@s colegas do Banco do Brasil, bancári@s e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Temos nos concentrado nesses dias, nos intervalos da intensa agenda de gestão que temos diariamente na Cassi, em realizar estudos, pesquisas e balanços de nossa atuação ao longo desses quatro anos à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento de nossa Caixa de Assistência. A reunião de Diretoria desta semana, por exemplo, durou quase 12 horas.

No entanto, como nosso foco é sempre a saúde dos trabalhadores e participantes da comunidade Banco do Brasil, bem como nossa história de lutas é marcada pela representação dos trabalhadores ao longo de mais de duas décadas como bancário desse importante banco público, achei importante reproduzir aqui no blog matéria da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a Contraf-CUT, a respeito de mais um processo de reestruturação do BB, fato que sempre traz apreensões e anseios aos nossos colegas da ativa, com possíveis reflexos em suas condições de saúde e para a sustentabilidade da Cassi.

Depois da matéria da Contraf, divulgo em seguida uma matéria que saiu hoje (10/1/18) no site da Cassi com informações técnicas a respeito de situações possíveis para manutenção da condição de associado ao Plano de Associados caso o colega do Banco faça adesão ao programa (PAQ) que a direção do Banco anunciou na sexta-feira 5. (não faço juízo de valor sobre essa publicação no site da Cassi)


"É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (CF, Art. 5º, Inciso IV)

OPINIÃO DO DIRETOR DE SAÚDE SOBRE MATÉRIAS E PUBLICAÇÕES - prezad@s participantes e leitores deste blog, ao longo de nosso mandato de representação na direção da Caixa de Assistência, busquei explicar a cada associad@, liderança e entidade representativa da comunidade onde atuamos como as coisas funcionam na Cassi, nas autogestões e no setor de saúde suplementar; na relação entre a Cassi e participantes; na relação entre os patrocinadores da Cassi - BB e Corpo Social (capital x trabalho) -; na relação Cassi e Banco do Brasil; nos ritos políticos de representação dos trabalhadores e associados (pois coordenei muito tempo mesas negociais) etc.

Sou grande defensor da democracia (direta ou representativa), da liberdade de expressão, da livre organização dos trabalhadores e instituições, do associativismo e cooperativismo, e defendo a participação popular em tudo. Tenho lado, tenho opinião, e busco expressar o que penso de forma clara e direta, e nos fóruns e momentos adequados. Se não agrado a tod@s, ao menos me esforço para ser franco e honesto nas opiniões e relações.

Quando uma entidade, instituição, organização, ou pessoa jurídica publica algo, subentende-se que ela endossa aquele conteúdo em seu espaço de divulgação de informações. Quando não é assim, aplica-se logo uma ressalva dizendo que aquele conteúdo é de responsabilidade de quem assinou ou coisa do gênero. Às vezes, mesmo assinado o conteúdo, a informação é institucional. Não é tão simples assim, percebem?

A matéria da Contraf que replico aqui é de responsabilidade daquela entidade sindical (e acho que ela tem razão nas críticas que faz). A da Cassi é de responsabilidade da Cassi. O mesmo vale para as do site e espaços institucionais do Banco do Brasil ou qualquer outra instituição. O que quero alertar com isso? Alerto que a minha opinião como cidadão e como representante eleito pelos associados da Cassi expresso com liberdade e autonomia aqui neste blog, e faço isso baseado em meus direitos constitucionais de liberdade de pensamento e expressão.

Não tenho como me responsabilizar por matérias de outros espaços além deste. 

Em relação ao PAQ do Banco do Brasil, o que aprendi como dirigente sindical foi ser cuidadoso para não dar opiniões sobre decisões tão complexas e de cunho pessoal a serem tomadas pelos trabalhador@s considerados "público alvo" em casos como esses de programas de desligamento, PDV etc.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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(Matéria da Contraf-CUT)





BB: Funcionários indignados com reestruturação disfarçada


Banco corta milhares de vagas e cria ilegalidades com novas medidas


Os funcionários do Banco do Brasil criticaram as novas medidas de gestão divulgadas pelo banco na última sexta-feira (5), tanto pela forma como elas são anunciadas, sem nenhuma informação prévia aos trabalhadores ou a seus representantes, quanto pelo atropelo e erros de gestão.

“O banco diz não ser uma nova reestruturação, mas é. Houve o corte de cerca de mil vagas de caixa em todo o país. O banco alega que essas vagas apareceriam em escritórios e agências digitais. Na prática, os escritórios digitais perderam funções de assistentes e ganharam de escriturários, que farão os mesmos serviços, mas ganhando menos. Isso é desvio de função! É ilegal”, observou Wagner Nascimento, Coordenador da Comissão de Empresa de Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “Ou seja, o banco corta cargos, reduz salários, cria desvio de função nos escritórios digitais e ainda diz que isso não é reestruturação”, completou.

O Coordenador da CEBB critica ainda a falta de transparência e de diálogo. “Na quinta-feira (4), estivemos reunidos até à noite com a direção do banco para obtermos mais informações sobre o PDG (Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado), que havia sido anunciado no dia anterior, também sem comunicação prévia, e nada nos foi dito sobre estas novas mudanças que foram anunciadas na sexta-feira. Não é possível que, sempre, as informações cheguem primeiro aos meios de comunicação e somente depois aos funcionários”, criticou.

Carlos de Souza, Secretário Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), ressaltou que tanto a Contraf-CUT, quanto a CEBB perguntam, em todas as reuniões que têm com a direção do banco, se existem medidas de gestão previstas para serem realizadas no banco. “No final de 2016, depois que a informação sobre a reestruturação vazou pela imprensa, buscamos a confirmação do banco, que disse que eram boatos. Desta vez, depois de uma matéria veiculada no dia 8 de dezembro, indagamos novamente o banco que voltou a desmentir a matéria”, lembrou o dirigente da Contraf-CUT, que também é funcionário do BB.

“O Presidente do Banco prefere procurar os jornais para apresentar seus novos programas, do que dialogar com o conjunto dos funcionários para acalmá-los e acabar com a ansiedade e a angústia que essa política de reestruturação sem transparência tem causado”, complementou Carlos.

Gestão às avessas

Mais uma vez os representantes dos trabalhadores reforçam o pedido de transparência nas informações e que o banco não corte os salários dos funcionários enquanto todos não forem realocados. “Na reestruturação de 2016, a direção dizia que ao final tudo ia dar certo. Não deu. Agora, segue pelo mesmo caminho, ficarão funcionários sem cargos e com salários reduzidos e, mais uma vez, o banco não se preocupou com isso antes de iniciar a reestruturação”, ponderou o Coordenador da CEBB.

Para Wagner Nascimento a falta de mapeamento das vagas pelo banco, cria mais apreensão nos funcionários. “Assim como na reestruturação de 2016, são cortados cargos onde não existem vagas e a conta não fecha, resultando em muitas famílias desamparadas. Em Recife onde foi fechado o CENOP a situação é desesperadora, devido à sequência de reestruturações", observou.

Os representantes dos trabalhadores já solicitaram todas informações detalhadas sobre as novas medidas, que para eles representa a continuidade da reestruturação iniciada ao final de 2016. “Queremos saber quantos funcionários perderão suas comissões, quantos serão remanejados, de onde e para onde. Além disso, queremos saber quem vai ocupar os novos cargos gratificados e se todos aqueles que tiveram seus salários rebaixados serão contemplados e se a gratificação será em valores semelhantes às que foram retiradas, para que não haja queda de remuneração”, disse o Secretário Geral da Contraf-CUT. “Para alguns a reestruturação até pode ser boa, mas nossa preocupação tem que ser com todos os funcionários”, alertou Carlos de Souza, ao observar que a Contraf vai buscar todos os meios necessários, tanto no campo jurídico quanto na mobilização para a luta no dia a dia para combater toda reestruturação que prejudique os trabalhadores.

Fonte: Contraf-CUT

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(Matéria da Cassi)


Programa de Adequação de Quadros do BB

Veja as possibilidades de permanência na Cassi para quem aderir

A Cassi reúne aqui informações sobre as possibilidades de permanência na Caixa de Assistência daqueles funcionários do Banco do Brasil que desejam solicitar desligamento por meio do Programa de Adequação de Quadros 2018 (PAQ), aberto na segunda-feira, 8 de janeiro.

A forma de vínculo com a Cassi depende da situação de desligamento pelo PAQ. Confira abaixo.

Situação 1: desligamento para recebimento de complemento de aposentadoria antecipado da Previ (situação ARH “802 – desligamento a pedido para receber aposentadoria antecipada Previ”).


Terá direito à permanência no Plano Associados com patrocínio do BB, pagando a contribuição pessoal de 3% sobre o total dos benefícios de aposentadoria recebidos da Previ e/ou do INSS, mais a contribuição mensal extraordinária de 1% até dezembro/2019. A permanência na Cassi ocorre de forma automática e independe de manifestação ou apresentação de documento.

Situação 2: desligamento para/com aposentadoria INSS (situação ARH “809 –desligamento a pedido – aposentadoria INSS”).

Possibilidade 1: se passar a partir do dia imediatamente posterior ao desligamento do BB a receber benefício de complemento ou renda de aposentadoria, inclusive antecipada, da Previ, terá direito à permanência no Plano Associados com patrocínio do BB. Neste caso, a permanência no Plano é automática e o ex-funcionário passará a pagar a contribuição pessoal de 3% sobre o total dos benefícios de aposentadoria recebidos da Previ e do INSS, mais a contribuição mensal extraordinária de 1% até dezembro/2019.

Possibilidade 2: se não passar a receber benefício de complemento ou renda de aposentadoria da Previ a partir do dia seguinte ao do desligamento, o ex-funcionário poderá permanecer no Plano de Associados na condição de autopatrocinado, arcando com o pagamento da cota pessoal e patronal. O valor inicial da contribuição será de 7,5% sobre o valor da última remuneração mensal vigente na data do desligamento, conforme artigo 35, inciso IV do Regulamento do Plano de Associados (RPA).

Para permanecer na condição de autopatrocinado, o ex-funcionário precisa manifestar interesse apresentando o documento “Termo de Opção Autopatrocínio”, no prazo de até 30 dias após o desligamento – porém, estará sem cobertura do Plano quando desde o desligamento, até que a Cassi receba o Termo de Opção de Autopatrocínio (ou data de postagens junto aos Correios). O termo está disponível na IN 379 e, depois de preenchido, deve ser encaminhado à Cassi via Correios ou entregue em uma Unidade Cassi.

IMPORTANTE: A manutenção do Plano de Associados será vitalícia se o ex-empregado tiver contribuído para o Plano pelo prazo mínimo de 10 (dez) anos até a data do seu desligamento. Caso ele tenha contribuído para o Plano de Associados por período inferior a 10 (dez) anos, terá direito a permanecer no plano pelo mesmo número de anos que contribuiu.

Situação 3: desligamento consensual (código situação ARH 834)

O ex-empregado e seus dependentes serão automaticamente excluídos do Plano de Associados, imediatamente a partir do dia seguinte ao seu desligamento.

O ex-empregado e seus dependentes poderão aderir ao Plano Cassi Família, plano coletivo empresarial sem patrocinador, a qualquer tempo, sendo que:

- haverá isenção dos períodos de carência, observadas as condições exigidas para a adesão ao plano, caso as inscrições no Cassi Família sejam efetuadas até trigésimo (30º) dia após a exclusão do Plano de Associados;
- deverá ser formalizada uma proposta de adesão ao Cassi Família para cada dependente econômico inscrito;
- as mensalidades para o Cassi Família serão devidas e pagas diretamente à Cassi;
- Conforme os termos do item 1.5.3.2.2 do Regulamento do PAQ, o ex-funcionário fará jus, por até um ano a contar do desligamento, a obter o ressarcimento perante o Banco do Brasil das mensalidades pagas ao Cassi Família.

IMPORTANTE: assim que houver o desligamento, o funcionário ficará sem a cobertura do Plano de Associados e só voltará a contar com a assistência da Cassi quando aderir ao Cassi Família e pagar a primeira mensalidade.

O valor da mensalidade do Cassi Família varia conforme a faixa etária. Confira tabela de valores aqui.

Situação 4: pedidos de aposentadorias indeferidos/cancelados pelo INSS, reclassificados para desligamento a pedido (situação ARH 800 – demissão a pedido) 

- O ex-empregado poderá permanecer na condição de autopatrocinado do Plano de Associados, desde que preencha os requisitos previstos no RPA (veja abaixo). Nesta hipótese o valor inicial da contribuição mensal é de R$ 1.705,84 (setembro/2017).
a) contar com um mínimo de 240 meses de participação no Plano na data do desligamento;
b) permanecer mantendo vínculo com a Previ após o desligamento, na condição de participante contribuinte externo ou participante em gozo de benefício de aposentadoria pago pela Previ de forma vitalícia;
c) optar pela manutenção do plano no prazo máximo de 30 dias a partir do desligamento.

Caso o ex-empregado do Banco do Brasil não atenda aos requisitos exigidos pelo RPA para ser mantido no plano após o seu desligamento, ou mesmo não tenha interesse de permanecer no Plano de Associados, o ex-empregado e seus dependentes econômicos inscritos no referido plano poderão aderir ao Plano Cassi Família, plano coletivo empresarial sem patrocinador, a qualquer tempo.

O valor da mensalidade do Cassi Família varia conforme a faixa etária. Confira tabela de valores aqui.

Fonte: Cassi

7.2.17

Banco do Brasil e a reestruturação - Informações sobre mesa de negociação


Comentário do Blog:


Olá prezad@s associad@s e lideranças das entidades representativas da comunidade BB,

Repasso matéria abaixo sobre mesa de negociação ocorrida entre os bancários e o Banco do Brasil sobre o processo de reestruturação em andamento.

Acompanho os informes com o olhar de gestor da Cassi, eleito pelos associados, e tenho a compreensão do quanto esses processos afetam o presente e futuro do Plano de Associados da Cassi, entendo que é importante que todos nós fiquemos atentos às informações de ambas as partes, as do patrocinador BB e as das representações dos bancários.

Basta lembrar que os milhares de funcionários da ativa que tiveram a remuneração rebaixada, fazem parte do universo de associados da Cassi que formam a base de arrecadação da receita do Plano de Associados das próximas décadas, base da qual recebemos 7,5% de contribuição.

Enquanto as duas partes discutem os efeitos e consequências da reestruturação do Banco na vida dos trabalhadores, nós que estamos à frente da gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários, estamos buscando de todas as formas lutar pelo fortalecimento do Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF) porque atuar na promoção de saúde e prevenção de doenças, e também monitorar as doenças crônicas e demais adoecimentos dos participantes é algo que acreditamos que está ao nosso alcance, independente das crises e problemas reais que estamos vivendo. Com investimento adequado no modelo preventivo, tanto a Cassi quanto os patrocinadores sairão ganhando.

E o modelo de estrutura própria de Atenção Primária da Cassi, através do fortalecimento das CliniCassi, equipes de família e pronto atendimento e demais áreas envolvidas no acesso (ex: Central Cassi 0800) e no cuidado dos participantes, podem amenizar carências do mercado de saúde em relação à rede credenciada, pois a crise de falta de prestadores afeta a Cassi como afeta outras operadoras.

Também estamos preparando o início dos Exames Periódicos de Saúde (EPS) e Checkups do ano de 2017. A Cassi é a responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional do BB (PCMSO). O nosso compromisso na área da saúde da Cassi tem sido o de buscar melhorias nos exames e nos processos a cada ano. Realizar cem mil exames não é uma tarefa simples, envolve grande planejamento e parcerias. Mas temos encontrado portas abertas nos espaços institucionais para tentar cuidar da saúde de nosso público alvo. Voltaremos ao tema nos próximos dias.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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(reprodução de matéria da Contraf-CUT)

Nova reunião sobre reestruturação e BB Digital aponta milhares de descomissionamentos


Representantes dos funcionários cobraram
implantação de VCP permanente para todos.
Crédito: Guina Ferraz/Contraf-CUT.

Números apresentados pelo Banco mostram que não haverá realocação de todos os funcionários que perderam o cargo


A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu com o Banco na última sexta-feira (3), em Brasília, para mais debates sobre o processo de reestruturação e também para mais uma rodada da Mesa Temática de Prevenção de Conflitos, com o tema BB Digital.

Reestruturação

O Banco apresentou os números da reestruturação até o momento, envolvendo movimentações laterais e nomeações de ascensão, descensos e descomissionamentos, em cada cargo. Pelos números divulgados pelo Banco, ao final do processo de reestruturação, mais de 2.500 funcionários perderão seus cargos e terão salários cortados quase que pela metade, juntando aos milhares que já tiveram seus salários reduzidos, por somente conseguirem realocação em cargos inferiores.

Os representantes dos funcionários cobraram do Banco a implantação de VCP Permanente para todos os funcionários, incluindo os caixas. O VCP é uma Vantagem de Caráter Pessoal que complementa o salário em caso de perda do cargo.

O Banco afirmou que ainda não tem resposta quanto ao VCP Permanente e já havia respondido desde o último dia 31/01 que não implantaria VCP para os caixas.

A Comissão de Empresa afirmou que o caixa sempre foi percebido como o primeiro cargo comissionado do Banco ao longo de décadas e hoje recebe uma gratificação de função, pontua mérito pelo exercício da função e, ainda assim, o Banco insiste em dizer que não implanta VCP pelo caixa não ser comissão; isso é uma quebra de cultura da empresa.

Os representantes dos funcionários denunciaram casos de funcionários que estão trabalhando nas agências que foram extintas em condições precárias e até fazendo serviço de faxina, sem a presença de vigilantes em locais de acesso à rua. Desta forma, os funcionários estão expostos a riscos desnecessários por omissão do Banco em contratar vigilantes. O Banco ficou de verificar a situação em cada local.

Foi cobrado do BB sobre o início de VCP somente depois do fechamento das unidades, e o Banco reafirmou que mantém o compromisso de somente iniciar VCP depois da unidade estar fechada.

Também foi solicitado que houvesse uma grade de cursos obrigatórios para os funcionários de unidades de apoio que sejam realocados em unidades de negócio e que fosse flexibilizada também a exigência de CPA-10.

Os representantes dos funcionários reafirmaram que não concordam com os critérios utilizados, que têm sido em muitos casos privilégios para amigos, acertos de contas, perseguição a delegados e militantes, bem como uma forma de preterir as mulheres grávidas na realocação.

Outra cobrança feita ao Banco é que nos processos seletivos do TAO normal seja considerada a pontuação do cargo anterior. O Banco informou que ainda não tem resposta sobre a reivindicação.

Para Wagner Nascimento, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, os números apresentados pelo próprio Banco mostram que não deu tudo certo no final, conforme fala recorrente da direção do BB.

“A conta não fechou e são milhares que perderam os cargos. O mínimo que o Banco poderia fazer é estender a Vantagem de Caráter Pessoal (VCP) até que sejam realocadas todas as pessoas. Na prática, a preocupação com as pessoas vai até na hora de colocar a mão no bolso. Não adianta falar que se preocupa e não querer gastar um real a mais para proteger funcionários e suas famílias na perda de renda, provocada pelo próprio Banco”, ressalta Wagner Nascimento.

BB Digital

Na sequência da reunião sobre reestruturação aconteceu mais uma rodada sobre BB Digital, como parte da Mesa Temática de Resolução de Conflitos, prevista no acordo coletivo 2016/2018. O objetivo é debater sobre as consequências do modelo e seus impactos para os funcionários.

Para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a implantação dos escritórios digitais são parte integrante da reestruturação e seus impactos deverão ser amplamente debatidos no sentido de melhorar as condições de trabalho e garantir cargos e remuneração dos funcionários envolvidos neste processo.

Foi denunciado ao Banco que em alguns locais os escritórios digitais não têm ambiência e ergonomia necessárias, como também estão apenas atuando como uma grande central de oferta ativa de produtos, como uma grande call center.

O Banco informou que não é essa a lógica do modelo, sendo o maior interessado em não transformar os escritórios em call centers. O Banco assumiu o compromisso de reforçar essas premissas em comunicado aos funcionários e administradores.

Os representantes do Banco apresentaram os números dos escritórios abertos e os que ainda estão para inaugurar, sendo 14 prontos de um total de 34 escritórios Pessoa Física e 28 MPE - Micro e Pequenas Empresas. O Banco informou que ainda não tem o cronograma dos 256 escritórios digitais anunciados pelo presidente do BB à imprensa, pois ainda estão em estudos técnicos.

Foram denunciados problemas com migração de nomes e CNPJ de Escritórios e a informação que muitos têm dado, de que não precisa seguir regras do TAO - sistema de recrutamento do BB, para os novos prefixos. O Banco informou que em todos os prefixos serão seguidas as regras do TAO e confirmou problemas com alguns CNPJ de escritórios, que foram migrados para não afetarem o cronograma de funcionamento.

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, é necessário acompanhar cada mudança neste momento. “É fundamental ouvir bastante os funcionários que estão migrando para os escritórios de atendimento digital e cada situação, como aumento nos números de clientes por carteira e quais as condições de trabalho para que os serviços sejam executados. E, o mais importante, é ficar de olho e denunciar qualquer irregularidade nos processos seletivos. Em um momento que temos milhares perdendo os cargos, os escritórios não podem ser variantes para acomodação de "escolhidos", sem seleção transparente”, alerta Wagner Nascimento.

Uma nova rodada sobre a reestruturação e BB Digital está marcada para acontecer até o dia 15 de fevereiro.

Fonte: Contraf-CUT

8.12.16

Reestruturação no BB - Novas informações da Contraf-CUT


Olá coleg@s do BB,


Seguem novas informações das federações de sindicados representadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB da Contraf-CUT.

As entidades sindicais se reuniram nesta data com a direção do Banco para novas negociações sobre direitos dos bancários neste processo de reestruturação e do Plano Extraordinário de Incentivo à Aposentadoria (PEAI).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Reunião com o Banco do Brasil tem poucos avanços e situação dos funcionários preocupa


Banco continua hesitando em apresentar garantias concretas de manutenção dos salários e realocação

08/12/2016

Reunião com o Banco do Brasil. Crédito: Aguinaldo Ferraz.

Em reunião realizada com o Banco do Brasil, nesta quinta-feira (8), em Brasília, a Contraf-CUT, representada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, novamente tratou do processo de reestruturação envolvendo milhares de funcionários do BB.

Os sindicatos apresentaram ao Banco o quadro das mobilizações do Dia Nacional de Luta, realizado na quarta-feira (7), em vários locais do Brasil, que demostraram o sentimento de desamparo, indignação e desespero de muitos funcionários que terão suas agências fechadas, reduzidas e aqueles que terão seus cargos cortados.

A Comissão de Empresa reafirmou a proposta anterior de criação de VCP Permanente (Verba de Caráter Pessoal) para que o funcionário não perca sua remuneração enquanto não for realocado no mesmo cargo. A mesma regra de VCP foi cobrada para todos os caixas.

Para o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, em relação aos caixas, o Banco demora em responder sobre a VCP, o que para todos é a questão mais óbvia na proteção dos funcionários. “O BB alega que caixa não é comissão e sim, gratificação. Mas quando se consulta o sistema do Banco, em comissões exercidas aparece Caixa como Comissão. Ou seja, é má vontade e indisposição em gastar um pouco mais. O Banco usa a norma interna pra não dar garantia, quando a norma interna é ele que faz.”

Também foi cobrado do B
anco a situação dos assistentes que não têm opção de migrar na lateralidade e, por causa do plano de funções, terão perda no novo cargo oferecido.

Outras solicitações foram para que a concorrência na lateralidade contemple a pontuação do cargo anterior à VCP, inclusive para quem está em VCP por outras situações que não estas da reestruturação atual.

Foi solicitado e não houve resposta do BB quanto ao TAO especial realocar em todas as vagas via pontuação do sistema, uma vez que os funcionários já passaram por processo seletivo anterior.

RESPOSTAS AINDA INSUFICIENTES

O Banco afirmou que nenhum escriturário será removido para outra praça compulsoriamente e que os excedentes ficarão nos seus locais de origem.

Quanto às agências que serão fechadas, atendendo solicitação da Comissão de Empresa, o BB afirmou que a VCP passará a contar para aqueles funcionários somente depois do fechamento da agência. Se a agência fechar antes de 1º de fevereiro, esta será a data, de modo a contar o que for mais favorável ao funcionário.

Novos Grupos de Funções: o Banco informou que fez ajustes nos grupos de funções de lateralidade para atender casos que antes estavam direcionados para cargo inferior, de forma a reduzir os casos sem correspondência lateral.

Foi cobrado do BB e foi feito o compromisso que pessoas em VCP por situações anteriores serão identificados e analisados caso a caso.

Quanto aos funcionários que tiveram que movimentar de praça por uma reestruturação anterior, o Banco está disposto a avaliar os pedidos dos funcionários para mudança durante o período de excedente ou VCP.

O Banco também informou que os funcionários em licença poderão concorrer para a lateralidade no TAO Especial, devendo fazer a solicitação de inscrição via GEPES – Gerência Regional de Gestão de Pessoas.

Foi afirmado pelo BB que todas as nomeações serão centralizadas pelos comitês de unidades estratégicas. O Banco reafirmou que tem o compromisso de que toda e qualquer vaga na cadeia de nomeação seja primeiramente para regularização de excesso.

O Banco fez os seguintes compromissos quanto a apresentação de números detalhados:

Será disponibilizado um mapa de vagas na intranet a partir de 12/12 e constará também possíveis vagas, considerando adesões ao PEAI ainda não concretizadas.

Além do mapa de vagas, o Banco vai oferecer 3 relações:

- número de adesões por plano de aposentadoria (Previ/Fusesc/Economus/PrevBEP), o número de adesões por funcionário que saíram apenas com o INSS e número de excessos versus o número de adesões ao PEAI por UF (Unidade da Federação).

ESCLARECIMENTOS SOBRE PEAI NO ECONOMUS PREVIMAIS

Os funcionários apresentaram ao Banco os problemas causados pela falta de comunicação quanto aos critérios de adesão ao PEAI (Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada) para os funcionários que são vinculados ao Economus no Plano PreviMais, cujo tempo para requerimento são apenas 60 meses. Os funcionários não estão suficientemente esclarecidos que embora tenham tempo no Economus, as condições são desfavoráveis para desligamento do BB. Foi solicitado que o Banco faça um comunicado oficial explicando que não se trata de PDV para que os funcionários sejam devidamente esclarecidos.

DENÚNCIAS APRESENTADAS

A Comissão de Empresa denunciou ao Banco que algumas superintendências estaduais e regionais estão fazendo processos seletivos para os escritórios digitais, sem observar o TAO e a necessidade de realocação das pessoas. A Contraf-CUT considera que este é um processo fraudulento de seleção que deve ser coibido pelo Banco através da sua diretoria. Foram denunciados problemas de seleção fora do TAO em Porto Alegre e Curitiba e que podem ocorrer em outros locais.

Foi cobrado do Banco sobre o fechamento de agências em São Paulo e em outros locais fora da lista divulgada pelo BB. Estes novos fechamentos são pela criação dos escritórios digitais e foi solicitado ao BB esclarecimento para a reunião sobre o BB Digital. A mesa temática específica sobre o BB digital será realizada no dia 14 de dezembro, em Brasília.

CCV – CONCILIAÇÃO VOLUNTÁRIA PARA NOVOS CARGOS DE 6 HORAS ESTÁ SOB ANÁLISE JURÍDICA

O Banco enviou na última quinta-feira a minuta da CCV para acordo aditivo contemplando os novos cargos que terão a opção de jornada de 6 horas. Os funcionários optantes poderão posteriormente fazer acordo extrajudicial indenizatório referente às duas horas excedentes.

A Contraf-CUT esclarece que o funcionário não deve aderir contando com a CCV imediatamente pois o acordo enviado pelo Banco está sendo analisado juridicamente e posteriormente será encaminhado o parecer para assinatura. A análise jurídica e a negociação são necessárias para dar mais segurança aos funcionários e aos sindicatos.

ENCAMINHAMENTOS JURÍDICOS AOS SINDICATOS

A Comissão de Empresa enviará aos sindicatos orientações para ações junto às entidades de defesa do Consumidor e a população para cobrar o não fechamento de agências.

Também serão estudadas ações jurídicas para proteger a remuneração e o cargo dos funcionários, caso o Banco continue negando medidas neste sentido.

Para Wagner Nascimento, coordenador da CEBB, os sindicatos deverão mobilizar os funcionários e verificar detalhadamente o mapa de vagas para constatar o tamanho do problema em cada local.

"A conta começa a não fechar a partir da quantidade de desligamento. Como muitos já perceberam que vai faltar vagas, querem uma segurança maior e é isso que estamos fazendo na mesa de negociação. Queremos garantias de que os funcionários não percam salários e cargos."

Fonte: Contraf-CUT

1.12.16

Reestruturação do Banco do Brasil - Informe da Contraf-CUT


Olá pessoal,

Segue abaixo a matéria publicada pela Contraf-CUT sobre o encontro dos sindicatos com o Banco do Brasil a respeito da reestruturação anunciada pelo Banco dias atrás. Sabemos que muitos trabalhadores estão buscando informações a respeito do tema.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Foto de Agnaldo Ferreira de Azevedo.
Sem respostas concretas do BB, Contraf-CUT orienta dia nacional de luta para dia 7

Reunião sobre processo de reestruturação e fechamento de agências aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília

01/12/2016

A Contraf-CUT, através da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB se reuniu com o Banco do Brasil, em Brasília, nesta quinta-feira (1º), em mais uma mesa de negociação sobre o processo de reestruturação que envolve fechamento de agências, cortes de cargos e funções, redução no quadro de funcionários e na jornada, e, ainda, um plano de aposentadoria com público alvo de 18 mil funcionários.

Os representantes dos funcionários reafirmaram ao Banco que são contrários a esse processo de reestruturação por envolver cortes de mais de 9 mil postos de trabalho e vai provocar redução salarial de milhares de funcionários, caso estes não forem realocados. Ainda, o fechamento de mais de 400 agências e a transformação de 379 em posto de atendimento.

Os representantes dos trabalhadores também cobraram do Banco respostas quanto a extensão da VCP - Verba de Caráter Pessoal – que tem como objetivo garantir a remuneração daqueles que perderão seus cargos ou tiveram suas agências extintas. Foi proposto ao Banco que seja criado uma VCP permanente, nos moldes da verba 226 do Plano de Funções.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, a VCP permanente vai ao encontro de todas as falas do Banco quanto a realocação das pessoas. “Se o Banco tem tanta certeza que vai realocar todo mundo, que garanta que ninguém vai perder remuneração enquanto não for realocado”, explicou Wagner.

O Banco não deu resposta quanto a extensão da VCP, alegando que o assunto ainda está sob análise, assim como a VCP para os Caixas efetivos e substitutos.

Para realocação dos funcionários, foi proposto ao Banco que no TAO Especial criado com esta finalidade, seja adotado o critério de priorização e maior pontuação para a escolha dos funcionários na lateralidade. “Considerando que os funcionários já passaram por um processo de seleção anterior e as nomeações acontecerão na lateralidade, uma forma de garantir um critério justo é pela melhor pontuação, tanto para escolha de quem fica nos casos de redução de cargos na própria dependência, quanto nas recolocações”, analisou Wagner.

Também foi proposta que mesmo depois de entrar em VCP, os funcionários tenham a pontuação do cargo anterior preservada para as concorrências na lateralidade para cargos semelhantes.

O Banco do Brasil não forneceu a lista dos cargos e dotações cortados em cada prefixo, alegando que o quadro não está fechado. O Banco também não responde claramente o que vai acontecer com aqueles que não conseguirem realocação.

Ao mesmo tempo que não informa a planilha com os cargos cortados, o Banco responde que a dotação dos postos de atendimento está no sistema.

Esta informação foi bastante criticada pelos sindicatos, remetendo ao vazamento de informações à imprensa antes de informar aos representantes dos trabalhadores. Os sindicatos consideram que quanto mais informação o Banco fornecer vai facilitar o trabalho de realocação dos funcionários, evitando as situações de desespero que têm acontecido em várias regiões do país.

Banco descumpre palavra no caso da fusão de agências

A Comissão de Empresa cobrou do Banco o cumprimento do que foi apresentado no início de 2016 quanto ao fechamento de agências nos Estados de São Paulo e Santa Catarina, devido à fusão de uma agência com outra. Naquela oportunidade o Banco informou um cronograma e a forma como seriam tratados os funcionários, que seriam realocados numa agência já definida.

Contudo, neste processo de cortes agora apresentado, o Banco incluiu aquelas agências na nova reestruturação, descumprimento o cronograma apresentado em reunião na Disap com representantes dos sindicatos.

Situação de desespero dos funcionários é relatada

Os sindicatos relataram ao BB a situação de desespero em muitos depoimentos de funcionários em todos os cantos do país. Mães e pais de famílias que perderão seus cargos não veem perspectiva de realocação, pois a extinção de muitos cargos como os de assistentes, gerentes de negócios e gerentes de serviço não terão vagas abertas nas mesmas localidades.

Para Wagner Nascimento, os funcionários deverão continuar a mobilização em todo o país para que tenhamos resposta efetiva de proteção às pessoas que perderam seus cargos e funções. “O número de funcionários que sairão no plano de aposentadoria não está batendo com os cortes apresentados e os processos são distintos, uma vez que os cortes já estão dados. Mais uma vez, insistimos para que o Banco garanta a remuneração das pessoas até que sejam realocadas”.

A participação dos funcionários nas atividades de paralisação do último dia 29 e o Dia de Preto – Black Friday do BB no dia 25 mostrou que é grande a indignação dos funcionários.

Continuação da mobilização em todo o país

Diante das negativas e falta de resposta do BB para as reivindicações de proteção dos funcionários apresentadas, a Contraf-CUT orienta mais um Dia Nacional de Luta em todo o país para o próximo dia 7 de dezembro.

Nova reunião agendada

Nova reunião foi agenda entre a Comissão de Empresa da Contraf-CUT e o Banco do Brasil para o dia 8 de dezembro.

Também foi agendada reunião sobre o modelo digital dentro da reestruturação para o próximo dia 14 de dezembro.

Fonte: Contraf-CUT

20.11.16

BB anuncia reestruturação - Me preocupo com a Cassi e a saúde dos trabalhadores




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

O Banco anunciou neste domingo, 20 de novembro, fato relevante sobre reestruturação que vai impactar profundamente a vida da empresa e de seus funcionários. É evidente que haverá consequências para as entidades de relacionamento direto com o Banco e com seus trabalhadores como as entidades patrocinadas Cassi e Previ.


Eu tenho 24 anos de dedicação ao Banco do Brasil e vi e vivi a reestruturação dos anos noventa, quando mais de 50 mil vagas foram eliminadas pelo governo da época e os trabalhadores tiveram suas vidas mudadas drasticamente. Fechar quase mil dependências pode trazer consequências para a saúde das pessoas pelo estresse causado pelo processo.

Hoje sou gestor de saúde, mas durante praticamente toda a minha vida funcional fui representante dos colegas bancários nas lutas em defesa dos direitos afetos a eles.

Como gestor eleito pelos associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a Cassi, manifesto minha preocupação com as condições de trabalho na empresa e consequentemente com a saúde dos bancários e seus dependentes. Temos trabalhado com muita dedicação no objetivo de construir parcerias com o Banco do Brasil nos Estados em defesa da promoção de saúde e prevenção de doenças. E vamos continuar fazendo isso porque é "Bom Pra Todos".

É cedo para avaliar as consequências reais do que está por vir, mas continuarei apresentando aqui no blog minhas opiniões sobre os fatos e andamentos das questões afetas à Cassi e prestando contas cada vez mais sobre o que defendemos para a Cassi e associados, e sobre os riscos e perspectivas de avanços para o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF) e do que entendemos ser o melhor para a sustentabilidade da Caixa de Assistência com manutenção dos direitos em saúde e as conquistas históricas do funcionalismo.

Segue abaixo o comunicado do patrocinador Banco do Brasil sobre a questão da reestruturação com redução de suas estruturas, do emprego bancário e sobre um plano de incentivo à aposentadoria.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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(Comunicado do Banco do Brasil)


"Informativo para a Imprensa – Brasília (DF), 20 de novembro de 2016

COM FOCO NO ATENDIMENTO DIGITAL, BB ANUNCIA REORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL E PLANO DE INCENTIVO À APOSENTADORIA

Banco vai redimensionar sua estrutura e oferecer plano de incentivo à aposentadoria para público potencial de até 18 mil pessoas.

O Banco do Brasil anunciou neste domingo, 20, conjunto de medidas para ampliar o investimento no atendimento digital e aumentar a eficiência operacional. O BB vai rever e redimensionar a estrutura da organização em todos os níveis: estratégico (direção geral), tático (superintendências nos estados), de apoio (órgãos regionais) e de negócios (agências).

A rede de atendimento passará por mudanças para se adequar ao novo perfil e comportamento dos clientes, com otimização de estruturas e ampliação de serviços digitais.

Apenas com a reorganização de suas unidades, o BB estima redução anual de R$ 750 milhões em despesas, valor que poderá aumentar significativamente a partir da adesão de funcionários ao Plano Extraordinário de Incentivo a Aposentadoria, que o Banco também anuncia hoje.

REVISÃO DA ESTRUTURA

As medidas preservam a presença do BB nos municípios em que já atua e vão resultar no encerramento de 31 superintendências regionais, 402 agências e na transformação de outras 379 em postos de atendimento bancário. Em outubro, o BB já havia iniciado o encerramento de outras 51 agências.

A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a 4 milhões até o final de 2017.

Na comparação com o modelo tradicional, os clientes do atendimento digital mostram-se mais satisfeitos e consomem até 40% mais produtos e serviços bancários. O novo modelo também é mais eficiente. Um gerente de contas consegue gerenciar um número 35% maior de carteiras de clientes, se comparado ao atendimento nas agências físicas.

No BB, as transações bancárias realizadas em canais de atendimento físicos estão em forte redução. O aplicativo do Banco para celular já conta com 9,4 milhões de clientes que realizam cerca de 1 bilhão de transações bancárias por mês, ou 40% do total. Outros 27% são realizadas pela internet. A expectativa do BB é que o número de clientes que utilizam o aplicativo para celular chegue a 15 milhões até dezembro do próximo ano.

Na semana passada, o Banco do Brasil lançou a sua conta totalmente digital, o BB Conta Fácil, com previsão de abertura de 1,8 milhão de contas em 2017.

Além da ampliação do atendimento digital, a revisão das agências do BB considerou também a localização de unidades próximas entre si, incluindo dependências originadas dos antigos bancos Besc e Nossa Caixa, que foram incorporados pelo BB.

O Banco do Brasil também irá promover ajustes em órgãos regionais de apoio aos negócios que terão atividades centralizadas nacionalmente ou em outros estados, com ganho de eficiência.

Na Direção Geral, o Banco do Brasil irá encerrar 3 unidades estratégicas, com as transferências de suas funções para outras diretorias do Banco.

PLANO DE INCENTIVO À APOSENTADORIA

A revisão da estrutura do BB levará à redução de 9.072 vagas no quadro de pessoal. Para a adequação, o BB lançará Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada para público potencial de até 18 mil pessoas que já reúnem condições para se aposentar, com adesão totalmente voluntária.

Será concedido incentivo de desligamento correspondente ao valor de doze salários, além de indenização pelo tempo de serviço, que varia de 1 a 3 salários, a depender do tempo de Banco (entre 15 e 30 anos completos).

JORNADA DE SEIS HORAS

Outra medida refere-se à ampliação do público potencial para adesão à jornada opcional de trabalho de 6 horas diárias. A partir de hoje, cerca de 6 mil assessores da Direção Geral e superintendências também poderão aderir voluntariamente à nova jornada.

A adesão resultará na redução de 16,25% do valor de referência da função, enquanto a jornada será reduzida em 25%. Se considerado o valor da hora trabalhada, haverá aumento de 12% para os funcionários que aderirem à nova jornada.

A jornada de seis horas já foi anteriormente oferecida a funcionários que ocupam cargos comissionados não gerenciais na rede de agências e em órgãos regionais, com 71% de adesão.

COMUNICAÇÃO AOS CLIENTES

O encerramento das agências e a implantação das demais medidas ocorrerá ao longo de 2017 e será precedido por ampla comunicação aos clientes em canais diversificados, como o hotsite www.bb.com.br/novoatendimento, SMS, aplicativo para celular, terminais de autoatendimento, além de correspondências e cartazes nas agências.

O Banco também divulgou telefones exclusivos para atendimento aos clientes sobre mudanças de agência: 4003-5282 ou 0800 729 5282 para pessoas físicas e 4003-5281 ou 0800 729 5281 para empresas. A Central funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 22h.

A mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

Além dos pontos físicos, o BB oferece a maioria das transações pelo aplicativo para celular e Internet - canais que mais crescem hoje na preferência dos clientes.

REVISÃO DE PROCESSOS

O BB também identificou frentes de atuação para simplificar seus processos. A revisão garante maior celeridade no atendimento e conta com a mudança de demandas administrativas das agências para órgãos internos e uso da tecnologia para automatizar soluções e garantir maior comodidade e conveniência aos clientes.

NOVAS PRÁTICAS DE GESTÃO DE DESPESAS

O Banco iniciará processo de renegociação de valores atualmente pagos para aluguel, manutenção das agências, segurança e transporte de valores. Apenas a revisão da estrutura administrativa anunciada hoje permitirá ao BB reduzir R$ 750 milhões em despesas por ano.

REORGANIZAÇÃO DO BB EM NÚMEROS

Rede de atendimento atual

5.430 agências

1.791 postos de atendimento.

7.221 unidades de atendimento no total

Reorganização

402 agências serão encerradas

379 agências serão transformadas em postos de atendimento.

51 agências com encerramento já iniciado em outubro

Rede de atendimento após a reorganização

4.598 agências

2.170 postos de atendimento

6.768 unidades de atendimento no total

Outros canais de atendimento

8.557 correspondentes bancários na rede Mais BB

42.031 terminais de autoatendimento

19.456 terminais do Banco 24h

Funcionários

O BB possui 109.159 funcionários no País e 18.000 fazem parte do público potencial para adesão voluntária ao Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada.

Atenciosamente,

Unidade Assessoria de Imprensa - Brasília DF
Tel (61) 3493-0600 / 3493-0601 / 9 9298-1296
imprensa@bb.com.br"


Fonte: Banco do Brasil

21.9.15

Bancários cobram do BB melhoria no Plano de Carreira, ascensão e substituição


Comentário do Blog:

Olá colegas do BB, vamos acompanhar as negociações da campanha dos bancários e preparar a mobilização para que consigamos propostas do Banco e governo na mesa específica. A Cassi é uma das prioridades definidas pelos bancários no 26º Congresso do funcionalismo.

Sem mobilização e sem propostas do Banco na campanha salarial, as soluções a serem debatidas na Cassi (fora da data-base) serão aquelas apresentadas pela direção do Banco, que cortam direitos em saúde (no âmbito da Cassi) ou a proposta da transferência do risco pós-laboral e criação do Fundo de 6 Bilhões (feita pelo Banco em maio). A proposta do BB está na mesa e não há consensos entre as entidades da Comissão Negociadora.

MELHOR PERSPECTIVA É A DA LUTA UNITÁRIA NA CAMPANHA 2015: É mobilizar e focar a campanha porque a melhor oportunidade de conseguir proposta do patrão é na data-base da categoria.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


Bancários reivindicam que proposta seja
apresentada no dia 25.
Foto: Jailton.

Nova rodada de negociação com o Banco do Brasil foi realizada nesta sexta-feira dia (18) na cidade de São Paulo, onde foram debatidos os temas referentes à remuneração, alteração no plano de carreira e as questões envolvendo ascensão dos funcionários.


PCR - Plano de Carreira e Remuneração

No debate do PCR - Plano de Carreira e Remuneração, os funcionários cobraram do Banco melhoria nas tabelas de antiguidade e mérito e melhoria no piso do escriturário. Foi também feito um debate específico sobre a inclusão dos escriturários na carreira de mérito, como forma de valorização de todos os funcionários da empresa.


Substituição de comissionados

Os representantes dos funcionários fizeram uma discussão sobre novos avanços na substituição dos comissionados, apontando para o Banco a necessidade de voltar a substituição como uma forma de melhorar a formação profissional, evitar os desvios de função e, ainda, tornar mais transparentes e efetivos os processos de nomeação, uma vez contemplados no histórico funcional os dias da efetiva substituição em outro cargo.


Nomeação e pagamento da gratificação de caixa

Os Sindicatos e Federações cobraram do BB a nomeação dos caixas executivos que vem exercendo a função de forma consecutiva em várias agências e plataformas do PSO.

Esta é uma cobrança constante dos caixas substitutos, que sempre estão exercendo a função, mas não são nomeados. Isto causa um prejuízo ao funcionário no recebimento das férias, 13º e adiantamentos.

Outra reivindicação feita é a de que todo o funcionário que abrir terminal de caixa recebe a gratificação de caixa na folha de pagamento.

Vários gerentes de serviço do PSO e de agências, além de outros funcionários estão sempre ajudando nos serviços de caixas, mas sem ganhar a gratificação, assumindo riscos de diferença no caixa.

Foi reivindicado o pagamento do auxílio refeição para o trabalho extraordinário aos fins de semana e feriados, na forma de adiantamento ou ressarcimento posterior no ticket refeição.


Processos seletivos e concorrência

Foi cobrado do BB a melhoria nos processos seletivos dentro da empresa, dando mais transparência às nomeações. Foi solicitado a participação das Gepes em processos seletivos em unidades maiores e também que toda vaga aberta tenha prazo definido para inscrição e data de escolha, evitando os pedidos de retirada das concorrências e nomeações de funcionários que não estavam inscritos anteriormente.

Os funcionários apontaram ao Banco que a transparência nos processos de seleção é uma reivindicação muito importante para os funcionários, uma vez que a credibilidade das seleções internas fica em risco sem a devida transparência.

Foi solicitado ao Banco a informação de quantas pessoas foram nomeadas fora dos vinte primeiros, naqueles casos chamados de exceções, sem ser na mesma unidade.

Outra cobrança foi quanto ao registro da seleção em que o funcionário esteja participando e também a obrigatoriedade de feedbacks em todos os processos seletivos.

Novamente os funcionários cobraram do Banco o funcionamento do Sistema de Remoção Automática - SACR em todos os locais. Devido as praças com locais excedentes e as reestruturações em andamento, os sistemas não tem atendido ao seu objetivo, provocando um descumprimento do acordo coletivo.


Melhoria no plano de função

Os funcionários cobraram do BB melhoria do plano de funções e a negociação com as entidades de alterações na estrutura dos cargos.

Outra questão é que não seja feita nenhuma alteração sobre a jornada de trabalho sem negociação com os funcionários.

Foi reiterado o pedido de uma negociação sobre assistentes dos segmentos estilo e private e a criação do cargo de pregoeiro, além de uma negociação sobre os funcionários de cargos de nível superior, cuja carreira está ameaçada por uma ação do ministério público contra o Banco.

Os bancários também reivindicam do Banco, a análise e resposta sobre os diversos artigos da minuta que contemplam melhorias nos cargos e funções de várias unidades e setores específicos, como CABB e SAC.


Mais contratações

Os representantes dos funcionários novamente reivindicaram a reposição dos funcionários que saíram no plano de aposentadoria. As vagas não estão sendo repostas e isso tem agravado as condições de trabalho em todas as unidades.


Organização dos trabalhadores

Os sindicatos denunciaram ao BB os relatos de retaliação e ameaças a funcionários feitos especialmente por superintendentes regionais e estaduais quanto à ações judiciais e greve.


O Banco respondeu oficialmente que não é política ou orientação da empresa e que vai acolher e apurar as denúncias.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos funcionários, os debates aprofundados da pauta de remuneração, plano de carreira e processos seletivos mostram que os funcionários querem melhoria nas condições de trabalho e também na sua remuneração. A ampliação das substituições é fundamental para a formação do funcionário e o Banco sabe disso.

"Precisamos dar transparência aos processos seletivos pois os funcionários não tem acreditado nas seleções. A respostas do Banco a nossas reivindicações só virão com mobilização. Precisamos ficar atentos ao calendário e participar das atividades dos sindicatos como forma de pressionar uma proposta específica do BB" destaca.

Os sindicatos cobraram do BB que seja apresentada uma proposta das reivindicações específicas no dia 25, após a reunião com a Fenaban.


Fonte: Contraf-CUT

24.8.15

Em negociação sobre emprego, BB não garante novas contratações



Negociação prossegue nesta terça-feira 25. 
Crédito: Guina Ferraz - Contraf-CUT.

No primeiro dia da 1ª rodada de negociação da pauta específica do BB realizada nesta segunda-feira (24), na sede do Banco, em Brasília, os funcionários cobraram mais contratações e a imediata reposição das vagas abertas pelo plano de aposentadoria incentivada.

O Banco não informou se vai repor as vagas do PAI ou mesmo quantos funcionários pretende contratar para a reposição dessas vagas. 

Os representantes dos funcionários cobraram do BB a constante redução no quadro de funcionários e o Banco respondeu não existir uma política deliberada da empresa em reduzir o número de funcionários.

O Banco afirmou ainda, que existe uma administração de mão-de-obra e direcionamento dos serviços adaptando à novas tecnologias e processos como, por exemplo, as agências digitais e atendimento virtual.

Os funcionários cobraram também os casos de terceirizados dentro das unidades de negócio e o Banco ficou de analisar onde isso está ocorrendo, pois não é orientação da empresa.

Nos itens sobre condições de trabalho, foram tratados assuntos referentes ao PCMSO e aos programas de saúde do trabalhador. Foi cobrado do BB quais os programas que ainda excluem funcionários dos bancos incorporados, para que se regularize a situação em todos os casos.

Ainda nas questões de condição de trabalho foi tratada uma reivindicação antiga dos funcionários, quanto à abertura de caixa nas agências. Foi reivindicado que qualquer funcionário, independente do cargo que exerça, receba gratificação de caixa quando abrir o terminal para trabalho de caixa, evitando-se o desvio de função.

Também foi solicitado que a mesa temática sobre cobrança de metas seja permanente e trimestral, uma vez que é um assunto que precisa sempre ser atualizado.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, nesta primeira rodada de negociação o mais importante é tratar das contratações e da reposição das vagas abertas pelo plano de aposentadoria: "Infelizmente, o Banco tem se recusado a informar o número de reposições que realizará. Para nós, as condições de trabalho só vão melhorar se o Banco começar a repor o quadro. Por isso pedimos mais contratações. Esperamos que até o final do processo de negociação tenhamos algum compromisso firmado pelo banco neste sentido".

As negociações continuam nesta terça-feira, dia 25 a partir das 9h.


Fonte: Contraf-CUT