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27.4.26

Fim da violência contra as mulheres



AUDIÊNCIA PÚBLICA

IMPORTÂNCIA DA DELEGACIA DA MULHER 24H E O COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

CÂMARA MUNICIPAL DE OSASCO

A CONVITE DO COLETIVO JUNTOZ

27/04/26 - 18h

Participei nesta segunda-feira da audiência pública na Câmara Municipal de Osasco, a convite dos companheiros Heber, Gabi e Matheus, do Coletivo JuntOz, vereadores pelo Partido dos Trabalhadores.

A audiência pública teve como objetivo a instalação de uma Delegacia da Mulher 24h na cidade de Osasco. 

O poder executivo, representado pelo prefeito Gerson Pessoa (Podemos), mais uma vez, não compareceu à audiência para ouvir os cidadãos ou demonstrar apoio a uma causa tão urgente. 


Os vereadores do JuntOz informaram aos participantes que o executivo raramente comparece a audiências destinadas a ouvir munícipes e suas entidades representativas.

Ouvimos diversas apresentações de dados e falas potentes sobre o tema. Várias proposições foram feitas e os vereadores informaram todos os encaminhamentos possíveis ao legislativo, haja vista que boa parte das soluções precisam partir do poder executivo municipal. 

Foi uma audiência muito importante realizada na Câmara Municipal de Osasco a partir do mandato popular e combatido de nossos vereadores Heber, Gabi e Matheus. 

William 

27/04/26

8.3.26

Dia Internacional das Mulheres



8 DE MARÇO NA PAULISTA

Hoje foi mais um dia de lutas pelas causas que nós defendemos enquanto coletivo de pessoas do campo da esquerda. As chuvas torrenciais não nos impediram de ocupar os espaços públicos. 

A esquerda luta por igualdade, por liberdade, por justiça social, por direitos humanos, por uma forma mais sustentável de vida no planeta Terra. 

A esquerda defende a cultura em todas as suas dimensões, a educação pública e de qualidade, saúde para todos, o acesso à alimentação plena. A esquerda defende o livre ir e vir com segurança. Defende moradia segura a todos.

Parem de matar as mulheres!

A esquerda luta pelo direito à vida! Vida plena, diversa. Para a esquerda todas as vidas importam.

O dia 8 de março e o mês de março são períodos do calendário destacados para refletirmos e aprofundarmos todas as questões relativas às lutas das mulheres.

Essas datas no calendário de lutas da esquerda existem porque as mulheres estão e sempre estiveram à frente dessas causas históricas por emancipação e igualdade plena de direitos. 

Com Luna Zarattini, vereadora do PT em São Paulo.
Grande lutadora e defensora dos direitos do povo

São as mulheres que ao longo do tempo vêm lutando para ocupar espaços historicamente e culturalmente reservados aos homens. São as mulheres que criam inclusive o vocabulário e a linguagem apropriada para essas lutas emancipatórias.

O lugar das mulheres é onde elas quiserem estar!

Todos os dias são dias de luta por direitos. Direitos não são naturais, não são fenômenos da natureza. Direitos são criações humanas. Sendo criações e não fenômeno natural, devemos lutar todos os dias para manter e avançar nos direitos.

Com queridos companheiros e companheiras de lutas sindicais

Foi isso que nós fizemos hoje, homens e mulheres, lutamos mais um dia pela emancipação e pelos direitos plenos das mulheres. 

Lutamos pela vida porque há uma epidemia de violência e assassinatos de mulheres no Brasil. 

Lutamos pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 porque homens e mulheres do povo merecem viver dignamente e ter cidadania plena, o que inclui salários maiores e menos tempo de trabalho.


A luta segue amanhã, e depois de amanhã, e na próxima semana, e nos próximos meses e anos.

Convidamos a todas, todos e todes a somarem conosco na luta pela emancipação das mulheres e homens da classe trabalhadora. 

A vida em sociedade pode ser melhor e nossa participação nas lutas é o que nos permitirá mudar o que está ruim para a ampla maioria.

William Mendes

08/03/26

20.12.25

Diário e reflexões - Participação política e cidadania


Tin, Lejeune e Genoino. Roda de conversa.

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E CIDADANIA

O ano de 2025 vai se encerrando e as postagens em meu blog sindical e político também se encaminham para o fechamento do ano.

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AFABB SP

Nesta semana, em 18/12, estive em uma excelente palestra do professor Lejeune Mirhan em nossa associação de aposentados, a AFABB SP. O evento contou com a participação do companheiro José Genoino (PT SP) e a palestra foi mediada pelo nosso querido Tin Urbinatti, diretor de teatro, ator e militante histórico da cultura e aposentado do BB.

O tema da palestra do professor Lejeune, sociólogo e cientista político, foi "Roda de conversa sobre a atual conjuntura e as perspectivas para 2026". O professor Lejeune e Tin estiveram no Irã e partilharam conosco as experiências que vivenciaram lá. O companheiro Genoino também fez uma breve análise de conjuntura e partilhou suas opiniões sobre as questões da política nacional.

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COZINHA POPULAR DONA NEGA

Um dia antes, 17/12, participei de mais uma roda de conversa na Cozinha Popular Dona Nega, na Comunidade do Paredão, no Rio Pequeno, Butantã. O encontro dessa vez foi com o companheiro Lester e o tema de sua palestra foi "Controle social, princípio essencial no SUS: sem autonomia dos conselhos gestores não é possível lutar contra a privatização da saúde".


Lester compartilhou conosco muita história e informação sobre o sistema de saúde brasileiro, a criação do SUS, as estruturas de saúde na cidade de São Paulo e região, o funcionamento das UBS, AMA, UPA, nos explicou sobre o Hospital Universitário da USP e muito mais. Foi um bate-papo muito esclarecedor e educativo.

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REUNIÃO DA MILITÂNCIA DO BB

Na segunda, 15/12, estive com a companheirada da comunidade Banco do Brasil, da Articulação Sindical da CUT, fórum de minha formação política ao longo de décadas de militância sindical.

A militância abordou as lutas da atualidade, as mobilizações que estão em andamento e os cenários das agendas do ano de 2026.

O encontro foi realizado em nossa Confederação e pude rever muitos amig@s e companheir@s de longas jornadas de lutas políticas.

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MANIFESTAÇÃO EM DEFESA DA UPA RIO PEQUENO

Na semana anterior, em 11/12, participei de uma manifestação importante de nossa Frente de Solidariedade e Luta da Zona Oeste (FSL/ZO) em defesa da UPA Rio Pequeno e da saúde pública, de nosso SUS.

A UPA Rio Pequeno e a população que utiliza esse equipamento de saúde precisam de mais contratações e investimentos, pois o número de atendimentos é quase o dobro da capacidade instalada na atualidade. São mais de 20 mil atendimentos por mês e é necessário a contratação de dezenas de profissionais de saúde.

Após a nossa manifestação e a mobilização constante da população local e das lideranças locais, foi anunciada a contratação de 34 pessoas para somar com as equipes que atuam na UPA. Vitória da mobilização popular.

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2025, UM ANO DE LUTAS

Enfim, sempre que possível, tentei participar neste mês e neste ano de atividades convocadas por nossos partidos de esquerda e sindicatos, e por nossas coordenações dos movimentos populares.

Quando não estive em alguma atividade nas ruas foi por algum motivo pessoal como, por exemplo, para acompanhar minha companheira em uma cirurgia no último fim de semana, 13 e 14/12, quando o Brasil foi às ruas contra as pilantragens dos picaretas do Congresso Nacional, votando para livrar a cara dos golpistas como os caras do clã Bolsonaro et caterva.

Tenho que refletir sobre minha vida pessoal e avaliar como será minha participação na vida política do país no ano de 2026. Sinto a necessidade de avanços na defesa do planeta e da sociedade humana, como imagino que muita gente deve estar pensando nisso também.

William Mendes

20/12/25

7.12.25

Diário e reflexões - Epidemia de violência contra as mulheres



EPIDEMIA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Somei hoje com a militância paulista no ato de luta contra a epidemia de violência contra as mulheres. É desesperador e revoltante o quanto vem aumentando as diversas formas de violência de gênero no Estado de São Paulo e no Brasil. Os atos ocorreram em diversas cidades do país.


Cada manifestação no carro de som denunciou casos recentes de feminicídio, estupros, ameaças à integridade física e psicológica de mulheres e pessoas trans e cobrou soluções das autoridades públicas e investimento em redes de apoio social.


Essa causa é uma causa de homens e mulheres, é de toda a sociedade. Aos homens, não basta apoiar a causa, temos que lutar junto com as companheiras.


Eu não tenho dúvidas do quanto avançou a violência de gênero e as estatísticas à medida que avançaram as agendas e pautas da extrema-direita no país e no mundo.

O avanço do extremismo de direita encontrou terreno fértil no Brasil, um dos países que mais matam pessoas LGBT e mulheres no mundo.


Também opino que é urgente que se regulamente o funcionamento das redes sociais e das big techs no Brasil, pois a internet virou ferramenta de violência e práticas criminosas. 

E a tecnologia poderia ser melhor utilizada em benefício da sociedade humana como um todo e não em benefício de alguns e prejuízo das maiorias.


Durante o ato, encontrei nosso mestre e companheiro de longas jornadas formativas, Carlindo Oliveira, economista, professor e intelectual que dedicou sua vida ao Dieese, o Departamento Intersindical está completando 70 anos nessa semana.

Temos que nos unir por um país e mundo mais justos, igualitários e solidários; temos que salvar a humanidade e o planeta Terra e todas as formas de vida do modo de produção capitalista e dos capitalistas.

Sigamos nas lutas, não vamos desistir da vida e do mundo por causa de uns poucos fdp egoístas que estão destruindo tudo.

#NemUmaAMenos

#MulheresVivas

#FimDaViolênciaDeGênero

William Mendes

07/12/25

23.10.25

Diário e reflexões - A importância dos comitês populares na luta por um Brasil mais justo



A IMPORTÂNCIA DOS COMITÊS POPULARES NA LUTA POR UM BRASIL MAIS JUSTO

23/10/25

Hoje participei de um excelente bate-papo com a militância do Jardim Ivana, na Comunidade do Paredão, Rio Pequeno, Butantã.

A comunidade tem se organizado através do comitê popular e da Cozinha Dona Nega e todos os meses acontece uma roda de conversa para debater questões importantes para a população local e para a classe trabalhadora brasileira. São momentos de trocas de experiência, reflexões e formação política.

Neste mês o convidado foi o companheiro Simão Pedro, liderança histórica do Partido dos Trabalhadores, que já atuou como deputado estadual em diversas legislaturas (2003-2014 e 2023-2025) e trabalhou nas gestões da prefeita Luiza Erundina e do prefeito Fernando Haddad, além de uma extensa pauta popular tratada por ele ao longo da vida de dedicação ao povo trabalhador.


EXPERIÊNCIAS COMPARTILHADAS

No bate-papo Simão Pedro abordou temas como economia solidária, rodas de cultura e os comitês populares, centrais para se organizar as demandas da cidadania a partir das necessidades da comunidade.

A roda de conversa é muito rica, com pessoas de uma militância cativante e que enche de energia todos os participantes.

A sugestão está feita: organizem comitês populares em seus bairros e comunidades!


UM MILITANTE DE ESQUERDA NÃO PODE ESQUECER SUAS ORIGENS

O Rio Pequeno faz parte da minha vida. Ali nasci e dali saí aos dez anos de idade para voltar aos dezessete anos. Iniciei meus estudos e alfabetização no Adolfino Arruda Castanho e fiz o 3º ano no Daniel Verano Pontes.

Compartilhei com a militância presente minha lembrança agradecida de nossa ex-prefeita Luiza Erundina, meu primeiro voto. Ela mudou minha vida como trabalhador aos dezoito anos.

Eu me pendurava nos ônibus lotados que vinham na Av. Rio Pequeno quando saía para trabalhar. Era comum trabalhador morrer ao cair dos ônibus. Quando Erundina virou prefeita, minha vida mudou porque o transporte público melhorou. Nunca me esqueci disso! 

Votar no PT e na esquerda muda a nossa vida de povo trabalhador.


MEMÓRIAS DE UM TRABALHADOR POLITIZADO PELOS BANCÁRIOS DA CUT

É isso! Ao final da roda de conversa, presenteei meus amigos e companheiros Daniel Kenzo e Sérgio do MST com minhas memórias sindicais. E também presenteei o companheiro Simão Pedro, grande figura humana e militante das causas sociais e populares.

Sigamos nas lutas por uma vida melhor para o povo brasileiro. É possível mudar o mundo porque somos seres humanos, somos inteligentes e somos seres históricos.

William Mendes

2.10.25

Diário e reflexões - Ato em defesa da FFLCH-USP



A UNIVERSIDADE PÚBLICA É DO POVO - ATO EM DEFESA DA FFLCH-USP

02/10/25

O evento de hoje em nossa querida Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo foi emocionante, com falas potentes e solidárias em defesa da educação pública, dos direitos dos povos e também denunciando o genocídio do povo palestino. 

Os motivos principais do ato de hoje no vão livre da História e Geografia da FFLCH e também das manifestações da comunidade acadêmica e do movimento estudantil, além de diversas entidades e lideranças da sociedade civil paulista são os ataques realizados pelos fascistas da extrema-direita nos últimos meses. 


Após ataques de grupos liderados até por parlamentares de extrema-direita da Câmara de Vereadores de São Paulo, a comunidade acadêmica da USP vem se organizando e enfrentando com firmeza essas turbas fascistas. 

Repito: foi um ato emocionante! Saí do ato de alma lavada e com a esperança renovada ao respirar o ar daquela juventude de luta!

Ouvimos falas potentes e experientes de professores como a querida Marilena Chauí, André Singer e demais acadêmicos. 

Vereadora Luna Zarattini (PT-SP)

Ouvimos lideranças de diversos movimentos populares, sindicais e de lutas históricas da juventude. 

Ouvimos parlamentares do campo popular como a querida companheira Luna Zarattini (PT), Luana Alves (Psol), Juliana Cardoso (PT), Sâmia Bomfim (Psol) e demais políticos que estão sempre do lado certo da história de lutas da classe trabalhadora brasileira. 

Deputada Federal Juliana Cardoso (PT-SP)

Tenho orgulho de ter sido aluno de Letras da FFLCH-USP e de ver o quanto a educação, a cultura e a ciência são importantes para a sociedade humana. 

Sem democracia e sem igualdade de oportunidades não se constrói uma sociedade justa, fraterna e igualitária. 

Fora, fascistas! Defender a educação pública é defender a esperança em um mundo melhor para todos os seres viventes. 

O ato também foi firme na defesa da causa palestina e pelo fim do genocídio em Gaza.

William 

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Post Scriptum: em relação à luta contra o genocídio do povo palestino, uma das reivindicações do ato, o rompimento das relações institucionais da FFLCH-USP e das faculdades da USP com o Estado de Israel, foi concretizada em 23/10/25. Em votação histórica, a Congregação da FFLCH votou e aprovou por 46 a 4 a renúncia do convênio com a Universidade de Haifa (Israel). Orgulho de nossa FFLCH-USP!!!

8.3.25

Diário e reflexões - Dia Internacional das Mulheres



Dia Internacional das Mulheres

São Paulo, 8 de março de 2025. Sábado.


Opinião

Estive hoje na Avenida Paulista para participar dos atos do Dia Internacional das Mulheres, o 8M, ou 8 de Março. Cheguei pontualmente no horário chamado para o início do evento, 14 horas.

O fechamento do vão livre do MASP foi uma sacanagem que deu certo por parte dos poderes da casa-grande. Simplesmente não temos mais como nos concentrarmos em frente ao lugar mais tradicional de São Paulo porque a medida tirou o ambiente de concentração das massas. Não há inocência na política. A medida foi higienista e para nos tirar de lá.

À medida que os grupos de manifestantes foram chegando, e começou a ficar perigoso para as pessoas por risco de atropelamento pelo fluxo constante de carros na avenida, nós fomos obrigados a nos concentrarmos do outro lado do MASP, na praça em frente. As centenas de policiais do governo do Estado não ajudam em nada, na minha opinião.

Felizmente o ato foi encorpando e assim que as mulheres e as organizações se avolumaram, começaram as intervenções das lideranças a partir do caminhão de som principal. Ouvimos falas potentes de diversas mulheres representando os movimentos de lutas.

Tenho procurado observar os movimentos, as pessoas, os gestos, as expressões, e a cada atividade de ocupação das ruas que participo, mais me convenço que nós não deveríamos abandonar as ruas por qualquer que seja o motivo, não deveríamos! A vida real está lá fora, nas ruas.

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Enquanto eu me deslocava de casa para o local da manifestação do 8 de Março, refletia sobre a questão atual do mundo dominado pelas plataformas das big techs e a inevitável manipulação dos seres humanos nessas redes de arrasto que pescam as multidões humanas como sardinhas para serem enlatadas e devoradas como mercadoria.

Cada dia que passa e que não se altera o poder de manipulação dessa meia dúzia de homens bilionários donos das plataformas que alteram o comportamento de seus usuários em benefício do lucro (desses fdp) e em prejuízo de milhões de pessoas, nós estamos perdendo a humanidade, estamos perdendo a chance de seguir adiante enquanto sociedade humana. Temos que mudar a forma como as big techs capturaram o mundo inteiro.

Faz anos escrevi um artigo no qual defendi que todos os governos e estados nacionais deveriam criar suas plataformas e redes sociais de preferência públicas e com regras claras sobre o funcionamento dos algoritmos e felizmente agora muita gente de nosso campo também defende o conceito e a ideia de nos livrarmos da dependência e captura dessas big techs para salvarmos a soberania e a nossa comunidade.

Fica registrado aqui o meu respeito e a minha esperança em cada mulher e cada homem que esteve hoje na Avenida Paulista. Cada pessoa que escolheu não ficar em casa, não ir para bloquinhos de carnaval, não passear ou descansar, que decidiu ocupar as ruas em um ato político, enalteço e aplaudo! Temos que ocupar as ruas enquanto ainda há espaço público e enquanto ainda não nos proibiram de nos manifestarmos.

William Mendes


1.3.25

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2022


Militância reunida após as lutas em 2022.


RETROSPECTIVA 2022


Os 26 textos do blog A Categoria Bancária no ano de 2022 foram textos basicamente de memórias, a exceção foi uma nova série que iniciei sobre a história dos bancários, reflexões feitas a partir do manuseio dos materiais que acumulei ao longo das últimas décadas de movimento sindical.

Pensando bem, tanto as memórias quanto os textos de história trabalham com o mesmo material: as lutas de nossa classe trabalhadora em geral, e as lutas da categoria bancária, principalmente a partir do olhar de um militante que participou do movimento entre o final do século passado e as primeiras décadas do novo milênio.

O ano de 2022 também foi decisivo para o futuro do Brasil porque no segundo semestre ocorreram as eleições presidenciais e o povo brasileiro escolheu em segundo turno se queria como presidente Jair Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva.

O processo eleitoral foi muito difícil, as condições de disputa foram absurdamente desiguais, e nunca se abusou tanto da máquina pública e do poder econômico para tentar manter um político no poder como fizeram naquele ano. Vencemos a eleição, contra tudo e todos.

Ainda antes de terminarmos com a longa noite de terror que durou do Golpe de Estado contra Dilma em 2016 até a vitória de Lula de forma democrática em 2022, a casa-grande e toda a canalha agregada a ela já iniciou a tentativa de novo golpe antes da diplomação do presidente eleito, em novembro daquele ano.

No ano seguinte, 2023, o Brasil veria no dia 8 de janeiro cenas nunca vistas de ataques às instituições da República. As investigações apontaram recentemente que planejaram matar o presidente Lula. Mais uma vez, evitamos o golpe, mas foi por pouco.

Os textos de memórias foram escritos ao longo do ano, no calor dos acontecimentos, sofrendo tudo o que as pessoas conscientes e politizadas sofriam ao ver a destruição de anos de bolsonarismo e golpismo e ataques aos direitos sociais, políticos, civis e humanos do povo brasileiro.

Ao reler os textos, para preservá-los em forma de livro de memórias, e para encadernar a produção textual de uma vida política e sindical, achei textos e abordagens bem atuais e que poderiam suscitar reflexões sobre os temas tratados ainda hoje.

É meu desejo desde o início da produção textual, contribuir com o que aprendi ao longo da vida de estudos, de lutas e representações.

Pronto mais um caderno dos blogs.

É isso.

William Mendes


Post Scriptum: estou sistematizando toda a minha produção textual nos blogs. Neste sindical e de política e história, estou encadernando os textos por ano de produção. 

A síntese do caderno do ano de 2023 pode ser lida aqui. Já em relação ao caderno do ano de 2024, a síntese pode ser lida aqui.

31.12.24

Blog A Categoria Bancária - Retrospectiva 2024



(Atualizado e finalizado em 24/02/25)


RETROSPECTIVA 2024

O ano que termina foi um ano de muita militância política de minha parte, sendo eu um cidadão brasileiro que não tem mandato de representação como tive durante duas décadas. Minha participação política foi por ideologia e por princípios éticos.

Estive nas ruas o ano todo, sempre que os movimentos populares chamaram a militância para as manifestações em defesa de alguma causa sensível à classe trabalhadora e em defesa de um mundo mais justo e solidário.

Como fiz nos últimos anos, estive à disposição dos movimentos organizados dos trabalhadores para contribuir com a experiência que acumulei nas áreas de luta sindical e gestão de saúde em autogestões. Em março, participei do planejamento de uma importante autogestão em saúde: a Unafisco Saúde.

Mais uma vez, não fui demandado pelo sindicato ao qual sou filiado e para o qual contribuí por mais de três décadas de sua existência, pertencendo ao seu quadro dirigente em um período importante de sua história. Todo o conhecimento que acumulei no tema gestão em saúde, tendo sido diretor eleito da Cassi, não valeu para a direção do sindicato para uma participação sequer nos debates internos.

Ao longo do ano, militei no diretório do Partido dos Trabalhadores da região do Butantã e na Frente de Solidariedade e Luta da Zona Oeste. No segundo semestre me envolvi nas eleições municipais e fiz campanha para a reeleição da vereadora Luna Zarattini, eleita com mais de 100 mil votos. Também conheci os jovens do JuntOz em Osasco - Heber, Gabi e Matheus - e fiz campanha para eles: foi a única candidatura do PT eleita na cidade, com mais de 4 mil votos.

Fiz 34 publicações no blog, todas elas voltadas à contribuição aos leitores e leitoras sobre temas que conheço como, por exemplo, gestão em saúde e a Cassi dos funcionários do Banco do Brasil, história da categoria bancária, eleições e organização política etc.

Me sinto honrado com a grande quantidade de acessos que o blog teve neste ano, mesmo estando fora da representação política com mandatos eletivos. Foram 148 mil acessos aos textos do blog.

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Janeiro

Não fiz textos neste mês.

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Fevereiro

Fiz dois textos temáticos sobre gestão de sistemas de saúde. Os textos fazem parte de uma série que nominei "História dos bancários: um olhar".

No primeiro deles (ler aqui), desenvolvi o tema "A questão da saúde dos trabalhadores e as autogestões em saúde". No segundo (ler aqui), a 2ª parte do texto anterior, trago dados da saúde brasileira e aprofundo a temática enfatizando a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil e seus modelos de saúde ao longo do tempo.

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Março

A partir deste mês, decidi criar a categoria de textos "Diário e reflexões" também no blog A Categoria Bancária, gênero que já faço no Refeitório Cultural desde o início do blog de cultura. 

O primeiro texto dessa categoria no mês foi sobre unidade e divisões no campo da esquerda e os cancelamentos de pessoas e instituições que ousam divergir e ter visões diferentes. Gostei de reler o texto. Ler aqui.

Depois fiz um texto sobre autogestões, já estudando para uma palestra que daria em um planejamento da Unafisco Saúde. Ainda no mês, fiz uma reflexão profunda sobre cancelamentos no campo da esquerda (ler aqui) e finalizei o mês com mais um texto de história do movimento, dessa vez sobre nossos cursos de formação na Contraf-CUT (aqui).

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Abril 

Não fiz postagens.

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Maio e junho

Fiz uma postagem reflexiva sobre os dilemas que tenho vivido em minha existência após ter saído do dia a dia do Banco do Brasil e estar militando através das manifestações nas ruas e na região onde vivo (ler aqui).

Depois fiz 3 artigos sobre a nossa Caixa de Assistência - Cassi, após analisar o balanço da autogestão e os atos de gestão dos últimos anos. Falei em especial sobre os planos que a operadora de saúde vem lançando no mercado (ler aqui) e que não estão dando o resultado esperado, na minha opinião. 

Também comentei uma nova estratégia da Cassi de terceirização de serviços, oferecendo serviços de empresa privada de consultas por telemedicina com psicólogos e psiquiatras para o conjunto dos participantes do sistema, quase 600 mil pessoas (ler aqui). Questiono que a conta a ser paga pode ser imensa, já que não é uma demanda orientada pelos profissionais das equipes de família da Cassi.

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Julho

Não fiz postagens.

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Agosto

As campanhas eleitorais para a escolha de prefeitas e prefeitos e vereadores começaram no mês de agosto. Como forma de contribuir com o debate democrático, decidi fazer textos no blog durante o processo eleitoral.

No mês, fiz 7 postagens falando sobre as cidades, os direitos dos munícipes e as candidaturas que representaram os segmentos populares e os trabalhadores. Em São Paulo, fiz campanha para a companheira Luna Zarattini, jovem lutadora do Partido dos Trabalhadores, e para Guilherme Boulos.

Também reproduzi no blog um manifesto dos eleitos de nossa Caixa de Previdência, a Previ, alertando os associados sobre fake news produzidas por parte da imprensa golpista e das forças reacionárias que apoiam nossos inimigos de classe (ler aqui).

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Setembro e outubro

Foram meses intensos de campanha eleitoral. Estive nas ruas, feiras, metrôs e calçadões panfletando e conversando com a população paulistana e de Osasco como não fazia desde que era sindicalista. Foi uma experiência muito legal.

Acredito que os textos que fiz no blog também contribuíram com o processo democrático das eleições. Tivemos milhares de acessos no período eleitoral. Todos os textos sobre eleições tiveram mais de mil acessos cada um entre os meses de agosto e outubro.

Elegemos Luna Zarattini com mais de 100 mil votos em São Paulo e os jovens do JuntOz com mais de 4 mil votos em Osasco: o PT volta à Câmara da cidade após oito anos sem representação. Fiz parte dessas lutas.

Avaliação das eleições - O texto mais significativo desse período eleitoral é o que fiz de avaliação em 31 de outubro. Falo sobre a questão de ser ou não ser de esquerda ou direita. As pessoas são práticas na hora do voto e não é isso que define o voto, na minha opinião: ler aqui.

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Novembro e dezembro

Após as eleições municipais, fiz ainda alguns textos no blog. 

Dos cinco textos do período, o que mais apreciei na releitura foi o artigo político que fiz em novembro (ler aqui) para politizar o debate sobre o trabalho de representação política.

Aproveitei a experiência pessoal de ter sido representante político de milhares de trabalhadores do Brasil inteiro e argumentei sobre uma questão da época levantada por um importante youtuber influenciador criticando políticos por só "trabalharem" 3 dias da semana. Não é por aí.

Fiz um histórico sobre o que e como se dá a representação política numa democracia representativa, explicando que políticos não representam seus eleitores só quando estão no local sede do mandato que exercem.

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COMENTÁRIO FINAL

Enfim, ao rever os 34 textos do ano no blog, posso dizer que eles atingiram seus objetivos centrais de politizar nossos leitores e leitoras, compartilhar conhecimentos e opiniões e contribuir de forma honesta e democrática para a boa política.

Os textos do blog contam um pouco da nossa história no ano que se encerrou. Foi um ano de muita luta, de conquistas e derrotas de nossa classe, mas acumulamos forças para seguir lutando para mudar o mundo.

William Mendes


27.10.24

Diário e reflexões



A semana decisiva foi de muita energia e sentimento de mudança nas ruas de São Paulo

Domingo, 27 de outubro de 2024.


Opinião (17)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Esta semana foi de muitas atividades da militância para conversarmos com eleitores indecisos e conquistarmos os votos necessários para elegermos Guilherme Boulos e Marta Suplicy para a prefeitura de São Paulo. E o próprio candidato fez algo inédito: ficou a semana toda nas ruas junto à população paulistana.

Nós da militância da Zona Oeste de São Paulo, fizemos atividades praticamente todos os dias. Num dos dias, a professora Ione, minha companheira, ficou horas conosco e o time da vereadora Luna Zarattini virando votos na Avenida do Rio Pequeno, Butantã. Vejam vocês, até pessoas que não estão acostumadas a abordagem popular, entraram em cena pelo vira voto e muda São Paulo. Muita energia no ar!

Estivemos nas imediações dos metrôs da região, onde panfletamos nos últimos meses. A percepção que eu tive foi muito positiva. Diferente de outras fases da campanha, muita gente nos pedia adesivo, trabalhadores de aplicativos colocaram adesivos em suas motos: é Boulos 50 pra mudar São Paulo. Até motoristas de ônibus se aproximaram e de dentro do veículo me pediram adesivos. Clima de virada no ar!

E, no sábado, para fechar a campanha pela eleição de Guilherme Boulos 50 prefeito de São Paulo, fizemos uma ótima caminhada da vitória, saindo da Avenida Paulista e descendo a Rua Augusta até a Praça Roosevelt. Que energia! 

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CRIME ELEITORAL DO GOVERNADOR DE SP

A certeza de impunidade por parte da casa-grande brasileira não tem limites. Eu acompanho e estudo política e história do Brasil há tempos. Já vi muita coisa e sei de muitos abusos dos poderosos no país explorado há séculos pelos imperialismos e por seus lacaios daqui - a burguesia vira-latas.

Hoje a casa-grande se superou. O governador Tarcísio de Freitas, parceiro do candidato Ricardo Nunes a reeleição em São Paulo, ousou no dia da eleição a praticar um crime absurdo de ir à imprensa declarar que a maior facção criminosa do país, o PCC, havia declarado voto e apoio à candidatura de Guilherme Boulos... (sem apresentar provas, e mesmo se as tivesse não poderia ter feito isso) 

É tão chocante e descabido o que fez o bolsonarista Tarcísio, de uma forma torpe para que sua declaração influencie os eleitores sem chance de desmentido pelo candidato opositor, que se não houver punição rápida e severa a essa interferência de poder político nas eleições, podem decretar o fim dos processos eleitorais! Que se declare que não há democracia no país e chega de farsa!

Vamos ver o que acontece nas próximas horas.

William Mendes

(Domingo, 17:40 horas)


Post Scriptum: a plutocracia prevaleceu, como se espera em processos de consultas como esses baseados em poder do dinheiro e da máquina estatal pela manutenção do status quo. A candidatura de Guilherme Boulos obteve o apoio de 40% dos eleitores que se dispuseram a votar. A luta deve continuar, não há alternativa para nós que pensamos nas pessoas e no planeta Terra.

Post Scriptum (2): para ler o texto anterior desta série sobre eleições, clique aqui. O texto seguinte, de avaliação do processo eleitoral, pode ser lido aqui. Nele, foco minhas reflexões na questão sobre os brasileiros serem ou não de esquerda ou de direita.


20.10.24

Diário e reflexões



Eleição em São Paulo entra na semana decisiva. Boulos e militância estão nas ruas virando votos para mudar a vida das pessoas

Domingo, 20 de outubro de 2024.


Opinião (16)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Estive hoje na Quadra dos Bancários, no centro de São Paulo, para parabenizar e dar um abraço em nossa vereadora eleita Luna Zarattini e a equipe aguerrida dela. A plenária foi também para confraternizar com a militância do mandato de Luna. 

O local evoca grandes recordações e nostalgias em mim. Foi lá que vivi os melhores momentos de minha vida de representação da classe trabalhadora. Naquele centro sindical coordenei grandes assembleias e dialoguei com a categoria em dias decisivos de lutas sindicais, principalmente no segmento de trabalhadores do Banco do Brasil.

Luna Zarattini, do Partido dos Trabalhadores, foi eleita vereadora da cidade de São Paulo com 100.921 votos. Nossa jovem liderança tem realizado um trabalho que nos dá muito orgulho, pois ela tem lado, trabalha muito, estuda e simboliza a renovação em nosso partido.


A militância e lideranças comunitárias do mandato da Luna estavam presentes na Quadra e a plenária foi também para unificar nossa companheirada para a semana decisiva em relação à eleição de Guilherme Boulos e Marta Suplicy para a gestão da maior cidade da América Latina, São Paulo.

O desafio de nossa parte é conquistar 50% + 1 dos votos do eleitorado paulistano, focando em conversar e convencer a imensa maioria de eleitores que votou pela mudança ou que não se interessou em votar no primeiro turno. Estou falando de uns 5 milhões de pessoas. Boulos e Nunes tiveram cerca de 1,8 milhão de votos no primeiro turno.

Nossa militância pode fazer a diferença em eleição tão disputada como a de São Paulo. 

Eu peço a cada leitora e leitor de meus textos e reflexões que nos ajude nesta semana que se inicia e converse com as pessoas que vocês conhecem para tentar tirar as dúvidas delas e desfazer as mentiras e preconceitos que fazem com que pessoas de nossa classe trabalhadora tenham algum tipo de rejeição a Guilherme Boulos.

A eleição de Boulos 50 é fundamental para mudarmos a gestão da cidade de São Paulo e torná-la uma cidade acolhedora e focada nos milhões de pessoas que vivem e trabalham nesta megalópole hoje desgovernada e caótica, uma cidade atual que maltrata a sua população.

É isso. Compartilhem nossas reflexões e se juntem a nós nesse esforço de mudar a cidade de São Paulo. Votem 50 Boulos no dia 27 de outubro.

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Presidente Lula

Nosso grande líder, o presidente humanista Luiz Inácio Lula da Silva, sofreu um acidente doméstico ontem, caiu e teve um pequeno traumatismo craniano, recebendo atendimento médico na capital federal. 

Segundo os boletins médicos, Lula está bem, recebeu pontos na região da nuca e não poderá cumprir sua agenda na Rússia. Mas participará do evento por videoconferência. Estamos na torcida pela pronta recuperação de nosso estadista mundial.

Abraços de luta!

William Mendes

Ex-diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região


Post Scriptum: o texto anterior desta série sobre eleições municipais pode ser lido aqui. O texto seguinte, do dia da eleição, pode ser lido aqui.


13.10.24

Diário e reflexões



Boulos e Marta podem ser eleitos com militância nas ruas e nas bases

Domingo, 13 de outubro de 2024.


Artigo (15)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Eleições se ganham pedindo votos. Essa é uma das lembranças mais antigas que tenho das lições dos primeiros anos de movimento sindical bancário. Se queremos melhorar a vida das pessoas e representar um projeto político, temos que pedir o voto de confiança aos eleitores.

Conquistamos direitos pedindo o voto das trabalhadoras e trabalhadores quando organizávamos as campanhas salariais da categoria bancária e quando disputávamos com o patrão as eleições em nossas entidades de classe, saúde e aposentadoria, e também quando pedíamos voto dos bancários para nossos projetos cidadãos para os legislativos e executivos das diversas instituições da vida democrática do Brasil.

Daqui a duas semanas, em 27/10/24, o povo da maior cidade da América Latina vai decidir quem será o prefeito de São Paulo: Guilherme Boulos ou Ricardo Nunes. Temos que conseguir 50% + 1 dos votos válidos de um universo de 9.322.444 eleitoras e eleitores (TSE). 

Nosso candidato, Boulos 50 (PSOL), obteve 1.776.127 votos e o adversário 1.801.139 votos. Na região onde militamos, conseguimos vencer nas duas zonas eleitorais, a 346 (Morumbi, antiga Butantã) e a 374 (Rio Pequeno), a 2ª com mais eleitores de São Paulo. 

Além de atuar pela manutenção desses votos, temos que conquistar votos de eleitores que votaram em outros candidatos no 1º turno e na enorme multidão de pessoas que não foi votar e que podem votar em Boulos e nos ajudar a livrar São Paulo das mãos do bolsonarista Nunes.

Apesar da obviedade para as leitoras e leitores do blog, não custa esclarecer que os projetos em disputa em São Paulo são absolutamente antagônicos em todos os sentidos. E que o projeto que pode melhorar a vida do povo e garantir direitos sociais e de cidadania é o projeto representado por Boulos e Marta, número 50 nas urnas.

Boulos e Marta têm propostas efetivas para os problemas do povo paulistano nas áreas de transporte, moradia, educação, saúde, emprego e renda, segurança. Não nos interessa as questões de cunho pessoal de cada cidadão. 

Quando temos militante pedindo votos, temos condições de falar as propostas para as pessoas que estão em dúvida, que estão mal-informadas ou que estão cheias de mentiras na cabeça. Nas calçadas ou nas feiras são várias oportunidades de conquistar votos, várias. Nós fizemos isso nos últimos meses aqui na região onde atuamos, a Zona Oeste de São Paulo.

PRECISAMOS DO APOIO DOS MOVIMENTOS ORGANIZADOS

Eu conheço com relativa experiência os movimentos internos nas estruturas sindicais e partidárias porque participei dessas organizações por quase três décadas. Eu tenho a impressão que a enorme militância sindical e partidária e dos mandatos podem se engajar mais nestas duas semanas até dia 27 de outubro, como fizeram até dia 6 quando também estavam em jogo as candidaturas para as câmaras municipais.

Nossa militância é imbatível, nenhuma máquina baseada só no dinheiro e compra de voto, em fake news e coisas do tipo pode concorrer com nossa militância quando estamos de corpo e alma numa disputa que equivale a mudar a nossa vida como classe trabalhadora.

Então, companheirada, peguem adesivos e panfletos e vamos ganhar essa eleição em São Paulo com Boulos e Marta 50 e vamos tirar o bolsonarismo do poder. 

Só o fato de usar um adesivo no peito todos os dias já dialoga com o eleitor silencioso, que não se manifesta, mas que te considera e respeita. Vamos lá! O povo paulistano precisa de nós. 

Abraços fraternos e de luta!

William Mendes


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7.10.24

Diário e reflexões



Vitória da renovação! Elegemos Luna Zarattini em São Paulo e o Coletivo JuntOz em Osasco!

Segunda-feira, 7 de outubro de 2024.


Opinião (14)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Olá, amigas e amigos do blog!

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a todas as pessoas que acessaram e leram nossas reflexões durante o primeiro turno das campanhas municipais de São Paulo e Osasco. Foram quase oito mil acessos aos textos.

Também quero agradecer a cada pessoa que tenha depositado sua confiança nas urnas nas candidaturas que defendi aqui no blog, tanto em São Paulo quanto em Osasco.

Nossa jovem e combativa Luna Zarattini foi eleita com uma votação expressiva, foi a vereadora mais votada do Partido dos Trabalhadores no Brasil, alcançando quase 101 mil votos. Posso afirmar a vocês que ela merece nossa confiança. Acompanho o trabalho dela desde antes de assumir seu mandato na Câmara de São Paulo em março de 2023. Vamos apoiá-la nas lutas que enfrentará por nós e uma cidade mais humana e inclusiva.

Agradeço às pessoas que votaram e pediram voto para o Coletivo JuntOz para a Câmara de Osasco, eles foram eleitos com pouco mais de 4.200 votos (foram bem votados!). Gabi, Heber e Matheus representam a renovação do Partido dos Trabalhadores em Osasco, e eles nos dão esperanças para construirmos uma representação popular em nossa cidade, e fiscalizar o prefeito eleito que é da situação, e serão propositivos como pudemos ver ao longo da campanha do JuntOz. Eles também terão o nosso apoio.

ELEGER GUILHERME BOULOS É UMA TAREFA DE TODOS NÓS

O segundo turno começou hoje e então eu convido a todas as pessoas que leem nossas reflexões a contribuírem da forma que puderem para mudarmos São Paulo elegendo Boulos 50 como nosso prefeito.

Logo pela manhã, peguei meu adesivo de campanha, coloquei no peito, e fui ao mercado. Cada oportunidade que tivermos de conversar com as pessoas deve ser aproveitada para defender uma cidade mais humana e inclusiva, focada em melhorar a vida das pessoas nas áreas de saúde, educação, moradia, mobilidade, oportunidades de trabalho e renda, segurança e cultura.

Conversem com as pessoas que vocês conhecem. Boulos é a melhor chance de São Paulo avançar. O atual prefeito não fez nada pelo povo durante quase quatro anos. E nos últimos meses o que fez foi passar milhões de reais do orçamento sem licitação alguma para pessoas e empresas terceiras de forma nunca vista em São Paulo.

Vamos à luta, caras leitoras e leitores. Vamos eleger Boulos e Marta para a cidade de São Paulo. Conto com vocês.

William Mendes


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4.10.24

Diário e reflexões

 


Em Osasco, elejam o JuntOz 13713 e, em São Paulo, elejam Luna Zarattini 13131

Sexta-feira, 4 de outubro de 2024.


Opinião (13)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Olá, amigas e amigos do blog! Está chegando o dia das eleições municipais no domingo, dia 6. De acordo com algumas pesquisas de intenção de voto, mais da metade da população paulista não escolheu candidatas e candidatos a vereança. Em geral, as atenções estão na eleição para as prefeituras.

Hoje, me envolvi na campanha para vereadores dos jovens do Coletivo JuntOz 13713 em Osasco. A panfletagem foi no Largo de Osasco, nas proximidades da escadaria da estação de trem. Gabi, Heber e Matheus e apoiadores distribuíram material com propostas. O diálogo com a população foi legal, muita gente receptiva.


Ao conversar com as pessoas e ouvir as principais demandas da população osasquense, e ver o pessoal do JuntOz explicar propostas e os estudos deles para as áreas relativas às demandas das pessoas, fiquei mais convencido ainda que essa candidatura é a melhor proposta para Osasco avançar nos direitos da população.

Peço voto e apoio para elegermos o JuntOz 13713 neste domingo. E elegermos Emidio 13 para a prefeitura de Osasco.

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SÃO PAULO

Ao longo das semanas de campanha, desde agosto, fizemos um corpo a corpo com a população paulistana em diversos locais da região do Butantã, Zona Oeste de São Paulo, apresentando propostas e o trabalho realizado por nossa jovem Luna Zarattini 13131.

E intensificamos a campanha para mudarmos São Paulo elegendo Guilherme Boulos e Marta Suplicy para a prefeitura da cidade. Boulos e Marta e uma bancada progressista na Câmara podem humanizar a maior cidade do Brasil, inclusive com apoio e parceria do governo Lula.

Neste domingo, peço voto e apoio para elegermos vereadora Luna Zarattini 13131 e Boulos 50 para prefeito.

Abraços e até a vitória!

William


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1.10.24

Diário e reflexões



Elejam candidaturas de esquerda que vão melhorar a vida cotidiana do povo trabalhador em São Paulo e Osasco

Terça-feira, 1º de outubro de 2024.


Opinião (12)


ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Olá, amigas e amigos do blog, está chegando o dia das eleições municipais brasileiras, dia 6 de outubro, domingo.

Hoje estivemos nas ruas conversando com as pessoas e conquistando votos para nossa jovem companheira Luna Zarattini 13131 e para nosso jovem companheiro Guilherme Boulos 50.

E depois de fazer a panfletagem nas imediações do Metrô Vila Sônia, em São Paulo, ainda vou antes de dormir distribuir o material do Coletivo JuntOz 13713 para a Câmara Municipal de Osasco, com Emidio de Souza 13 prefeito. (caixas de correios do condomínio)

Como disse ao longo da campanha eleitoral, a vida de cada um de nós se realiza efetivamente nos bairros e cidades onde moramos. Então é muito importante que elejamos prefeitos e vereadoras e vereadores que tenham propostas para melhorar a vida das pessoas nas cidades.

Em São Paulo, Guilherme Boulos, Marta Suplicy e Luna Zarattini têm propostas efetivas para todas as dimensões da vida cotidiana. Propostas como o Poupatempo da Saúde, como as áreas em cada subprefeitura para acolher e melhorar as condições de trabalho para os milhares de trabalhadores de aplicativos e muitas outras propostas de educação, moradia, segurança, mobilidade etc.

OSASCO

Em Osasco, nosso companheiro Emidio de Souza tem propostas para todas as áreas da vida cidadã em nossa cidade. Osasco avançou muito durante as duas gestões de Emidio. 


E sobre a candidatura do Coletivo JuntOz 13713, com Heber, Gabi e Matheus, vou ser bem sincero com vocês: raras vezes vi um coletivo tão jovem e tão preparado para nos representar na Câmara de Osasco. Eles têm propostas para todas as áreas. Propostas estruturadas! A CPI sobre as "Organizações Sociais" na saúde é muito importante! A questão é caso de polícia em Osasco.

Vi o podcast que entrevistou eles hoje à noite e os jovens são muito bons. Votem e peçam votos para eles em Osasco.

É isso! Fraterno abraço e vamos eleger boas bancadas parlamentares e prefeitos comprometidos com a melhora da vida do povo como Boulos e Emidio representam.

E peço voto para Luna Zarattini 13131 em São Paulo e JuntOz 13713 em Osasco.

William


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