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9.5.14

Bancários do BB devem estar atentos para fazer vacinação contra gripe


A Contraf-CUT recebeu mais informações sobre a campanha de vacinação de todos os funcionários do Banco do Brasil contra o vírus da gripe influenza. A vacina começou a ser aplicada no dia 22 de abril e a campanha se estenderá até o dia 30 de junho. 

As informações complementares vieram após novos contatos entre a Contraf-CUT e o Banco porque ainda há muita desinformação interna e os trabalhadores e sindicatos estão atrás dos cronogramas em cada unidade e região.

O direito à vacinação foi um compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional de 2013. Até o ano passado, somente alguns grupos de funcionários determinados pelo Banco recebiam a vacina. Era uma liberalidade da empresa.

Segundo William Mendes, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e Secretário de Formação da Contraf-CUT, é importante que os sindicatos divulguem em seus sites e jornais para que os bancários busquem a vacinação. 

"É importante que os funcionários de todas as regiões do país se apropriem desse direito, com a consciência de que foi conquistado com luta e greve. É através desse tipo de informação que os trabalhadores crescem em sua consciência na organização nos locais de trabalho. Inclusive para lutar por outros objetivos, como o da 'Atenção Integral à Saúde', sempre presente em nossas pautas sindicais", acrescenta.

Como se vacinar


A vacinação está sendo realizada através de empresa contratada pela Cassi, sob a coordenação das Gepes e se estenderá até 30 de junho. 
As dependências têm cronogramas de visita de vacinadores, previamente identificados em data e horário informados pelas Gepes locais. 

A empresa contratada pela Cassi não abrange 100% das dependências do BB. Nesses casos, será autorizado o ressarcimento da vacina, no valor de até R$ 80,00 por funcionário, para vacinação em laboratórios ou clínicas à escolha do mesmo.

A dependência deverá providenciar um local adequado para a vacinação e zelar para que todos os funcionários interessados estejam presentes no dia agendado.

"Qualquer dúvida que os trabalhadores ainda tiverem, devem procurar saná-las tanto com o administrador de sua unidade quanto com as Gepes, que já receberam instruções. Nesta questão da vacinação, nós criticamos a demora do Banco para começar o processo, mas agora os setores responsáveis estão imbuídos em vacinar a todas as pessoas que demandarem o direito. Se ainda houver algum problema, pedimos que o bancário contate o sindicato local", finaliza William.


Fonte: Contraf-CUT

30.4.14

Agenda de luta - Seminário do Comando Nacional dos Bancários e Saúde dos Trabalhadores

Sou Humano inteligente, eu como banana! Vai um potássio aí?

Boa noite companheirada e colegas do BB,

Chegando agora em casa, na bela e querida Osasco SP. Estive os últimos 3 dias trabalhando em Brasília.

Praticamente não entrei em rede social por absoluta falta de tempo.


Comando Nacional e os desafios da Campanha Nacional 2014

Na segunda-feira 28 estivemos no primeiro dia do Seminário do Comando Nacional dos Bancários onde tivemos uma excelente análise de conjuntura feita pela deputada federal Erika Kokay (PT DF), uma liderança bancária histórica e que hoje está representando a classe trabalhadora no Congresso Nacional. Depois as lideranças do Comando fizeram reflexões acerca dos desafios dos trabalhadores do Ramo Financeiro.

Depois tivemos entre a segunda e terça-feira 29 uma atividade com todo o Comando Nacional pensando estratégias de campanha e mobilização junto com as dezenas de entidades sindicais que participam do Comando.

Por fim, nesta quarta 30, nos debruçamos sobre o tema Participação nos Lucros e Resultados. Estudamos o histórico desta conquista nos bancários e fizemos reflexões a respeito também.

Contamos com a imprescindível participação e assessoria dos companheiros e companheiras do Dieese para o aprofundamento de todos os temas, bem como tivemos o apoio d@s funcionári@s da Contraf-CUT, do Sindicato dos Bancários de Brasília e da nossa Fenae. Deixamos o nosso agradecimento a toda a equipe e a nossas entidades pela participação e apoio.

Fenae - na terça à noite, fui dar um abraço e prestigiar a posse do companheiro e amigo Jair Pedro Ferreira, que liderou a chapa vencedora nas eleições da entidade dos empregados da Caixa Econômica Federal. É como diz o lema da chapa "Juntos podemos mais". Bom trabalho a tod@s na gestão.


Saúde d@s Trabalhadores

Também na terça 29 pela manhã participei do 5º Seminário Unidas - Construindo Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável das Autogestões, em Brasília. Desde já agradeço o convite e espero que possamos fortalecer cada vez mais a Unidas - Autogestão em Saúde, que congrega as entidades de saúde dos trabalhadores do modelo de autogestão como é a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil - Cassi.

Fiz parte da mesa "O papel das autogestões na política de saúde do trabalhador brasileiro - contribuições para a 4ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora". Dividi a mesa com o companheiro Geordeci, membro do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e coordenador da 4ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que ocorrerá em novembro.

Fiz uma apresentação pensada e construída em parceria com o companheiro e amigo Plínio Pavão, uma de nossas maiores lideranças em saúde do trabalhador do campo da Central Única dos Trabalhadores - CUT.

Falamos e debatemos com um público muito importante, o pessoal das 140 entidades de autogestão que participam da Unidas e que têm um foco na saúde dos trabalhadores, diferente dos planos e operadoras de mercado que visam lucro, através da exploração da saúde como "mercado".


Questões BB e formação sindical

Juntamente com esta agenda, encaminhamos questões importantes de nossos sindicatos relativas aos problemas oriundos da administração do Banco do Brasil que tantos impactos negativos trazem aos nossos colegas nos locais de trabalho.

Vacinação contra a gripe - Cobramos que o Banco melhore a comunicação interna com todas as unidades porque muitos bancários e bancárias ainda não conseguiram saber o cronograma de vacinação em que sua unidade está inserida. O Banco informou que enviou comunicado a todos os gestores.

É mais ou menos isso companheirada, dá trabalho escrever está agenda informativa, mas eu vou continuar me esforçando pra fazer o que faço desde 2006, informar por onde andei lutando e encaminhando as questões d@s trabalhador@s e entidades do funcionalismo que represento.


Corrida do 1º de maio

Vamos comer alguma coisa e dormir porque eu vou participar do VI Desafio dos Trabalhadores em Osasco, em comemoração ao 1º de maio.

Vou participar da prova percorrendo 8k e vamos madrugar. É isso!



Viva @s trabalhadores!

Somos fortes, somos CUT!
Lutar sempre pelo fim da exploração capitalista!

17.4.14

Contraf-CUT volta a cobrar BB sobre campanha de vacinação contra gripe



Bancários cobraram vacinação na negociação sobre CABB
no último dia 2. Foto: Contraf-CUT

A Contraf-CUT voltou a cobrar nesta quarta-feira (16) o Banco do Brasil sobre o início da campanha de vacinação dos funcionários contra a gripe, conforme compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional dos Bancários 2013. A maioria das empresas que promove tais campanhas já possui e/ou já divulgou o cronograma de 2014.

A reivindicação foi apresentada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos na reunião com o Banco no último dia 2, no mesmo dia em que a Confederação também encaminhou um ofício para a direção do BB.

"O Banco respondeu hoje que o anúncio e a programação terão início somente na próxima terça-feira (22), quando também o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, promoverá o lançamento da campanha nacional de vacinação contra a gripe", afirma William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

"Após a longa demora para cumprir um compromisso da Campanha Nacional 2013, esperamos que a direção do BB não cerceie o direito à vacinação para todos os funcionários e funcionárias, independente de idade, de o colega ter doença crônica ou algo mais previsto no programa do SUS, pois foi isso o que ficou acordado na mesa de negociação com o Banco no ano passado", salienta o dirigente sindical.

O alerta se justifica porque "a cada dia que passa a gente observa a Diretoria de Pessoas do BB mais preocupada com a gestão do lucro e com cortes no orçamento do que em cumprir o que foi discutido e contratado para respeitar e valorizar as pessoas que constroem a grandeza deste banco público e levam atendimento bancário a milhões de brasileiros em todos os cantos do país", destaca William.

A vacina contra a gripe começa a fazer efeito cerca de 15 dias após a aplicação, quando já aparecem os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que tal proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias.

Fonte: Contraf-CUT

4.4.14

Contraf-CUT cobra direito dos bancários do BB à vacinação contra a gripe


Durante a rodada de negociação ocorrida nesta quarta-feira (2) com o Banco do Brasil, em Brasília, a Contraf-CUT, federações e sindicatos cobraram o direito dos funcionários à vacinação contra a gripe, conforme compromisso assumido pelo BB na Campanha Nacional 2013. Isto porque as entidades sindicais descobriram, através de reclamações dos bancários, que o Banco ainda não havia disponibilizado as vacinas. 

A maioria das empresas que promove campanhas de vacinação contra a gripe já possui e/ou já divulgou o cronograma de 2014, porém o BB ainda está paralisado.

"São mais de 100 mil funcionários para serem vacinados e uma definição tardia do cronograma de vacinação pode comprometer a sua eficácia", alerta William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

A vacina contra a gripe começa a fazer efeito cerca de 15 dias após a vacinação, quando já aparecem os anticorpos que darão a proteção contra a gripe, sendo que tal proteção máxima será atingida após aproximadamente 45 dias.

A Contraf-CUT também encaminhou nesta quarta-feira um ofício ao BB, reivindicando a pronta solução do problema. Na negociação, a direção do Banco afirmou que o problema será resolvido já na próxima semana.

"Os bancários devem acompanhar junto com as entidades sindicais se a vacinação contra a gripe estará disponível a partir da próxima semana. Os trabalhadores são os nossos olhos, após conquistarmos um direito coletivo na luta. É fundamental que cada bancária e bancário se apropriem dele e façam o direito valer. Qualquer problema que o funcionário ainda encontrar após a semana que vem para utilizar o direito conquistado, deve ser repassado para o sindicato de sua base", orienta William.


Fonte: Contraf-CUT

3.4.14

Contraf-CUT conquista 90 contratações nas CABB em nova rodada de negociação



Entidades sindicais cobraram também agilidade
nas contratações. Foto: Guina Ferraz.

A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reuniram nesta quarta-feira (2) com o Banco do Brasil, em Brasília, com assessoria da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e representantes das entidades sindicais, onde estão situadas as Centrais de Atendimento do Banco do Brasil (CABB), para discutir várias questões para a melhoria das condições de trabalho apresentadas pelos trabalhadores em encontros específicos do setor, que têm ocorrido nos últimos 4 anos.


A mesa temática é uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários em 2013 e atende ao Parágrafo 3º da Cláusula 57 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), aditivo à Convenção Coletiva da Categoria (CCT).

O Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa, William Mendes, iniciou a reunião fazendo duras críticas ao Banco pelo não cumprimento de um direito conquistado pelos bancários na Campanha 2013: o direito para todos os funcionários à vacinação contra a gripe. Os sindicatos descobriram por intermédio dos bancários que o Banco ainda não havia disponibilizado o direito aos trabalhadores. 

O Banco afirmou que houve problemas na implantação, mas que já estará resolvido na próxima semana. "Trata-se de um direito conquistado pelos bancários na Campanha Nacional 2013 e é uma vergonha o Banco gastar meses para disponibilizá-lo aos bancários", disse.

A primeira questão levantada pelos dirigentes sindicais foi sobre o absurdo da falta de preenchimento das vagas existentes nas CABB. Nesta data, existem 254 vagas não preenchidas de atendentes nas três centrais existentes no país com quadro próprio: São José dos Pinhais (PR), São Paulo e Salvador. O Banco anunciou que serão contratados 90 bancários imediatamente. As vagas preenchidas por essas contratações serão na unidade paulista.

"A notícia é importante para os sindicatos e os funcionários, que estão trabalhando em condições precárias por falta de mão de obra. Também valoriza a mesa de negociação conquistada na luta. No entanto, cobramos que o Banco decida rapidamente pela contratação de mais atendentes porque, mesmo com o preenchimento de 90 vagas, ainda faltam 164 bancários e bancárias para as CABB chegarem a condição normal de atendimento telefônico para clientes de todo o país", salienta William.


Questões importantes que o Banco ficou de analisar


a) preenchimento de mais vagas de atendentes nas CABB

b) Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

O Banco afirmou que a orientação para os gestores e áreas responsáveis pela saúde é que a CAT seja emitida sempre que identificada a doença oriunda das atividades exercidas pelos atendentes. O BB vai reorientar novamente os responsáveis pelo tema.

c) Jornada correta de 6h para todos que trabalham nas CABB

As entidades sindicais cobraram que os gerentes de grupo (Gegru) e de relacionamento devem ter jornada de 6 horas como prevê a NR 17 para todos os trabalhadores de teleatendimento e telemarketing. O Banco apresentou a sua leitura e a divergência sobre o tema, mas ficou de avaliar e estudar a reivindicação das entidades sindicais.

d) Simplificação e aprimoramento dos sistemas de atendimento

Após os representantes dos trabalhadores apresentarem as dificuldades que os atendentes sofrem no dia a dia, devido a ter que consultar sistemas diversos do Banco em portais diferentes, ficou definido que os sindicatos vão organizar junto com os bancários sugestões de melhorias para que o Banco posteriormente veja a viabilidade de integração de alguns sistemas. Mas o Banco também afirmou que essa simplificação depende de viabilidade tecnológica.

e) Pausa mínima entre atendimentos

O Banco ficou de verificar como está o sistema e se há ou não algum mecanismo de pausa mínima nos programas das centrais.

f) Cumprimento dos itens 5.4.5 e 5.7 do anexo II da NR 17, definindo pausas após ligações desgastantes e para atender às necessidades fisiológicas sem que haja punição, anotação ou repercussão nas avaliações de aderência, monitoramento, competência ou desempenho, ou quaisquer outros tipos de avaliações

Após uma longa discussão sobre as dificuldades reais vividas pelos atendentes e depois de os dirigentes sindicais explicarem ao Banco que não há uma "pausa específica para ligações estressantes", o BB ficou de avaliar o tema.

g) Cada CABB tem um gestor que faz e desfaz procedimentos de sua maneira

Uma questão que foi muito cobrada por parte dos representantes dos trabalhadores da Unidade de Canais Parceiros (UCP), responsável pelas CABB, foi com relação a cada gerência de Central fazer o que bem entende, sendo que deveria haver regras claras e iguais para várias questões como, por exemplo, ascensão profissional, avaliações de desempenho etc.

h) Permitir que todos os funcionários sejam público-alvo nas provas de CPA 10 e 20

O BB ficou de avaliar a possibilidade de CPA 20 para os Gegrus, porém alegou que a reivindicação citada já foi discutida em mesa de negociação e que há dificuldades por parte do Banco para estender para todos os funcionários de forma geral o direito de certificação.


Mais contratações


Na negociação, a Contraf-CUT fez também uma dura cobrança com relação à pouca vontade da direção do BB na contratação de concursados para suprir cerca de 6 mil vagas não preenchidas nos locais de trabalho do país, o que está levando os funcionários do Banco a trabalharem em condições precárias, prejudicando o atendimento à população brasileira e adoecendo os trabalhadores. As entidades sindicais exigiram maior celeridade nas contratações.

"Nós conquistamos na luta em 2013 a contratação de 3 mil bancários. E sabemos que o número é insuficiente. No entanto, o BB deu posse a 2.372 concursados até março. Além de agilizar as chamadas, queremos que a direção do Banco contrate mais bancários porque a necessidade é obvia para atender às necessidades mínimas para execução dos serviços, sejam eles nas áreas meio, sejam nas agências ou nas centrais que lidam com o atendimento telefônico. Não é inteligente o Banco ficar com falta de funcionários e recebendo reclamações de mau-atendimento e aumentar os afastamentos de bancários por adoecimento", criticou William.


Reestruturação


Ainda foi cobrado que o BB mais uma vez começou uma reestruturação - agora na Dijur - e não contatou as entidades sindicais para tratar do tema que envolve a vida de dezenas de funcionários. O Banco ficou de informar melhor sobre o processo na próxima semana.


Avaliação


"A Contraf-CUT e as entidades sindicais têm feito um grande esforço de qualificar as mesas de negociação por parte da representação dos trabalhadores. Tem sido assim nas rodadas com a Fenaban, tanto das campanhas nacionais para a renovação de convenção coletiva quanto nas mesas específicas", avalia William. 

"Essa mesa temática sobre as CABB não foi diferente. Os bancários merecem essa qualidade técnica nas discussões com os bancos. Nós mostramos que é possível o BB atender várias reivindicações dos trabalhadores das centrais de maneira a haver um ganho nas condições de trabalho e isso se reverter também para o BB de forma positiva", finaliza o diretor da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT