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9.8.17

Planos de autogestão em saúde como Cassi e Saúde Caixa estão em risco





Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Seguem abaixo informações e posições de representantes dos trabalhadores eleitos para os conselhos de administração do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal ao tomarem conhecimento de reuniões em áreas do governo federal que avaliaram medidas que podem prejudicar os planos de saúde de empresas públicas federais e estatais e os direitos de seus trabalhadores associados.

Nesta quarta-feira 9 participaremos de uma reunião no Rio de Janeiro com entidades representativas dos trabalhadores e dos associados da Cassi em conjunto com a Unidas - União Nacional das Instituições de autogestão em Saúde -, para debater a questão.

O convite para a nossa participação foi de última hora (segunda-feira 7) e a minha presença só será possível porque contamos com o apoio do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região que entendeu que a participação do Diretor de Saúde (eleito) era importante. Eu deixo o meu agradecimento ao Sindicato e reforço o meu compromisso com todo o movimento sindical que nos apoiou para que estivéssemos na gestão da Cassi defendendo os direitos dos trabalhadores bancários da ativa, aposentados, pensionistas e seus dependentes.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Não aceitaremos mudanças na Cassi que prejudiquem os associados

Nos últimos dias circularam entre os colegas do BB informações e documentos dando conta que representantes de várias empresas públicas federais, inclusive o BB, estiveram reunidos com representantes do Ministério do Planejamento para falar sobre os planos de saúde dos funcionários destas empresas. Foi divulgada, inclusive, minuta de Resolução do Comitê Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que mostra a intenção do Governo Federal de estabelecer a paridade contributiva entre empresa e empregado, cobrança por faixa etária e por faixa salarial e limite gastos com planos de saúde como a Cassi, dentre outros ataques.

De conhecimento dessa informação, na última reunião do Conselho Deliberativo da Cassi, em 21 de julho, apesar de o assunto não ter sido objeto de pauta, os membros eleitos exigiram esclarecimentos dos representantes do banco na diretoria executiva para que se manifestassem a respeito.

Nós, conselheiros eleitos pelos associados, protestamos contra esta intenção do governo de reduzir a participação do banco no custeio da Cassi e lembramos aos representantes da empresa que qualquer alteração no percentual pago pelo banco ou nos critérios de contribuição dos associados devem necessariamente passar por reforma estatutária, que precisam de ser votados pelos associados.

Junto com os funcionários e com as entidades sindicais e associativas, vamos resistir e impedir mais esta mudança prejudicial aos funcionários que o banco pode querer fazer por determinação do governo.

Fonte: Fabiano Felix, Caref eleito do Banco do Brasil e Conselheiro Deliberativo eleito da Cassi


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Governo mira no plano de saúde das empresas públicas

O governo quer mudar para pior os planos de saúde dos trabalhadores nas empresas públicas. A justificativa de ajuste financeiro mais uma vez será usada para trazer precarização. De acordo com documento da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União – a CGPAR, criada em janeiro passado -, os novos parâmetros, se aprovados, vão atingir desde o custeio dos planos até a restrição à inclusão de dependentes.

“As alterações propostas são mais um passo no sentido de desmantelar as empresas públicas. De forma fragmentada, mas contínua, o governo vai atingindo vários flancos da estrutura dessas empresas, que aos poucos se tornam piores para seus trabalhadores e para a sociedade; ou seja, pior para o País”, avalia a coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, Maria Rita Serrano. O assunto ainda deverá ser avaliado pelo Grupo Executivo da CGPAR e, uma vez aprovado, encaminhado para análise das consultorias jurídicas, Casa Civil e ministérios da Fazenda e Planejamento.

Em linhas gerais, as principais alterações tratam da limitação das empresas que poderão ter planos na modalidade autogestão (com mais de 20 mil beneficiários no plano, mas não está claro se o número incluiria os dependentes ou se seriam apenas empregados ativos e aposentados potencialmente filiáveis ao plano); rol de dependentes restritivo, impedindo, por exemplo, a filiação de pais (mesmo que sejam dependentes econômicos) e limites rígidos de custeios, o que pode causar mais prejuízo àqueles de menor renda. As empresas teriam 36 meses para se adaptar às novas regras.

“Não podemos aceitar passivamente a redução de direitos. Queremos discutir e saber detalhadamente quais são essas alterações que estão sendo propostas para saber como agir em todas as frentes possíveis”, aponta a coordenadora do comitê, que também é representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa e já entrou em contato com a Coordenação de Previdência Complementar e Planos de Saúde de Estatais para agendar uma reunião sobre o tema.

“Infelizmente, a conjuntura não é favorável aos trabalhadores, e exatamente por isso nossa luta é imprescindível. Assistimos na última quarta-feira (2/8) a mais um golpe dentro do golpe, com os deputados rejeitando a investigação do presidente golpista. É um posicionamento que legitima a política privatista e fecha portas ao diálogo, o que exige muita união e ações coordenadas para enfrentamento”, avalia Rita, lembrando que também os fundos de pensão deverão ser alvos de mudanças prejudiciais aos funcionários das empresas públicas.

Comitê – Na próxima quarta-feira, 9 de agosto, acontece reunião entre os integrantes do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas. O encontro, que começa às 10h no setor Bancário Sul, Ed. Seguradoras, 3º andar, terá assessoria parlamentar para avaliação de matérias e ações do governo. Um dos itens que deve compor a pauta é o ataque aos planos de saúde das empresas privadas. As deliberações serão publicadas no site e facebook do comitê. Uma nova reunião também deverá ser agendada e a data divulgada em breve para que todos possam se programar com mais antecedência e comparecer aos debates.

Fonte: Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas/Apcef SP

15.7.17

Opinião: Planos de Saúde em debate no Congresso


(reprodução de matéria do Sindicato dos Bancários de Brasília)

O Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito), William Mendes, e o representante do funcionalismo do BB no Conselho de Administração, Fabiano Felix.

Representantes dos trabalhadores criticam proposta do CFM de que pacientes paguem por consulta


No último dia 4 de julho, o atual presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), em audiência pública na Comissão Especial sobre Planos de Saúde, defendeu que a consulta médica seja excluída dos planos, transformando-se em prática bancada pelo próprio paciente, tendo ou não ressarcimento posterior, a depender das regras contratadas. A defesa da medida se apoia em sua alegação de que isto resultaria em mecanismo inibidor de uso, trazendo economia para a organização envolvida.

Certamente acreditamos que todos devam expressar suas ideias na busca de soluções de sustentabilidade para a saúde suplementar.

Vemos, contudo, esse discurso com alguma reserva. Se por um lado pareça encorajador que o órgão da categoria médica demonstre preocupação com a sustentabilidade das entidades e dos sistemas de serviços de saúde, por outro acreditamos ser a consulta o elemento chave no processo de organização desses sistemas.

A nosso ver, a boa consulta, na qual se faça uma boa avaliação física do paciente e um bom registro do seu histórico clínico e familiar, é contribuição central para a preservação da sua qualidade de vida. E é o ponto, por excelência, em que se faz o registro que garante, de tempos em tempos, a atualização e a integração da história clínica de cada paciente e, por conseguinte, da comunidade humana.

Assim, organizar um sistema de serviços que não dê à consulta um ponto de destaque especial, um papel central na estruturação do processo de recuperação e/ou manutenção da saúde da população-alvo desse sistema, soa como conceber um conjunto de ações que não se interligam, aumentado o risco de baixa resolutividade.

Podemos imaginar que, ao pensar na medida como fator inibidor, tenha se considerado a lógica mais linear de causa e efeito. Assim, uma das teses cogitáveis é a de que, se eu reduzo o ímpeto do "cliente" em buscar a consulta médica, eu diminuo sua ocorrência e, por conseguinte, seus efeitos na geração de outros serviços (exames, terapias, intervenções cirúrgicas). Essa tese, contudo, tem na base a ação de reprimir demandas, ao invés de organizá-las. E na mesma possibilidade de inibir consulta desnecessária, posso estar inibindo a necessária, permitindo que quadros de problemas de saúde se agravem antes de serem tratados pelo sistema de serviços. Nesta hipótese, o paciente pode deixar para procurar o serviço apenas quando o agravamento torna mais visível e palpável sua situação.

Os exames e procedimentos a serem acionados, no momento de agudização das enfermidades, terão complexidade e custo maior, além de uma possibilidade maior de não conseguir evitar outros agravos. A aparente economia redundaria em despesas maiores ao final. E pior qualidade de vida, gerando um sistema menos efetivo, menos satisfatório e menos humano.

Sob outro ângulo - o da cultura de relação de consumo - a proposição permanece preocupante. Com a exacerbação da falta de pertencimento aos sistemas e entidades, a fria relação de consumo que se instala dita a diretriz de "se pago, devo consumir o máximo possível, para fazer valer meu desembolso". Enquanto não superarmos esse triste conjunto de valores estimulados à exaustão por vários atores das relações contemporâneas do setor de serviços, temos que presumir que a exclusão do item "consulta" do conjunto de serviços acessados, ao se contratar um plano de saúde, possa ter também outro efeito adverso: o do desejo de buscar incluir "no carrinho de compras" mais serviços para compensar "mais esse desembolso" incluído no histórico. E de novo, poderemos vivenciar mais uma distorção que faça o "paciente-consumidor" buscar ampliar seu uso de outros serviços do plano (sobretudo exames), concentrando demandas complementares maiores a cada consulta, para "fazer valer seu investimento" e aproveitar melhor a oportunidade desse atendimento que é gerador de outros procedimentos.

O que nós defendemos como ação de efeito moderador para planos de saúde é um pacto de responsabilidade com a sustentação e o propósito da existência dos sistemas de saúde - nossa qualidade de vida. Ou seja, agirmos todos em prol da democratização da informação e da educação em saúde, para que a sociedade volte a deter conhecimento e entendimento suficientes para decidir com sabedoria e racionalidade sobre o uso e a relação que desenvolverá com um sistema de serviços de saúde e com os próprios cuidados preventivos que deva ter consigo mesma. Sem desconsiderar, naturalmente, o aprimoramento de elementos regulatórios e moderadores já consagrados nos sistemas vigentes.

Sabemos que isso não é simples, que é trabalhoso e que pode demandar esforço e tempo expressivos. Mas é o que pode ter resultados que durem. E é disso que precisamos para que nossos sistemas de saúde tenham perenidade.


Fabiano Felix
Representante dos Trabalhadores no Conselho de Administração do Banco do Brasil
Presidente do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB - Cassi (eleito)

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito)

12.8.16

Cassi - A respeito do "chamado" de meus colegas do MNOB/CSP/Conlutas/PSTU



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Eu sou um grande defensor da Política porque ela é melhor que as guerras, que matam nossos entes queridos. Também prefiro a Política porque é uma forma encontrada pela sociedade humana de conviver com as diferenças sem eliminar a alteridade, a diversidade, o outro. As maiorias podem ter o direito de governar, mas têm que respeitar e tolerar as minorias. Pelo menos é o que eu acredito.

Cresci politicamente como dirigente sindical bancário participando dia a dia das lutas da nossa categoria pelo menos nos últimos 15 anos. Fui integrante de toda a construção nacional da campanha unificada dos bancários, da política de aumento real de salários (ao invés da tese das "perdas" com números astronômicos de reivindicação de 100% de reajuste etc). Fui coordenador nacional das negociações com o Banco do Brasil e mais recentemente fui eleito Diretor de nossa entidade de saúde.

Ao longo dessa jornada, tive uma vida política de convivência respeitosa e fraterna com todas as correntes do movimento sindical brasileiro, dentro do espectro político onde militei, o ramo financeiro.

Li o "chamado" de meus colegas Angelo, Leodete, Ronaldo e Juliana, os três primeiros com mandatos recém-eleitos na Cassi e a quarta com mandato no Caref. O texto está no site da Juliana do Caref. 

Desta vez, gostei do texto desse grupo político porque não foi desrespeitoso, como ocorreu quando a colega Caref afirmou que iria "nos varrer" como se fôssemos lixo, provavelmente numa intenção de dizer que todos nós que somos oriundos do movimento sindical ao qual o grupamento deles se opõe seriamos eliminados dos espaços de representação (espero que a intenção tenha sido essa, porque assim poderíamos ao menos seguir existindo).

Vou deixar abaixo o texto deles para conhecimento e reflexão das pessoas que leem aqui a respeito de minhas opiniões e minha prestação de contas do mandato. Antes do texto, teço um comentário rápido.


- É comum no movimento sindical as correntes políticas terem 'diagnósticos' semelhantes sobre problemas (a problemática). As diferenças entre nós se apresentam mesmo é na proposição para as soluções (a solucionática) e nas responsabilidades com os trabalhadores que representamos.

Desde o dia 17 de dezembro de 2014 procurei o movimento sindical bancário para informar sobre os problemas do déficit do Plano de Associados, o que o patrocinador-patrão propunha, o que nós eleitos propúnhamos, e pedi apoio ao movimento sindical, com construção de mobilização, calendário de lutas e mesa negocial com o Banco. Fiz o mesmo com as entidades representativas da comunidade BB.

Os diagnósticos apresentados no "chamado", que eu também venho fazendo há dois anos, todas as entidades e grupos do funcionalismo já conhecem e acho que quase (senão) todos devem concordar, ou seja, que o Banco patrocinador tem responsabilidades sobre as causas do déficit (porque também há problemas oriundos do setor saúde, negar seria desonestidade intelectual).

Eu acho um absurdo o tipo de pesquisa tendenciosa que o nosso patrão BB faz em véspera de campanha salarial. Mas é direito dele fazer.

Eu reafirmo minha opinião sobre a solução para o momento e para o contexto em que estamos, e ficarei feliz se houver uma revolução, uma grande mudança comportamental nas próximas semanas por parte do corpo social e tivermos uma grande mobilização que faça o patrocinador BB se 'sensibilizar' um pouco mais e colocar a mão no bolso para pelo menos dividir a conta da solução do déficit. Meus votos e opiniões seguirão sendo publicizados, até com antecedência, sim. Aliás, será que vou ter que começar a divulgar também quando eu perder por 3 x 1 nos debates da governança?

Por fim, normalmente eu não ligo, mas para representações formais é o mínimo que temos que esperar, o meu nome é "William" com "m" de macaco e não "Willian".

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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"UM CHAMADO A TODOS OS REPRESENTANTES ELEITOS PELOS TRABALHADORES: ENFRENTAR A CRISE DA CASSI E NÃO CEDER ÀS CHANTAGENS

O Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da CASSI, Willian Mendes, divulgou uma nota no dia 02/08/2016, “Opinião sobre negociações CASSI e agenda do Diretor de Saúde (DF e GO)”, defendendo uma proposta de “aumento da receita do plano, dos atuais 7,5% para 10%, mantendo-se a proporção estatutária…” para resolução do déficit. Assim, a contribuição do associado passaria de 3 para 4%. Manifestamo-nos contrários a esta proposta que divide o ônus, de forma igualitária, entre o Banco e os associados. Para nós, é um grave erro um diretor eleito pelo funcionalismo, antes mesmo do banco apresentar sua proposta, publicizar uma posição com este conteúdo.

Foi estabelecido, corretamente pelas entidades, algumas premissas para a negociação: a defesa da solidariedade e a manutenção da cobertura para ativos e aposentados. Para nós é necessário agregar outra: o Banco é o responsável por nossa saúde e deve arcar com este custo. A CASSI é um benefício indireto pelo qual vendemos nossa força de trabalho em condições cada vez mais massacrantes.

Concordamos com William sobre o que gerou o déficit: o descompasso entre nossos salários e o reajuste na inflação médica. Com o plano de funções, houve um agravamento desta situação, pois houve rebaixamento salarial dos colegas que migraram para a jornada de 6 horas. Isso faz com que a contribuição para a CASSI (associado e patrocinador) seja insuficiente para manter equilibrada a sua situação financeira.

Encontrar o diagnóstico é o primeiro passo para curar o paciente. Porém, na proposta apresentada por William consta o aumento da contribuição na mesma proporção para associados e patrocinador. A política que o Banco tem imposto aos funcionários, como a ilegal jornada de oito horas, o assédio moral, o ataque ao antigo PCS, os descomissionamentos, reestruturações etc., tornam a atividade bancária cada vez mais estressante, gerando maior adoecimento, o que afeta diretamente a CASSI. Se é o Banco que gerou o desequilíbrio, ele é que deve cobri-lo.

O Banco afirmou que apresentará sua proposta de resolução do déficit até o fim da primeira quinzena de agosto. Espertamente, encomendou uma pesquisa de opinião que busca saber o quanto estamos dispostos a ceder para garantir a saúde financeira de nossa Caixa de Assistência. Entre os questionamentos, relaciona o aumento das co-participações, a redução de benefícios, a cobrança por idade ou a cobrança por dependente (o que fere a solidariedade). Nesta pesquisa, assim como em todas as negociações anteriores o ônus, o Banco quer depositar o déficit exclusivamente em nosso colo. O tempo é curto. As propostas começam a surgir e tudo indica que em breve será apresentada uma proposta de reforma estatutária para nos impor mais um ataque. Fazemos um chamado a todo o funcionalismo que diga NÃO às propostas sugestionadas na pesquisa.

Qualquer consulta ao Corpo Social (para mudança estatutária) só poderá ir a voto se contar com a anuência da mesa de negociação. Para não abrirmos margem para a campanha do Banco, é urgente que todos nossos representantes eleitos, seja nos Conselhos ou na Diretoria da CASSI, seja nas entidades que compõem a mesa de negociação, que não aceitaremos pagar por um déficit que não é de nossa responsabilidade.

Não basta que os nossos representantes façam estudos e elaborem propostas. O Banco não será “convencido” que o apresentado é o correto. Além da firmeza na negociação, é necessário ir além. Estamos atrasados. Tem que acontecer pressão efetiva sobre o Banco. Defendemos que, no mês de agosto, realizemos um GRANDE DIA DE LUTA em defesa da CASSI, com paralisações parciais, debates, assembleias. É necessário fazer um chamado aos aposentados para que se juntem aos ativos nesta luta.

Estamos entrando em mais uma campanha salarial e lá apresentaremos toda nossa pauta, inclusive as específicas. É inadmissível iniciarmos esta campanha aceitando uma proposta que nos imponha mais perdas (pois significará um rebaixamento salarial) sem antes ter testado toda nossa capacidade de luta.

Willian afirma que votou contra as propostas em que o Banco tentou nos impor todo o custo. É o mínimo que esperamos de nossos representantes. Isso é insuficiente. Queremos que estejam ao lado dos associados até o fim. Nós, que também somos representantes eleitos, nos colocamos a serviço desta luta. Fazemos um chamado a todos os demais eleitos: Não é hora de ceder. Todos precisam se transformar em alavancas para nossa mobilização.

Assinam:
Angelo Argondizzi - Conselheiro Fiscal da CASSI e funcionário Cesup Campinas
Leodete Sandra – Conselheira Fiscal da CASSI e funcionaria Gecex PE
Ronaldo de Moraes Ferreira – Conselheiro Deliberativo da CASSI e aposentado
Juliana Donato – Representante dos Funcionários no Conselho de Administração do BB" (Fonte: site da Juliana do Caref)

28.4.16

A votação do relatório anual da Cassi (27/04 a 6/05)



Comentário do Blog

Como informamos nesta semana, os associados devem apreciar as informações contidas no Relatório Anual 2015 da Cassi até o próximo dia 6 de maio. 

Apreciar e votar é um direito estatutário que os associados conquistaram ao longo de nossa história de lutas por participação social na Caixa de Assistência e o relatório contém todas as informações necessárias e, inclusive, as obrigatórias. A Cassi é muito atenta a isso, tanto por parte dos indicados do patrocinador Banco do Brasil quanto pelos eleitos representantes do patrocinador Corpo Social. E é evidente que o relatório já teve o crivo da auditoria externa e dos Conselhos Fiscal e Deliberativo.

Vejam abaixo a diferença de comportamento de um confederação de trabalhadores bancários (Contraf) que representa dezenas de sindicatos, os maiores do país, sindicatos que congregam quase 90% dos 100 mil bancários do BB no país, sindicatos que construíram as campanhas nacionais unificadas dos bancários e que lideram a categoria que mais faz luta e greves nos últimos tempos.

E vejam logo abaixo o comportamento da senhora Juliana Donato, líder do MNOB/CSP Conlutas, o grupo sindical do PSTU que construiu a chapa vitoriosa nas eleições da Cassi deste ano e que na semana seguinte do resultado das urnas já prega o caos, o "quanto pior, melhor" na nossa Cassi. (aliás, dizem que muitas pessoas estão reclamando nas redes sociais que não sabiam que a chapa vencedora era desse grupo político/sindical).

Qual o sentido de fazer campanha pela reprovação do Relatório Anual 2015 da Cassi? Na minha opinião de diretor eleito pelos associados, se tem uma coisa inadequada e incoerente por parte de alguma "liderança" da comunidade BB na atual conjuntura da Cassi e do setor saúde é dizer que não tem informações sobre os números da Cassi, o contexto e a conjuntura que estamos atravessando. Por favor, a Cassi e os associados merecem respeito!

Todas as entidades nacionais representativas que compõem a mesa de negociação com o Banco não fizeram outra coisa (forma de expressão) senão informarem ao longo do ano de 2015 seus associados sobre a Cassi, os motivos do déficit no plano de saúde dos funcionários, os graves problemas do setor de saúde (externos à Cassi), as posições de todas as lideranças e representações de que o Banco também deve se responsabilizar com qualquer rateio ou aporte para reequilibrar o Plano de Associados, as 17 Conferências de Saúde que fizemos em 2015 com milhares de associados e entidades representativas etc. Onde estava a senhora Juliana?

Propor o "quanto pior, melhor" é bem característico desse segmento da antiga "convergência socialista", setor do movimento dos trabalhadores que sempre foi marcado pelo sectarismo, pela falta de busca de consenso e pelo não interesse em construir unidade, pelo contrário, se eles fossem maioria no seio dos trabalhadores do Banco do Brasil e dos bancários (que é uma categoria bem organizada e consciente), é provável que sequer teríamos a única Convenção Coletiva Nacional do país.

Será que o ano que vem, quando a chapa do MNOB/CSP Conlutas já tiver tomado contato com a realidade em gerir uma entidade de saúde num setor com tanta crise, será que eles vão defender a rejeição do Relatório Anual 2016? Estarei acompanhando atentamente o grupo que chegará na gestão e que sempre foi contrário, inclusive, a existir qualquer plano de saúde além do SUS.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)


(Matéria da Contraf-CUT)

Começa votação do relatório anual da Cassi e Contraf-CUT orienta aprovação das contas

As entidades filiadas devem divulgar em suas bases a orientação para que os funcionários votem a favor da aprovação das contas da Cassi

27/04/2016

Os associados da Cassi podem votar, a partir desta quarta-feira (27), para a aprovação do relatório anual da Cassi. A votação vai até o dia 6 de maio. A Contraf-CUT orienta os associados a aprovarem o relatório. As entidades filiadas devem divulgar em suas bases a orientação para que os funcionários do Banco do Brasil votem a favor da aprovação das contas da Cassi.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e coordenador da mesa de negociações da Cassi, é importante a aprovação do Relatório Anual para que retomemos o processo de negociação que busca a sustentabilidade da Cassi.

Podem votar funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil que são associados e estão em pleno gozo de seus direitos junto à Cassi, conforme o Estatuto da Entidade.

Os funcionários da ativa e quem se aposentou após 31/1/2016 votam no Sisbb. Aposentados até 31/1/2016 votam nos TAA.

O Relatório Anual reúne dados referentes à população assistida, separada por Plano, informações sobre o uso dos serviços, como consultas, exames e internações, e sobre os programas de saúde oferecidos pelas CliniCassi, e os números referentes a receitas e despesas da Caixa de Assistência em 2015, que são auditadas, e os pareceres da auditoria externa e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. A Mensagem da Diretoria analisa o resultado que a Cassi teve no ano anterior, explicando os motivos que levaram a ele e as ações já tomadas.

O Relatório Anual 2015 está disponível em diferentes formatos digitais: um hotsite, que permite acessar capítulo por capítulo, uma versão completa em PDF e um aplicativo gratuito para celulares smartphones.

Clique aqui para acessar o Relatório Anual de 2015

Neste ano, o documento não foi impresso, por decisão do Conselho Deliberativo da CASSI. Quem desejar, pode solicitar a versão PDF por email. Para isso, precisa enviar a solicitação do arquivo à Cassi, indicando em que endereço eletrônico deseja recebê-lo. Dúvidas sobre o acesso ao Relatório Anual também podem ser esclarecidas pelo telefone 61 3212-5035, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

Para baixar o documento no celular, entre no Google Play, em aparelhos android, ou na Banca Apple, em iphone ou ipad, e digite “Jornal CASSI”. Baixe o aplicativo e clique sobre a capa do Relatório Anual 2015 para acessar o documento.

Fonte: Contraf-CUT


(Matéria da isenta, neutra e não partidária Juliana Donato do MNOB/CSP Conlutas - PSTU)


REJEITAR AS CONTAS DA CASSI

Inicia-se no dia 27 de abril e vai até o dia 06 de maio o processo de votação do relatório das contas da Cassi, referente ao ano de 2015. Sabemos que a Cassi atravessa uma crise por conta do déficit e uma votação como essa não pode ser vista como uma mera formalidade. Será que os nossos representantes eleitos que compõem a atual direção da Cassi não têm nada a nos esclarecer?

Acreditamos que os representantes eleitos pelos funcionários têm a obrigação de debater e explicar para os associados as contas da Cassi.

Há mais de um ano uma comissão foi formada pelas entidades do funcionalismo e estão negociando com o Banco o déficit. Nesta atual situação, torna-se imprescindível compreender como está a Saúde financeira de nossa Caixa de Assistência e quem é o verdadeiro responsável por este desequilíbrio.

Várias questões não estão claras: porque a Cassi não divulga as estatísticas de doenças ocupacionais causadas por metas e assédio moral, uma vez que é a única detentora destas informações? Por que o relatório da Cassi não discrimina os valores que foram recebidos pelos associados e quais foram pelo Banco? Pois, da forma como é apresentado, dificulta a conferência da participação patronal.

Por isso, defendo a rejeição das contas de 2015. O Estatuto da Cassi estabelece:

“ V. deliberar sobre a aprovação do Relatório anual e as contas da Diretoria Executiva, depois de aprovados pelo Conselho Deliberativo e acompanhados de parecer do Conselho Fiscal.

§ 1º. Na hipótese de reprovação pelo corpo social, a Diretoria Executiva tem prazo de 30 (trinta) dias para reapresentar a documentação, acompanhada dos esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários, para submeter ao Corpo Social em segunda consulta.”

Precisamos rejeitar a aprovação deste relatório e na sequência pressionar os sindicatos para convocar assembleias para debater a real situação da Cassi e exigir, como prevê o estatuto, que a diretoria executiva preste os esclarecimentos sobre todas estas questões que não estão claras.

Juliana Publio Donato de Oliveira – Representantes dos Funcionários no Conselho de Administração do BB

1.3.15

Contraf-CUT apoia Rafael Matos na eleição do Caref, que inicia segunda




Candidato mais votado no primeiro turno, Rafael tem apoio dos sindicatos


Começa nesta segunda-feira 2, e termina na sexta-feira 6, o segundo turno da eleição do representante do funcionalismo ao Conselho de Administração do Banco do Brasil (Caref). A disputa será entre os dois candidatos mais votados no primeiro turno. A Contraf-CUT e a grande maioria das entidades sindicais apoiam a reeleição de Rafael Matos (matrícula F8369846), o mais votado na primeira rodada, entre 2 e 6 de fevereiro.

Rafael teve 6.400 votos contra 4.345 de Juliana Publio, a segunda colocada.

"O representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB precisa da união de todos os trabalhadores e das entidades sindicais para ter força suficiente para enfrentar os interesses da Direção do Banco e do governo. Por isso a Contraf-CUT e a grande maioria dos sindicatos apoiam Rafael Matos para o Caref. Rafael já provou que trabalha no Conselho de Administração do BB em parceria com as entidades representativas na defesa dos interesses dos funcionários", afirma Carlos Cordeiro, presidente da confederação. 

História e compromisso com as lutas 

Rafael tem 14 anos de BB. Tem participação ativa nas lutas por melhores salários e benefícios, por isonomia de tratamento e por melhores condições de trabalho. Foi diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Trabalhou com os diretores eleitos na Previ, em defesa do patrimônio dos associados.

Trabalhou também no BB Freguesia do Ó, na Gepes SP e atualmente na Direc SP. Graduado em História pela USP, tem MBA em Gestão de Pessoas pela FGV e em Sustentabilidade pela FESP-SP.

"Para ser forte o suficiente para enfrentar a Direção do BB, o Caref precisa atuar em sintonia com os interesses do conjunto do funcionalismo. Precisa também do apoio das entidades sindicais e associativas que organizam a luta dos trabalhadores. Se ficar isolado, distante dos sindicatos, o Caref se enfraquece e pode ser atacado pelo Banco" avalia Wagner Nascimento, diretor do Sindicato de Belo Horizonte e coordenador da Comissão de Empresa do Funcionalismo do BB.

A serviço do funcionalismo e do BB público

Rafael defende um mandato pautado pela defesa dos trabalhadores e do caráter público do BB.

● Defesa do funcionalismo

- Pela contratação de mais funcionários

- Contra a terceirização e as reestruturações que eliminam funcionários

- Contra o assédio moral e as metas abusivas

- Cassi e Previ fortes, sob controle dos associados

- Pela valorização do funcionalismo 

- Por mais mulheres em cargos de direção

● BB público sempre

- Crédito produtivo para gerar emprego e renda

- BB forte, agente do crescimento econômico

- BB forte com estabilidade e respeito aos trabalhadores

- BB com orçamento participativo

Como votar

SISBB - Aplicativo Pessoal - Eleição CAREF 2015 2º turno - Rafael Vieira de Matos F8369846 - Confirma

Sintonia com os sindicatos e compromisso com os trabalhadores

O Caref é a representação dos trabalhadores no mais alto órgão de decisão do Banco do Brasil, o Conselho de Administração. Apesar de ser minoritário, o conselheiro eleito pelos funcionários participa das decisões mais importantes e estratégicas do Banco: política de crédito, investimentos, produtos, orçamento, aquisição e venda de subsidiárias, política de pessoal, remuneração da diretoria, dentre outras. 

É muito importante eleger um representante comprometido com os interesses do funcionalismo e em sintonia com o movimento sindical. É dessa união e soma de esforços que a luta do funcionalismo se fortalece. O primeiro mandato de Rafael teve esse caráter, de atuação conjunta com as entidades sindicais

O Conselho de Administração

O Caref é o representante dos funcionários no Conselho de Administração. Este Conselho é composto de 8 membros, sendo 5 indicados pelo governo, 2 pelos acionistas minoritários mais um eleito pelos funcionários. Apesar de ser somente um, o Caref participa de todas as decisões, exceto daquelas que dizem respeito à remuneração e benefício dos funcionários. Em 2010 o Congresso Nacional aprovou a lei que garante esta representação em todas as empresas públicas federais e impôs esta restrição. A luta para derrubar esta proibição já começou, para que a representação seja por inteiro, e não pela metade. 


Fonte: Contraf-CUT

23.10.14

Artigo: O que Aécio Neves quer dizer com sanear e profissionalizar?


Maria Rita Serrano, Fernando Neiva e Rafael Matos.

No primeiro debate após o primeiro turno das eleições presidenciais, realizado pela Band no último 14 de outubro, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) apresentaram suas propostas para os bancos públicos. Enquanto a presidenta manteve o discurso da prioridade aos programas sociais, o tucano saiu-se com a frase: 'É claro que nós não vamos privatizar os bancos públicos, nós vamos sanear, dar transparência'.

E o que, exatamente, seria esse saneamento, essa 'limpeza' - para usar um dos sinônimos da palavra - proposta por Aécio Neves? 

Necessariamente, dizer que não vai privatizar não significa menos riscos para o trabalho desenvolvido pela Caixa e pelo Banco do Brasil hoje e para os direitos de seus trabalhadores. Esse 'sanear' pode representar muito bem uma palavrinha muito usada pela cartilha neoliberal: as famosas 'reestruturações', que tantas demissões causaram nos anos 1990, sob governo de Fernando Henrique Cardoso. 

Talvez esse sanear não seja mesmo privatizar, mas sim fechar a Caixa e o BB, já que o ministro da Economia num eventual governo Aécio, Armínio Fraga, já deixou claro que não sabe o que vai "sobrar" dos bancos públicos. 

Outra palavra usada pelo candidato tucano, e que causa não só estranheza como muita desconfiança, é profissionalizar. Ora, 99,9% dos empregados da Caixa Federal são concursados. Apenas na presidência e nas 12 vice-presidências estão pessoas indicadas para ocupar os cargos. Os concursos da Caixa Federal estão entre os mais concorridos. O mesmo ocorre no Banco do Brasil, cujos trabalhadores igualmente enfrentam concursos disputadíssimos - ali, além do presidente, são nove as vice-presidências. Qual é, então, a profissionalização a que Aécio Neves se refere?

Nós, empregados da Caixa Federal e do BB, conhecemos o dia a dia da empresa e as ações desenvolvidas pelos governos Lula e Dilma. Muitos viveram os anos neoliberais de FHC e sabem das consequências daquele período para os brasileiros e os trabalhadores. É hora de refletir e, principalmente, ter clareza do que nos espera como cidadãos e funcionários de um banco público. Você tem? 

Fernando Neiva e Maria Rita Serrano são representantes eleitos dos empregados no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal. 

Rafael Matos é representante eleito dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil.


Fonte: Contraf-CUT

29.9.14

CAREF BB: Conselheiro de Administração Eleito apoia a luta dos bancários






29 de Setembro de 2014 | Boletim 2


Bancários entram em greve amanhã 

A Campanha Salarial é um dos períodos mais importantes do ano na vida das trabalhadoras e trabalhadores bancários.

Neste momento, culmina todo um processo de construção de reivindicações muito bem organizado que teve início no começo do ano, durante diversos encontros locais e nacionais que envolveram bancários de todo país.


Na última semana, bancários em assembleias rejeitaram a proposta apresentada pelos banqueiros e decidiram ir à greve. Banqueiros apresentaram nova proposta no sábado, dia 27, de reajuste de 7,35%, aumento real ainda inferior a 1%, que foi rejeitada pelos representantes dos trabalhadores. Insuficiente, na medida em que o lucro dos cinco dos maiores bancos do SFN cresceu, 16,5% no ano.


Como representante eleito pelos funcionários no Conselho de Administração do BB apoio e participo da luta dos trabalhadores por melhores salários e condições de trabalho. Estou junto com o funcionalismo, que decidiu de forma legítima e democrática, conquistar mais. Acima de tudo, estarei apoiando e participando de uma luta que é nossa.


Outros temas ainda precisam avançar mais, como a ampliação das contratações, investimentos na carreira, combate à terceirização e precarização do trabalho, segurança e igualdade de gênero, além, é claro, da pauta específica de negociações.


Tenho defendido, inclusive, que o BB contrate mais funcionários e comece repondo as vagas existentes em todo o país que ainda não foram preenchidas. Uma necessidade urgente para diminuir a sobrecarga de trabalho generalizada nas dependências do banco.


Além disso, é importante discutir o modelo de estabelecimento de metas. Hoje, elas são construídas sem envolver todos os funcionários, que, mais do que ninguém, têm condições de analisar a realidade socioeconômica onde cada unidade está inserida, realizando negócios sustentáveis e atuando para fazer do BB um banco cada vez mais público. 


Reafirmo o meu compromisso pela defesa dos interesses das funcionárias e funcionários do Banco do Brasil com a expectativa de uma boa resolução para a Campanha Salarial. Um momento importante para a vida de todos, em que só teremos êxito com a participação e engajamento de cada um. 



9.6.14

Novo coordenador da Comissão de Empresa do BB defende unidade


Wagner Nascimento é diretor do Sindicato
dos Bancários de Belo Horizonte.

Em um ano atípico, com diversos fatores externos que podem influenciar o resultado da Campanha Nacional dos Bancários 2014, Wagner Nascimento, diretor do Sindicato de Belo Horizonte e Região, foi apresentado neste domingo 8, durante a plenária final do 25º Congresso Nacional dos Funcionários, como o novo coordenador da Comissão de Empresa do BB, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o Banco.

"Primeiramente, quero agradecer o convite para participar da coordenação da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. E esclarecer também que a coordenação só dirige os trabalhos. Na verdade, quem dá o tom são as federações e os sindicatos, e é assim que a gente constrói a nossa Campanha Nacional", afirmou Wagner Nascimento.

"Podem contar comigo com bastante trabalho e diálogo com todas as representações que estão representadas no Comando Nacional dos Bancários. Quero deixar aberto também para que aqueles sindicatos que ainda não estão no Comando por uma decisão política, que venham participar do Congresso Nacional dos Bancários do BB para que a gente possa construir mais esta unidade dos trabalhadores", destacou Nascimento, ao agradecer o apoio e pedir unidade de todos os bancários e bancárias do BB dentro de um cenário difícil para a Campanha Nacional 2014. "Apesar das dificuldades, acredito que é possível construir uma boa Campanha", acrescentou.

A construção da unidade


Secretário de Formação da Contraf-CUT, William Mendes agradeceu a confiança e o período em que coordenou a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. "O movimento sindical dos bancários é muito vitorioso porque a gente construiu uma unidade que é difícil de encontrar em qualquer outro grupo. Conquistamos uma Convenção Coletiva Nacional que vale para toda empresa e em todos os lugares do Brasil. Independentemente das diferenças políticas, vamos continuar trabalhando pela unidade e pelo fortalecimento da categoria", destacou William.

E concluiu: "Agradeço o convívio que tive com todos e todas que militam aqui no movimento e afirmar que continuo à disposição porque eu vou continuar no dia a dia com os companheiros dos sindicatos, das entidades, do funcionalismo e dos aposentados. Então, continuamos juntos aí, muito obrigado".

William Mendes deixa a coordenação da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB para assumir um novo desafio. Ele foi eleito pelos associados para o cargo de Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). William e os novos integrantes para os Conselhos Deliberativo e Fiscal foram empossados aos cargos do plano de saúde no dia 2 de junho, em Brasília.

Quem é Wagner Nascimento


Diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, Wagner Nascimento ingressou no Banco do Brasil em 2002. Tem experiência profissional em contabilidade e administração e foi gerente de serviços no BB. Graduado em Administração e pós-graduado em Gestão Previdenciária. 

Tem cursos de previdência complementar e gestão pública nas áreas de Contabilidade, Administração e Recursos Humanos. Foi membro do Conselho Consultivo do Plano Previ Futuro (2010/14), onde foi coordenador.

Caref defende melhores condições de trabalho 


Rafael Matos, eleito no ano passado representante do funcionalismo no Conselho de Administração do BB, presente ao 25º Congresso, fez uma saudação aos delegados para reafirmar que coloca seu mandato na defesa dos interesses dos trabalhadores. 

"Estamos fazendo uma agenda com uma série de visitas aos sindicatos e nós vamos construir isto ao longo deste ano, porque é um momento importante para debater também as contratações do Banco do Brasil. Uma grande campanha por mais contratações no banco, para que o banco continue contratando, gerando emprego, melhorando as condições de trabalho e fazendo o seu papel público", disse Rafael.


Rede de Comunicação dos Bancários
Rodrigo Couto, do Sindicato de Brasília
Nilma Padilha, da Contraf-CUT


Fonte: Contraf-CUT

25.4.14

Caref do BB dialoga com funcionários e defende mais contratações




O representante eleito para o Conselho de Administração (Caref) do Banco do Brasil, Rafael Matos, se reuniu nesta quinta-feira (24), com funcionários do CSO SIA e da Risco União, em Brasília, onde ouviu os problemas dos bancários e defendeu mudanças na gestão do BB. O encontro é uma das atividades do mandato para estar mais perto dos trabalhadores, a fim de representá-los melhor na principal instância de decisão do Banco.

Rafael explicou como funciona o Caref e fez uma apresentação sobre o mandato. Ele ressaltou que tem defendido mais contratações de funcionários, melhoria das condições de trabalho e revisão da política de metas do Banco.

Entre as propostas de Rafael para aumentar a proximidade e a interlocução com os funcionários do BB, além das visitas mensais em locais de trabalho em todo o país, está a criação de um site, com informações sobre a atuação do Caref.

Rejane Marques, Diretora da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (Fetec-CUT/CN), e Wescly Queiroz, Secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Brasília, acompanharam Rafael no encontro com os funcionários. "É importante que o Conselheiro eleito esteja junto dos trabalhadores que o escolheram, uma vez que o seu mandato deve ser direcionado para o funcionalismo", afirma Queiroz.

Voz dos bancários no Conselho de Administração do BB 


"É preciso valorizar cada espaço que conquistamos no BB e, por isso, é muito importante termos funcionários eleitos nas instâncias de gestão de entidades, como a Cassi e a Previ, e da própria empresa onde trabalhamos, como é o caso do Caref", salienta William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

"Os bancários e os sindicatos lutaram muito desde 1999 (quando o governo FHC/PSDB extinguiu o direito) para voltarmos a eleger um funcionário para o Conselho de Administração. O BB demorou ainda mais de um ano para regulamentar a função e, após a eleição, ainda foram meses de espera do Caref para tomar posse", explica William. 

"Esse projeto de atuação junto com as entidades sindicais aproxima o Caref dos funcionários e dos problemas do Banco. Portanto, nada melhor do que o Caref visitar os locais de trabalho uma vez por mês, ouvir os trabalhadores que constroem a grandeza do BB e verificar as reais condições de trabalho e de atendimento aos brasileiros", destaca o dirigente da Contraf-CUT. 

Para William, "o Caref é a voz dos funcionários no Conselho de Administração e há muita coisa que precisa mudar no Banco. Não é possível que haja falta de funcionários, metas abusivas, terceirização de serviços tipicamente bancários e corte de despesas pouco inteligentes por parte da direção do Banco, como desligamento de ar condicionado, redução de café, água e até papel, insegurança bancária, adoecimento dos colegas e filas, muitas filas. O Banco precisa contratar mais para atender melhor". 

"A Contraf-CUT vai continuar atuando junto com o Caref e cobrando do BB o exercício do papel de banco efetivamente público, que atenda a sociedade de forma ética e respeitosa e que valorize os seus trabalhadores", conclui William.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília

14.3.14

Caref visita agências, ouve funcionários e defende mudanças no BB



O representante eleito pelos funcionários para o Conselho de Administração (Caref) do Banco do Brasil, Rafael Matos, percorreu na quinta-feira (13) cinco agências de São Paulo, onde se reuniu com os bancários e acompanhou de perto o funcionamento desses locais de trabalho. O objetivo foi verificar, no dia a dia, os principais problemas que os trabalhadores do BB vêm enfrentando e, a partir desses elementos, em conjunto com a Contraf-CUT, federações e sindicatos, pautar a discussão sobre mudanças e melhorias nas reuniões do Conselho de Administração do BB.

Rafael foi eleito pelo voto direto dos funcionários, tomou posse em outubro de 2013 e atualmente está lotado na Diretoria de Clientes do BB, na capital paulista. Durante as visitas, ele esteve acompanhado do diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Claudio Rocha, e dos dirigentes da FETEC-SP, Inês Ogando e Silvia Muto.

"É um novo momento na atuação do Caref. Vamos atuar mais próximos dos bancários, procurando levar reivindicações dos funcionários para a pauta do Conselho de Administração. Pretendemos visitar locais de trabalho em várias regiões do país. Nessas primeiras visitas constatamos uma série de problemas, como falta de funcionários e más condições de trabalho.", destaca Rafael.

Segundo o conselheiro eleito, que desde a posse já participou de quatro reuniões do Conselho de Administração, em várias agências ficou constatada a sobrecarga de trabalho e evidenciou-se a necessidade de o BB cumprir urgentemente a cláusula 50ª do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, onde o Banco se compromete a contratar 3 mil funcionários até 31 de agosto deste ano. "Na próxima reunião, que será realizada na próxima quinta-feira, dia 20, encaminharei a reivindicação da Contraf-CUT para que o Conselho passe a acompanhar o andamento das contratações", afirmou.

Entre as propostas para aumentar a proximidade e a interlocução com os funcionários do BB, além das visitas mensais em locais de trabalho em todo país, está a criação de um site, com informações sobre a atuação no Caref.​


Voz dos bancários no Conselho de Administração do BB


"Nós temos que valorizar cada espaço, onde os trabalhadores conquistam o direito de eleger alguém como eles mesmos, de sua classe, nas instâncias de gestão de entidades como a Cassi e a Previ e da própria empresa onde trabalham, como é o caso do Caref. Os bancários e os sindicatos lutaram muito desde 1999 (quando o governo FHC/PSDB extinguiu o direito) para voltar a eleger um trabalhador ao Conselho de Administração. O BB demorou ainda mais de um ano para regulamentar e, após a eleição, ainda foram meses de espera do Caref para tomar posse", afirma William Mendes, Secretário de Formação da Contraf-CUT e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

"A Contraf-CUT e a grande maioria das entidades sindicais apoiaram a candidatura do companheiro Rafael Matos. Agora pensamos um projeto em conjunto com o nosso Caref para que ele esteja muito próximo aos funcionários e aos sindicatos durante o seu mandato. Nada melhor do que o Caref visitar os locais de trabalho do Banco uma vez por mês e verificar as reais condições de trabalho e de atendimento aos brasileiros", destaca William.

Para o dirigente da Contraf-CUT, "o Caref é a voz dos funcionários no Conselho de Administração e as coisas não estão nada bem por falta de funcionários, metas abusivas, terceirização de serviços tipicamente bancários e corte de despesas pouco inteligente por parte da direção do banco, como desligamento de ar condicionado, redução de café, água e até papel, insegurança bancária, adoecimento dos colegas e filas, muitas filas, porque o Banco precisa contratar mais para atender melhor".

"A Contraf-CUT e o Caref vão continuar cobrando do BB o exercício do papel de banco efetivamente público, que atenda à sociedade de forma ética e respeitosa e que valorize o seu corpo funcional", enfatiza William.


Fonte: Contraf-CUT