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26.2.26

Diário e reflexões - Conversando com os bancários do BB em Brasília



CONVERSANDO COM OS BANCÁRIOS DO BB EM BRASÍLIA

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026


ELEIÇÕES SINDICAIS

Os bancários e bancárias de Brasília estão vivendo um grande momento de cidadania e democracia em uma das bases sindicais mais importantes do país: os sindicalizados vão escolher a chapa que comandará o Sindicato entre 2026 e 2030. As eleições ocorrem entre os dias 9 e 13 de março.

Nesta semana, me uni aos apoiadores da campanha da CHAPA 1 - a Chapa das/os Bancárias/os - Responsabilidade e Compromisso com Você, liderada pelo amigo e companheiro Rodrigo Britto, uma liderança jovem e com grande experiência na luta e conquista de direitos para a classe trabalhadora.

Toda a minha formação política é oriunda do movimento sindical cutista e das lutas da categoria bancária brasileira. Além de trabalhar por quase três décadas no Banco do Brasil, trabalhei dois anos no Unibanco, hoje incorporado pelo Itaú. As concepções e práticas sindicais que me formaram como bancário valeram para a vida toda.

A CHAPA 1 DAS/OS BANCÁRIAS/OS É A CHAPA DA UNIDADE NACIONAL

Na eleição dos bancários de Brasília estão em disputa duas concepções de sindicalismo, uma mais sectária e divisionista e outra que defende e fortalece a unidade nacional e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada pela nossa confederação cutista e os bancos públicos e privados.

As minhas intervenções nesses quatro dias de diálogo com a base de funcionários do Banco do Brasil em Brasília resgatam um pouco de nossas histórias de lutas e conquistas como, por exemplo, a PLR nas estatais federais que só passou a ser paga aos trabalhadores após a campanha unificada. Ou seja, por uma estratégia do movimento cutista.

Como a geração de colegas na ativa é praticamente de funcionários dos anos dois mil para cá, compartilhar com eles a nossa história é uma forma de dar pertencimento aos trabalhadores.

Por fim, foi bom rever nesta semana tantas companheiras e companheiros de luta que conheço há décadas e o tratamento que recebi das lideranças políticas deu a mim o sentimento de pertencimento de fazer parte de uma grande categoria e com história secular de organização e conquistas de direitos.

Vamos ajudar a eleger as lideranças da CHAPA 1 nas eleições sindicais de Brasília porque as propostas e os componentes da chapa têm as melhores estratégias de conquistas para a categoria.

William Mendes

4.6.21

Cassi - Desmonte começa por Brasília



"Esperamos ver mais CliniCassi instaladas, principalmente onde a proporção de participantes cadastrados é baixa em relação ao total de assistidos, o que inclui as unidades gigantes da Cassi - São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal." (William Mendes, no blog Categoria Bancária em 14/5/18, ler aqui)


Opinião

Soube que a nossa Caixa de Assistência está fechando CliniCassi em Brasília (DF). Reduzindo a estrutura do modelo assistencial. E o pior é que divulga a notícia dizendo que está "expandindo" os serviços... curioso! O título da matéria é "CliniCassi Brasília Sul e Norte expandem atenção primária em novo endereço" (matéria de 28/5/21)

Não é de hoje que estamos alertando a comunidade de trabalhadores da ativa e aposentados do Banco do Brasil que a atual direção da nossa Caixa de Assistência adotou uma estratégia de desmonte da nossa autogestão, apostando na terceirização total de nosso modelo assistencial baseado na Estratégia de Saúde da Família (ESF), modelo que se dá na Cassi através das unidades próprias de saúde, as CliniCassi, com equipes multidisciplinares de família, programas de saúde e alguns serviços de saúde locais de acordo com o perfil de cada unidade.

A direção atual de nossa Caixa de Assistência tem se utilizado de estratégias muito semelhantes às utilizadas pelo governo de plantão em nosso país. Poderíamos entender isso como algo natural ao lembrarmos que metade da direção é indicada pelo regime no poder (o patrocinador indica). Acontece que vemos uma sintonia incomum entre as duas partes da gestão, a indicada e a eleita pelos associados. Em situações como essa - pensamento único na direção - fica evidente o risco da autogestão tomar uma direção contrária aos interesses dos associados.

Uma coisa curiosa é a forma como a direção da autogestão está desmontando o modelo assistencial testado e aprovado em relação à eficácia da Estratégia de Saúde da Família (demonstramos por estudos entre 2014/18). A direção repete mil vezes a expressão "Atenção Primária" de forma a virar um mote que tire a atenção para o fato: a ESF e sua estrutura própria de CliniCassi está sendo preterida em favor de contratar empresas terceirizadas para atender aos associados por telefone (!?), ou seja, a tal "telemedicina" virou outra palavra mágica e mote para dizer qualquer coisa na autogestão dos funcionários do BB.


PRIMEIRO ATENDIMENTO NÃO É O MESMO QUE ATENÇÃO PRIMÁRIA - Ao que parece, a estratégia de ficar repetindo a frase "Atenção Primária" tem um efeito inicial de dar algum tipo de atenção aos associados que estão em regiões com pouca rede credenciada, um problema oriundo do próprio mercado privado que vende serviços de saúde. O usuário acha que agora vai melhorar porque alguém lhe atendeu por telefone pela primeira vez. Nesses casos, o "primeiro atendimento" pode ser confundido com "atenção primária".


ATENÇÃO PRIMÁRIA NA CASSI SE DÁ ATRAVÉS DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NAS CLINICASSI - Só que esse primeiro contato terceirizado e por telefone não é o modelo assistencial que a Cassi desenvolveu ao longo de anos de aperfeiçoamento, no qual a ESF foi a forma de fazer Atenção Primária em Saúde (APS), estratégia definida e aprovada através de estudos e pilotos entre 1997 e 2001, após a reforma estatutária de 1996.

A autogestão e as outras operadoras de saúde têm dificuldades de rede por causa de diversos fatores do próprio mercado - o lucro é o objetivo de todas as empresas, consultórios e clínicas e profissionais que vendem serviços. As empresas e operadoras que estão se dando melhor são aquelas que têm estrutura própria de saúde e não o contrário, como está apostando a direção da Cassi: ao invés de investir para melhorar e estrutura própria e ampliá-la, está terceirizando e se desfazendo da estrutura que já tem. Isso não é razoável!


CASSI EM BRASÍLIA (DF) - Entre 2014 e 2018 a ESF cresceu em 52% o cadastramento de participantes e chegou a 14.500 pessoas acolhidas pelo modelo graças ao trabalho conjunto da diretoria de saúde, da Unidade Cassi DF e das CliniCassi Brasília Norte e CliniCassi Brasília Sul. Antes, tínhamos pouco mais de 9,5 mil cadastrados.
(ler o balanço da gestão que fizemos em relação à Unidade DF aqui)


ÍNDICE DE (D)EFICIÊNCIA OPERACIONAL DA CASSI - Conheço a estrutura da rede própria da nossa Caixa de Assistência e afirmo que é um total absurdo fechar as CliniCassi onde estão localizadas hoje em Brasília. Fica claro que a direção vai fazer o mesmo no restante do país porque tem uma leitura equivocada da autogestão em saúde e do modelo assistencial: ela fica olhando custo administrativo que é muito pequeno na Cassi em relação ao custo-benefício de fidelizar e monitorar os cadastrados na ESF, tanto os crônicos quanto as pessoas com risco de doenças.

A Cassi vai voltar a ser mera pagadora de compra de serviços de saúde no mercado. É uma aposta suicida, na minha opinião. Nenhuma empresa de saúde do mercado tem apostado nisso. As operadoras de saúde sabem que ter uma estrutura - primária, secundária, alguns hospitais de maior complexidade (próprios ou parceiros) e centros de imagem e diagnose - é importante no controle dos custos totais do início ao fim do processo nesse setor.


TERCEIRIZAÇÃO NA CASSI É ESCOLHA DE ALTO RISCO - Desmontar a estrutura própria de saúde e as equipes multidisciplinares e apostar na terceirização para comprar atenção básica no mercado é um equívoco sem volta porque não será fácil refazer o modelo com a expertise que conquistamos em décadas de aperfeiçoamento. A autogestão vai se autodestruir.

Nós ampliamos cerca de 25 mil vidas na Estratégia de Saúde da Família (ESF) chegando a 182 mil cadastrados em 2018 porque tivemos foco e gana em fazer isso, pedimos o empenho das equipes nas unidades e elas responderam por acreditarem no modelo ESF e CliniCassi. Agora a direção atual está desmontando a estratégia testada e aprovada há mais de duas décadas.

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Fica meu registro de preocupação e oposição a essa estratégia de desmonte da estrutura do modelo assistencial da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Apostar numa terceirização de atendimento por telefone e por empresas de atenção primária no volátil mercado privado é um caminho perigoso e prejudicial para nossa associação que cuida da vida de mais de 600 mil pessoas da comunidade BB. O custo disso será alto e parte dos participantes não vai dar conta de pagar, saindo do sistema Cassi.

Aliás, só pra lembrar a vocês, cada vez que alguém sair do Plano de Associados (que é pra vida toda) é redução de custo para o patrão BB...

William Mendes


11.1.21

Ataque ao BB - Governo fecha agências e desliga 5 mil trabalhadores



Opinião

Há menos de uma semana escrevi um artigo a respeito das ameaças e riscos aos quais o Banco do Brasil e sua comunidade de trabalhadores da ativa e aposentados estão expostos sob esse regime fascista e de destruição de tudo no país. (leia artigo aqui)

"Essa comunidade e segmento de trabalhadores bancários precisa ser fortalecida por cada um de nós. As nossas entidades representativas e associativas - incluindo nossos sindicatos, Cassi e Previ - estão todas sob risco e sob ameaça de desfazimento, de intervenções externas, de enfraquecimento e consequentemente de dificuldades para cumprir com seus objetivos em face do momento atual de crise política, social e econômica do Brasil."

Apesar de parecer, não foi uma premonição o que escrevi: foi mais ou menos uma leitura de cenário esses ataques ao banco e aos trabalhadores neste início de ano. 

Nesta segunda, 11 de janeiro, foi anunciado pelo regime no poder - o "governo" lesa-pátria - uma reestruturação no BB que pretende esvaziar ainda mais o papel do banco público e a sua capacidade de financiar a reconstrução do Brasil, que vive a maior crise de sua história após o golpe de Estado em 2016.

Ao mesmo tempo, o anúncio de redução do papel do BB é mais um ataque violento aos trabalhadores que já estão em seus limites físicos e psicológicos devido ao trabalho sob condições absurdamente adversas como tem sido trabalhar durante a pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19).

A depender desses celerados no poder, o Brasil, um dos maiores países do mundo, vai se tornar um pasto continental e uma lavoura de commodities para vender grãos, carnes e minérios aos povos de outros países do mundo. Não teremos empresas públicas que financiam agricultura familiar e nossas empresas, não teremos funcionalismo público com direitos, não teremos valor agregado em nossas produções internas (hoje a Ford anunciou fechamento de todas as fábricas aqui) e não teremos consumo interno, só miséria, fome, uberização de tudo e de todos.

Vamos acompanhar nos próximos dias as notícias que o movimento sindical vai nos trazer e divulgar para tod@s as pessoas da Comunidade BB da ativa e aposentados as informações sobre esse processo de esvaziamento do banco e risco cada dia maior para todos nós. Lembro a vocês que os riscos são os mesmos para ativos e aposentados, para BB, Cassi e Previ. Reflitam e compartilhem com seus pares e contatos.

Abraços,

William Mendes

(Reprodução de matéria do Sindicato dos Bancários de Brasília)

Governo Bolsonaro ataca sociedade e funcionalismo com nova reestruturação do BB

11 de janeiro de 2021

O pacote prevê desativação de 361 unidades e estima desligamento de 5 mil trabalhadores

O Sindicato tomou conhecimento, na manhã desta segunda-feira (11), de comunicado ao mercado feito pelo Banco do Brasil, que anuncia uma profunda reestruturação com impactos em todas as unidades da instituição, como fechamento de várias agências, certamente gerando ainda mais transtornos ao atendimento a clientes e usuários, impactando a prestação de serviços nos municípios e, por consequência, a retomada econômica de que o Brasil tanto precisa.

“O funcionalismo do BB, já atônito e aflito no meio de uma pandemia, após uma atuação aguerrida lidando com tantas superações, porque determinado a vencer esse estado de coisas, não aguardaria – por óbvio – como resposta um ataque direcionado na forma de demissões, política de descenso, diminuição de dotação, extinção de cargos e funções, fechamento de unidades, rebaixamentos, 'redistribuição' de cargos”, afirma Kleytton Morais, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília.

O dirigente ainda pontua que essa postura da direção do banco, alinhavada com os preceitos do Palácio do Planalto e do Ministério da Economia, é “inaceitável”.

Sindicato reforça que as funcionárias e os funcionários do BB merecem RESPEITO!

O Sindicato tem acompanhado a situação dramática e em muitos casos caótica nas agências do BB (na matéria original há um vídeo de superlotação em uma agência do Guará). As diligências realizadas e as tentativas junto ao banco para emergencialmente solucionar esses problemas não resultam sustentáveis, porque a necessidade de novas contratações é fato, por isso vê e percebe que é ineficaz a política isolada de “otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco”, conforme expressa o comunicado do BB.

O Fato Relevante informa que a implementação plena das medidas deverá ocorrer durante o primeiro semestre de 2021 e entre outras questões impactará 870 pontos de atendimento do país. O pacote prevê desativação de 361 unidades e estima o desligamento de 5 mil trabalhadores.

“A estimativa do BB pelo desligamento de 5 mil funcionários, a partir da adesão (será voluntária de fato?) aos dois programas de PDV, sem a previsão imediata de realização de concurso público, contratações e sem uma lógica expressa de retenção dos conhecimentos estratégicos acumulados por esses trabalhadores ao longo de décadas, é questão que precisa ser considerada e trazida pelo banco e que preocupa o Sindicato”, explica Kleytton.

Para o presidente do Sindicato, “é imperiosa a transparência da gestão, assegurado o respeito à participação ativa dos funcionários e funcionárias para opinar e influir nas soluções e redesenho da atuação que impactem na organização do trabalho e na persecução da continuidade e do fortalecimento da atuação do Banco do Brasil enquanto instituição pública e para o povo”.

“O desmantelamento do Banco do Brasil tem um objetivo claro, que é o de atender aos interesses do mercado, em particular dos bancos privados, que visam somente o lucro. Isso é uma tragédia em diversos níveis, porque, além de contribuir com o aumento do já grave quadro de desemprego que assola o país em plena pandemia, na prática significa retirar do povo um importante instrumento de crédito para a agricultura, a indústria, o comércio e as pessoas físicas”, avalia Marianna Coelho, representante da Fetec-CUT/CN na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e secretária de Assuntos Jurídicos do Sindicato.

O Sindicato destaca que esta é uma nota informativa preliminar. Ao longo dos dias, a entidade buscará reunir mais informações, inclusive junto ao banco, a fim de orientar a categoria e mobilizá-la à luta e a resistir contra ameaças, ataques e tentativas de supressão de direitos.

Fonte: Da Redação do Sindicato

14.5.18

Cassi inaugura novo serviço próprio em Brasília


(reprodução de matéria, com comentário do atual Diretor de Saúde no blog ao final)


Cerimônia de inauguração (1 e 2), Márcia (3) e
Richard (4), funcionários do Edifício BB, Inês (5),
da Dipes, e profissionais da nova CliniCassi.


Publicado em: 14/05/2018

Começou a funcionar hoje, em Brasília, a CliniCassi Edifício BB, que vai atender os 4,6 mil funcionários que trabalham no local. É o sexagésimo sexto serviço próprio da Cassi, terceiro na capital federal, criado para atender demandas espontâneas, sem agendamento, consultas com médico do trabalho e realizar o acompanhamento pela Estratégia Saúde da Família (ESF) – equipe com médico de família, enfermeiro, técnico de enfermagem e nutricionista.

“Vou mudar a minha equipe da ESF pra cá, porque vai ficar mais fácil o acompanhamento”, comemorou a Gerente da Divisão de Pagamentos da Disec, Márcia Campos. Ela mantém controlada a diabetes desde que, há quatro anos, começou a ser acompanhada pela ESF na CliniCassi Brasília Norte. Márcia diz que vai recomendar a adesão à Estratégia aos colegas do prédio. Richard Anderson de Souza, funcionário da área de engenharia do Banco, também conta com o novo serviço para se cuidar mais. “Só costumava ir na CliniCassi para os exames periódicos. Agora, sem gastar o tempo de deslocamento, ficará mais fácil aderir aos programas de promoção à saúde”, pondera.

A Gerente de Saúde Ocupacional, Juliana Campello, e a Gerente de Segurança e Saúde no Trabalho, Inês Saldanha, ambas da Diretoria de Pessoas, apostam numa maior aproximação entre as ações assistenciais e as de saúde ocupacional, com a CliniCassi complementando o que é feito pelo Banco. “Conseguiremos um recorte mais preciso do perfil da população”, fala Inês.

As médicas de demanda espontânea da nova CliniCassi, Melanie Franca e Tereza da Mota, reforçam que a estrutura favorecerá o cuidado. “Mesmo quando chegam com uma queixa específica para tratarmos, acabamos identificando fatores que precisam ser melhorados e propormos a adesão à ESF para um cuidado mais amplo. E ter uma população com um perfil definido, como será aqui, permite ações mais precisas”, diz Melanie. “As pessoas gostam da ideia de ter o seu médico de família, como existia no passado”, reforça Tereza. As duas médicas foram apresentadas durante a inauguração, junto a outros profissionais que integram a equipe que atuará no Edifício BB.

Na cerimônia, o Presidente da Caixa de Assistência, Luis Aniceto, destacou a parceria com o BB para viabilizar a instalação da CliniCassi e disse que a experiência servirá para expandir o modelo da Estratégia em outros locais. “Investir na atenção primária é uma forma de melhorar a saúde dos associados, que passam a viver melhor, trabalham melhor.” 


O Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes, também acredita que este serviço contribui para a ampliação da ESF e marca “um novo momento para a Cassi”. O Diretor da Diretoria Gestão de Pessoas do Banco do Brasil, José Caetano Minchillo, destacou que os quase 5 mil funcionários dão a dimensão do desafio desta CliniCassi na prevenção do adoecimento. “Mais do que economizar – reduzindo a necessidade de procurar a rede credenciada – podemos promover a saúde dos nossos profissionais.”

Participaram ainda da cerimônia representantes do Conselho de Usuários da Cassi DF e de entidades ligadas ao funcionalismo do BB, além de dirigentes, executivos e funcionários da Cassi e do BB.

SERVIÇO


A CliniCassi funcionará de 8h às 18h, de segunda à sexta, no 9º andar da torre norte do edifício BB. O atendimento é direcionado aos funcionários do prédio.

Fonte: site da Cassi


Comentário do blog:

Olá prezad@s associados da Cassi e companheir@s de lutas por direitos dos trabalhadores.

Hoje inauguramos a CliniCassi Ed. BB em Brasília. Fico feliz por isso, porque trabalhamos muito nesses quatro anos de mandato na Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, área responsável pela gestão do modelo assistencial e pelas unidades próprias da Cassi, para reverter uma leitura inadequada que se fazia das CliniCassi, do modelo de prevenção e promoção a partir de Atenção Primária e Estratégia Saúde da Família e dos programas de saúde de nossa autogestão.

Há 4 anos, a Cassi era muito mais desconhecida que hoje. E incompreendida. Por isso, sofria com lugares comuns e equívocos nas expectativas do papel das CliniCassi. A Cassi ainda é pouco conhecida por sua comunidade, precisa avançar no empoderamento e pertencimento de seus associados e usuários. Estamos terminando nosso trabalho à frente da Diretoria de Saúde e das equipes de profissionais que atuaram conosco na sede e nas unidades com muita gratidão pelo trabalho dedicado e competente que vimos de cada funcionário da Caixa de Assistência. E isso em crise constante do setor e dela própria, por diversos fatores.

De um lado, a Caixa de Assistência tem um problema antigo e recorrente de desequilíbrio entre despesas e receitas no Plano de Associados. Não adianta alguns neófitos no tema "gestão de saúde" discursarem facilidades nas soluções como se o déficit fosse coisa recente e "culpa de eleitos". Na realidade o sistema Cassi vem apresentando déficits por décadas a fio. Afirmo isso porque li quase 3 décadas de Relatórios Anuais e no início dos anos 90 já havia déficit de quase 100% entre despesas e receitas. O motivo sempre foi de conhecimento das gestões: a Cassi ser mera pagadora de compra de serviços de saúde no mercado equivale a nunca estabelecer equilíbrio entre o que se arrecada no sistema e o que se paga no mercado. Básico, porque mercado vive de vender serviços e quanto mais se vende (e gera demandas), mais se lucra às custas dos usuários e seus planos. Não precisa ser um gênio para se fazer esse diagnóstico.

Por outro lado, a solução para se encontrar sustentabilidade no sistema de saúde da Cassi foi pensada na Reforma Estatutária de 1996. Passar a fazer gestão de saúde a partir de um sistema próprio de Atenção Integral, com Atenção Primária e ESF e CliniCassi. Por mais de uma década, a incerteza se as CliniCassi e o modelo deveriam ou não avançar, se davam resultados econômico-financeiros sobre os investimentos ou não, fez com que o avanço na ampliação da cobertura do modelo assistencial fosse lento ou não ocorresse. Ficamos felizes em terminar o mandato ao menos tendo contribuído para que a ESF e o modelo assistencial tenham se destacado interna e externamente como a melhor alternativa para organizar um sistema de promoção de saúde e prevenção de doenças.

Mesmo tendo feito um mandato sob a maior crise entre receitas e despesas do Plano de Associados em muitos anos (e sem receitas extraordinárias como ocorreu entre 2007 e 2014), que é um tipo específico de problema do sistema Cassi (custeio), contribuímos com a Caixa de Assistência aumentando em mais de 25 mil vidas a cobertura da ESF, e também contribuímos com estudos desenvolvidos na Diretoria de Saúde que permitiram que as convicções sobre a efetividade do modelo assistencial fossem alcançadas pelos intervenientes. Daí que estamos terminando o mandato, mesmo em crise econômico-financeira, com muitos projetos na área da saúde aprovados e em desenvolvimento na Caixa de Assistência como a ampliação da ESF e dos programas de saúde. Isso é bom para a Cassi e para a comunidade, o que inclui o BB, os associados, as entidades representativas, a Cassi e seus funcionários.

Esperamos ver mais CliniCassi instaladas, principalmente onde a proporção de participantes cadastrados é baixa em relação ao total de assistidos, o que inclui as unidades gigantes da Cassi - São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal.

É isso, acabei me alongando no comentário. Repito o que disse na inauguração da CliniCassi Ed. BB: agradecemos o apoio da Direção da Cassi, da Direção do Banco do Brasil e dos profissionais da Cassi. Todos acertaram nessa aposta no modelo assistencial da nossa querida Caixa de Assistência. Parabéns aos associados e participantes do sistema.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014-2018)

23.4.18

Cassi - Agenda e opinião do Diretor de Saúde (DF, MG, SP)




Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores brasileiros.

Estamos em Salvador (BA) para iniciar mais três agendas de apresentação do Relatório Anual da Cassi 2017, que está disponível para os associados no site de nossa Caixa de Assistência. O relatório irá a consulta do corpo social a partir do dia 30 de abril. 

A Diretoria Executiva está visitando os associados em algumas capitais para esclarecer a comunidade sobre os resultados da operadora de autogestão e as ações que estão em andamento para a sustentabilidade e melhoria no atendimento aos usuários. Após Salvador, iremos a Curitiba e Rio de Janeiro. Na semana que passou estivemos em Brasília, Belo Horizonte e São Paulo.

Eu sou o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Junto com meus colegas de chapa, fomos eleitos em 2014 e estamos terminando o mandato em maio deste ano. Estas são minhas últimas agendas como diretor eleito. É sabido por quem acompanhou o nosso trabalho, lideranças das entidades sindicais e associativas e Conselhos de Usuários, que fizemos um mandato muito transparente e muito próximo às bases sociais.

A estratégia política de fortalecer a participação social, de estar nas bases sociais de todo o país e não só dos grandes centros, de fazer jornadas triplas de trabalho para conseguir estudar a Cassi e o setor, sua história, seus meandros, desafios e pontos fortes, e ao mesmo tempo fazer base e prestar contas foi muito difícil para o ser humano William, porque fiz 4 anos de trabalho ininterrupto, de segunda a domingo. 

Mas valeu a pena do ponto de vista de ter ajudado a criar uma mobilização nacional com unidade em defesa dos associados e da Cassi, ter criado mais pertencimento entre as lideranças, entidades e a Cassi, e criado uma mesa nacional que gerou o Memorando de Entendimentos e as negociações permanentes até dezembro de 2019.

Em todas as apresentações, tenho destacado pontos positivos da Cassi em sua busca por sustentabilidade, lutando por manter os direitos dos associados, pois os principais problemas que a autogestão enfrenta há muitos anos são oriundos do próprio setor de saúde suplementar e do mercado empresarial de venda de "serviços" de saúde, que rentabiliza seus investimentos e obtém lucro a partir dos usuários de planos de saúde.

Cassi DF - Nossa participação na apresentação do Distrito Federal marcou nossa 22ª agenda como Diretor de Saúde no mandato. Nós destacamos que durante nosso período à frente da Diretoria de Saúde e pelo esforço e dedicação da equipe de profissionais da Cassi DF a Estratégia Saúde da Família cresceu o número de cadastrados em 52%, chegando a 14,5 mil participantes. Estamos inaugurando mais uma CliniCassi no Edifício Banco do Brasil, o que será uma experiência interessante para a Cassi, o BB e a comunidade assistida.

Cassi MG - Na apresentação para os mineiros, em Belo Horizonte, destaquei que a Estratégia Saúde da Família (ESF) chegou a 11,6 mil participantes cadastrados. Falamos da importância dos programas de saúde da Cassi, que são essenciais para o modelo de Atenção Primária (APS), de prevenção e promoção, além do acompanhamento dos participantes crônicos. Temos projetos de ampliação do modelo assistencial e MG pode receber o piloto do Núcleo de Atendimento Especializado (NAE), uma CliniCassi com especialidades para ampliar os níveis de atenção à saúde com estrutura própria. Foi minha 8ª agenda na Unidade Cassi mineira.

Cassi SP - Na apresentação para os paulistas, minha terra natal e base onde me formei politicamente, além de destacar alguns números da Unidade Cassi no Estado e suas 14 CliniCassi, o crescimento de 12,5% da ESF durante os últimos 4 anos, chegando a 31,3 mil cadastrados, falei também sobre os riscos que estão em evidência para o futuro da Cassi e dos associados caso as escolhas não sejam pela manutenção da solidariedade no sistema, caso se aumente os custos para os associados e seus dependentes, caso se reduza direitos dos associados como os programas de saúde. Foi minha 36ª e última agenda no Estado como Diretor de Saúde.

É isso! Na próxima matéria, quando abordar as outras três apresentações (BA, PR, RJ), farei um apanhado geral de minhas opiniões a alertas sobre as possibilidades de futuro para a nossa querida Caixa de Assistência.

Um abraço a tod@s!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014-2018)

20.4.18

Prestando Contas - Cassi Distrito Federal (2014-2018)



Cassi Sede e CliniCassi Brasília Sul.

Olá prezad@s associados da Cassi e companheir@s de lutas pelos direitos dos trabalhadores.

Estamos fazendo uma série de matérias sobre as 27 Unidades Cassi localizadas em todas as capitais brasileiras. A gestão das regionais de nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil é de responsabilidade da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, área de atividade fim gerida por um diretor eleito pelos associados. Nosso mandato termina em 31 de maio.

Fazer essas matérias é uma forma de prestar contas às lideranças e entidades representativas dos associados e um agradecimento a todas elas e aos funcionários da Cassi. Tivemos um mandato muito próximo a todos eles.

A Unidade Cassi DF tem 73 mil participantes nos planos de saúde, sendo 38 mil no Plano de Associados e 35 mil no Cassi Família (dados do Visão Cassi). Vendo o público que participou das eleições Cassi 2018, temos 19 mil associados no DF.

A Cassi tem duas CliniCassi no Distrito Federal, a Brasília Norte e a Brasília Sul. Temos 11 equipes de família e temos cadastrados na Estratégia Saúde da Família (ESF) 14,5 mil pessoas. A Unidade tem uma equipe muito dedicada e experiente liderada pelo gerente Alberto Júnior. Agradeço de coração a toda a equipe DF pela parceria que tivemos nesses anos de convivência.

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Unidade Cassi Distrito Federal (informações do site)

Modificado em: 28 Setembro 2016

Endereço: STN, conjunto M, entrada A, Edifício Centro Clínico Vital Brazil, CEP 70770-909.
Telefone: (61) 3424-4600
Fax: (61) 3424-4700 (Regulação), (61) 3424-4698 (Negociação e Relacionamento com Clientes), (61) 3424-4670 (Programa de Atenção Domiciliar e Saúde Mental)
Contato: Fale Com a CASSI
CNPJ: 33.719.485/0060-87
Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h.



Serviços: Atendimento agendado com médicos de família e Equipe da Estratégia Saúde da Família, Atendimento de demanda espontânea, atendimentos coletivos com enfoque na Estratégia Saúde da Família, perícias médicas, Política de Assistência Farmacêutica, Programa de Atenção Domiciliar e Saúde do Trabalhador (para funcionários do Banco do Brasil e da Cassi) e atendimento administrativo a participantes da Unidade DF (pedidos de ressarcimento de livre escolha).

Gerente de Unidade - Alberto Alves Júnior

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Fortalecimento da Atenção Primária e ESF na Cassi DF


A Unidade Cassi DF é uma das cinco que definimos na gestão como Porte 1, juntamente com SP, RJ, MG e BA. Todos os números e indicadores dessas unidades são grandes e expressivos nos resultados consolidados da Caixa de Assistência.

O trabalho desenvolvido pelas 27 unidades na busca por ampliar a cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF) nesses 4 anos foi fantástico. Todas deram saltos de qualidade, a grande maioria na quantidade de participantes cadastrados, e algumas na manutenção do número ou da relação entre cadastrados e público alvo, pois algumas bases diminuíram tanto na ativa, quanto nos aposentados, ou no Cassi Família.

A Cassi DF ampliou a ESF em 52% entre maio/2014 e dez/2018, saindo de 9.578 para 14.546 cadastrados. E isso com a mesma capacidade instalada, ou seja, 11 equipes de família. Chegamos a 20% da população do DF. E é necessário crescermos mais nas unidades Porte 1 para melhorar a coordenação de cuidados de milhares de participantes, focados na saúde deles e na racionalização das despesas assistenciais geradas na rede prestadora (credenciada).

Programas de Saúde: temos 5,2 mil participantes no Gerenciamento de Condições Crônicas, 4,6 mil no Programa de Assistência Farmacêutica, 3,1 mil no Plena Idade e 300 no Bem Viver. Esses e outros programas são centrais no modelo assistencial da Cassi.

Nossos estudos desenvolvidos na Diretoria de Saúde durante o mandato comprovam a eficiência da ESF tanto nos resultados em saúde da população assistida e vinculada quanto no uso mais racional dos recursos do sistema Cassi. Vejam abaixo um exemplo:


Participantes cadastrados e vinculados à ESF comprovam a
importância da prevenção e promoção e do cuidado dos crônicos.
Estudos que desenvolvemos mostram indicadores melhores nos
 participantes ESF em internações e consultas em Pronto Socorro.

A população Cassi do Distrito Federal terá a partir de 2018 mais uma unidade de atendimento em saúde CliniCassi, que conseguimos aprovar e instalar a partir de um belo trabalho conjunto de toda a Diretoria da Cassi e da Direção do Banco do Brasil. Ela será um piloto importante de CliniCassi numa concentração do Banco, onde estão mais de 4,5 mil trabalhadores.

Acreditamos que o caminho para a sustentabilidade do sistema de saúde Cassi passa pela ampliação de sua estrutura e capacidade de atendimentos da população através de atenção Primária (APS) e medicina de família (ESF) e com mais verticalização, inclusive com experiência em 2º nível de atenção (NAE), unidades móveis, Polos Regionais de Atenção à Saúde, Redes Referenciadas, dentre outras propostas que deixamos aprovadas e em estudo na direção da Cassi.

Agradecimentos

Gostaria de agradecer a grande parceria que tivemos em prol da saúde e dos associados com a comunidade local em Brasília. Durante o mandato realizamos 21 agendas de gestão da Diretoria nesta base social. 

A parceria com o Sindicato dos Bancários e suas lideranças foi muito positiva e estratégica em nosso mandato na defesa da Cassi e dos direitos dos associados. Contei com o apoio da entidade em todos os momentos que precisamos. Obrigado companheir@s! O mesmo se deu na parceria com o Conselho de Usuários. Nele, estão todas as representações dos segmentos da Cassi.

Volto a agradecer aos funcionários da Cassi. Agradeço a parceria permanente que tivemos com os órgãos do Banco do Brasil, tanto na Super e Gepes DF quanto na Direção, a partir da Dipes, Dibem.

Agradeço os votos que nossa Chapa 1 recebeu nas eleições 2018. Ficamos em 2º lugar e sou muito grato pelo belo trabalho voluntário feito pelo comitê de apoiadores criado para apresentar nossos projetos, princípios e trabalho realizado durante o mandato.

Obrigado a tod@s!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:



Resultado das eleições 2018:

Eleitores (Brasil): Ativos = 89.725 / Aposentados = 81.416

Eleitores que votaram: Ativos = 68.887 / Aposentados = 39.936

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Eleitores DF: Ativos = 11.837 / Aposentados = 7.476 (19.313)

Eleitores votaram DF = 9.186 (77,6%) / 3.192 (42,7%)

Total votos DF = 12.378 (64,1%)/ válidos: 11.260 (91%)


Chapa 1 = 2.202 /  454 = 2.656 / 23,6% 2º lugar

Chapa 2 = 1.060 /  119 = 1.179 / 10,5%

Chapa 3 = 1.580 /  480 = 2.060 / 18,3%

Chapa 4 = 3.309 / 2.056 = 5.365 / 47,6%

Votos Brancos = 338 / 045 = 383

Votos Nulos = 697 / 038 = 735

Total Votos apurados DF = 9.186 / 3.192 = 12.378

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Resultado das eleições 2014:

Eleitores (Brasil): Ativos = 102.209 / Aposentados = 68.590

Eleitores que votaram: Ativos = 80.268 / Aposentados = 25.374

Exterior: Ativos = 63 / Aposentados = 0


Eleitores DF: Ativos = 13.698 / Aposentados = 4.686 (18.384)

Eleitores votaram DF = 9.159 (66,9%) / 1.381 (29,5%)

Total votos DF = 10.540 / válidos: 8.426 (80,0%)


Chapa 1 Todos pela Cassi = 1.532 / 355 = 1.887 / 22,4% 3º lugar

Chapa 2 Maturidade = 2.176 / 161 = 2.337 / 27,7%

Chapa 3 Uma Nova Cassi = 2.100 / 446 = 2.546 / 30,2%

Chapa 4 Renovação = 1.341 / 315 = 1.656 / 19,7%

Votos Brancos = 690 / 038 = 728

Votos Nulos = 1.320 / 066 = 1.386

Total Votos apurados DF = 9.159 / 1.381 = 10.540

26.2.18

Ameaças às autogestões e direitos em saúde de BB e Caixa em debate


Apresentação do blog

Segue abaixo matéria sobre a plenária que o Sindicato de Brasília realizou a respeito das ameaças e consequências das resoluções da CGPAR, que prejudicam os trabalhadores e suas autogestões em saúde e favorece as empresas e patrões.

Abraços, William


(reprodução de matéria do Sindicato de Brasília)





Plenária dos bancários do BB e da Caixa fortalece mobilização em defesa das autogestões

Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa vão colocar toda a sua capacidade de mobilização e de luta na defesa da Cassi e do Saúde Caixa e buscarão organizar amplo movimento, em conjunto com os trabalhadores de todas as estatais, para o combate aos ataques do governo aos planos de saúde com autogestão. Esta iniciativa foi debatida e deliberada pela plenária, realizada na noite desta quinta-feira (22), na sede do Sindicato. O evento foi transmitido ao vivo pelo Facebook do Sindicato e pela TV Bancários Web.

A plenária contou com exposições de William Mendes, bancário do BB e representante dos funcionários na pasta de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi; de Plínio Pavão, assessor em saúde do trabalhador na Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae); e do advogado Paulo Roberto, do escritório LBS, que presta assessoria jurídica ao Sindicato.

Compuseram também a mesa do evento o presidente do Sindicato, Eduardo Araújo, o diretor da Federação dos Bancários do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), Wadson Boaventura, a diretora da Contraf-CUT, Fabiana Uehara, e a deputada federal pelo DF e empregada da Caixa, Érika Kokay.

Os expositores convidados resgataram os históricos da Cassi e do Saúde Caixa, com destaque para as lutas dos bancários do BB e da Caixa pela preservação e aperfeiçoamento dos modelos de autogestão dos seus planos de saúde, e abordaram as ameaças contidas na resolução CGPAR 23 do Ministério do Planejamento, que pode destruir a autogestão em saúde nas empresas estatais.

A resolução proíbe, entre outras coisas, custeio da empresa maior que o dos funcionários e autogestão por RH (caso do Saúde Caixa), limita investimento na saúde dos trabalhadores pelas empresas, estabelece o quantitativo mínimo de 20 mil funcionários para que a empresa patrocine plano de saúde e determina a cobrança por dependente e o fim do custeio para a fase pós laboral.

A CGPAR 23 estabelece 48 meses de prazo para as empresas adequarem seus planos de saúde e proíbe novas adesões, instituindo a figura de reembolso para novos funcionários. Assim, os novos trabalhadores que ingressarem nas empresas públicas poderão ser forçados a procurar planos de saúde privados.

Plínio Pavão explicou como as mudanças previstas na resolução CGPAR 23 atropelam as normas da empresa e o acordo coletivo de trabalho. O assessor da Fenae ressaltou que, se as alterações para autogestão em saúde são injustificáveis nas estatais em geral, na Caixa são completamente descabidas, já que a empresa sequer se enquadra entre as de economia mista, que são os alvos estabelecidos na resolução.

Mas o fato é que a resolução visa também o Saúde Caixa, com seu modelo de autogestão por RH. Para o assessor da Fenae, as alterações simplesmente “destroem uma das maiores conquistas dos empregados da Caixa”.

Lembrando que “a qualidade da informação é central para a organização e a luta contra o ataque aos planos de autogestão em saúde nas estatais”, o diretor da Cassi, William Mendes, se remeteu aos anos 1990, quando, segundo ele, os planos de saúde das estatais foram alvos de tentativa de desmonte exatamente nos mesmos termos da resolução do Ministério do Planejamento atual.

“Lá atrás a nossa resposta foi com mobilização para o debate, para a organização e para a luta. Fizemos com que a resolução de então se tornasse letra morta. Com os ataques sendo reeditados agora, vamos reeditar o nosso movimento, com conferências e encontros nacionais de saúde, com disseminação de informação nas bases e em articulação com os trabalhadores das demais estatais”, enfatizou.

William Mendes alertou para o risco de divisão entre os trabalhadores por conta de referências feitas pela resolução à garantia dos direitos adquiridos. Ele entende que se trata de artimanha para gerar confusão e facilitar a destruição dos planos de autogestão. “Temos que ir para o enfrentamento coesos, fortes e com muita gana”, arrematou.

A plenária indicou a necessidade de iniciativas que unifiquem os trabalhadores de todas as estatais em fóruns e mobilizações comuns. Será encaminhada a proposta de realização de Encontro Nacional de Saúde dos trabalhadores com planos de saúde de autogestão, entre outras deliberações.

A deputada Érika Kokay encaminhará na Câmara Federal a proposta de criação de Subcomissão de Planos de Saúde de Autogestão e de realização de audiências públicas.

Da Redação

23.2.18

Chapa 1 - Em Defesa da Cassi (Em Brasília)




Lutar contra as resoluções CGPAR, pela manutenção dos direitos em saúde dos associados, pela solidariedade na Cassi e pela manutenção do poder paritário na governança


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas pelos direitos dos trabalhadores.

A agenda de campanha da Chapa 1 - Em Defesa da Cassi nesta quinta 22 e sexta 23 foi em Brasília (DF). Tanto eu, candidato a Diretor de Saúde, quanto o Amaral, candidato ao Conselho Deliberativo, estivemos conversando com os trabalhadores do Banco do Brasil em diversos prédios.

Já deixamos nossa gratidão aos diversos companheir@s do Sindicato e lideranças do movimento de saúde que nos acompanharam nesses dois dias. Também agradecemos a recepção que tivemos nos locais de trabalho. 

O exercício da solidariedade e da democracia, do espírito coletivo e da organização social têm na comunidade dos funcionários do BB uma pedra angular. É para resgatar e fortalecer esses princípios que estamos conclamando os colegas a se envolverem nas discussões sobre as eleições de nossa Caixa de Assistência.

Após apresentar os componentes da Chapa 1, destacamos eixos de propostas para a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi e compromissos políticos e estratégicos para atuar de forma unitária EM DEFESA DA CASSI.

Nossos materiais com as propostas estarão disponíveis nos próximos dias e devem chegar para os bancários de diferentes maneiras. As eleições ocorrem entre os dias 16 e 28 de março.

Nas reuniões com os trabalhadores fazemos também uma leitura de cenário com as principais ameaças e desafios a serem superados pelos associados de planos de saúde de autogestão no próximo período:

- Resoluções 22 e 23 do governo federal através da CGPAR que favorecem empresas e patrões em prejuízo dos trabalhadores, inviabilizam as autogestões e desrespeitam convenções e acordos firmados entre empresas públicas e seus trabalhadores, e que, na nossa opinião, são absurdas, ilegais e devem ser combatidas. Os gastos com saúde vão dobrar, triplicar e, em muitos casos, trabalhadores deixarão de ter acesso a assistência à saúde suplementar.

- Manutenção da solidariedade no sistema de saúde Cassi, defesa dos direitos em saúde dos trabalhadores e defesa intransigente dos direitos de governança dos associados na Caixa de Assistência. Tanto o patrocinador Banco do Brasil quanto o governo de plantão querem tirar os verdadeiros donos das autogestões, os trabalhadores, da gestão. Vamos lutar contra isso! E precisamos de todos juntos EM DEFESA DA CASSI, os associados, as entidades sindicais, associativas e as forças políticas que atuam no movimento bancário.

Uma coisa fantástica no contato com os associados é podermos interagir, tirar dúvidas, ouvir críticas, sugestões, levar informações que eles não conheciam. Eu faço isso desde que cheguei eleito a Cassi e essa parte - transparência e participação social - de nosso mandato que se encerra em maio é a que mais valeu a pena.

É isso! Não vou me alongar muito. Preciso dormir um pouco para repor as energias e seguir dialogando com os associados e levando nossas bandeiras de lutas EM DEFESA DA CASSI.

Na quinta 22 à noite, participamos de uma excelente plenária no Sindicato dos Bancários de Brasília sobre as resoluções da CGPAR que ferem de morte os planos de autogestão. Depois publicaremos a matéria sobre o encontro.

William Mendes

9.2.18

Cassi recebe selo de reacreditação internacional em atenção primária


Comentário do Blog:

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas pela saúde e direitos dos trabalhadores.

É com alegria que reproduzimos abaixo a informação sobre a manutenção do selo de Acreditação de nossas unidades de atendimento em saúde da Cassi no DF, as CliniCassi.

A estrutura própria de Atenção Primária da Caixa de Assistência, a maior e mais antiga autogestão do país, atua com equipes profissionais de altíssima qualidade e merece ter o reconhecimento da qualidade de nosso trabalho de acolhimento e cuidado dos participantes.

Ao longo do mandato como gestor responsável pelas unidades próprias da Cassi, fiz um grande esforço em estar em permanente contato com as equipes de atendimento das 65 CliniCassi que temos nas capitais e interiores de alguns Estados. Fiz um esforço tremendo em visitar as nossas estruturas e já conheço 42 unidades CliniCassi.

Nosso desejo e nossa convicção é que a comunidade Banco do Brasil tenha a oportunidade de estar toda ela acompanhada, monitorada e orientada no uso do sistema de saúde da Cassi através da Estratégia Saúde da Família (ESF) e unidades CliniCassi como já explicamos que esse objetivo consta nos documentos e nos relatórios anuais da Cassi desde 2004.

Nossas equipes desenvolveram estudos ao longo do mandato que comprovam a eficiência tanto nos resultados em saúde para aqueles vinculados à ESF quanto no uso melhor dos recursos econômico-financeiros da Cassi na utilização dos serviços da rede credenciada. Estamos falando em sustentabilidade do modelo assistencial. Leiam os boletins Prestando Contas Cassi (AQUI) que abordam esses resultados e estudos.

Ao longo dos anos após a Acreditação das unidades do Distrito Federal (2014), apropriamos e integramos às dezenas de unidades de atendimento CliniCassi processos novos conquistados durante a certificação. Porém, nós temos diversas melhorias a serem feitas em Unidades que precisam de investimentos apropriados. O custo benefício é pequeno em relação ao que trará de qualidade para o atendimento dos participantes.

O caminho é esse do foco na promoção de saúde, prevenção de doenças e coordenação de cuidados a partir das unidades próprias e equipes ESF. Parabéns aos nossos profissionais e aos associados e participantes da Caixa de Assistência.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/2018)

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(Reprodução de matéria do site da Cassi)

Equipes das CliniCassi e Unidade Cassi DF.

Duas Unidades da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, as CliniCassi Brasília Norte e Sul, ambas no Distrito Federal, foram recertificadas pela segurança e qualidade no atendimento prestado aos participantes. O selo é concedido pela Joint Commission International (JCI) - órgão que atesta a qualidade das instituições de saúde no mundo. Na prática, significa que o público dessas unidades pode contar com segurança, controle de infecções e atendimento clínico em padrões de excelência internacional. Ambas, Brasília Norte e Sul, já tinham sido certificadas em 2014.

O relatório final da avaliação, com o resultado do processo de recertificação, foi apresentado no dia 6 de fevereiro, em Brasília, para a Diretoria Executiva da Cassi. Na ocasião, o presidente Luis Aniceto, parabenizou o empenho da Unidade DF e das CliniCassi Norte e Sul na busca pela excelência. “A experiência influencia também outras áreas da Cassi e as demais CliniCassi existentes no Brasil a buscar ainda mais o aprimoramento de seus processos”, reforçou ele.

A JCI avaliou em média 500 elementos de mensuração, do manual de Acreditação de Atenção Primária, dentre eles, a identificação correta do paciente, efetividade da comunicação, risco de quedas e redução dos riscos de contaminação associados aos cuidados em saúde. “Dos itens avaliados, somente 12 tiveram sugestões de melhorias, o que é considerado muito pouco dentro do universo estudado”, explicou a Gerente da CliniCassi Brasília Norte, Thatiana Carrijo.

O Gerente Executivo de Saúde da Cassi, Sandro Sedrez dos Reis, frisou a importância deste selo para a Caixa de Assistência, reiterando o compromisso da Instituição com os associados. “Realizada a cada três anos, a acreditação da JCI estimula a melhoria contínua e sistemática de toda a CliniCassi, no processo de atendimento e no cuidado com o paciente”, complementou.

Para o gerente da Unidade DF, Alberto Alves Júnior, “essa é uma conquista que atribui altíssimo valor para a Cassi. A acreditação, concedida pela JCI, além de uma conquista pelo que representa na área da saúde, revela o esforço e a competência dos profissionais do quadro da Caixa de Assistência naquilo que se propõem a fazer”.

“As CliniCassi Brasília Norte e Sul são os únicos centros de atenção primária acreditados no Brasil pela JCI, o que reflete a dedicação e o comprometimento da Cassi com o participante”, disse a Gerente da CliniCassi Brasília Norte, Thatiana Carrijo.

“Os ganhos com o processo são percebidos na qualidade do cuidado prestado aos participantes, na qualificação dos profissionais envolvidos e no fortalecimento da imagem da Cassi”, acrescentou a Gerente da CliniCassi Brasília Sul, Larissa Picarelli.

Para a Gerente de Atenção à Saúde da Unidade DF, Lucineide Barbosa, o processo que levou a recertificação propiciou a implementação de uma cultura de qualidade e segurança nas duas CliniCassi, impactando na melhoria dos processos assistenciais, garantindo maior eficiência e credibilidade nos serviços próprios.


Fonte: Cassi

12.1.18

Balanço do mandato na Diretoria de Saúde da Cassi (VII)



(atualizado em 17/2/18, às 12h55)



Atuação da Diretoria de Saúde na região Centro-Oeste foi de muita proximidade e parceria, tanto nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde cumpri agendas de trabalho em dez oportunidades, quanto no Distrito Federal, onde recebi forte apoio da direção do Sindicato de Brasília e nos colocamos à disposição das entidades e lideranças locais


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Dando sequência ao trabalho de pesquisa e compilação do exercício do mandato que cumprimos ao longo desses 4 anos à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, hoje vamos abordar nossa atuação na região Centro-Oeste do país.

Segundo dados do IBGE, a região é a segunda maior do Brasil em extensão territorial, superada apenas pela região Norte. É composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal, onde se localiza Brasília, capital do país e cidade mais populosa da região. O Centro-Oeste é a região menos populosa e apresenta concentrações em regiões metropolitanas e vazios demográficos.

Em relação à comunidade Banco do Brasil e Cassi, é a região com a 3ª maior concentração de associados e participantes assistidos, superando a região Sul e a Norte. Tem mais de 130 mil participantes, sendo cerca de 106 mil associados aos planos de saúde de nossa Caixa de Assistência (dados do Visão Cassi).

Em relação à estrutura e cobertura de nosso modelo assistencial de Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF), através das unidades de atendimento CliniCassi, temos duas unidades em Brasília e uma em cada capital de Estado (5). Nosso objetivo como gestor de saúde foi aumentar a cobertura da ESF nesses 4 anos. Fico feliz ao trazer para vocês o tamanho do avanço, mesmo tendo vivido as condições mais adversas da história da Cassi e da saúde suplementar em décadas.

Quando começamos o mandato, a cobertura da ESF chegava a cerca de 19,8 mil participantes na região. Nossa estrutura instalada continua a mesma, pois não conseguimos as melhorias que gostaríamos ao longo do período (2014-2017), por causa das escolhas feitas pela direção da Cassi (colegiados) em relação à forma de utilizar os recursos existentes em tempos de crises e déficits. 

Seguimos tendo 20 equipes nucleares de família nas 5 CliniCassi. Mesmo assim, e graças ao esforço e dedicação das equipes de funcionários, ampliamos a cobertura da promoção e prevenção para cerca de 26 mil cadastrados na ESF, o que equivale a um aumento de 31% em relação ao início de nosso trabalho. Isso significa muito para nós porque muita gente passou a ter a oportunidade de ser acompanhada em sua condição de saúde e talvez isso tenha salvo muitas vidas.

PRESENÇA DA DIRETORIA DE SAÚDE NO CENTRO-OESTE - Estivemos em 8 Conferências de Saúde na região, me reuni com os Conselhos de Usuários em 9 oportunidades, fizemos agendas de parcerias em saúde em 2016 nas 4 Unidades Cassi. Estive em todas as entidades representativas que quiseram nos receber, tanto sindicais quanto associativas da ativa e de aposentados. Logo abaixo deixo uma síntese de nossa presença por Unidade Cassi (UF). 

Faço uma menção especial ao apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília, que tem sido um grande parceiro nesse período, contribuindo para o nosso trabalho em defesa dos bancários e seus direitos em saúde. 

Se não fossem os apoios dos sindicatos de Brasília e de São Paulo, eu não teria dado conta de fazer essa agenda de base pelo país, porque eu coloquei dezenas de milhares de reais de meu salário para cumprir toda a agenda de defesa da Cassi e associados (me tornei um militante da causa Cassi), e o Sindicato de Brasília e a Fetec CN nos deram apoio material e logístico em tudo que foi possível.


CASSI GO - 4 agendas de gestão

2014 - Em setembro, estivemos na Conferência de Saúde e me reuni com lideranças do Conselho de Usuários. Visitamos a associação de aposentados Afago.

2015 - Em agosto, cumprimos agenda de gestão da Diretoria de Saúde. A Unidade recebia nova gerência e aproveitamos para nos reunir com o Conselho de Usuários e lideranças, além de termos reunião de gestão com os funcionários.

2016 - A agenda de parcerias pela saúde, que fez parte do planejamento da Diretoria de Saúde, foi feita em agosto. Nos reunimos com a Super, Gepes e Sesmt do BB, com o Conselho de Usuários e fizemos reuniões de gestão. Participamos da Conferência de Saúde onde proferimos palestra sobre a Sustentabilidade da Cassi.

2016 - Ao final do ano, cumprimos agenda de gestão, com posse de nova gerência e contatos com lideranças da comunidade Banco do Brasil.


CASSI MT - 3 agendas de gestão

2014 - Em setembro, estive na posse de delegad@s sindicais e falei sobre Cassi para a diretoria da entidade e as lideranças presentes. Eu estava em férias, fui a convite do Sindicato. Naquelas férias, estive por conta própria em entidades de SP, DF, MT e RJ.

2014 - Participamos da Conferência de Saúde em dezembro. Consegui visitar o Sindicato e fizemos reunião de gestão com os funcionários da Cassi.

2016 - A agenda de gestão de nossa Diretoria por parcerias em saúde para fortalecer a Cassi junto ao Banco do Brasil, trabalhadores e comunidade local foi nos dias 1 e 2 de dezembro. Estivemos com Super, Gepes, Sindicato, Conselho de Usuários e fizemos reunião de gestão.


CASSI MS - 3 agendas de gestão

2015 - Estivemos na Conferência de Saúde em abril. A emoção que senti foi grande porque após ser informado na governança da Cassi que não teria recursos para as 17 Conferências daquele ano, eu afirmei a mim mesmo que faria todas elas e a do Mato Grosso do Sul foi a 1ª. Contamos com apoio da Anabb e do Sindicato em Campo Grande. O BB não havia sequer aceito ainda abrir mesas de negociação sobre a Cassi.

2016 - Estivemos no Estado para cumprir a agenda de parcerias pela Cassi e pela saúde. Os custos da agenda foram bancados por mim mesmo. Estivemos com Super, Gepes, Sesmt; fizemos reunião plenária com bancários em evento de posse de nova gerência local da Cassi. Nos reunimos com Conselho de Usuários, direção do Sindicato, e com os funcionários da Cassi. Ainda pudemos estar no evento de inauguração do Hospital da Cassems em Campo Grande. O fato me fez passar a conhecer melhor a autogestão dos servidores do Estado, que foi criada tendo como referência a Cassi, lá em 2001.

2017 - Conferência de Saúde em agosto: fizemos palestra sobre o modelo assistencial da Cassi. Nos reunimos com os funcionários, estivemos na Super BB e mais uma vez estive na Cassems, para trocar experiências sobre nossas autogestões em saúde.


CASSI DF - 21 agendas de gestão

2014 - Pela proximidade desta base com a sede da Cassi, pude realizar agendas ao longo dos anos. Idas a eventos do Sindicato com bancários e associados da Cassi, distribuição de boletins Prestando Contas Cassi com o apoio do Sindicato, oportunidades de diálogo com o Conselho de Usuários da Cassi DF, dentre outros eventos relativos a Brasília. Encontrei no blog 8 eventos relacionados a esta base no ano.

2015 - Foi ano de Conferência de Saúde da Cassi DF. Fui convidado a falar com delegad@s sindicais algumas vezes. Também fui a eventos sobre saúde na entidade. 

2016 - Neste ano, tivemos a agenda de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento de parcerias pela saúde e pela Cassi com Super e Gepes do BB, Sindicato; reunião com o Conselho de Usuários. Fizemos reuniões com funcionários e ao longo do ano fomos a eventos no Sindicato.

2017 - Da mesma forma que começamos o mandato nos reunindo com o Conselho de Usuários da Cassi DF em 11/6/14, nos reunimos com as lideranças do Conselho em 29/11/17, fechando mais um ano de agendas com associados. A primeira agenda externa de 2017 foi com os conselheir@s também, em fevereiro. Tivemos Conferência de Saúde e estive na diretoria do Sindicato para falar da Cassi e pedir apoio em nossas lutas pela defesa dos direitos dos associados.


A prática como critério da verdade: este balanço de gestão é real e público e espero que valha para me defender contra mentiras, calúnias e violências que estão armando contra o Diretor de Saúde da Cassi

Prezad@s leitores e participantes da autogestão em que atuo, este balanço por regiões está nos dando trabalho de pesquisa e compilação, mas acho necessário o registro material de toda a agenda que empreendemos na defesa da Cassi, dos direitos dos trabalhadores associados da ativa e aposentados, do modelo assistencial de nossa autogestão, baseado na APS/ESF e na defesa, inclusive, dos profissionais que trabalham na Cassi e que fazem ela ser tão diferenciada como é.

As pessoas que nos acompanharam ao longo desse período de lutas não têm conhecimento do que estão fazendo comigo nos bastidores, agora no final de nosso mandato. No momento oportuno vou denunciar a cada um de vocês.

Peço que compartilhem mais essa prestação de contas.

Um fraterno abraço a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

Para ver o balanço de atuação na região Norte, clique AQUI. Para ver na região Sul, AQUI.

Para ver sobre a construção da mesa Cassi entre o BB e as entidades representativas, clique AQUI.

Para ver nosso balanço em relação à saúde dos trabalhadores, clique AQUI.

Clicando AQUI, é possível ver o balanço em relação ao modelo assistencial da Cassi, de APS/ESF e CliniCassi.

Primeira parte do balanço de gestão AQUI.

4.12.17

Cassi lança Boletim Epidemiológico e segue fortalecendo relação com associados e representações


Lançamento do Boletim Epidemiológico da Cassi, em Brasília.

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas em defesa dos direitos em saúde dos trabalhadores.

Vamos prestar contas de nossa agenda de trabalho e dar algumas informações a vocês. Já passam das 22h nesta segunda-feira 4/12 e estamos ainda na sede da Cassi em Brasília. Tenho mais de 35 itens para ler na pauta da reunião de Diretoria Executiva desta terça-feira e alguns são bastante complexos e exigem estudo apurado. (paro a leitura para esta postagem)

Alguns eventos recentes relativos à nossa querida Caixa de Assistência nos deixaram contentes. Eventos sobretudo relacionados à nossa área de atuação como gestor eleito: 

- a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, setor responsável pelo modelo assistencial de Atenção Integral à Saúde, Atenção Primária (APS), Estratégia Saúde da Família (ESF), Programas e Políticas de Saúde, gestão das unidades administrativas nas regiões e as unidades de atendimento CliniCassi. Somos também responsáveis pela saúde ocupacional no BB (por convênio e parceria) e pela relação com os Conselhos de Usuários da Cassi.

Hoje tivemos o lançamento do Boletim Epidemiológico da Cassi (ano-base 2016). O material é fruto de um extenso trabalho realizado por nossas equipes profissionais com algumas parcerias e afirma em sua introdução que:

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"O estudo epidemiológico permite a observação dos fatores que determinam a frequência e a distribuição das doenças em grupos de pessoas, aspecto no qual se diferencia clínica, que analisa os casos individualmente. A informação acerca da frequência, da distribuição e dos fatores de risco associados a determinados estados ou eventos em saúde, é fundamental na busca da causa e do desenlace no controle de problemas de saúde e dos fatores que influenciam na sua ocorrência. Dessa forma, a Epidemiologia fornece subsídios essenciais para o planejamento e a organização das ações de saúde, assim como para a avaliação de sistemas, intervenções e procedimentos preventivos e terapêuticos..."
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A nossa Caixa de Assistência está focada na sua reorganização como um sistema de saúde desde a reforma estatutária de 1996 e quanto mais conhecimento tivermos da população que assistimos, melhores serão nossas perspectivas de sucesso na coordenação de cuidados de nossos mais de 700 mil participantes ao longo de suas vidas.

Também tivemos boas notícias nestes dias em relação ao cadastro de nosso programa base na Atenção Primária, a ESF, junto à ANS. É mais um sinal de que estamos no caminho certo no que diz respeito à estratégias de gestão de saúde de populações assistidas por planos como o nosso de autogestão de trabalhadores.


CONTATOS COM A BASE SOCIAL E SUAS REPRESENTAÇÕES

Encontro com lideranças e sindicatos para fortalecer
a Cassi e os direitos em saúde dos trabalhadores associados.

Só para finalizar nossa prestação de contas, informo que na semana que passou, tivemos momentos de reunião com as bases de representação de nossos associados.

Estivemos reunidos com lideranças de sindicados de bancários de todo o país na sexta-feira 1/12 atualizando as entidades das informações do setor de saúde suplementar, sobretudo as autogestões, e também sobre a Cassi dos bancários do BB. 

Pedimos apoio em nossas lutas em defesa da Cassi e dos direitos dos trabalhadores associados, bem como no fortalecimento do modelo assistencial que tem apresentado resultados importantes tanto em saúde como no manejo dos recursos quando se trata de participantes acompanhados por nós e vinculados ao modelo APS/ESF/CliniCassi.

Reunião com os conselheiros e conselheiras de usuários
do DF abordou diversos temas inerentes à Cassi.

Na quarta-feira 29 nos reunimos com o Conselho de Usuários da Cassi DF e por mais de 3 horas atuamos no fortalecimento da participação social, no pertencimento e na parceria das lideranças com a sua entidade de saúde.

É isso, sigamos defendendo e fortalecendo a Cassi e os direitos de seus associados e participantes. Todos ganham com isso, a comunidade Banco do Brasil e o setor de saúde suplementar, além do próprio SUS, que fica mais disponível ao conjunto da população brasileira à medida que setores como o nosso são atendidos em sistemas de autogestão.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)