![]() |
| Com Maria Leite, Norberto Escalona, Miriam Shibata e Nelson |
Julho
ELEIÇÕES E LUTAS DOS TRABALHADORES
Neste mês, participei de menos eventos políticos e sociais do que no mês anterior.
No primeiro sábado do mês 4/07, estive em um evento muito especial sobre o Comandante em Chefe Fidel Castro e a Revolução Cubana. O jornalista Norberto Escalona Rodríguez esteve no país para o lançamento de seu livro Fidel Castro Comandante Invicto. Neste ano se comemora o centenário do nascimento de Fidel. Revi amigos e tivemos uma ótima tarde.
![]() |
| Com Norberto Escalona |
No sábado 18/07, participei da reunião do Diretório Zonal do Partido dos Trabalhadores do Butantã, na Avenida do Rio Pequeno. O encontro foi excelente, com boa participação da militância e debatemos as eleições deste ano, com destaque para as candidaturas majoritárias no Estado de São Paulo.
Nas eleições proporcionais, eu pretendo apoiar a companheira Luna Zarattini, atual vereadora pelo PT na Câmara Municipal de São Paulo. A companheira é inspiração e esperança! Luna é incansável na defesa dos direitos do povo paulistano!
O presidente Lula conversou com diversos jovens do país para disponibilizarem seus nomes para uma renovação na Câmara Federal e Luna se colocou à disposição.
Também acompanho de perto o trabalho combativo do mandato de deputado estadual do companheiro Luiz Claudio Marcolino, que se coloca a disposição para renovar seu mandato. Votei no Luiz em 2022 e ele nos honra muito com sua atuação parlamentar.
Vamos dialogar com as pessoas, apresentar propostas e apostar na verdade, para combater a máquina de mentiras e trapaças que estará presente nestas eleições 2026.
---
CAMPANHA SALARIAL DOS BANCÁRIOS
A categoria bancária está em processo de negociações com os banqueiros e governos.
Antes do fim da ultratividade, os acordos e convenções coletivas não perdiam a validade automaticamente no dia seguinte ao fim de seu prazo estabelecido. A data-base dos bancários é setembro e nossos acordos vigoram até 31 de agosto. Era comum as campanhas da categoria se estenderem além desse prazo, de comum acordo entre patrões e trabalhadores.
Com o Golpe de Estado, "Com o Supremo, com tudo", em 2016, os ataques aos trabalhadores foi de uma violência incalculável. A Reforma Trabalhista (2017) do sujeito que assumiu a presidência após o golpe, e com o julgamento de inconstitucionalidade da Súmula 277 do TST (sobre a ultratividade), a classe trabalhadora brasileira passou a sofrer um tipo de pressão desproporcional contra si: se os acordos e convenções não forem renovados antes do prazo final, pode-se perder direitos coletivos históricos.
Com essa mudança oriunda do Golpe contra o povo brasileiro em 2016, nossos sindicatos de bancários estão com os calendários adaptados à nova situação. Os fóruns que debatem em todo o país as reivindicações e delegações que compõem a Conferência Nacional e os congressos de bancos, que definem as minutas a serem negociadas com a Fenaban e com os bancos em mesas adicionais ocorre mais cedo.
Neste momento, final de julho, já estão ocorrendo as mesas tanto geral quanto as específicas.
Pelo que pude ver em algumas notícias de nossas entidades sindicais, os banqueiros estão fazendo diversas ameaças aos direitos históricos de nossa categoria. Vi que estão inclusive questionando a unidade da categoria, conquistada em 2006, ou seja, há 20 anos. Naquele momento, conseguimos unir na mesma convenção coletiva bancos públicos federais e bancos privados. Uma grande conquista da categoria.
Enfim, vamos torcer para que nossas bancárias e bancários consigam um bom acordo coletivo e com conquistas importantes, e sem perdas de direitos, é claro.
William
31/07/26



