8 DE MARÇO NA PAULISTA
Hoje foi mais um dia de lutas pelas causas que nós defendemos enquanto coletivo de pessoas do campo da esquerda. As chuvas torrenciais não nos impediram de ocupar os espaços públicos.
A esquerda luta por igualdade, por liberdade, por justiça social, por direitos humanos, por uma forma mais sustentável de vida no planeta Terra.
A esquerda defende a cultura em todas as duas dimensões, a educação pública e de qualidade, saúde para todos, o acesso à alimentação plena. A esquerda defende o livre ir e vir com segurança. Defende moradia segura a todos.
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| Parem de matar as mulheres! |
A esquerda luta pelo direito à vida! Vida plena, diversa. Para a esquerda todas as vidas importam.
O dia 8 de março e o mês de março são períodos do calendário destacados para refletirmos e aprofundarmos todas as questões relativas às lutas das mulheres.
Essas datas no calendário de lutas da esquerda existem porque as mulheres estão e sempre estiveram à frente dessas causas históricas por emancipação e igualdade plena de direitos.
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| Com Luna Zarattini, vereadora do PT em São Paulo. Grande lutadora e defensora dos direitos do povo |
São as mulheres que ao longo do tempo vêm lutando para ocupar espaços historicamente e culturalmente reservados aos homens. São as mulheres que criam inclusive o vocabulário e a linguagem apropriada para essas lutas emancipatórias.
O lugar das mulheres é onde elas quiserem estar!
Todos os dias são dias de luta por direitos. Direitos não são naturais, não são fenômenos da natureza. Direitos são criações humanas. Sendo criações e não fenômeno natural, devemos lutar todos os dias para manter e avançar nos direitos.
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| Com queridos companheiros e companheiras de lutas |
Foi isso que nós fizemos hoje, homens e mulheres, lutamos mais um dia pela emancipação e pelos direitos plenos das mulheres.
Lutamos pela vida porque há uma epidemia de violência e assassinatos de mulheres no Brasil.
Lutamos pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 porque homens e mulheres do povo merecem viver dignamente e ter cidadania plena, o que inclui salários maiores e menos tempo de trabalho.
A luta segue amanhã, e depois de amanhã, e na próxima semana, e nos próximos meses e anos.
Convidamos a todas, todos e todes a somarem conosco na luta pela emancipação das mulheres e homens da classe trabalhadora.
A vida em sociedade pode ser melhor e nossa participação nas lutas é o que nos permitirá mudar o que está ruim para a ampla maioria.
William Mendes
08/03/26





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