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4.8.14

Contraf-CUT abre curso de negociação coletiva para formação de dirigentes


Curso é destinado a integrantes de COEs e comissões temáticas.

Começou nesta segunda-feira (4) e vai até a próxima quinta (7), no Hotel Braston, em São Paulo, o curso "Estrutura e Processo da Negociação Coletiva", promovido pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese, e dirigido a integrantes das Comissões de Organização dos Empregados (COEs) e dos grupos de trabalho temáticos junto à Fenaban. 

O curso que faz parte das atividades do programa anual de formação de dirigentes sindicais em 2014, está sendo ministrado pela equipe técnica da Rede Bancários-Dieese e certificado pela Escola Dieese de Ciências do Trabalho. 

O secretário de formação da Contraf-CUT e diretor eleito da Cassi, William Mendes, que se encontra em São Paulo para visitar agências e divulgar o segundo boletim mensal "Prestando Contas Cassi" aos funcionários do BB, participou da abertura do curso e destacou a boa representatividade dos participantes. 

"Temos dirigentes sindicais de diversas regiões do país, participantes de COEs e comissões temáticas. Tenho certeza de que voltarão para as suas bases com melhor qualificação para contribuir com a mobilização da Campanha Nacional dos Bancários 2014", afirmou William.

O presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, ressaltou a relevância da realização de cursos de negociação coletiva. "A boa formação de negociadores, aliado a uma forte mobilização da categoria, é que tem possibilitado grandes vitórias nos últimos anos. Fazemos encontros e seminários todos os anos para preparar o Comando Nacional. Também é necessário preparar os integrantes das COEs e das comissões temáticas, que são instâncias de assessoria do Comando. É uma estratégia vitoriosa que queremos manter e aperfeiçoar", enfatizou. 

São objetivos do curso analisar o processo de negociação coletiva nos bancos, compreender a sua dinâmica e debater os seus problemas e desafios; exercitar situações de negociação coletiva, por meio de simulações; e formar estudiosos e multiplicadores dos temas tratados, de forma a aperfeiçoar a atuação das suas respectivas entidades em processos de negociação.


Fonte: Contraf-CUT com Dieese

1.8.14

2º Boletim dos eleitos da Cassi mostra como usar instâncias de recursos internas



Imagem de parte do boletim,
que está na matéria com link para ser reproduzido.

Os diretores e conselheiros eleitos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) divulgaram nesta sexta-feira 1º de agosto o segundo número do boletim "Prestando Contas Cassi", publicação lançada em julho último com o objetivo de aproximar a entidade dos associados e ao mesmo tempo "fortalecer a relação entre eleitos e representações do funcionalismo, tanto da ativa como os sindicatos quanto dos aposentados, e também com as associações, os Conselhos de Usuários, Cipas e RPAs (Responsável pela Prevenção de Acidentes, âmbito unidades sem CIPA), e SESMTs e Ecoas". 

O boletim, que será mensal, traz como tema principal desta segunda edição uma campanha de esclarecimento aos participantes sobre como utilizar todas as instâncias de recursos dentro da Cassi antes de entrarem com ação na justiça, em caso de reclamações e não atendimento de expectativas. 

Para os dirigentes eleitos, muitos problemas podem ser solucionados nessas instâncias, evitando assim custos jurídicos desnecessários que acabam no final das contas sendo pagos pelos próprios participantes. "Todos ganham se a solução for amigável e negociada", defendem os diretores e conselheiros deliberativos e fiscais representantes dos associados.

"Os eleitos têm um forte compromisso com os associados em atuar com transparência e com o foco no fortalecimento da Caixa de Assistência como uma entidade de promoção de saúde que precisa ampliar o programa Estratégia Saúde da Família e as formas de Atenção Primária porque esse modelo de assistência está entre as prioridades para a sustentabilidade de qualquer sistema de saúde no mundo", afirmam os dirigentes.

Eles solicitam que as entidades sindicais e representativas do funcionalismo distribuam o boletim eletronicamente e divulguem em suas páginas na internet. Ele está disponível na seção Publicações da página da Contraf-CUT na internet.

Veja aqui o segundo número do boletim dos eleitos da Cassi em PDF. Imprima e distribua entre os colegas da ativa e aposentados e afixe no mural de sua unidade de trabalho.


Fonte: Contraf-CUT

31.7.14

Contraf-CUT faz curso de negociação para membros das COEs e GTs temáticos



A Contraf-CUT, dando prosseguimento às atividades previstas em seu programa anual de formação de dirigentes, realizará entre os dias 4 e 7 de agosto, em São Paulo, o curso "Estrutura e Processo da Negociação Coletiva", voltado para os membros das Comissões de Empregados (COEs) e dos grupos de trabalho temáticos junto à Fenaban. 

Os objetivos do curso são analisar o processo de negociação coletiva nos bancos, compreender sua dinâmica e debater seus problemas e desafios; exercitar situações de negociação coletiva, por meio de simulações; e formar estudiosos e multiplicadores dos temas tratados, de forma a aperfeiçoar a atuação das suas respectivas entidades em processos de negociação.

O curso será ministrado pela equipe técnica da Rede Bancários-Dieese e certificado pela Escola Dieese de Ciências do Trabalho. A carga horária total do curso será de 24 horas-aula, com início no dia 4, às 14 horas, e encerramento no dia 7, no mesmo horário.

O curso será ministrado no Hotel Braston (Rua Augusta, 467, São Paulo) e o investimento por participante será de R$ 1.300,00. Nesse valor não estão incluídas as passagens aéreas, que ficam a cargo de cada entidade.

Os interessados deverão se inscrever até esta sexta-feira 1º, com Dulce (dulce@contrafcut.org.br). Pedimos aos sindicatos e às federações que ao fazerem as inscrições de seus participantes observem a paridade de gênero, em conformidade com as orientações definidas no estatuto da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT

30.7.14

Diretor da Cassi amplia rede de parcerias e defende Estratégia de Saúde da Família





O Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), William Mendes (ao centro na foto), se impôs tarefas de campanha antes de ser eleito e assumir o cargo em junho. Dois meses depois de assumir, cumpre a palavra.

Ele tem como objetivos, entre outros, fortalecer a Estratégia Saúde da Família (ESF) dos beneficiados pela Cassi em todo o país e levar esta notícia a Sindicatos, associações de trabalhadores do BB, para estabelecer uma rede de proteção e parcerias. Na quarta-feira, 30/7, ele cumpriu mais uma etapa de seu objetivo: visitou o SindBancários em Porto Alegre. William foi recebido pelo diretor do SindBancários e funcionário do BB, Flávio Pastoriz (direita na foto) e por integrantes da Diretoria do Sindicato.

Em vez do remédio e da cultura que corre atrás da doença, a proposta é a prevenção. E como se faz isso? William entende que é preciso fortalecer a Cassi por um viés diferente. E conta com os Sindicatos de todo o País para construir uma nova abordagem. “Precisamos fortalecer as instituições que atendem aos colegas, como os Sindicatos, para que, quando os participantes tiverem uma demanda rejeitada, não haja nem prejuízo ao bancário, ao aposentado, nem à instituição”, disse.

Com Tremarin e Pastoriz no SindBancários.

A tarefa demanda presença. William tem se dedicado a viajar pelo País e conversar diretamente com colegas da ativa, afastados e aposentados em agências, sindicatos ou em associações como a AABB. Trata-se de um trabalho que procura converter uma cultura de tratar a doença para uma cultura de evitar o adoecimento, preservar a saúde. “Precisamos criar uma nova forma de fortalecer a atividade da Cassi. E esse fortalecimento passa pela maneira de lidarmos com a realidade do adoecimento nos bancos por causa das políticas de gestão. O caminho é fortalecer as estratégias de saúde da família e envolver as entidades que possam colaborar, como o SindBancários”, acrescentou.


Mesas de negociação

Bancário com experiência em mesas de negociação e como dirigente da Contraf-CUT, William Mendes se colocou à disposição dos Sindicatos para participar de mesas específicas e debater questões e avanços necessários na conquista de direitos e de benefícios em saúde na Campanha Salarial 2014. O diretor da Cassi também se colocou à disposição da diretoria eleita do SindBancários e deixou uma mensagem.

“Me coloco à disposição do SindBancários e dos Sindicatos para participar da luta pela conquista de avanços nas questões de saúde nas mesas de negociação da nossa Campanha Salarial. Desejo também aos companheiros que estão chegando na nova diretoria do SindBancários uma boa gestão. Contamos com a diretoria eleita e nos colocamos à disposição”, reiterou William. A nova diretoria do SindBancários foi eleita em maio deste ano e assume em agosto.


Fonte: Imprensa SindBancários (com adaptações do Blog)

Última atualização em Qua, 30 de Julho de 2014 16:33

Agenda longa de trabalho... mas vale a pena!




(Atualizado em outubro/14)


Olá companheir@s e colegas,

É tarde da madrugada...

Estou em um hotel em Porto Alegre (RS) para um dia de trabalho (30) da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB. Vamos participar de agenda com o Conselho de Usuários e com os representantes sindicais e de demais entidades representativas.

Nesta terça 29, em Brasília, tive reunião da Diretoria Executiva da Cassi. Também fiz visita política a outra entidade de autogestão porque estamos construindo unidade para o fortalecimento das entidades de saúde dos trabalhadores.

No fim da tarde, corri para o aeroporto. Fiz o rascunho do 2º boletim Prestando Contas Cassi no avião. Também trabalhei algumas horas ontem e hoje para cumprir compromissos com meus companheiros da Contraf-CUT.


Ou seja, quando eu falo que trabalho até umas 20 horas por dia, não é força de expressão! 

Nesta terça 29 eu comecei a trabalhar antes das 7 horas da manhã porque tive que madrugar para ler as dezenas de páginas de súmulas para a reunião na Cassi e terminei os textos que estava confeccionando agora, depois das 2 horas da manhã de quarta 30.

Nem preciso dizer que estou emendando duas semanas de trabalho porque estive no final de semana na 16ª Conferência Nacional dos Bancários. Acho fundamental não perder a oportunidade de estar com a classe trabalhadora e acompanhar e contribuir para a pauta de reivindicações.

Vamos dormir umas 5 horas agora porque a quarta-feira será cheia.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde da Cassi



Participação na reunião do Conselho de Usuários do RS


Em debate com os Conselheiros de Usuários do RS.

Ficamos muito felizes de poder participar da reunião dos Conselheiros de Usuários da Unidade Cassi RS. O Conselho tem uma tradição de muita participação e vanguarda em várias ações em prol dos associados e da própria Caixa de Assistência.

Abordei os projetos que defendemos e que foram eleitos pelo corpo social. Falamos bastante do nosso desejo de ampliar e incorporar a Cultura de Pertencimento dos associados e das entidades do funcionalismo ao dia a dia da Caixa de Assistência.

Tivemos uma boa interação com os conselheiros e fui convidado a voltar ao Estado para conhecer as pré-conferências do interior do RS em outubro. Me comprometi a tentar estar em pelo menos uma das cidades.


28.7.14

A solidariedade fortalece e dignifica as relações humanas






Artigo

A categoria bancária realizou neste fim de semana a sua 16ª Conferência Nacional. O evento é a etapa final da construção da pauta de reivindicações dos trabalhadores do setor bancário. O processo de negociação coletiva dos bancários brasileiros é um dos mais organizados no mundo porque é feito em um país de dimensões continentais e reúne trabalhadores e entidades sindicais de bancos públicos e privados, de todas as regiões do país e dos mais diversos matizes políticos e ideológicos. É um exemplo vigoroso de unidade de classe para os trabalhadores de outros ramos produtivos e de outros países.

O processo de construção da Campanha Nacional dos Bancários é bastante democrático. Os trabalhadores começaram a definir as prioridades e a estratégia para este ano de 2014 desde assembleias e fóruns locais, passando por encontros estaduais e regionais até que se reunissem na Conferência em questão.

Agora começa uma nova fase do processo de negociação coletiva dos bancários. Os trabalhadores entregarão as reivindicações para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e para os bancos que têm negociações específicas concomitantes e serão definidas as rodadas de negociações. Ao mesmo tempo os trabalhadores e suas entidades sindicais irão intensificar o processo de mobilização da categoria para a eventual necessidade de greve, caso as propostas dos banqueiros não satisfaçam as reivindicações. É sempre bom e confortante saber que participei da construção desse rico processo nos últimos doze anos.


A questão da solidariedade

O encontro teve momentos muito emocionantes que nos levaram às lágrimas tanto por alegria como por compartilhar a dor daqueles e daquelas que sofreram injustiças várias.

Na sexta-feira 25, um painel discutiu a tragédia que foi a ditadura civil-militar no Brasil entre os anos de 1964-1985. Além do atraso que trouxe ao País em todas as dimensões da sociedade, até hoje vivemos as consequências e efeitos da violência institucional daquele período porque o fantasma do fim das liberdades civis está sempre presente e é preciso vigilância permanente contra as ideias que combatem as soluções pacíficas das controvérsias, que combatem as políticas e programas inclusivos e de solidariedade e que dizem não aos processos políticos, que devem ser fortalecidos com maior participação popular e não o inverso.

Ainda na sexta-feira à noite, na abertura política da Conferência, o presidente da Contraf-CUT -  Carlos Cordeiro -, fez uma bonita homenagem a uma companheira e delegada do encontro que traz na história de sua família as marcas da violência da ditadura. O plenário ficou bastante emocionado e se solidarizou com a companheira.

No sábado 26, tivemos a apresentação de um espetáculo teatral – “Tito, é melhor morrer do que perder a vida” – que arrancou lágrimas da plateia. A montagem, do grupo de Teatro do Botoquipariu, é oferecida pelo Sindicato dos Bancários de Guarulhos e trouxe ao palco a resistência e o apreço pela liberdade do padre dominicano que foi preso, torturado e perseguido até a loucura. Já na abertura da peça, o diretor Djalma de Lima lembrou a importância da memória e de trazer para as novas gerações um pouco da história de luta das gerações passadas.


O carinho que fortalece a militância e as convicções

Além dos momentos de comoção coletiva pela programação que trouxe a questão da memória de luta da classe trabalhadora, a Conferência Nacional é um momento de muitas emoções, tanto de carinho e solidariedade quanto de embates políticos duros e de intolerâncias também.

Estou começando uma nova missão em minha vida militante como diretor eleito da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), onde fui eleito com o apoio das entidades do funcionalismo que são as legítimas representantes dos trabalhadores.

Atuei na área de formação sindical por dois mandatos na nossa Contraf-CUT e tivemos a felicidade de partilhar e construir conhecimento coletivo para a classe trabalhadora com centenas de dirigentes e assessores bancários. O encontro anual é o momento em que revemos mais de uma centena de companheiros e companheiras dessa jornada formativa. 

"O valor do abraço e das palavras de carinho e solidariedade dessas pessoas é de encher os olhos até para escrever aqui. Meu muito obrigado a todas e todos vocês que nos transmitiram palavras e energia de que estamos fazendo o bom combate e que muitos, muitos mesmo, estão conosco nas jornadas atuais."

Estamos vivendo momentos difíceis no seio do movimento e esperamos superar as divergências com tolerância, unidade e foco nos projetos da classe trabalhadora. Eu acredito muito nisso e estou à disposição em contribuir para cada dia termos mais unidade na luta contra o sistema financeiro e contra o sistema hegemônico do capital, que destrói toda e qualquer possibilidade de solidariedade humana.

Um grande beijo e abraço a toda a companheirada de luta e boa Campanha Nacional dos Bancários para todos nós.


William Mendes
Diretor de Saúde da Caixa de Assistência (Cassi)
Secretário de Formação da Contraf-CUT

25.7.14

Reflexão sobre os idosos e o movimento de esquerda


Durante algumas corridas na praia dias atrás, uma coisa me veio à cabeça. Lá no litoral paulista, na Praia Grande ao menos, não é um lugar de badalação de jovens. Tem muitos idosos.

Fiquei pensando na questão política que vigora atualmente. Existe uma construção da direita liberal de influenciar fortemente os idosos contra os sindicatos e contra os partidos de esquerda. É algo extremamente lesivo. O pior é que tem dado certo.

A separação política entre os idosos e o movimento sindical é ruim para os dois lados. É preciso que ambos vejam isso e se aproximem e se unifiquem contra o verdadeiro inimigo: os capitalistas e liberais de direita.

Solidariedade: necessidade em comum

Os idosos e o movimento sindical têm algo em comum: a necessidade de atuar no campo da solidariedade. O capitalismo não é solidário. O sistema busca conquistar os jovens para pensar neles mesmos e que se dane o resto. É a lógica do individualismo. 


Se os idosos e suas entidades de classe passarem a defender essa ideia de pensar só neles mesmos, eles afastarão os jovens de si e estarão ferrados no futuro.

Recentemente, a questão do ódio contra o movimento sindical e a esquerda foi utilizado na campanha das eleições da Previ e da Funcef. Além de outros fatores comuns nas eleições, este foi um dos que levaram à derrota das chapas vinculadas às entidades dos trabalhadores.

Novamente, acho preocupante os idosos se oporem aos movimentos sociais organizados, principalmente o sindical.

Ao longo da história do mundo capitalista, todas as vezes que há fortes crises do capital, os primeiros a se ferrarem e terem seus direitos cortados são os trabalhadores e os idosos porque os liberais capitalistas os consideram estorvos ao sistema, pois eles não estão mais vendendo sua força de trabalho a preço baixo para alimentarem a máquina da mais valia do capitalismo. Pelo contrário, dizem que eles dão gastos para o Estado com os benefícios sociais dantes conquistados.

Na década de noventa, os governos liberais nas Américas destruíram os sistemas previdenciários nacionais. Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ficou famoso por chamar os aposentados de vagabundos. Eles ficaram todo aquele período sem reajustes sequer da inflação em suas aposentadorias. Voltaram a ter aumentos depois da eleição do PT. Agora no pós crise de 2008 os estados europeus estão atacando e reduzindo os direitos dos aposentados na Europa.

Mesmo assim, a direita brasileira tem conseguido convencer grande segmento de aposentados e idosos de que o Partido dos Trabalhadores e os sindicatos são ruins para eles. E olha que durante os 12 anos de governos do PT eles voltaram a ter reajustes nas aposentadorias e houve inclusive ganho real para milhões de aposentados que ganham o salário mínimo. Que triste ver esse segmento se voltando contra as esquerdas...

O prejuízo para eles será imenso ali na frente. Também é prejuízo para as entidades sindicais e para os partidos de esquerda que precisam do apoio e do voto dos idosos e aposentados.

É preciso alertar nossos queridos idosos para não caírem no conto do vigário das TVs, jornais, rádios e revistas de direita, dos capitalistas, que querem mais é que os idosos não estorvem o pagamento de juros da dívida pública (o famoso rentismo de 5% da elite que suga o Estado).

É essa a minha reflexão cultural da semana para os poucos e nobres que me leem. Abraços

William Mendes

Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi

23.7.14

Desafio é melhorar a Cassi, diz William Mendes a Revista da AFABB SP


(Reprodução de entrevista em revista)


A Chapa 1 Todos pela Cassi, apoiada pela maioria do movimento sindical bancário, venceu a eleição para a renovação de parte da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.

Encabeçada por William Mendes de Oliveira, (ex)coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a Chapa 1 obteve 31.545 votos (37,58%), contra 25.746 (30,67%) da Chapa 3, 14.041 (16,72%) da Chapa 4 e 12.603 (15,01%) da Chapa 2.

William estará à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento. Ele tem 21 anos de Banco do Brasil. Casado, tem um filho. Tem 44 anos e é formado em Ciências Contábeis. Trabalhou em várias agências na Grande São Paulo. Foi diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, onde foi responsável pela gestão administrativa e da infraestrutura. Diretor de Formação da Contraf-CUT.

Sua chapa teve expressiva votação na eleição. Você atribui isso ao bom trabalho que vem sendo feito até aqui pelos eleitos?

Acredito que o resultado da eleição da Cassi expressa um conjunto de fatores. Todos pela Cassi é a chapa da ampla maioria das entidades do funcionalismo. Ou seja, isso é sinônimo de unidade. É a chapa que defende mudanças na Diretoria de Saúde. E também é uma chapa com pessoas que trazem uma história de luta em defesa dos bancários e dos trabalhadores. 

Entendo que os associados votaram nesse conjunto de fatores. A nossa campanha teve um grande empenho de sindicatos e demais entidades parceiras no contato corpo a corpo com os associados debatendo propostas para a Cassi e para a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, na qual nos apresentamos como chapa de oposição ao grupo que estava nesta diretoria. Grupo que não atuou na defesa de nossos projetos de Atenção Integral à Saúde, foco na prevenção das doenças e na defesa de uma Cassi mais republicana e com menos clientelismo.

Por outro lado, nossa campanha defendeu as mudanças positivas já realizadas pela chapa eleita em 2012 e liderada pela companheira Mirian Fochi. Explicamos aos associados que temos o desejo de trabalhar fortemente na integração das pessoas eleitas em 2012 e agora para uma sintonia maior de projetos no intuito de melhorar a nossa Caixa de Assistência para as mais de 800 mil vidas assistidas.

Na plataforma da chapa eleita houve grande ênfase à necessidade de se dar maior atenção às condições de trabalho nas dependências do BB. Essa medida é importante, mas qual será o impacto para a Cassi?

É verdade que um de nossos objetivos é buscar uma atenção maior aos mais de 100 mil bancários da ativa porque o modelo de exploração da mão de obra no setor financeiro - baseado nas metas abusivas e irreais e no assédio moral e violência organizacional - está trazendo um alto grau de adoecimento aos nossos trabalhadores. Isso traz consequências pesadas para a nossa Cassi. 

Vamos atuar com inteligência e com as ferramentas que a legislação da área da saúde já prevê para debater com o patrocinador as causas do adoecimento. Se for verdade o discurso de responsabilidade socioambiental do banco, de que ele se preocupa com as questões de saúde de seus funcionários, vamos buscar formas conjuntas de combater o adoecimento. Se o patrocinador não somar conosco, também vamos lutar para melhorar a saúde do corpo funcional, inclusive responsabilizando o causador do adoecimento. Acreditamos que o banco tem responsabilidade por parte do adoecimento. Isso pode ter impactos positivos para a Cassi.

Como será o diálogo com o segmento de aposentados na sua gestão?

O que tenho dito e defendido é que as pessoas precisam ser bem tratadas e respeitadas. Os nossos colegas aposentados merecem um atendimento respeitoso e são detentores de direitos. Uma das formas de buscar uma atenção respeitosa ao segmento de aposentados é manter forte parceria com as entidades de aposentados e nossa chapa eleita também tem lideranças dos aposentados. 

Fortalecer os Conselhos de Usuários também é uma forma de buscar o diálogo com os aposentados porque todo conselho conta com a importante participação do segmento. Por fim, queremos as CliniCassi bem estruturadas e equipadas para um excelente atendimento aos nossos aposentados, pois como eles não estão no dia a dia nos locais de trabalho, as unidades da Cassi são uma forma de mantê-los conosco, participando dos programas de saúde e integrados nas políticas de Atenção Integral à Saúde da Cassi.

Enfim, temos um desafio grande em melhorar a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, mas é um desafio estimulante e coletivo em fortalecer a cultura do movimento de saúde em nossa Cassi, agindo preventivamente e promovendo a saúde dos associados.


Fonte: Revista AFABB-SP

22.7.14

Semana de muito trabalho na Cassi





Olá companheirada e colegas do Banco do Brasil,

Esta semana está sendo de muito trabalho em nossa Caixa de Assistência (Cassi). A começar pela segunda-feira 21 que foi de trabalho desde a manhã até o fim da noite (é só ver a hora que postei a mensagem original 1:46h, que atualizo agora).

Nesta semana do mês (21 a 24) temos na Cassi, além da reunião semanal de Diretoria, a reunião do Conselho Deliberativo e a reunião do Conselho Fiscal.

Nesta terça 22 o dia foi longo e muito proveitoso. Trabalhamos novamente umas 12 horas. Nós e equipe das diretorias eleitas estivemos o dia todo com nossos conselheir@s eleit@s preparando a reunião desta quarta.

Ainda à noite, estive no Sindicato dos Bancários de Brasília para o lançamento da pesquisa sobre a questão do sofrimento ético e do adoecimento da categoria bancária causada pela forma de organização do trabalho no setor. A pesquisa é uma parceria do Sindicato com a Universidade de Brasília.

Nesta quarta tem reunião do CD na Cassi e estaremos também com os conselheir@s fiscais eleitos na quinta. Estamos construindo entre os representantes eleitos um belo trabalho de parceria e unidade na busca da realização de nossos compromissos de campanha com os participantes.

Abraços a tod@s


PS: nesta quarta 23 tivemos outro bom dia de trabalho. Almocei com os conselheir@s fiscais eleit@s e trabalhamos no CD o dia todo.

Agora de noite, ainda vou trabalhar um pouco para as discussões que temos nesta quinta. Cansado, mas focado nos objetivos.

11.7.14

Agenda de luta tem sido intensa, mas vou descansar uma semana





Olá companheirada e colegas do Banco do Brasil,

Estamos trabalhando num ritmo muito intenso. Nunca foi diferente desde que passei a representar os trabalhadores em mandatos eletivos. Mesmo quando estou cansado, acabo tendo uma agenda de mais de 12 horas de trabalho diárias, tanto no contato com os trabalhadores e representantes quanto no trabalho mais intelectual de leitura e produção de conhecimento.

Nas últimas duas semanas consegui conciliar meu trabalho de gestor de nossa Caixa de Assistência com o contato com os trabalhadores do BB. Nunca perderei essa referência do chão de fábrica porque isso nos ajuda a ter um norte e nunca nos desviarmos de nossos objetivos no mandato dos trabalhadores. Distribuí algumas centenas de boletins (Prestando Contas Cassi) em São Paulo e Brasília.

Hoje estive na minha agência de origem em Osasco conversando com meus colegas e amigos, falando um pouco do trabalho que estamos realizando e levei o boletim do mandato.

Acertei com meus pares na gestão da Cassi que vou descansar a semana que vem porque estou precisando de um respiro. Como estava com férias em prazo fatal, vou tirar 5 dias agora e 15 dias em agosto.

Teremos uma agenda pesada neste semestre em relação à Caixa de Assistência que sempre precisa perseguir melhorias em sua sustentabilidade - e nós eleitos teremos propostas de direitos novos e receitas para a Cassi. A agenda também será pesada em relação à Campanha Nacional dos Bancários bem como em relação às eleições do país.

Em agosto tirarei mais alguns dias como disse acima e depois só em janeiro de 2015. (como sempre fiz e a companheirada já sabe, mesmo postando férias, nunca deixo de cuidar das questões urgentes, então talvez alguns me verão por aí).

Forte abraço a tod@s,

William Mendes
Diretor Eleito de Saúde da Cassi (mandato 2014/18)