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16.10.15

Eleições ANABB 2015




Esta importante entidade nacional da Comunidade Banco do Brasil está no período de renovação de sua direção. Repito o que disse aos colegas da ativa e aposentados por todos os locais por onde passei nas eleições da Cassi no ano passado: que é muito importante que todos os associados participem desse processo e votem em candidatos comprometidos com as questões coletivas e no fortalecimento da própria entidade ANABB.

As entidades sindicais organizadas a partir da Contraf-CUT e mais algumas entidades e forças políticas reunidas nos apresentam abaixo as candidaturas de companheir@s para o Conselho Deliberativo e Fiscal da ANABB. Eu apoio os nomes apresentados pela Contraf-CUT (20 candidat@s).

Conselho Deliberativo (apoio da Contraf-CUT)


101 - Adolfo Nogueira
106 - Ana Dantas
107 - André Machado
118 - Carlinhos Guimarães
131 - Cleiton dos Santos
139 - Edison Magnani
146 - Ernesto Izumi
147 - Fernanda Carisio
150 - Chicão PB
152 - Francisco Alexandre
157 - Gilmar Santos
182 - José Ulisses
183 - Zé Wilson
200 - Luiz Oswaldo
208 - Socorro Sales
209 - Maria Tereza
212 - Mirian Fochi
230 - Rui Roosevelt
233 - Sandra Miranda
247 - Wagner Nascimento

Além dos nomes constantes nos apoios da Contraf-CUT, eu também apoio lideranças das entidades parceiras e constitutivas de nossos projetos eleitos para a Cassi e que têm sido muito importantes no apoio e sustentação dos projetos de saúde da Caixa de Assistência que defendemos. A AAFBB, a FENABB e o grupo da ANABB que liderou as mudanças para melhor neste mandato (2011/15) têm se mostrado grandes parceiros na luta e na defesa da Cassi.

114 – Antonio Sérgio Riede
148 – Fernando Amaral Baptista Filho
225 – Reinaldo Fujimoto (Fuji)
191 – Loreni Senger Correa
124 – Célia Maria Xavier Larichia
159 – Haroldo do Rosário Vieira

Os associados votam em até 21 nomes para o Conselho Deliberativo e os 26 mais votados estarão na direção da ANABB. Para o Conselho Fiscal pode-se votar em até 3 nomes e também há o voto para as Diretorias Regionais de acordo com o distrito onde se situa o associado.

Conselho Fiscal (apoio)

317 - Arimatea Passos
320 - Márcio Chaves
321 - Marco Santos
324 - Odali Dias Cardoso
316 – João Antonio Maia Filho

DIREG

Temos companheir@s que conhecemos em vários Estados brasileiros, concorrendo em seus distritos. São companheir@s do movimento sindical, de Conselhos de Usuários, das entidades parceiras da Comunidade BB etc.

Eu não tive tempo e condições de fazer os contatos necessários para citar meu apoio por cada distrito. Mas repito minha opinião para que todo associado vote e fortaleça a ANABB com nomes nacionais e regionais em prol de projetos coletivos e no fortalecimento das lutas pela Cassi, Previ, pelo BB público e a serviço do Brasil e por uma ANABB plural, ética, transparente e igualitária no trato com o conjunto dos seus associados.

As eleições vão até o dia 03/11 pelo site da entidade ou por correio.

Bom voto,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito)

Greve nacional cresce e chega ao 11º dia com 12.277 agências paradas



Greve em São Paulo. Crédito: Danilo Ramos-Seeb-SP

A greve nacional se intensificou na segunda semana e chega ao seu 11º dia com muita força em todos os 26 Estados e no Distrito Federal. Nesta sexta-feira (16) os bancários ampliaram ainda mais o movimento e fecharam 12.277 agências e 44 centros administrativos em todo o país.

É uma resposta contundente da categoria à intransigência dos bancos que continuam se negando a apresentar uma nova proposta, que contemple a reposição integral da inflação do período, aumento real, mais contratações, melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades.

"A sociedade brasileira terminou mais uma semana desrespeitada pelos bancos, o setor da economia que mais lucrou este ano. E os bancários, por sua vez, agora conhecem melhor os seus patrões. Todos sabem que os bancos são os culpados pela greve que durou até hoje. A greve vai continuar pois é uma luta pela dignidade e contra a exploração. "Exploração não tem perdão!", afirma Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT. 


Tuitaço dos bancários denuncia exploração dos bancos e juros exorbitantes

A mobilização nacional dos bancários ocupou as redes sociais nesta sexta-feira (16). Com o tuitaço #Exploração não tem perdão! E durante todo o dia, chamou a atenção dos internautas para os problemas enfrentados nos ambientes de trabalho e os juros astronômicos cobrados pelos bancos. 

O objetivo do tuitaço, que continua nesta segunda-feira (19) e deve ocorrer durante toda a campanha, é pressionar os banqueiros a abandonar a postura intransigente demonstrada até agora e apresentar uma proposta decente aos trabalhadores. 


Fonte: Contraf-CUT



Post Scriptum:

A Cassi fez parte da pauta específica dos bancários do Banco do Brasil. O eixo saúde tinha temas centrais como Atenção Integral, ESF, CliniCassi e contribuições extraordinárias por parte do BB ao Plano de Associados da Cassi, tudo aprovado no Congresso dos Funcionários do Banco.

Artigo: Sobre a greve dos bancários e a solução para a Cassi




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Muitos dirigentes sindicais bancários e colegas associados da Cassi, da ativa e aposentados, têm nos escrito ou perguntado sobre como andam as negociações ou as discussões sobre a solução para o déficit da Cassi e a sustentabilidade do Plano de Associados. Perguntam se tem propostas para a Cassi por parte do Banco do Brasil. Perguntam que dia teremos a solução final sobre as negociações iniciadas com o BB sobre a Cassi.

Temos escrito aqui no Blog todo o histórico das negociações sobre o déficit do Plano de Associados da Cassi, o percurso que percorremos desde que chegamos eleitos à Cassi em junho de 2014 e quais as perspectivas e propostas colocadas oficialmente nas mesas sobre a Cassi.

Também colocamos o histórico deste processo no Boletim dos Eleitos, Prestando Contas Cassi nº 15 (leia AQUI).

O Plano de Associados da Cassi está em desequilíbrio entre suas receitas e despesas assistenciais há bastante tempo. Ocorre que a Cassi teve receitas extraordinárias e/ou novas entre 2007/2013 (Negociação de 2007 e BET) que cobriram esses déficits do Plano de Associados. Em 2014 acabaram as receitas extraordinárias. A Cassi tem dois planos de saúde: o dos funcionários e o Cassi Família.

Quando chegamos eleitos pelo Corpo Social em 2014, já havia uma discussão interna na Cassi de que era necessário discutir custeio do Plano de Associados. Por parte do Banco do Brasil e seus indicados na gestão compartilhada da entidade, todas as teses e propostas passavam pela lógica de que o BB não colocaria nem um centavo a mais na Cassi e que qualquer solução para o déficit e custeio teria que ser por conta dos associados, seja aumentando contribuição dos ativos e aposentados, seja cortando direitos em saúde, ou ambos.

Nós começamos o mandato como diretor e com o conjunto dos eleitos da Cassi questionando o patrocinador Banco do Brasil sobre essa posição de não assumir nenhuma responsabilidade pelos resultados do Plano de Associados. Afinal, o banco é gestor paritário, indica a metade da governança e ainda tem boa responsabilidade no adoecimento dos bancários. Além disso, o BB unilateralmente achatou os salários logo após a reforma de 1996 com reajustes zero e mudança no PCS. Isso arrebentou a receita do Plano de Associados baseada na Folha de Pagamento (remuneração).


PROPOSTAS PARA A CASSI

O BB tem propostas internas na gestão da Cassi, feitas em súmulas desde o final de 2014. A essência delas é aumento das coparticipações em consultas, exames, terapias etc; é redução de ressarcimentos em medicamentos e materiais; criação de franquia de R$ 1,500 sob internações; suspensão ou extinção de programas de saúde como Assistência Farmacêutica, Atenção a Crônicos etc; redução das estruturas essenciais da Cassi para o modelo de saúde (pode atingir CliniCassi) etc. E consulta ao Corpo Social para aumentar em 50% as mensalidades (de 3% para 4,5% da remuneração).

O BB fez outra proposta nas mesas constituídas com as entidades representativas a partir de maio de 2015 (Contraf-CUT, Contec, ANABB, AAFBB, FAABB e eleitos da Cassi). Nesta proposta o banco propõe transferir a sua responsabilidade atuarial com o pós-laboral (os 4,5% do Estatuto) para os associados através de um fundo administrado pela BBDTVM (cerca de 6 bilhões). Propõe pagar somente para o pessoal da ativa um percentual a mais (0,99%) para alimentar esse fundo para quando o pessoal se aposentar o fundo pagar para eles os 4,5% que hoje é obrigação do BB. E propôs ainda que os déficits do Plano de Associados sejam rateados somente entre os associados.

Essas são as propostas do BB para a Cassi. Elas não têm consenso entre as entidades do funcionalismo da ativa e aposentados, elas não têm consenso entre os eleitos na Cassi pelo Corpo Social.

A proposta dos eleitos na Cassi, que foi encampada pelas entidades representativas do funcionalismo e depois pelo 26º Congresso Nacional dos Funcionários do BB é de aportes por parte do Banco (R$ 300 milhões em 2015 e R$ 300 milhões em 2016) + investimento de R$ 150 milhões em medidas estruturantes para aumentar a eficiência da gestão da Cassi nas áreas de regulação e gestão de prestadores e para implantar dois pilotos do modelo assistencial da Cassi de Atenção Integral para 100% dos participantes em duas cidades - as medidas estruturantes e os pilotos podem trazer economias nos próximos anos e permitir que a Cassi persiga seu objetivo central de implantar o Modelo Assistencial de Atenção Integral à Saúde, com prevenção de doenças e promoção de saúde, reabilitação e recuperação. O eixo do modelo na Cassi é baseado na Estratégia Saúde da Família (ESF) que foi planejado para ser estendido para o conjunto dos participantes (Plano de Associados e Cassi Família) e hoje só atende à uma pequena parcela da população.


E AÍ? COMO RESOLVER O DÉFICIT NA CASSI?

Nós eleitos na Cassi pelo Corpo Social, em conjunto com as entidades representativas, construímos uma unidade nacional e criamos uma alternativa para a solução da sustentabilidade e os desequilíbrios do Plano de Associados que não fosse as propostas que o patrão Banco do Brasil queria impor unilateralmente desde o ano de 2014.

Mas o momento é definidor e decisório. Se ao final da greve e campanha nacional dos bancários daqui a alguns dias não houver uma proposta de aporte para a Cassi, como defendido pelos eleitos, entidades e funcionalismo do BB, nós teremos no dia seguinte ao fechamento do acordo de data-base, que voltarmos a discutir as propostas do Banco, que lhes descrevi acima.

Então, neste momento, eu compartilho com a coordenação da campanha e do Comando Nacional, com cada dirigente sindical bancário, de Norte a Sul, de Leste a Oeste do Brasil e com cada bancário em greve ou ainda ausente nas lutas, a responsabilidade sobre a solução para o equilíbrio das contas do Plano de Associados da Cassi. Ou temos a opção dos aportes conquistados na luta, na campanha, ou após a mobilização, o que teremos a avaliar e optar serão as propostas do patrão, e todas elas desagradam e retiram direitos em saúde, dos associados da ativa e aposentados.


É isso, companheir@s, eu ajudei a construir todo esse processo e esse percurso para fortalecer a nossa Caixa de Assistência e não permitir alteração em nossos direitos em saúde. Mas os limites estão estabelecidos.


Abraços e boa luta a todos nós,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito)

15.10.15

Sobre a greve dos bancários e a solução para a Cassi



Comentário do blog

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Muitos dirigentes sindicais bancários e colegas associados da Cassi, da ativa e aposentados, têm escrito para nós ou perguntado sobre como andam as negociações ou as discussões sobre a solução para o déficit da Cassi e a sustentabilidade do Plano de Associados. Perguntam se tem propostas para a Cassi por parte do Banco do Brasil. Perguntam que dia teremos a solução final sobre as negociações iniciadas com o BB sobre a Cassi.

Temos escrito aqui no Blog todo o histórico das negociações sobre o déficit do Plano de Associados da Cassi, o percurso que percorremos desde que chegamos eleitos à Cassi em junho de 2014 e quais as perspectivas e propostas colocadas oficialmente nas mesas sobre a Cassi.

Também colocamos o histórico deste processo no Boletim dos Eleitos, Prestando Contas Cassi nº 15 (leia AQUI).

O Plano de Associados da Cassi está em desequilíbrio entre suas receitas e despesas assistenciais há bastante tempo. Ocorre que a Cassi teve receitas extraordinárias e/ou novas entre 2007/2013 (Negociação de 2007 e BET) que cobriram esses déficits do Plano de Associados. Em 2014 acabaram as receitas extraordinárias. A Cassi tem dois planos de saúde: o dos funcionários e o Cassi Família.

Quando chegamos eleitos pelo Corpo Social em 2014, já havia uma discussão interna na Cassi de que era necessário discutir custeio do Plano de Associados. Por parte do Banco do Brasil e seus indicados na gestão compartilhada da entidade, todas as teses e propostas passavam pela lógica de que o BB não colocaria nem um centavo a mais na Cassi e que qualquer solução para o déficit e custeio teria que ser por conta dos associados, seja aumentando contribuição dos ativos e aposentados, seja cortando direitos em saúde, ou ambos.

Nós começamos o mandato como Diretor e com o conjunto dos eleitos da Cassi questionando o patrocinador Banco do Brasil sobre essa posição de não assumir nenhuma responsabilidade pelos resultados do Plano de Associados. Afinal, o Banco é gestor paritário, indica a metade da governança e ainda tem boa responsabilidade no adoecimento dos bancários. Além disso, o BB unilateralmente achatou os salários logo após a reforma de 1996 com reajustes zero e mudança no PCS. Isso arrebentou a receita do Plano de Associados baseada na Folha de Pagamento (remuneração).


PROPOSTAS PARA A CASSI

O BB tem propostas internas na gestão da Cassi, feitas em súmulas desde o final de 2014. A essência delas é aumento das coparticipações em consultas, exames, terapias etc; é redução de ressarcimentos em medicamentos e materiais; criação de franquia de R$ 1,500 sob internações; suspensão ou extinção de programas de saúde como Assistência Farmacêutica, Atenção a Crônicos etc; redução das estruturas essenciais da Cassi para o modelo de saúde (pode atingir CliniCassi) etc. E consulta ao Corpo Social para aumentar em 50% as mensalidades (de 3% para 4,5% da remuneração).

O BB fez outra proposta nas mesas constituídas com as entidades representativas a partir de maio de 2015 (Contraf-CUT, Contec, ANABB, AAFBB, FAABB e eleitos da Cassi). Nesta proposta o Banco propõe transferir a sua responsabilidade atuarial com o pós-laboral (os 4,5% do Estatuto) para os associados através de um fundo administrado pela BBDTVM (cerca de 6 bilhões). Propõe pagar somente para o pessoal da ativa um percentual a mais (0,99%) para alimentar esse fundo para quando o pessoal se aposentar o fundo pagar para eles os 4,5% que hoje é obrigação do BB. E propôs ainda que os déficits do Plano de Associados sejam rateados somente entre os associados.

Essas são as propostas do BB para a Cassi. Elas não têm consenso entre as entidades do funcionalismo da ativa e aposentados, elas não têm consenso entre os eleitos na Cassi pelo Corpo Social.

A proposta dos eleitos na Cassi, que foi encampada pelas entidades representativas do funcionalismo e depois pelo 26º Congresso Nacional dos Funcionários do BB é de aportes por parte do Banco (R$ 300 milhões em 2015 e R$ 300 milhões em 2016) + investimento de R$ 150 milhões em medidas estruturantes para aumentar a eficiência da gestão da Cassi nas áreas de regulação e gestão de prestadores e para implantar dois pilotos do modelo assistencial da Cassi de Atenção Integral para 100% dos participantes em duas cidades - as medidas estruturantes e os pilotos podem trazer economias nos próximos anos e permitir que a Cassi persiga seu objetivo central de implantar o Modelo Assistencial de Atenção Integral à Saúde, com prevenção de doenças e promoção de saúde, reabilitação e recuperação. O eixo do modelo na Cassi é baseado na Estratégia Saúde da Família (ESF) que foi planejado para ser estendido para o conjunto dos participantes (Plano de Associados e Cassi Família) e hoje só atende à uma pequena parcela da população.


E AÍ? COMO RESOLVER O DÉFICIT NA CASSI?

Nós eleitos na Cassi pelo Corpo Social, em conjunto com as entidades representativas, construímos uma unidade nacional e criamos uma alternativa para a solução da sustentabilidade e os desequilíbrios do Plano de Associados que não fosse as propostas que o patrão Banco do Brasil queria impor unilateralmente desde o ano de 2014.

Mas o momento é definidor e decisório. Se ao final da greve e campanha nacional dos bancários daqui a alguns dias não houver uma proposta de aporte para a Cassi, como defendido pelos eleitos, entidades e funcionalismo do BB, nós teremos no dia seguinte ao fechamento do acordo de data-base, que voltarmos a discutir as propostas do Banco, que lhes descrevi acima.

Então, neste momento, eu compartilho com a coordenação da campanha e do Comando Nacional, com cada dirigente sindical bancário, de Norte a Sul, de Leste a Oeste do Brasil e com cada bancário em greve ou ainda ausente nas lutas, a responsabilidade sobre a solução para o equilíbrio das contas do Plano de Associados da Cassi. Ou temos a opção dos aportes conquistados na luta, na campanha, ou após a mobilização, o que teremos a avaliar e optar serão as propostas do patrão, e todas elas desagradam e retiram direitos em saúde, dos associados da ativa e aposentados.


É isso, companheir@s, eu ajudei a construir todo esse processo e esse percurso para fortalecer a nossa Caixa de Assistência e não permitir alteração em nossos direitos em saúde. Mas os limites estão estabelecidos.

Abraços e boa luta a todos nós,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (eleito)


15/10/15

Contra o descaso dos bancos, greve dos bancários chega no seu 10º dia


Greve dos Bancários no 10º dia em Criciúma SC.

Descaso. Esta é a palavra para expressar a atitude dos banqueiros que insistem em manter a intransigência e continuam em silêncio. A greve nacional dos bancários entra em seu décimo dia ainda mais forte em todos os estados brasileiros. Nesta quinta-feira (15), 11.818 agências e 44 centros administrativos paralisaram suas atividades em todo o Brasil.

"A greve até agora não sensibilizou os banqueiros. Dez dias de desrespeito com os trabalhadores e com a sociedade. Mas a cada dia aumenta a visibilidade da responsabilidade deles neste conflito. Eles são os culpados pela greve. Podem dar o reajuste pela inflação e podem dar aumento real. Sabem que sem isto os bancários não estão demonstrando disposição para fazer acordo. Basta! Exploração não tem perdão!", ressaltou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT. 

Silêncio

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) até o momento não se manifestou e não há perspectivas de retomada das negociações. Os banqueiros insistem na proposta rejeitada: reajuste de 5,5%, abaixo da inflação (9,89%), e abono de R$ 2.500,00.

Este reajuste representa para a categoria uma perda real de 4%. O pior dos últimos tempos. Um total desrespeito, visto que, os bancários reivindicam uma proposta de reajuste digno para os salários, com 16%, reposição da inflação mais 5,7% de aumento real, além de mais contratações, melhores condições de trabalho e medidas de atenção à saúde do trabalhador.

Bancos oferecem pouco, mas cobram muito

Os números são de assustar qualquer um. Na tabela divulgada pelo Banco Central, sobre juros cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo, entre os dias 24 e 30 de setembro, revela as altas taxas anuais cobradas por bancos mais populares e que estão entre os seis maiores do País (BB, Caixa, Itaú, Bradesco, Santander, HSBC). 

Os juros no Itaú chegam a 631,30% ao ano. No Bradesco, a taxa anual é de 494,60%. O levantamento segue com o HSBC, com taxa de 461,24% e Santander com 432,39% ao ano. Entre os bancos públicos, destaque para o Banco do Brasil com 307,32% de taxa, e a Caixa, a qual cobra 128,22% de juros ao ano nas operações com cartão de crédito rotativo. 

"Justamente o setor que mais tem lucro no Brasil apresentou a pior proposta que os trabalhadores poderiam receber. A resposta dos bancários não poderia ser outra senão greve, que está cada dia mais forte. E até agora a Fenaban não apresentou uma proposta decente à categoria ", afirmou Roberto. 

Fonte: Contraf-CUT

Parabéns aos professores, educadores e formadores da classe trabalhadora



Parabéns professora Ione e tod@s os professores, educadores e
formadores. Vocês são fundamentais para nossa sociedade!

DIA DOS PROFESSORES

Neste dia 15 de outubro homenageia-se e comemora-se o dia dos professores. Eu diria professores e professoras, educadores de uma forma geral e os formadores.

Durante todo o meu percurso como representante eleito pelos trabalhadores no movimento sindical, entre 2002 e 2015, busquei contribuir com a formação política da classe trabalhadora que representamos.

O trabalho de base, ir nos locais de trabalho e estar no dia a dia com os trabalhadores, conversando sobre todos os assuntos da dimensão social e humana, é fundamental para educar e formar os nossos pares.

Depois de iniciar no Sindicato, tive a oportunidade de ser secretário de formação da Contraf-CUT por seis anos. Ali eu me descobri e muito aprendi e muito transmiti aos nossos pares. E sempre com a valiosa contribuição dos educadores e formadores do Dieese e do próprio movimento sindical e social.

Meus agradecimentos e homenagens aos educadores e formadores do Dieese e da CUT na figura do Carlindo e Regina, e do Tino na Central Única dos Trabalhadores.

Na minha missão atual, como Diretor de Saúde eleito pelos trabalhadores, nos cabe uma missão revolucionária de educação e formação na área da saúde. Desde que cheguei à nossa Caixa de Assistência (Cassi) em 2014 não faço outra coisa que não seja trabalhar arduamente quase que todos os dias do mês para levar informação e conhecimento sobre o que é a Cassi, sobre o modelo assistencial que nela está definido de Atenção Integral à Saúde, dos modelos e sistemas de saúde que existem etc.

Toda educação e formação só é possível quando se faz isso de forma inclusiva e participativa. Por isso estamos focados em aumentar a participação social na Cassi através dos Conselhos de Usuários, sindicados, entidades representativas da ativa e aposentados e o próprio Banco do Brasil, que é gestor na Cassi conosco, porque é melhor fazer formação em saúde com o envolvimento de tod@s.

Por fim, eu tenho a profissão de professor como uma das mais nobres do mundo social. Deixo na figura de minha esposa e companheira, Ione Ribeiro, uma homenagem e o agradecimento por essa nobreza da escolha em ser professora, educar nossas crianças, jovens e adultos e dedicar uma vida de carinho e amor à profissão.

Já me emocionei tantas vezes ao longo da convivência com a tia Ione ao ver o amor e carinho das crianças e de seus pais pela forma como a educação chegou até essas crianças que são sempre o futuro de nós todos.

Obrigado por ser professora e por toda a dedicação a educar, professora Ione. Você e vocês professores, educadores e formadores são FUNDAMENTAIS para um mundo melhor.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi

14.10.15

Bancários mantêm força da greve no nono dia do movimento



Greve em Belo Horizonte - MG.

Os bancários dos 26 estados e o Distrito Federal entraram, nesta quarta-feira (14), no nono dia de greve da categoria. Em todo o Brasil, 11.439 agências e 42 centros administrativos paralisaram suas atividades.

De acordo com Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT, a greve de 2015 pode entrar para a história. "A resposta para a tentativa dos banqueiros de mudar o modelo de negociação que tem dado certo nos últimos anos será respondida com um modelo de paralisação diferente, estratégica", revelou.

"Nosso objetivo não é só mostrar para a categoria o desrespeito dos patrões. É também mostrar para toda a população que, apesar dos altos lucros e das taxas e dos juros exorbitantes, eles não estão preocupados com seus clientes. Exploração não tem perdão!", completou.


Comando Nacional reforça necessidade de aumento real

O Comando Nacional dos Bancários se reuniu na tarde desta quarta na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para avaliar os nove dias de greve. O balanço feito pelos dirigentes de todo o Brasil é que o movimento está melhor a cada dia, com apoio dos clientes e da opinião pública em geral.

Os representantes sindicais ainda reafirmaram que os bancários merecem aumento real, por serem responsáveis pelos altos lucros dos bancos. "Nós continuamos mobilizados e na expectativa para que os banqueiros retomem a mesa de negociação com uma postura mais respeitosa. Enquanto isso, a greve continua ganhando força a cada dia", explicou Roberto, que também é um dos coordenadores do Comando Nacional.


Fonte: Contraf-CUT

13.10.15

Greve cresce no oitavo dia contra o silêncio intransigente dos banqueiros



Greve no Ceará. Crédito: Sindicato Ceará.

A greve dos bancários continuou forte nesta terça-feira (13) depois do feriado prolongado. No oitavo dia da greve nacional, que atinge 26 estados e o Distrito Federal, 11.437 agências paralisaram, um percentual de 83% maior que no primeiro dia. 

Segundo Roberto von der Osten, a ampla adesão dos bancários ao movimento, desde o último dia 6, deve-se à falta de sensibilidade dos banqueiros, que mudaram a fórmula do reajuste, que vem sendo colocada em prática nos últimos anos, que é de reposição integral da inflação mais ganho real. "Insistem no erro, em uma proposta que trará arrocho aos salários e benefícios, isso os bancários não aceitam, por isso a mobilização cresce. E só cessará diante da apresentação de uma proposta que respeite a categoria, que contribui cotidianamente com seu trabalho para os excelentes resultados que os bancos vêm apresentando", destaca. 

Até o momento os banqueiros não se dispuseram a retomar as negociações: "Este silêncio denota falta de respeito para com os trabalhadores, faz aumentar o sentimento de indignação. Enquanto os banqueiros continuarem intransigentes, a greve continua" afirma. 


Comando Nacional 

Nenhum contato foi feito pela Fenaban desde o início da greve. O Comando Nacional dos Bancários se reúne nesta quarta-feira 14, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para avaliar a Campanha e definir os próximos passos do movimento. 


Mobilização aumenta a cada dia

Os bancários têm aumentado a participação no movimento grevista deixando claro para os banqueiros o lema da Campanha Nacional 2015: Exploração não tem perdão. 

No primeiro dia foram 6.251 agências paralisadas e a greve vem aumentando dia a dia: para 8.763, 10.369 e saltando 10.818, na última sexta-feira e 11.437 nesta terça-feira (13). 


Confira as reivindicações dos bancários: 

- Reajuste salarial de 16%. (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real)


- PLR: 3 salários mais R$7.246,82 


- Piso: R$3.299,66 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último). Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).


- Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.


- Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.

- Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

- Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários. 

- Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PcD).


Proposta dos bancos rejeitada pelos bancários:

- Reajuste de 5,5% (representa perda de 4% para os bancários em relação à inflação de 9,88%).



Fonte: Contraf-CUT

Agenda do Diretor de Saúde - SC e DF (13 a 16/10)



(atualizada às 20:16h de sexta 16)




Olá companheir@s, amig@s e colegas do BB,

Entramos em mais uma semana de trabalho e gestão da nossa Caixa de Assistência. Os bancários também entraram em sua segunda semana de greve, lutando por mais direitos e por uma proposta decente por parte dos banqueiros, que não conhecem tempo de crise porque sempre ganham e os resultados do primeiro semestre mostram isso.

TERÇA 13

Nesta terça, iniciamos nosso trabalho por Santa Catarina, em Florianópolis. 

Hoje, participamos do evento formal de posse de nossa nova gerente da Unidade Cassi SC, Andréa. O evento foi importante porque contamos com a presença das principais lideranças da comunidade Banco do Brasil - do Sindicato dos Bancários, das entidades associativas e representativas da ativa e aposentados, do Conselho de Usuários, bem como contamos com os representantes do BB e tivemos a presença de nossos funcionários da Cassi.

Após a cerimônia, pudemos fazer uma boa reunião de gestão com nossa equipe da Unidade Cassi.

O dia de trabalho não acabou. Estamos no aeroporto e vamos voar até chegar em Brasília por volta da meia-noite. Nas próximas horas, vamos ler a pauta de nossa reunião executiva da Diretoria, que ocorre na quarta.

Post Scriptum (00:00h):

Chegada à Brasília perto de meia-noite, vindo de SC. Durante os dois voos que fiz, li a pauta da reunião de terça. Por hoje, chega!


QUARTA 14

Dia de reunião da Diretoria Executiva da Cassi.


Post Scriptum (21:48h):

Finalizando os trabalhos e estudos na Cassi Sede. Após a reunião da Diretoria, tivemos outra reunião de trabalho sobre a gestão de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento.

Nas últimas horas, após liberar nossos funcionários, estive estudando sobre a nossa entidade de saúde. Vamos para casa.


QUINTA 15

Dia de reuniões internas na Cassi Sede.

Post Scriptum (20:00h de sexta 16):

Pela manhã, tivemos reunião de Diretoria Executiva sobre acompanhamento dos números da Cassi. 

Na parte da tarde, novas reuniões internas, mas de temas relativos à nossa Diretoria. Pela noite, ainda fiz artigo e saí da Cassi depois das 21h.



SEXTA 16

Também teremos dia de trabalho na Cassi em Brasília.

Post Scriptum (20:15h de sexta 16):

Hoje, tivemos reunião com as gerências de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento. Entre quinta e sexta, tive que ler muitas súmulas de nossa proposição e muitos anexos técnicos sobre saúde.

Para finalizar a semana, precisei fazer muitos contatos políticos para contribuir na busca de soluções para a Cassi, dentro da campanha nacional dos bancários, porque estou sempre à disposição das lideranças sindicais para auxiliar no que for preciso.


Post Scriptum:

A despesa para trabalhar pela Cassi em Santa Catarina, na terça-feira 13, no evento de posse da nova gerente da Unidade Cassi SC, foi por minha conta, desde o transporte, hospedagem e passagens.

9.10.15

Mobilizações ganham força nos centros administrativos no 4º dia de greve



Em Curitiba, adesão à greve chega a 69% da categoria.
Crédito: Seeb Curitiba

A greve nacional dos bancários chega ao seu quarto dia com um crescimento na adesão dos trabalhadores do ramo financeiro de todo o Brasil. Nesta sexta-feira (09), as mobilizações foram ampliadas nos centros administrativos, onde há concentração de maior número de funcionários. No total 10.818 locais de trabalho paralisaram suas atividades. 

Para se ter uma ideia, apenas na capital paulista, mais de 52 mil trabalhadores de 700 locais de trabalho, sendo 23 centros administrativos e 677 agências, cruzaram os braços a fim de pressionar por uma proposta digna dos bancos. 

Segundo o presidente da Contraf-CUT, Roberto Von der Osten, é notório o grau de insatisfação dos trabalhadores do setor. "Estamos percorrendo os locais paralisados, que cresceram mais uma vez e ouvindo a indignação dos bancários. Afirmam, entre outras coisas, que foi uma proposta desleal e desmotivadora e criticam os bancos com frases como 'depois eles vêm fazer campanhas internas de motivação e mandar cartinhas dizendo que nos valorizam. Só que não! Sem a inflação e sem ganho real não dá. Isto é exploração. Exploração não tem perdão'. Esperamos que os banqueiros ouçam estes protestos e mudem a sua posição".

Sem uma proposta decente, que contemple reposição da inflação e aumento real, a greve segue forte nos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal, com adesões das agências e centros administrativos de todo o País.

Juros e lucros exorbitantes


Os bancos são os principais responsáveis pela greve. É um setor que tem todas as condições de contemplar seus trabalhadores com um reajuste digno, visto que lucrou R$ 36,3 bilhões somente no primeiro semestre deste ano. 

Segundo a pesquisa feita pela Fundação Procon, os juros do cheque especial atingiram em outubro média de 12,28% ao mês, a maior desde setembro de 1995. No mês anterior, a média estava em 11,9% a.m.


COMENTÁRIOS DO BLOG


Além das questões gerais na mesa da Fenaban, temos as mesas concomitantes com os bancos públicos como o BB.


Uma das prioridades é relativa às questões da Cassi. O 26º Congresso dos funcionários aprovou as propostas dos eleitos na Cassi, em conjunto com as entidades representativas do funcionalismo, que constituíram mesa com o Banco desde maio para discutir o déficit e o equilíbrio do Plano de Associados, que defendem aportes extraordinários por parte do patrocinador BB, dois aportes de R$ 300 milhões e mais R$ 150 milhões para avanços no modelo de saúde e medidas estruturantes na gestão.


Segue abaixo a moção aprovada no 26º Congresso em junho que defende aportes na Cassi e o modelo de Atenção Integral à Saúde.







Moção em Defesa da proposta dos Representantes do Corpo Social da Cassi e Dia Nacional de Luta em Defesa da Cassi


Nós participantes do 26º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, registramos nosso total apoio às propostas dos representantes do Corpo Social a Cassi, apresentadas pela Comissão Nacional das Entidades Representativas dos Funcionários (CONTRAF-CUT, CONTEC, ANABB, FAABB, AAFBB), em especial a proposta de aporte especial do BB no montante de R$ 600 milhões (R$ 300 milhões em 2015 e R$ 300 milhões em 2016), para cobrir os déficits operacionais da Cassi, enquanto são implementadas as medidas de aprofundamento do Modelo de Atenção Integral a Saúde, com a Estratégia Saúde da Família, em todo o Brasil. Os aportes realizados apenas pelo patrocinador BB fundamentam-se pelo não investimento no modelo assistencial acordado em 2007 com o Corpo Social.

Pactuamos construir um dia nacional de luta em defesa da Cassi e por melhores condições de trabalho.




26º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil - Anhembi/SP


Fonte: Contraf-CUT, com alterações do Blog

16º Boletim - Outubro Rosa e a prevenção ao câncer de mama



O 16ª boletim "Prestando Contas Cassi", que será distribuído pelos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, destaca o "Outubro Rosa", movimento mundial de conscientização para a prevenção ao câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de sensibilizar e compartilhar informações sobre a doença.

A Cassi participa deste movimento desde 2011, com ações de comunicação para a conscientização da população Cassi sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama. 

Neste ano, a Cassi também iniciou a participação na campanha com o hotsite Outubro Rosa. A publicação traz a programação completa das atividades que serão desenvolvidas pelas CliniCassi, ao longo do mês, em todo o País. 

Por meio do 16ª boletim "Prestando Contas Cassi" também é possível conferir as diversas ações da Caixa de Assistência com foco na prevenção do câncer de mama.

Clique aqui para acessar o Boletim.


Divulgação 


O 16º Boletim "Prestando Contas Cassi" está disponível em PDF na seção Publicações do site da Contraf-CUT para que os sindicatos possam imprimir e distribuir nas suas bases. Os eleitos da Cassi solicitam às entidades sindicais e representativas do funcionalismo do BB que divulguem o Boletim em seus portais na internet e em suas bases de representação. 

Fonte: Contraf-CUT