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20.5.15

Cassi - agenda de gestão e luta em Natal RN



Reunião com as lideranças do Sindicato dos Bancários do RN.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Fim de mais um dia de trabalho pela nossa Caixa de Assistência. Estou em Natal (RN) e tivemos um longo e promissor dia de fortalecimento da Cassi e da participação social.

Pela manhã, estivemos em reunião com as lideranças do Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte. Debatemos temas importantes sobre os desafios dos trabalhadores na conjuntura atual. E reafirmamos o compromisso da busca de unidade em defesa da Cassi e do modelo assistencial baseado na promoção de saúde e prevenção de doenças, que na Caixa de Assistência se organiza através dos serviços próprios (CliniCassi) e Estratégia Saúde da Família (ESF).


Reunião com as lideranças da AFABB RN e ANABB RN.

Após o encontro no Sindicato, fomos à Afabb RN e ficamos encantados com a estrutura, o envolvimento de nossos colegas aposentados nas lutas diárias do funcionalismo e no conjunto de atividades que a entidade realiza em prol dos aposentados e da comunidade local. O Coral da entidade se apresentou no evento da Cassi RN e foi simplesmente fantástico!

A Anabb tem escritório de representação na sede da Afabb RN.

Em seguida, visitamos a unidade nova da Cassi RN e a CliniCassi Natal e pudemos conversar com os funcionários da nossa unidade. Foi um excelente bate-papo. A sede nova está muito bem estruturada e pronta para receber com conforto e eficiência nossos associados do RN.

Almoçamos juntos com os funcionários e lideranças locais.


DISTRIBUIÇÃO DOS BOLETINS DOS ELEITOS NA BASE

Após o almoço, visitamos o prédio da Superintendência: conversamos com os trabalhadores e distribuímos boletins dos eleitos na Super, na Ajure e na agência.


VIII CONFERÊNCIA DE SAÚDE DA CASSI RN

Realizamos a Conferência de Saúde na sede da AABB RN. O evento contou com boa participação dos bancários e bancárias da ativa e aposentados, além das entidades representativas do funcionalismo BB. Ao final, tomaram posse no Conselho de Usuários os colegas para o período de 2015/17.

Agradecemos muito todo o empenho da nossa equipe Cassi RN, na figura do gerente da unidade Flávio. Agradeço imensamente o apoio financeiro e logístico da Anabb, na figura do Hermínio, pela realização das Conferências de Saúde deste semestre porque não tivemos aprovado recurso algum na governança da Cassi, por parte do patrocinador BB, para realizar as Conferências e estamos realizando elas mesmo assim, porque temos o apoio das entidades representativas.

Agradeço a todas as entidades representativas pelo apoio na convocação dos associados da ativa e aposentados: Sindicato, Afabb, Anabb, AABB, Conselheiros de Usuários e estendo à nossa equipe Cassi na Diretoria de Saúde, que tem trabalhado muito para nos ajudar na construção dos eventos deste semestre.

Fiz a palestra sobre o tema Sustentabilidade. Estou terminando o dia com um espírito leve de dever cumprido em dar informações para o conjunto das pessoas e entidades envolvidas na luta pela saúde dos trabalhadores e pela nossa Caixa de Assistência.

Parabéns a tod@s nós!

Vamos dormir algumas horas (quatro) porque de madrugada embarco para Recife PE, para agenda semelhante à que tivemos em Natal (RN).

Fortalecendo o Pertencimento na Caixa de Assistência!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


Post Scriptum

As despesas desta agenda foram custeadas pela Anabb e por mim.



Post Scriptum II (02/02/17):



Resultado das eleições 2014 no Rio Grande do Norte:

Eleitores (Brasil): Ativos = 102.209 / Aposentados = 68.590

Eleitores que votaram: Ativos = 80.268 / Aposentados = 25.374

Exterior: Ativos = 63 / Aposentados = 0

-----------------------------------------------------------



Eleitores RN: Ativos = 1.473 / Aposentados = 997 (2.470)

Eleitores votaram RN = 1.186 (80,5%) / 441 (44,2%)

Total votos RN = 1.627 / válidos: 1.229 (75,5%)


Chapa 1 Todos pela Cassi =     172 / 143 =   315 / 25,6%

Chapa 2 Maturidade          =    240 / 029 =    269 / 21,9%

Chapa 3 Uma Nova Cassi  =    336 / 196 =    532 / 43,3%

Chapa 4 Renovação          =     072 / 041 =   113 / 09,2%

Votos Brancos                   =     148 / 013 =   161

Votos Nulos                       =     218 / 019 =   237

Total Votos apurados RN   = 1.186 / 441 = 
1.627

Banco do Brasil apresenta proposta sobre sustentabilidade da Cassi (Matéria Contraf)



Funcionalismo do BB, ativos e aposentados vão avaliar
propostas apresentadas. 
Crédito: Guina Ferraz - Contraf-CUT.

Foi realizada nesta terça-feira (19) em Brasília, a segunda rodada de negociação sobre a sustentabilidade da Cassi entre o Banco do Brasil e os representantes de entidades dos funcionários do BB, da ativa e aposentados.

No início da reunião, os representantes das entidades reiteraram que concordam com a proposta de ações estruturantes apresentadas pelos dirigentes eleitos da Cassi com base em estudos acompanhados por técnicos do Banco. Insistiram na necessidade do aporte solicitado pelos eleitos. O BB repetiu que descarta a hipótese de aporte extraordinário. 

Em seguida foram discutidas algumas premissas que devem nortear a busca de soluções para a Caixa de Assistência. O Banco concorda com os negociadores que representam o funcionalismo que o Modelo de Atenção Integral à Saúde, por intermédio da Estratégia de Saúde da Família, é a maneira mais adequada de garantir a saúde das pessoas, com ênfase na prevenção e não na cura. Os dois lados da mesa também concordaram que é preciso aperfeiçoar a gestão do modelo, o que envolve tanto os dirigentes indicados pelo Banco quanto os eleitos pelos associados.

Outro ponto que gerou consenso foi que nenhum associado, seja da ativa ou aposentado, pode ficar desamparado. As soluções que forem encontradas deverão atender estas premissas.

Os negociadores que representam os associados também reiteraram que a solidariedade é um princípio fundamental, pelo qual cada um contribui de acordo com sua capacidade e utiliza o plano de acordo com suas necessidades. O Banco argumentou que a solidariedade deve ser aperfeiçoada, esclarecendo que deve detalhar a que aperfeiçoamento se refere no decorrer das reuniões.

O diretor Carlos Neri apresentou a proposta do BB, dividindo-a em três partes:

A) na primeira parte, o Banco propõe repassar para a Cassi os R$ 5,830 bilhões que estão provisionados no balanço do BB como compromisso com o pós-laboral, ou seja, com os aposentados. Segundo o BB, este valor está construído sobre bases atuariais que garantem que seja suficiente para honrar com a contribuição do Banco de 4,5% do salário bruto dos funcionários ativos e aposentados de hoje. Este valor seria depositado numa conta em nome da Cassi, num fundo da BBDTVM, com regulamento próprio aprovado em conjunto com os associados, e somente poderia ser utilizado para arcar com as contribuições hoje de responsabilidade do BB para os aposentados. Além disso, o BB acrescentaria mais 0,99% a sua contribuição sobre os salários brutos mensais dos ativos, que também seria direcionado ao mesmo fundo na BBDTVM, que, segundo o BB seria suficiente para arcar com o valor equivalente a contribuição de 4,5% para os futuros aposentados. Com estas medidas, o Banco deixaria de contribuir para os aposentados, deixando de ser obrigado a fazer as provisões previstas pela CVM 695/2012;

B) o BB argumenta que, com os R$ 5,830 bilhões passando para o nome da Cassi, as atuais reservas obrigatórias mantidas pela Caixa estariam liberadas. Sendo assim, os valores hoje existentes nestas reservas poderiam ser utilizados no custeio da entidade, inclusive cobrindo os déficits existentes e possibilitando a implantação das ações estruturantes propostas pelos dirigentes eleitos da Cassi, que, com um investimento estimado em R$ 150 milhões, preveem a diminuição das despesas da Cassi ao longo dos próximos anos;

C) em caso de déficits futuros, o BB propõe que estes sejam rateados somente entre os associados, a serem pagos no ano seguinte, em 12 parcelas mensais. O Banco propõe que nos critérios de rateio sejam utilizados fatores como idade do associado, grupo familiar (número de dependentes) e utilização do plano. 

As entidades participantes da mesa de negociação vão avaliar a proposta apresentada pelo Banco, inclusive as premissas utilizadas para fundamentá-la. 

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, pela complexidade da proposta, "será necessário um amplo debate entre as entidades para avaliar a sua viabilidade, como também alternativas dentro e fora da proposta. Também precisamos ampliar as discussões com todo o conjunto do funcionalismo do BB, ativos e aposentados," avaliou. 

Fonte: Contraf-CUT

19.5.15

Banco do Brasil apresenta proposta para a Cassi (Anabb)



(reprodução de matéria da Anabb)


Foi realizada hoje a segunda rodada de negociação sobre a sustentabilidade da Cassi entre o Banco do Brasil e os representantes de entidades dos funcionários do BB, da ativa e aposentados. 

No início da reunião, os representantes das entidades reiteraram que concordam com a proposta de ações estruturantes apresentadas pelos dirigentes eleitos da Cassi com base em estudos acompanhados por técnicos do BB. Insistiram na necessidade do aporte solicitado pelos eleitos. O BB repetiu que descarta a hipótese de aporte extraordinário. 

Em seguida foram discutidas algumas premissas que devem nortear a busca de soluções para a Caixa de Assistência. O BB concorda com os negociadores que representam o funcionalismo que o Modelo de Atenção Integral à Saúde, por intermédio da Estratégia de Saúde da Família, é a maneira mais adequada de garantir a saúde das pessoas, com ênfase na prevenção e não na cura. Os dois lados da mesa também concordaram que é preciso aperfeiçoar a gestão do modelo, o que envolve tanto os dirigentes indicados pelo Banco quanto os eleitos pelos associados. Outro ponto que gerou consenso foi que nenhum associado, seja da ativa ou aposentado, pode ficar desamparado. As soluções que forem encontradas deverão atender estas premissas. 

Os negociadores que representam os associados também reiteraram que a solidariedade é um princípio fundamental, pelo qual cada um contribui de acordo com sua capacidade e utiliza o plano de acordo com suas necessidades. O Banco argumentou que a solidariedade deve ser aperfeiçoada, esclarecendo que deve detalhar a que aperfeiçoamento se refere no decorrer das reuniões. Em seguida, o diretor Carlos Neri apresentou a proposta do BB, dividindo-a em três partes: 

a) na primeira parte, o Banco propõe repassar para a Cassi os R$ 5,830 bilhões que estão provisionados no balanço do BB como compromisso com o pós-laboral, ou seja, com os aposentados. Segundo o BB, este valor está construído sobre bases atuariais que garantem que seja suficiente para honrar com a contribuição do Banco de 4,5% do salário bruto dos funcionários ativos e aposentados de hoje. Este valor seria depositado numa conta em nome da Cassi, num fundo da BBDTVM, com regulamento próprio aprovado em conjunto com os associados, e somente poderia ser utilizado para arcar com as contribuições hoje de responsabilidade do BB para os aposentados. Além disso, o BB acrescentaria mais 0,99% a sua contribuição sobre os salários brutos mensais dos ativos, que também seria direcionado ao mesmo fundo na BBDTVM, que segundo o BB seria suficiente para arcar com o valor equivalente a contribuição de 4,5% para os futuros aposentados. Com estas medidas, o Banco deixaria de contribuir para os aposentados, deixando de ser obrigado a fazer as provisões previstas pela CVM 695/2012; 

b) o BB argumenta que, com os R$ 5,830 bilhões passando para o nome da Cassi, as atuais reservas obrigatórias mantidas pela Caixa estariam liberadas. Sendo assim, os valores hoje existentes nestas reservas poderiam ser utilizados no custeio da entidade, inclusive cobrindo os déficits existentes e possibilitando a implantação das ações estruturantes propostas pelos dirigentes eleitos da Cassi, que, com um investimento estimado em R$ 150 milhões, preveem a diminuição das despesas da Cassi ao longo dos próximos anos; 

c) em caso de déficits futuros, o BB propõe que estes sejam rateados somente entre os associados, a serem pagos no ano seguinte, em 12 parcelas mensais. O Banco propõe que nos critérios de rateio sejam utilizados fatores como idade do associado, grupo familiar (número de dependentes) e utilização do plano. As entidades participantes da mesa de negociação ficaram de avaliar a proposta apresentada pelo Banco, inclusive as premissas utilizadas para fundamentá-la.


Fonte: Anabb


COMENTÁRIO DO BLOG (20/5 às 8:29h):

Companheir@s, reunido com os representantes das entidades representativas ontem 19 e após a mesa com o Banco, fiz meus comentários e expressei a minha opinião de gestor da entidade eleito pelo Corpo Social somente a eles das entidades ali presentes. Porque foi o compromisso que firmamos para soltarmos um texto sucinto e que mantenha o esforço de unidade entre todas as entidades para termos mais força na mesa com o Banco. Divulguem e leiam a matéria e o que tenho escrito em meu blog. Também temos defendido nossas propostas nos boletins dos eleitos. Abraços, William Mendes

18.5.15

Cassi - Diretor de Saúde debate com Corpo Social (DF e PR)



Conversando com os bancári@s em Londrina - PR. 
Estou com o pessoal do Sindicato. 
Na foto: Regiane - Presidenta e Gisa - S. Geral.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Teremos a semana cheia de debates sobre a nossa Caixa de Assistência, tanto na mesa com o patrocinador Banco do Brasil nesta terça 19, quanto nas Conferências de Saúde da Cassi, que faremos em Natal - RN (20/05) e Recife - PE (21/05).

Na semana que passou, tivemos grande oportunidade de conversar com bancários e bancárias da ativa e aposentados, como também com suas lideranças sindicais, dos Conselhos de Usuários e das entidades representativas do funcionalismo.


VII CONFERÊNCIA DE SAÚDE DA CASSI DF - SUSTENTABILIDADE DA CASSI

Na quarta-feira 13, realizamos a Conferência de Saúde da Cassi DF e a renovação do Conselho de Usuários e agregamos ao evento a presença importante dos delegad@s sindicais da base de Brasília, numa parceria com o Sindicato dos Bancários e com a Anabb e demais entidades associativas. O evento teve a participação de dezenas de bancários, associados e formadores de opinião, além de especialistas que palestraram sobre temas de saúde, sistemas de saúde, SUS e saúde dos trabalhadores. 

Abordamos os principais eixos em debate neste momento de busca de perenidade para o Plano de Associados da Cassi, com a visão de representante eleito que não aceita perda de direitos em saúde.

Apresentamos eixos que incluem o modelo mutualista de custeio solidário, a missão da Cassi de Atenção Integral à Saúde, missão que desde a Reforma Estatutária de 1996 está prevista para se dar através da organização de serviços próprios - CliniCassi - e pela ação de equipes de família com profissionais de saúde multidisciplinares para cuidar dos associados e familiares ao longo da vida. Esta é a Estratégia Saúde da Família (ESF).


MODELO ASSISTENCIAL CASSI - CLINICASSI E ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA PARA O CONJUNTO DE ASSOCIADOS E FAMILIARES

O modelo assistencial da Cassi começou a ser implantado no início dos anos dois mil e caminhou bem até que estagnou a partir de 2007, justamente quando recebeu aporte específico para avançar para o conjunto dos participantes do Plano de Associados e para os doentes crônicos dos Planos Cassi Família (I e II). Entre receitas novas estatutárias, receitas extraordinárias (exemplo o BET) e aporte específico, a Cassi recebeu mais de 1 bilhão de reais para avançar no modelo assistencial e até o momento somente 40%* dos participantes do Plano de Associados estão cadastrados no direito à ESF, que tem diversas ferramentas de controle de saúde e doenças crônicas. 

(*Post Scriptum: para ser mais exato, a porcentagem em relação ao total do Plano de Associados é menor que 40% porque na ESF estão também crônicos do Cassi Família)

O modelo assistencial precisa terminar de ser implantado e é necessário investimento e foco para isso. As CliniCassi também tiveram redução de capacidade operacional a partir de 2008, ao invés de terem melhorias de condições gerais e estruturais para cumprirem seus objetivos de atenção às populações locais e organizar a Rede Referenciada necessária nos locais onde estão instaladas. 

EXPLICANDO O MODELO - O modelo assistencial da Cassi se dá através de serviços próprios nos locais com população que atenda a determinados parâmetros para instalação de CliniCassi, que organizam as necessidades de Redes Referenciadas de especialistas, clínicas e hospitais, após avaliação da população local abrangida e o mapa epidemiológico dela. O modelo é mais racional e integral. A Estratégia Saúde da Família (ESF) e Atenção Primária deve ser estendida para o conjunto dos participantes do Plano de Associados e para a totalidade dos doentes crônicos dos Planos Cassi Família, além da demanda espontânea ao modelo assistencial. Isso está previsto e relatado no Relatório Anual Cassi 2004, página 9.


AGENTES FACILITADORES (PR)

Na quinta-feira 14, estivemos em Curitiba para acompanhar a nova etapa do projeto dos Agentes Facilitadores, que foi iniciado pelo Conselho de Usuários do PR, em parceria com a Cassi PR e com o incentivo da Diretoria de Saúde, que desde o início do mandato assumiu compromisso com o Estado de buscar soluções para melhorar a rede credenciada e propôs o projeto que é muito exitoso no Rio Grande do Sul e já está implantado lá há mais de seis anos. O projeto é vinculado ao Conselho de Usuários e é baseado em participação social e voluntariado.

Estar no evento que reuniu dezenas de voluntários, colegas do BB da ativa e aposentados, que se dispuseram a participar do projeto, nos deixou com muita energia para seguir lutando pela Caixa de Assistência que defendemos, solidária, com participação social e cuidando dos associados e familiares, achando soluções conjuntas, inclusive para problemas que têm causas no mercado de saúde suplementar.


DEBATE COM CORPO SOCIAL EM LONDRINA - PR


Sede da CliniCassi Londrina.
Na sexta-feira 15, estivemos no Sindicato dos Bancários pela manhã e pudemos conhecer a sede da entidade, conversar com a diretoria e reafirmar nosso apreço por eles e que estamos à disposição das reivindicações de saúde da categoria. Fizemos reunião com os bancári@s de Londrina sobre a nossa Caixa de Assistência. A reunião foi muito boa e pudemos abordar o histórico da Cassi, as mudanças ao longo do tempo, a Cassi a partir da Reforma Estatutária de 1996 e os desafios colocados no presente. Contamos com a participação de nossa funcionária da Cassi Edilene, que estava responsável pela Unidade. Nossos agradecimentos ao apoio e dedicação.

Também tivemos a oportunidade de conhecer a nossa sede da CliniCassi Londrina (foto). Conversamos com os funcionários e após almoçarmos em Londrina com o pessoal do Sindicato, pegamos a estrada para ir a Campo Mourão, 200 km distante dali.


DEBATE COM CORPO SOCIAL EM CAMPO MOURÃO - PR


Conversa com bancári@s do BB em Campo Mourão.
Estou com o nosso companheiro Marcelo, liderança do BB.

Após algumas horas de viagem, chegamos a Campo Mourão, onde realizamos reunião com os bancári@s e associados da Cassi. Agradecemos muito a disposição dos trabalhadores, que aguardaram até às 17h para nosso debate sobre a Cassi (o horário bancário na cidade é até às 15h).


Fim dos trabalhos: com 
Marcelo do Sindicato,
André do Cesabb e a 

companheira da AABB.
Também estiveram conosco o Sindicato de Campo Mourão, na figura do companheiro Marcelo, dirigente do BB, e os companheiros André Machado do Cesabb PR e mais uma companheira da AABB local. A recepção dos associados também foi muito gratificante e estimulante para nosso trabalho.


CONTATO COM BASE SOCIAL NOS ENCHE DE ENERGIA PARA SEGUIR DEFENDENDO O PROJETO DE CASSI SOLIDÁRIA QUE ACREDITAMOS

As reuniões com os bancários tanto em Londrina quanto em Campo Mourão foram muito legais. Levamos conhecimento específico sobre os temas de saúde, modelo assistencial da Cassi e de Atenção Primária. 

Quero fazer um agradecimento geral a tod@s no Paraná pelos dois ótimos dias de trabalho. Aos funcionários da Cassi Paraná, aos sindicatos, às entidades associativas, e principalmente, aos bancários e bancárias, pela doação em serem agentes facilitadores, pela acolhida fraterna nos debates sobre a Cassi e por tudo. Este trabalho dá pertencimento a todos nós da comunidade do Banco do Brasil.

Seguimos nesta semana com firmeza nos debates da Caixa de Assistência.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


Post Scriptum:

As despesas desta agenda desde a Conferência de Saúde do DF até os dois dias no Paraná foram custeadas pelas entidades sindicais, pela Anabb, e por mim mesmo.

Cassi: em defesa do Princípio da Solidariedade

Apresentação do blog:
Este artigo de Herminio Sobrinho é muito bom e esclarecedor. Ele aborda de forma simples e em texto de fácil leitura o princípio basilar de nossa Caixa de Assistência. Recomendo a leitura e o compartilhamento com todas as pessoas que ainda têm dúvidas ou poucas informações a respeito da importância da solidariedade no Plano de Associados da Cassi. Boa leitura.

"CASSI: EM DEFESA DO PRINCÍPIO DA SOLIDARIEDADE"

Autor: Hermínio Sobrinho

Diante do momento pelo qual passa o Plano de Associados da Cassi, uma das questões pautadas tem sido a discussão do regime de solidariedade do plano.
Antes de adentrar naquilo que pretendemos alcançar com este texto, tentaremos explicar o que significa a solidariedade e as suas implicações, principalmente sociológicas. 
A solidariedade é uma condição grupal resultante de atitudes e sentimentos, de modo a constituir no grupo uma unidade sólida, capaz de resistir às forças exteriores e mesmo de tornar-se ainda mais firme em face da oposição vinda de fora. É a dependência mútua. Reciprocidade de obrigações e interesses. É a adesão ou apoio à causa comum. É um pensar solidário, e não solitário. É como as pessoas se unem, se ligam, assim como o cimento que liga os tijolos de uma parede. Por fim, solidariedade é uma questão de atitude que precisa do envolvimento das pessoas com valores solidários, capazes de lutar por aquilo que acreditam.
A Cassi, uma entidade sem fins lucrativos, é uma conquista do funcionalismo do Banco do Brasil e o Princípio da Solidariedade é que norteia toda a política de assistência à saúde, onde todos contribuem com o mesmo percentual e utilizam de acordo com suas necessidades. 
Os participantes contribuem com regras iguais, gerando um fundo destinado a custear as despesas assistenciais de cada um dos associados e seus dependentes. É um sistema mutualista, onde todos têm acesso a uma assistência médica de boa qualidade e com cobertura ampla. É este princípio que une todos os funcionários da ativa e que protege os aposentados. Romper com este princípio é jogar por terra uma ideia pensada, lançada e implantada por nossos pioneiros colegas há 70 anos. Seria destruir toda uma história de lutas e de muita dedicação e trabalho.
Neste momento não podemos cair no canto da sereia do patrocinador Banco do Brasil, que é o maior responsável pela atual situação. Não devemos em nenhuma hipótese aceitar a possibilidade de pagar por dependente, por idade, por consumo, por perfil epidemiológico ou qualquer outra forma de tentativa da quebra da solidariedade. 
Como milhares de colegas, ativos e aposentados, teriam condições de arcar com este modelo de custeio? Certamente que muitos teriam que se desligar da Cassi, ficando sem uma assistência de qualidade e trazendo como consequência o encarecimento do plano e sua insustentabilidade. Se o colega hoje não tem dependente, amanhã poderá tê-lo. Também envelhecerá, e será mais um aposentado, vivendo os mesmos dramas e situações dos atuais. Os aposentados, cuja grande maioria tem como dependente hoje o(a) companheiro(a) - muitas vezes nem estes -, já teve outros. Portanto, não podemos pensar só no presente, mas vislumbrar o futuro. Os caminhos normalmente são os mesmos. Não somos nós os vilões nesta história.
A sustentabilidade da Cassi e a sua perenidade passam por um Modelo Integrado de Atenção à Saúde eficiente, por melhorias na gestão com maior participação efetiva dos associados, com o fortalecimento dos Conselhos de Usuários, pela prática da cultura do pertencimento (a Cassi pertence a nós), mas e principalmente, pela defesa da Solidariedade enquanto pilastra basilar da nossa Caixa de Assistência. Sem esta Solidariedade seremos consumidores de mais um plano de saúde do mercado.
A SOLIDARIEDADE deve ser entendida e defendida como uma cláusula pétrea na Cassi.

Herminio Sobrinho
Representante da Anabb (RN)
Artigo feito para a Revista da AFABB RN - março/abril/2015
O autor esclarece que esta é uma luta fundamental para a preservação da Cassi enquanto Caixa de Assistência à Saúde dos Funcionários do BB e como entidade de autogestão. Cuidado com o canto da sereia vindo da direção do Banco do Brasil. Este canto esconde a intenção clara de quebrar o Princípio da Solidariedade entre nós funcionários da ativa e aposentados. Será a pá de terra final em nossa assistência médica.

13.5.15

Agenda de gestão e luta pela Cassi no DF e PR



Mesa de abertura da Conferência no DF. Alto nível nos debates com
delegad@s sindicais, conselheir@s de usuários e representantes de
diversas entidades, inclusive da Cassi.

(atualizado em 19/5/15 às 0:52h)

Boa noite companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Esta quarta-feira 13 foi um dia muito promissor para nós que lutamos pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil e pelas questões de saúde dos trabalhadores.

Nós realizamos em Brasília, no Teatro dos Bancários, a VII Conferência de Saúde da Cassi DF, onde debatemos o tema "Sustentabilidade da Cassi". A Conferência também renova o Conselho de Usuários para o biênio 2015/17.

Depois publicaremos matéria com mais informações a respeito da Conferência. Gostaria de destacar a minha felicidade por conseguirmos realizar o evento mesmo com o veto que tivemos por parte do patrocinador BB e seus indicados em relação aos recursos da Cassi. O apoio que as entidades têm nos dado na realização das Conferências nos dá um ânimo muito grande em seguir defendendo o que acreditamos para a Cassi.

O evento contou com grande participação de bancários, militantes em saúde dos trabalhadores, lideranças de entidades representativas do funcionalismo do BB e funcionários da Cassi. O nível das palestras foi alto e ganhamos todos nós. Meus sinceros agradecimentos a tod@s os envolvidos e apoiadores.

Não pude ficar até o final para a posse dos conselheiros de usuários porque precisei ir para o aeroporto para o nosso compromisso de quinta e sexta no Paraná.


AGENTES FACILITADORES

Estamos em Curitiba para agenda nesta quinta 14. Vamos dar sequência ao nosso projeto de implantação dos Agentes Facilitadores - um trabalho de voluntariado com apoio do Conselho de Usuários e Cassi PR para auxiliar a Caixa de Assistência na relação e melhoria de Rede de Prestadores no Estado do Paraná. 

A experiência exitosa na Cassi RS nos estimulou a tentar implantar em outras bases do país este projeto. Isso foi um compromisso de campanha em 2014 e vamos envidar todo o esforço necessário para melhorar a participação social na Cassi e as alternativas viáveis de melhorias para os nossos associados, mesmo quando os problemas têm relação externa à Cassi, como é o caso de Rede de Prestadores, um problema crônico para todos os planos de saúde e para o sistema público também.


VISITAS A LONDRINA E CAMPO MOURÃO

Na sexta-feira 15 terei a alegria de estar em Londrina e depois em Campo Mourão debatendo a Cassi com nossas entidades e nossos bancários e bancárias associados.

É isso. Feliz pelo belo evento de saúde que tivemos em Brasília. E com energia para a agenda desta quinta e sexta no Paraná.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Post Scriptum:

Esta agenda de fortalecimento da Caixa de Assistência está sendo custeada por entidades representativas dos bancários e por mim mesmo.

Aberta negociação com o BB sobre a Cassi (Matéria Anabb)



(reprodução de matéria da Anabb)

Foi instalada nesta terça-feira, 12 de maio, mesa de negociação específica para discutir a sustentabilidade da Cassi, envolvendo o Banco do Brasil e entidades representativas de funcionários, da ativa e aposentados.

A abertura de negociações havia sido  solicitada pela CONTRAF e pela CONTEC e contou também com a participação da ANABB, FAABB, AAFBB, AFABB-SP e de representantes de cinco federações de sindicatos de bancários. O principal representante do BB à mesa foi o diretor da DIREF Carlos Eduardo Leal Neri. A partir da próxima reunião, a mesa contará também com a participação de dois dirigentes eleitos da Cassi.

Na abertura da reunião o diretor Carlos Neri expressou que a Cassi é muito importante para o Banco do Brasil, que não tem intenção de impor nada nesta negociação. Afirmou que na Cassi as decisões são todas colegiadas, não há voto de minerva. E que propostas que venham a ser colocadas à mesa que alterem o que consta nos estatutos da Cassi deverão ter a aprovação do Corpo Social.

Wagner Nascimento, da Contraf, afirmou que o objetivo das entidades presentes é viabilizar a sustentabilidade e a perenidade da Cassi, garantindo a todos os funcionários da ativa e aos aposentados um atendimento à saúde de alta qualidade. E reforçou a importância do princípio da solidariedade, pelo qual cada um paga de acordo com suas possibilidades e é atendido conforme suas necessidades. 

Nesta primeira reunião, o BB fez uma apresentação sobre números da Cassi que impactam a sua sustentabilidade, entre eles as despesas com internações, exames e consultas, comparando-os com os gastos das demais entidades de autogestão. 

Para o diretor do BB não é possível afirmar com segurança que os atuais 7,5% de contribuição, somadas a do BB (4,5%) e a dos participantes (3%), sejam insuficientes para custear a Cassi. Para ele, com o aperfeiçoamento da gestão da Cassi há muito espaço para reduzir desperdício sem retirar nenhum direito dos participantes.

O presidente da ANABB, Sergio Riede, contrapôs lembrando que diversas outras partes envolvidas podem fazer mais do que fazem hoje a favor da sustentabilidade da Caixa de Assistência. Além da própria gestão da Cassi, a ANS pode e deve tratar os planos de autogestão de forma diferente dos planos de mercado. O governo pode e deve rediscutir a tributação dos serviços de saúde, que é uma das mais onerosas do país. Os participantes também podem atuar menos como meros usuários da Cassi e mais como verdadeiros donos do plano de saúde, conferindo extratos, evitando exames desnecessários, ajudando a combater fraudes. E o Banco também pode contribuir mais com a Cassi ao colaborar para diminuir o impacto que a própria atividade bancária – reconhecida em diversos estudos como uma das mais estressantes - causa nos funcionários. Um exemplo seria adequar melhor a dotação das dependências.

Por fim, o BB apresentou aos participantes da mesa as consequências que a CVM 695 provoca no caso de aumento das contribuições do Banco. Segundo o diretor Neri, hoje o BB possui R$ 5,8 bilhões contabilizados como compromisso pós-laboral, ou seja, para o BB pagar as contribuições patronais dos atuais aposentados e dos que vierem a se aposentar. Para cada 1% de aumento em sua contribuição, o Banco teria, segundo o estabelecido na CVM 695, que aumentar em R$ 1,295 bilhão a sua provisão pós-laboral. Isso, segundo o diretor Neri, torna inviável qualquer elevação das contribuições do patrocinador.

Os representantes dos funcionários registraram que uma das premissas desse processo negocial é que a Cassi precisa ter sustentabilidade para atender todas as demandas de saúde dos funcionários da ativa e dos aposentados, por toda a sua vida. O representante do Banco registrou sua concordância com a premissa, incluindo a de que isso não poderia significar uma redução na capacidade operacional do BB. E disse que acredita ser possível conciliar essas duas premissas.

Diversos representantes das entidades participantes da mesa fizeram registros e questionamentos, respondidos pelo BB e ficaram de apresentar sugestões que atendessem a essas premissas na próxima reunião. Perguntado se o Banco teria proposta para apresentar, o diretor Neri respondeu que sim, mas que só apresentaria nas próximas reuniões.

Ficou agendado novo encontro para a próxima terça-feira, 19 de maio.


Fonte: Anabb

12.5.15

Negociação sobre a Cassi começa com muitos debates e sem propostas do BB



(reprodução de matéria da Contraf-CUT)


Entidades querem que negociação avance
para propostas sobre a Cassi.
Foto: Guina Ferraz

Teve início nesta terça-feira dia 12, em Brasília, a mesa de negociação sobre Cassi entre entidades representativas do funcionalismo e o Banco do Brasil. A criação da mesa específica foi uma reivindicação da Contraf-CUT, que coordenou os trabalhos, com a assessoria dos sindicatos, entidades associativas de funcionários da ativa e aposentados, como Anabb, Aafbb, Federação dos Aposentados - Faabb, Afabb- SP e da Contec. 

Para Wagner Nascimento, que coordenou a mesa pela Contraf-CUT, foi extremamente importante o início das negociações, uma vez que a situação atual da Cassi exige o encontro de soluções e há uma cobrança dos funcionários da ativa e aposentados para que se chegue a uma solução de forma negociada.

"É importante que os sindicatos continuem as discussões nos locais de trabalho acerca do tema Cassi e que os funcionários procurem se informar mais sobre a situação nos boletins dos eleitos e nos relatórios anuais disponíveis para consulta. O banco afirmou que tem propostas sobre vários temas discutidos nesta primeira reunião e estas serão apresentadas ao longo das discussões." destaca Wagner.



Funcionários defendem solidariedade e assistência a todos

Na mesa de instalação das negociações o Banco informou que inicialmente as discussões seriam com a governança da Cassi e que entende que as soluções para os problemas apresentados devem passar por uma mesa com as entidades e ampla representação do funcionalismo.

O Banco apresentou um diagnóstico sobre a situação atual da Cassi, o déficit dos últimos quatros anos e, ainda, um quadro comparativo entre as despesas da Cassi com a média das outras entidades de autogestão.

O Banco afirmou que os problemas de gestão apontados não se referem a um período específico e os representantes dos funcionários lembraram que os problemas de gestão são comuns entre indicados do Banco e eleitos e alguns problemas são de longa data na Cassi, há muitos anos.

O Banco reconhece que a atual Diretoria tem tido coragem em atacar alguns problemas crônicos de gestão, mas que é necessário aprimorar mais ainda os processos, citando as questões envolvendo negociação com prestadores e regulação, algo que os eleitos também têm apontado nos boletins "Prestando Contas Cassi".

Alguns consensos foram apontados, como por exemplo, o de que é melhor investir na prevenção da saúde dos funcionários.

Nos debates também ficou acertado na continuidade dos trabalhos a presença dos dirigentes eleitos da Cassi, para auxiliar no debate.

Os representantes dos funcionários apontam que deve ser mantido o princípio da solidariedade e também a assistência aos funcionários ativos e aposentados pela Cassi. Neste ponto do debate, o Banco afirma que o modelo de solidariedade deve ser aperfeiçoado, mas não apresentou nenhuma proposta específica sobre o tema.

O Banco também fez uma apresentação sobre os valores da contribuição patronal e de funcionários à Cassi e seus impactos no balanço financeiro do Banco.

Especificamente sobre o balanço, o Banco informou que devido a Deliberação CVM 695/2012 que remete ao Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 33(R1) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de benefícios a empregados, o provisionamento no balanço do Banco referente aos benefícios da Cassi aos empregados chega ao montante de 5,8 bilhões de reais.

O Banco afirmou que não há interesse em retirar a assistência aos funcionários aposentados, mas que para conseguir uma alternativa para se chegar a um consenso, o debate deve passar por encontrar alternativas para o tratamento do pós-laboral. 

A mesa de negociações terá continuidade na próxima semana, com reunião marcada para o dia 19 de maio, também em Brasília. 


Fonte: Contraf-CUT

1ª Mesa Cassi e BB - Eleitos reafirmam propostas em reunião com entidades representativas


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta segunda-feira 11, atendemos ao chamado da Anabb e demais entidades representativas nacionais do funcionalismo para reunião preparatória para iniciar os debates com o Banco do Brasil sobre a busca de solução para o equilíbrio e a sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi, que tem um histórico de déficits operacionais de mais de uma década.


O déficit do Plano de Associados ficou evidenciado mais ainda após a não entrada de receitas extraordinárias na entidade em 2014, como ocorreu entre 2007 e 2013, quando a entidade recebeu aporte extraordinário específico de R$ 300 milhões entre 2007 e 2010 para ampliar o modelo assistencial - Atenção Integral à Saúde, através da Estratégia Saúde da Família (ESF) e os serviços próprios CliniCassi -, recebeu receitas novas de cerca de R$ 100 milhões por ano com a contribuição sobre o 13º salário e a correção do pagamento que o Banco não fez até 2007 de 4,5% sobre a folha dos funcionários pós-1998 e a assunção da diferença deficitária do grupo de dependentes indiretos.


A Cassi também recebeu cerca de R$ 400 milhões oriundos da distribuição do Benefício Especial Temporário (BET), fruto da negociação entre as entidades representativas e o BB sobre o superávit do Plano Previ 1.


O modelo assistencial da Caixa de Assistência tem momentos decisivos em sua história, momentos que foram definidos pelos associados e gestores em 1996 (Reforma Estatutária), 2001 (Documento Diretor) e 2007 (Reforma Estatutária com aporte e receitas novas para ampliar a Estratégia Saúde da Família - ESF - e os serviços próprios - CliniCassi).


Os eleitos da Cassi estudaram o histórico dos sucessivos desequilíbrios do Plano de Associados e apresentaram Iniciativas Estratégicas ao Banco do Brasil que estendem ao conjunto dos associados e dependentes o modelo assistencial baseado na Atenção Integral com equipes multidisciplinares que cuidam dos bancários e família, a partir dos serviços próprios nas CliniCassi, que organizam Redes Referenciadas de especialidades necessárias para atender à uma determinada população mapeada e cadastrada. O sistema é o que tem de mais avançado no mundo em relação à modelos de saúde.


A proposta dos eleitos é que o Banco faça dois aportes extraordinários totalizando R$ 600 milhões - um aporte de R$ 300 milhões em 2015 e outro em 2016. O BB também é responsável pela gestão da Cassi há 19 anos e se o modelo assistencial definido não foi completamente implantado até hoje, todos têm que se responsabilizar. O projeto estruturante apresentado pelos eleitos ao Banco (Iniciativas estratégicas) já terá reflexos e economia de despesa assistencial a partir de 2017 e a previsão é promissora para os anos seguintes, sem perda de direitos em saúde e com aumento da eficiência operacional da entidade, com melhores resultados em saúde e econômico-financeiro.



1ª MESA SEM ELEITOS DA CASSI


Nós eleitos da Cassi não estaremos na mesa de negociação com o Banco nesta terça-feira 12. Isso ficou definido entre as partes Banco e entidades sindicais/representativas. 


Os eleitos estão à disposição das entidades representativas para o debate com o patrocinador Banco do Brasil.


Nós temos divulgado nossa proposta de sustentabilidade para a Cassi através dos boletins Prestando Contas Cassi, disponíveis na seção "publicações" do site da Contraf-CUT. Leiam e divulguem estes boletins abaixo (clique e leia) e todos os outros já publicados:


- Boletim dos eleitos nº 11 - Aborda a ESF e as CliniCassi


- Boletim dos eleitos nº 10 - A proposta para a sustentabilidade da Cassi


- Boletim dos eleitos nº 3 - A Cassi e o princípio do custeio solidário



As propostas estruturantes foram estudadas e construídas em 2014 com o apoio dos técnicos e gerentes da Cassi e apresentada ao patrocinador em dezembro. Nós estamos atentos e nosso viés é a manutenção do modelo assistencial já definido há muitos anos, mantendo o princípio mutualista do custeio solidário e o mesmo atendimento de qualidade a todos os participantes, independente de renda, função no Banco, idade, perfil com mais ou menos comorbidades (doenças) ou número de dependentes, com mais ou menos uso por necessidades etc. Atender bem a todos de acordo com as necessidades em saúde.


Seguimos defendendo os interesses dos bancários e dependentes como nos propusemos.


William Mendes

Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

8.5.15

11º Boletim - Eleitos da Cassi rebatem avaliação do BB e defendem modelo de saúde



Os dirigentes eleitos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil divulgaram nesta sexta-feira 8 a edição número 11 do Boletim Prestando Contas Cassi, na qual rebatem a avaliação que o BB faz em sua comunicação interna sobre a sustentabilidade do Plano de Associados e defendem a Estratégia Saúde da Família (ESF) e a organização dos serviços próprios (CliniCassi).

A Contraf-CUT iniciará nesta terça-feira 12 as negociações sobre a sustentabilidade da Cassi com o Banco do Brasil.

"A ESF e as CliniCassi são pilares do Sistema de Serviços de Saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, assim como o modelo mutualista de custeio solidário - por isso o nome 'caixa'. Compreender o que está em jogo para os participantes da ativa, aposentados e seus dependentes é de fundamental importância para a busca de soluções para a sustentabilidade, sem a perda de direitos em saúde conquistados ao longo da história do funcionalismo", afirmam os dirigentes eleitos no boletim. 

O Banco do Brasil afirma no site exclusivo sobre a Cassi que criou na sua intranet que o modelo deve ser revisto por não ter atingido os resultados esperados. Os eleitos rebatem: "Não é o caso de procurar culpados pela implantação limitada do modelo nesses 19 anos de gestão compartilhada, mas como o próprio banco disse em seu boletim (18/4/15), todas as decisões de governança da Cassi passam pela aprovação de eleitos e indicados. Então, é necessário partilhar insucessos e focar no futuro do modelo, como está proposto pelos eleitos através das iniciativas estratégicas que propõem aperfeiçoar os mecanismos de regulação, a gestão da rede de prestadores e o acesso qualificado através do Sistema Integrado de Saúde (ESF/CliniCassi) para o conjunto dos associados". 

Divulgação do Boletim

O Boletim Prestando Contas Cassi está disponível aqui ou em PDF na seção Publicações do site www.contrafcut.org.br. para que os sindicatos possam imprimir e distribuir nas suas bases. 

Os eleitos da Cassi solicitam às entidades sindicais e representativas do funcionalismo do BB que divulguem o Boletim em seus portais na internet e em suas bases de representação.


Fonte: Contraf-CUT