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22.2.12

Agenda sindical: quarta 22 a sexta 24 (Org. curso de formação e Congresso da Contraf-CUT)



Nesta QUARTA-FEIRA estou tratando da organização de curso de formação de dirigentes da Contraf-CUT para o primeiro semestre de 2012.

Também estou com várias demandas sobre questões do Banco do Brasil, do congresso da Contraf-CUT e do meu Sindicato (revisei texto de planejamento do nosso coletivo de banco para a nossa gestão sindical 2011/14).

QUINTA-FEIRA

Reunião estadual sobre questões do bb na Fetec CUT SP.

SEXTA-FEIRA

Dia de trabalho na Contraf-CUT.

20.2.12

Artigo: "1984" é hoje!


O indivíduo moderno frente
ao totalitarismo do PIG*
Big Brother ("O grito" de Munch)

Opinião

“1984” é hoje!

Ou

PIG* Big Brother


“Guerra é paz
Liberdade é escravidão
Ignorância é força
”


A leitura da obra de George Orwell, escrita em 1949, pode ser lida e adaptada para os dias atuais simplesmente substituindo-se a personagem principal do totalitarismo, o Partido SOCialista INGlês na ficção - o INGSOC, pelo * Partido da Imprensa Golpista mundial – PIG, atual ferramenta ideológica do sistema capitalista totalitário que atua com dominação total dos veículos de comunicação de massa apagando o passado, deturpando e inventando o presente e destruindo o futuro da liberdade humana.

Aliás, o PIG mundial – O GRANDE IRMÃO - está destruindo a liberdade humana em nome da “liberdade” humana (de alguns)!


“Quem controla o passado,
Controla o futuro;
Quem controla o presente,
Controla o passado.
”


“O Partido dizia que a Oceania jamais fora aliada da Eurásia, Ele, Winston Smith, sabia que a Oceania fora aliada da Eurásia não havia senão quatro anos. Onde, porém, existia esse conhecimento? Apenas em sua consciência, o que em todo caso devia ser logo aniquilado. E se todos os outros aceitassem a mentira imposta pelo Partido – se todos os anais dissessem a mesma coisa – então a mentira se transformava em história, em verdade. ‘Quem controla o passado’, dizia o lema do Partido, ‘controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado’. E no entanto o passado, conquanto de natureza alterável, nunca fora alterado. O que agora era verdade era verdade do sempre ao sempre. Era bem simples. Bastava apenas uma série infinda de vitórias sobre a memória. ‘Controle da realidade’, chamava-se. Ou, em novilíngua, ‘duplipensar’.”


O CONTROLE DA REALIDADE

“Winston deixou cair os braços e lentamente tornou a encher os pulmões de ar. Seu espírito mergulhou no mundo labiríntico do duplipensar. Saber e não saber, ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões opostas, sabendo-as contraditórias e ainda assim acreditando em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, crer na impossibilidade da democracia e que o Partido era o guardião da democracia; esquecer tudo quanto fosse necessário esquecer, trazê-lo à memória prontamente no momento preciso, e depois torná-lo a esquecer; e acima de tudo, aplicar o próprio processo ao processo. Essa era a sutileza derradeira: induzir conscientemente a inconsciência, e então, tornar-se inconsciente do ato de hipnose que se acabava de realizar. Até para compreender a palavra ‘duplipensar’ era necessário usar o duplipensar.”


O MUNDO (I)REAL DE HOJE

“ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas”


Cacete! É exatamente o que faz a imprensa manipuladora dos EUA e a imprensa paulista!


GUERRA É PAZ – fazer guerra é manter a máquina capitalista.

LIBERDADE “da imprensa comercial” É ESCRAVIDÃO total da “liberdade de expressão humana”.

IGNORÂNCIA da humanidade googleana não-pensante É FORÇA totalitária vencendo a inteligência humana.

William Mendes

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Post scriptum:

Para poder cometer meu crimideia e me desligar do PIG* Big Brother, aquela telona de olhar fixo sobre todos nós em minha casa e em todo o mundo, precisei me esconder em um canto da casa e colocar som no último volume nos ouvidos e, só assim, conseguir pensar... e escrever livre do controle mental do jornal global que latia lá na telona global para todos os ouvintes “normais” como minha e suas famílias...

Agenda sindical - Quinta e sexta, 16 e 17 (Questões: Sequestro de bancários, Plan. Sindicato e Cassi)



Na quinta-feira 16, passei o dia na Contraf-CUT.

Boa parte do dia foi dedicada a discutir a Caixa de Assistência dos funcionários do bb - a Cassi. Estivemos pensando em propostas para melhorar a nossa entidade de autogestão em saúde com o objetivo de atender ao nosso lema:

"Cassi e Previ para todos com qualidade"

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Na sexta-feira 17, pela manhã, estive na Regional de Segurança do bb para conversar sobre problemas ocorridos com colegas do banco na regional Osasco do Sindicato.

Na parte da tarde, estive juntamente com os demais diretores do bb em reunião de coletivo no Sindicato até o fim do dia.

Tivemos debates importantes e de muita formação política como, por exemplo, sobre democracia no movimento e na representação dos trabalhadores. Como temos vários dirigentes novos na gestão é sempre oportuno termos momentos de debates formativos para melhorar a qualidade de nossa entidade de classe.

William

17.2.12

Artigo: "Ficha Limpa" - Sou contrário!


Atividade sindical no Banco do Brasil (2012). Foto: Lazari.

Opinião:

Vou repetir o que já disse em 2010 sobre o que penso a respeito dessa tal de ficha limpa: SOU CONTRÁRIO!

"20/03/2010

Artigo: 
O que penso sobre o projeto de lei "ficha-suja", contra candidaturas de pessoas indiciadas


Camaradas,


Conhecendo as estruturas institucionais da democracia e do Estado brasileiro, AINDA MAIS NA CONTEMPORANEIDADE, ONDE SE ACUSAM INOCENTES SEM NENHUMA PROVA DE NADA, SE ASSASSINAM REPUTAÇÕES e depois de anos do contexto a pessoa é inocentada em última instância, eu afirmo que não sou favorável a esse projeto de "ficha-suja".

A não ser que, no projeto, esteja de forma clara e transparente que é só para os CASOS TRANSITADOS EM JULGADO.

Do contrário, o projeto é mais uma invenção daqueles que gostam da ÉTICA NA POLÍTICA (retórica de ética muito usada pelo PSDB, DEM, pessoas de 'bem' (BENS) e alguns coleguinhas nossos que militam em partidos de 'esquerda' como PSOL, PCdoB, PSTU, PSB, PT etc. (é isso mesmo, tem santo da 'ética' em tudo quanto é partido).

Eu defendo a ÉTICA DA POLÍTICA, aquela que busca construir instituições públicas, sólidas e impessoais, com regimentos para evitar subjetividades e desvios de caráter E QUE TRAGA RESULTADOS EFETIVOS PARA A MELHORIA DE VIDA DO POVO, como tem feito o Partido dos Trabalhadores nos dois mandatos presidenciais que se encerram em 2010. E QUE ESPERO E LUTO PARA QUE O PROJETO SIGA COM DILMA ROUSSEFF.

Abraços sindicais,

William Mendes
Sec. formação Contraf-CUT"

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LEIAM TAMBÉM:

Reproduzo aqui o texto de Marco Aurélio Weissheimer (Carta Maior)

Ficha limpa é projeto demagógico, autoritário e flerta com o fascismo

O inferno está pavimentado de boas intenções. A frase cai como uma luva para contextualizar o debate sobre os políticos "ficha-suja" e o projeto "ficha-limpa" que ganhou grande apoio no país, à direita e à esquerda. Pouca gente vem se arriscando a navegar na direção contrária e a advertir sobre os riscos e ameaças contidos neste projeto que, em nome da moralização da política, pretende proibir que políticos condenados (em segunda instância) concorram a um mandato eletivo.

A primeira ameaça ronda o artigo 5° da Constituição, que aborda os direitos fundamentais e afirma que "ninguém será condenado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Professor de Direito Penal na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Túlio Vianna resumiu bem o problema em seu blog:

"Se o tal projeto Ficha Limpa for aprovado, o que vai ter de político sendo processado criminalmente só para ser tornado inelegível. Achei que o art. 5º LVII exigisse trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Deve ser só na minha Constituição. Se o 'ficha-limpa' não fere a presunção de inocência, é pior ainda, pois vão tolher a exigibilidade do cidadão mesmo sendo inocente. Êh argumento jurídico bão: nós continuamos te considerando inocente, mas não vamos te deixar candidatar mesmo assim! Que beleza! Ou o cara é presumido inocente ou é presumido culpado. Não tem meio termo. Se é presumido inocente, não pode ter qualquer direito tolhido".

Na mesma linha, o jornalista e ex-deputado federal Marcos Rolim também chamou a atenção para o fato de que o princípio da presunção da inocência é uma das garantias basilares do Estado de Direito e que o que o projeto ficha limpa pretende estabelecer é o "princípio de presunção de culpa". Além disso, Rolim lembra que a ideia de ficha limpa não é nova e já foi apresentada no Brasil, durante a ditadura militar:

"Foi a ditadura militar que, com a Emenda Constitucional nº 1 e a Lei Complementar nº 5, estabeleceu a cassação dos direitos políticos e a inelegibilidade por 'vida pregressa'; vale dizer: sem sentença condenatória com trânsito em julgado".

E se a ideia de ficha limpa é pra valer, acrescenta o jornalista e ex-deputado federal, por que não aplicá-la também aos eleitores:

"Se pessoas com 'ficha suja' não podem se candidatar, por que mesmo poderiam votar? Nos EUA, condenados perdem em definitivo o direito de votar, o que tem sido muito funcional para excluir do processo democrático milhões de pobres e negros, lá como aqui, 'opções preferenciais' do direito penal. E a imprensa? Condenações em segunda instância assinalam uma 'mídia ficha suja' no Brasil?"

Mas talvez a ameaça mais grave, e menos visível imediatamente, que ronda esse debate é a incessante campanha de demonização dos políticos e da atividade política, impulsionada quase que religiosamente pela mídia brasileira. Rolim cita como exemplo em seu artigo uma charge publicada no jornal Zero Hora sobre o tema: na charge de Iotti, políticos são retratados como animais peçonhentos, roedores, aracnídeos e felinos.

Nos últimos anos, diversas pesquisas realizadas em vários cantos do planeta registraram um crescente descrédito da população em relação à política e aos políticos de um modo geral. Prospera uma visão que coloca a classe política e a atividade política em uma esfera de desconfiança e perda de legitimidade. A tentação de jogar todos os partidos e políticos em uma mesma vala comum de oportunistas e aproveitadores representa um perigo para a sobrevivência da própria ideia de democracia. O que explica esse fenômeno que se reproduz em vários países? A política e os políticos estão, de fato, fadados a mergulhar em um poço sem fundo de desconfiança? Essa desconfiança deve-se unicamente ao comportamento dos políticos ou há outros fatores que explicam seu crescimento?

É sintomático que o debate sobre a "ficha limpa" apareça dissociado do tema da reforma política. Eternamente proteladas e engavetadas, as propostas de uma mudança na legislação sobre as eleições e o financiamento das campanhas não obtém mesmo o alto grau de consenso e mobilização. Vale a pena lembrar de uma observação feita pelo filósofo esloveno Slavoj Zizek acerca do papel da moralidade na política. Ele analisa o caso italiano, onde uma operação Mãos Limpas promoveu uma devassa na classe política do país. Qual foi o resultado? Zizek comenta:

"Sua vitória (de Berlusconi) é uma lição deprimente sobre o papel da moralidade na política: o supremo desfecho da grande catarse moral-política - a campanha anticorrupção das mãos limpas que, uma década atrás, arruinou a democracia cristã, e com ela a polarização ideológica entre democratas cristãos e comunistas que dominou a política italiana no pós-guerra - é Berlusconi no poder. É algo como Rupert Murdoch vencer uma eleição na Grã-Bretanha: um movimento político gerenciado como empresa de publicidade e negócios. A Forza Itália de Berlusconi não é mais um partido político, mas sim - como o nome indica - uma espécie de torcida". ("Às portas da revolução", Boitempo, p. 332)

A eleição de políticos de "tipo Berlusconi" mostra outra fragilidade dessa ideia. Marcos Rolim desdobra bem essa fragilidade:

Muitos dos corruptos brasileiros possuem "ficha limpa" - especialmente os mais espertos, que não deixam rastros. Por outro lado, uma lei do tipo na África do Sul não teria permitido a eleição de Nelson Mandela, cuja "ficha suja" envolvia condenação por "terrorismo". Várias lideranças sindicais brasileiras possuem condenações em segunda instância por "crimes" que envolveram participação em greves ou em lutas populares; devemos impedir que se candidatem?

Agora mesmo, cabe lembrar, no Rio Grande do Sul e em São Paulo lideranças sindicais estão sofrendo condenações por protestos realizados contra os governos dos respectivos estados. Já não estão mais com sua ficha limpa. Os governantes dos dois estados, ao contrário, acusados de envolvimento em esquemas de corrupção, de autoritarismo e de sucateamento dos serviços públicos seguem com a ficha limpíssima. É este o caminho? Uma aberração político-jurídica vai melhorar nossa democracia?


Fonte: Artigo no site Carta Maior

16.2.12

Sindicato aponta problemas à direção do BB (Seeb SP)




Em reunião na Gestão de Pessoas SP, foram abordadas questões relacionadas ao BB 2.0., segurança e assédio moral

São Paulo – O Sindicato e o Banco do Brasil reuniram-se na Gestão de Pessoas SP para discutir problemas que afetam os funcionários, relacionados ao BB 2.0, casos de violência praticada contra trabalhadores em assaltos e sequestros e denúncias de assédio moral. O encontro aconteceu na quarta-feira 15.

Sobre o BB 2.0, em função do qual ocorreram descomissionamentos, o Sindicato solicitou reuniões com os superintendentes de Varejo Capital SP e Varejo Oeste para discutir garantias de direitos.

A respeito dos casos de sequestro e assalto com violência contra funcionários nas regiões Osasco e Sul, foi discutido com representantes do banco melhorias nos procedimentos de emissão de CAT e segurança a fim de garantir direitos dos trabalhadores, incluindo possibilidade de remoções pelo Programa de Assistência a Vítimas de Assalto e Sequestro (Pavas). O banco ficou de dar retorno ao Sindicato após apuração das necessidades dos funcionários.

As denúncias de assédio moral que vêm sendo acompanhadas pelo Sindicato foram apresentadas à Gepes, que ficou de apurar e voltar a discutir em mesa de negociação no próximo mês. A agência USP foi uma das discutidas. Lá ocorreram novas remoções compulsórias e foi reivindicada garantia de que esses trabalhadores não sejam ainda mais prejudicados com o corte da função de caixa.

“Os funcionários devem continuar a denunciar ao Sindicato casos de assédio moral e outros problemas", ressalta o dirigente sindical Hildo Montenegro. Os relatos podem ser feitos pelo Fale Conosco, por telefone ou pessoalmente na sede e regionais do Sindicato.

“Vamos continuar a negociar e realizar manifestações para buscar soluções para o trabalhador”, completa o dirigente.

Fonte: Seeb SP - Redação - 16/2/2012

15.2.12

Agenda sindical: por onde ando... (escrevendo tese e questões da base sindical)


Na terça-feira 14 estive na Contraf-CUT.

Estamos produzindo o texto da direção para o 3º congresso de nossa confederação. Também cuidei de algumas questões da formação.

Nesta quarta-feira 15, pela manhã, estive na base visitando uma agência que sofreu assalto e na parte da tarde comecei a encaminhar o que é necessário.

Juntamente com outros companheiros do Sindicato, tivemos uma reunião agora à tarde com a Gepes SP para tratar de assuntos inerentes a problemas com os bancários de nossa base sindical.

14.2.12

Balanço do BB mostra spread nas alturas, mais contratações e foco privado


O balanço divulgado nesta terça-feira (14) pelo Banco do Brasil, com lucro líquido recorde de R$ 12,1 bilhões em 2011, 3,6% maior que o de 2010 traz pontos positivos na visão da Contraf-CUT e do movimento sindical, mas também apresenta vários dos velhos problemas que têm se tornado a tônica do banco nos últimos anos.

Entre os pontos positivos, está o crescimento no número de funcionários do banco, que aumentou de 109.026 em 2010 para 113.810 em 2011, totalizando 4.784 novos postos de trabalho. "As contratações são positivas e ajudam a reduzir a sobrecarga de trabalho dos funcionários", diz Eduardo Araujo, coordenador da Comissão de Empresa dos funcionários do Banco do Brasil (COE).

Além disso, os números mostram o crescimento na concessão de crédito para o setor produtivo. A carteira de crédito do agronegócio, setor em que o banco tem atuação tradicional, encerrou o trimestre com saldo de R$ 89,4 bilhões, o que corresponde a crescimento de 6,7% ante o terceiro trimestre de 2011 e de 18% no ano. Além disso, a carteira de pessoa jurídica cresceu mais, com expansão de 19% no ano e de 5,6% no trimestre. De acordo com o BB, o segmento foi impulsionado pelos empréstimos a médias e grandes empresas, com destaques para as linhas tradicionais, como capital de giro, e via emissão de papéis privados, como debêntures. Também se destacou o segmento de micro e pequenas empresas, com expansão de 19,5% em relação ao observado em dezembro de 2010 e 9,2% frente a setembro último.

"Esses números são importantes, pois revertem uma tendência de queda na concessão de crédito ao setor produtivo, que vinha perdendo espaço nos balanços anteriores enquanto o crédito à pessoa física crescia", avalia William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e funcionários do BB. "Essa trajetória é importante para que o banco se aproxime do papel social que esperamos de um banco público, com empréstimos que incentivem o desenvolvimento e a geração de empregos e não apenas o consumo", finaliza.

No entanto, o balanço traz também pontos que merecem críticas, na avaliação da Contraf-CUT. O spread bancário (diferença entre o custo de captação e as taxas de juros cobradas pelo banco) cresceu muito em todos os segmentos, sendo que para pessoa física, atingiu 15,5%.

"Isso quer dizer que as sucessivas quedas da taxa Selic, promovidas pelo Banco Central nos últimos meses, não foram transferidas para a população. Assim, o Banco do Brasil vai na contramão do que esperamos de sua atuação, que deveria ser a de servir de referência para o mercado, diminuindo as taxas de juros e puxando os valores para baixo", defende Eduardo.

Além disso, o banco reconhece em seu balanço o expressivo crescimento dos ganhos obtidos com títulos baseados na taxa Selic. "Dessa forma, o BB está tirando dinheiro do povo brasileiro, uma vez que esses são títulos da dívida pública federal. Ou seja, ao invés de investir, está especulando com a dívida pública", diz William Mendes. "Além de um erro do banco, isso também demonstra o equívoco do governo federal ao hesitar em baixar mais rapidamente os juros básicos e continuar alimentando os especuladores", sustenta.

Na contrapartida dos bons resultados, está ainda o aumento da exploração de bancários e clientes. Os trabalhadores ainda sofrem com a forte pressão pelo cumprimento de metas abusivas e com a falta de funcionários, que sobrecarrega a todos. Além disso, o ganho médio do banco por cliente cresceu 12,4%, demonstrando um significativo aumento das tarifas bancárias.

Por fim, a Contraf-CUT e seus sindicatos está preocupada com a forma com que vem acontecendo o crescimento do Banco do Brasil. "Especialmente no caso do CDC, uma vez que tem surgido denúncias de que esse número vem sendo inflado por operações não contratadas", afirma William Mendes. Denúncia nesse sentido já foi encaminhada ao Conselho de Administração do banco para verificação.

Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT cobra retomada das negociações com Banco do Brasil




A Contraf-CUT enviou nesta segunda-feira (13) à direção do Banco do Brasil uma carta reivindicando retomada das negociações com o banco. Os principais pontos na pauta dos bancários são: jornada e plano de cargos; Programa Sinergia 2012; relacionamento com Banco Postal; implantação da PSO (Plataforma de Suporte Operacional) nas agências.

"Nossa data indicativa para o início das negociações é 27 de fevereiro. Apesar de todas as mudanças na diretoria do BB, o banco precisa retomar imediatamente as negociações, como um demonstrativo aos funcionários de que não está interessado somente nos lucros astronômicos", afirma Eduardo Araujo, coordenador da Comissão de Empresa (COE) dos Funcionários do BB.

Na quinta-feira (9) a COE se reuniu em Brasília e deliberou 7 de março como o Dia Nacional de Luta dos Funcionários do BB. "Nossa luta é principalmente pelo respeito à jornada de trabalho do bancário e por negociações para um Plano de Cargos digno", adianta Araujo.

Segundo o coordenador da COE, os sindicatos receberão as orientações nos próximos dias para a organização do Dia de Luta. "Vamos ficar mobilizados para que o BB respeite todas as conquistas da Campanha Nacional 2011", afirma Araujo.

Fonte: Contraf-CUT

13.2.12

CUT classifica projeto que criminaliza greve como o "AI-5 da Copa"




São Paulo - O presidente nacional da CUT, Artur Henrique da Silva, criticou o projeto de lei 728, de 2011, que está no Senado e que pretende instituir novas regras de segurança e punição legal durante a Copa do Mundo. 


A CUT classifica a iniciativa como "AI-5 da Copa", pois determina, por exemplo, que uma eventual greve no período da competição seja caracterizada como crime com o argumento de que se trata de uma maneira de incrementar os cuidados com a segurança durante o evento. "É um verdadeiro absurdo, pois passa por cima de anos de luta para alcançar a liberdade de expressão e de manifestação e principalmente pela Constituição Federal", afirma Artur.

O projeto de lei é de autoria dos senadores Marcelo Crivela (PRB-RJ), Ana Amélia (PP-RS) e Walter Pinheiro (PT-BA). Ele começaria a valer três meses antes do início das partidas da Copa do Mundo de 2014 e duraria até o fim do torneio.


Fonte: Rede Brasil Atual

Agenda sindical - segunda-feira 13/02 (Planejamento do Sindicato)



O dia de trabalho foi no Sindicato. Tivemos reunião de planejamento da diretoria.

Nossa entidade começou um planejamento no final do ano passado para pensar a melhor forma de atuar e se aproximar da nossa categoria. 

Chegamos a fazer consulta interativa com os bancários na página do Sindicato para vermos as prioridades dos nossos colegas para os próximos três anos.

Hoje, estivemos pensando questões relativas aos problemas enfrentados pelos bancários do bb em nossa base sindical.

William Mendes