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30.1.18

41º Prestando Contas Cassi - Uso racional da rede credenciada via CliniCassi favorece sustentabilidade



Uso racional da rede credenciada é pauta no Prestando Contas Cassi

41ª edição do boletim aborda a atuação das CliniCassi no controle dos gastos com a saúde

Estudos na área de Gestão de Saúde da Cassi apontam resultados na condução do participante ao uso ordenado da rede credenciada por meio da coordenação de cuidado da população assistida pela Estratégia Saúde da Família.

O Modelo de Atenção à Saúde da Cassi valoriza o olhar clínico e a história de vida do participante, prescrevendo exames e outros procedimentos quando realmente forem necessários. Dessa forma, evita-se a procura indiscriminada da rede e contribui para maior controle dos gastos com a saúde.

Essa gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento (2014/18) buscou fortalecer a Estratégia Saúde da Família (ESF) e as CliniCassi, aumentando o número de cadastrados em mais de 20 mil participantes (13%), em relação aos dados de maio de 2014, mesmo em período de restrições orçamentárias, e desenvolvendo estudos que passaram a comprovar a eficiência do modelo de promoção de saúde e prevenção de doenças definido pelos associados da Cassi após 1996.

Se toda a população assistida pela Cassi estivesse sendo cuidada e monitorada pelo modelo assistencial APS/ESF/CliniCassi o uso dos recursos da Caixa de Assistência seria mais racional e a população assistida poderia ter melhor qualidade de vida.

Leia mais na edição 41 do Boletim Prestando Contas.

Fonte: Contraf-CUT

29.1.18

Cassi - Agenda e opinião do Diretor de Saúde





Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas pelos direitos dos trabalhadores.

Ao longo desses quase quatro anos de mandato de representação de meus colegas do Banco do Brasil na Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento de nossa Caixa de Assistência, mantive um compromisso persistente de prestar contas de nossas opiniões, ações e agenda de trabalho na área responsável em nossa autogestão pelas políticas e programas de saúde da instituição, área que inclui a gestão das unidades próprias nas regiões - Unidades Cassi e CliniCassi.

Adotei uma estratégia de comunicação focada em manter informados conselheir@s de usuários, lideranças sindicais e demais representações dos segmentos de participantes da Cassi, já que nosso mandato é em uma associação nacional, que pertence aos trabalhadores de um banco público que atua em todas as localidades do país (ainda). 

Quando fui dirigente sindical em São Paulo, falava com bancários na base toda semana. Na Cassi, estabeleci também uma estratégia de informar as lideranças ao longo dos 4 anos, tanto presencialmente nas regiões quanto através do blog e boletins.

Vou cumprir meu período de férias adquiridas entre 2016/17 até a semana do Carnaval. Em dezembro havia pego só uns dias. No entanto, seguirei focado nas buscas de soluções para os problemas da nossa autogestão, até porque eu não descuido um minuto de nossa Cassi e dos direitos dos associados que representamos.

BOLETINS PRESTANDO CONTAS CASSI

Mesmo tirando uns dias de férias, vamos publicar hoje o 41º Boletim Prestando Contas Cassi abordando a importância da atuação das CliniCassi na coordenação de cuidados da população assistida por nós, por meio da Atenção Primária e medicina de família (ESF) e isso contribui para o uso racional da rede credenciada.

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O boletim é mais uma contribuição de nosso mandato na Diretoria de Saúde, que buscou produzir estudos na Cassi que comprovam com dados a eficiência da Estratégia Saúde da Família quando comparamos os participantes vinculados ao modelo em relação aos não cadastrados ainda. 
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Nesta edição do boletim 41 apresentamos comparações numéricas de um grupo de participantes que têm forte necessidade de assistência e consomem muitos recursos do plano de saúde. Chamamos de curva "A" nos planos. Mesmo sendo um segmento agravado, os vinculados à ESF que pertencem a esse grupo têm uma despesa per capita bem menor (13,9%).

TEXTOS ANALÍTICOS COM BALANÇO DO MANDATO

Se eu conseguir, ainda vou soltar mais dois textos de balanço de nosso mandato, abordando nossa atuação na região Sudeste e um a respeito da nossa relação e defesa dos Conselhos de Usuários. Já publicamos 9 textos de balanço nesses dias sobre vários eixos de atuação (ler AQUI).

Foi muito difícil produzir todos os estudos que produzimos nas últimas semanas, porque fizemos isso ao mesmo tempo em que enfrentamos diversos desafios e problemas que a Cassi e as autogestões estão vivendo por causa da crise econômico-financeira e política por que passa nosso país. Fizemos tudo junto e ao mesmo tempo e pouco dormimos nos últimos meses. Confesso um cansaço físico e mental nesses dias. Preciso de um respiro.

RESOLUÇÕES CGPAR AMEAÇAM AUTOGESTÕES E DIREITOS EM SAÚDE

Eu vou seguir nesses dias levando minhas opiniões às representações da comunidade Cassi e talvez aqui no blog também a respeito das Resoluções 21, 22 e 23 da CGPAR, publicadas pelo governo na última sexta-feira. Na minha opinião, elas inviabilizam grande parte das autogestões envolvidas. 

Não compartilho da leitura de algumas pessoas que respiram aliviadas sobre eventual "direito adquirido", termo que é utilizado nas resoluções para tentar dividir o conjunto dos participantes dos planos vítimas das medidas, que atacam e golpeiam de morte autogestões de saúde de trabalhadores.

Não adianta ter "direito adquirido" de algo que pode se inviabilizar e acabar. O governo fechou o Plano de Associados da Cassi em uma canetada. De novo é preciso lembrar para as pessoas o que é solidariedade na Cassi, a base do Plano de Associados. Se eu pensar só em mim hoje e não nos colegas que chegam amanhã, não terá plano para ninguém.

Entendo que as entidades representativas e suas áreas jurídicas devem estudar possibilidades urgentes de reversão dessas medidas nos órgãos da justiça do país. Além de manter meu chamamento para a mobilização e unidade na ação em defesa da Cassi e demais autogestões em saúde.

Os tempos são graves. Às vezes, nosso corpo e mente sentem os ataques. Mas a gente fez o que deve ser feito. Desistir não é uma opção.

Abraços às lideranças e aos leitores que nos acompanham e estamos à disposição para as lutas, que serão muitas e intensas, pela manutenção de nossos direitos em geral e em saúde, pensando a área na qual atuamos em nome dos trabalhadores. 

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

27.1.18

Balanço do mandato na Diretoria de Saúde da Cassi (IX)




Região Nordeste - Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento cumpriu 33 agendas de gestão nos 9 Estados da região entre junho de 2014 e dezembro de 2017. Com essa atuação intensa e parceira entre o mandato e a região, as Unidades Cassi tiveram apoio e incentivo para ampliar em 22,8% a cobertura do modelo assistencial APS/ESF, com promoção de saúde e prevenção de doenças, mesmo enfrentando a crise do orçamento contingenciado e sem investimentos novos na estrutura


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas em defesa da saúde dos trabalhadores.

Nossa agenda de trabalho na Caixa de Assistência como gestor eleito pelos associados tem sido difícil nessas últimas semanas. Diversas questões têm nos tomado um tempo precioso para o que é central e coletivo: a defesa dos direitos dos associados e a defesa e fortalecimento da Cassi, ambos sob risco (direitos dos associados e Cassi). Não tenho sequer dedicado um tempo para defender a mim mesmo contra ataques vis e maledicências. Mas a prioridade é a Cassi e os associados. 

Por essa agenda apertada que temos vivido ao longo da semana, gastei horas deste sábado fazendo mais essa pesquisa de nosso trabalho para fortalecer a Cassi no Nordeste, região tão importante e com povo tão maravilhoso.

A região Nordeste tem o IDH mais baixo do país, segundo o IBGE. Tem a segunda maior população brasileira, distribuída em 9 Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Em relação à Cassi, temos uma população assistida de 225 mil pessoas, segundo dados do Relatório Anual 2016. Temos uma Unidade Cassi em cada capital. Temos 41 equipes nucleares de família distribuídas em 14 unidades de atendimento CliniCassi (ESF). Temos 9 Conselhos de Usuários constituídos. Fizemos um esforço grande em estar junto às Unidades e aos associados e suas lideranças nesses 4 anos de mandato. Foram 33 agendas nos 9 Estados. 

Imaginem vocês que mais da metade de meu mandato foi sem recursos administrativos cotidianos a que teria direito para cumprir minhas tarefas de gestor das 92 unidades administrativas e de saúde (pelas regras de funcionamento interno da operadora). Por causa do déficit, tivemos orçamento contingenciado e seus efeitos por quase 2 anos e meio. Eu não me deixei levar por essas dificuldades, pois sou um representante político dos associados e tinha um compromisso a cumprir em nome deles.

Busquei formas de fazer a agenda que vocês verão abaixo, pedindo apoio às entidades representativas e usando recursos próprios porque acabei me tornando um apaixonado pela Cassi e um militante da saúde e do modelo de Atenção Primária e Estratégia Saúde da Família. Já era um defensor dos direitos dos bancários, isso não mudou. Entendo que valeu a pena o esforço pelos resultados que alcançamos juntos.

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AVANÇOS NA ATENÇÃO À SAÚDE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO NORDESTE 

Quando começamos o mandato, tínhamos na região 42,6 mil participantes cadastrados na Estratégia Saúde da Família (ESF). Mesmo com as dificuldades, que poderiam piorar a situação, ampliamos a cobertura do modelo em 9,7 mil cadastrados (22,8%). Lembrem-se: cada novo cadastrado pode ser uma vida salva porque o participante talvez estivesse com doenças crônicas em fase de agravamento e passou a ser cuidado por nós.

E nossa gestão não buscou só aumentar números, nós perseguimos melhorias de gestão e resultados em saúde nesses 4 anos, fato que pode ser visto na comparação dos dados da população que já conseguimos cuidar pela ESF e programas de saúde em relação aos não cadastrados no modelo. Tenho apresentado resultados em boletins da Diretoria que mostram o quanto os participantes vinculados à ESF têm resultados melhores no uso da rede credenciada e despesas assistenciais menores. Temos no Nordeste 52 mil cadastrados na ESF de um total de 181 mil no país.

Participamos de 18 reuniões de Conselhos de Usuários na região. Fizemos as agendas de parcerias com o BB nos 9 Estados. Participei de 18 Conferências de Saúde, sendo palestrante em praticamente todas, levando as melhores informações que pude sobre a Cassi e a sustentabilidade. Como gestor responsável, conheci 10 das 14 CliniCassi da região. E confesso que a maior parte das agendas tive que me virar e fazer sem recursos básicos para atuar e fortalecer a Cassi como fizemos. Mas tudo bem.

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Antes de apresentar a agenda de realizações em função do fortalecimento do pertencimento e do melhor uso da Caixa, com ampliação da participação social e compreensão sobre a Cassi em cada Estado, é importante algumas observações:

- todas as reuniões de gestão que fiz e faço como responsável pelas 27 Unidades Administrativas e 65 CliniCassi são feitas de forma técnica, com materiais, estudos e relatórios de apoio que produzimos na sede em Brasília, e também são espaços para as novas ideias e sugestões por parte dos funcionários. Nos esforçamos para ouvir os trabalhadores ao longo desses 4 anos de nosso mandato de gestão na Cassi. Iniciei o mandato reunindo gestores das 27 Unidades em 2014 e terminamos o ano de trabalho em dezembro de 2017 fazendo o mesmo. Acreditamos na participação social e no diálogo com e entre os funcionários da Cassi.

- ao ler sobre algumas agendas nos Estados, vocês verão que fui a algumas Unidades por ocasião de mudanças administrativas na gestão. Tínhamos Unidades sem gestores e algumas com necessidade de mudança. Nós iniciamos o mandato em 2014 realizando processo seletivo para novos gestores das Unidades Cassi e estamos terminando o mandato com processo seletivo para novos gestores em andamento desde o ano de 2017. Utilizei ao longo dos 4 anos todas as possibilidades permitidas nos normativos para preencher quadros nas áreas em que sou o responsável: criamos oportunidades diversas para nomeações dentro das regras da empresa que incluem processo seletivo, ascensão interna e indicação.

Recentemente, terminei a longa releitura de mais de 600 postagens que fiz para vocês, participantes da Cassi, lideranças dos trabalhadores associados, e leitores em geral que nos acompanham em nossa luta pelos colegas que representamos. Acho muito difícil encontrar algum mandato eletivo que tenha feito algum dia uma prestação de contas durante todo o período de um mandato de representação mais transparente e detalhada do que a nossa prestação de contas através das postagens no blog nesses 4 anos. Praticamente todas as minhas opiniões, o conhecimento sobre a Cassi e o modelo, o que fizemos, onde estivemos, quem pagou as agendas, tudo está lá nas postagens.

Deu muito trabalho, juro pra vocês, mas fiz de coração e por acreditar que é importante registrar a história de lutas que nós fazemos. A Cassi completou hoje, 27 de janeiro, 74 anos de existência. Eu coloquei toda a minha experiência e a minha energia na defesa dessa entidade e de seus associados nos últimos 4 anos.

A Cassi merece. Os trabalhadores associados também.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Seguem nossas realizações nos Estados da região Nordeste:

Cassi AL - 4 agendas de gestão

2014 - Participação na VII Conferência de Saúde do Estado (outubro). Fizemos reuniões de gestão com os funcionários. Estive com lideranças do Sindicato dos Bancários.

2015 - Em dezembro, fomos a Unidade para a posse da nova gerência. Pudemos contatar diversas lideranças da comunidade. Eu nunca me esquecerei do gesto da direção do Sindicato, que confeccionou uma faixa de boas-vindas para a nossa agenda de gestão naquele dia em Maceió.

2016 - Cumprimos em abril a nossa agenda de parcerias em benefício da saúde dos participantes e ampliação da ESF. Nos reunimos com o Conselho de Usuários. Estivemos com Super, Gepes, Sindicato, e nos reunimos também com os funcionários.

2016 - VIII Conferência de Saúde em outubro. Participamos da reunião do Conselho de Usuários. Fiz reunião de gestão.

Cassi BA - 4 agendas de gestão

2015 - Estivemos em outubro na VII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários. Como os bancários estavam em greve, só confirmamos o evento depois de todos os cuidados ao contatar as lideranças locais para partilhar se adiávamos ou não o evento. Fizemos reunião de gestão na Unidade. Respondi entrevista do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista naquele ano também.

2016 - Em abril, cumprimos a agenda de parcerias pela saúde. Nos reunimos com o Conselho de Usuários. Nos reunimos com Super BB e Sindicato. Fizemos reunião de gestão.

2017 - VIII Conferência de Saúde na Bahia. Fizemos reunião de gestão. Visitamos a Super. Visitamos o Sindicato.

2017 - Em outubro, nos reunimos com o Conselho de Usuários da Cassi BA. Fizemos uma excelente reunião debatendo as mais diversas questões sobre a nossa autogestão e as perspectivas de futuro.

Cassi CE - 3 agendas de gestão

2015 - Participamos em setembro da VIII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários. Visitamos a Super CE. Participamos de reunião com os delegad@s sindicais no Sindicato. Participamos da reunião do Conselho de Usuários. Fiz reuniões de gestão.

2016 - Cumprimos no Estado a agenda de parcerias pela saúde e para fortalecer a Cassi e a ESF/CliniCassi. Reunião com o BB através da Super e Gepes e com o Sindicato. Fizemos reuniões de gestão, a Unidade estava com gerência nova. Nos reunimos com o Conselho de Usuários. Visitamos a AABB CE onde está a equipe do Sesmt/BB. Fizemos no sábado plenária com os bancários, no Sindicato.

2017 - Participamos em outubro da IX Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Ceará. Nos reunimos com os conselheir@s.

Cassi MA - 4 agendas de gestão

2014 - Participamos da VII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários em São Luís (setembro). Fizemos uma boa reunião com as lideranças locais, na sede da Cassi: estiveram presentes Sindicato, AABB, Cesabb, Aafbb, coordenação do Conselho de Usuários. Na Conferência estive com a representação da Anabb.

2015 - Em dezembro, fui ao Maranhão para agenda de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento. A Unidade recebia nova gerência e fizemos um evento com a comunidade e fiz reunião de gestão.

2016 - Em abril, foi a vez do Maranhão receber nossa agenda de parcerias para fortalecer a Cassi e o modelo assistencial, o foco na saúde dos trabalhadores e os convênios com o BB, e a relação com as entidades representativas. Nos reunimos com o Conselho de Usuários, com a Super e Gepes e fizemos reunião com os funcionários.

2016 - Em dezembro, voltamos ao Estado para fechar as Conferências de Saúde daquele ano. Foi a VII Conferência da Cassi MA e Conselho de Usuários.

Cassi PB - 5 agendas de gestão

2014 - Estivemos na VII Conferência de Saúde em novembro. Distribuímos o 2º Boletim Prestando Contas Cassi sobre judicialização porque estávamos atuando nas bases para mudar o comportamento dos associados em denunciar e judicializar contra a nossa Caixa de Assistência sem antes dar oportunidade à Cassi para resolver as divergências nas demandas de saúde.

2015 - Em dezembro, estivemos no Estado para posse de nova gerência e fizemos reunião de gestão. Realizamos à noite no Sindicato dos Bancários plenária com trabalhadores associados à Cassi.

2016 - Participação na VIII Conferência de Saúde (maio). Fizemos reuniões de gestão.

2016 - Voltamos ao Estado em outubro para realizar a agenda de parcerias em prol da Cassi e do modelo assistencial APS/ESF e CliniCassi. Nos reunimos com o Conselho de Usuários; com Super, Gepes, Sesmt e Sindicato. Fizemos reunião de gestão.

2017 - Em julho, estivemos na Unidade Cassi PB para agenda de projeto piloto que estamos desenvolvendo para implantar Rede de Referência e Contrarreferência nos demais níveis de atenção à saúde após os atendimentos primários nas CliniCassi. Visitamos a Super BB e fizemos reunião de gestão.

Cassi PE - 3 agendas de gestão

2015 - Participamos da VIII Conferência de Saúde. Visitei a CliniCassi Aflitos, que estava passando por reformas. Visitei o Sindicato dos Bancários.

2016 - Por dois dias em outubro, tivemos agenda intensa de fortalecimento da Cassi, do modelo assistencial e da participação dos associados. Reuniões de parceria com Super, Gepes e Sindicato. Reuniões com lideranças, reuniões de gestão e participamos de uma plenária à noite no Sindicato com dirigentes, delegad@s sindicais e governança da Cassi, pois além de mim estiveram mais dois Conselheir@s eleitos - Fabiano Felix e Leodete Sandra. Esta agenda em Pernambuco foi com recursos próprios e estive no 19º Congresso da Unidas com apoio do Sindicato de S. Paulo, Osasco e região, que patrocinou a inscrição do evento, por entender que era importante que o representante eleito na Cassi participasse deste fórum que debate autogestões.

2017 - Em maio, participamos da IX Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários de Pernambuco. Também fiz reuniões de gestão.

Cassi PI - 3 agendas de gestão

2014 - Estivemos no Estado em agosto para a participação na VII Conferência de Saúde. Foi minha primeira Conferência como Diretor de Saúde da Cassi. Nas agendas de contatos com lideranças da comunidade, pudemos visitar o Sindicato dos Bancários.

2015 - Fomos ao Estado (dezembro) em agenda de trabalho da Diretoria. A Unidade Piauí estava com nova gerência. Na oportunidade, pudemos fortalecer a participação social e nossos projetos de saúde para a Cassi, cumprindo Planejamento Estratégico da operadora. Me reuni com o Conselho de Usuários, com dirigentes do Sindicato, e fizemos reuniões de trabalho e gestão com os funcionários.

2016 - Neste ano, estivemos cumprindo agenda nos 26 Estados e DF para realizar os objetivos da Cassi, através de nossa Diretoria, de fortalecer as parcerias em saúde Cassi e BB, e entidades representativas da comunidade de participantes. Nos reunimos em maio com a Super, Gepes, Sesmt e Sindicato. Participamos da VIII Conferência de Saúde, nos reunimos com o Conselho de Usuários, e fizemos reuniões de gestão com os funcionários.

Cassi RN - 4 agendas de gestão

2015 - Estivemos em maio na VIII Conferência de Saúde. Visitamos o Sindicato dos Bancários. Visitamos a sede da Afabb RN e Anabb RN. Fizemos reuniões de gestão e com os funcionários. Distribuímos o 2º Boletim Prestando Contas Cassi, que aborda o tema judicialização, reclamações e canais de solução.

2016 - Em outubro, realizamos a agenda de parcerias por saúde, da Diretoria que somos responsáveis. Reuniões com Super, Gepes e Sindicato. Participamos de reunião do Conselho de Usuários. Reuniões de gestão com os funcionários.

2017 - Agenda de gestão no Estado em fevereiro aproveitando posse de nova gerência na Unidade. Prestamos contas das questões afetas à Cassi e aos associados para o Conselho de Usuários da Cassi RN.

2017 - Em maio, participamos da IX Conferência de Saúde. Também fizemos reuniões de gestão com os funcionários.

Cassi SE - 3 agendas de gestão

2015 - Em outubro, participamos da VIII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários. Para realizar os eventos com os associados, tivemos o cuidado nas relações em fazer acertos políticos com as entidades sindicais quando o período era complicado. Neste caso, os bancários estavam em greve e eu só realizei a Conferência após ouvir lideranças sindicais e do Banco e todas entenderem que podíamos fazer o evento. Visitamos a Super. Fizemos reunião de gestão com os funcionários. Só não deu certo ir ao Sindicato porque estavam todos nas atividades.

2016 - Cumprimos a agenda da Diretoria de Saúde em busca de fortalecer as parcerias entre Cassi, BB e entidades locais em prol do modelo assistencial. Participei de reunião do Conselho de Usuários. Nos reunimos com Super, Gepes, Sesmt, Sindicato. Reuniões de gestão com os funcionários.

2017 - IX Conferência de Saúde em agosto. Nos reunimos com o Conselho de Usuários no Sindicato dos Bancários. Realizamos reuniões de gestão com os funcionários.

26.1.18

Resoluções CGPAR são golpes nos direitos em saúde dos trabalhadores


Comentário do blog:

Olá prezad@s leitores, companheir@s de lutas pelos direitos dos trabalhadores e associados e participantes de planos de autogestão em saúde. 

Leiam abaixo matéria do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas sobre a publicação nesta sexta 26 de resoluções da CGPAR (nºs 21, 22 e 23) que afetam gravemente nossos planos de saúde e os colocam em risco de existência no próximo período.

O ataque aos nossos direitos em saúde é intenso e grave. A tomada de consciência e a atitude por parte dos trabalhadores afetados e suas entidades representativas também devem ser intensas e do mesmo nível da gravidade do ataque aos nossos direitos: é central neste momento termos unidade, mobilização e solidariedade.

Quanto de energia e tempo cada um(a) dos trabalhadores da ativa e aposentados de nossa comunidade vai dedicar à luta em defesa da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, Cassi? Precisaremos de organização nacional e local, com presença real de pessoas, lutando pela reversão das canetadas oficiais que inviabilizam nossos direitos em saúde (as canetadas e medidas são legais? Desde quando é legal ferrar o povo trabalhador?).

Quanto de solidariedade e espírito coletivo vamos encontrar neste momento de ataque severo aos nossos direitos de trabalhadores? Estão em andamento ataques tecnocratas e com lógica de burocracia sendo desferidos contra lideranças do povo, dos trabalhadores, e contra suas instituições. O momento é de luta de vida e morte entre os poucos que vivem da exploração e acumulação (banqueiros, rentistas e seus asseclas, dentro de corporações e instituições) versus todo o restante humano que vive da venda de sua força de trabalho ou de seus legítimos benefícios de aposentadoria, que também estão em risco.

Será que ainda não está claro para cada liderança e entidade representativa da comunidade Banco do Brasil e dos trabalhadores em geral que o momento não é de nos dividirmos por opiniões políticas, visões de mundo e disputa por espaços de poder? O momento é de nos unirmos, focar nos objetivos prioritários de preservação de direitos e resistir aos ataques e golpes por parte de um bando de tecnocratas que tomou conta da máquina estatal e está acabando com a democracia, a liberdade e os direitos do povo trabalhador conquistados em séculos de lutas sociais.

Não temos tempo sequer de comentar ataques pessoais, imorais e vis que estamos sofrendo por defender de forma aguerrida os direitos dos trabalhadores que representamos nos últimos 4 anos. O tempo é de chamar tod@s à luta para nos rebelarmos contra essas porcarias (leis? legislação?) que estão saindo na canetada em executivos ou por uns quatrocentos lesas-pátrias que ainda estão no legislativo nacional. Teremos que enfrentar também algumas pessoas que tomaram os órgãos do judiciário para si (e que espero que sejam a minoria, porque o povo precisa de justiça e segurança, inclusive jurídica).

É possível organizarmos a luta dos trabalhadores contra todos esses efeitos do Golpe de Estado aplicado contra nós! É possível! Na Cassi, construímos uma unidade histórica nesses 4 anos para manter os direitos dos associados e a nossa entidade de saúde. Toda luta é um recomeçar.

Recomecemos a luta!

William Mendes

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(reprodução de matéria da Contraf-CUT)
Governo golpeia saúde do trabalhador

Resoluções da CGPAR precarizam planos de saúde nas empresas públicas



Foram publicadas nesta sexta, 26, no Diário Oficial da União, três resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) que atingem diretamente os empregados das empresas públicas. Duas delas tratam dos planos de saúde, alterando para pior suas regras em 147 estatais.

As determinações diminuem a participação das empresas no custeio dos planos e restringem o rol de dependentes possíveis, como já havia denunciado o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas. “As mudanças retiram direitos e penalizam os trabalhadores e seus dependentes, sem respeitar nem mesmo as especificidades de cada empresa. É mais um ataque do governo golpista que se consolida”, afirma a coordenadora do comitê, Rita Serrano, que também representa os empregados no Conselho de Administração da Caixa.

São quatro as modalidades de planos tratados nas resoluções: autogestão por operadora própria, os geridos pela área de recursos humanos, os que optam por uma operadora de mercado e os que trabalham com o ressarcimento das despesas. Na modalidade autogestão, por exemplo, a resolução estabelece que as empresas deverão fechar seus planos para adesão de empregados admitidos após a entrada em vigor das novas regras; somente estarão autorizadas a oferecer aos novos empregados benefício de assistência à saúde na modalidade de reembolso e os editais de processos seletivos para admissões de empregados das estatais federais não deverão prever o oferecimento de benefícios de assistência à saúde.

As resoluções também vedam a criação de novos planos administrados pelos RH das empresas e limitam a lista de dependentes aos cônjuges e filhos, proibindo a inclusão dos pais e outros. Haverá prazo de 48 meses para que todas migrem para um sistema paritário de contribuição aos planos de saúde, sendo 50% para as empresas e 50% para os funcionários - atualmente a média é de 75% para as estatais e de 25% para seus empregados.

A CGPAR também vai de encontro às negociações trabalhistas com as entidades representativas dos trabalhadores ao determinar que “as empresas estatais federais que possuam o benefício de assistência à saúde previsto em Acordos Coletivos de Trabalho - ACT - deverão tomar as providências necessárias para que, nas futuras negociações, a previsão constante no ACT se limite à garantia do benefício de assistência à saúde, sem previsão de qualquer detalhamento do mesmo”. “Ou seja: além da retirada de direitos, há a impossibilidade de negociação para os planos. É um absurdo e nos dá a medida do grande enfrentamento que os trabalhadores terão em suas campanhas salariais, em especial no caso das empresas públicas”, destaca Rita Serrano.

Fonte: Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas

22.1.18

Opinião do Diretor de Saúde da Cassi - Comunicação e transparência

(Atualizado às 2h05, de 23/1/18)


"E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos
O mundo começa agora
Apenas começamos"

(Metal contra as nuvens, Legião Urbana)


Olá prezad@s conselheir@s de usuários e lideranças representativas dos associados da Cassi e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Desde o início de nosso mandato eletivo na direção da Cassi, temos compartilhado presencialmente com as lideranças e representações da comunidade Banco do Brasil e com os leitores que acompanham o blog o dia a dia de nossa atuação em nome dos trabalhadores associados à Caixa de Assistência.

Assim que chegamos à gestão em junho de 2014, com um programa eleito a cumprir e princípios norteadores de nossa conduta, fizemos um trabalho de diagnóstico sobre a Cassi e um planejamento estratégico com objetivos traçados para os quatro anos que teríamos pela frente.

PRINCÍPIOS PARA A CASSI - Nossos princípios abordavam, em linhas gerais, a luta pela manutenção da solidariedade na Caixa de Assistência, ampliar o foco na promoção de saúde e prevenção de doenças tendo como base o fortalecimento do modelo assistencial da Cassi - Atenção Integral à Saúde por meio de Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF), através das CliniCassi -, e o terceiro princípio era o "Cassi para todos". Saímos a campo desde o início porque sem participação social e pertencimento não iríamos a lugar algum!

Percorremos os quatro anos com uma dedicação humilde e firme nos propósitos que nos dispusemos a perseguir. O caminho foi muito mais árduo do que imaginamos, porque tivemos juntas todas as crises imagináveis e algumas extraordinárias: a do déficit antigo no plano de saúde dos funcionários; a crise do setor saúde; e depois tivemos as crises oriundas do golpe de Estado no país, com efeitos na economia, na política, no banco patrocinador de nosso plano de saúde, nos direitos dos trabalhadores etc.


PERSEVERANÇA NO OBJETIVO DE INFORMAR OS FORMADORES DE OPINIÃO

Apesar de qualquer pessoa no planeta poder acessar e ler nossos textos no blog, eu escrevi ao longo desses quatro anos com um foco específico em trazer informações qualificadas e diferenciadas para um grupo seleto de cerca de mil pessoas. Informações ao mesmo tempo técnicas e com opinião política, opinião de quem tem lado e representa um lado na sociedade, o lado dos trabalhadores.

Estou falando que escrevi ao longo desses quatro anos para os conselheir@s de usuários da Cassi, pessoas abnegadas e voluntárias da comunidade Banco do Brasil que dedicam parte de suas energias e seus tempos para a luta coletiva pela saúde e pelo bem comum.

Escrevi para as centenas de dirigentes sindicais bancários, das mais diversas linhas de pensamento, pessoas que escolheram lutar pelas causas coletivas dos trabalhadores. 

Escrevi para as lideranças das associações diversas da comunidade Banco do Brasil, da ativa e dos aposentados. Escrevi para as lideranças dos bancários nos locais de trabalho e para os gestores do banco onde trabalhamos.

Nos últimos meses, abri mão de descansar nas poucas horas livres que tenho em finais de semana para reler, pesquisar e organizar centenas e centenas de textos que produzi para esse seleto grupo que descrevi acima. Por exemplo, acabei de ler as 161 postagens de 2016, o ano de nossa agenda de parcerias de saúde nos 26 Estados/DF, feitas quase todas com meus próprios recursos. Vi toda a história do Acordo e Memorando de Entendimentos. Vi a reestruturação do BB que eliminou mais de 10 mil postos de trabalho.

Amig@s, valeu a pena porque ao ler NOSSA história, vemos que a luta coletiva e unitária vale a pena. Vimos que entre 2014 e 2016 a comunidade Banco do Brasil havia dado um passo na busca da sustentabilidade, mas que haveria outros mais desafiadores ainda. Tudo o que escrevi está muito adequado ao momento atual. Basta ler os dois textos profundos onde analisei a proposta do Banco (AQUI a 1ª análise que fiz em set/16 e AQUI a análise em out/16) e os alertas que fiz dizendo que os recursos não dariam conta de equilíbrio econômico-financeiro se não se ampliasse a cobertura do modelo assistencial. E foi o que aconteceu nesses 15 meses após o Memorando.

Reli hoje um texto que escrevi ano passado no qual expliquei que defender a Cassi, os direitos em saúde dos trabalhadores e o próprio modelo assistencial da nossa Caixa de Assistência era como o Mito de Sísifo (ler AQUI). O texto segue mais atual que nunca! 


É PRECISO DEFENDER A CASSI NAS REDES SOCIAIS - Só faz algumas semanas (início de dezembro) que encerramos a agenda permanente de trabalho do ano de 2017 junto às bases sociais e lideranças da comunidade BB e já começo a ver nas redes sociais os mesmos absurdos que se falam da Cassi, com total desconhecimento, com lugares comuns que não se aplicam à nossa autogestão; uma pessoa chuta uma bobagem e dezenas replicam aquilo. É um horror! Que triste ler tanta maledicência de nossa Caixa de Assistência.

Acredito com honestidade que se não tivéssemos planejado a nossa agenda conjugando o dia a dia na burocracia na sede da Cassi com a ida aos Estados, às unidades Cassi onde estão as lideranças da comunidade, nós não teríamos atravessado esses quatro anos de resistência e defesa dos direitos dos associados e da própria Cassi sem ter perdido muita coisa. Sinto que meu esforço valeu a pena, por mais que ninguém saiba o que enfrentei de ataques e de assédio nos bastidores, como estou enfrentando neste exato momento. Mas valeu a pena pela Cassi e pelos associados que represento.

É isso, colegas. Ainda quero publicar uns 3 ou 4 textos de balanços sobre alguns temas como nossa presença na região Nordeste e Sudeste, sobre os Conselhos de Usuários e mais algum eixo de atuação.

Abraços e peço que compartilhem nossas reflexões e prestação de contas.


William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (2014/18)

17.1.18

Opinião da semana e agenda do Diretor de Saúde da Cassi



Cara de sono... fiz textos da Cassi até 4h da manhã e acordei cedo
para participar de uma reunião nacional com entidades sindicais
em busca de apoio e defesa da Cassi.

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e lideranças representativas da comunidade Banco do Brasil.

Neste início de ano a nossa agenda de trabalho e gestão na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, onde atuo como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, eleito pelos trabalhadores associados, tem sido de muito trabalho interno na governança em Brasília. 

Os últimos meses também têm sido de muito trabalho "invisível" aos olhos de parte da nossa comunidade, pois a Cassi e o BB nos têm exigido muito trabalho político para criarmos condições de manter os direitos dos trabalhadores frente à grave crise que o país atravessa, com repercussões severas no mundo do trabalho. No caso do BB, os sindicatos e os trabalhadores estão em constante busca de diálogo e negociações por causa das reestruturações e demais mudanças que impactam a vida dos bancários. 

No nosso caso, a Cassi, estamos no meio de um processo de fortalecimento e sustentabilidade da entidade, em uma luta que começamos após as consequências do atual déficit no plano de saúde dos funcionários, déficit que já vem de um certo tempo. Diferentemente do que algumas pessoas pensam, nem tudo se resolve de forma técnica, com atos de gestão etc, porque direitos em saúde como no nosso caso envolvem a questão de mantê-los ou perdê-los. Neste caso, estamos falando de política e luta de classe.

As questões complexas que se apresentam para o setor de saúde suplementar e para a Cassi demandam muito estudo, muito debate e muita estratégia política por parte de um dirigente eleito por trabalhadores para enfrentar os desafios na manutenção de direitos daqueles que representa - no nosso caso, os bancários da ativa e aposentados do Banco do Brasil e seus familiares.

Li nesta semana o informativo Boletim Pessoal (15/1/18), da Direção do BB, dirigido a nós funcionários e abordando temas relativos à nossa Caixa de Assistência. A mensagem termina convidando o corpo de associados a um diálogo aberto e propositivo para encontrar soluções para a sustentabilidade da Cassi. 

Diálogo aberto - Fico contente com o convite da Direção do BB porque tod@s aqueles que nos acompanham sabem que uma de nossas prioridades no mandato foi colocar a Cassi e a Saúde em debate. Desafiamos todas as dificuldades impostas no caminho e criamos condições para fortalecer os Conselhos de Usuários da Cassi nos 26 Estados e DF onde estão as Unidades Cassi e as CliniCassi. Onde estão as pessoas da comunidade, a nossa razão de ser. Onde estão os sindicatos de bancários, as associações da ativa e aposentados, onde estão todas as representações dos bancários associados à Cassi. (espero não ser questionado por fazer o diálogo aberto e opinativo aqui neste espaço)

Eu compartilho aqui no blog as informações e opiniões que posso dar e que entendo que são adequadas para municiar de informações o conjunto de associados que representamos. 

BB e Accenture - Eu não conheço o relatório final da consultoria contratada pelo Banco, então não tenho como opinar sobre ele ainda. Eu tive acesso a relatórios de diagnóstico sobre a Cassi, feitos entre os meses de setembro e dezembro de 2017. Internamente, debati o que constava neles, disse que o trabalho realizado com o apoio e a parceria de nossas áreas técnicas estava bom, e contestei coisas que entendi estarem equivocadas e/ou com conceitos que nossas áreas técnicas discordavam. No momento, eu não sei se o relatório final mudou da água para o vinho ou se está condizendo com o que já vi.

Transparência - O desequilíbrio econômico-financeiro da Cassi vem sendo debatido de forma transparente como poucas vezes na história da entidade. Tanto é verdade que nossa conquista de uma mesa de negociação Cassi com o Banco avançou para que ela continue em aberto enquanto vigorar o Acordo feito para o primeiro momento de nossa luta (2015/2016), que gerou o Memorando de Entendimentos em outubro/2016 (ver AQUI o hotsite que criamos na Cassi sobre Prestação de Contas). Enfim, os dados econômico-financeiros da Caixa de Assistência estão sendo apresentados às entidades da mesa, como aconteceu na 4ª Mesa de Prestação de Contas ocorrida em 12 de dezembro (ver AQUI). 

Esse avanço na transparência é conquista e faz parte de nossa luta por mais pertencimento à Cassi por parte da comunidade associada. Aliás, de novo acho importante lembrar do quanto é importante termos atuação firme e estratégias políticas adequadas para a busca de soluções nas relações do mundo do trabalho e dos direitos. Se não tivéssemos procurado as entidades sindicais no final de 2014 para construir mobilização e mesa de negociação com o BB sobre o déficit da Cassi, dificilmente teríamos mantido os direitos dos trabalhadores e a nossa autogestão nesses 4 anos. 

Pouca gente conhece os bastidores para a construção de uma mesa negocial. É muito difícil iniciar processos formais de negociação porque o patrão não aceita facilmente negociar suas posições. O primeiro semestre de 2015 para mim, minha equipe assessora, e as lideranças do movimento foi de horas ininterruptas de luta, durante meses, pela constituição da mesa.

Mesa negocial contribui para que haja diálogo e as duas partes se expressem - Já naquele momento (2014/2015), o patrocinador publicava boletins aos funcionários abordando a Cassi e os direitos em saúde com as teses que podem voltar agora como, por exemplo, a quebra do modelo de solidariedade do Plano de Associados com cobrança maior por faixa etária, cobrar coparticipação maior dos usuários do sistema, aumentar o custeio só por parte dos bancários, criar franquia sob internação, cobrar por dependente, dentre outras reduções de direitos que foram propostas pelo patrocinador à época. Detalhe: em nenhuma dessas opções, o Banco seria onerado na mesma proporção que os associados, apesar de estar na gestão há décadas.

Assim que eu souber das propostas "técnicas" e soluções que serão colocadas em debate sobre a Cassi e os direitos dos associados que representamos, vou expor a minha opinião sobre cada uma delas. Quem nos acompanha sabe que fiz isso o tempo todo no mandato como Diretor de Saúde.

Unidade e mobilização - Conclamo ao conjunto das entidades representativas do funcionalismo e aos Conselhos de Usuários a se manterem em contato com as bases de associados porque quanto mais mobilizados estivermos, melhores serão as chances de boas negociações pela manutenção de nossos direitos em saúde e pelo fortalecimento da Cassi no que ela tem de diferente do restante do mercado de saúde suplementar: o seu modelo assistencial de promoção de saúde e prevenção de doença.

Os boletins Prestando Contas Cassi (AQUI) divulgados ao longo do ano de 2017 mostraram estudos e resultados surpreendentes em relação à população já cadastrada e vinculada ao nosso modelo APS/ESF. Uma coisa é a busca de solução para desequilíbrios econômico-financeiros, outra é o modelo de saúde da Cassi, que mostramos ter uma eficiência que chamou a atenção de todos os atores do setor de saúde suplementar.

A busca de soluções para a sustentabilidade da Cassi e manutenção do conjunto dos direitos em saúde para ativos, aposentados e familiares da comunidade Banco do Brasil, inclusive para as discussões no setor de saúde e nos órgãos externos, será exitosa se tiver como base a unidade dos participantes e foco na ampliação do modelo assistencial da Cassi para o próximo período de existência da nossa autogestão.

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Agenda do Diretor de Saúde

Além de diversas reuniões e estudos na sede da Cassi, estamos fazendo uma série de textos com balanços dos 4 anos de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, sob nossa responsabilidade. Está dando muito trabalho, mas faço esses estudos e memoriais em respeito a cada associado e associada, aos funcionários da Cassi e às entidades representativas, conselhos de usuários e suas lideranças.

Nesta quarta-feira estive numa importante reunião nacional com sindicatos das mais diversas regiões do país, debatendo a Cassi. Foi assim que buscamos apoio fundamental nas lutas que fizeram a resistência nesses 4 anos aos ataques aos direitos dos associados que representamos: com unidade e mobilização política na defesa da Cassi.

Essa agenda em São Paulo foi a convite das entidades sindicais, que patrocinaram a nossa participação. Agradeço ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, assim como tenho agradecido a todas as entidades que lutam juntas conosco na defesa da Cassi e dos associados.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: Comunicação

Prezad@s, por favor, peço que reforcem com as pessoas que queiram receber as nossas informações sobre a Cassi e sobre nossa prestação de contas para que acessem ao menos duas vezes por semana este blog digitando o endereço dele e colocando em seus favoritos, porque as corporações donas das redes sociais (tipo Facebook) estão dificultando que as pessoas com perfis amadores, sem pagar, divulguem em escala matérias de seus sites e blogs. Obrigado!

15.1.18

Boletim Prestando Contas Cassi - Caderno com as 40 edições (Balanço VIII)




Balanço do mandato na Diretoria de Saúde da Cassi (VIII)


Ao completar sua 40° edição, o boletim Prestando Contas Cassi tem uma boa notícia para quem se preocupa com os rumos da Caixa de Assistência: todos os 40 informativos produzidos pela Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento foram compilados em um único link no formato de um caderno, como forma de oferecer ao leitor a sequência de assuntos abordados até dezembro do ano passado.

Essa iniciativa visa atender às inúmeras solicitações dos participantes da Cassi e de entidades representativas, que veem nesses periódicos a oportunidade de receber explicações qualificadas sobre o dia a dia da gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento.


Ao longo das 40 edições foram abordados temas técnicos e com opiniões a respeito de formas de se organizar sistemas de saúde, a questão do custeio e atendimento solidário na Caixa de Assistência, as questões relativas à busca de sustentabilidade, os programas de saúde da Cassi, judicialização e questões de regulação e legislação do setor de saúde, rede credenciada e referenciada, a Central de Atendimento e demais canais da Cassi, participação social e Conselhos de Usuários, parcerias Cassi e BB como o Convênio PCMSO, resultados dos estudos a respeito da eficiência do modelo assistencial da Cassi etc.

O Boletim Prestando Conta Cassi é veiculado por meio das entidades do funcionalismo e tem por finalidade a valorização da cultura do pertencimento de todos na Cassi e a melhoria da participação nos programas de saúde para que cada participante cuide mais e melhor da assistência recebida.

A quem se interessar, é só clicar AQUI e acessar. Este e todos os 40 boletins estão disponíveis na seção Publicações no site da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Este material informativo foi criado num momento em que o corpo social nos pedia mais informações a respeito da Cassi e dos direitos dos associados. Fizemos cada edição com muito profissionalismo e respeito a cada pessoa e entidade participante do sistema de serviços de saúde da Cassi e de suas entidades representativas como os Sindicatos de Bancários, os Conselhos de Usuários e demais entidades associativas do Banco do Brasil.

Boa leitura!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

12.1.18

Balanço do mandato na Diretoria de Saúde da Cassi (VII)



(atualizado em 17/2/18, às 12h55)



Atuação da Diretoria de Saúde na região Centro-Oeste foi de muita proximidade e parceria, tanto nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde cumpri agendas de trabalho em dez oportunidades, quanto no Distrito Federal, onde recebi forte apoio da direção do Sindicato de Brasília e nos colocamos à disposição das entidades e lideranças locais


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Dando sequência ao trabalho de pesquisa e compilação do exercício do mandato que cumprimos ao longo desses 4 anos à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, hoje vamos abordar nossa atuação na região Centro-Oeste do país.

Segundo dados do IBGE, a região é a segunda maior do Brasil em extensão territorial, superada apenas pela região Norte. É composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal, onde se localiza Brasília, capital do país e cidade mais populosa da região. O Centro-Oeste é a região menos populosa e apresenta concentrações em regiões metropolitanas e vazios demográficos.

Em relação à comunidade Banco do Brasil e Cassi, é a região com a 3ª maior concentração de associados e participantes assistidos, superando a região Sul e a Norte. Tem mais de 130 mil participantes, sendo cerca de 106 mil associados aos planos de saúde de nossa Caixa de Assistência (dados do Visão Cassi).

Em relação à estrutura e cobertura de nosso modelo assistencial de Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF), através das unidades de atendimento CliniCassi, temos duas unidades em Brasília e uma em cada capital de Estado (5). Nosso objetivo como gestor de saúde foi aumentar a cobertura da ESF nesses 4 anos. Fico feliz ao trazer para vocês o tamanho do avanço, mesmo tendo vivido as condições mais adversas da história da Cassi e da saúde suplementar em décadas.

Quando começamos o mandato, a cobertura da ESF chegava a cerca de 19,8 mil participantes na região. Nossa estrutura instalada continua a mesma, pois não conseguimos as melhorias que gostaríamos ao longo do período (2014-2017), por causa das escolhas feitas pela direção da Cassi (colegiados) em relação à forma de utilizar os recursos existentes em tempos de crises e déficits. 

Seguimos tendo 20 equipes nucleares de família nas 5 CliniCassi. Mesmo assim, e graças ao esforço e dedicação das equipes de funcionários, ampliamos a cobertura da promoção e prevenção para cerca de 26 mil cadastrados na ESF, o que equivale a um aumento de 31% em relação ao início de nosso trabalho. Isso significa muito para nós porque muita gente passou a ter a oportunidade de ser acompanhada em sua condição de saúde e talvez isso tenha salvo muitas vidas.

PRESENÇA DA DIRETORIA DE SAÚDE NO CENTRO-OESTE - Estivemos em 8 Conferências de Saúde na região, me reuni com os Conselhos de Usuários em 9 oportunidades, fizemos agendas de parcerias em saúde em 2016 nas 4 Unidades Cassi. Estive em todas as entidades representativas que quiseram nos receber, tanto sindicais quanto associativas da ativa e de aposentados. Logo abaixo deixo uma síntese de nossa presença por Unidade Cassi (UF). 

Faço uma menção especial ao apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília, que tem sido um grande parceiro nesse período, contribuindo para o nosso trabalho em defesa dos bancários e seus direitos em saúde. 

Se não fossem os apoios dos sindicatos de Brasília e de São Paulo, eu não teria dado conta de fazer essa agenda de base pelo país, porque eu coloquei dezenas de milhares de reais de meu salário para cumprir toda a agenda de defesa da Cassi e associados (me tornei um militante da causa Cassi), e o Sindicato de Brasília e a Fetec CN nos deram apoio material e logístico em tudo que foi possível.


CASSI GO - 4 agendas de gestão

2014 - Em setembro, estivemos na Conferência de Saúde e me reuni com lideranças do Conselho de Usuários. Visitamos a associação de aposentados Afago.

2015 - Em agosto, cumprimos agenda de gestão da Diretoria de Saúde. A Unidade recebia nova gerência e aproveitamos para nos reunir com o Conselho de Usuários e lideranças, além de termos reunião de gestão com os funcionários.

2016 - A agenda de parcerias pela saúde, que fez parte do planejamento da Diretoria de Saúde, foi feita em agosto. Nos reunimos com a Super, Gepes e Sesmt do BB, com o Conselho de Usuários e fizemos reuniões de gestão. Participamos da Conferência de Saúde onde proferimos palestra sobre a Sustentabilidade da Cassi.

2016 - Ao final do ano, cumprimos agenda de gestão, com posse de nova gerência e contatos com lideranças da comunidade Banco do Brasil.


CASSI MT - 3 agendas de gestão

2014 - Em setembro, estive na posse de delegad@s sindicais e falei sobre Cassi para a diretoria da entidade e as lideranças presentes. Eu estava em férias, fui a convite do Sindicato. Naquelas férias, estive por conta própria em entidades de SP, DF, MT e RJ.

2014 - Participamos da Conferência de Saúde em dezembro. Consegui visitar o Sindicato e fizemos reunião de gestão com os funcionários da Cassi.

2016 - A agenda de gestão de nossa Diretoria por parcerias em saúde para fortalecer a Cassi junto ao Banco do Brasil, trabalhadores e comunidade local foi nos dias 1 e 2 de dezembro. Estivemos com Super, Gepes, Sindicato, Conselho de Usuários e fizemos reunião de gestão.


CASSI MS - 3 agendas de gestão

2015 - Estivemos na Conferência de Saúde em abril. A emoção que senti foi grande porque após ser informado na governança da Cassi que não teria recursos para as 17 Conferências daquele ano, eu afirmei a mim mesmo que faria todas elas e a do Mato Grosso do Sul foi a 1ª. Contamos com apoio da Anabb e do Sindicato em Campo Grande. O BB não havia sequer aceito ainda abrir mesas de negociação sobre a Cassi.

2016 - Estivemos no Estado para cumprir a agenda de parcerias pela Cassi e pela saúde. Os custos da agenda foram bancados por mim mesmo. Estivemos com Super, Gepes, Sesmt; fizemos reunião plenária com bancários em evento de posse de nova gerência local da Cassi. Nos reunimos com Conselho de Usuários, direção do Sindicato, e com os funcionários da Cassi. Ainda pudemos estar no evento de inauguração do Hospital da Cassems em Campo Grande. O fato me fez passar a conhecer melhor a autogestão dos servidores do Estado, que foi criada tendo como referência a Cassi, lá em 2001.

2017 - Conferência de Saúde em agosto: fizemos palestra sobre o modelo assistencial da Cassi. Nos reunimos com os funcionários, estivemos na Super BB e mais uma vez estive na Cassems, para trocar experiências sobre nossas autogestões em saúde.


CASSI DF - 21 agendas de gestão

2014 - Pela proximidade desta base com a sede da Cassi, pude realizar agendas ao longo dos anos. Idas a eventos do Sindicato com bancários e associados da Cassi, distribuição de boletins Prestando Contas Cassi com o apoio do Sindicato, oportunidades de diálogo com o Conselho de Usuários da Cassi DF, dentre outros eventos relativos a Brasília. Encontrei no blog 8 eventos relacionados a esta base no ano.

2015 - Foi ano de Conferência de Saúde da Cassi DF. Fui convidado a falar com delegad@s sindicais algumas vezes. Também fui a eventos sobre saúde na entidade. 

2016 - Neste ano, tivemos a agenda de gestão da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento de parcerias pela saúde e pela Cassi com Super e Gepes do BB, Sindicato; reunião com o Conselho de Usuários. Fizemos reuniões com funcionários e ao longo do ano fomos a eventos no Sindicato.

2017 - Da mesma forma que começamos o mandato nos reunindo com o Conselho de Usuários da Cassi DF em 11/6/14, nos reunimos com as lideranças do Conselho em 29/11/17, fechando mais um ano de agendas com associados. A primeira agenda externa de 2017 foi com os conselheir@s também, em fevereiro. Tivemos Conferência de Saúde e estive na diretoria do Sindicato para falar da Cassi e pedir apoio em nossas lutas pela defesa dos direitos dos associados.


A prática como critério da verdade: este balanço de gestão é real e público e espero que valha para me defender contra mentiras, calúnias e violências que estão armando contra o Diretor de Saúde da Cassi

Prezad@s leitores e participantes da autogestão em que atuo, este balanço por regiões está nos dando trabalho de pesquisa e compilação, mas acho necessário o registro material de toda a agenda que empreendemos na defesa da Cassi, dos direitos dos trabalhadores associados da ativa e aposentados, do modelo assistencial de nossa autogestão, baseado na APS/ESF e na defesa, inclusive, dos profissionais que trabalham na Cassi e que fazem ela ser tão diferenciada como é.

As pessoas que nos acompanharam ao longo desse período de lutas não têm conhecimento do que estão fazendo comigo nos bastidores, agora no final de nosso mandato. No momento oportuno vou denunciar a cada um de vocês.

Peço que compartilhem mais essa prestação de contas.

Um fraterno abraço a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

Para ver o balanço de atuação na região Norte, clique AQUIPara ver na região Sul, AQUI.

Para ver sobre a construção da mesa Cassi entre o BB e as entidades representativas, clique AQUI.

Para ver nosso balanço em relação à saúde dos trabalhadores, clique AQUI.

Clicando AQUI, é possível ver o balanço em relação ao modelo assistencial da Cassi, de APS/ESF e CliniCassi.

Primeira parte do balanço de gestão AQUI.

10.1.18

Reestruturação no Banco do Brasil e PAQ - Informações da Contraf e da Cassi


Comentário do Blog:

Olá prezad@s colegas do Banco do Brasil, bancári@s e companheir@s de lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Temos nos concentrado nesses dias, nos intervalos da intensa agenda de gestão que temos diariamente na Cassi, em realizar estudos, pesquisas e balanços de nossa atuação ao longo desses quatro anos à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento de nossa Caixa de Assistência. A reunião de Diretoria desta semana, por exemplo, durou quase 12 horas.

No entanto, como nosso foco é sempre a saúde dos trabalhadores e participantes da comunidade Banco do Brasil, bem como nossa história de lutas é marcada pela representação dos trabalhadores ao longo de mais de duas décadas como bancário desse importante banco público, achei importante reproduzir aqui no blog matéria da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a Contraf-CUT, a respeito de mais um processo de reestruturação do BB, fato que sempre traz apreensões e anseios aos nossos colegas da ativa, com possíveis reflexos em suas condições de saúde e para a sustentabilidade da Cassi.

Depois da matéria da Contraf, divulgo em seguida uma matéria que saiu hoje (10/1/18) no site da Cassi com informações técnicas a respeito de situações possíveis para manutenção da condição de associado ao Plano de Associados caso o colega do Banco faça adesão ao programa (PAQ) que a direção do Banco anunciou na sexta-feira 5. (não faço juízo de valor sobre essa publicação no site da Cassi)


"É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (CF, Art. 5º, Inciso IV)

OPINIÃO DO DIRETOR DE SAÚDE SOBRE MATÉRIAS E PUBLICAÇÕES - prezad@s participantes e leitores deste blog, ao longo de nosso mandato de representação na direção da Caixa de Assistência, busquei explicar a cada associad@, liderança e entidade representativa da comunidade onde atuamos como as coisas funcionam na Cassi, nas autogestões e no setor de saúde suplementar; na relação entre a Cassi e participantes; na relação entre os patrocinadores da Cassi - BB e Corpo Social (capital x trabalho) -; na relação Cassi e Banco do Brasil; nos ritos políticos de representação dos trabalhadores e associados (pois coordenei muito tempo mesas negociais) etc.

Sou grande defensor da democracia (direta ou representativa), da liberdade de expressão, da livre organização dos trabalhadores e instituições, do associativismo e cooperativismo, e defendo a participação popular em tudo. Tenho lado, tenho opinião, e busco expressar o que penso de forma clara e direta, e nos fóruns e momentos adequados. Se não agrado a tod@s, ao menos me esforço para ser franco e honesto nas opiniões e relações.

Quando uma entidade, instituição, organização, ou pessoa jurídica publica algo, subentende-se que ela endossa aquele conteúdo em seu espaço de divulgação de informações. Quando não é assim, aplica-se logo uma ressalva dizendo que aquele conteúdo é de responsabilidade de quem assinou ou coisa do gênero. Às vezes, mesmo assinado o conteúdo, a informação é institucional. Não é tão simples assim, percebem?

A matéria da Contraf que replico aqui é de responsabilidade daquela entidade sindical (e acho que ela tem razão nas críticas que faz). A da Cassi é de responsabilidade da Cassi. O mesmo vale para as do site e espaços institucionais do Banco do Brasil ou qualquer outra instituição. O que quero alertar com isso? Alerto que a minha opinião como cidadão e como representante eleito pelos associados da Cassi expresso com liberdade e autonomia aqui neste blog, e faço isso baseado em meus direitos constitucionais de liberdade de pensamento e expressão.

Não tenho como me responsabilizar por matérias de outros espaços além deste. 

Em relação ao PAQ do Banco do Brasil, o que aprendi como dirigente sindical foi ser cuidadoso para não dar opiniões sobre decisões tão complexas e de cunho pessoal a serem tomadas pelos trabalhador@s considerados "público alvo" em casos como esses de programas de desligamento, PDV etc.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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(Matéria da Contraf-CUT)





BB: Funcionários indignados com reestruturação disfarçada


Banco corta milhares de vagas e cria ilegalidades com novas medidas


Os funcionários do Banco do Brasil criticaram as novas medidas de gestão divulgadas pelo banco na última sexta-feira (5), tanto pela forma como elas são anunciadas, sem nenhuma informação prévia aos trabalhadores ou a seus representantes, quanto pelo atropelo e erros de gestão.

“O banco diz não ser uma nova reestruturação, mas é. Houve o corte de cerca de mil vagas de caixa em todo o país. O banco alega que essas vagas apareceriam em escritórios e agências digitais. Na prática, os escritórios digitais perderam funções de assistentes e ganharam de escriturários, que farão os mesmos serviços, mas ganhando menos. Isso é desvio de função! É ilegal”, observou Wagner Nascimento, Coordenador da Comissão de Empresa de Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “Ou seja, o banco corta cargos, reduz salários, cria desvio de função nos escritórios digitais e ainda diz que isso não é reestruturação”, completou.

O Coordenador da CEBB critica ainda a falta de transparência e de diálogo. “Na quinta-feira (4), estivemos reunidos até à noite com a direção do banco para obtermos mais informações sobre o PDG (Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado), que havia sido anunciado no dia anterior, também sem comunicação prévia, e nada nos foi dito sobre estas novas mudanças que foram anunciadas na sexta-feira. Não é possível que, sempre, as informações cheguem primeiro aos meios de comunicação e somente depois aos funcionários”, criticou.

Carlos de Souza, Secretário Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), ressaltou que tanto a Contraf-CUT, quanto a CEBB perguntam, em todas as reuniões que têm com a direção do banco, se existem medidas de gestão previstas para serem realizadas no banco. “No final de 2016, depois que a informação sobre a reestruturação vazou pela imprensa, buscamos a confirmação do banco, que disse que eram boatos. Desta vez, depois de uma matéria veiculada no dia 8 de dezembro, indagamos novamente o banco que voltou a desmentir a matéria”, lembrou o dirigente da Contraf-CUT, que também é funcionário do BB.

“O Presidente do Banco prefere procurar os jornais para apresentar seus novos programas, do que dialogar com o conjunto dos funcionários para acalmá-los e acabar com a ansiedade e a angústia que essa política de reestruturação sem transparência tem causado”, complementou Carlos.

Gestão às avessas

Mais uma vez os representantes dos trabalhadores reforçam o pedido de transparência nas informações e que o banco não corte os salários dos funcionários enquanto todos não forem realocados. “Na reestruturação de 2016, a direção dizia que ao final tudo ia dar certo. Não deu. Agora, segue pelo mesmo caminho, ficarão funcionários sem cargos e com salários reduzidos e, mais uma vez, o banco não se preocupou com isso antes de iniciar a reestruturação”, ponderou o Coordenador da CEBB.

Para Wagner Nascimento a falta de mapeamento das vagas pelo banco, cria mais apreensão nos funcionários. “Assim como na reestruturação de 2016, são cortados cargos onde não existem vagas e a conta não fecha, resultando em muitas famílias desamparadas. Em Recife onde foi fechado o CENOP a situação é desesperadora, devido à sequência de reestruturações", observou.

Os representantes dos trabalhadores já solicitaram todas informações detalhadas sobre as novas medidas, que para eles representa a continuidade da reestruturação iniciada ao final de 2016. “Queremos saber quantos funcionários perderão suas comissões, quantos serão remanejados, de onde e para onde. Além disso, queremos saber quem vai ocupar os novos cargos gratificados e se todos aqueles que tiveram seus salários rebaixados serão contemplados e se a gratificação será em valores semelhantes às que foram retiradas, para que não haja queda de remuneração”, disse o Secretário Geral da Contraf-CUT. “Para alguns a reestruturação até pode ser boa, mas nossa preocupação tem que ser com todos os funcionários”, alertou Carlos de Souza, ao observar que a Contraf vai buscar todos os meios necessários, tanto no campo jurídico quanto na mobilização para a luta no dia a dia para combater toda reestruturação que prejudique os trabalhadores.

Fonte: Contraf-CUT

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(Matéria da Cassi)


Programa de Adequação de Quadros do BB

Veja as possibilidades de permanência na Cassi para quem aderir

A Cassi reúne aqui informações sobre as possibilidades de permanência na Caixa de Assistência daqueles funcionários do Banco do Brasil que desejam solicitar desligamento por meio do Programa de Adequação de Quadros 2018 (PAQ), aberto na segunda-feira, 8 de janeiro.

A forma de vínculo com a Cassi depende da situação de desligamento pelo PAQ. Confira abaixo.

Situação 1: desligamento para recebimento de complemento de aposentadoria antecipado da Previ (situação ARH “802 – desligamento a pedido para receber aposentadoria antecipada Previ”).


Terá direito à permanência no Plano Associados com patrocínio do BB, pagando a contribuição pessoal de 3% sobre o total dos benefícios de aposentadoria recebidos da Previ e/ou do INSS, mais a contribuição mensal extraordinária de 1% até dezembro/2019. A permanência na Cassi ocorre de forma automática e independe de manifestação ou apresentação de documento.

Situação 2: desligamento para/com aposentadoria INSS (situação ARH “809 –desligamento a pedido – aposentadoria INSS”).

Possibilidade 1: se passar a partir do dia imediatamente posterior ao desligamento do BB a receber benefício de complemento ou renda de aposentadoria, inclusive antecipada, da Previ, terá direito à permanência no Plano Associados com patrocínio do BB. Neste caso, a permanência no Plano é automática e o ex-funcionário passará a pagar a contribuição pessoal de 3% sobre o total dos benefícios de aposentadoria recebidos da Previ e do INSS, mais a contribuição mensal extraordinária de 1% até dezembro/2019.

Possibilidade 2: se não passar a receber benefício de complemento ou renda de aposentadoria da Previ a partir do dia seguinte ao do desligamento, o ex-funcionário poderá permanecer no Plano de Associados na condição de autopatrocinado, arcando com o pagamento da cota pessoal e patronal. O valor inicial da contribuição será de 7,5% sobre o valor da última remuneração mensal vigente na data do desligamento, conforme artigo 35, inciso IV do Regulamento do Plano de Associados (RPA).

Para permanecer na condição de autopatrocinado, o ex-funcionário precisa manifestar interesse apresentando o documento “Termo de Opção Autopatrocínio”, no prazo de até 30 dias após o desligamento – porém, estará sem cobertura do Plano quando desde o desligamento, até que a Cassi receba o Termo de Opção de Autopatrocínio (ou data de postagens junto aos Correios). O termo está disponível na IN 379 e, depois de preenchido, deve ser encaminhado à Cassi via Correios ou entregue em uma Unidade Cassi.

IMPORTANTE: A manutenção do Plano de Associados será vitalícia se o ex-empregado tiver contribuído para o Plano pelo prazo mínimo de 10 (dez) anos até a data do seu desligamento. Caso ele tenha contribuído para o Plano de Associados por período inferior a 10 (dez) anos, terá direito a permanecer no plano pelo mesmo número de anos que contribuiu.

Situação 3: desligamento consensual (código situação ARH 834)

O ex-empregado e seus dependentes serão automaticamente excluídos do Plano de Associados, imediatamente a partir do dia seguinte ao seu desligamento.

O ex-empregado e seus dependentes poderão aderir ao Plano Cassi Família, plano coletivo empresarial sem patrocinador, a qualquer tempo, sendo que:

- haverá isenção dos períodos de carência, observadas as condições exigidas para a adesão ao plano, caso as inscrições no Cassi Família sejam efetuadas até trigésimo (30º) dia após a exclusão do Plano de Associados;
- deverá ser formalizada uma proposta de adesão ao Cassi Família para cada dependente econômico inscrito;
- as mensalidades para o Cassi Família serão devidas e pagas diretamente à Cassi;
- Conforme os termos do item 1.5.3.2.2 do Regulamento do PAQ, o ex-funcionário fará jus, por até um ano a contar do desligamento, a obter o ressarcimento perante o Banco do Brasil das mensalidades pagas ao Cassi Família.

IMPORTANTE: assim que houver o desligamento, o funcionário ficará sem a cobertura do Plano de Associados e só voltará a contar com a assistência da Cassi quando aderir ao Cassi Família e pagar a primeira mensalidade.

O valor da mensalidade do Cassi Família varia conforme a faixa etária. Confira tabela de valores aqui.

Situação 4: pedidos de aposentadorias indeferidos/cancelados pelo INSS, reclassificados para desligamento a pedido (situação ARH 800 – demissão a pedido) 

- O ex-empregado poderá permanecer na condição de autopatrocinado do Plano de Associados, desde que preencha os requisitos previstos no RPA (veja abaixo). Nesta hipótese o valor inicial da contribuição mensal é de R$ 1.705,84 (setembro/2017).
a) contar com um mínimo de 240 meses de participação no Plano na data do desligamento;
b) permanecer mantendo vínculo com a Previ após o desligamento, na condição de participante contribuinte externo ou participante em gozo de benefício de aposentadoria pago pela Previ de forma vitalícia;
c) optar pela manutenção do plano no prazo máximo de 30 dias a partir do desligamento.

Caso o ex-empregado do Banco do Brasil não atenda aos requisitos exigidos pelo RPA para ser mantido no plano após o seu desligamento, ou mesmo não tenha interesse de permanecer no Plano de Associados, o ex-empregado e seus dependentes econômicos inscritos no referido plano poderão aderir ao Plano Cassi Família, plano coletivo empresarial sem patrocinador, a qualquer tempo.

O valor da mensalidade do Cassi Família varia conforme a faixa etária. Confira tabela de valores aqui.

Fonte: Cassi