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18.12.16

Balanço do Mandato na Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi (Parte I, 2014)





Olá companheir@s, amig@s, colegas do Banco do Brasil e associad@s,

Neste final de ano de 2016, estamos concluindo uma etapa de nossas lutas à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, uma operadora de saúde no modelo de autogestão, compartilhada entre os trabalhadores e o patrão.

Nosso mandato começou em junho de 2014 e adotamos uma estratégia de trabalho e gestão com etapas a serem vencidas a partir do que propusemos aos associados na campanha eleitoral e pelo diagnóstico que fizemos da Cassi (a gestão) e de como ela se encontrava em relação à comunidade de associados e participantes e suas entidades representativas e em relação aos setores de saúde suplementar (planos de saúde) e complementar (prestadores de serviços de saúde) nos quais ela está inserida na sua operação diária para atender às demandas de saúde de mais de 700 mil participantes.

Nesses 30 meses de mandato, eu coloquei toda a experiência que adquiri ao ser dirigente nacional dos bancários do BB por mais de uma década. Também pensei estratégias aproveitando o que aprendemos nas áreas do movimento social que lidam com formação, comunicação, saúde, previdência, negociação coletiva, história, organização e política. A história de lutas da classe trabalhadora é belíssima, é inspiradora, é desafiadora e, ao mesmo tempo, é feita de derrotas, de decepções e recomeços em busca de uma vida melhor, mais justa e igualitária.

Nossa tarefa foi e continua sendo conjugar o estudo da Cassi em si mesma e o setor em que ela atua, e ao mesmo tempo fazê-la sair do total desconhecimento de seu público dono e usuário.

É NECESSÁRIO REGISTRAR E COMPARTILHAR A HISTÓRIA DAS CONQUISTAS DE DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA

No movimento sindical, sempre discutimos o quanto faz falta não ter a nossa história de lutas registrada, catalogada e reproduzida para as novas gerações. Até que melhoramos um pouco nas últimas duas décadas e as entidades sindicais e associativas começam a compilar e fazer seus materiais de registro histórico, organizar seus Cedoc. Mas ainda hoje, a maior parte de nosso acúmulo e saber é oral e o risco de perder o conhecimento da classe trabalhadora é muito grande.

Antes de ser eleito para a Cassi, eu já tinha planos de organizar materiais em relação às campanhas salariais do Banco do Brasil, pois participei e ajudei a construir as lutas e colher os resultados como dirigente eleito entre 2002 e 2014, e também atuei na área de formação na Contraf-CUT, por onde estive por quase seis anos. Abortei a ideia dos livros por ter começado outro desafio em minha vida, a Cassi.

No entanto, ao começar a rever o nosso percurso de lutas em defesa da Cassi, dos associados, do modelo de autogestão e de Atenção Primária da entidade, e conhecer os funcionários de carreira da Cassi, percebi que é uma obrigação nossa compilar e registrar uma bela história coletiva de lutas que ajudamos a construir nesse período. Faço isso em respeito também ao banco público em que trabalho e defendo sua existência e fortalecimento, o Banco do Brasil.

Como secretário de formação e de comunicação no movimento sindical, sempre expliquei que temos que construir redes de multiplicadores para alcançar com qualidade os nossos públicos representados e a organizar. Eu sei o público para o qual atuo. Eu faço de tudo para dar conhecimento e informação a esse público. O desafio é fazer esse público utilizar o que produzimos para eles.

Vou gastar um tempo para organizar tudo, mas já estamos trabalhando nessa revisão e organização faz algumas semanas. Pretendo concluir o trabalho até janeiro ou fevereiro de 2017. E tudo isso fazemos ao mesmo tempo em que atuamos de forma ininterrupta pela Caixa de Assistência.

Independente do número de lideranças que utilizem tudo o que produzimos, é uma obrigação nossa produzir o registro dos conhecimentos na área em que atuamos em nome da coletividade.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Prestação de Contas do Mandato na Caixa de Assistência (Ano 2014)

Alguns números

Conferências de Saúde - participamos de 9 Conferências: AL, GO, MA, MT, PA, PB, PI, RO, RS.

Conselhos de Usuários - participamos de reuniões ou estivemos nas bases com os conselheir@s de usuários de 13 Estados: AL, GO, MA, MT, PA, PB, PI, RO, RS (2x), DF (2x), RJ, SP e PR. Estivemos na pré-Conferência de Saúde de Santa Maria (RS).

Entidades Representativas - sindicatos em Brasília, Porto Alegre, São Paulo Osasco e região, Piauí, Rondônia, cidade do Rio de Janeiro, Jundiaí, Belo Horizonte, Mato Grosso; Anabb (reunião do GAT); Afabb SP, Aafbb; reuniões na Contraf-CUT; também visitamos algumas Superintendências do BB.

Boletins Prestando Contas Cassi - publicamos 6 boletins.

Visitas às dependências do BB e delegad@s Sindicais - distribuímos boletins e visitamos bancários no DF, em SP, no RJ, em MG, no MT e em RO.

Gestão - realizamos encontro dos gestores das 27 Unidades Cassi; realizamos o Encontro Nacional dos Conselhos de Usuários; fizemos planejamento estratégico das diretorias dos eleitos; fizemos reunião com funcionários da Cassi em diversos Estados.

CliniCassi - conhecemos algumas unidades de atendimento à saúde, as CliniCassi.


Além dessas agendas estratégicas para que a comunidade Banco do Brasil passasse a incluir a Cassi em suas agendas e conhecer o que é a nossa entidade de autogestão em saúde, organizada pelo Modelo de Atenção Integral e ESF e Atenção Primária, no ano de 2014 nós tivemos uma agenda pesada de reuniões e produção escrita.

Reuniões de Diretoria Executiva - foram 42 reuniões com a análise e deliberação de 642 documentos.

Matérias no blog Categoria Bancária - entre junho e dezembro de 2014, nós publicamos 88 textos que têm relação ou com a Cassi ou com os direitos dos bancários do BB e associados da nossa entidade.


Estamos analisando o nosso percurso de trabalho de fortalecimento da Cassi e do modelo assistencial também ao longo de 2015 e 2016.

Faremos mais balanços a respeito.

15.12.16

Informações e agenda do Diretor de Saúde da Cassi (DF e MA)





Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos entrando na última quinzena do ano de 2016 e a agenda da Cassi e de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento segue com compromissos importantes para o presente e o futuro.

Informo aos associados da Cassi que conseguimos encaminhar internamente a etapa final do processo negocial entre o Banco do Brasil e as entidades representativas que culminou com o Memorando de Entendimentos e a consulta ao corpo social. Assinamos o Convênio de Ressarcimento entre a Cassi e o Banco e assim foi possível que a Caixa de Assistência comece a receber a contribuição extraordinária por parte do BB e dos associados já para o mês de dezembro de 2016. Essa é uma etapa de várias outras que virão a partir de janeiro e que pedimos a tod@s que acompanhem conosco.

Com esta etapa das receitas extraordinárias em andamento, caminhamos para que a Cassi possa voltar à normalidade administrativa com um orçamento definido de trabalho para 2017, o que vai contribuir para que possamos melhorar processos de trabalho tanto nas unidades administrativas e de atendimento à saúde (CliniCassi), quanto nas áreas da Sede, Central e Cepag. Será bom para o dia a dia de trabalho de nossa autogestão, sem dizer com isso que desaparecem as dificuldades enfrentadas por outros fatores, não relacionados com contingenciamento administrativo.

Conferência de Saúde e Agenda da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento

Nesta sexta-feira 16 estaremos em São Luís do Maranhão para participar da VIII Conferência de Saúde da Cassi e do Conselho de Usuários do Maranhão. Será nossa 10ª Conferência deste ano. Será a 27ª Conferência de Saúde que realizamos sem recursos nestes dois anos de orçamento contingenciado da Cassi por causa do debate sobre o déficit do Plano de Associados.

Eu agradeço o apoio do Sindicato dos Bancários de Brasília por contribuir para que este Diretor de Saúde, eleito pelos associados, possa estar lá em São Luís para partilhar informações sobre a sustentabilidade da Cassi. Eu agradeço muito a contribuição e apoio das entidades representativas por terem aceito nosso pedido de patrocinar a realização dos eventos para que pudéssemos ter em todos os Estados e DF as Conferências levando informações sobre a sustentabilidade da nossa Caixa de Assistência. Esta jornada foi uma prova de que a SOLIDARIEDADE está viva e temos que fortalecê-la entre nós da comunidade BB e classe trabalhadora.

Entre segunda 12 e quinta 15 nossa agenda foi toda dedicada à governança interna da Cassi aqui na sede em Brasília. Tivemos as reuniões dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, além da reunião semanal de Diretoria Executiva. Nossa jornada foi em 3 períodos - manhã, tarde, noite - como tem sido ao longo de nosso mandato de representação dos associados.

Tive reunião de trabalho com nossa equipe de gestão hoje à tarde, porque tanto monitoramos e perseguimos atingir nossos objetivos de planejamento para a área da saúde e das unidades Cassi, quanto já estamos focados nos próximos passos para a Cassi que defendemos em 2017 e próximos anos. Todas as entidades representativas, lideranças e associados que nos acompanham terão informações constantes de nossa parte sobre as discussões que teremos sobre o futuro da Cassi, sobre a consultoria que o patrocinador BB vai contratar, sobre eventuais divergências de encaminhamento que possam haver em 2017 sobre a Cassi que defendemos.

Estou fazendo um trabalho bastante custoso de revisão e compilação de todo o trabalho realizado para a Cassi, para nossa área de saúde e rede de atendimento e para os associados ao longo dos anos de 2014, 2015 e 2016. A ideia é seguir prestando contas para as entidades representativas e para os associados de tudo que temos feito ao longo deste período.

Abraços a tod@s e sigamos nas lutas pela Cassi que defendemos, pelos direitos em saúde dos trabalhadores e associados que cuidamos e pelos funcionários da nossa entidade. Fortalecer esta autogestão de Atenção Primária é fortalecer toda a comunidade Banco do Brasil e os direitos em saúde dos trabalhadores.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

12.12.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde no Ceará



Reunião Cassi, Super, Gepes e Sindicato no Ceará.

Olá companheir@s, amig@s e coleg@s do BB e da Cassi,

A Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, área responsável pela condução do Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF), bem como pelas unidades administrativas nos Estados e pelas unidades de atendimento à saúde, as 65 CliniCassi hoje instaladas, cumpriu agenda de parcerias pela promoção da saúde e prevenção de doenças no Ceará.

Com esta agenda em Fortaleza, Ceará, nós completamos uma meta desafiadora de nosso planejamento para 2016: visitar todos os Estados e o Distrito Federal para estreitar parcerias entre a Cassi e a Direção do BB - Super e Gepes/Sesmt - com o intuito de levar informações institucionais sobre a Caixa de Assistência para os 100 mil associados da ativa de forma permanente. Foi um percurso difícil de realizar por estarmos num país continental, mas valeu a pena.

Neste percurso de trabalho, pudemos reafirmar nosso compromisso de transparência e defesa da participação social da Comunidade BB no dia a dia de nossa Caixa de Assistência. Estivemos com todos os Conselhos de Usuários num dos anos mais difíceis da história da Cassi, buscando unidade em defesa da nossa autogestão, dos direitos dos associados e de mais conhecimento sobre a riqueza que é a Cassi como autogestão de Atenção Primária, sobrevivendo em um meio onde impera o lucro baseado na doença e com graves reflexos para autogestões que visam saúde como o nosso caso.

Enfim, escrevo emocionado a matéria da 27ª agenda de parcerias pela saúde, pela Cassi, pelos associados, pela participação social, e inclusive pelo patrocinador BB, porque a Cassi estar bem significa segurança para os trabalhadores do Banco.

REUNIÃO CASSI, SUPER, GEPES E SINDICATO NO CEARÁ

Na reunião de parcerias pela promoção de saúde e prevenção de doenças para os bancários do Ceará, diversas estratégias foram desenhadas para o ano de 2017. Teremos um trabalho focado a partir dos resultados do Exame Periódico de Saúde (EPS) e do checkup dos gestores para buscar melhoria nos níveis de saúde da população da ativa.

Também haverá parcerias de trabalho para ampliar a Estratégia Saúde da Família (ESF), o autocuidado com atividades coletivas, mudanças de hábitos alimentares, promoção de atividades físicas para combate a índices de obesidade e sobrepeso, dentre outras estratégias de saúde.

A Cassi tem quase 20 mil assistidos no Estado e cerca de 13 mil estão na capital Fortaleza e temos uma excelente estrutura de acolhimento em nossa unidade Cassi CE. O Banco e as entidades representativas vão atuar em conjunto para dar maior divulgação aos associados sobre os tipos de atendimentos realizados na CliniCassi Fortaleza. Nossas 5 equipes de família já cuidam de 5.600 participantes.


Reunião de gestão com os funcionários da Cassi CE.

REUNIÃO DE GESTÃO COM FUNCIONÁRIOS E POSSE DA NOVA GERÊNCIA

Nossa agenda em Fortaleza contou também com o evento de posse da nova gerência da Unidade Cassi CE. Estivemos reunidos com as lideranças da comunidade para fortalecer os laços de trabalho conjunto entre a Cassi Ceará e as instituições locais e associados.

Realizamos uma excelente reunião com o conjunto dos funcionários da Cassi no Estado. Cada reunião é única e a troca de informações, o acolhimento de sugestões e os desabafos sobre os problemas do dia a dia nos dão um grande pertencimento a esta Caixa de Assistência. Nossos funcionários são um grande patrimônio dos associados da Cassi.


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi CE.

REUNIÃO COM O CONSELHO DE USUÁRIOS DA CASSI CE

O Conselho de Usuários da Cassi é um fórum de voluntariado sem igual em instituições de saúde de autogestão ou que visam lucro. É uma riqueza da comunidade Banco do Brasil.

Participamos por mais de 3 horas de reunião com as lideranças do Conselho de Usuários do Ceará. Abordamos diversos temas, principalmente o amanhã, ou seja, o ano de 2017 como definidor de nossa Cassi para os próximos anos.

Pedimos muito que todas as lideranças e entidades representativas não se afastem do dia a dia da governança da Cassi no próximo ano porque teremos consultoria externa paga pelo Banco em nossa autogestão e é necessário atenção para os resultados e debates internos que ocorrerão no próximo semestre.

Reforçamos a importância da unidade por parte dos eleitos tanto na Diretoria, como nos Conselhos Deliberativo e Fiscal. Sem empate do nosso lado, não teremos poder de negociação com a outra metade da gestão, o patrocinador BB, que tem sua metade coesa pela própria governança do Banco.


Reunião com a equipe do Sesmt do BB no Ceará.

REUNIÃO DA CASSI COM O SESMT CE

Ao visitarmos a sede da AABB Ceará, uma estrutura magnífica para os seus associados, nos reunimos com o pessoal do Sesmt porque a Gepes está instalada naquela localidade.

Foi uma ótima reunião de trabalho e saímos confiantes nas parcerias pela saúde em 2017 e próximos anos.


Plenária com os bancários do Ceará no Sindicato, no sábado 10.

PLENÁRIA NO SINDICATO COM OS BANCÁRIOS

Para fechar a agenda de três dias em defesa da Cassi e dos Associados estivemos na plenária realizada pelo Sindicato dos Bancários do Ceará no sábado. O tema central foi a reestruturação do BB, mas pudemos apresentar nosso ponto de vista sobre a Cassi, dar informes sobre as etapas vencidas até o momento como o Memorando de Entendimentos, a consulta ao Corpo Social, e a assinatura do Convênio de Ressarcimento nesta semana que se encerra.

Quero agradecer a acolhida que tivemos por parte de tod@s e das instituições que visitamos. Estamos encerrando um ano difícil, mas um ano movido a compromisso com a entidade de saúde que gerimos, com os associados que representamos e com os funcionários da nossa Cassi.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

Post Scriptum:

Esta agenda de trabalho pela Cassi foi toda custeada por mim, o Diretor responsável pela gestão da saúde e pela estrutura própria de administração e atenção primária de nossa Cassi nos Estados. Para o indivíduo é um grande gasto, para a instituição seria um valor irrisório nas grandezas envolvidas das despesas administrativas e assistenciais. Eu não deixei de fazer o que entendo ser o nosso papel, muito por causa da forma como vemos o mundo, mas eu espero que nós da Direção não cometamos mais algo do gênero, porque o meu papel é estar nas unidades onde a Cassi realiza a sua missão no dia a dia.

Gastei cerca de R$ 1.800, equivalente a 2 diárias de hotel, passagem ida e volta, refeições e táxis.

9.12.16

29º Boletim aborda Rede Referenciada na Cassi





Olá companheir@s, amig@s e coleg@s do Banco do Brasil,

Lançamos nesta sexta-feira 09 o nosso 29º Boletim Prestando Contas Cassi, uma publicação mensal da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento para levar informações técnicas e fundamentais relativas à Cassi ao conjunto das lideranças da comunidade BB como entidades sindicais, associações da ativa e aposentados, Conselhos de Usuários, dependências do Banco, funcionários da Cassi e o conjunto dos associados e participantes.

Os boletins têm um papel informativo e de formação ao trazer explicações sobre a Caixa de Assistência, as autogestões, o setor de saúde suplementar, organização da rede prestadora, a Estratégia Saúde da Família, a Atenção Integral à Saúde, modelos de sistema de saúde, a prestação de contas sobre o mandato da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento e demais assuntos que contribuam para dar conhecimento e pertencimento aos participantes do sistema Cassi.

Nesta edição 29 estamos trazendo a explicação da importância de termos Redes Referenciadas para que a Cassi possa orientar os participantes assistidos na hora das necessidades de utilização da Rede Credenciada, com as mais diversas especialidades necessárias ao complemento dos exames e tratamentos dos associados e dependentes.

Leia AQUI o Boletim nº 29.

Pedimos que leiam o Boletim e distribuam tanto na forma impressa quanto em suas listas de contatos nas redes sociais. O material é feito por nós com um forte desejo de contribuir para que a comunidade tenha pleno conhecimento de nossa entidade de saúde de autogestão e do modelo de Atenção Primária à Saúde (APS).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

Post Scriptum:

A produção do Boletim tem um custo mensal arcado pelo próprio Diretor de Saúde.

8.12.16

Reestruturação no BB - Novas informações da Contraf-CUT


Olá coleg@s do BB,


Seguem novas informações das federações de sindicados representadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB da Contraf-CUT.

As entidades sindicais se reuniram nesta data com a direção do Banco para novas negociações sobre direitos dos bancários neste processo de reestruturação e do Plano Extraordinário de Incentivo à Aposentadoria (PEAI).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Reunião com o Banco do Brasil tem poucos avanços e situação dos funcionários preocupa


Banco continua hesitando em apresentar garantias concretas de manutenção dos salários e realocação

08/12/2016

Reunião com o Banco do Brasil. Crédito: Aguinaldo Ferraz.

Em reunião realizada com o Banco do Brasil, nesta quinta-feira (8), em Brasília, a Contraf-CUT, representada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, novamente tratou do processo de reestruturação envolvendo milhares de funcionários do BB.

Os sindicatos apresentaram ao Banco o quadro das mobilizações do Dia Nacional de Luta, realizado na quarta-feira (7), em vários locais do Brasil, que demostraram o sentimento de desamparo, indignação e desespero de muitos funcionários que terão suas agências fechadas, reduzidas e aqueles que terão seus cargos cortados.

A Comissão de Empresa reafirmou a proposta anterior de criação de VCP Permanente (Verba de Caráter Pessoal) para que o funcionário não perca sua remuneração enquanto não for realocado no mesmo cargo. A mesma regra de VCP foi cobrada para todos os caixas.

Para o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, em relação aos caixas, o Banco demora em responder sobre a VCP, o que para todos é a questão mais óbvia na proteção dos funcionários. “O BB alega que caixa não é comissão e sim, gratificação. Mas quando se consulta o sistema do Banco, em comissões exercidas aparece Caixa como Comissão. Ou seja, é má vontade e indisposição em gastar um pouco mais. O Banco usa a norma interna pra não dar garantia, quando a norma interna é ele que faz.”

Também foi cobrado do B
anco a situação dos assistentes que não têm opção de migrar na lateralidade e, por causa do plano de funções, terão perda no novo cargo oferecido.

Outras solicitações foram para que a concorrência na lateralidade contemple a pontuação do cargo anterior à VCP, inclusive para quem está em VCP por outras situações que não estas da reestruturação atual.

Foi solicitado e não houve resposta do BB quanto ao TAO especial realocar em todas as vagas via pontuação do sistema, uma vez que os funcionários já passaram por processo seletivo anterior.

RESPOSTAS AINDA INSUFICIENTES

O Banco afirmou que nenhum escriturário será removido para outra praça compulsoriamente e que os excedentes ficarão nos seus locais de origem.

Quanto às agências que serão fechadas, atendendo solicitação da Comissão de Empresa, o BB afirmou que a VCP passará a contar para aqueles funcionários somente depois do fechamento da agência. Se a agência fechar antes de 1º de fevereiro, esta será a data, de modo a contar o que for mais favorável ao funcionário.

Novos Grupos de Funções: o Banco informou que fez ajustes nos grupos de funções de lateralidade para atender casos que antes estavam direcionados para cargo inferior, de forma a reduzir os casos sem correspondência lateral.

Foi cobrado do BB e foi feito o compromisso que pessoas em VCP por situações anteriores serão identificados e analisados caso a caso.

Quanto aos funcionários que tiveram que movimentar de praça por uma reestruturação anterior, o Banco está disposto a avaliar os pedidos dos funcionários para mudança durante o período de excedente ou VCP.

O Banco também informou que os funcionários em licença poderão concorrer para a lateralidade no TAO Especial, devendo fazer a solicitação de inscrição via GEPES – Gerência Regional de Gestão de Pessoas.

Foi afirmado pelo BB que todas as nomeações serão centralizadas pelos comitês de unidades estratégicas. O Banco reafirmou que tem o compromisso de que toda e qualquer vaga na cadeia de nomeação seja primeiramente para regularização de excesso.

O Banco fez os seguintes compromissos quanto a apresentação de números detalhados:

Será disponibilizado um mapa de vagas na intranet a partir de 12/12 e constará também possíveis vagas, considerando adesões ao PEAI ainda não concretizadas.

Além do mapa de vagas, o Banco vai oferecer 3 relações:

- número de adesões por plano de aposentadoria (Previ/Fusesc/Economus/PrevBEP), o número de adesões por funcionário que saíram apenas com o INSS e número de excessos versus o número de adesões ao PEAI por UF (Unidade da Federação).

ESCLARECIMENTOS SOBRE PEAI NO ECONOMUS PREVIMAIS

Os funcionários apresentaram ao Banco os problemas causados pela falta de comunicação quanto aos critérios de adesão ao PEAI (Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada) para os funcionários que são vinculados ao Economus no Plano PreviMais, cujo tempo para requerimento são apenas 60 meses. Os funcionários não estão suficientemente esclarecidos que embora tenham tempo no Economus, as condições são desfavoráveis para desligamento do BB. Foi solicitado que o Banco faça um comunicado oficial explicando que não se trata de PDV para que os funcionários sejam devidamente esclarecidos.

DENÚNCIAS APRESENTADAS

A Comissão de Empresa denunciou ao Banco que algumas superintendências estaduais e regionais estão fazendo processos seletivos para os escritórios digitais, sem observar o TAO e a necessidade de realocação das pessoas. A Contraf-CUT considera que este é um processo fraudulento de seleção que deve ser coibido pelo Banco através da sua diretoria. Foram denunciados problemas de seleção fora do TAO em Porto Alegre e Curitiba e que podem ocorrer em outros locais.

Foi cobrado do Banco sobre o fechamento de agências em São Paulo e em outros locais fora da lista divulgada pelo BB. Estes novos fechamentos são pela criação dos escritórios digitais e foi solicitado ao BB esclarecimento para a reunião sobre o BB Digital. A mesa temática específica sobre o BB digital será realizada no dia 14 de dezembro, em Brasília.

CCV – CONCILIAÇÃO VOLUNTÁRIA PARA NOVOS CARGOS DE 6 HORAS ESTÁ SOB ANÁLISE JURÍDICA

O Banco enviou na última quinta-feira a minuta da CCV para acordo aditivo contemplando os novos cargos que terão a opção de jornada de 6 horas. Os funcionários optantes poderão posteriormente fazer acordo extrajudicial indenizatório referente às duas horas excedentes.

A Contraf-CUT esclarece que o funcionário não deve aderir contando com a CCV imediatamente pois o acordo enviado pelo Banco está sendo analisado juridicamente e posteriormente será encaminhado o parecer para assinatura. A análise jurídica e a negociação são necessárias para dar mais segurança aos funcionários e aos sindicatos.

ENCAMINHAMENTOS JURÍDICOS AOS SINDICATOS

A Comissão de Empresa enviará aos sindicatos orientações para ações junto às entidades de defesa do Consumidor e a população para cobrar o não fechamento de agências.

Também serão estudadas ações jurídicas para proteger a remuneração e o cargo dos funcionários, caso o Banco continue negando medidas neste sentido.

Para Wagner Nascimento, coordenador da CEBB, os sindicatos deverão mobilizar os funcionários e verificar detalhadamente o mapa de vagas para constatar o tamanho do problema em cada local.

"A conta começa a não fechar a partir da quantidade de desligamento. Como muitos já perceberam que vai faltar vagas, querem uma segurança maior e é isso que estamos fazendo na mesa de negociação. Queremos garantias de que os funcionários não percam salários e cargos."

Fonte: Contraf-CUT

6.12.16

Agenda de gestão e luta pela Cassi e Associados





Olá companheir@s, amig@s, coleg@s do BB e Associados da Cassi,

Estamos neste momento (22h22) na sede da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (DF), onde atuamos como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento em nome dos associados. Vamos encerrar os trabalhos dos primeiros dois dias da semana. 

Como é sabido por quem nos acompanha, as semanas de trabalho na Cassi em nome dos associados que representamos são longas, intensas, e regadas com doses de negociações permanentes entre os representantes dos dois patrocinadores - o Banco do Brasil e o Corpo Social e entre os eleitos também. Nossa autogestão em saúde é gerida em modelo compartilhado e entendo que esse modelo é fundamental para garantir os direitos em saúde dos seus associados.

Quero mais uma vez, de público, dizer que o esforço feito pelos dois diretores eleitos e suas equipes técnicas nesses últimos dias valeram a pena, porque a gestão compartilhada em entidade gerida paritariamente entre trabalhadores e patrão só se realiza se a parte dos associados conseguir se acertar e constituir um bloco de 2x2 na Diretoria Executiva e 4x4 no Conselho Deliberativo, bem como 3x3 no Conselho Fiscal. Se a representação dos associados blocar em sua metade da governança, estabelece-se a igualdade de poder na governança da Cassi. Caso contrário, fragiliza-se nossa metade nos debates e deliberações.

Estou insistindo nessa questão de construir unidade no âmbito dos eleitos da Cassi porque os anos de 2017, 2018 e 2019 serão definidores do futuro da Caixa de Assistência (Cassi), após a etapa vencida por todos nós na aprovação da Consulta ao Corpo Social, que avaliou e aprovou o Memorando de Entendimentos entre o patrocinador BB e as entidades representativas dos associados, acordo construído após 18 meses de negociação para buscar solução para o déficit do Plano de Associados.

É possível a entidade de saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil sair fortalecida desse processo de busca da sustentabilidade de seus planos de saúde, se toda a comunidade se mantiver atenta, acompanhando esses próximos 3 anos de luta pela saúde, pelo Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), pela manutenção da Solidariedade do modelo de custeio mutualista intergeracional e se superarmos as próximas etapas da reorganização dos serviços de saúde da Cassi sem nos desviarmos perseguindo modelos que nos levam para a mesma crise que todo o setor de saúde suplementar vive.

Enfim, as duas últimas semanas foram de muita luta para encaminhar etapas internas na gestão relativas ao processo negocial vivido por nossas entidades representativas e associados e o patrocinador BB. Se a gente contar o trabalho que dá em termos de energia e tempo para construir os encaminhamentos das propostas, as pessoas ficariam cansadas só de ouvir.

O ano vai chegando ao fim e nossa agenda da Diretoria de Saúde não acaba. Nesta quarta, vamos a Goiás e na quinta e sexta, estaremos no Ceará. Na semana que vem, participaremos da Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Maranhão.

Estou bem cansado, mas com a leveza de lutar apaixonadamente por esta Caixa de Assistência e por nossos associados e funcionários.

Ainda vamos soltar mais um Boletim Prestando Contas Cassi neste mês e vamos fazer o lançamento de estudos de saúde realizados por nossas áreas, que reforçam o papel de vanguarda de nossa Caixa de Assistência na área da Atenção Primária e no cuidado de sua população assistida com base na promoção da saúde e prevenção de doenças, monitorando participantes com doenças crônicas e riscos diversos em saúde.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

4.12.16

Reestruturação no BB e PEAI - Alertas a respeito, por Sasseron


Apresentação do blog:


Olá colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana que se inicia, encerra prazo (9/12) dado pelo Banco do Brasil aos trabalhadores para aderirem ou não ao Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI). 

José Ricardo Sasseron já foi Conselheiro e Diretor na Previ, eleito pelos associados, e tem grande conhecimento em previdência. As opiniões são do próprio Sasseron no intuito de ajudar os colegas em suas reflexões.

Apresento abaixo alertas e explicações que ele faz aos colegas que estão avaliando a proposta feita pelo BB. Em caso de dúvidas, continuem utilizando os canais disponibilizados pelo Banco.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi



José Ricardo Sasseron.

ALERTAS (1)

Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI


Colegas do BB,

Por certo a decisão de aderir ao plano de aposentadoria incentivada do Banco é de caráter estritamente pessoal. Gostaria somente de fazer alguns alertas sobre a aposentadoria pela Previ e/ou INSS, assunto angustiante para quem vai decidir o que fazer.


1. São três os requisitos para a aposentadoria no Plano 1 ou no Previ Futuro: mínimo de 15 anos de filiação ao plano, aposentadoria pelo INSS e rompimento do vínculo empregatício com o BB. Quem tiver no mínimo 50 anos de idade poderá requerer o complemento da Previ mesmo sem estar aposentado pelo INSS. 


2. O complemento de aposentadoria do Plano 1 é calculado pela média dos 36 últimos salários de participação menos o valor das 36 últimas Parcelas Previ, tudo corrigido pelo INPC para a data do cálculo. O valor do benefício é proporcional aos meses de contribuição ao plano – por exemplo, 336/360 para quem tem 28 anos completos.


3. O benefício do Previ Futuro é calculado dividindo-se o saldo de conta do associado pelo número de meses correspondentes à sua expectativa de vida (contam-se 13 meses por ano). O associado pode escolher se deixa pensão aos dependentes ou não. A decisão interfere no valor do benefício, pois a Previ levará em conta o pagamento da pensão no cálculo.


4. Importante: quem sair no PEAI e ainda não tiver direito à aposentadoria pela Previ deve continuar contribuindo e pedir a preservação do salário de contribuição.


5. A aposentadoria pelo INSS exige o mínimo de 30 anos de contribuição da mulher e 35 do homem. O benefício é calculado pela média dos 80% maiores salários de contribuição recolhidos desde julho de 1994. Sobre esta média incide o Fator Previdenciário, um redutor calculado de acordo com o tempo de contribuição e idade de aposentadoria. O fator penaliza quem se aposenta mais cedo. A tabela do Fator Previdenciário é pública (digite “fator previdenciário 2016” no google e ela aparecerá).


6. Importante 1: quem sair no PEAI e não tiver tempo de INSS, deve continuar contribuindo, se não só vai poder se aposentar por idade, aos 60 para a mulher ou 65 para o homem, e desde que tenha pelo menos 15 anos de contribuição ao INSS.


7. Importante 2: está vigente a Fórmula 85/95, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. A mulher que atingir 85, na soma da idade de aposentadoria mais tempo de contribuição, se livrará do Fator Previdenciário. O homem que atingir 95 nesta mesma soma também se livrará do Fator. Isto altera consideravelmente o valor do benefício. Então, sugiro verificar quando você completará a soma e se é conveniente esperar mais um tempo pagando o INSS para se aposentar.


8. Importante 3: você pode agendar uma ASSESSORIA PREVIDENCIÁRIA com a Previ, que criamos quando fui Diretor de Seguridade. O pessoal da Previ estudará sua situação e discutirá com você a data mais conveniente para se aposentar.


José Ricardo Sasseron, ex-diretor de Seguridade da Previ


ALERTAS (2)


Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI (II)

Em relação à Cassi. Você só pode se manter no Plano de Associados se você se aposentar pelo INSS e/ou pela Previ imediatamente à sua saída do Banco. Neste caso você contribui com 3% sobre seu benefício de aposentadoria e o Banco com 4,5%. Se resgatar suas contribuições à Previ, não terá direito de permanecer no Plano de Associados. Leia com atenção o artigo 3º do regulamento do Plano de Associados da Cassi, disponível no site da entidade e veja onde você se enquadra.

Em relação ao Previ Futuro, você tem quatro opções. A pior delas, sempre, é o resgate, porque você vai pagar Imposto de Renda, gastar o dinheiro logo e ficar sem aposentadoria. Então, veja as opções em caso de desligamento do Banco.


1. Aposentadoria – para aposentar pelo Previ Futuro você precisa ter no mínimo 15 anos de contribuição, aposentar pelo INSS e romper o vínculo empregatício com o Banco. Se tiver mais de 50 anos de idade, pode requerer o benefício da Previ mesmo sem ter direito à aposentadoria pelo INSS – neste caso, você deve continuar pagando INSS até completar o tempo (30 anos a mulher e 35 o homem). Fique atento à incidência do Fator Previdenciário, ao enquadramento na fórmula 85/95 que livra você do Fator e melhora sua aposentadoria e na reforma da Previdência que o Governo Temer quer fazer para dificultar a sua vida.


2. Autopatrocínio – Você pode continuar contribuindo até ter direito à aposentadoria pelas regras da Previ e requerer o benefício. Neste caso, você arca com as contribuições pessoais e patronais. Você precisa continuar recolhendo o INSS.


3. Benefício Proporcional Diferido (BPD) – Para quem tem menos de 15 anos de Previ Futuro. Você suspende as contribuições e requer uma renda mensal vitalícia da Previ quando tiver direito à aposentadoria pelo INSS. Precisa continuar contribuindo com o INSS.


4. Portabilidade – Você pode portar seu saldo de conta para outro plano de benefícios. Por exemplo, se entrar em uma empresa que tem previdência complementar ou então comprar um plano de previdência em algum banco. 


5. Resgate – Se não quiser permanecer na Previ você pode resgatar a sua reserva individual de poupança. Neste caso, você não leva as contribuições patronais e ainda paga Imposto de Renda sobre as suas contribuições resgatadas. Recentemente o conselho deliberativo da Previ aprovou o resgate das contribuições patronais no Previ Futuro, mas o novo regulamento não está valendo porque ainda não foi aprovado pela Previc, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

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Imposto de Renda e Parte Patronal – No resgate você não leva a parte patronal. Nos demais casos (aposentadoria, BPD, autopatrocínio e portabilidade) você tem direito também às contribuições patronais. O Imposto de Renda incide conforme a tabela que você escolhe na adesão ao plano. Quem escolheu a tabela progressiva, recolherá até 27,5% de IR sobre o valor do resgate ou benefício. Quem escolheu a regressiva, recolherá de 35% a 10% de IR, a depender do tempo de permanência no plano – quanto mais tempo, menos IR – e não pode deduzir o valor recolhido mensalmente da declaração anual de ajuste.
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Cálculo do complemento de aposentadoria – Os benefícios do Previ Futuro são calculados dividindo o saldo de conta pelos meses de vida faltante, de acordo com a sua expectativa de vida na data da aposentadoria, contando 13 benefícios anuais. Você pode escolher entre deixar ou não deixar pensão aos dependentes. Esta opção interfere no valor do benefício que você vai receber – se não deixar pensão, o benefício é maior, obviamente, pois o saldo de conta é o mesmo para ambos os cálculos. Atenção: a Previ utiliza a taxa de juros atuarial de 5%, ou seja, trabalha com uma expectativa de rendimento real de suas aplicações de 5% acima da inflação e considera esta rentabilidade futura no cálculo do benefício. O benefício é vitalício.

José Ricardo Sasseron – ex-diretor de Seguridade da Previ, eleito pelos associados



Fonte: página do colega na rede social (pedi autorização para reproduzir as informações aqui no blog)

2.12.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde no Mato Grosso


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos fechando uma semana de trabalho com agenda intensa e positiva para o fortalecimento da Cassi e da representação dos associados na Diretoria, pois tivemos deliberações de temas de importância fundamental para a nossa Caixa no próximo ano e as Diretorias de Saúde e Rede de Atendimento e Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, áreas-fim da nossa autogestão em saúde, fizeram um trabalho unitário promissor para que o patrocinador Banco do Brasil e suas representações busquem sinergia e diálogo necessários à governança compartilhada.

Meu compromisso com as entidades representativas, Conselhos de Usuários e associados para o próximo período pós assinatura do Memorando de Entendimentos e início de vigência do período de contribuição extraordinária de 1% que se iniciará a partir de agora, inclusive com a contratação de consultoria por parte do patrocinador BB, será de prestar contas do que for acontecendo na gestão, sempre sob a ótica deste representante dos associados da Cassi.

Enfim, vamos falar da nossa agenda em Cuiabá sobre parcerias pela promoção da saúde e fortalecimento da participação social e do espírito de pertencimento à nossa Caixa de Assistência.



Reunião Cassi, Super, Gepes e Sindicato em Mato Grosso.

Reunião entre Cassi, Super, Gepes e Sindicato no Mato Grosso define parcerias pela saúde da comunidade assistida pela Caixa de Assistência

Na quinta-feira, 1º de dezembro, a Cassi se reuniu com as lideranças do Banco e do Sindicato para buscar parcerias no Estado com foco em ampliar o nível de conhecimento dos trabalhadores e participantes sobre a Cassi, o Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF), além de incluir o tema saúde na agenda de todos no ano de 2017.

Os canais de comunicação do Banco serão utilizados para falar de Atenção Primária, autocuidado, Saúde da Família, e demais possibilidades em benefício da promoção de saúde e prevenção de doenças. A participação dos colegas da ativa no Conselho de Usuários será estimulada e a Cassi vai ampliar o apoio às reuniões com informações técnicas que depois serão repassadas aos segmentos de associados.

É a busca de uma agenda de saúde independente das dificuldades cotidianas dos assistidos pela Cassi. No modelo de Atenção Primária, o simples fato de identificar e monitorar pessoas com doenças crônicas e riscos diversos de saúde e passar a acompanhá-las já pode salvar vidas.




VII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Mato Grosso

Na manhã de quinta 01 participamos da Conferência de Saúde com a apresentação da palestra sobre "Sustentabilidade da Cassi". Ficamos encantados com o envolvimento dos segmentos de associados no evento.

Procuramos compartilhar informações e conhecimentos a respeito do setor de saúde suplementar, fatores que influenciam no desequilíbrio entre as receitas e despesas dos planos de saúde no setor e focamos bastante no Plano de Associados de nossa autogestão Cassi.

Explicamos as dificuldades, desafios e oportunidades e pontos fortes que temos para os próximos 3 anos em relação a buscar a sustentabilidade em nossa operadora. A Cassi pode dar um salto de qualidade se ampliar a cobertura de seu Modelo de Atenção Integral à Saúde e ESF para o conjunto dos participantes.

Hoje temos 180 mil cadastrados na ESF, e estudos realizados pela Diretoria de Saúde têm nos mostrado resultados muito significativos sobre a importância de ampliar o investimento no modelo de Atenção Primária. Participantes assistidos e monitorados pela Cassi têm um comportamento de despesa assistencial melhor no uso da Rede Credenciada, por graus de complexidade, quando comparados com participantes que nunca foram cuidados na Estratégia Saúde da Família.

A Cassi foi definida para ter uma estrutura própria de Atenção Primária desde a Reforma Estatutária de 1996 e hoje contamos com 65 CliniCassi nas capitais e em certas regiões nos Estados. É imperativo que ampliemos em 2017, 2018 e 2019 a cobertura com mais equipes de família, médicos de pronto atendimento e ampliação das equipes PAD para atuar na desinternação hospitalar.

Também explicamos bastante sobre a nossa pedra angular: o modelo de custeio solidário intergeracional.

Por mais de 3 horas debatemos, tiramos dúvidas, ouvimos sugestões. Ao final, pedimos que os associados não se desliguem do tema Cassi nestes próximos 3 anos e estejam mobilizados para lutar pelo nosso modelo de saúde.

Agradecemos ao Sesc pela cessão do espaço e agradecemos a bela convocação que tod@s fizeram: a equipe Cassi, o Conselho, as entidades representativas e o Banco.


Diretor de Saúde com lideranças do Sindicato dos Bancários do MT.

Visita do Diretor de Saúde ao Sindicato dos Bancários

Aproveitamos a estada em Cuiabá para visitar a casa dos trabalhadores, o Sindicato. É fundamental a Cassi estar aberta e com parceria permanente com as entidades representativas da ativa e aposentados e Conselhos de Usuários, além do Banco do Brasil nos Estados, para que as lideranças tenham mais conhecimento de nossa autogestão e para que possam levar também as demandas dos associados em busca de soluções de saúde.

Aproveitamos para agradecer de coração o apoio que o Sindicato nos deu ao contribuir com passagens e hospedagem para estarmos com os bancários falando sobre a Cassi e sobre a saúde dos trabalhadores.


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi MT.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi MT

Nesta sexta-feira 02 participamos da reunião dos conselheiros e conselheiras de usuários da Cassi Mato Grosso.

Foi um momento muito rico com troca de informações, impressões, de apresentação de ideias sobre os processos relativos à Cassi e demais entidades de nossa comunidade Banco do Brasil.

Pudemos reforçar nosso pedido para que as lideranças dos Conselhos de Usuários e das entidades representativas mantenham os associados informados e mobilizados para o ano de 2017 porque o período de consultoria contratada pelo patrocinador BB e definição dos rumos de nossa Caixa de Assistência só será exitoso se houver forte participação social. Os eleitos sozinhos não têm força para barrar qualquer tentativa de alteração que afete os direitos do Corpo Social na Cassi se não houver mobilização.


Equipe de funcionários da Cassi MT.

Reunião com os funcionários da Cassi Mato Grosso

Fechamos nossa agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, responsável também pelas 27 Unidades Administrativas e pelas atuais 65 unidades de atendimento de saúde (CliniCassi), realizando uma ótima reunião com nossa equipe de funcionários da Cassi.

Levamos informações de nossa autogestão para os trabalhadores e trocamos informações sobre o dia a dia de trabalho. Tiramos dúvidas e ouvimos sugestões.

Eu fecho a matéria agradecendo de coração pelos dois dias que tivemos de fortalecimento da Cassi, da participação social, do modelo assistencial de nossa autogestão e de parcerias pela saúde dos associados. Nos sentimos acolhidos, assim como é o modelo que perseguimos nas CliniCassi.

Agradecemos aos funcionários da Cassi, às lideranças das entidades representativas e lideranças do Banco do Brasil no Mato Grosso. Valeu muito a pena estarmos juntos com a comunidade nestes dois dias.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

Post Scriptum:

Estamos completando 26 Conferências de Saúde (2015 E 2016) sem disponibilização de recursos por parte da Cassi. Nunca concordei com esse tipo de economia porque o investimento neste tipo de participação social é insignificante para uma entidade (associação cujos donos são os próprios usuários do sistema) com orçamento de bilhões de reais. 

O efeito multiplicador de informações que levamos nas Conferências pode trazer economia para a Cassi de forma exponencial nas rubricas onde estão as maiores despesas administrativas como judicialização e multas da ANS e sem falar na despesa assistencial, que consome mais de 95% dos recursos das autogestões pagando prestadores da Rede Credenciada (dados da ANS 2015).

Enfim, agradeço às entidades que apoiaram o evento, pois assim o meu gasto próprio foi de apenas R$ 267,93. Esperamos que possamos realizar o nosso papel de participação nas 17 Conferências de 2017 sem esse problema de ter que pagar para trabalhar.

1.12.16

Reestruturação do Banco do Brasil - Informe da Contraf-CUT


Olá pessoal,

Segue abaixo a matéria publicada pela Contraf-CUT sobre o encontro dos sindicatos com o Banco do Brasil a respeito da reestruturação anunciada pelo Banco dias atrás. Sabemos que muitos trabalhadores estão buscando informações a respeito do tema.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Foto de Agnaldo Ferreira de Azevedo.
Sem respostas concretas do BB, Contraf-CUT orienta dia nacional de luta para dia 7

Reunião sobre processo de reestruturação e fechamento de agências aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília

01/12/2016

A Contraf-CUT, através da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB se reuniu com o Banco do Brasil, em Brasília, nesta quinta-feira (1º), em mais uma mesa de negociação sobre o processo de reestruturação que envolve fechamento de agências, cortes de cargos e funções, redução no quadro de funcionários e na jornada, e, ainda, um plano de aposentadoria com público alvo de 18 mil funcionários.

Os representantes dos funcionários reafirmaram ao Banco que são contrários a esse processo de reestruturação por envolver cortes de mais de 9 mil postos de trabalho e vai provocar redução salarial de milhares de funcionários, caso estes não forem realocados. Ainda, o fechamento de mais de 400 agências e a transformação de 379 em posto de atendimento.

Os representantes dos trabalhadores também cobraram do Banco respostas quanto a extensão da VCP - Verba de Caráter Pessoal – que tem como objetivo garantir a remuneração daqueles que perderão seus cargos ou tiveram suas agências extintas. Foi proposto ao Banco que seja criado uma VCP permanente, nos moldes da verba 226 do Plano de Funções.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, a VCP permanente vai ao encontro de todas as falas do Banco quanto a realocação das pessoas. “Se o Banco tem tanta certeza que vai realocar todo mundo, que garanta que ninguém vai perder remuneração enquanto não for realocado”, explicou Wagner.

O Banco não deu resposta quanto a extensão da VCP, alegando que o assunto ainda está sob análise, assim como a VCP para os Caixas efetivos e substitutos.

Para realocação dos funcionários, foi proposto ao Banco que no TAO Especial criado com esta finalidade, seja adotado o critério de priorização e maior pontuação para a escolha dos funcionários na lateralidade. “Considerando que os funcionários já passaram por um processo de seleção anterior e as nomeações acontecerão na lateralidade, uma forma de garantir um critério justo é pela melhor pontuação, tanto para escolha de quem fica nos casos de redução de cargos na própria dependência, quanto nas recolocações”, analisou Wagner.

Também foi proposta que mesmo depois de entrar em VCP, os funcionários tenham a pontuação do cargo anterior preservada para as concorrências na lateralidade para cargos semelhantes.

O Banco do Brasil não forneceu a lista dos cargos e dotações cortados em cada prefixo, alegando que o quadro não está fechado. O Banco também não responde claramente o que vai acontecer com aqueles que não conseguirem realocação.

Ao mesmo tempo que não informa a planilha com os cargos cortados, o Banco responde que a dotação dos postos de atendimento está no sistema.

Esta informação foi bastante criticada pelos sindicatos, remetendo ao vazamento de informações à imprensa antes de informar aos representantes dos trabalhadores. Os sindicatos consideram que quanto mais informação o Banco fornecer vai facilitar o trabalho de realocação dos funcionários, evitando as situações de desespero que têm acontecido em várias regiões do país.

Banco descumpre palavra no caso da fusão de agências

A Comissão de Empresa cobrou do Banco o cumprimento do que foi apresentado no início de 2016 quanto ao fechamento de agências nos Estados de São Paulo e Santa Catarina, devido à fusão de uma agência com outra. Naquela oportunidade o Banco informou um cronograma e a forma como seriam tratados os funcionários, que seriam realocados numa agência já definida.

Contudo, neste processo de cortes agora apresentado, o Banco incluiu aquelas agências na nova reestruturação, descumprimento o cronograma apresentado em reunião na Disap com representantes dos sindicatos.

Situação de desespero dos funcionários é relatada

Os sindicatos relataram ao BB a situação de desespero em muitos depoimentos de funcionários em todos os cantos do país. Mães e pais de famílias que perderão seus cargos não veem perspectiva de realocação, pois a extinção de muitos cargos como os de assistentes, gerentes de negócios e gerentes de serviço não terão vagas abertas nas mesmas localidades.

Para Wagner Nascimento, os funcionários deverão continuar a mobilização em todo o país para que tenhamos resposta efetiva de proteção às pessoas que perderam seus cargos e funções. “O número de funcionários que sairão no plano de aposentadoria não está batendo com os cortes apresentados e os processos são distintos, uma vez que os cortes já estão dados. Mais uma vez, insistimos para que o Banco garanta a remuneração das pessoas até que sejam realocadas”.

A participação dos funcionários nas atividades de paralisação do último dia 29 e o Dia de Preto – Black Friday do BB no dia 25 mostrou que é grande a indignação dos funcionários.

Continuação da mobilização em todo o país

Diante das negativas e falta de resposta do BB para as reivindicações de proteção dos funcionários apresentadas, a Contraf-CUT orienta mais um Dia Nacional de Luta em todo o país para o próximo dia 7 de dezembro.

Nova reunião agendada

Nova reunião foi agenda entre a Comissão de Empresa da Contraf-CUT e o Banco do Brasil para o dia 8 de dezembro.

Também foi agendada reunião sobre o modelo digital dentro da reestruturação para o próximo dia 14 de dezembro.

Fonte: Contraf-CUT

Agenda Cassi no Mato Grosso e notícias da gestão




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta quarta-feira 30 finalizamos a primeira metade de nossa semana de trabalho e nesta quinta e sexta-feira estaremos em Cuiabá, Mato Grosso, onde cumpriremos agenda do planejamento de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento no Estado, buscando parcerias para promoção da saúde e prevenção de doenças, e participaremos da Conferência de Saúde da Cassi e do Conselho de Usuários com a apresentação de palestra sobre a "Sustentabilidade da Cassi".

Hoje foi feriado em Brasília (DF) e não houve expediente na Sede da Cassi. No entanto, pela emergência dos temas, realizamos uma reunião extraordinária da Diretoria Executiva para apreciar temas centrais para a Caixa de Assistência. Lá estávamos nós os diretores e nossa equipe gerencial e de assessoria técnica para deliberar sobre a pauta extra. Fiquei feliz pelo trabalho coeso que nós representantes eleitos pelo corpo social tivemos. Sabemos que é isso que os associados e as lideranças dos participantes esperam de nós.

Os dois diretores eleitos vieram do movimento sindical e social e ao buscarmos unidade na defesa dos associados e da Cassi estamos fortalecendo a posição do corpo social na gestão da nossa entidade de saúde. Da mesma forma, quem sabe as lideranças das diversas forças políticas do campo da esquerda, progressistas e populares não se unam em prol de agendas coletivas e da classe trabalhadora nas lutas que estão na pauta do Brasil e dos brasileiros.

Estamos vivendo intensamente cada semana de trabalho na Caixa de Assistência para dar conta de encaminhar tudo que é necessário para que nossa entidade de saúde avance para a próxima etapa na busca pela sustentabilidade do Plano de Associados, que necessitou de mesa nacional para debater soluções sem a perda de direitos dos participantes. A direção eleita e indicada não está medindo esforços para a Cassi cumprir sua missão de cuidar do conjunto de sua população no Modelo de Atenção Integral à Saúde, mesmo estando em um setor da economia brasileira sob enorme crise: o setor de saúde suplementar.

Numa entidade de governança compartilhada entre patrão e trabalhadores, a busca do diálogo e de consensos é sempre a melhor alternativa de gestão. Como disse no artigo passado (ler AQUI), o efetivo equilíbrio entre as duas metades das representações na governança da Cassi só se realiza se a metade eleita pelos associados estiver unida nas deliberações e votos no debate com a metade indicada pelo patrocinador BB, tanto na Diretoria quanto nos Conselhos.

Nossa pauta de deliberações desta semana trouxe temas complexos e necessitou de muito esforço técnico e político das duas metades da Diretoria Executiva. Além das pautas cotidianas, começamos a discussão para aprovação da peça orçamentária e administrativa para 2017, e também iniciamos a avaliação do Convênio de Ressarcimento, parte integrante do acordo aprovado pelos associados.

Os debates continuarão nos próximos dias, mas algo que fortalece muito a Cassi e os associados foi o esforço feito pelos eleitos nesta semana para unificarmos nossas posições na defesa dos direitos dos associados nos temas que vão balizar a nossa caminhada nestes 3 anos após a etapa vencida de aprovação da proposta do patrocinador BB, construída em conjunto com as entidades representativas dos associados, aprovação em consulta ao corpo social que trouxe uma receita extraordinária para a busca de sustentabilidade sem perda de direitos.

Enfim, vamos para mais uma Conferência de Saúde falar de sustentabilidade e modelos de organização de serviços de saúde e levar para a população de assistidos do Mato Grosso informações sobre o Modelo Assistencial da Cassi e a Estratégia Saúde da Família (ESF), e explicar a forma como a nossa Caixa de Assistência pode funcionar com mais eficiência e eficácia no cumprimento de sua missão de assegurar ações efetivas de atenção à saúde por meio da promoção, prevenção, recuperação e reabilitação para uma vida melhor dos participantes.

Lutar incansavelmente para a Cassi estar fortalecida em seu modelo de Atenção Primária, cuidando dos participantes e monitorando a população com doenças crônicas e riscos de adoecimento é a melhor perspectiva de uso dos recursos da Caixa de Assistência, além de ser o melhor para a qualidade de vida dos participantes desta autogestão.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)