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17.3.16

Cassi acerta parcerias em defesa da saúde em MG



(Atualizado às 19:30h de sexta, 18/03, no Aeroporto de Confins)


Reunião com lideranças do Conselho de Usuários da Cassi MG.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Depois de fecharmos parcerias em defesa da saúde e do modelo de Atenção Integral à Saúde de nossa Cassi nos Estados de São Paulo, Amapá, Rondônia e Rio de Janeiro, estamos cumprindo nossa agenda de trabalho em Belo Horizonte, Minas Gerais.

(Ler aqui matérias clicando sobre São Paulo, Amapá, Rondônia, Rio de Janeiro) 

Se por um lado, nos preocupa a situação política e econômica pela qual passa nosso querido Brasil em face dos últimos acontecimentos com claras características de quebra da institucionalidade, por outro lado, é necessário não perdermos tempo quando o assunto é fortalecer a nossa Caixa de Assistência e buscar parcerias em prol da promoção de saúde e prevenção de doenças em nossa Comunidade Banco do Brasil.

Após percorrer 17 Estados em 2015 abordando o modelo de saúde da Cassi, as causas do déficit do Plano de Associados, e a questão da perspectiva de melhor sustentabilidade a partir da ampliação da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF), a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento definiu em seu Planejamento Estratégico para 2016 visitar os Estados para firmar e intensificar parcerias entre a Cassi, o Banco do Brasil, os Sindicatos, os Conselhos de Usuários e demais entidades associativas para aumentar o nível de informação para o grande número de bancários da ativa, cerca de 100 mil, melhorando a adesão ao modelo assistencial e equalizando as expectativas sobre como a Caixa de Assistência funciona.

Todos podem ganhar com essa agenda positiva em defesa da saúde dos funcionários do Banco do Brasil.

REUNIÃO COM O CONSELHO DE USUÁRIOS DA CASSI MG

O primeiro compromisso do dia em Belo Horizonte foi participar de reunião com o Conselho de Usuários da Cassi MG.

Durante 3 horas pudemos fazer um excelente debate e troca de informações e ideias em benefício da Cassi e dos Associados. Anotei algumas sugestões interessantes para levar para os debates internos na governança da nossa Caixa de Assistência.



Reunião da Cassi com Super MG, Sindicato, Gepes e Sesmt.
Firmar parcerias em defesa da saúde dos funcionários

 é Bom Pra Todos.

REUNIÃO COM A SUPER MG, GEPES, SESMT E SINDICATO

A Cassi se reuniu com a Superintendência do Banco do Brasil em Minas Gerais e com o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e região para buscar parcerias em defesa da promoção de saúde e prevenção de doenças dos funcionários no Estado.

A reunião contou também com a participação da Gepes e do Sesmt.

A Unidade Cassi MG vai fornecer matérias de saúde para dar maiores informações aos bancários associados ao longo do ano com o apoio da Super e Gepes MG. Informações a respeito da Estratégia Saúde da Família, trabalhos locais de prevenção de doenças nas dependências e outras campanhas em parcerias com o banco.

A Cassi terá oportunidade de falar a respeito do modelo de saúde e tirar dúvidas diversas das lideranças do BB quando houver agendas que reúnam colegas do Banco no Estado. Também intensificará as reuniões das dependências do BB, prática que já realiza no Estado.

Foi abordado também a importância do Exame Periódico de Saúde (EPS) do ano de 2016, que começará nos próximos dias em MG e nos demais Estados brasileiros. Quanto mais parceria entre o Banco do Brasil e a Cassi para a realização dos exames, melhores as perspectivas de resultado. A Cassi é contratada para realizar o PCMSO do banco (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional).

O Diretor de Saúde lembrou a importância em fortalecer os Conselhos de Usuários da Cassi nos Estados porque é um trabalho voluntário e auxilia muitos participantes e a própria entidade de saúde. O mercado passa por crises graves como a questão das dificuldades em várias bases sociais em conseguir algumas especialidades médicas em convênio.

Deixamos o nosso sincero agradecimento pelas reuniões e construções coletivas em defesa da saúde da comunidade Banco do Brasil.



Reunião com trabalhadores da Gepes MG.

REUNIÃO COM TRABALHADORES NA BASE

Na parte da tarde, acompanhados pelo Sindicato, visitamos alguns locais de trabalho e pudemos conversar com os funcionários do departamento que cuida do ISSQN (CSL). Falamos das parcerias da Cassi com as entidades e representações locais e com o BB para informar melhor nossos participantes e abrir mais canais de busca por soluções sobre as demandas dos associados.

Também realizamos reunião com funcionários da Super MG e da Gepes MG. Tiramos dúvidas e anunciamos as parcerias que acertamos com as gestões do Banco em Minas Gerais.

AGENDA INTERNA DE GESTÃO NA SEXTA 18

Nesta sexta, a agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento segue com reuniões de trabalho na Unidade Cassi MG.


Reunião com os funcionários da Unidade Cassi MG. 
Estes são um dos maiores patrimônios da Caixa de Assistência
 dos Funcionários do Banco do Brasil.

Post Scriptum (19:30h):

Olá pessoal, estamos no Aeroporto de Confins, aguardando para voltarmos para Brasília. Estamos fechando uma semana de muito trabalho, porém muito produtiva e promissora para a nossa Caixa de Assistência.

Não pude estar nas manifestações em defesa da democracia, que estão ocorrendo hoje pelo Brasil afora. Meu coração hoje esteve dividido entre nosso trabalho de gestão na Cassi aqui em Belo Horizonte e nas ruas brasileiras, onde estão as pessoas progressistas e contrárias ao Golpe de Estado em marcha em nosso querido país.

Nesta sexta pela manhã, realizamos reunião de trabalho com nossa equipe de gestores da Unidade Cassi MG. Contamos com a participação de nosso Conselheiro Deliberativo eleito da Cassi, José Adriano.

Na parte da tarde, realizamos uma reunião com o conjunto dos funcionários da Cassi, sem dúvidas, um dos maiores patrimônios de nossa Caixa de Assistência, que atendem com tanto zelo e dedicação nossa comunidade de associados da Cassi.

Essas reuniões são muito importantes para mim como gestor e para a Cassi porque é sempre bom colocarmos todos na mesma sintonia e na mesma direção em uma empresa tão grande e nacional como a nossa.

Agora há pouco, já no aeroporto, finalizamos também a produção do 21º boletim dos eleitos da Cassi, que abordará o início dos Exames Periódicos de Saúde de 2016 nos bancários da ativa.

Vamos para casa descansar um pouco.

Juro pra vocês, fazer a gestão estando nas bases sociais da Cassi, onde a vida real acontece é gratificante. Só assim, um gestor pode saber o que se passa e como as coisas funcionam, ouvindo as pessoas e dizendo a elas o que estamos fazendo. E pensar que tem uma chapa nas eleições atuais que publicou um texto sugerindo que este diretor que vos fala não trabalha... é com vocês a análise se isso é verdade ou não.

Bom fim de semana a tod@s os meus pares da classe trabalhadora!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)

15.3.16

Todo apoio às lutas dos bancários e dos trabalhadores




TODO APOIO ÀS LUTAS DOS TRABALHADORES E SUAS ENTIDADES SINDICAIS E REPRESENTATIVAS

Eu confesso que sou um apaixonado pelas causas sociais e pelas lutas dos trabalhadores, classe a qual pertenço.

Todo momento de crises, crises econômicas, crises políticas, crises de valores, é momento de muita reflexão e RACIONALIDADE.

Sou representante eleito pela classe trabalhadora há 15 anos. Eu respeito e dou a minha saúde e minha vida em benefício das lutas dos trabalhadores.

Passei minha vida fazendo uma representação séria e dedicada às missões para as quais fui eleito. 


Hoje estou 100% focado na saúde dos funcionários do BB da ativa e aposentados, porque sou gestor eleito da nossa Caixa de Assistência. Eu não dou um passo que não seja pensando o melhor para a Cassi e para os associados que represento. E SÓ SEI ATUAR INDO ÀS BASES SOCIAIS QUE REPRESENTAMOS.

E tenho respeito pelo banco que trabalho há 24 anos e pelas entidades representativas que nós construímos em mais de dois séculos de existência. 

Mas é fundamental neste momento de crise política e econômica darmos todo apoio a todos os sindicatos de bancários do país, de todas as bases e filiações (porque cada sindicato representa a todos daquela base), porque eles têm direções eleitas pelos trabalhadores e são fundamentais em nossa vida como bancários.

Desejo unidade na luta para os sindicatos de trabalhadores organizarem suas bases para protegerem nossos direitos.

Nós trabalhadores do Banco do Brasil teríamos pouquíssima condição de resistência contra crises políticas, de governos e econômicas que afetam o nosso banco, nossas entidades como Previ e Cassi, e nossos direitos e salários, se não fossem os sindicatos que temos. Tenho convicção absoluta pelo que digo e pela história que estudo e que já ajudei a construir.

Falo isso porque os bancários mais que nunca, num mundo em crise, precisam apoiar as lutas dos sindicatos para proteger nosso banco como público, nossos direitos sociais e trabalhistas, INCLUSIVE EM SAÚDE, e nosso futuro como funcionários da ativa e aposentados da Comunidade Banco do Brasil.

É isso que penso meus querid@s colegas do BB e pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde da Cassi (eleito)

14.3.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde (SP, DF e MG)



(Atualizado às 9:40h de sexta, 18/3)



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos começando mais uma semana de trabalho na gestão de nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, uma entidade de saúde de autogestão compartilhada, que tem o modelo assistencial definido desde 1996 por seus trabalhadores e pelo patrocinador BB baseado na Atenção Integral à Saúde, que na Cassi se dá através do cadastramento dos participantes na Estratégia Saúde da Família (ESF).

Tenho muita preocupação e tristeza pela crise política do Brasil, crise política que afetou a economia de nosso país. E explico minha preocupação com o olhar de quem tem lado e que atua neste momento na representação de trabalhadores em entidade de saúde de trabalhadores. Estudo história da luta de classes desde que meus colegas do BB e demais bancários me elegeram em 2002 para atuar em suas defesas na eterna luta entre banqueiros (capital) e bancários (trabalho).

A Cassi é uma entidade de saúde contra-hegemônica, foi pensada para focar a saúde através da promoção e prevenção e não para obter lucro com a doença, sugando recursos do sistema e deixando à margem quem não tem dinheiro, como acontece no sistema privado e hegemônico de saúde.

Não é só a Cassi que é contra-hegemônica. As entidades de luta dos trabalhadores são contra-hegemônicas. Os sindicatos de trabalhadores são as entidades mais importantes da histórica luta de classes há séculos. Sem sindicatos organizados para frear a exploração e o massacre dos trabalhadores, a vida humana no sistema capitalista seria impossível.

SINDICATOS E ENTIDADES ASSOCIATIVAS TÊM SIDO FUNDAMENTAIS NA CRISE DE DÉFICIT DA CASSI PARA BANCO NÃO IMPOR SUAS PROPOSTAS

Aliás, como representante eleito por meus colegas do BB para gerir nossa entidade de saúde, afirmo com convicção absoluta que se até hoje não foram implantadas as maldades propostas pelo patrão na Cassi, passado ano e meio de crise de déficit no plano de saúde dos funcionários, é porque nós eleitos, eu inclusive por minha origem sindical, levamos a causa interna da Cassi para os sindicatos, que pelo que significam, conseguimos impedir até o momento que fossem impostos na Cassi aumentos nas mensalidades do plano em 50%, aumento nas coparticipações sobre consultas e exames em até 40%, cobranças maiores sobre os grupos que mais precisam usar o Plano, e até criação de franquia sob internação de 1.500 reais. Têm ideia do que é segurar esses prejuízos nos direitos em saúde impostos pela metade da gestão que detém o poder de ser patrão?

ESTE GOLPE NA DEMOCRACIA É IDÊNTICO AOS OUTROS E VAI AFUNDAR NOSSOS COLEGAS E FAMILIARES NUMA TERRA SEM LEI: O PREJUÍZO SERÁ DE TODOS, PORQUE A MAIORIA É A CLASSE TRABALHADORA

Por que fico triste e preocupado com a crise política e com o Golpe de Estado em marcha no Brasil? Porque numa sociedade desfeita por golpe, pela quebra da institucionalidade tão delicada de se conseguir, nem os civis burgueses, os golpistas civis que pediram o golpe, nem as sociedades civis capitalistas, estão livres da consequência do terror de um mundo sem governo democrático. Um leve exemplo disso é parte dos líderes do golpe - políticos tucanos e demais asseclas - terem sido hostilizados na Paulista neste domingo. Elogios mesmo nas manifestações, foram só para aqueles com ideais nazifascistas como o deputado Bolsonaro.

No passado já aconteceu isso no Golpe de 1964 no Brasil. A elite capitalista e os mesmos meios de comunicação golpistas de agora pediram o golpe aos militares com apoio dos Estados Unidos, achando que os militares devolveriam o poder à elite que os chamou e o Brasil afundou em duas décadas de terror, sem liberdade, sem direitos civis, sociais e trabalhistas. Todos perderam e quando acordaram, tiveram que lutar duas décadas pela volta da liberdade e da democracia.

E o que eu diria dos países do Oriente Médio, onde o governo americano e as empresas deles têm participação central em derrubar os governos de diversos países e hoje todo o Oriente é uma terra de ninguém com guerras civis e mortes e mortes e mortes. Mas as empresas americanas estão lá tomando conta do petróleo, que é o que lhes interessa.

Ainda é tempo de meus colegas bancários do BB se posicionarem fortemente contra o golpe midiático-jurídico contra o governo Dilma (PT), contra a maior liderança deste país, o ex-presidente Lula, e contra o PT e os demais movimentos sociais de trabalhadores como sindicatos, partidos de esquerda, movimento estudantil, dos trabalhadores rurais e urbanos sem-terra e sem teto. O que está em marcha será muito prejudicial aos trabalhadores, aos meus colegas do BB da ativa e aposentados, às nossas entidades Cassi, Previ e demais da Comunidade Banco do Brasil. 

Será péssima para o Banco do Brasil, que por pouco não foi doado para os amigos do rei e estrangeiros durante os governos do PSDB nos anos 90. Quase não sobrou nada daquela vez. Faço um apelo aos meus colegas do Banco que se posicionem a favor da democracia, do respeito aos direitos conquistados a tão duras penas por uma história de lutas, SEMPRE ao lado dos sindicatos dos bancários de todo o país. Não adianta querer negar isso, porque isso é história. É nossa história!

É muito sério o que está ocorrendo e é necessário racionalidade para se libertar do ódio pregado pela Globo, Estadão, Folha, Veja e demais donos de mídia, Fiesp e demais empresários de direita, que tanto mal já causaram a nós funcionários do BB e aos brasileiros.

Para finalizar minha mensagem da semana aos meus colegas do BB e aos meus pares da classe trabalhadora, informo que faço prestação de contas de meu mandato desde o primeiro dia, lá em junho de 2014. Alguns colegas leram minha postagem da semana passada porque resolvi divulgá-la em alguns grupos de nossa comunidade BB na rede social como se eu estivesse começando a fazer prestação de contas nesta semana. 

Faço isso desde sempre, porque acredito nisso e meu mandato não é meu, é dos associados da Cassi. Peço aos colegas que já conhecem meu percurso de trabalho na Cassi em todos os Estados brasileiros que informem aos associados que todos podem ver nossa atuação através deste blog.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de atendimento

AGENDA DO DIRETOR DE SAÚDE

SEGUNDA 14 (SP)


Dia de leitura da pauta da reunião de Diretoria Executiva da Cassi. É daqueles dias que temos jornadas de mais de 12 horas. Também participarei de uma reunião no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região para pedir apoio para as nossas lutas em defesa da Cassi. Sem os sindicatos, diretores e conselheiros eleitos na entidade de saúde teriam muito pouco poder de enfrentamento nos embates com a direção do banco envolvendo direitos em saúde.

Post Scriptum (5:45h de terça):

Estamos em Congonhas, voando para Brasília.

Nesta segunda-feira, trabalhamos em São Paulo. Além de estudar a pauta da reunião de diretoria da terça, pude visitar em SP a Contraf-CUT e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região para fortalecer apoios à nossa gestão na Cassi.

TERÇA 15 (DF)

Dia de trabalho em Brasília. Reunião de Diretoria.

Post Scriptum (16:45h):

A reunião de Diretoria de hoje acabou dentro do horário previsto. Como eu dormi muito pouco na noite passada, acabei saindo da sede da Cassi mais cedo (16h). Preciso dormir um pouco e me recuperar fisicamente.

É provável que ainda trabalhe algumas horas à noite, depois que me refizer do cansaço.

QUARTA 16 (DF)

Dia de trabalho interno na Cassi na sede em Brasília.

Post Scriptum (11:15h):

Pois é, estamos desde bem cedo preparando voto dos eleitos em tema de suma importância na Cassi. Sigamos firmes na luta e defesa dos direitos dos associados da Caixa de Assistência. Pressão arterial nem falo...

QUINTA 17 (MG)

Terei agenda de trabalho de gestão em saúde em Minas Gerais

Post Scriptum (00:55h de sexta):

Olá pessoal. Na virada de quarta para quinta, dormi 4 horas, madruguei e cheguei a Belo Horizonte bem cedo. Tive uma agenda longa durante o dia, mas correu tudo nos conformes. Entendo que fortalecemos a nossa Caixa de Assistência. Como gastei um tempão para fazer a matéria de quinta, não consegui ler as súmulas que devo liberar nesta sexta de manhã. O sono bateu e vou levantar bem cedo para fechar a semana de trabalho.

Leia AQUI matéria sobre as parcerias em defesa da Cassi MG.

Meu dia de contato com a base social me fez sentir importância no que fazemos.

William Mendes

SEXTA 18 (MG)

Dia de trabalho de gestão em saúde em MG.

Post Scriptum (9:40h):

Já pela manhã bem cedo, antes de iniciarmos nosso dia de trabalho na Unidade Cassi MG, já estudamos e liberamos diversas súmulas de nossa responsabilidade.

Vamos para mais um dia de trabalho na gestão de nossa Caixa de Assistência.


Durante a semana, atualizaremos a agenda

11.3.16

Cassi acerta parcerias em defesa da saúde no RJ



(Atualizada às 23:55h de sexta-feira, 11)


Reunião da Cassi com Super RJ e o Sindicato do Rio de Janeiro.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos cumprindo nesta quinta e sexta agenda de trabalho de gestão em saúde e fortalecimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB aqui no Rio de Janeiro.

A Cassi é a maior entidade de autogestão em saúde do país e pertence aos seus mais de 170 mil associados. Os trabalhadores do Banco que estão na ativa somam mais de 100 mil, distribuídos em todo o Brasil, nas 27 Unidades da Federação. A ampla maioria dos bancários tem pouco tempo de empresa e é dever da Cassi informar aos seus associados sobre o funcionamento da entidade, o modelo assistencial de Atenção Integral à Saúde, definido desde 1996, e buscar ampliar a cobertura do modelo em todos os níveis de atenção à saúde dos associados.


Reunião da Cassi com Sindicato, Gepes e Sesmt no RJ.

Sem dar informação e formação adequadas aos associados da Caixa de Assistência fica mais difícil do público assistido pela Cassi compreender como deve acessar e utilizar seus direitos em saúde e cria-se expectativas que muitas vezes não podem ser atendidas até por força do que está contratado e estabelecido no Estatuto Social, nas normas, contratos e legislação vigente.

A Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi definiu em seu Planejamento Estratégico para o ano de 2016 construir uma agenda de trabalho focada na promoção de saúde e prevenção de doenças em parceria com o Banco do Brasil e com as entidades representativas do funcionalismo nos Estados.

Construir parcerias com o foco na saúde junto ao Banco em cada base social e em conjunto com o Sindicato local e as entidades representativas é uma forma de ampliar o espírito de pertencimento dos associados, fazendo com que tod@s saibam como utilizar melhor seu plano de saúde e criando perspectivas de melhor uso dos recursos com o foco na saúde da população assistida.


Reunião com representações do Conselho de Usuário do RJ.

CASSI, BB, SINDICATO E CONSELHO DE USUÁRIO RJ JUNTOS PELA SAÚDE

Nesta quinta 10/03, às 11 horas, a Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi e a Gerência da Unidade Cassi RJ se reuniram com a Superintendência do Banco do Brasil no RJ e com o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.

A reunião foi para acertar parcerias em defesa da promoção de saúde e prevenção de doenças, eixos da missão da Caixa de Assistência. A Cassi também é a responsável no Banco do Brasil, através de Convênio, a realizar ações de saúde através do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)

O setor de saúde suplementar passa por grave crise de sustentabilidade que tem entre as causas, alguns fatores como a inflação médica e despesa assistencial muito maior que a inflação oficial, o alto custo da inclusão de tecnologia no setor, as fraudes diversas por parte de alguns prestadores do setor de serviços de saúde (mas temos bons prestadores também), o alto custo das OPMEs, a judicialização, as dificuldades de manutenção de rede credenciada em várias regiões e em algumas especialidades etc.

A Cassi RJ vai ter uma agenda de publicações de saúde ao longo do ano em parceria com a Super/Gepes RJ para levar conhecimento na área de saúde aos bancários do Rio de Janeiro. O Sindicato também vai publicar as matérias de saúde. A Cassi vai ampliar o trabalho de realizar reuniões nos locais de trabalho abordando Estratégia Saúde da Família (ESF) e tirando dúvidas dos bancários sobre temas diversos.

Campanhas conjuntas serão incentivadas como, por exemplo, a grave questão de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika vírus e Chikungunya. Além disso, é importante estimular a participação social no dia a dia da Caixa de Assistência e no Conselho de Usuários.

Depois da reunião com a Super RJ, o Diretor de Saúde e a Gerente da Unidade Cassi RJ, Adriana Franck, estiveram na Gepes RJ. Na oportunidade, fizemos uma reunião com os funcionários da Gepes sobre as parcerias estabelecidas em defesa da saúde e nos reunimos com a gestão da Gepes e Sesmt.


Reunião com representações do Conselho de Usuários RJ.

REUNIÃO COM REPRESENTANTES DO CONSELHO DE USUÁRIOS RJ

Na parte da tarde, nos reunimos com representantes das entidades e segmentos de usuários participantes do Conselho de Usuários do RJ.

A reunião durou cerca de 4 horas e os debates foram muito positivos e de alto valor para fortalecer a participação social na Cassi, a parceria das entidades representativas com a Cassi.


AGENDA DE TRABALHO DE GESTÃO NA UNIDADE CASSI RJ

Nesta sexta, teremos reuniões de trabalho na Unidade Cassi RJ e visita a unidades CliniCassi.


Post Scriptum (23:55h de sexta):


O segundo dia de nossa agenda de trabalho no Rio de Janeiro foi de reuniões internas com nossos queridos e abnegados trabalhadores da Cassi. O quadro de profissionais da Cassi é um dos maiores patrimônios de nossa entidade.


Reunião com os funcionários da Cassi no RJ.
Tenho muito respeito pelos trabalhadores
da nossa Caixa de Assistência.

Nós visitamos duas CliniCassi no RJ. A unidade do centro e a da Tijuca. Ambas têm uma estrutura muito boa para receber e cuidar de nossos associados.

Também fizemos reunião com nossos trabalhadores da CliniCassi Tijuca. De lá, eu trouxe ideias boas para levar adiante.

Eu voltei do RJ com um sentimento bom. Acredito que o nosso trabalho no Rio de Janeiro foi positivo para a Cassi e também para tod@s que pertencem à Comunidade do Banco do Brasil. De todas as reuniões que fizemos nestes dois dias, as reuniões com os funcionários da Cassi foram as que mexeram mais comigo, eu me emocionei e me senti fazendo algo com sentido. Sempre dei muito valor a essas reuniões com trabalhadores.


Equipe da CliniCassi da Tijuca. 
Como tem gente boa nessa Cassi!

Imaginem se eu tenho dúvidas quando dou mais valor em falar com as pessoas pessoalmente do que apostar no mundo virtual ou ver quantas pessoas viram, curtiram ou compartilharam minhas postagens em redes sociais. Minhas postagens e várias outras de gente progressista e séria têm um baixo número de visualizações, se comparado aos milhares e milhões quando é algo que envolva violência, sexo, corrupção, bundas e peitos, cenas de ódio, escândalos etc.

Prefiro andar milhares de quilômetros e falar com gente, com pessoas, olho no olho. É de nossa natureza humana e devemos preservar isso.

Neste mundo pré-golpe contra a democracia, nesta época falimentar em relação aos valores humanos e sociais, num mundo de loucos, se pede transparência, mas ninguém liga de fato pra isso. Tempos sombrios no mundo, no nosso mundo.

Só insistindo no trabalho focado nas bases sociais que representamos, em meio aos nossos pares, é que temos ânimo para continuar nossa luta e nossas ações. 

Como disse o Mino Carta: "Sou realmente muito pessimista na inteligência, mas ao mesmo tempo, terrivelmente otimista na ação".

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)


Post Scriptum (gastos com mandato):

Esta agenda foi feita com meus recursos próprios. Tanto as passagens de ida e volta quanto a hospedagem: R$ 1.250 de passagens e hospedagem, além de táxis e alimentação.

8.3.16

Eleições Cassi 2016 - a importância da participação social



Olá colegas do Banco do Brasil,

A Cassi é a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, uma entidade de saúde gerida no modelo de autogestão compartilhada entre o patrocinador BB e o Corpo Social. O banco indica a metade da governança na entidade de saúde e os associados elegem a outra metade (aliás, é por isso que nós explicamos nas bases sociais que representamos, ao longo do ano de 2015 nos debates sobre os déficits do Plano de Associados, que o Banco é tão responsável quanto os associados pela busca de soluções, inclusive assumindo qualquer eventual aumento de contribuições ou rateio de despesas que possa ser definido pelo Corpo Social no futuro).

Nossa entidade de saúde completou 72 anos de existência e uma de suas principais características é ser uma associação criada pelos trabalhadores e ser marcada pela democracia em sua história. A cada dois anos, os associados elegem parte da governança para mandatos de 4 anos. O patrocinador Banco do Brasil pode mudar também os seus indicados a qualquer momento, como prevê o Estatuto Social de nossa entidade.

Nós participamos do processo eleitoral da Cassi em 2014 e por esse motivo somos hoje representantes do Corpo Social em um mandato que vai até 2018.

O processo eleitoral de nossa Caixa de Assistência teve início em janeiro e se estenderá até o dia 22 de abril, quando conheceremos os novos gestores eleitos para se somarem a nós que já estamos na governança desde 2014.

A primeira mensagem que gostaria de passar a todos os nosso colegas da ativa e aposentados é a mesma que disse durante as semanas que viajei o país naquele período eleitoral que participei. Peço que todos participem ativamente deste processo democrático e fortaleçam a conquista de termos uma entidade de saúde que tem a metade da sua gestão eleita pelos associados.

Esse processo democrático não existe nas demais operadoras de saúde da iniciativa privada, e é rara em outros bancos onde temos trabalhadores com planos de saúde. É uma conquista da Comunidade Banco do Brasil.

Temos 3 chapas inscritas e é fundamental que todos leiam as propostas, ouçam todos os candidatos e fortaleçam a nossa Cassi através da participação social. 

Eu desejo sinceramente que nossos colegas da ativa e aposentados sejam fraternos e respeitosos com nossos candidatos porque atuar em uma entidade como a nossa Caixa de Assistência é um verdadeiro exercício de abnegação porque os problemas que temos que enfrentar são em grande parte externos à Cassi, devido aos setores de saúde suplementar (planos de saúde) e complementar (hospitais e rede credenciada em geral) estarem vivendo graves crises no último período. 

Nem precisamos falar da dureza que é convencer banqueiros a investirem qualquer centavo na saúde. Por isso precisamos de muito apoio nos embates internos e projetos que defendemos para a Cassi em nome dos associados.

Fortaleçam a democracia que conquistamos nas entidades do funcionalismo do BB e façamos o bom debate de ideias. Nossa comunidade pode e deve dar o exemplo do que é o verdadeiro exercício da democracia com respeito e tolerância.

Abraços a tod@s e bons debates.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi
Mandato eleito 2014/18

O Dia da Mulher e o trabalho bancário que adoece


Comentário do Blog

Neste Dia Internacional da Mulher, deixo o meu mais profundo respeito à luta secular que as mulheres empreendem em todas as partes deste nosso mundo, mundo, vasto mundo. Estamos muito longe de conquistar a igualdade de direitos, mas ao menos sabemos que a luta das mulheres tem avançado, ainda que lentamente.

Apresento o artigo abaixo de uma grande companheira de lutas, Deise Recoaro, com a qual convivi por longos anos no movimento sindical e com quem aprendi tantos conceitos que me mudaram como pessoa. A melhor forma de agradecer pelo conhecimento aprendido é aplicando ele em meu comportamento diário como cidadão, pai, filho, marido, e como representante da classe trabalhadora, atualmente na entidade de saúde que administro em nome dos funcionários do Banco do Brasil.

O artigo é provocativo porque o tema é duro. Deise aborda o cotidiano das bancárias que fazem parte de uma categoria que a cada dia sofre mais com as condições de trabalho e com a natureza do trabalho bancário, que se transformou numa eterna oferta de produtos financeiros com metas impossíveis de serem alcançadas, muitas vezes sob forte pressão e assédio. 

Ao final desse processo de trabalho, temos as bancárias adoecidas e na base de remédios para cumprirem suas jornadas de trabalho.

Temos que lutar para mudar essa realidade. Temos que cuidar da saúde de nossos bancários e bancárias e trabalhar para que o trabalho tenha a importância necessária na dimensão humana, mas sem destruir os humanos.

Leiam o artigo e bom dia de luta a todas as mulheres!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi





Artigo de Deise Recoaro
Dirigente da Contraf-CUT e
Militante da AMB - Articulação de Mulheres Brasileiras

(publicado em 26/2/16 no BRASIL247)

Qual o problema, eu tomo três tarjas pretas...


Estamos nos aproximando do 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e quando olho para a categoria que represento, no caso as bancárias, tem uma expressão que não me sai da mente. Ao levantar a preocupação sobre o aumento do uso de antidepressivos entre os bancários, tipo “tarja preta”, com a gerente geral de uma agência, ela me responde: “Qual o problema? Eu tomo três”...

Não sei o que mais me deixa indignada, se é a quantidade de drogas usadas para suportar o ritmo e as cobranças de metas no processo de trabalho ou se é a indiferença ou a naturalização de um problema que tem levado muitas e muitos trabalhadores à loucura, quando não à morte.

Não é exagero da minha parte. Diversos estudos acadêmicos e as estatísticas oficiais confirmam as denúncias que o movimento sindical vem fazendo em todo país. Em 2013, do total de afastamento por auxílio-doença, 52% correspondem a doenças causadas por transtornos mentais e sistema nervoso.

Voltando à figura emblemática desta trabalhadora, me vêm à mente outras questões ainda: a da tão exaltada “competitividade” e do tal do “poder de resiliência” propagados pelos bancos e especialistas do mundo dos negócios como qualidades para o sucesso profissional.

O investimento na formação e qualificação profissional, em tese, funciona como diferencial numa promoção ou vaga de emprego. Não é à toa que as mulheres em diversas categorias são as mais escolarizadas para poder competir. Porém, pasmem! Na categoria bancária, uma mulher com doutorado recebe em média 56% menos que um homem com o mesmo título nos bancos (segundo pesquisa de Emprego – Desemprego no setor bancário do DIEESE). E eu mais uma vez me pergunto: até quando vamos repetir esse triste dado? Até quando vamos ficar nos perguntando: qual o problema?

Tem problema, sim! A origem está na “construção social de gênero”, que ao longo da história vem estabelecendo papéis e hierarquizando funções – isso é de menino... aquilo é de menina... esse trabalho é de homem... aquele é de mulher... esse vale mais... aquele vale menos... Que beneficia os interesses muito restrito de uma elite, pois essas diferenças só servem para engordar ainda mais o capital de quem detém o poder econômico, poder este que tem cor e sexo. Ou seja, é homem e branco. Então qualquer coisa diferente disso cai na vala comum da discriminação: mulheres, população negra, gays e lésbicas, transexuais...

Agora me vem o conservadorismo religioso querendo fazer caça às bruxas com a nossa emancipação dos “quadradinhos” e “rótulos” que sempre nos limitaram e oprimiram, chamando de “ideologia de gênero” um conceito científico (o conceito de gênero) que desnaturaliza a opressão. Mas essa é uma outra faceta da dominação que não será possível tratar aqui.

Ainda por trás daquela bancária tem outros dramas e dilemas de sobrevivência no mercado competitivo e totalmente desigual: ser ou não ser mãe, abortar ou não, ficar em casa ou não para cuidar dos filhos... Isso sem falar da violência moral e sexual sofrida quase que diariamente pelas bancárias como, insinuações de uso de roupas provocativas para venda de produtos e abordagens sexuais indesejadas em troca de uma promoção ou manutenção do emprego.

Quanto ao tal do “poder de resiliência”, que segundo o Wikipédia quer dizer “capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico”. Os bancos se apropriaram desse termo na maior cara de pau do mundo, para “convencer” seus profissionais que por mais hostil, rude, desumano, violento que seja seu ambiente de trabalho, só os “bons” conseguem sobreviver e renascer das cinzas para continuar produzindo e gerando riqueza.

Gente, isso não é natural! Não é assim porque Deus quis! É preciso desconstruir essas relações sociais de gênero marcadas pela desigualdade, pela submissão e exploração, para reconstruir novas relações, pautadas na igualdade, no compartilhamento, na distribuição de renda e por ambiente saudável de trabalho.

Reforma da Previdência

Como se não bastassem os obstáculos específicos das bancárias, estão querendo empurrar para nós mulheres trabalhadoras os custos de uma crise que não nos pertence, prevalecendo a lógica de retirada de direitos ao invés de redistribuir a riqueza altamente concentrada. Estamos muito longe de resolver a divisão do trabalho doméstico e de cuidados de filhos e idosos.

Ainda recai sobre a mulher a dupla ou tripla jornada de trabalho, ocupamos os piores postos e recebemos os piores salários e ainda querem igualar a idade mínima para aposentadoria. Isso é inadmissível! Vamos resolver essas pendências históricas para então falarmos em equiparação.

Para finalizar, eu não poderia deixar de parafrasear aqui o velho e bom Marx: “A emancipação da mulher trabalhadora será obra da própria mulher trabalhadora”. Com certeza não será com essa esquizofrenia chamada de Partido da Mulher Brasileira, composto por 21 deputados federais, 19 deles homens, e um senador acusado de pedofilia em 2010. Os movimentos de mulheres e feministas deram uma brilhante lição de mobilização e luta contra o conservadorismo. Não podemos permitir nenhum retrocesso e penalização para que sejamos todas livres... inclusive das tarjas pretas.

Deise Recoaro

7.3.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde (DF e RJ)



(Atualização em 12/03/16, às 11:15h de sábado)




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Iniciamos mais uma semana de trabalho na gestão de nossa Caixa de Assistência, a maior autogestão do país, entidade de saúde administrada em gestão compartilhada entre o banco e os associados.

O cenário político e econômico por que passa o Brasil nos coloca em alerta máximo em relação à defesa da democracia, dos direitos fundamentais e da liberdade de expressão. Nós que somos classe trabalhadora precisamos superar divergências que existem no seio dos debates internos das correntes sindicais, políticas e partidárias no campo das entidades dos trabalhadores e focar na unidade de ação no sentido de não permitir qualquer retrocesso oriundo de uma derrota para a nova reorganização da direita e dos grandes capitalistas donos do poder econômico neste país.

Antes de ser Diretor eleito em nossa entidade de saúde dos funcionários do BB, estive muitos anos na lide sindical, junto com companheiros e companheiras de luta de diversas correntes políticas no seio do movimento e, quem me conhece há mais tempo, sabe o quanto sempre fui defensor ferrenho da unidade no campo da esquerda. A divisão da classe trabalhadora só prejudica a ela própria nos enfrentamentos com os patrões e as estruturas sociais conservadoras e burguesas quando o assunto é manter e ampliar direitos sociais e trabalhistas ou perdê-los.

Hoje atuo na defesa dos direitos em saúde de nossos associados da Cassi da ativa, aposentados, pensionistas, dependentes e familiares, nos embates que os direitos em saúde de nossa comunidade enfrentam tanto com o próprio setor (mercado da saúde), que passa por grave crise, quanto nas discussões internas com o nosso patrão patrocinador (BB), porque quando se trata de discutir quem paga a conta da saúde o debate sempre ganha uma dimensão de difícil trânsito com os patrões capitalistas.

Conclamo aos companheir@s dos partidos e correntes políticas mais alinhados aos trabalhadores que busquem unidade, que tenham fraternidade na divergência e que unifiquem ações em defesa da legalidade e da democracia porque qualquer golpe de Estado ou quebra da institucionalidade democrática vai penalizar os trabalhadores, suas entidades de classe e de luta e suas conquistas históricas.

Quando visitamos a nossa base social da Cassi, onde os problemas reais do setor de saúde precisam ser enfrentados, vemos o quanto é possível unir as lideranças da Comunidade BB, tanto do banco quanto das entidades representativas, na busca pelo bem comum em fortalecer a nossa Caixa de Assistência e cumprir a missão da entidade em cuidar de nossos associados, que são muitas vezes vítimas de desvios e deformações da rede complementar de saúde (alguns hospitais, clínicas, cooperativas e profissionais).

Um forte e fraterno abraço a tod@s os meus pares da classe trabalhadora e suas entidades representativas.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


AGENDA DA SEMANA

SEGUNDA 7

Nesta segunda nosso trabalho é todo dedicado ao dia a dia da Cassi na sede em Brasília.

Post Scriptum (23:44h de 07/03):

Olá associados da Cassi e companheir@s de luta,

Como ocorre às segundas, vai dar meia-noite e tenho tanta leitura e estudos para fazer, que terei que interromper esse dia de umas 15 horas de trabalho e retomar para uma longa terça...

Não abro mão de informar aos associados que representamos como é o dia a dia na gestão de nossa entidade de saúde. E aviso, vou ampliar cada vez mais a prestação de contas de meu mandato a vocês.

Boa noite e descansem, que nossa agenda vai longe nesta semana...


TERÇA 8

Também estaremos na administração em Brasília. A pauta a ser estudada para a reunião semanal da Diretoria Executiva está maior que a da semana anterior, que já havia sido enorme. Teremos muito trabalho de leitura e estudos ao longo da segunda e terça.

Post Scriptum (1:22h de quarta):

O dia foi de muita leitura e estudos. O sono bateu pesado. Já é madrugada de quarta e estamos ligados no trabalho de gestão da Cassi há mais de 16 horas.

Seguimos nesta quarta de manhã...

Me disseram hoje que alguma chapa concorrente das eleições da Cassi teria me agredido em texto dizendo que o diretor não trabalha... quero acreditar que isso não é verdade porque seria muita baixaria de pretendentes a cargos em nossa Caixa de Assistência. É preciso serenidade para debater ideias nas eleições, respeitar as pessoas e não agredi-las de graça e vencer pelas propostas apresentadas. Vamos dormir um pouquinho.

Bom descanso a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.


QUARTA 9

Dia de reunião da Diretoria Executiva da Cassi na parte da tarde. Na parte da manhã teremos reunião também da Diretoria sobre outras pautas de interesse da Cassi.

Post Scriptum (1h da manhã de quinta, 10):

Pois é queridos associados que represento, estamos finalizando o dia de trabalho na gestão da Cassi aqui em DF. Uma hora da manhã.

Saí da Cassi quase às 22h. O dia foi de um estresse absurdo nos debates entre eleitos e indicados. Há sempre muitas divergências porque os pontos de vista são diferentes. Nós temos o olhar nos direitos dos associados da Cassi.

Então, medi minha pressão arterial ao chegar em casa: 

16x11... e já estou tomando remédio para pressão. Foi um presente que ganhei nos meus novos embates e estresses.

Tive que sair pelas ruas de Brasília à noite para correr uma meia hora e ver se salvo minha saúde.

Ao voltar, fui fazer os votos que faltavam. Acabei agora. Então vamos dar uma cochiladinha porque vou madrugar para viajar para o RJ e cumprir uma agenda de trabalho em defesa da Cassi e de nosso modelo de saúde.

Não abro mão de prestar contas de meu mandato e vou radicalizar cada dia mais, porque nós estamos pondo a vida naquilo que acreditamos.

William Mendes
Diretor de Saúde (eleito)


QUINTA 10

Dia de trabalho no estado do Rio de Janeiro. O Diretor de Saúde cumpre agenda na quinta e sexta visitando a base social para estreitar parcerias em defesa da saúde e da Cassi.

SEXTA 11

Dia de trabalho no RJ.

Leia AQUI sobre nossa visita ao RJ.


Post Scriptum (sábado, 11:15h):

Chegamos a Osasco SP ao final da noite de sexta, vindos do Rio de Janeiro, onde tivemos uma agenda de trabalho junto ao Corpo Social da Cassi, que representamos como eleitos. A Semana foi intensa em nossa tarefa de gestão, mas fizemos o nosso trabalho com diligência.

Vamos descansar um pouco e rever esposa e filho, que são as pessoas que amamos e que mais são penalizadas pela nossa vida de luta e militância.

Esta agenda de trabalho pela Cassi no RJ foi custeada por mim mesmo, passagens e hospedagem.

William

3.3.16

Cassi acerta parcerias em defesa da saúde em Rondônia


Reunião com trabalhadores falando sobre a Cassi e a
sua missão de cuidar da saúde de seus participantes.
Foto: Cleiton.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,


A agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em Porto Velho, Rondônia, foi concluída com êxito e vemos boas perspectivas para ampliar a promoção de saúde e a prevenção de doenças no próximo período.


A CRISE NO SETOR DE SAÚDE QUE AFETA OS PLANOS DE AUTOGESTÃO E USUÁRIOS

Ampliar o nível de informação para as lideranças da Comunidade Banco do Brasil, aumentar a participação dos associados no dia a dia da Caixa de Assistência e buscar unidade de trabalho com foco na saúde dos bancários e familiares são as melhores alternativas para enfrentar a grave crise que parte do setor de saúde enfrenta, principalmente os planos de saúde de autogestão e seus participantes, porque na outra ponta estão setor hospitalar, clínicas e profissionais de saúde, além da indústria farmacêutica, que têm grande poder de impor preços por seus serviços prestados aos planos e seus usuários, e total liberdade perante a legislação atual em querer ou não firmar convênios com operadoras de saúde.

A ANS regulamenta o setor de saúde suplementar. Mas a falta de regulamentação para a setor complementar gera como vítimas os planos de saúde de autogestão e seus participantes que ficam com dificuldade em manter a rede credenciada e diversas especialidades no rol de conveniados. Como os planos de saúde devem cumprir as RNs da ANS como a 259/268 (Garantia de Atendimento - GA), acabam tendo que pagar qualquer valor que os profissionais de saúde e hospitais queiram cobrar.


Será difícil para os planos de saúde de autogestão se manterem sustentáveis nos próximos anos, com os mesmos direitos em saúde e com os mesmos valores de receitas operacionais, se o Governo Federal e o Congresso Nacional não tomarem medidas para coibir os abusos do setor hospitalar e dos profissionais de saúde.

Reunião Cassi, BB e Sindicato em Rondônia.

UNIDADE DE AÇÃO EM DEFESA DA SAÚDE É A MELHOR ALTERNATIVA

Nossa estratégia de fortalecimento da Cassi para enfrentar a crise externa do setor que afeta sobremaneira planos autossustentados como o dos funcionários do BB – o Plano de Associados -, é ampliar o espírito de pertencimento dos usuários da ativa e aposentados.

Acreditamos muito na capacidade de mobilização da Cassi, do Banco, dos sindicatos de bancários, dos conselhos de usuários (voluntariado) e das entidades associativas da ativa e aposentados.

É por isso que vamos manter uma agenda permanente de visita aos Estados porque somos responsáveis pela rede própria da Cassi (27 unidades administrativas e 65 CliniCassi) e pelo modelo assistencial de Atenção Integral através da Estratégia Saúde da Família (ESF).

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi Rondônia.

Após cumprirmos agenda de parcerias em São Paulo e Amapá, nesta semana foi a vez de Rondônia.


PARCERIAS DA CASSI COM A COMUNIDADE BANCO DO BRASIL

Quarta-feira 2

Após o evento de posse da nova gerência da Unidade Cassi Rondônia, tivemos reunião envolvendo a Cassi RO, a Superintendência do BB em Rondônia e o Sindicato dos Bancários.

Foram abordados temas importantes como o Exame Periódico de Saúde 2016 (EPS) e o checkup dos gestores que terão início na próxima semana. A Cassi RO vai fornecer mensalmente matérias de saúde para a Super RO e os bancários. O Sindicato também vai publicar as matérias de saúde em seus veículos de informação.

O Conselho de Usuários será fortalecido, principalmente nas reuniões mensais, para melhor distribuição das informações sobre saúde aos usuários daquela base. 

A Cassi fará reuniões nas dependências do banco sobre Estratégia Saúde da Família, sobre o funcionamento da CliniCassi Porto Velho e Unidade Administrativa e para abordar as questões de dificuldades de rede credenciada e soluções possíveis. 

Outras atividades em defesa da saúde poderão surgir em parcerias locais: Cassi, Banco, Sindicato, AABB, Anabb e Conselho de Usuários.

Reunião na Agência Centro: após a visita à Super RO, a Cassi e o Sindicato realizaram reunião com os bancários e bancárias para divulgar a parceria em defesa da saúde.

Reunião com o Conselho de Usuários: ainda na quarta, o Diretor de Saúde participou da reunião do Conselho de Usuários de Rondônia, onde os temas foram reforçados.


Reunião com dirigentes e delegados sindicais.

Quinta-feira 3

Nesta quinta, fizemos reunião de trabalho e gestão com a equipe de profissionais da Cassi Rondônia. A Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento defende um trabalho de muita parceria com as unidades Cassi.


REUNIÃO COM DIRIGENTES E DELEGADOS SINDICAIS

O Diretor de Saúde e a Gerente da Cassi RO, Rosemeire, se reuniram com a direção do Sindicato e com os delegados sindicais para dar diversas informações sobre a crise no setor de saúde, as questões das dificuldades de rede credenciada no Estado e a falta de algumas especialidades médicas conveniadas e pediram parceria para que as informações cheguem com a qualidade necessária para o conjunto dos bancários e bancárias de Rondônia.

O Diretor de Saúde falou a respeito do boletim dos eleitos Prestando Contas Cassi, que está em sua edição de número 20 (ler AQUI) e foi pensado para dar informação de qualidade às diversas entidades representativas e seus associados.

Agradecemos muito a recepção, a parceria e o envolvimento de toda a equipe Cassi e das lideranças do Banco do Brasil e do Sindicato dos Bancários em Rondônia.

Esta unidade em defesa da saúde dos nossos associados da ativa, aposentados, pensionistas, dependentes e familiares nos dá uma perspectiva de futuro em relação à missão da Caixa de Assistência: fazer promoção de saúde, prevenção de doenças, recuperação e reabilitação para uma vida melhor dos participantes.

Estamos voltando para Brasília com um sentimento de missão cumprida e com uma felicidade simples por acreditar que é possível mobilizar pessoas e entidades em defesa de algo comum, a saúde. Não nego que estou cansado, mas valeu a pena.


William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

2.3.16

Notícias sobre negociações Cassi e Banco do Brasil


(Matéria da Contraf-CUT sobre mesa de negociação com BB sobre a Cassi, realizada nesta quarta 2)

Projetos estruturantes e ações emergenciais avançam na mesa da Cassi

Representantes dos associados em mesa com o BB.
Foto: Agnaldo.

Nesta quarta-feira (02), em Brasília, houve mais uma rodada da mesa de negociação da Cassi entre as entidades de representação dos funcionários e aposentados e o Banco do Brasil.

Houve na negociação, cobrança das entidades quanto ao andamento dos projetos de ações estruturantes e também das propostas que o BB apresentaria no âmbito da Cassi para solucionar temporariamente os problemas de caixa e fluxo financeiro, enquanto se formata uma solução global que tenha que ser discutida e levada à consulta do Corpo Social.

O banco informou que houve avanço no andamento dos projetos estruturantes, com prospecção e apresentação de projetos às empresas e que já estaria em fase de pré-licitação para a contratação.

Os projetos fazem parte do Programa de Excelência no Relacionamento, desenvolvido pelas diretorias da Cassi, que tratam de aperfeiçoamento dos mecanismos de regulação, gestão da rede de prestadores, acesso qualificado através do sistema integrado de saúde, gestão integrada de informações de estudos estatísticos e atuariais, aperfeiçoamento dos processos orientados ao sistema de saúde Cassi e novos planos.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a reunião foi positiva quanto às garantias de que não haverá propostas com corte de benefício e também pelo fato de já termos em estudo avançado, uma proposta emergencial que foi apresentada pelos representantes dos funcionários na mesa de negociação. “Continuaremos os trabalhos da mesa de negociação para garantir aos associados da Cassi a tranquilidade de que não faltará atendimento a nenhum funcionário da ativa, aposentado ou pensionista”, explicou Wagner.

Quanto às propostas emergenciais para reforço de caixa, o banco informou que avançou bastante nos estudos técnicos e está avaliando a possibilidade de fazer a antecipação da parte patronal do 13º salário de novembro. É necessário a tramitação nas instâncias de governança do BB e da Cassi para a implantação da medida.

O banco também informou que outras propostas continuam sendo debatidas no âmbito da Cassi e, assim que aprovadas, serão divulgadas às entidades e associados. Há necessidade de conjugar mais de uma medida para dar mais tranquilidade nos próximos meses.

Os representantes dos funcionários e aposentados na mesa cobraram do banco que nenhuma proposta contenha corte de benefício ou direitos e também que não haja falta de dinheiro para pagamento aos prestadores e fornecedores. O banco afirmou que não fará proposta com corte de benefício e, mais uma vez garantiu que não terá falta de caixa na Cassi.

Na segunda quinzena do mês de março será agendada uma nova reunião da mesa de negociação para que sejam apresentadas detalhadamente as medidas emergenciais implantadas.


Fonte: Contraf-CUT