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13.5.15

Agenda de gestão e luta pela Cassi no DF e PR



Mesa de abertura da Conferência no DF. Alto nível nos debates com
delegad@s sindicais, conselheir@s de usuários e representantes de
diversas entidades, inclusive da Cassi.

(atualizado em 19/5/15 às 0:52h)

Boa noite companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Esta quarta-feira 13 foi um dia muito promissor para nós que lutamos pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil e pelas questões de saúde dos trabalhadores.

Nós realizamos em Brasília, no Teatro dos Bancários, a VII Conferência de Saúde da Cassi DF, onde debatemos o tema "Sustentabilidade da Cassi". A Conferência também renova o Conselho de Usuários para o biênio 2015/17.

Depois publicaremos matéria com mais informações a respeito da Conferência. Gostaria de destacar a minha felicidade por conseguirmos realizar o evento mesmo com o veto que tivemos por parte do patrocinador BB e seus indicados em relação aos recursos da Cassi. O apoio que as entidades têm nos dado na realização das Conferências nos dá um ânimo muito grande em seguir defendendo o que acreditamos para a Cassi.

O evento contou com grande participação de bancários, militantes em saúde dos trabalhadores, lideranças de entidades representativas do funcionalismo do BB e funcionários da Cassi. O nível das palestras foi alto e ganhamos todos nós. Meus sinceros agradecimentos a tod@s os envolvidos e apoiadores.

Não pude ficar até o final para a posse dos conselheiros de usuários porque precisei ir para o aeroporto para o nosso compromisso de quinta e sexta no Paraná.


AGENTES FACILITADORES

Estamos em Curitiba para agenda nesta quinta 14. Vamos dar sequência ao nosso projeto de implantação dos Agentes Facilitadores - um trabalho de voluntariado com apoio do Conselho de Usuários e Cassi PR para auxiliar a Caixa de Assistência na relação e melhoria de Rede de Prestadores no Estado do Paraná. 

A experiência exitosa na Cassi RS nos estimulou a tentar implantar em outras bases do país este projeto. Isso foi um compromisso de campanha em 2014 e vamos envidar todo o esforço necessário para melhorar a participação social na Cassi e as alternativas viáveis de melhorias para os nossos associados, mesmo quando os problemas têm relação externa à Cassi, como é o caso de Rede de Prestadores, um problema crônico para todos os planos de saúde e para o sistema público também.


VISITAS A LONDRINA E CAMPO MOURÃO

Na sexta-feira 15 terei a alegria de estar em Londrina e depois em Campo Mourão debatendo a Cassi com nossas entidades e nossos bancários e bancárias associados.

É isso. Feliz pelo belo evento de saúde que tivemos em Brasília. E com energia para a agenda desta quinta e sexta no Paraná.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi


Post Scriptum:

Esta agenda de fortalecimento da Caixa de Assistência está sendo custeada por entidades representativas dos bancários e por mim mesmo.

Aberta negociação com o BB sobre a Cassi (Matéria Anabb)



(reprodução de matéria da Anabb)

Foi instalada nesta terça-feira, 12 de maio, mesa de negociação específica para discutir a sustentabilidade da Cassi, envolvendo o Banco do Brasil e entidades representativas de funcionários, da ativa e aposentados.

A abertura de negociações havia sido  solicitada pela CONTRAF e pela CONTEC e contou também com a participação da ANABB, FAABB, AAFBB, AFABB-SP e de representantes de cinco federações de sindicatos de bancários. O principal representante do BB à mesa foi o diretor da DIREF Carlos Eduardo Leal Neri. A partir da próxima reunião, a mesa contará também com a participação de dois dirigentes eleitos da Cassi.

Na abertura da reunião o diretor Carlos Neri expressou que a Cassi é muito importante para o Banco do Brasil, que não tem intenção de impor nada nesta negociação. Afirmou que na Cassi as decisões são todas colegiadas, não há voto de minerva. E que propostas que venham a ser colocadas à mesa que alterem o que consta nos estatutos da Cassi deverão ter a aprovação do Corpo Social.

Wagner Nascimento, da Contraf, afirmou que o objetivo das entidades presentes é viabilizar a sustentabilidade e a perenidade da Cassi, garantindo a todos os funcionários da ativa e aos aposentados um atendimento à saúde de alta qualidade. E reforçou a importância do princípio da solidariedade, pelo qual cada um paga de acordo com suas possibilidades e é atendido conforme suas necessidades. 

Nesta primeira reunião, o BB fez uma apresentação sobre números da Cassi que impactam a sua sustentabilidade, entre eles as despesas com internações, exames e consultas, comparando-os com os gastos das demais entidades de autogestão. 

Para o diretor do BB não é possível afirmar com segurança que os atuais 7,5% de contribuição, somadas a do BB (4,5%) e a dos participantes (3%), sejam insuficientes para custear a Cassi. Para ele, com o aperfeiçoamento da gestão da Cassi há muito espaço para reduzir desperdício sem retirar nenhum direito dos participantes.

O presidente da ANABB, Sergio Riede, contrapôs lembrando que diversas outras partes envolvidas podem fazer mais do que fazem hoje a favor da sustentabilidade da Caixa de Assistência. Além da própria gestão da Cassi, a ANS pode e deve tratar os planos de autogestão de forma diferente dos planos de mercado. O governo pode e deve rediscutir a tributação dos serviços de saúde, que é uma das mais onerosas do país. Os participantes também podem atuar menos como meros usuários da Cassi e mais como verdadeiros donos do plano de saúde, conferindo extratos, evitando exames desnecessários, ajudando a combater fraudes. E o Banco também pode contribuir mais com a Cassi ao colaborar para diminuir o impacto que a própria atividade bancária – reconhecida em diversos estudos como uma das mais estressantes - causa nos funcionários. Um exemplo seria adequar melhor a dotação das dependências.

Por fim, o BB apresentou aos participantes da mesa as consequências que a CVM 695 provoca no caso de aumento das contribuições do Banco. Segundo o diretor Neri, hoje o BB possui R$ 5,8 bilhões contabilizados como compromisso pós-laboral, ou seja, para o BB pagar as contribuições patronais dos atuais aposentados e dos que vierem a se aposentar. Para cada 1% de aumento em sua contribuição, o Banco teria, segundo o estabelecido na CVM 695, que aumentar em R$ 1,295 bilhão a sua provisão pós-laboral. Isso, segundo o diretor Neri, torna inviável qualquer elevação das contribuições do patrocinador.

Os representantes dos funcionários registraram que uma das premissas desse processo negocial é que a Cassi precisa ter sustentabilidade para atender todas as demandas de saúde dos funcionários da ativa e dos aposentados, por toda a sua vida. O representante do Banco registrou sua concordância com a premissa, incluindo a de que isso não poderia significar uma redução na capacidade operacional do BB. E disse que acredita ser possível conciliar essas duas premissas.

Diversos representantes das entidades participantes da mesa fizeram registros e questionamentos, respondidos pelo BB e ficaram de apresentar sugestões que atendessem a essas premissas na próxima reunião. Perguntado se o Banco teria proposta para apresentar, o diretor Neri respondeu que sim, mas que só apresentaria nas próximas reuniões.

Ficou agendado novo encontro para a próxima terça-feira, 19 de maio.


Fonte: Anabb

12.5.15

Negociação sobre a Cassi começa com muitos debates e sem propostas do BB



(reprodução de matéria da Contraf-CUT)


Entidades querem que negociação avance
para propostas sobre a Cassi.
Foto: Guina Ferraz

Teve início nesta terça-feira dia 12, em Brasília, a mesa de negociação sobre Cassi entre entidades representativas do funcionalismo e o Banco do Brasil. A criação da mesa específica foi uma reivindicação da Contraf-CUT, que coordenou os trabalhos, com a assessoria dos sindicatos, entidades associativas de funcionários da ativa e aposentados, como Anabb, Aafbb, Federação dos Aposentados - Faabb, Afabb- SP e da Contec. 

Para Wagner Nascimento, que coordenou a mesa pela Contraf-CUT, foi extremamente importante o início das negociações, uma vez que a situação atual da Cassi exige o encontro de soluções e há uma cobrança dos funcionários da ativa e aposentados para que se chegue a uma solução de forma negociada.

"É importante que os sindicatos continuem as discussões nos locais de trabalho acerca do tema Cassi e que os funcionários procurem se informar mais sobre a situação nos boletins dos eleitos e nos relatórios anuais disponíveis para consulta. O banco afirmou que tem propostas sobre vários temas discutidos nesta primeira reunião e estas serão apresentadas ao longo das discussões." destaca Wagner.



Funcionários defendem solidariedade e assistência a todos

Na mesa de instalação das negociações o Banco informou que inicialmente as discussões seriam com a governança da Cassi e que entende que as soluções para os problemas apresentados devem passar por uma mesa com as entidades e ampla representação do funcionalismo.

O Banco apresentou um diagnóstico sobre a situação atual da Cassi, o déficit dos últimos quatros anos e, ainda, um quadro comparativo entre as despesas da Cassi com a média das outras entidades de autogestão.

O Banco afirmou que os problemas de gestão apontados não se referem a um período específico e os representantes dos funcionários lembraram que os problemas de gestão são comuns entre indicados do Banco e eleitos e alguns problemas são de longa data na Cassi, há muitos anos.

O Banco reconhece que a atual Diretoria tem tido coragem em atacar alguns problemas crônicos de gestão, mas que é necessário aprimorar mais ainda os processos, citando as questões envolvendo negociação com prestadores e regulação, algo que os eleitos também têm apontado nos boletins "Prestando Contas Cassi".

Alguns consensos foram apontados, como por exemplo, o de que é melhor investir na prevenção da saúde dos funcionários.

Nos debates também ficou acertado na continuidade dos trabalhos a presença dos dirigentes eleitos da Cassi, para auxiliar no debate.

Os representantes dos funcionários apontam que deve ser mantido o princípio da solidariedade e também a assistência aos funcionários ativos e aposentados pela Cassi. Neste ponto do debate, o Banco afirma que o modelo de solidariedade deve ser aperfeiçoado, mas não apresentou nenhuma proposta específica sobre o tema.

O Banco também fez uma apresentação sobre os valores da contribuição patronal e de funcionários à Cassi e seus impactos no balanço financeiro do Banco.

Especificamente sobre o balanço, o Banco informou que devido a Deliberação CVM 695/2012 que remete ao Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 33(R1) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de benefícios a empregados, o provisionamento no balanço do Banco referente aos benefícios da Cassi aos empregados chega ao montante de 5,8 bilhões de reais.

O Banco afirmou que não há interesse em retirar a assistência aos funcionários aposentados, mas que para conseguir uma alternativa para se chegar a um consenso, o debate deve passar por encontrar alternativas para o tratamento do pós-laboral. 

A mesa de negociações terá continuidade na próxima semana, com reunião marcada para o dia 19 de maio, também em Brasília. 


Fonte: Contraf-CUT

1ª Mesa Cassi e BB - Eleitos reafirmam propostas em reunião com entidades representativas


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta segunda-feira 11, atendemos ao chamado da Anabb e demais entidades representativas nacionais do funcionalismo para reunião preparatória para iniciar os debates com o Banco do Brasil sobre a busca de solução para o equilíbrio e a sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi, que tem um histórico de déficits operacionais de mais de uma década.


O déficit do Plano de Associados ficou evidenciado mais ainda após a não entrada de receitas extraordinárias na entidade em 2014, como ocorreu entre 2007 e 2013, quando a entidade recebeu aporte extraordinário específico de R$ 300 milhões entre 2007 e 2010 para ampliar o modelo assistencial - Atenção Integral à Saúde, através da Estratégia Saúde da Família (ESF) e os serviços próprios CliniCassi -, recebeu receitas novas de cerca de R$ 100 milhões por ano com a contribuição sobre o 13º salário e a correção do pagamento que o Banco não fez até 2007 de 4,5% sobre a folha dos funcionários pós-1998 e a assunção da diferença deficitária do grupo de dependentes indiretos.


A Cassi também recebeu cerca de R$ 400 milhões oriundos da distribuição do Benefício Especial Temporário (BET), fruto da negociação entre as entidades representativas e o BB sobre o superávit do Plano Previ 1.


O modelo assistencial da Caixa de Assistência tem momentos decisivos em sua história, momentos que foram definidos pelos associados e gestores em 1996 (Reforma Estatutária), 2001 (Documento Diretor) e 2007 (Reforma Estatutária com aporte e receitas novas para ampliar a Estratégia Saúde da Família - ESF - e os serviços próprios - CliniCassi).


Os eleitos da Cassi estudaram o histórico dos sucessivos desequilíbrios do Plano de Associados e apresentaram Iniciativas Estratégicas ao Banco do Brasil que estendem ao conjunto dos associados e dependentes o modelo assistencial baseado na Atenção Integral com equipes multidisciplinares que cuidam dos bancários e família, a partir dos serviços próprios nas CliniCassi, que organizam Redes Referenciadas de especialidades necessárias para atender à uma determinada população mapeada e cadastrada. O sistema é o que tem de mais avançado no mundo em relação à modelos de saúde.


A proposta dos eleitos é que o Banco faça dois aportes extraordinários totalizando R$ 600 milhões - um aporte de R$ 300 milhões em 2015 e outro em 2016. O BB também é responsável pela gestão da Cassi há 19 anos e se o modelo assistencial definido não foi completamente implantado até hoje, todos têm que se responsabilizar. O projeto estruturante apresentado pelos eleitos ao Banco (Iniciativas estratégicas) já terá reflexos e economia de despesa assistencial a partir de 2017 e a previsão é promissora para os anos seguintes, sem perda de direitos em saúde e com aumento da eficiência operacional da entidade, com melhores resultados em saúde e econômico-financeiro.



1ª MESA SEM ELEITOS DA CASSI


Nós eleitos da Cassi não estaremos na mesa de negociação com o Banco nesta terça-feira 12. Isso ficou definido entre as partes Banco e entidades sindicais/representativas. 


Os eleitos estão à disposição das entidades representativas para o debate com o patrocinador Banco do Brasil.


Nós temos divulgado nossa proposta de sustentabilidade para a Cassi através dos boletins Prestando Contas Cassi, disponíveis na seção "publicações" do site da Contraf-CUT. Leiam e divulguem estes boletins abaixo (clique e leia) e todos os outros já publicados:


- Boletim dos eleitos nº 11 - Aborda a ESF e as CliniCassi


- Boletim dos eleitos nº 10 - A proposta para a sustentabilidade da Cassi


- Boletim dos eleitos nº 3 - A Cassi e o princípio do custeio solidário



As propostas estruturantes foram estudadas e construídas em 2014 com o apoio dos técnicos e gerentes da Cassi e apresentada ao patrocinador em dezembro. Nós estamos atentos e nosso viés é a manutenção do modelo assistencial já definido há muitos anos, mantendo o princípio mutualista do custeio solidário e o mesmo atendimento de qualidade a todos os participantes, independente de renda, função no Banco, idade, perfil com mais ou menos comorbidades (doenças) ou número de dependentes, com mais ou menos uso por necessidades etc. Atender bem a todos de acordo com as necessidades em saúde.


Seguimos defendendo os interesses dos bancários e dependentes como nos propusemos.


William Mendes

Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

8.5.15

11º Boletim - Eleitos da Cassi rebatem avaliação do BB e defendem modelo de saúde



Os dirigentes eleitos da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil divulgaram nesta sexta-feira 8 a edição número 11 do Boletim Prestando Contas Cassi, na qual rebatem a avaliação que o BB faz em sua comunicação interna sobre a sustentabilidade do Plano de Associados e defendem a Estratégia Saúde da Família (ESF) e a organização dos serviços próprios (CliniCassi).

A Contraf-CUT iniciará nesta terça-feira 12 as negociações sobre a sustentabilidade da Cassi com o Banco do Brasil.

"A ESF e as CliniCassi são pilares do Sistema de Serviços de Saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, assim como o modelo mutualista de custeio solidário - por isso o nome 'caixa'. Compreender o que está em jogo para os participantes da ativa, aposentados e seus dependentes é de fundamental importância para a busca de soluções para a sustentabilidade, sem a perda de direitos em saúde conquistados ao longo da história do funcionalismo", afirmam os dirigentes eleitos no boletim. 

O Banco do Brasil afirma no site exclusivo sobre a Cassi que criou na sua intranet que o modelo deve ser revisto por não ter atingido os resultados esperados. Os eleitos rebatem: "Não é o caso de procurar culpados pela implantação limitada do modelo nesses 19 anos de gestão compartilhada, mas como o próprio banco disse em seu boletim (18/4/15), todas as decisões de governança da Cassi passam pela aprovação de eleitos e indicados. Então, é necessário partilhar insucessos e focar no futuro do modelo, como está proposto pelos eleitos através das iniciativas estratégicas que propõem aperfeiçoar os mecanismos de regulação, a gestão da rede de prestadores e o acesso qualificado através do Sistema Integrado de Saúde (ESF/CliniCassi) para o conjunto dos associados". 

Divulgação do Boletim

O Boletim Prestando Contas Cassi está disponível aqui ou em PDF na seção Publicações do site www.contrafcut.org.br. para que os sindicatos possam imprimir e distribuir nas suas bases. 

Os eleitos da Cassi solicitam às entidades sindicais e representativas do funcionalismo do BB que divulguem o Boletim em seus portais na internet e em suas bases de representação.


Fonte: Contraf-CUT

Direito à vacinação contra a gripe é conquista no BB (desde 2013)


Comentário do Blog:

Fiz em 2013, após término da Campanha Nacional e na avaliação das conquistas no Banco do Brasil, o comentário que cito abaixo sobre a importância da conquista ao direito de tod@s os funcionários da ativa reivindicarem a vacina contra a gripe. Utilizem o direito porque conquista não se deixa de lado. Compartilhem e avisem aos colegas por nosso Brasil afora. A Cassi, nossa Caixa de Assistência, tem convênio com o BB para gerenciar a campanha de vacinação. Abraços, William Mendes.

"Talvez algumas pessoas façam pouco caso da conquista do direito à vacina contra gripe para todos... Engraçado, porque eu tenho mais de vinte anos de banco e todo ano é uma reclamação geral em várias bases do país do povo querendo a vacina e não tendo direito a ela simplesmente porque era uma liberalidade: o BB disponibilizava se quisesse e onde quisesse."

Fonte: texto de avaliação da Campanha Nacional 2013


BB inicia vacinação dos funcionários contra a gripe


Publicada na Cassi em 7/5/2015

O Banco do Brasil iniciou nesta semana a campanha para vacinação dos funcionários da ativa contra a influenza (gripe). O objetivo é prevenir o adoecimento e as complicações mais graves que a gripe pode causar. A influenza é uma infecção viral que afeta principalmente nariz, garganta, brônquios e, ocasionalmente, os pulmões. Tem duração aproximada de uma semana e é reconhecida por sintomas como febre alta de início repentino, dores musculares, dor de cabeça, mal-estar intenso, tosse, coriza e congestão nasal.

A campanha de vacinação segue até 30 de junho e permitirá que os funcionários da ativa sejam imunizados nas próprias dependências, por meio de empresa especializada. Os dias da vacinação em cada Estado serão informados diretamente às dependências pela Gepes jurisdicionante. Quem perder a vacinação por estar em férias, licença ou trabalho externo poderá procurar uma clínica contratada em sua região para receber a vacina, apresentando documento com foto e CPF.

Os funcionários das cidades nas quais não haverá vacinação no ambiente de trabalho poderão fazer a vacina e solicitar ressarcimento ao Banco. As orientações, inclusive sobre o valor limite para ressarcimento, também serão dadas pelos gestores da própria dependência e pelas Gepes.

Mais informações com a Gepes jurisdicionante ou na intranet da Dipes – dipes.bb.com.br, aba Espaço Bem-Estar, espaço de acesso exclusivo no ambiente do BB.

SOBRE A VACINA

A vacina contra a influenza é considerada segura. Eventualmente pode provocar reações que são, geralmente, leves. As mais comuns são dor, vermelhidão e endurecimento no local de aplicação, que podem ocorrer nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação adversa vacinal ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves não são comuns. É essencial informar ao profissional de saúde seu histórico de alergia antes de receber a vacina, principalmente reações à proteína do ovo de galinha (que é utilizada na produção da vacina).

A Cassi, por meio de um convênio com o Banco do Brasil, gerencia a campanha de vacinação dos funcionários BB em todo País, contando com as Unidades Cassi para coordenar a ação nos Estados, em parceria com as GEPES estaduais.

Fonte: site da Cassi e Blog

6.5.15

Artigo: Corri pensando no Milton e na Direção do BB


Às vezes, sofremos os ônus por nossa origem e compromissos.

Mais um dia de trabalho como representante do Corpo Social na entidade de saúde dos funcionários do Banco do Brasil. Fui eleito Diretor de Saúde em 2014 e meu mandato vai até 2018.

Saí para correr minha meia hora ou 5 km na noite brasiliense depois de mais um dia duro de trabalho. Voltei a correr para cuidar da minha saúde e tentar minimamente compensar o estresse que minha tarefa atual acarreta.

Ao chegar em casa, minha esposa me disse que um colega do Banco escreveu um comentário jocoso em meu perfil do Facebook por eu comentar meu cansaço. Ele disse que eu reclamo muito e que deveria pensar nisso porque sou muito bem remunerado.

E não é que não consegui curtir minha corrida! Fiquei pensando nos dois desaforos do dia a corrida inteira. Sofri hoje mais um ataque da Direção do Banco e esse comentário do colega representado.


O COMENTÁRIO DA BASE EU ABSORVO BEM, O DIFÍCIL SÃO OS ASSÉDIOS QUE O BB ME FAZ POR CAUSA DO QUE REPRESENTO

Vou falar num linguajar popular.

Eu sou escriturário concursado do Banco do Brasil. Esse é o meu cargo. Estou dirigente da Cassi em primeiro lugar porque o movimento sindical me demandou por meses para que eu disponibilizasse meu nome, meu histórico, minha experiência e minha gana em fazer as coisas bem-feitas, não importa qual seja a missão. Eu aceitei a tarefa e me coloquei à disposição.

Depois, e esse é o principal motivo após aceitar participar do processo eleitoral, estou diretor da Cassi porque o Corpo Social em sua maioria votou na chapa capitaneada por mim e pelas propostas que apresentamos para a Caixa de Assistência.

Ou seja, estou Diretor da Cassi por isso. Estou fazendo o meu melhor. E assim será até o dia 31 de maio de 2018.

Agora uma coisa é clara para quem me conhece ou já ouviu dizer a meu respeito: eu não ligo para dinheiro, tô cagando pra essa porcaria que faz com que os seres humanos não tenham princípios e caráter, se vendam por qualquer coisa, prefiram bens materiais a pessoas e porcarias do gênero em relação ao dinheiro.

Eu tenho firmeza nos princípios e humildade na aceitação da divergência e das críticas no papel de representante eleito dos trabalhadores.

Então Milton, pensando a respeito do que você comentou, talvez eu deva reclamar menos de meu cansaço físico e mental porque estou bem remunerado na função momentânea que exerço na Cassi.



VOU RECLAMAR MENOS E INFORMAR/COBRAR MAIS DO MOVIMENTO

Pois é, a segunda parte deste texto é mais para informar o que um representante dos trabalhadores pode enfrentar quando mantém a firmeza ideológica aprendida nas lides do movimento sindical ao enfrentar diariamente um ente poderoso por sua natureza, o Banco e os banqueiros que lá estão. Sozinho no embate empatado com o Banco e seus representados, pouco posso fazer. Só com mobilização por trás de meu mandato é possível avançar nos direitos em saúde.

Como negociador, nunca fui bem quisto pela direção do BB por razões óbvias. Eu incomodo!

A Direção do Banco não esperou um dia sequer para começar o embate comigo assim que cheguei à Cassi. No dia da posse, 2 de junho, começaram as provocações internas da Direção. Eu não me importo e levo isso numa boa. Cada um com seus papeis e lados.

Eu vou registrar tudo o que aconteceu ao longo do meu mandato. Já estou fazendo isso através dos boletins dos eleitos (aliás, quando foi que alguém fez isso com a regularidade que fazemos?). Mas ainda vou documentar tudo que o Banco já fez comigo nesse mandato.

Por falar em "ser bem remunerado", eu já gastei milhares de reais para mostrar a cara ao Corpo Social, coisa que duvido que seja comum algum representante fazer. Em geral, o pessoal briga é para conseguir cargo e dinheiro e não o inverso.

O ataque da Direção do Banco de hoje é só mais um que venho sofrendo ao longo desses onze meses que represento os interesses do Corpo Social na Cassi.


ORÇAMENTO CONTINGENCIADO E TRATAMENTO DESIGUAL AOS ELEITOS ATUAIS

Hoje a Direção do Banco me negou adquirir 1(uma) passagem aérea e uma pernoite em hotel para trabalhar um dia na unidade Cassi no Paraná. Função básica do Diretor de Rede. Por causa do orçamento contingenciado, despesas administrativas corriqueiras têm que ter aprovação dos indicados do BB no Conselho Deliberativo o tempo todo. Eles negaram.

Engraçado, pois há menos de uma semana, o comportamento dos eleitos para que o Presidente e o Diretor Financeiro fosse a SP foi o correto. Os eleitos não impuseram nenhuma restrição e aprovaram a despesa com passagens aéreas e hospedagem dos indicados do Banco.

Não tem problema. Eu poderia contar a vocês, Corpo Social que represento, uma lista infindável de atitudes pequenas, torpes como essa, por parte da Direção do BB e seus representados. Vocês se lembram recentemente, quando eu tive negado os recursos para as Conferências de Saúde e os Conselhos de Usuários. Decidi fazer os eventos assim mesmo! (Mas na outra ocasião que teve orçamento contingenciado - 2006 - os eleitos que lá estavam não tiveram nenhum problema com isso. Documentos públicos provam isso, é só ler no Relatório Anual 2006. Talvez eu não agrade aos banqueiros do BB).

Vou a Curitiba por minha conta na próxima semana realizar o meu trabalho de fortalecer a participação social na Cassi e seguir com o nosso trabalho lá dos Agentes Facilitadores, porque o trabalho deles é voluntário e visa melhorar a rede credenciada da Cassi no Estado do Paraná e a vida dos associados. PAGO DO MEU BOLSO. Já fiz isso várias vezes nesses dez meses de mandato.

Na boa, quem deveria estar defendendo o meu mandato são as entidades que me propuseram estar na Cassi. Sigo à disposição de tod@s do Corpo Social e suas entidades representativas.

Milton, obrigado pelo puxão de orelha (mas você atrapalhou minha corrida).

William Mendes


Post Scriptum:

Minha agenda no Paraná nos dois dias que lá estarei está sendo custeada pelas entidades sindicais e por mim (Voo $540 + hotel $198).

4.5.15

Artigo: Em defesa do sistema de solidariedade da Cassi





"É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado
Convence as paredes do quarto e dorme tranquilo
Sabendo, no fundo do peito, que não era nada daquilo!"

(Raul Seixas - Por Quem os Sinos Dobram)


Depois de acompanhar um conjunto de boletins que o BB emitiu - através de sua Diref - sobre a situação da Cassi, e analisar seu modo de comunicar e o teor das ideias que transmite, de forma mais explícita ou mais dissimulada, é hora de uma manifestação mais veemente. Seja pela representação que me foi dada pelo corpo social, seja pelas convicções ideológicas que possuo, seja em nome de um mínimo de inteligência, densidade e humildade que presumo que todo gestor deve ter ao tratar de assunto tão caro e tão delicado como a nossa Cassi.

O que dá pra ver, sem equívoco de interpretação, é que o porta-voz do patrão optou pelo suposto "caminho fácil" de localizar sempre no outro, no externo, a responsabilidade pelo que "não dá certo".

Já dedicou um boletim a sugerir que a Cassi tem sido mal gerida. Depois imputou ao modelo de Atenção Integral à Saúde o título de ineficaz - "interessante conceitualmente, mas não apresenta resultados". Na sequência, sugeriu que as negociações com os prestadores de serviço não são firmes. E agora, direciona seu dedo julgador aos princípios que consagramos historicamente em nossa associação - como o da solidariedade e o do mutualismo -, quase assegurando que o problema da Cassi é sua própria identidade e a razão de sua criação.

Nem cabe dizer que o BB ou seu porta-voz querem o fim da Cassi que criamos, ou pelo menos, é o que parece. Temos que acreditar, até o último instante, que existe inteligência empresarial suficiente e que, no fundo, todos desejam ver nossa Caixa de Assistência perene, fortalecida e justa. Mas cabe, sim, cogitar que a vaidade de alguns executivos incumbidos desse debate esteja num patamar de "auto-suficiência" que comece a ter efeitos danosos para o interesse coletivo, ainda que de forma não tão consciente.

O que o mundo inteiro já sabe é que não há solução para a sustentabilidade de um sistema de saúde que consiga surgir de uma única e iluminada cabeça e, ainda sim, tenha consistência e consequência que ultrapasse um efeito pirotécnico em balanços para engordar currículos ambiciosos. E ainda assim, apenas em balanços no curto prazo, porque depois o problema não resolvido retorna, ainda mais agudo. Historicamente, as soluções melhores e mais duradouras vêm da discussão e participação de todos os segmentos da comunidade que interage naquele sistema.

É trabalho longo e difícil, mas possível. Porém, não tem em seus produtos esperados, costumeiramente, a projeção de indivíduos que queiram catapultar suas carreiras ou imortalizar seus nomes. Cuidar, desenvolver e dar perenidade para um sistema de saúde é muito parecido com o trabalho do saneamento básico numa cidade: a administração que se dedica a isso faz um bem inestimável para a comunidade; mas não possuirá garantia nenhuma de que isto produza votos ou notoriedade. Porque é um trabalho que não chama a atenção e nem sai em capa de revista.

Porém, garantir um sistema de saúde sustentável e resolutivo, preservando qualidade de vida de toda uma comunidade - na qual está sua própria família - já não é realização e ganho suficiente?

Dizem que se o diabo fosse escolher o seu pecado humano favorito, este seria o da vaidade. Porque em nome dela costumeiramente nos enterramos em todos os outros.

Chamar as pessoas para essa fórmula de raciocínio fácil, que deixa a culpa de tudo sempre no externo, no outro, é como abrir a Caixa de Pandora e achar que assim controlará o resultado. Abrir essa caixa é fácil. Recolher os monstros que saem dela para retomar domínio da situação, não. Geralmente, é um desastre.

Quando dizemos que a culpa do desequilíbrio do sistema é a solidariedade que defendemos, chamamos todos para identificar na pessoa do lado a culpa, a fonte do caos. Nada mais confortante: não preciso mudar nada em mim, basta mudar no outro. Ou: basta combater e punir o outro.

Está afirmado textualmente que não é justo que quem consome mais, pague igual. E isto fica camuflado na imagem daquele que tem "mais dependentes". Uma superfície simples que pode nos fazer concordar apressadamente com a aparente lógica da frase.

Mas a tese presente no falso simplismo acima, na verdade, é: quem consome mais deveria pagar mais, porque assim o sistema estaria equilibrado.

Olhemos, então, para o mundo à nossa volta: temos várias organizações e/ou sistemas de saúde que não se baseiam em solidariedade e estão igualmente mergulhados em crises. Ou pior: já faliram. Então, mexer no princípio que norteou nossa identidade desde sua fundação, não é garantia de equilíbrio nenhum por si só. Só há uma garantia real e incontornável presente em tal medida; a de que estaremos mudando um princípio histórico nosso e que fez parte das razões pelas quais criamos a Cassi. E perder princípios geralmente está associado a perder identidade.

Criamos a Cassi para todos arrecadarem conforme suas possibilidades e cada um poder usar conforme suas necessidades. Faz parte de nosso espírito associativista e de nossa prática mutualista, interagir com ações que garantam a todos que o benefício existirá quando cada um precisar. E é da história dos sistemas de saúde que as necessidades dos integrantes de sua comunidade não ocorram todas ao mesmo tempo e/ou na mesma intensidade. Não fosse assim, nem seria possível ter um dia criado algum sistema de saúde, por mais rudimentar ou menos solidário que se apresentasse. 

O sistema de saúde não é como um bufê a quilo ou como a bolsa de valores. Se acharmos que é, daí teríamos que abandonar mesmo a solidariedade. Mas o fato é que, ao longo de nossos ciclos de vida, nos alternaremos entre momentos nos quais contribuímos mais do que usamos e outros, nos quais usamos mais do que contribuímos. Quem proclama o discurso de que "o outro sempre consome mais do que eu", deve ter estudado muito pouco a movimentação das despesas com saúde de uma comunidade e de cada um de seus indivíduos. Inclusive de si mesmo.

Se tivesse estudado esses números, veria que, com frequência, o portador de uma doença grave, o idoso e o politraumatizado - para citar algumas situações - consomem mais do que um casal na faixa dos 30/40 anos que possua três filhos pré-adolescentes. Veria que um único atleta que realiza muitas ressonâncias magnéticas para garantir que seu ganha-pão - o corpo - esteja bem, pode consumir regularmente mais do que o conjunto de sessões de psicomotricidade ocorridos no mesmo período para duas crianças com algum tipo de deficiência.

E é aí que mora o risco desse debate puxado de forma tão superficial e amadora: implantamos hoje a tese de responsabilizar quem necessitou mais dos serviços de saúde, mas afirmamos que só cobraremos diferente por causa do número de dependentes. Hoje. Pois amanhã, com o risco de desequilíbrio da sustentabilidade retornando, iremos apontar para o idoso. Depois, para o dependente químico. Na sequência, para o portador de câncer. Ou quem sabe o hemofílico. E por que não para os obesos? Afinal, deveriam ser magros e praticarem esportes (talvez entre meia-noite e seis da manhã, já que as jornadas de nossos colegas bancários são gigantes para cumprir metas impossíveis e ir e voltar para casa)... E assim sucessivamente.

Inevitavelmente, lá adiante veríamos que nada disso resolveu. Aí teríamos que finalmente nos voltar para as questões verdadeiramente estruturantes do sistema. Só que isso ocorreria num ambiente em que não mais nos veríamos como uma coletividade, o que diminuiria muito as chances de qualquer proposta ser ouvida, quanto mais aprovada. E decretaríamos a morte da Cassi. Provavelmente com algum gênio ainda dizendo que será muito melhor cada um buscar o seu plano no mercado.

Mas como isto levaria algum tempo - pois teríamos dado "sobrevida à paciente" - o porta-voz da solução superficial e equivocada de "responsabilizar" o outro já não estaria mais por perto para arcar com as consequências do que induziu todos a fazer. Sorte a dele; azar o nosso.

Ou temos a hombridade de assumir agora o trabalho árduo de reorganizar o sistema, encarar muito suor e pouco "glamour", mas dar à Cassi uma chance real de equilíbrio e resolutividade, ou repetiremos a espiral dos truques mágicos que empurram o problema para a gestão e a geração seguintes, nos sepultando lentamente na descrença que crescerá silenciosa em cada um de nós.

O que propomos não é nenhuma mágica. É um trabalho difícil, mas real. Que tem sido feito pelo mundo. Em sistemas públicos sim; mas também em privados. Eis aí outro equívoco que algumas vozes repetem sem estudar ou refletir - a de que reorganizar o sistema não funcionará porque não somos um país -, talvez para justificar-se inconscientemente pelo fato de não terem sido mais efetivos. 

Certamente cada um buscou dar o seu melhor, dentro de suas crenças, quando esteve à frente de alguma gestão da Cassi. Mas a solução está na junção de vários pensamentos. No que há de melhor em vários de nós. Não será um executivo que se considera auto-suficiente, ou um grupo que teme partilhar conhecimento e poder com outros, que darão conta de reorganizar um sistema de saúde. Este é um trabalho para muitas mãos. E por não ter sido tratado regularmente assim, interrompemos várias vezes o projeto de reorganização do sistema - que já aprovamos e reaprovamos no passado recente, convictos por tudo o que havíamos estudado e debatido. Ao interrompê-lo, obtivemos os efeitos que são obtidos quando se faz meia obra: resultado parcial aqui, nenhum resultado ali, bons mas episódicos resultados acolá.

Só que no lugar da autocrítica, nossa autodefesa formula um óbvio e tacanho veredito: "O modelo não funciona! Nossos princípios estão ultrapassados!". Na hora do aperto, é mais fácil e menos doloroso do que admitir: "Sozinho não dou conta! Preciso de ajuda!".

Por isso não há espaço para vaidades ou egocentrismos nos desafios da Cassi. Muito menos para a lastimável e perigosa solução catártica de culpar o outro. O outro que não soube gerenciar, o outro que usou demais e pagou de menos, o outro que pensa num modelo de saúde que exige muito trabalho e poucos louros, e todos os "outros" que se consiga imaginar para imputar uma explicação racional e binária de porque ainda temos problemas.

Embora louvável a disposição do BB de iniciar um ciclo de mensagens regulares em seus meios de comunicação sobre a Cassi, percebemos ainda em todas elas - até agora - o limite próprio de quem se considera auto-suficiente, e acaba por cometer atos-falhos, como o de dizer que o problema da Cassi é sua gestão. O BB está na gestão da Cassi regularmente há muito tempo, ao menos desde a década de 1970, ou de 1996, após a reforma do estatuto. O próprio porta-voz das mensagens patronais foi presidente e conselheiro da Cassi, e duvidamos que ele, conscientemente, esteja se definindo como gestor sem competência. Nesta mesma linha, ao criar seção virtual de perguntas e respostas sobre a Cassi, assume o papel de responder qualquer indagação, por mais técnica e específica que seja, sem qualquer consulta à própria Caixa de Assistência, como se tudo soubesse melhor do que ninguém.

A Cassi é fruto do espírito coletivo e das discussões sempre abertas, consistentes e focadas num mundo melhor, que tanto caracterizaram a atitude e a cultura dos funcionários do BB ao longo de sua história. Desenvolvemos um saber em relação à nossa saúde e ao sistema de saúde que queremos graças a essa atitude histórica e democrática. E é nessa postura que estão as respostas que farão a diferença. 

Nós estamos prontos para fazer essa discussão de frente. Com humildade, mas com conteúdo e convicção. 

Fica aqui o convite.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi



Fonte: Contraf-CUT

Conselhos de Usuários têm série de eventos até junho


Publicada em 4/5/2015 (site Cassi)

A Cassi realizará até junho uma série de eventos dos Conselhos de Usuários, incentivando a participação social dos beneficiários na Caixa de Assistência. A programação começa por Pré-Conferências no interior de Minas Gerais e segue com as Conferências no Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Espírito Santo (veja programação abaixo).

Esses eventos reúnem associações de participantes e representantes dos Planos de saúde Cassi e de outros segmentos do funcionalismo do Banco do Brasil, além de representantes da Caixa de Assistência. O objetivo é ampliar o debate sobre saúde e problemas locais, além de promover e integrar os conselheiros, permitindo estimular a maior participação nas ações de saúde realizadas pela Cassi, bem como a melhoria das relações interpessoais.

Quanto maior o número de presentes nesses eventos, maiores as possibilidades de encontrar soluções que fortaleçam a Caixa de Assistência. Nas Conferências, também acontece a renovação dos Conselhos de Usuários, processo do qual todos os beneficiários da Cassi podem participar.

“A Cassi necessita que todos tomem para si a importância do pertencimento, para, juntos, buscarmos soluções para sua sustentabilidade”, diz o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento William Mendes. Ele defende que “precisamos fortalecer a relação com os Conselhos de Usuários e as entidades representativas para recuperar a cultura de pertencimento à Caixa de Assistência e ampliar o modelo de sistema integrado de saúde por meio da atenção integral à saúde, baseado na atenção primária e no uso mais inteligente dos serviços, com apoio e parceria de redes referenciadas e também credenciadas”.

Para o diretor, esse modelo é o mais sustentável do ponto de vista econômico-financeiro e também o que apresenta melhores resultados em saúde por ser mais apropriado às doenças da contemporaneidade.

Confira os próximos eventos dos Conselhos de Usuários no primeiro semestre

Pré-Conferências de Saúde
12/05/2015 – Pré-Conferência de Juiz de Fora (MG)
26/05/2015 – Pré-Conferência de Montes Claros (MG)

Conferências Estaduais de Saúde

13/05/2015 – Conferência de Saúde do DF
20/05/2015 – Conferência de Saúde do RN
21/05/2015 – Conferência de Saúde de PE
11/06/2015 – Conferência de Saúde de MG
12/06/2015 – Conferência de Saúde do ES

Neste semestre já foram realizadas duas Pré-Conferências de Saúde em Minas Gerais (Uberlândia, em 28/4, e Uberaba, dia 29/4), e a Conferência do Mato Grosso do Sul (24/4). 

Fonte: site da Cassi

SAIBA MAIS:

Cassi MS debate sustentabilidade em Conferência de Saúde



Novos conselheiros, com o Diretor William
e representantes da CASSI e da GEPES
.

A Cassi realizou na última sexta-feira, 24 de abril, em Campo Grande, a VI Conferência de Saúde de Mato Grosso do Sul. O evento proporcionou a discussão, entre representantes das entidades ligadas ao funcionalismo do Banco do Brasil e dos beneficiários, sobre a sustentabilidade do Plano. Esse tema foi abordado pelo Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes de Oliveira, que chamou a atenção para o momento “de crise no sistema de saúde, com recursos limitados e desejos ilimitados”.

O Diretor apresentou dados referentes ao perfil da população atendida pela Cassi, às despesas assistenciais, com o custo por beneficiário e por faixa etária, e indicadores de uso dos serviços segmentado por tipo de Plano (Associados e Cassi Família), que evidenciam o aumento nas despesas assistenciais. William falou ainda que sistema integrado de saúde adotado pela Cassi, as ações que visam excelência no atendimento e o aperfeiçoamento dos mecanismos de regulação e de gestão da rede de prestadores e dos serviços de saúde contribuem para a sustentabilidade do Plano.

"Esse debate foi importante para trazer aos usuários informações sobre a situação atual da Cassi, e sobre possíveis alternativas. O envolvimento do corpo social é imprescindível para a tomada de decisão. A Cassi é essencial aos seus associados, e precisamos sempre participar na defesa de sua sustentabilidade”, disse o representante da GEPES-MS, Pedro Geraldo Cintra. A Conferência contou ainda com representantes da Anabb, da Apic, da Apabb, dos Sindicatos dos Bancários de Campo Grande e de Dourados, da Superintendência Estadual do Banco do Brasil e da Cassi.

No evento foram eleitos também os conselheiros de usuários da Cassi para o biênio 2015/2017 (veja lista abaixo). Após a primeira reunião, quando serão escolhidos o coordenador, o vice-coordenador e o secretário, os nomes estarão disponíveis na página do Conselho de Usuário MS no site da Cassi. A Gerente da Unidade MS, Sandra Maria Luiz Pereira, desejou ao novo Conselho de Usuários de Mato Grosso do Sul que se “solidifique e ocupe o espaço oferecido pela Cassi à participação social”.

Conselheiros de Usuários da CASSI MS (biênio 2015/2017)

Moisés Alexandre de Queiroz
Eliane Modesta Silva Domingos
Roseli Aparecida Erédia Dias Ortiz
Eliane Maria de Mamann
Tânia Takahachi
Luciana Teruya
Fernanda Biscaia S. Cavalcante
Elcio Roberto Marani Cristovam
Sebastiao Antonio Muniz
Edson da Luz
Genivaldo Camara Cordeiro
Antonio Luiz Fernandes Filho
Raquel Pereira Silva
André Luiz Monte Eluan Marcos
Oscar Luiz Alves Vieira
Rogério Brandão de Carvalho
Marcelo Ponce Carvalho
Estêvão Bauer Barbieri
George Henrique Cavalcanti
Elen Rosane Miglioli de Miranda
Maria Rozilda de Araujo
Valdineir Ciro
Reinaldo Solon
Arlindo Arce

Fonte: site da Cassi