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19.11.10

BB anuncia ampliação de quadro de funcionários no Rio Grande do Norte



"Queremos o tricampeonato", diz superintendente do BB (RN)


Fonte: Tribuna do Norte

Publicação: 19 de novembro de 2010, às 07:28h

Renata Moura Repórter


O Banco do Brasil, eleito pela segunda vez consecutiva o TOP dos TOPs, ou seja, o nome com o maior percentual de lembrança entre todos os participantes da pesquisa TOP NATAL, planeja reforçar a presença na capital potiguar e o atendimento nas agências em 2011, de olho em um possível tricampeonato na premiação. "A ideia é melhorar ainda mais o posicionamento da nossa marca", diz nesta entrevista o superintendente da instituição no Estado, Otaviano Amantea. Ele antecipa que nos primeiros meses do próximo ano o Banco deverá lançar concurso público para contratação de 300 novos funcionários no RN. O TOP NATAL é promovido pela Tribuna do Norte em parceria com a Consult Pesquisa. A solenidade de entrega das premiações foi realizada ontem.

Qual é a visão do Banco do Brasil sobre o TOP NATAL?

O TOP NATAL é um prêmio que aumenta nossa responsabilidade de melhorar de forma decisiva o atendimento prestado a população de Natal e de todo o Estado.

A que o senhor credita essa vitória pelo segundo ano consecutivo?

Essa vitória é mais que uma vitória. É o reconhecimento da presença do Banco dos brasileiros no inconsciente de cada cidadão e de cada natalense. No ano passado dissemos que queríamos o bicampeonato e conseguimos. Agora queremos o tri.

Qual será a estratégia do Banco para alcançar esse objetivo?

Pretendemos reforçar nossa presença em Natal, principalmente na Zona Norte, e reforçar também nosso atendimento. Estamos anunciando agora em primeira mão que vamos contratar quase 300 novos funcionários para o BB até meados do próximo ano. Temos hoje 1.025 funcionários, iremos para cerca de 1.350 funcionários. Isso significa uma melhoria substancial no atendimento prestado a população. Iremos fazer concurso público para isso. Essas pessoas deverão assumir funções de escriturários. O concurso deve ser lançado nos primeiros meses do ano de 2011.

Qual a necessidade dessas contratações? Tem a ver com a lei das filas (que limita o tempo de espera dos clientes por atendimento)?

Tem a ver com a melhoria do atendimento à população. Temos hoje uma das maiores médias de atendimento do país. Temos 650 mil clientes pessoa física no Estado. Para você ter uma ideia da magnitude desse número, isso significa dizer que temos praticamente 50% da população economicamente ativa com conta no Banco do Brasil. O interior do Estado tem 90 agências bancárias. O Banco do Brasil tem 50. Somos o banco que leva o acesso aos serviços financeiros ao maior percentual de potiguares. E nossa estratégia é reforçar a presença em Natal, principalmente na Zona Norte. No mês de dezembro estaremos inaugurando a agência mais bonita do Estado no Norte Shopping (localizado nessa área da cidade). Vai ser uma agência humanizada, sem porta giratória, para que o cidadão tenha uma sensação de pertencimento, de que está comparecendo a uma extensão da sua casa e de que vai ser tratado como dono.

(COMENTÁRIO DO BLOG: 
COMO VENHO DIZENDO, O BANCO ESTÁ ACABANDO COM A SEGURANÇA BANCÁRIA E, QUANDO HOUVER MORTES, SERÁ UMA QUESTÃO DE ÍNDICES E NÚMEROS... QUE ABSURDO!!)

Por que o foco nessa região da cidade?

Porque é uma região populosa, carente de serviços financeiros e estamos fazendo com que a população não tenha que se deslocar para o centro para ter acesso aos serviços bancários. O Banco está indo até a população.

Fonte: Tribuna do Norte

18.11.10

Lucro do BB cresce; condições de trabalho estão cada dia piores!!


Lucro do Banco do Brasil cresce 32% e soma R$ 2,6 bilhões no 3º trimestre

Agência Estado 16/11/2010

Altamiro Silva Junior


SÃO PAULO - O Banco do Brasil anunciou lucro líquido de R$ 2,625 bilhões no terceiro trimestre de 2010, alta de 32,7% ante o terceiro trimestre do ano passado e queda de 3,7% na comparação com o segundo trimestre deste ano. O banco também informou lucro descontando efeitos extraordinários de R$ 2,578 bilhões no terceiro trimestre, alta de 46,1% na comparação com o mesmo período de 2009.

O resultado acumulado nos nove primeiros meses deste ano foi de R$ 7,7 bilhões, evolução de 28,5% na comparação com igual intervalo de 2009.

A alta do lucro decorre da expansão das operações de crédito, do aumento da receita com prestação de serviços e da contabilização de ganhos atuariais do fundo de pensão dos funcionários do BB, a Previ. O retorno patrimonial do banco foi de 26,2%, mesmo nível do terceiro trimestre do ano passado.

A carteira total de crédito fechou setembro em R$ 365,1 bilhões, expansão de 4,4% na comparação com o segundo trimestre deste ano e de 21,1% em 12 meses. Os empréstimos para pessoas físicas cresceram 25% em 12 meses, puxados por linhas como o crédito consignado, veículos e o financiamento ao consumo. A carteira do segmento superou a marca de R$ 107 bilhões.

Já na pessoa jurídica, a alta foi de 20,1%, com destaque para as operações de micros, pequenas e médias empresas, principalmente capital de giro, que teve expansão de 25%.

O BB terminou o terceiro trimestre com ativos totais de R$ 796,8 bilhões, expansão de 16% ante setembro de 2009. Com esse montante, o banco público se consolida na posição de maior instituição financeira do Brasil e da América Latina. Para reforçar seu capital, o BB concluiu no início do terceiro trimestre uma oferta de ações que rendeu ao todo R$ 9,8 bilhões.

O lucro do BB ficou menor que o do Itaú Unibanco, que anunciou ganho recorde de R$ 3,034 bilhões no terceiro trimestre, e de R$ 9,4 bilhões de janeiro a setembro. Mas superou o do Bradesco, que lucrou R$ 2,5 bilhões nos meses de julho a setembro e R$ 7,1 bilhões nos nove primeiros meses do ano.

Fonte: Contraf-CUT

 
COMENTÁRIO: UMA EMPRESA DESSE PORTE E ATÉ HOJE ELA NÃO TEVE A CAPACIDADE DE APRESENTAR UMA PROPOSTA DE PCS COM INTERSTÍCIO MAIOR AO CORPO FUNCIONAL E TAMBÉM SEGUE TERCEIRIZANDO E PRECARIZANDO OS SERVIÇOS BANCÁRIOS: COMO BANCÁRIO DO BB, MORRO DE VERGONHA DESSA ATITUDE DESSE BANCO PÚBLICO.

16.11.10

Formação e comunicação: Importante crítica da CUT ao apelo sexual dos Correios



Nota da CUT

12/11/2010

Central critica publicidade com apelo sexual dos Correios

Escrito por: Artur Henrique, Presidente Nacional da CUT, e Rosane Silva, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT


É com indignação que assistimos ao anúncio publicitário dos Correios, veiculado nacionalmente, no qual uma modelo tira a blusa na frente de várias crianças, sob o pretexto de conseguir um autógrafo de um famoso jogador de futebol de salão.

Tal anúncio, além de violar o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente utiliza-se do apelo sexual do corpo das mulheres para supostamente atrair a atenção para o produto comercializado.

É inaceitável que os Correios, ainda mais por se tratar de uma empresa pública, reproduzam a ideia contida também em inúmeros outros anúncios, que comparam, ou melhor, igualam o corpo das mulheres a um objeto para vender mais mercadorias e aumentar o lucro das empresas.

A CUT, maior Central Sindical da América Latina, ciente da responsabilidade que tem com milhões e milhões de trabalhadores e trabalhadoras que não aceitam o machismo, seja qual for sua manifestação, reafirma seu compromisso com a consolidação de um Brasil justo, democrático e com igualdade entre homens e mulheres. 

Repudiamos este anúncio, exigimos a imediata retirada de sua veiculação assim como uma ação do Governo para que casos semelhantes não voltem a ocorrer.

Artur Henrique
Presidente Nacional da CUT

Rosane Silva
Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT

Agenda sindical da semana de 16 a 19 de novembro/2010




NESTA SEMANA ESTOU ABONANDO OS 4 DIAS.

O MOTIVO É PESSOAL, MAS POSSO PARTILHAR AQUI: 

ESTOU TENTANDO SALVAR UMA MATÉRIA NA FACULDADE CUJA PROVA NA SEXTA-FEIRA EXIGIRÁ MUITAS LEITURAS QUE NÃO FIZ DURANTE AS CAMPANHAS SALARIAL E ELEITORAL DAS ÚLTIMAS SEMANAS.

Banqueiros seguem com sua meta de extinguir os direitos bancários e contam até com administrações petistas para isso


CORRESPONDENTES BANCÁRIOS

segunda-feira, 15 de novembro de 2010 18:27


Mercado Municipal de São Bernardo terá correspondente bancário da CEF

Do Diário do Grande ABC

Como parte do processo de revitalização do Mercado Municipal Hélio Masini, no Bairro Rudge Ramos, a Prefeitura de São Bernardo do Campo inaugura amanhã, às 10h, com a presença do prefeito Luiz Marinho, um correspondente bancário da Caixa Econômica Federal (CEF) no local. O endereço ganhará ainda três caixas eletrônicos, entre os quais da própria CEF e do Banco do Brasil. Outras bandeiras também estão sendo analisadas.

A unidade será implantada no mezanino do mercado e faz parte das comemorações do 42º aniversário do estabelecimento, fundado no dia 10 de novembro de 1968. Neste espaço também será incorporada em breve uma Praça de Alimentação.

Para o diretor de Comércio e Serviços da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sdet), Valter Moura Júnior, a chegada desse posto ao mercado vai facilitar o dia a dia tanto dos comerciantes quanto dos consumidores. "O correspondente oferecerá diversos serviços bancários, entre os quais pagamento de contas, saques, depósitos e transferências, entre outros, mas em menor escala. Esse atendimento será muito importante devido ao perfil do consumidor do mercado, que na maioria das vezes prefere pagar suas contas com dinheiro ao invés de usar o cartão. Além disso, os comerciantes terão mais comodidade para efetuar suas operações", cita Valter Moura Júnior.

COMENTÁRIO: ISSO VAI SER UMA BELEZA PARA OS ASSALTANTES, POIS UMA DAS MARAVILHAS DO CORRESPONDENTE BANCÁRIO É LIVRAR A CARA DOS BANQUEIROS COM RELAÇÃO AOS CUSTOS NORMAIS DE OPERAÇÃO E A NÃO EXIGÊNCIA DE SEGURANÇA BANCÁRIA PARA PROTEGER OS TRABALHADORES, CLIENTES E USUÁRIOS.

História - No dia 10 de novembro de 1968, inaugurava-se o Mercado Municipal de Rudge Ramos, que, atualmente, leva o nome de Mercado Municipal Hélio Masini. Localizado no bairro de Rudge Ramos, é um dos pontos comerciais mais tradicionais da cidade e oferece a oportunidade de encontrar em um só local uma infinidade de artigos.

Único mercado da região do Grande ABC que resistiu ao tempo, o estabelecimento registra em torno de mil visitantes por dia de semana e quase o dobro nos finais de semana. Com 65 estabelecimentos, entre lojas de roupas, sapatos e lanchonetes, além dos tradicionais estandes de frutas e especiarias, o empreendimento funciona de segunda a sábado, das 8h às 18h. O Mercado Municipal fica na Avenida Caminho do Mar, 3.344, no Rudge Ramos.

A administração do prédio é da Prefeitura e conta com a parceria da Associação dos Lojistas para manter a ordem e a limpeza, proporcionando aos usuários segurança e bem-estar.

COMENTÁRIO: SE NÃO CONSEGUIRMOS BARRAR ESSA SANHA DE PRECARIZAR E TERCEIRIZAR O TRABALHO BANCÁRIO, NÓS SEREMOS EXTINTOS ENQUANTO CATEGORIA ORGANIZADA COM DIREITOS COLETIVOS HÁ DÉCADAS.

8.11.10

Agenda sindical da semana de 8 a 12 de novembro/2010



SEGUNDA-FEIRA

Dia de trabalho na regional Paulista na parte da tarde. Estive no prédio da Super e na posse dos funcionários novos do BB.


TERÇA-FEIRA

Pela manhã, na Contraf-CUT.

OLT = fiz Folha Bancária na ag. Rio Pequeno


QUARTA-FEIRA

OLT = visitei as agências Vieira de Carvalho e 7 de Abril e conversei com os colegas do banco.

Plenária na Regional Norte: estivemos na Marambaia conversando com dezenas de colegas sobre questões do BB de incorporação do BNC (Eu, Paulo, Claudio Luis, Helena e Ana Carolina do Dieese).


QUINTA-FEIRA

Dia de trabalho na secretaria de formação da Contraf-CUT em SP.


SEXTA-FEIRA

Dia de trabalho em SP. Na parte da tarde estive em reunião do Coletivo BB no Sindicato.

6.11.10

Artigo: Plínio de Arruda Sampaio, líder do PSOL, não acredita na educação e na formação e prefere a repressão e a violência!



Opinião

Como secretário de formação sindical e militante de esquerda discordo completamente da opinião do líder do PSOL em relação às suas posições favoráveis à repressão para "unificar" a esquerda e o povo.


Plínio, do PSOL, afirma o seguinte:

"No Serra, temos a repressão, em Lula a cooptação. Entre a repressão e a cooptação, acho mais favorável a repressão, que aliás já enfrentei. Mas é melhor porque a repressão unifica, as pessoas se unem, vão para as ruas. Hoje não tem ninguém na rua, é uma geleia geral. Para a esquerda, é preferível um regime repressivo que cooptador." (Em entrevista ao Jornal do Brasil de 3 de nov/2010)

COMENTÁRIO:

Sinceramente, eu até compreendo as alianças táticas com partidos mais liberais e conservadores nos momentos de construir coligações para disputar eleições e pleitos que possibilitem mudanças que favoreçam a classe trabalhadora em processos democráticos - aliás, como ocorreu em vários países latino-americanos para combater a repressão das ditaduras militares.

Agora, pregar o contrário, que é melhor a repressão para unificar, é de uma "liberdade expressiva" perigosa e diria até incentivadora para aqueles grupos da elite e de direita que já não costumam prezar e respeitar os direitos humanos de pobres, negros, nordestinos, mulheres, imigrantes, ciganos etc, ou seja, o diferente, o diverso, a alteridade.

Não à toa que, em geral, nunca me identifiquei com esses "pseudoesquerdistas e revolucionários" que pregam teorias que na vida prática nunca pensam nas pessoas envolvidas com as situações de vida reais e objetivas.

Mas, quero fazer o debate nos espaços em que milito - movimento sindical - e junto aos trabalhadores que represento, sobre esta postura do PSOL, de preferir a repressão aos movimentos populares e sociais.

UMA PESSOA E UM PARTIDO QUE DEFENDEM A REPRESSÃO À COOPTAÇÃO, SIMPLESMENTE NÃO ACREDITAM E NÃO DEFENDEM A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO LIBERTADORA.

Acho lamentável essa opinião do Plínio de Arruda Sampaio do PSOL.


A pergunta que quero fazer é para as pessoas que eventualmente votaram no PSOL, se concordam com esse tipo de bandeira. Concordam?

William Mendes

3.11.10

Já passou da hora de barrarmos essa excrescência do correspondente bancário, que virou precarização do trabalho bancário


Regra de correspondente em revisão

Valor 01/11/2010 - Adriana Cotias

A oferta de crédito por meio da rede de correspondentes bancários, representada por uma malha de cerca de 160 mil estabelecimentos comerciais, entre farmácias, supermercados, lotéricas e agências dos Correios, está emperrada. Os bancos estão às voltas com questões bem específicas acerca do tema e têm discutido com o Banco Central (BC) mudanças no marco legal para sair dessa encruzilhada.

O principal dilema enfrentado pelos comerciantes que atuam como correspondentes é o risco trabalhista, com ex-empregados acionando as empresas na Justiça e pedindo equiparação de benefícios de bancários, conta o diretor setorial de correspondente bancário da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Frederico Guilherme Fernandes de Queiroz Filho. Em decisões de primeira instância, há resultados favoráveis ao trabalhador. "Quando o correspondente só recebe contas é mais fácil de defender, porque, a rigor, qualquer estabelecimento pode se credenciar junto às concessionárias de serviços públicos para esse tipo de serviço, mas o crédito acentua essas questões, os papéis precisam ficar mais claros."

A resolução nº 3.110, do Conselho Monetário Nacional (CMN), de julho de 2003, prevê que as empresas contratadas pelos bancos como correspondentes recepcionem e encaminhem propostas de empréstimos e financiamento e até façam a análise do cadastro. Mas o processo não se encerra ali, é o banco que vai efetivamente aprovar a operação, afirma Queiroz Filho. "O que caracteriza o trabalho da instituição financeira é a captação e a aplicação de recursos, o funcionário de um correspondente não está fazendo isso."

O recebimento de contas e o pagamento de benefícios representam 80% das transações que passam pelos correspondentes bancários. É pouco para uma malha de 160 mil pontos de atendimento, infraestrutura construída na última década baseada em alta tecnologia e que supera em larga medida as 20 mil agências bancárias tradicionais.

Outro problema que tem batido às portas do modelo correspondente atual são alguns projetos de leis municipais que têm requerido a adoção de medidas de segurança nos correspondentes, similares às de uma agência bancária: portas giratórias, câmeras e vigilância. São itens onerosos para ser bancados pelos correspondentes e, se esse custo couber aos bancos, não há incentivo econômico para se expandir a rede por essa via, diz Queiroz Filho.

Segundo o executivo, também da área de canais do Banco do Brasil, o BC é sensível às preocupações das instituições financeiras. Tanto que, diz ele, no início do ano, ao elaborar seu planejamento, introduziu a questão da "promoção da inclusão financeira" em seus objetivos estratégicos, a serem cumpridos de 2010 a 2014. Em abril, foi instituída uma equipe no Departamento de Normas do Sistema Financeiro (Denor), especialmente para tratar do assunto. Procurado, porém, o BC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não se manifestaria.

A percepção é que da forma como foi consolidado o marco legal dos correspondentes, em 2003, para nortear a prestação de serviços financeiros fora da agência bancária tradicional - quando o mercado tinha 25% do tamanho que tem hoje -, ele não dará conta de assegurar crédito aos mais pobres e motivar essa rede a fazer mais do que simplesmente receber contas. Segundo diagnóstico do Centro de Estudos em Microfinanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o próximo presidente terá que mexer na regulação para que ela contemple a diversidade de correspondentes existentes no país, defina responsabilidades e inclua indicadores de desempenho social como forma de medir a eficácia desses agentes como indutores de desenvolvimento econômico.

Um dos problemas potenciais associado ao uso do canal de forma mais intensa para distribuir crédito é o endividamento excessivo das famílias, caso a oferta não seja feita de forma ordenada e casada com programas de educação financeira, aponta o professor de finanças Lauro Gonzales, coordenador da área de microfinanças da FGV. "Pessoas vão ser contratadas para divulgar o crédito, mas como ficam definidas as responsabilidades e os direitos de defesa do consumidor num cenário de grande expansão junto a uma população pouco habituada a usar o crédito?"

Para o pesquisador, não dá para tratar de maneira igual um banco comunitário como o Palmas, em Fortaleza, uma instituição notadamente voltada para o desenvolvimento local, e um correspondente situado numa região de alto poder aquisitivo, instalado, por exemplo, na rua Sete de Abril, centro de São Paulo, com o objetivo de desafogar o fluxo das agências do entorno. "Num momento de ascensão social, em que a população vai demandar produtos financeiros mais sofisticados, faz sentido usar esse canal. Mas o marco legal precisa contemplar os segmentos diferentes, porque os riscos são diferentes também.

COMENTÁRIO:

VAMOS DISCUTIR O TEMA NO MOVIMENTO SINDICAL E PENSAR AS FORMAS DE BARRAR ESSA PRECARIZAÇÃO FRAUDULENTA DOS DIREITOS DOS BANCÁRIOS NO BRASIL.

Agenda sindical da semana de 1o a 5 de novembro/2010


SEGUNDA-FEIRA

Folga


TERÇA-FEIRA

Feriado Nacional - Finados


QUARTA-FEIRA

Dia de trabalho na Contraf-CUT na parte da tarde


QUINTA-FEIRA

Dia de trabalho na Contraf-CUT - Executiva


SEXTA-FEIRA

Dia de trabalho em SP.

Reunião do coletivo de diretores do BB no Sindicato à tarde.

1.11.10

Artigo: Brasil elege sua primeira mulher presidente - Dilma Rousseff - Do Partido dos Trabalhadores




Viva o Brasil! Viva a classe trabalhadora!

Camaradas de lutas, aumentou muito a nossa missão em organizar os sindicatos e o movimento social para disputar o governo de composição Dilma Rousseff (PT) com Michel Temer (PMDB) e demais aliados bastante heterogêneos.

Como sindicalista que sou (estou), digo que temos que ter mais pressão de base sindical e política, desde já!

Lutar todos os dias nos próximos anos é o que proponho!

Companheiro(a)s, temos que politizar jovens estudantes e trabalhadores da nova "classe média".

Somos fortes, somos CUT!

Convoco a todo(a)s pra luta!

William, secretário de formação da Contraf-CUT e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região