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16.9.15

VIII Conferência de Saúde da Cassi CE





Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana, dentro de nossa agenda de atividades do mandato da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, teremos a satisfação de participar de mais uma Conferência de Saúde, agora no estado do Ceará, para abordar o tema da sustentabilidade de nossa entidade e renovar o Conselho de Usuários, essa importante representação dos associados e participantes da Cassi.

Esta será minha 21ª participação em Conferências de Saúde da Cassi nos Estados brasileiros, depois que começamos o mandato há 15 meses.

Agradecemos já de antemão o apoio das entidades representativas do funcionalismo como o Sindicato dos Bancários do Ceará, a Anabb e a AABB pelo apoio na realização do evento, bem como ao trabalho sempre comprometido dos funcionários da Cassi.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

13.9.15

Agenda Diretor de Saúde da Cassi - RS, DF, CE



(atualizada domingo 20, às 22:10h)


Reunião com diretoria do Sindicato e
delegad@s sindicais no Ceará.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

A nossa semana de gestão e luta será intensa e do jeito que temos preferência. Iremos visitar bases sociais da Cassi.

Além das agendas fora de Brasília - no RS e CE, teremos reuniões de gestão da Cassi e faremos o 15º Boletim dos Eleitos Prestando Contas Cassi, com assuntos de saúde e da Caixa de Assistência.


SEGUNDA 14 (RS)

Dia de trabalho na Unidade Cassi RS. Teremos compromissos de gestão e reuniões com as lideranças da comunidade do funcionalismo BB. Sairemos de madrugada de Brasília e voltaremos ao final da noite. Ainda terei que ler a pauta da executiva.

Post Scriptum (16:35h):

Estivemos hoje na Unidade Cassi RS, onde demos posse ao novo gestor da unidade. Quando chegamos eleitos à Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, decidimos fazer processo seletivo aberto a todos os interessados (funcionários BB, Cassi e mercado) e com oportunidades iguais. A Cassi começa a receber os novos gestores de unidades após esse processo. (Na semana passada demos posse ao gestor da Unidade Cassi GO)

Fizemos uma excelente reunião com o Conselho de Usuários do RS. Abordamos a questão das negociações atuais sobre a Cassi, as propostas colocadas para buscar solução para o déficit do Plano de Associados, do modelo assistencial de Atenção Integral à Saúde, e da nossa defesa da participação social em nossa Caixa de Assistência.

Belo início de semana falando com mais de 40 lideranças do funcionalismo.

Vamos voar para Brasília e estudar a pauta da reunião executiva de amanhã.

Post Scriptum II (23:05h):

Então, cheguei por volta de 22h em Brasília. A missão do dia ainda seria ler a pauta da reunião de diretoria desta terça. Mas para um dia que começou às 4 horas da manhã, e já se passaram 19 horas... estou tentando ler as 32 súmulas, mas não dá não (esgotei). Vamos desligar e seguir amanhã cedo.


TERÇA 15 (DF)

Dia de reunião semanal da Diretoria Executiva da Cassi e confecção do boletim dos eleitos.

Post Scriptum (20:10h):

Reunião da Diretoria Executiva foi na parte da tarde e só acabou às 20h. Foram longos debates. Ainda tenho que finalizar até amanhã produção do boletim dos eleitos...


QUARTA 16 (DF)

Dia de trabalho na Cassi DF e reunião externa sobre a nossa Caixa de Assistência. Confecção do boletim dos eleitos.

Post Scriptum (01:15h de quinta 17)

A quarta-feira foi de longa jornada para o diretor. Na parte da manhã, confecção do texto do boletim dos eleitos. Após o almoço, agenda externa para tratar de interesses da Cassi. Após às 20 horas, leitura de súmula sobre orçamento, proposta pelos indicados do Banco, para reunião executiva extraordinária da quinta-feira, cedo. Estou finalizando os trabalhos após umas 17 horas de jornada em defesa da nossa Caixa de Assistência.


QUINTA 17 (DF e CE)


Provável reunião da Diretoria pela manhã e viagem à tarde para Fortaleza (CE) onde realizaremos a Conferência de Saúde da Cassi.

A agenda da Conferência tem o apoio logístico e financeiro das entidades representativas Anabb e Sindicato, para as quais já adianto nosso profundo agradecimento pela parceria.

Post Scriptum (23:15h):

A manhã de trabalho foi em Brasília. Tivemos debates sobre a questão da sustentabilidade e do orçamento da entidade em reunião de Diretoria Executiva.

Saí correndo para embarcar para Fortaleza. À tarde, após chegar ao Ceará, passei horas trabalhando no hotel, tratando da questão dos votos e deliberações da executiva realizada pela manhã. Acertei a agenda política de sexta e encerro os trabalhos da noite.


SEXTA 18 (CE)

Conferência de Saúde da Cassi CE.

Post Scriptum (23:35h):

Estou no Aeroporto em Fortaleza. Finalizamos a agenda de compromissos com os associados da Cassi no Ceará. 

O dia começou bem cedo (8:30h) e tivemos a companhia em nosso dia de trabalho da nossa gerente da Unidade Cassi CE, Andrea, e do nosso Conselheiro Fiscal eleito e diretor do Sindicato, companheiro José Eduardo Marinho. Visitamos a Superintendência do BB, depois participamos da reunião dos delegad@s sindicais no Sindicato, almoçamos com alguns gestores e funcionários da Cassi CE. Na parte da tarde, fizemos reunião com o Conselho de Usuários da Cassi CE e, por fim, realizamos a Conferência de Saúde com casa cheia, 156 pessoas.

Ainda tivemos um tempinho depois das 20h para ver o final da apresentação do Paulo Henrique Amorim na Assembleia Legislativa do CE, em lançamento de seu livro "O Quarto Poder".

Agradecemos muito aos funcionários da Cassi CE, ao nosso pessoal da Sede em Brasília, que muito tem trabalhado para o sucesso de nossas Conferências. Ao Sindicato, à Anabb, AABB CE e tod@s que contribuíram para o sucesso da Conferência. Semana foi de muito trabalho, transpiração e contato com as bases que representamos. Falei com mais de 200 bancários e bancárias.

Temos uma longa noite de viagens. Vou embarcar 2:26h para Piauí e depois para Brasília e no sábado chegarei para descansar em casa.

Missões cumpridas!


Post Scriptum II (domingo, 22h):

Acabei chegando às 8h da manhã e, só então, terminou minha semana de trabalho.


OPINIÃO POLÍTICA DA SEMANA

A agenda política do País é séria porque a direita fascista e os partidos de oposição ao governo federal seguem na construção de um golpe contra a democracia brasileira. Isso me preocupa muito porque sou representante eleito pelos trabalhadores e sei o quanto a agenda dos golpistas vai destruir as conquistas auferidas pela classe trabalhadora após os governos de Lula e Dilma, do PT.

No entanto, meu dever é dedicar a totalidade de minhas energias e jornada de luta em defesa da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, porque a Cassi, da mesma forma que o setor de saúde como um todo, passa por uma crise de desequilíbrio em seu Plano de Associados, o dos funcionários, e tenho lutado e contribuído ininterruptamente desde que cheguei eleito em 2014 para termos uma agenda unitária das entidades representativas, com mobilização, para conseguirmos uma boa solução junto ao patrocinador Banco do Brasil.

Seguimos firmes e vamos para mais uma semana.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

11.9.15

Negociação no BB tensiona no debate sobre os quinze minutos das mulheres


(matéria da Contraf-CUT)


Bancários buscam resolver pendências e avançar
nas cláusulas específicas. Foto: Guina

A continuação da negociação das cláusulas específicas com o Banco do Brasil, na sede do Banco, nesta sexta-feira (11), em Brasília, foi marcada por tensionamento quanto aos quinze minutos de intervalo das mulheres antes da jornada extraordinária.

A decisão do BB de permanecer com o intervalo no Distrito Federal, Pará e Amapá causou grande descontentamento das bancárias, uma vez que o Banco não informou se vai pagar para as bancárias o valor devido dos intervalos não realizados.

Os funcionários insistiram que o banco tomou um decisão no meio de um processo de negociação e, ainda, no seu comunicado tentou jogar as trabalhadoras contra as suas representações sindicais. 

Os representantes dos funcionários argumentaram que durante a vigência do intervalo, em muitos locais de trabalho as mulheres não obedeceram ao descanso legal devido às condições de trabalho. 

"Para muitas bancárias era impossível parar um atendimento ao cliente ou parar a fila do caixa. Mesmo em setores internos não foi dado condições para obedecer ao intervalo legal" argumenta o Coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento.

Foi cobrado do BB que se pague esse passivo, uma vez que não se trata apenas de um intervalo de quinze minutos, mas de hora extra feita e não paga. Os funcionários reivindicaram que o banco apure os pontos eletrônicos e estabeleça o pagamento às mulheres.

Foi acertada uma reunião para a próxima terça-feira com o BB, onde será negociada a situação das praças com problemas e também uma resposta do BB quanto ao pagamento das horas devidas.


Ausências autorizadas

Foi debatido e solicitado ao Banco a ampliação das ausências autorizadas e da regulamentação para a ausência para consulta para tratamento médico/odontológico. 

É reivindicação dos funcionários que haja uma regulamentação sobre o abono das horas de consulta. Desde que a Diretoria de Pessoas passou a proibir o abono das horas de consultas, tem havido transtorno em vários locais e a permissão de ausência fica a cargo de cada gestor.

Foi dado destaque neste item à ampliação da LAPEF sem descontar nos abonos e ampliação do PAS adiantamento, com a permissão de uso pelos funcionários de bancos incorporados.


Previdência Complementar


Foi mais uma vez solicitado que a administração dos planos dos funcionários de bancos incorporados seja feita pela Previ e que seja da opção de adesão imediata ao Previ Futuro para incorporados sem plano de previdência. 

Os funcionários destacaram as reivindicações de volta da consulta ao Corpo Social e a implantação de um teto de benefícios na Previ. Foi debatido e cobrado do BB a instituição de novo benefício de previdência opcional, com base na PLR, com contribuição patronal e pessoal e a alteração dos parâmetros da parte 2b do Previ Futuro de forma a permitir o aumento do percentual de contribuição patronal e pessoal.

Foi destacado também a reivindicação do resgate da parte patronal no Previ Futuro nos casos de desligamentos, uma reivindicação antiga e já permitido no plano 1 da Previ.


Vale transporte

Os funcionários cobraram do Banco o pagamento do vale transporte intermunicipal, pois muitos funcionários não obtém o benefício devido à problemas na empresa concessionária, por não ter catraca ou serviço de vale-transporte. Os funcionários ficam prejudicados pois precisam se deslocar às próprias custas para trabalhar em cidades vizinhas e até mesmo dentro de regiões metropolitanas.


Folgas

Foi feito um amplo debate sobre a regulamentação da concessão de folgas no acordo coletivo e também sobre as folgas da justiça eleitoral.

Devido ao acordo com o Ministério Público do Trabalho, as folgas da justiça eleitoral não poderão mais constar do acordo com a opção de conversão em espécie, mesmo que (seja) uma parcela do estoque.

Os funcionários cobraram do BB que seja definido em acordo um prazo para concessão de folgas, para evitar que novamente a Dipes venha pressionar os funcionários para utilização de folgas, inclusive com ameaça de inquéritos administrativos indevidos.

O Banco assumiu o compromisso de apresentar uma nova redação à cláusula das folgas ainda durante o processo de negociação.


Vale Cultura

Foi reivindicada ampliação do vale-cultura para todos os funcionários, independente da faixa salarial.


Avanços no PSO


O BB apresentou algumas propostas debatidas nas mesas sobre PSO e que serão implementadas até 31/08/2016:

a) disponibilização da Trilha de capacitação invertida para que os funcionários do PSO possam fazer cursos da Rede Varejo e vice-versa

b) implementação da adição cruzada (movimentação transitória) entre escriturários de Agência e PSO

Para Wagner Nascimento, foi feito um amplo debate sobre a questão dos quinze minutos das mulheres, mas ainda falta o compromisso do BB em pagar as horas extras feitas gratuitamente pelas bancárias: "Não adianta o BB querer cumprir somente parte do que recomenda a lei. Se houve intervalo não obedecido, precisa ser quitado. Além disso, é necessária uma negociação de fato sobre essa questão. Por isso, insistimos na negociação sobre esse tema." afirma.

Para o dirigente os avanços informados pelo Banco quanto aos abonos das grávidas e no PSO são importantes: "Embora ainda muito tímido em relação à nossa pauta, mas entendemos que todo avanço na perspectiva de carreira e nas condições de trabalho é conquista para os trabalhadores." destaca.


Fonte: Contraf-CUT

8.9.15

Cassi - Os princípios da Caixa de Assistência


Desde que chegamos à gestão da Cassi - uma entidade de saúde no modelo de autogestão compartilhada, eleitos pelo patrocinador Corpo Social, eu me pauto pelo programa e propostas que fizemos aos nossos associados e por princípios que me norteiam como cidadão e como dirigente eleito por trabalhadores. Neste Blog, sempre abordamos o que defendemos para o fortalecimento da Cassi e para manutenção e ampliação dos direitos em saúde de nossos associados.

A Cassi também tem princípios estabelecidos por suas governanças e representações, tanto eleitas como indicadas pelo patrocinador Banco do Brasil ao longo do tempo. Cito abaixo estes princípios, retirados do site da própria Caixa de Assistência. Não sei, mas às vezes me parece que algumas pessoas nunca leram essas diretrizes da entidade. Informações como essas são públicas e agregam conhecimento ao conjunto dos envolvidos na vida de nossa Caixa de Assistência.


A nossa entidade e todos os seus associados, gestores e funcionários devem se pautar pelos princípios abaixo e tê-los como referência no cumprimento de nossas tarefas diárias para fortalecer a Cassi.


Princípios

Solidariedade


- Pautamos nossas ações por meio de uma relação de responsabilidade, interesse e apoio mútuos.

Ética e transparência


- Trabalhamos com integridade, profissionalismo e transparência, apoiando nossas ações na honestidade.

Legalidade


- Atuamos com respeito à legislação vigente e aos normativos internos.

Eficiência, eficácia e efetividade


- Buscamos a excelência dos processos e dos sistemas, respondendo de forma tempestiva e adequada às exigências e necessidades internas e externas, visando buscar a perenidade da Instituição.

Inovação e Empreendedorismo


- Agimos de forma estratégica e inovadora e aproveitamos oportunidades para nos antecipar às mudanças e tendências do mercado de saúde.

Equidade


- Reconhecemos as diferentes necessidades e respeitamos a igualdade de direitos, observando-se a realidade e contextos específicos.

Gestão participativa


- Planejamos e executamos ações de forma participativa, integrada e competente para garantir a realização dos objetivos da Instituição.

Valorização da vida


- Não participamos de atividades e negócios que atentem contra a saúde e a vida.

Valorização dos colaboradores


- Contribuímos continuamente para um ambiente propício à motivação e desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores.

Responsabilidade socioambiental


- Atuamos respeitando o meio ambiente, o homem e a comunidade (sociedade).

Excelência no relacionamento


- Trabalhamos permanentemente orientados para atender e superar as expectativas dos nossos clientes e colaboradores.

Visão integral e sistêmica do ser humano


- Procuramos entender as pessoas e suas motivações, observando o contexto bio-psico-social em que estão inseridas.



Fonte: Site da Cassi

Diretoria de Saúde da Cassi - Agenda de gestão



(atualizado às 20:41h de quinta, 31/05/17)


Diretor de Saúde participando do 26º Congresso
Nacional dos Funcionários do BB, em junho.


Olá companheir@s, amigos e colegas do Banco do Brasil,


SEGUNDA 7/09

Feriado


TERÇA 8/09

A semana de trabalho começou nesta terça-feira com reunião semanal da Diretoria Executiva. Leitura da pauta entre ontem à noite e hoje pela manhã, durante o voo vindo de São Paulo para Brasília. 

Fui e voltei a SP convidado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região para debater e defender os projetos para fortalecer a Cassi. Agradeço ao Sindicato pelo apoio logístico.

Ainda nesta terça, tenho vários textos longos e documentos para confeccionar. Vamos longe nos trabalhos.

Post Scriptum (00:41h de quarta):

Saí da Cassi depois das 21h e ainda precisei estudar uns documentos em casa. Parei por volta de meia-noite.


QUARTA 9/09

Nesta quarta-feira pela manhã teremos reunião de gestores da Diretoria da qual sou o responsável. Ainda na noite de quarta, embarco para Rio Branco - Acre, para a Conferência de Saúde e agenda política em defesa da Caixa de Assistência.

Viajo para cumprir agendas da Diretoria de Saúde com apoio logístico da Anabb, para a qual agradeço a parceria fortalecendo as representações do Corpo Social na Cassi.

Post Scriptum (22:52h):

Dia de muito trabalho desde cedo. Fizemos boa reunião estratégica com as nossas gerências na Sede da Cassi. Depois do almoço, leitura de súmulas e confecção de documentos. Ainda tive vários contatos com lideranças do funcionalismo.

Estamos embarcando agora para Rio Branco. Vamos chegar de madrugada e amanhã teremos um bom dia de trabalho pela nossa Caixa de Assistência. Voando!


QUINTA 10/09

V Conferência de Saúde da Cassi AC, com o tema "Sustentabilidade da Cassi" e agenda de visitas e conversas com as lideranças da comunidade Banco do Brasil.

Post Scriptum (2:28h de 11/9):

Agenda /cumprida/: nos dois sentidos, comprida no sentido de longa e cumprida no sentido de realizada. Tivemos compromissos em Rio Branco desde às 8:30h da manhã de quinta até o fim da Conferência lá pelas 21 horas.

Tivemos reunião na Cassi com os funcionários, depois visitamos o Sindicato dos Bancários e visitamos a Superintendência do BB. Após o almoço, nova reunião de trabalho na Cassi e reunião com o Conselho de Usuários. Por fim, a Conferência com participação de grande público.

Deixo agradecimento a tod@s que contribuíram com a realização dos eventos desse dia todo voltado para fortalecer a Cassi. Vamos correr para o aeroporto porque vamos voar a noite toda.


SEXTA 11/9

Volta do Acre. Viajarei durante a madrugada e retorno a Brasília pela manhã.

Post Scriptum (8:31h):

Gente, pensa o que é ler e liberar duas súmulas com um baita sono depois da madrugada toda em voo... pronto, liberadas. Agora eu preciso dormir...

Post Scriptum II (19:00h):

Depois de dormir algumas horas após viajar durante a madrugada, liberei mais algumas súmulas de minha responsabilidade depois do almoço. Finalizo a semana de trabalho. Foi produtiva e estou cansado, mas com sensação de dever cumprido.


AGENDA DE NEGOCIAÇÕES CONTRAF-CUT E BB

Na próxima quinta 10 e sexta 11 a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB tem mesas específicas da Campanha Nacional dos Bancários com o a Direção do Banco.

Na semana seguinte haverá nova mesa com o Banco no dia 18/09, sexta-feira.

Atualizaremos nossa agenda de trabalho ao final dos dias.


William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


(matéria da V Conferência de Saúde realizada em set/2015)

V Conferência de Saúde do Acre, em Rio Branco


Conferência de Saúde em 2015.

A Unidade Acre e o Conselho de Usuários do estado promoveram, no dia 10 de setembro, a V Conferência de Saúde com o tema “Sustentabilidade da CASSI”.

O evento reuniu 79 participantes no Auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre – FAEAC, dos quais, o expressivo número de 63 funcionários da ativa do Banco do Brasil. Estiveram presentes, também, representantes de entidades ligadas ao funcionalismo.

O diretor de Saúde e Rede de Atendimento da CASSI, William Mendes, palestrante do evento, falou sobre a “Sustentabilidade da CASSI”, no qual explanou sobre o atual cenário da Caixa de Assistência. Salientou a missão da CASSI de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde de seus participantes e ressaltou a importância da participação social e da comunicação. “Informação e um plenário maravilhoso é muito importante, como este aqui no Acre, tão participativo, com tanta gente, tanto envolvimento, isso é muito rico”.

O superintendente do BB no estado, Antonio Carlos Soares, destacou o encontro como extremamente produtivo e tempestivo, dada a importância de debater a situação da CASSI no âmbito local e permitir que as pessoas possam elucidar suas dúvidas.

A gerente da Unidade, Cláudia Rocha, falou sobre o modelo de atenção integral e a necessidade de adoção de boas práticas para a sustentabilidade da CASSI. “É um momento de reflexão, de estreitarmos as parcerias e buscarmos soluções e alternativas que contribuam para o fortalecimento da nossa Caixa de Assistência”.

A coordenadora do Conselho, Júlia Matias, enfatizou a importância do encontro e do tema apresentado como uma oportunidade de aproximação do funcionalismo, para que ele se sinta responsável e pertencente a nossa Caixa de Assistência, que tem prestado um atendimento de qualidade e cuidado da saúde dos funcionários e familiares do BB.

Ao final do Evento, os novos representantes do Conselho de Usuários para o biênio 2015-2017, foram empossados.



Fonte: Cassi

4.9.15

Negociação na Cassi aponta algumas soluções de caráter emergencial



Mesa com BB debate Cassi. Foto: Jailton.

Em negociação com o Banco do Brasil nesta sexta-feira (4), em São Paulo, as entidades de representação dos funcionários da ativa e aposentados voltaram a discutir propostas de caráter emergencial que possam ter impacto no fechamento das contas da Cassi em 2015.

O BB apresentou dados sobre recursos que poderiam ser repassados, provenientes de acertos do PAS - Programa de Assistência Social, que seriam devidos pelo Banco à Cassi. A Diretoria da Cassi havia montado um grupo de trabalho para apurar os dados e levantar documentos com este objetivo.

Também foi informado de recursos que entrariam na Cassi provenientes de recolhimento de contribuições sobre benefícios do INSS, que não estavam no convênio e outros recursos que estão sendo apurados dentro da própria Cassi.

Segundo o Banco, estas medidas, juntamente com outras que já vêm sendo discutidas na Cassi, reforçarão o caixa da entidade, de forma a não consumir a totalidade das reservas livres nos próximos quatro meses.

Respostas negativas 

O Banco apresentou resposta negativa quanto à proposta de contribuição sobre valor a ser distribuído da PLR, antes do repasse aos funcionários. Foi alegado que poderia fazer somente depois de individualizada a distribuição. Diante disso, os representantes dos
funcionários solicitaram que houvesse também a contribuição patronal.

O Banco afirmou que não fará neste momento nenhuma antecipação de contribuição, como foi sugerido na negociação, da parte patronal sobre o 13º salário de novembro de 2015.

As propostas de contribuições para a Cassi sobre acordos judiciais, acordos de CCP e CCV, inclusive a parte patronal, foi negada veementemente pelo Banco, alegando risco jurídico e impactos em futuras discussões sobre a integralização de benefícios de aposentadoria. 

Os representantes dos funcionários questionaram as justificativas do Banco, uma vez que não têm acontecido decisões judiciais neste sentido. Seria tão somente a negativa do BB em não contribuir com a parte patronal sobre os acordos.


Novas propostas


Considerando as dificuldades colocadas pelo Banco na proposta de contribuição sobre a PLR, foi proposto que houvesse então uma contribuição sobre o lucro líquido do BB, conforme consta na minuta de reivindicações dos funcionários. 

O Banco falou que a proposta é inviável, por ter impacto muito alto na contabilização do valor no balanço do BB, devido à resolução da CVM - Comissão de Valores Mobiliários. Os funcionários questionam as justificativas do Banco, uma vez que se trata de contribuição que não impacta nas contribuições futuras do BB à Cassi.

As entidades cobraram do Banco que faça a antecipação das futuras contribuições sobre o saldo do BET - Benefício Especial Temporário - para reforçar um pouco mais o caixa da Cassi até o final do ano, de forma a evitar situações que envolvam falta de atendimento em alguns locais.

Esta antecipação de contribuição sobre o saldo do BET não onera em nada os funcionários, uma vez que os valores já seriam descontados quando os funcionários se aposentarem.

Os representantes dos funcionários apresentaram uma lista de remunerações pagas pelo Banco que não têm nenhuma contribuição para a Cassi, como os bônus dos executivos, o PDG e as indenizações do PAET. O Banco afirma que tem dificuldade na proposta, que valores seriam muito pequenos, mas que vai fazer a análise.


Proposta apresentada pelos funcionários

Os representantes dos funcionários reafirmam a proposta apresentada ao Banco do Brasil pelos representantes dos eleitos pelo Corpo Social na Cassi, referendada pela Comissão Negociadora das entidades e pelos trabalhadores no 26º Congresso Nacional dos Funcionários do BB:

- dois aportes, de 300 milhões de reais, sendo um em 2015 e outro em 2016, para cobertura dos déficits até início do projeto piloto de ampliação da Estratégia Saúde da Família e implantação das medidas estruturantes;

- aporte extraordinário de 150 milhões para implantação do projeto piloto.

Para Wagner Nascimento, coordenador da mesa de negociações, foi importante ter encontrado algumas soluções emergenciais, mas o número de negativas do BB ainda é muito grande "O Banco teima em querer usar a resolução da CVM para justificar tudo. Percebemos que temos disposição de apresentar e debater propostas, mas o Banco não quer pôr a mão no bolso, nem para questões emergenciais", afirma.

A mesa de negociação especifica que discute a sustentabilidade da Cassi terá continuidade em uma nova reunião, que deve ser agendada nos próximos dias. 


Fonte: Contraf-CUT



COMENTÁRIO DO BLOG:

Tivemos hoje mais uma mesa das entidades representativas do funcionalismo com o Banco. É importante destacar a unidade de tod@s do nosso lado nas discussões com o patrão/patrocinador. 

Ademais de questões emergenciais para as reservas do Plano de Associados, é na mobilização dos trabalhadores nesta campanha nacional que teremos correlação de forças para cobrar do Banco do Brasil os aportes necessários para estabilizar as reservas, enquanto aprofundamos o modelo assistencial de Atenção Integral e as medidas estruturantes que melhoram a gestão. 

O Banco e o trabalho bancário adoecem hoje os trabalhadores, mais que nunca, e o BB deve e pode fazer os aportes/investimentos na Caixa de Assistência de seus trabalhadores. Aportes não têm reflexo nas exigências com pós-laboral conforme previsto na CVM 695. 

São coisas diferentes o que o Banco tem que provisionar em seu balanço com relação às suas obrigações de contribuir com 4,5% na Cassi para todos os associados do Plano (ativa e aposentados) e aportes ou investimentos na Cassi.

Vamos à luta na Campanha 2015. 


Esta é a minha opinião. 

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)

Comando cobra mais saúde e segurança, mas bancos não avançam



A próxima rodada de negociação será
sobre Igualdade de Oportunidades.

Crédito: Jaílton Garcia - Contraf-CUT

Foram dois dias de debates intensos. O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, apresentou à Fenaban vários dados e situações enfrentadas pelos bancários que comprovam a necessidade de melhorias nas condições de trabalho, mais segurança e respeito à saúde dos trabalhadores. Mas os bancos trataram as reivindicações sem o empenho que elas merecem e a segunda rodada de negociação da Campanha 2015, nesta quarta (2) e quinta-feira (3), em São Paulo, terminou sem propostas concretas para resolver os graves problemas.

Saúde


O Comando Nacional mostrou pesquisas do Dieese, com base nos dados do INSS, as quais evidenciam a relação da rotina estressante de trabalho com os adoecimentos. Os casos de transtornos mentais e comportamentais estão crescendo muito mais rapidamente na categoria bancária e já superam os adoecimentos relativos a LER/DORT. Entre janeiro e março do ano passado, 4.423 bancários foram afastados do trabalho, sendo 25,3% por lesões por esforços repetitivos e distúrbios osteomusculares e 26,1% por doenças como depressão, estresse e síndrome do pânico.

O INSS ainda não divulgou os dados do ano todo de 2014 sobre o setor, mas em 2009 foram 2.957 afastamentos por transtornos mentais e comportamentais. Já em 2013, os números saltaram para 5.042. Um crescimento de 70,5%. No mesmo período, nas outras categorias, o aumento foi de 19,4%.

"A saúde do trabalhador não pode ser negociada como um mero elemento da produção e nem podemos admitir que o trabalho adoeça as pessoas, como temos visto nos dados sobre afastamentos", disse o presidente da Contraf-CUT, Roberto Von der Osten, durante a negociação. "Saúde é um direito fundamental e os bancos precisam assegurar este direito no local de trabalho", reforçou.

Metas abusivas e assédio moral


O fim das metas abusivas e combate ao assédio moral estão entre as principais reivindicações da categoria. Os bancos reconheceram que pode haver excessos no modo de cobrança por parte de alguns gestores, mas não concordaram com a reivindicação do Comando para que as metas sejam estabelecidas com a participação dos trabalhadores, com critérios para a estipulação, levando em conta o porte da unidade, a região de localização, número de empregados e carteira de clientes.

"Os bancos continuam dizendo que as metas são expectativa de resultados e fazem parte da gestão. Mas o que vemos é uma relação direta com a avaliação de desempenho. Os bancários são pressionados para conseguir resultados, se esforçam além dos seus limites e adoecem neste ambiente de trabalho extremamente competitivo", criticou Roberto Von der Osten. 

Pressionada, a Fenaban resolveu atender algumas das reivindicações de combate ao assédio moral. Assumiu o compromisso de avaliar a possibilidade do empregado pedir transferência para outra unidade, quando for comprovadamente assediado. Assim como informar as soluções dadas aos casos de assédio moral apurados também pelos canais internos dos bancos. Os trabalhadores cobraram mais rapidez. Atualmente, os bancos têm 45 dias para este retorno, mas a Fenaban não aceitou reduzir o prazo.

"Durante este período assediador e assediado convivem no mesmo local de trabalho. Isso intensifica o quadro de depressão e de outras doenças pelo assédio. O tempo de apuração da denúncia tem que ser o menor possível", reforçou o presidente da Contraf-CUT.

Outro "não" dos bancos foi quando à reivindicação de que garantam aos empregados a participação nos exames e procedimentos previstos no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), cumprindo na integralidade as disposições da Convenção 161 da OIT, que assegura a participação dos trabalhadores nas questões que tratam da saúde laboral.

Isonomia de direitos e reabilitação


Mais um problema enfrentado pela categoria é a manutenção de direitos para os bancários afastados por acidente de trabalho e motivo de saúde. A reivindicação é que diferença entre benefício recebido do INSS e o salário seja paga pelos bancos.

Os banqueiros responderam que já há várias cláusulas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que tratam de ressarcimento de diferenças e que não querem nada de novo relativo ao tema. 

O Comando Nacional também fez duras críticas aos programas de reabilitação profissional desenvolvidos pelos bancos, cuja elaboração também não conta com a participação dos trabalhadores. São constantes as reclamações recebidas pelos sindicatos revelando que os funcionários são mal atendidos pelo gestor, ou mesmo pelo banco, no retorno ao trabalho.

"Eles consideram ingerência, mas insistimos que os sindicatos precisam acompanhar de perto esse retorno, quem são, para onde estão indo, de forma que a reinserção na rotina seja feita com respeito aos limites desse empregado adoecido, assim como achar saídas para evitar tantos adoecimentos", afirmou a vice- presidenta da Contraf-CUT e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira.

"A reivindicação dos bancários é a alteração da redação da cláusula do programa de "reabilitação" do trabalho, para "retorno" ao trabalho, já que reabilitação é uma atribuição do Estado e não pode ser executada pelas empresas, como os bancos têm feito", defendeu o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Walcir Previtale.

Mais um agravante para o movimento sindical é a revalidação que os bancos estão fazendo dos atestados médicos dos trabalhadores, colocando em xeque a idoneidade do bancário.

Diante dos problemas, a Fenaban concordou em marcar novas reuniões com os dirigentes sindicais para debater o tema de saúde, antes do encerramento da Campanha Nacional 2015.

"A data deve ser definida em breve. Nós não vamos sair desta negociação sem avanços na nossa pauta," ressaltou o presidente da Contraf-CUT. 

Segurança


Além da pressão por resultados, metas abusivas e assédio moral, os bancários também convivem com a insegurança nos locais de trabalho. Levantamento realizado pela Contraf-CUT e pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), com apoio técnico do Dieese, aponta que 66 pessoas foram assassinadas em assaltos envolvendo bancos em 2014, uma média de 5,5 vítimas fatais por mês. Os ataques a agências e caixas eletrônicos também viraram manchetes diárias nos jornais pelo País. Foram 3.150 ocorrências no ano passado, com uma média assustadora de 8,63 por dia.

O Comando Nacional cobra melhores condições de segurança para bancários, clientes e assistência às vítimas de assaltos, sequestros e extorsão, com atendimento médico e psicológico não só ao empregado, mas também à família do funcionário.

Os bancários querem que os bancos sejam obrigados a emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) sobre todos os casos de tentativa ou de assalto consumado, assim como o Boletim de Ocorrência (BO).

"O objetivo do crime é o banco, mas as vítimas são os bancários, portanto registro do BO é obrigação dos bancos. É o patrimônio do banco que o bandido quer lesar, mas é a vida das pessoas que corre risco," afirmou Gustavo Tabatinga, secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária. Mas os bancos continuaram relutantes em acatar as reivindicações.

Como medida de prevenção aos assaltos, o Comando Nacional solicita o fim da guarda das chaves por funcionários e que empresas de segurança privada sejam contratadas para o trabalho. A Fenaban também não aceitou, alegando que qualquer pessoa pode ser vítima da violência. 

O presidente da Contraf-CUT rebateu a negativa. Explicou que os bancários são escolhidos a dedo pelo crime organizado. Geralmente, estão entre os trabalhadores que possuem as chaves das agências e as senhas dos cofres e defendeu a estabilidade de emprego, mínima, de 36 meses, ao funcionário vítima de assalto, sequestro ou extorsão. 

"Nem sempre as sequelas aparecem na hora, pode incorrer numa baixa de produção ocasionada por uma depressão, por uma síndrome do pânico. Os empregados podem acabar sendo demitidos por uma ocorrência de violência bancária de muitos meses atrás," alertou Roberto von der Osten. 

Projeto-piloto


Para reduzir a violência, os bancários querem a implantação, em todo o País, dos equipamentos e medidas que fizeram do projeto-piloto de segurança. O projeto é uma conquista da Campanha 2012. Foi implantado durante um ano, entre agosto de 2013 e agosto de 2014, em Recife, Olinda e Jaboatão de Guararapes e testou a eficácia de itens que o movimento sindical julga serem necessários para garantir segurança. 

Houve a instalação, nas agências, de porta giratória com detector de metais, câmeras internas e externas, biombos em frente aos caixas, guarda-volumes e vigilantes armados e com coletes balísticos, além de cofre com dispositivo de retardo. 

Segundo dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, o número de roubo a bancos caiu pela metade (de 16 para 8) nas cidades do projeto. entre janeiro e junho de 2014, em comparação com o mesmo período de 2013. O número de arrombamentos teve uma queda de 41,8%, caindo de 110 em 2013 para 64 em 2014. Em relação à "saidinha de banco", o número de registros em Olinda caiu 46,4%. 

Mas os bancos se recusaram, novamente, a replicar estes equipamentos para todo Brasil, preferindo continuar com os projetos-pilotos. Concordaram, apenas, em testar as medidas em outras duas regiões. 

"Os bancos avaliam como importante o conteúdo, mas insistem em continuar apenas como projeto-piloto em mais duas regiões para ter uma amostragem mais eficiente, segundo eles. Nós queremos que as medidas já sejam aplicadas em todo o País. Consideramos que a eficácia já está mais do que comprovada", concluiu Roberto von der Osten. 


Calendário de negociações

Fenaban


09/9 - Igualdade de Oportunidades
16/9 - Remuneração

Caixa


4/9 - Saúde, Funcef e aposentados
11/9 - Carreira, isonomia e organização do movimento
18/9 - Contratação, condição das agências e jornada

Banco do Brasil


11/9 - Cláusulas sociais e previdência complementar
18/9 - Remuneração e plano de carreira

(Matéria atualizada em 4/9) 

Fonte: Contraf-CUT