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19.9.10

Correspondente bancário: tem até "professor da FGV" que defende o negócio... ("especialista" em extinção de direitos trabalhistas)


Brasil precisa ampliar inclusão bancária, diz especialista

19/09/10 - 15:16 > BANCOS

BRASÍLIA - A inclusão financeira das classes C, D e E ainda precisa ser expandida, apesar do crescimento de correspondentes bancários no país, na avaliação do professor Eduardo Henrique Diniz, especialista em tecnologia bancária da Fundação Getulio Vargas (FGV).

COMENTÁRIO: DEVERÍAMOS DIZER "ESPECIALISTA EM FLEXIBILIZAÇÃO DE DIREITOS TRABALHISTAS"

Para Diniz, a população precisa ter maior acesso a serviços formais de transferência de dinheiro, pagamento de contas, poupança, contas simplificadas, seguros e microcrédito. “É preciso desenvolver serviços adequados. Os grandes bancos continuam ofertando serviços que oferecem em qualquer lugar. A população é outra e as demandas são outras. É um aprendizado que os bancos estão tendo com a população de baixa renda”.

O professor da FGV acrescenta que a regulamentação dos correspondentes bancários precisa ser ampliada. Um dos problemas apontados por Diniz é que funcionários de correspondentes muitas vezes entram na Justiça para serem reconhecidos como bancários, já que oferecem serviços de bancos e, com isso, terem jornada de seis horas e piso da categoria. “É preciso aperfeiçoar a legislação para definir o que pode e o que não pode”, afirmou.

COMENTÁRIO: OU SEJA, PARA QUE REGULAMENTAR AS PROFISSÕES NO PAÍS, COM SUJEITOS QUE DEFENDEM OS DONOS DO CAPITAL COMO ESTE "PROFESSOR AÍ"? E AINDA SE DIZEM "ESPECIALISTAS" (EM FLEXIBILIZAÇÃO E FIM DE DIREITOS TRABALHISTAS)

Na avaliação de Diniz, também é preciso regular o uso de novas tecnologias, como do celular para movimentação financeira. Outra regulamentação necessária para o professor é a de nível de segurança de correspondentes, onde há fluxo de dinheiro.

Apesar dessa necessidade de ampliação e adequação dos serviços, Diniz afirma os correspondentes bancários têm contribuído para o desenvolvimento de determinadas localidades do país. Em comunidades isoladas onde foram instalados correspondentes bancários, assinala o professor da FVG, os beneficiários do Bolsa Família e os aposentados ajudam a movimentar a economia local, ao fazer saques e gastos na região. “A renda circula na comunidade”, afirma Diniz, que fez estudos sobre inclusão bancária. (COM A ÓTICA DOS BANQUEIROS E DO PATRONATO, É LÓGICO!)

Fonte: DCI (comentários meus)

Se não barrarmos essa indecência do correspondente bancário, os bancários e seus direitos coletivos serão extintos pelos banqueiros


Número de correspondentes bancários cresce 70% no país em quase três anos

Agência Brasil

(Publicação: 19/09/2010 16:41)

Brasília – Os bancos têm visto no crescimento da renda dos brasileiros uma oportunidade de novos negócios. A estratégia pode ser observada na expansão dos correspondentes bancários, como agências lotéricas e dos Correios. Segundo o Banco Central (BC), eles passaram de 95.849, no final de 2007, quando a instituição começou a registrar os dados, para 163.569, em 1° de setembro deste ano. O aumento, nessa comparação é de 70,6%. Segundo o BC, o número de correspondentes no país subiu de 108.074 no final de 2008 para 149.507 ao fim do ano passado.

O estado com maior número de correspondentes é São Paulo, com 42.176, contra 42.176 no final de 2007. Roraima é onde tem o menor número - 218, contra 83 em 2007.

COMENTÁRIO: ESTÁ CLARO AQUI QUE SE TRATA DE PRECARIZAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO FRAUDULENTA DE MÃO DE OBRA E NÃO DE BANCARIZAÇÃO, "OBJETIVO INICIAL DO CORRESPONDENTE".

Os correspondentes são autorizados pelo BC a fazer operações como recepção e encaminhamento de propostas de abertura de contas e de pedidos de crédito e recebimentos de pagamentos.

O chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do BC, Luiz Edson Feltrin, afirma que a instalação de correspondentes bancários é uma forma de oferecer serviços formais em um estabelecimento onde os consumidores já estão acostumados a frequentar, como lotéricas, supermercados, drogarias, Correios, lojas de móveis e outros.

Assim, evita-se o formalismo que a estrutura de uma agência bancária traz e que às vezes “assusta” os clientes. “Muitas vezes, a sofisticação de uma agência afasta as pessoas mais simples. No caso dos correspondentes, é diferente, porque elas estão acostumadas a ir lá”, afirma Feltrin. Os correspondentes, acrescenta, podem ser vistos também como uma estratégia de marketing dos bancos, porque dão visibilidade às marcas onde são instalados.

Outra vantagem da estratégia para os bancos é que os correspondentes ajudam aliviar o fluxo de atendimentos nas agências. Além disso, o custo de instalação de um correspondente se comparado com o de uma agência bancária é menor. “Os custos de se montar uma agência são elevados. Há uma série de normas do Banco Central e da Polícia Federal que devem ser observadas”, destaca o gerente nacional de Canal Parceiro Lotérico da Caixa, Antonio Carlos Barasuol.

“As operações nos correspondentes são compatíveis com o que já existe no estabelecimento. É uma forma simples de levar serviços bancários a lugares que não teriam condições de receber uma agência. Ajuda a movimentar a economia da cidade”, assinala Barasuol.

COMENTÁRIO: ELES MESMOS SE CONTRADIZEM, POIS OS BANCOS CONCENTRARAM OS CORRESPONDENTES NAS REGIÕES METROPOLITANAS COMO FORMA DE ATENDER AOS POBRES E EXPULSÁ-LOS DAS AGÊNCIAS.

Para o gerente geral da Unidade de Gestão de Canais do Banco do Brasil, Hideraldo Dwight, além de ter um custo menor do que de uma agência, o correspondente é instalado em pontos comerciais que já atraem muita gente e movimenta a economia local.

Fonte: Correio Braziliense e Agência Brasil

Agenda sindical da semana de 19 a 24 de setembro/2010



DOMINGO 19/09

Fiz artigo para a revista O Espelho, edição que fecharemos nesta segunda-feira.


SEGUNDA 20/09

Pela manhã compromisso na Contraf-CUT.

À tarde, reunião no Complexo do BB São João.

No 9o andar de OLT e Campanha Nacional 2010
No 19o sobre problemas do CSO e PSO

À noite, até 23h, confecção da revista O Espelho set/10


TERÇA 21/09

Dia de trabalho em SP. Pretendo dedicar o dia para artigo que estou preparando sobre a Contraf-CUT e a organização cutista do ramo financeiro (tenho poucos dias para finalizá-lo).

Na parte da tarde, fui para a Contraf-CUT onde participei de reuniões de trabalho e fiquei até 21h.


QUARTA 22/09

Aula na USP das 8 às 10h.

Reunião de delegados sindicais do Seeb SP o dia todo. (acabei não indo ao Sindicato, pois fiquei na reunião do Comando Nacional e na Contraf-CUT)


QUINTA 23/09

Dia de trabalho na Contraf-CUT. Haverá negociação com o BB em SP.

À noite, evento no Sindicato dos Jornalistas de SP contra GOLPE DA MÍDIA E DA DIREITA NAS ELEIÇÕES.


SEXTA 24/09

Aula na USP das 8 às 10h.

Dia de trabalho na Contraf-CUT - finalização do artigo sobre a Contraf-CUT e o ramo financeiro no Brasil.

17.9.10

Sindicato fecha 4 agências do BB por retirada de portas de segurança (SP)



Projeto para retirar as portas de segurança será um dos temas da rodada de negociação específica desta sexta dia 17

São Paulo – A resposta dos trabalhadores do Banco do Brasil contra a retirada das portas de seguranças de algumas agências foi imediata. O Sindicato organizou protesto dos bancários, nesta quinta-feira 16, que fecharam quatro locais nas regiões Central, Paulista, Oeste e Leste. Não houve atendimento nas unidades da Rua Augusta, 24 de Maio, Iguatemi e Praça Silvio Romero.

Após a mobilização dos funcionários, a direção do BB afirmou que pretende debater nesta sexta-feira dia 17, durante reunião da Campanha Nacional sobre a pauta específica dos funcionários do banco, a mudança de "layout" que prevê a retirada das portas de seguranças. Antes o banco somente tinha apresentado o projeto.

“Nosso protesto conseguiu sensibilizar a população e os trabalhadores da importância da porta giratória como forma de inibir ações de bandidos. O sentimento geral dos bancários é de insegurança. Caso o banco mantenha a retirada das portas, os bancários realizarão novas manifestações nas 45 cidades que estão nesse projeto, pois entendemos que a vida dos trabalhadores e clientes não pode fazer parte de estatística de assalto”, afirma o funcionário do BB e diretor do Sindicato Cláudio Luiz de Souza, que representa os trabalhadores na Comissão de Empresa.

Fonte: Seeb SP - Carlos Fernandes - 16/09/2010

16.9.10

(IN)Segurança: BB é irresponsável ao tratar vida como estatística


Direção do banco federal está retirando porta de segurança de algumas agências economizando valor irrisório

São Paulo - Os funcionários do Banco do Brasil estão indignados com a ameaça de retirada das portas de segurança das agências, que a direção do BB anunciou na negociação com os funcionários no dia 2 de setembro. A alegação é de que não se trata de retirada das portas, mas mudança de "layout" baseada em pesquisa junto a clientes.

O projeto piloto prevê a retirada das portas de 45 agências no país, algumas em São Paulo. Para protestar, os trabalhadores realizaram manifestações nas agências Augusta, em São Paulo, e Jardim Bela Vista, em Osasco. Nesta última, após reunião, a Superintendência afirmou que a porta seria mantida. Outras agências ameaçadas são a Iguatemi e a 24 de Maio, ambas na capital.

A segurança é tema da mesa de negociação junto à Fenaban e das específicas do BB e da Caixa Federal. Nas negociações, os bancos argumentam que os números de assaltos vêm caindo, tratando o tema apenas como mera estatística.

"Pensar em segurança das agências do ponto de vista das estatísticas de registro de assaltos demonstra descaso com os clientes e trabalhadores, visando apenas o lucro. É um ato de irresponsabilidade", afirma a secretária-geral do Sindicato, Raquel Kacelnikas. "As sequelas para as vítimas não podem ser contabilizadas para efeito de mudança de layout. O número de assaltos não importa. Ainda que fosse um por ano, da porta para dentro é responsabilidade dos bancos. O Banco do Brasil alega que realizou pesquisa junto à população, porém tem de ser responsável e proteger trabalhadores e clientes. Não adianta falar que os assaltos estão sendo reduzidos enquanto o que vemos é clientes e trabalhadores sendo feitos reféns nas agências bancárias, a exemplo da agência de Vila Mutum em MT”, lembra a dirigente.

Segundo o demonstrativo contábil consolidado do BB de junho de 2010, o banco registrou despesas com vigilância/segurança no valor de R$ 327 milhões no primeiro semestre de 2010, para um total de 4.984 agências, o que daria um custo por dependência, grosso modo, de apenas R$ 5.483/mês.

Outro dado importante é o custo irrisório de manutenção das portas giratórias, conforme licitação realizada pelo Banco do Brasil em abril de 2010, divulgada publicamente, e que custará R$ 385 mil para atender a 420 agências no estado de São Paulo. "Em outras palavras, o banco deve estar economizando apenas R$ 918 em média por porta de segurança retirada, além do valor médio de uma porta, que também é baixo, de R$ 17 mil a R$ 23 mil. É esse o preço da segurança de clientes e funcionários?" questiona Claudio Luiz de Souza, diretor do Sindicato e representante dos funcionários na mesa específica do BB.

A lei federal 7.102/83 considera as portas de segurança um item opcional da determinação de artefatos que retardem a ação de criminosos. Os representantes dos trabalhadores bancários e dos vigilantes apoiam o projeto de lei que atualizaria a lei e que prevê obrigatoriedade da instalação das portas de segurança com detector de metais e vidros blindados em todos os acessos ao público, inclusive no autoatendimento, além de outras exigências para garantir boa segurança a clientes e trabalhadores.

Fonte: Seeb SP - Carlos Fernandes - 15/09/2010

13.9.10

Agenda sindical da semana de 13 a 17 de setembro/2010



SEGUNDA-FEIRA

Reunião de avaliação dos 3 cursos de formação que fizemos em parceria com Dieese na Contraf-CUT às 11h em SP.

Leitura de notícias sobre o Banco do Brasil.

À tarde, reunião da diretoria do Sindicato sobre a Campanha dos Bancários 2010 e do dia nacional de luta nesta terça 14/09


TERÇA-FEIRA

Executiva da Contraf-CUT em SP. O dia todo.

À noite, reunião com companheiros sobre estratégia de luta.


QUARTA-FEIRA

Aula na USP das 8 às 10h.

Comando Nacional na Contraf-CUT a partir das 10h.


QUINTA-FEIRA

Compromisso na Contraf-CUT às 10h.

Reunião da Comissão de Empresa do BB em SP (fizemos no mesmo hotel em que ocorreu a negociação com a Fenaban). Saí da reunião às 22h.


SEXTA-FEIRA

Aula na USP das 8 às 10h.

Reunião de OLT sobre campanha salarial 2010 no complexo São João do BB no 4o andar - CSO.

Contraf-CUT na parte da tarde e noite - fechando a revista do BB O Espelho.

12.9.10

Entidades e dirigentes eleitos da Previ debatem o uso do superávit do Plano 1 (2010)



Encontro de Dirigentes Eleitos e Entidades

(matéria de 10/09/10)

Por iniciativa da AAFBB, durante todo o dia 9 de setembro, Diretores e Conselheiros Eleitos da PREVI estiveram reunidos com a FAABB, CONTRAF-CUT, Comissão de Empresa dos funcionários do BB, Sindicatos e Entidades Representativas de Aposentados e Pensionistas, no Centro de Convenções do Hotel Flórida, no Rio de Janeiro.

Pela AAFBB participaram os dirigentes Gilberto Santiago, Célia Larichia, Aldo Alfano e Loreni de Senger.

Este encontro preliminar, com 23 participantes, preparativo para uma reunião mais ampla com todos os segmentos do funcionalismo da ativa e aposentados, teve como tema a análise de propostas para utilização do Superávit da PREVI, a serem apresentadas durante negociações com o patrocinador Banco do Brasil.

A Comissão de Empresa entrará em contato com o Banco do Brasil, com objetivo de agendar reunião para dar início às negociações, em que participarão representantes das entidades sindicais, entidades do funcionalismo da ativa e aposentados e dirigentes eleitos.

Ao final da reunião, houve consenso acerca das seguintes propostas, por ordem de prioridade:

1- reajuste dos benefícios em percentual igual para todos, com garantia de piso mínimo;

2- manutenção da suspensão das contribuições;

3- aumento das pensões;

4- aumento do teto de benefício para 100%;

5- redução da Parcela PREVI;

6- benefício 360 x 360 ( 30/30 );

7- aumento do benefício mínimo;

8- benefício antecipado para as mulheres aos 45 anos;

9- abono anual e

10-resgate da parcela patronal para os PDVistas.

Fonte: AAFBB - Gilberto Santiago

10.9.10

Artigo - Outro banco é preciso



Por Carlos Cordeiro*

O Brasil vive o mais vigoroso crescimento da sua economia das últimas décadas, transformando-se em referência mundial pós-crise. As previsões indicam que pode chegar aos 7% do PIB este ano, gerando mais de dois milhões de novos postos de trabalho em 2010.

O sistema financeiro nacional, como já se tornou comum, vai ainda melhor. Os cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander) apresentaram juntos R$ 21,3 bilhões de lucro líquido só no primeiro semestre deste ano. Os bancos, no entanto, comparados com os outros segmentos da economia e com o tamanho da lucratividade, criaram 9.048 empregos no período, o que é pouco e insuficiente. E continuam demitindo muitos bancários, usando a rotatividade como estratégia de redução dos salários. Nesses primeiros seis meses, o salário médio dos contratados foi 38,04% menor do que os dos desligados, achatando a massa salarial para reduzir custos e elevar ainda mais os lucros.

A astronômica rentabilidade das instituições financeiras chega a 26% na média. Ou seja, os bancos duplicam de tamanho a cada três anos. Esse ganho sem paralelo no mundo é obtido com as mais altas taxas de juros e de spread do planeta, com a cobrança de tarifas escorchantes e com o massacre do assédio moral a que os bancários são submetidos nas dependências para cumprirem metas inatingíveis.

Dois mil municípios não têm sequer uma agência bancária. O crédito é escasso e caro. Esse modelo só é benéfico aos bancos e não serve ao povo brasileiro. O país precisa de um outro sistema financeiro, que dê sua contrapartida ao desenvolvimento econômico e social, ofertando mais crédito e a um custo menos penoso para a sociedade.

Os bancos, que se vangloriam de constituir um dos sistemas mais avançados do mundo, precisam respeitar as pessoas, tanto seus trabalhadores quanto os clientes e usuários. Eles devem aos bancários uma remuneração digna, valorização dos pisos, garantia de emprego e melhor qualidade de vida, sem metas abusivas e assédio moral, garantindo igualdade de oportunidades a todos, sem nenhum tipo de discriminação e preconceito. Eles também devem melhores serviços para os clientes e a população, com a eliminação das filas e o fim dos correspondentes bancários, mediante a abertura de agências e postos com qualidade de atendimento e segurança.

Os bancos públicos precisam assumir o seu papel de indutores, dando o exemplo não apenas na oferta de crédito barato, mas também nas relações de trabalho com seus funcionários.

Por isso, a regulamentação do sistema financeiro é um dos principais temas da Campanha Nacional dos Bancários 2010. A pauta de reivindicações já foi entregue para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Os resultados dos bancos mostram que é possível atender às demandas, como forma de contrapartida com os trabalhadores e a sociedade. Outro banco é preciso, com as pessoas em 1º lugar.

* Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários

Fonte: Contraf-CUT

Reunião de entidades representativas sobre o superávit da Previ



Estive nesta quinta-feira 9 no Rio de Janeiro para um debate sobre o superávit da Previ.

No encontro com representantes de diversas entidades do funcionalismo, discutimos premissas e formas possíveis de buscar negociação sobre a utilização do superávit do Plano 1 na forma de melhorias de benefícios aos associados deste plano.

Depois publico um relatório do grupo sobre as proposições e premissas discutidas no encontro.

8.9.10

Plenária organizativa dos bancários do BB em Osasco SP



Realizamos agora à noite uma plenária na Regional Osasco do Sindicato com os bancários do BB da região para discutir questões específicas do banco, para organizar a GREVE 2010 na regional e para ouvir os colegas sobre os informes dos locais de trabalho.

A reunião foi muito boa e após informes gerais passados aos colegas por nós - Hugo, Paulo e eu - abrimos para intervenções dos colegas.

Um dos desafios que foram apontados na reunião é envolver o segmento comissionado para aderir à mobilização deste ano.

Estiveram presentes representantes de 8 locais de trabalho da região.

Dentre várias questões debatidas, podemos citar:

- a questão da TERCEIRIZAÇÃO E DOS CORRESPONDENTES BANCÁRIOS, que põem em risco a própria existência da categoria enquanto segmento importante de trabalhadores organizados do país;

- PROBLEMAS DO ECONOMUS relativos à assistência médica e previdenciária dos colegas oriundos do Banco Nossa Caixa, vendido recentemente pelo governo tucano em SP;

- falta de funcionários nas agências e PABs completamente inapropriados para o dia a dia de trabalho.