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9.8.16

Opinião do Diretor de Saúde sobre o custeio da Cassi




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

É de conhecimento dos associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB que estamos debatendo desde o final de 2014 a questão do déficit do Plano de Associados, o plano de saúde dos trabalhadores da ativa e aposentados e seus dependentes.

Como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, eleito pelo corpo social, levei o tema desde o início para as entidades sindicais e representativas, por entender que direitos de trabalhadores não se discutem de forma isolada e sim coletivamente. Pois assim somos mais fortes para as conquistas e manutenções de direitos.

Nós eleitos propusemos em 2014, no âmbito da governança da Cassi, que o patrocinador BB fizesse aportes extraordinários à Caixa enquanto um conjunto de projetos estruturantes fosse implantado e seus efeitos melhorassem a eficiência no uso dos recursos da entidade, ampliando o Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF) ao conjunto dos participantes assistidos. Nossa proposta no âmbito da Cassi foi abraçada pelas entidades representativas do funcionalismo e pelo Congresso Nacional dos Funcionários do BB.

Por outro lado, o Banco do Brasil fez uma contraproposta de transferência de um fundo de cerca de 6 bilhões, que ele Banco é obrigado a constituir, para garantir compromissos com os trabalhadores aposentados no Plano de Associados, por força de conquista histórica dos funcionários e por estar previsto no Estatuto Social da Cassi. Também propôs que déficits futuros fossem rateados somente entre os associados, inclusive sugerindo regras que quebravam a solidariedade, e tirando sua responsabilidade pelos resultados da Cassi, mesmo sendo gestor paritário da entidade de saúde.

Como a proposta do patrocinador BB trazia grande risco atuarial e transferia para o Plano de Associados da Cassi as suas obrigações estatutárias com os aposentados, não houve consenso e aceitação por parte das entidades representativas na Comissão Negociadora. Ou seja, não avançou nem uma proposta, nem outra, ao longo de 2015.

Neste ano, os debates foram retomados e seguimos negociando em mesa constituída pelo BB e pela Comissão Negociadora composta pelas entidades nacionais do funcionalismo. Os dirigentes eleitos têm um papel de assessorar e dar informações e opiniões.

Na reunião prévia das entidades da Comissão Negociadora, que antecedeu a mesa de negociação da semana passada, 01/8/16, eu dei a minha opinião sobre o que entendo ser o mais adequado para o momento. Ou seja, compreendendo todo o processo de 18 meses de debates e negociações, tanto no âmbito da Cassi quanto na mesa entre os patrocinadores do Plano.

Por uma questão de prestar contas de minha opinião, segue abaixo o que penso e estou debatendo, inclusive no âmbito da gestão de nossa entidade, com nossos colegas gestores eleitos e indicados.


Resumo em 4 pontos minha opinião para solução do déficit e equilíbrio no custeio do Plano de Associados, conjugado com a ampliação da cobertura do Modelo Assistencial baseado na ESF, CliniCassi e Atenção Primária à Saúde (APS).


1- Consultar o Corpo Social sobre aumentar a receita do plano, dos atuais 7,5% para 10%, mantendo-se a proporção estatutária de 1 x 1,5 entre associados e Banco, ou seja, 4% de contribuição dos associados e 6% por parte do Banco.

2- Consultar o corpo social para a criação de uma contribuição extraordinária de 0,5% (que daria cerca de 100 milhões por ano), também na proporção 1 x 1,5 vez, sobre a mesma base de custeio (remuneração dos associados), rubricada para investimento e ampliação da cobertura do Modelo de Atenção Integral à Saúde (ESF, CliniCassi e Atenção Primária), por um período de 5 anos, prestando contas dos resultados no Relatório Anual. Temos hoje 180 mil cadastrados na ESF e a população assistida da Cassi é de mais de 700 mil vidas.

3- Sugiro que o patrocinador BB faça os investimentos previstos (150 milhões) na proposta de iniciativas estratégicas, protocoladas no Escritório de Projetos em dezembro de 2014 (Programa de Excelência no Relacionamento), com medidas estruturantes e efeitos de médio e longo prazo, e que trariam mais eficiência para a Cassi em eixos centrais de uma operadora de saúde.

4- Já que proposições como essas necessitam de anuência do patrocinador BB para irem ao corpo social, e antes, é necessário debate e construção de maioria entre patrocinador BB e Comissão Negociadora das entidades representativas do corpo social, bem como entre eleitos e indicados no âmbito do CD, entendo adequado haver adiantamentos de contribuições por parte do patrocinador BB, conforme previsto no artigo 25 do Estatuto Social da Cassi, para manutenção da liquidez do Plano de Associados durante o período de negociação da solução para o déficit e custeio, consulta e aprovação dos novos parâmetros. Como o patrocinador BB indica a metade da gestão, inclusive a Presidência e a Diretoria de Administração e Finanças, as antecipações poderiam ser mensais ou semestral, de acordo com o déficit do Plano, até conclusão do processo de consulta ao corpo social.


Essa é a minha opinião, baseada em todo o processo vivido por nós nos últimos 18 meses e com o olhar de gestor eleito da entidade de saúde, que tem estado nas bases sociais em todo esse período, dialogando com associados, entidades representativas e lideranças de toda a comunidade Banco do Brasil.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

8.8.16

Agenda do Diretor de Saúde da Cassi (DF e MG)


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Iniciamos mais uma semana de gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (Cassi) e como acontece em todas as segundas-feiras, estivemos até há pouco na sede da nossa entidade de saúde. Foram mais de doze horas de trabalho hoje.

Nesta terça-feira 9 teremos reunião da Diretoria Executiva.

Na quarta-feira 10 nosso dia de trabalho também será na sede da Cassi em Brasília.

Na quinta-feira 11 estaremos visitando e conhecendo a nossa unidade de atendimento á saúde CliniCassi Uberaba.

Na sexta-feira estarei de abono.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Post Scriptum (quarta, 10/8, 9:37h):

Na terça-feira, tive um longo dia de trabalho na Cassi e saí próximo das 22h.

Agradeço o empenho e a dedicação de nossa equipe de trabalho na sede.


William

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Post Scriptum (sexta, 12/8, às 00:20h):

Nesta sexta-feira, estou abonando o dia por uma questão particular.

Na quinta 11, tivemos agenda em Uberaba (MG) visitando a CliniCassi. Foi muito positiva nossa reunião com os funcionários da Cassi e com as lideranças da comunidade BB desta cidade mineira.


Na quarta 10, nossa agenda foi na sede da Cassi em Brasília. Tivemos reunião de gestão.

6.8.16

Fechando agenda do Diretor de Saúde da Cassi



Estivemos na AFAGO e na AAFBB com nossos
colegas e lideranças dos aposentados em Goiás.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estou fechando a semana de trabalho para me desligar um pouco e cuidar do físico e da psique até voltar à carga na segunda-feira.

Foi uma semana muito intensa, mas eu tenho a certeza que cumprimos nossa missão e nossos objetivos de fortalecer a Caixa de Assistência dos Funcionários do BB, de seguir com estratégias que definimos desde o início de nossa gestão eleita de ir até às bases e conversar com o corpo social de nossa entidade de autogestão em saúde para dar informações adequadas à comunidade sobre o que é a Cassi, como ela funciona, porque temos dificuldades diversas como crises no setor saúde e déficit no plano dos funcionários, e o que falta avançar na Cassi enquanto sistema de serviços de saúde focado na Atenção Integral, na Estratégia Saúde da Família (ESF) e na Atenção Primária à Saúde (APS).

Acho que parte da comunidade BB é prova que temos sido persistentes nessa tarefa de dar conhecimento em saúde e dar pertencimento aos mais de 180 mil associados-clientes da Cassi. Como há uma lacuna gigante na área da comunicação e da informação, porque é preciso melhorar esse item na Cassi e na comunidade BB, criamos até um boletim mensal para falar do modelo assistencial da nossa entidade de saúde dos trabalhadores e temas afetos à saúde. Leia AQUI o 25º boletim que trazemos para vocês.

Eu devo confessar que faço um esforço sobre-humano desde o início do mandato para conjugar o trabalho junto ao corpo social com o dia a dia na burocracia da direção da entidade onde, muitas vezes, a máquina engessada, feita para não mudar nada e negar tudo que nós eleitos viemos fazer em nome dos associados, nos deprime, nos diminui, quebra nossas energias. E eu ainda sou um dirigente que gosto de estudar e conhecer profundamente qualquer área em que passo a atuar. Na governança, o cotidiano de um eleito é, vez por outra, de pequenezas que entristecem.

Eu conjugo essa agenda estressante de embates na burocracia da gestão paritária, em nome dos associados, com a agenda que para mim é estratégica e mais importante para a Caixa de Assistência, correr as bases onde estão as mais de 700 mil vidas que cuidamos diuturnamente e explicar sobre a Cassi e nosso modelo de saúde, mas também ouvir lideranças do Banco, das entidades sindicais e associativas, conselheiros de usuários, os associados e os funcionários da Cassi. 

Esse compromisso É estratégico para a Caixa de Assistência e também para mim, e o faço a qualquer custo, mesmo quando me tolhem o direito de trabalhar, porque sou gestor da rede própria da entidade de saúde e meu papel é estar gerindo essa rede de atendimento e eu me esforço para conhecê-la, porque nós a administramos e conhecer as características locais, as potencialidades daquela região, as pessoas com quem contamos e as necessidades dos associados é algo central, fundamental. 

CLINICASSI - na gestão da saúde, nem sempre uma decisão cartesiana e financeira é a melhor, olhando somente uma variável como o custo administrativo como, por exemplo, instalar ou mudar de local uma unidade de atendimento pelo fato do aluguel estar um pouco fora do preço de mercado, porque outras variáveis são decisivas na saúde, como a acessibilidade da população assistida. 

Na administração da saúde, a relação entre o custo assistencial e o custo administrativo é de mais ou menos 9 para 1. Se eu não estiver com a população assistida aderida e referenciada na Cassi e sim na rede credenciada, onde a conta de despesas é aberta (e nem sempre resolutiva), o resultado no uso do recurso será ruim, pode haver desperdício de recurso por causa de uma ideia de economia de alguns reais. Boas CliniCassi são base do modelo de saúde da Cassi.


Enfim, fiquei até às duas horas da manhã de sábado lendo a pauta da reunião gigante da Diretoria Executiva da próxima terça (adiantei 2/3 da leitura), pois a agenda de visitas aos associados nunca me impediu de fazer a minha obrigação na burocracia, e nesta sexta-feira 5 tivemos uma bela Conferência de Saúde em Goiânia, com muita participação social, com debate e informações saudáveis e agradeço mais uma vez o grande apoio que tivemos na convocação dos associados por parte dos funcionários da Cassi, das lideranças dos aposentados e da Superintendência do BB e demais órgãos como a Gepes.

Eu fecho uma semana de trabalho de mais de 70 horas, mas com a consciência leve de saber que dou toda minha energia e inteligência em defesa da Cassi e dos associados que representamos.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

Post Scriptum:

Agradecemos o apoio da Cooperforte e da Crediforte em Goiás por patrocinar custos com o café após a Conferência de Saúde da Cassi. Agradecemos ao BB pela utilização do auditório. Nosso gasto próprio nesta agenda de trabalho foi de 778 reais (francamente, um diretor estatutário de uma empresa ter que pagar para fazer seu trabalho é de uma pequeneza sem comentário).

4.8.16

Cassi acerta parcerias em defesa da promoção da saúde em Goiás



Reunião da Cassi com a Superintendência do BB em Goiás.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos cumprindo agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi em Goiânia, Goiás.

Nesta quinta, estivemos reunidos com a Superintendência do BB de Goiás e também com a equipe da Gepes e Sesmt de GO para estreitar parcerias e ampliar o trabalho conjunto entre a Cassi o Banco para divulgar o modelo de Atenção Integral e a Estratégia Saúde da Família (ESF) para o conjunto dos funcionários e familiares da ativa no Estado.

Goiás tem cerca de 18 mil participantes da Cassi, sendo mais de 7.800 na capital e a CliniCassi tem uma boa estrutura para atender à população assistida pela Caixa de Assistência. Vamos atuar juntos para informar melhor aos associados sobre a ESF, sobre promoção de saúde e prevenção de doenças, faremos reuniões da Cassi nas dependências do Banco para conscientizar os bancários, esclarecer e buscar aderência ao modelo assistencial e maior vínculo com a nossa Unidade Cassi.

As reuniões foram muito positivas e nos trazem boas perspectivas de trabalho focando os associados e fortalecendo a nossa entidade de saúde.

Informo que nós convidamos o Sindicado dos Bancários local, que não pode participar por agenda sindical já definida anteriormente.


CliniCassi Goiânia e Unidade Cassi GO.

Informações do site da Cassi

Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h para atendimento administrativo e das 7h às 18h para atendimento em saúde.


Serviços: 

- saúde ocupacional (licença-saúde, exames admissionais, demissionais, retorno ao trabalho, mudança de função, acidente de trabalho e programas de prevenção em Saúde do Trabalhador), perícia para autorização de cirurgia e procedimentos previstos nos planos (Associados, Cassi Família e Reciprocidade) e que necessitem de autorização prévia, política farmacêutica, atendimento multidisciplinar em Saúde da Família (médico de família, técnico de enfermagem, nutricionista, assistente social, enfermeiro e psicólogo) com agendamento prévio. Atendimento ambulatorial por demanda espontânea, retirada de pontos, nebulização e aplicação de injeções.


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi GO.
Revi o amigo e companheiro Maia, com quem tivemos o
privilégio de conviver na gestão da Cassi nos últimos dois anos.
 

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi Goiás

Pela manhã, também participamos da reunião com os conselheiros e conselheiras de usuários. Foram cerca de duas horas de debates, esclarecimentos, ouvimos diversas sugestões, abordamos a questão do déficit e demos informes sobre as negociações e expectativas de soluções para a questão da sustentabilidade do Plano de Associados.

Reunião de gestão e com os funcionários da Cassi Goiás

O dia de trabalho em Goiânia foi bastante intenso, mas muito prazeroso porque fizemos reunião com os funcionários da Cassi, onde pudemos agradecer o empenho e a dedicação da equipe, ouvir sugestões e tirar dúvidas também.

Até o final da tarde, tivemos reunião de gestão da Unidade Cassi e CliniCassi Goiânia.

Eu agradeço de coração a todas as pessoas que estiveram conosco nesta quinta-feira, funcionários da Cassi e do BB, porque construímos coisas boas para os associados, o Banco, a Cassi e para a comunidade BB como um todo.


Na manhã desta sexta-feira teremos a VIII Conferência de Saúde da Cassi Goiás. Já fico feliz de podermos realizar o evento de estímulo à participação social e de renovação do Conselho de Usuários. Mesmo sem termos verbas destinadas para os eventos, temos conseguido realizar todas as conferências, com recursos e apoios das entidades representativas, como a Afago, e com recursos próprios, e com muito envolvimento dos funcionários da Cassi e lideranças locais.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

Mesa de negociação da Cassi cobra respostas do BB sobre a situação do plano de saúde


(reprodução de matéria da Contraf-CUT de 02/8/16)

Representantes dos trabalhadores e do Banco se
reúnem em mesa de negociação da Cassi.
Foto: Aguinaldo de Azevedo.

Nova rodada está prevista para meados do mês de agosto, em data a ser definida nos próximos dias

Na rodada de negociações da Cassi desta segunda-feira, dia 1º de agosto, as entidades representantes do funcionalismo da ativa e aposentados novamente cobraram do BB medidas emergenciais para reforço de caixa na Cassi, bem como proposta que envolva a sustentabilidade do Plano.

As entidades resgataram a fala do Banco em mesas anteriores, de que não haveria falta de recursos para pagar prestadores, cobraram um posicionamento sobre a antecipação dos recursos do SiBet e também o andamento dos projetos de ações estruturantes.

Sobre a questão de não deixar faltar recursos, o BB afirmou que tem procurado estudar todas as possibilidades, como foi a antecipação do 13º solicitada pelos representantes dos funcionários na mesa de negociações.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a situação é crítica e exige que tenhamos respostas mais concretas. “Não queremos que a Cassi deixe de pagar prestadores, o que agravará os problemas de atendimento aos funcionários, aposentados e seus dependentes”, disse.

O Banco informou que foi creditado um valor de 5 milhões referente a despesas de ressarcimento de PAS e outras rubricas, recursos que já foram tratados na mesa de negociação e cujo repasse de outros valores também já foi feito anteriormente.

Sobre a antecipação do SiBet e outras formas de antecipação, o BB informou que ainda não tem segurança acerca dos riscos contábeis e jurídicos dessas operações, mas que continua estudando as medidas.

O Banco solicitou um tempo de cerca de duas semanas para concluir os estudos em andamento, quando apresentará mais respostas à Mesa de Negociação.

Nova rodada está prevista para meados do mês de agosto, em data a ser definida nos próximos dias.

Fonte: Contraf-CUT

3.8.16

25º Boletim da Cassi aponta resultados da Atenção Primária à Saude (APS/ESF)



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Em 2003, a Cassi implantou a Estratégia Saúde da Família (ESF) com o objetivo de promover a atenção à saúde e melhorar a qualidade de vida dos participantes. A ESF na Cassi é realizada por uma equipe capacitada em Saúde da Família. Esta equipe é multidisciplinar, essencialmente composta por médico de família e enfermeiro. De acordo com o porte do Serviço e com o perfil epidemiológico da população da localidade, poderão ser agregados nutricionista, psicólogo, assistente social e técnico de enfermagem.

O 25º boletim Prestando Contas Cassi ressalta os importantes resultados do programa e está disponível em PDF na seção Publicações do site da Contraf-CUT para que os sindicatos. federações, entidades associativas da ativa e aposentados e lideranças como delegad@s sindicais, ecoas, cipeiros e conselheiros de usuários possam imprimir e distribuir nas suas bases e divulgar entre seus contatos nas redes sociais.

Leiam também AQUI o boletim.

A Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, responsável tanto pela gestão do Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF), como pela estrutura da rede própria, as Unidades Administrativas nos Estados e DF e as CliniCassi, vem trabalhando para divulgar ao conjunto dos participantes e entidades da comunidade BB o que é a Cassi e como ela funciona. Nossas equipes estão cotidianamente acolhendo milhares de participantes nas 65 CliniCassi distribuídas pelo Brasil, mas precisamos de investimentos para ampliar a cobertura do modelo ao conjunto dos assistidos. Hoje temos cerca de 180 mil pessoas acompanhadas por nós, mas só o Plano de Associados tem mais de 400 mil participantes. E ainda cuidamos de milhares de doentes crônicos dos planos Cassi Família.

Enquanto não se resolve a questão do déficit/custeio do Plano de Associados, estamos atuando internamente na gestão das áreas afetas à Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento e buscando formas de ampliar a eficiência no acolhimento dos participantes e melhorar os programas de saúde, usando melhor os recursos da Caixa de Assistência. Na relação com o ambiente externo, os associados, estamos envolvendo a comunidade na cultura da promoção da saúde e prevenção de doenças, buscando parcerias para melhorar a qualidade da informação e dando mais pertencimento aos associados e às suas representações.


William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

2.8.16

Opinião sobre negociações Cassi e agenda do Diretor de Saúde (DF e GO)



Finalizando mais um dia de trabalho na Cassi. (02/8/16)

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana, além da agenda de trabalho em Brasília, teremos na quinta 4 e sexta 5 agenda da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em Goiás, onde teremos Conferência de Saúde.

Ontem, segunda-feira, tivemos mais uma rodada de negociações entre o Banco do Brasil e a Comissão Negociadora das entidades sindicais e representativas do funcionalismo para debater e encontrar uma solução negociada para o déficit do Plano de Associados da Cassi. Depois replico no blog a matéria informativa conjunta das entidades. Nesta mesa, a minha participação, bem como de outros eleitos, é de assessoria. Nós contribuímos com opiniões e damos subsídios para as entidades representativas.

Eu apresento aqui, em linhas gerais, a minha opinião para a atual questão do déficit, do custeio e da busca da sustentabilidade para a Cassi. Respeito a opinião das entidades assim como sempre respeitarei a dos associados, que representamos na Caixa de Assistência em mandato eletivo como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18). Nesta fase das discussões, darei publicidade de minhas opiniões sempre que possível, e com antecedência, para manter uma relação de transparência que busco ter com os associados, com as entidades e com o patrocinador BB desde que iniciamos nosso trabalho à frente da área de saúde de nossa entidade.

Minhas opiniões têm relação com a temporalidade da situação do Plano de Associados e com a responsabilidade que temos como gestores da Cassi. 

Um contexto é 2014, quando procuramos as entidades sindicais e representativas para informar que teríamos dificuldades nos anos seguintes devido à um déficit recorrente no plano de saúde dos funcionários da ativa e aposentados. Demos nossas opiniões e defendemos que o patrocinador BB deveria fazer aportes extraordinários, enquanto medidas estruturantes, recém apresentadas no âmbito da Cassi, fossem implantadas entre os anos de 2015 e 2019, com efeitos positivos previstos até 2021. Pedimos apoio das entidades à época, demos os informes gerais e contribuímos para que houvesse uma construção de mesa nacional sobre a Cassi e calendário de mobilização e luta.

Outro contexto é o próprio ano de 2015, onde acompanhamos as negociações sobre a Cassi desde maio, vimos a Cassi ser pauta das negociações nacionais inclusive da data-base dos bancários na mesa específica do BB e ao final do ano de 2015, todos nós bancários e corpo social da Cassi não logramos êxito em encontrar uma solução de consenso entre o Banco do Brasil e as entidades da Comissão Negociadora, sequer houve consenso no âmbito das entidades sindicais e associativas. E isso é normal. Na minha opinião, houve um calendário de negociações com dedicação das entidades representativas.

O contexto de 2016 é mais gravoso que os anteriores, porque a necessidade de solução tem uma temporalidade diferente de 2014 e 2015. E nesse sentido, desde o final de 2015 e neste ano em curso, penso que é necessário consultar formalmente o corpo social para se manifestar e opinar sobre o problema e busca de soluções. 

Praticamente em todos os meses de nosso mandato - pois chegamos em junho de 2014 e em novembro do mesmo ano já tivemos que nos posicionar contrários a propostas que afetavam somente os associados -, tivemos que votar no âmbito da Cassi contra soluções que aumentavam coparticipações e alteravam programas de saúde e até propunham criação de franquia nas internações, ou seja, medidas com efeitos unilaterais para os associados, sem a participação do outro patrocinador, o Banco do Brasil.

Minha opinião

1- Minha opinião sobre o déficit, o custeio do Plano de Associados, e com foco absoluto na ampliação da cobertura do Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), é que deveríamos propor consulta ao corpo social para aumento da receita do plano, dos atuais 7,5% para 10%, mantendo-se a proporção estatutária de 1 x 1,5 entre associados e Banco, ou seja, 4% de contribuição dos associados e 6% por parte do banco.

2- Criação de uma contribuição extraordinária de 0,5% (meio por cento) sobre a mesma base de custeio (remuneração dos associados), rubricada para investimento e ampliação da cobertura do modelo assistencial (ESF, CliniCassi e Atenção Primária), por um período de 5 anos, prestando contas dos resultados no Relatório Anual. Temos hoje 180 mil cadastrados na ESF e a população assistida da Cassi é de mais de 700 mil vidas.

3- Entendo que o patrocinador BB deva fazer os investimentos nos projetos estruturantes, com efeitos de médio e longo prazo e que trariam mais eficiência para a Cassi em eixos centrais de uma operadora de saúde.

4- Como qualquer proposta necessita de anuência do patrocinador BB para ir ao corpo social, entendo que o banco deva fazer adiantamentos de contribuição para manutenção da liquidez do Plano, conforme prevê o artigo 25 do estatuto social, até que se finalize a proposta de novo custeio, de consenso ou de maioria, no âmbito da governança da Cassi e da mesa de negociação, para efetiva consulta ao corpo social.


Sabemos que enquanto não se finalizam as negociações, a Cassi não pode deixar de operar na normalidade porque a responsabilidade pela maior autogestão em saúde do país é tanto do patrocinador BB quanto dos seus associados.

Seguimos à disposição das entidades representativas e do Banco do Brasil para contribuir com opiniões e informações.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento

1.8.16

Cassi acerta parcerias em defesa da promoção da saúde no Espírito Santo


Reunião Cassi, Super, Gepes, Sesmt e Sindicato. (Vitória, 29/07)

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estivemos na última semana, 28 e 29 de julho, em Vitória (ES), cumprindo agenda de planejamento da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi. Definimos para o ano de 2016 aprofundar parcerias dentro da comunidade Banco do Brasil para consolidar uma política de comunicação e informações a respeito da Caixa de Assistência, seu Modelo de Atenção Integral e explicando como funciona a entidade de saúde dos trabalhadores do BB.

Já estivemos fortalecendo parcerias em SP, MG, RJ, DF, BA, AP, PI, RO, AL, MA, AM, RR e, mais uma vez, tivemos uma agenda muito positiva no Espírito Santo. Todos estamos imbuídos do desejo de fortalecer a Caixa de Assistência e promover a saúde de nossos participantes.

A Cassi se reunião com a Super, Gepes, Sesmt e o Sindicato local para estabelecer uma política permanente de comunicação com os bancários do Estado. O Espírito Santo tem mais de 11 mil participantes da Cassi e temos uma boa estrutura própria de atendimento em saúde na capital, CliniCassi Vitória, com 3 equipes de Saúde da Família.

Foram pensadas em conjunto várias possibilidades de dar informações mais fidedignas e técnicas para os associados, principalmente da ativa, através da intranet, e quando houver reuniões e eventos com gestores e demais colegas no Estado, a Cassi também estará presente.

Serão realizadas visitas e reuniões agendadas nas dependências do Banco no Espírito Santo, por parte da Cassi, para abordar a Estratégia Saúde da Família (ESF) e os serviços de atendimento à saúde disponíveis na CliniCassi Vitória. Na reunião também foram tratadas as questões afetas ao Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO), convênio entre BB e Cassi, e a agenda dos Exames Periódicos de Saúde (EPS).

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi ES.

Posse da nova gerência da Unidade Cassi Espírito Santo e reunião com o Conselho de Usuários

Pela manhã de sexta, tivemos o evento de posse da nova gerência da Unidade e logo após participamos da reunião do Conselho de Usuários.

Foram mais de duas horas de debates, esclarecimentos e sugestões para a Cassi. Também tivemos a oportunidade de falar sobre os trabalhos e o planejamento da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi. Explicamos a importância central do Modelo de Atenção Integral e a Estratégia Saúde da Família (ESF) na reorganização do sistema de serviços de saúde da Cassi. A rede credenciada com o atendimento de 2º e 3º graus, com especialidades e tratamentos complexos deve estar organizada em função das características da população assistida pela Caixa de Assistência.

Reunião de gestão e com os funcionários

Na quinta-feira, fizemos uma excelente reunião de trabalho com nossa equipe de funcionários da CliniCassi Vitória e da Unidade Cassi ES.

Eu agradeço muito a acolhida que tivemos por parte dos funcionários da Cassi e das lideranças da comunidade BB. O contato com as bases sociais que representamos e para quem trabalhamos, associados e suas entidades e com os trabalhadores da Caixa de Assistência dá sentido ao que fazemos.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/2018)

Post Scriptum:

Neste mês de julho, precisei dispor de recursos próprios para realizar essa agenda de trabalho nas Unidades Cassi. Faço isso há tempos porque entendo como central e estratégico implantar a cultura do modelo assistencial da Cassi. Gastei 992 reais na agenda do Espírito Santo e 2.588 reais na agenda do Amazonas e Roraima.

28.7.16

Desabafo e reafirmação de princípios


Reunião de trabalho com os funcionários
da Cassi no Espírito Santo.

"É a verdade o que assombra
O descaso que condena
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes

O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra de ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão..." (Legião Urbana, Metal Contra as Nuvens)



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Ontem, quarta-feira 27, cheguei do trabalho e fiquei um pouco no sofá com a esposa. A cabeça estava pensando em mil coisas após o dia de reuniões e deliberações na governança da Cassi, entidade de autogestão em saúde onde sou gestor eleito pelos trabalhadores desde junho de 2014. A direção é paritária entre o Banco do Brasil e os associados.

Acabei saindo para correr depois das 22h, pra ver se espairecia um pouco. Ao final do percurso de 6 km, percebi que fiquei 37 minutos pensando em tudo o que tenho enfrentado e vivido por ter cedido às insistências de meus pares do movimento social para que eu disponibilizasse meu nome para compor chapa nas eleições da Cassi em 2014, pleito em que saímos vitoriosos, graças à confiança da maioria dos associados e do trabalho realizado pela militância das entidades participantes do projeto. Sou muito grato por isso e retribuo diariamente a confiança depositada em nós com o meu trabalho obstinado pela Cassi e pelos associados.

Desabafo e reafirmação de princípios

Em quase todas as corporações e instituições sociais, o que enfrentamos nos bastidores do poder, os dilemas, as agruras, e até as humilhações e assédios, não são coisas descritíveis, porque às vezes é uma soma de miudezas cotidianas. A gente apenas busca superar essas coisas com trabalho intenso, muito foco nos objetivos e com a criação de válvulas de escape que nos permitam não quebrar durante nossa missão. A busca de apoio coletivo e o não isolamento também são importantes.

Trouxe uma lição de ouro do movimento sindical cutista, onde me formei politicamente e estive por mais de 15 anos: toda vez que estiver sufocado pelas brigas e disputas internas, as travas da burocracia da instituição, saia e vá para a base conversar com os trabalhadores. Esse é o melhor remédio para um representante eleito e tem sido um princípio basilar e vital para o nosso mandato.

Talvez o mais cômodo fosse me adaptar à burocracia da atual instituição em que estou exercendo um mandato de representação. O comum é o eleito se afastar da base, de suas origens e de suas práticas sindicais e princípios éticos. Não é o meu caso! Essa eventual comodidade de se encastelar na estrutura burocrática me mataria.

Logo de chegada, estudei muito a entidade em que passaria a gerir, busquei compreender o que era o estratégico na área em que sou gestor - a Diretoria responsável pelo modelo de saúde da Cassi e pela estrutura própria definida para o modelo funcionar -, e percebemos que havia uma enorme missão a cumprir: percorrer toda a base social de nossa entidade – o Brasil -, onde estão os associados, suas entidades representativas, a estrutura capilarizada do Banco do Brasil num país continental, e dar informações e conhecimento a essa comunidade de 180 mil "clientes-donos" da Cassi. Empoderar os associados de seus direitos e deveres.

Adotei como estratégico ir às bases permanentemente para o nosso trabalho de fortalecimento da Cassi, de seu modelo assistencial e pela manutenção de direitos em saúde dos associados, exercendo o meu papel de Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, prestando contas do que fazemos, o que pensamos a respeito dos mais diversos temas relacionados à saúde e à nossa entidade, e convidando toda a comunidade a se juntar a nós no projeto previsto para ser implantado na Cassi.

Também criamos um boletim mensal para que todos OS QUE DESEJASSEM tivessem informações dinâmicas sobre a Cassi, a saúde e o nosso mandato. E tenho ainda este blog, onde diuturnamente falo sobre todas essas questões afetas à nossa área de atuação.

Eu sou o responsável pelas Unidades Cassi nos Estados e DF e pelas 65 CliniCassi e, meses depois que iniciei o trabalho de gestão da rede, o orçamento foi contingenciado e meu mandato inteiro está sendo realizado sem podermos fazer o que gostaríamos de melhorias nas unidades da Cassi que atendem aos nossos associados e familiares.

Sou o diretor responsável pelo estímulo ao funcionamento dos Conselhos de Usuários da Cassi, e todos sabem que sou grande defensor dos Conselhos, do voluntariado e da participação social. No entanto, praticamente fui tolhido do direito de exercer essa função de nossa Diretoria desde o início de nossos trabalhos. Me desdobrei para não ser derrotado pelo fato e saímos a campo buscando apoios e parcerias para realizarmos todas as Conferências de Saúde previstas no país até hoje. Já participei de 28 nestes dois anos.

Como gestor do Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), tenho pedido aos funcionários da Cassi um esforço extra para cadastrar e vincular participantes ao modelo de saúde. A dedicação de nossas equipes nos emociona cada vez que conversamos com elas nas unidades administrativas e de atendimento distribuídas em todas as Unidades da Federação. E eles têm nos ajudado a cuidar cada vez mais dos participantes assistidos, mesmo em condições não ideais por causa do orçamento contingenciado da empresa.


Não quero me alongar mais, só reforçar aqui alguns princípios e compromissos para este ano de trabalho de 2016 porque, como diriam as pessoas de fé, 2017 aos deuses pertence.

Eu me comprometi com nossas equipes em ir aos Estados, às unidades, para contribuir com o trabalho deles em abrir portas para divulgar mais as informações necessárias à comunidade BB sobre o que é a Cassi, como ela funciona, como unir esforços para a promoção da saúde e melhor uso das unidades que temos, como cuidar de mais pessoas, mesmo vivendo a pior crise do setor saúde das últimas décadas. Neste último caso, a Cassi precisa dos serviços de Rede Credenciada e, às vezes, não é culpa da Caixa de Assistência sofrer os reflexos dos problemas oriundos do "mercado da saúde", de legislação impositiva, de fraudes e ineficiências de prestadores, e até de cartéis no setor de saúde.

Já uso recursos próprios para exercer meu trabalho quase desde que cheguei à gestão e se quiser cumprir nossa agenda de 2016, terei mais despesas ainda para trabalhar, mas não tem problema.

Conversar com os funcionários da Cassi, com os associados e representantes, com colegas gestores do BB, é uma necessidade, porque nos dá alegria, nos dá sentido.

Nossa agenda de trabalho deste semestre prevê a ida a 19 Estados. Já fomos ao Amazonas e Roraima e estamos nesta quinta-feira 28 no Espírito Santo. Foi muito bom estar lá no Norte e falar sobre a Cassi.

Teremos Conferências de Saúde em Goiás, Rondônia, Alagoas, Pará, Rio Grande do Sul, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão. Pelos menos para esses eventos de fortalecimento da participação social, eu agradeceria se puder contar com o apoio financeiro e logístico das entidades representativas. Por exemplo, o Sindicato de Rondônia já nos garantiu passagens e estadia para irmos lá. Agradeço de coração em nome dos associados da Cassi. O mesmo se deu quando realizamos as Conferências do Piauí e da Paraíba, no 1º semestre.

Também iremos cumprir agendas de trabalho nos Estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Acre, Paraná e Santa Catarina. Nestes locais, eu irei por minha conta por entender ser fundamental para o nosso trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento. Já fiz o mesmo no 1º semestre, ao visitar alguns Estados para os quais não fui com recursos da nossa entidade de saúde.

Em relação à minha opinião sobre o momento atual da Cassi e o que entendo ser a melhor perspectiva de solução para o custeio do déficit e a sustentabilidade do Plano de Associados, sem afetar a solidariedade, vou me manifestar tanto aqui no blog como também presencialmente nos fóruns, sempre com o foco no melhor para a Cassi do modelo solidário de saúde para os associados.

Abraços aos meus pares da classe trabalhadora.


William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)



Post Scriptum:

Comecei a escrever este desabafo na quarta à noite e gastei um dia todo refletindo sobre a publicação dele. Agora é noite de quinta, e já trabalhei à tarde em Vitória (ES). Tive uma reunião tão boa com os funcionários da Cassi, que me enchi de energia para realizar até dezembro toda a agenda que descrevi para vocês. Estou com o espírito leve!

27.7.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde (DF e ES)




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

E
stamos numa semana de trabalho de muitas agendas importantes para a Caixa de Assistência dos Funcionários do BB. Esta é a semana da reunião mensal dos órgãos de governança da entidade, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal, de forma que os conselheir@s estarão reunidos na sede em Brasília.

Em relação à nossa agenda da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, a agenda já é grande tanto porque ficamos à disposição dos conselhos, diretor e equipe técnica, como também porque temos um planejamento de trabalho do diretor e equipes a cumprir durante o ano de 2016, conjugado com a agenda comum da entidade.

Nesta segunda e terça, tivemos mais de 20 horas de trabalho interno na Cassi, debruçados sobre a pauta de deliberações da Diretoria Executiva e nos estudos e debates na reunião prévia dos eleitos do Conselho Deliberativo. Saímos da entidade quase às 23h nesta terça.

Nesta quarta e quinta, são os dias das reuniões dos conselhos e nossas equipes ficam à disposição para esclarecimentos e deliberações.

Entre quinta e sexta, estarei cumprindo agenda de trabalho no Espírito Santo.

Também estamos confeccionando o Boletim Prestando Contas Cassi, do mandato da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento e dos conselheiros eleitos (2014/18).


NEGOCIAÇÕES CASSI - Em relação às negociações sobre o déficit do Plano de Associados, custeio e sustentabilidade, temos nos colocado à disposição das representações na mesa, tanto para o BB, quanto para as entidades sindicais e representativas, assim como internamente, na governança, temos explicitado a nossa opinião de gestor, opinião técnica e política, sobre o que entendemos ser o melhor para associados que representamos e Caixa de Assistência, que gerimos.


AGENDA DA DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

Dentro do planejamento de trabalho de nossa Diretoria, estou cumprindo uma agenda de visitas de gestão às unidades administrativas da Cassi, uma por Estado e DF, porque sou o responsável pela administração da rede própria da Caixa de Assistência. Também estamos visitando as unidades de atendimento, as CliniCassi. Atualmente temos 65 distribuídas nas capitais e interiores de alguns Estados.

A Diretoria de Saúde está atuando junto ao Banco do Brasil, na Direção Geral e nos Estados, para firmar parcerias em benefício de uma melhor comunicação junto ao corpo social sobre a Cassi, seu modelo de saúde, para fomentar o tema da promoção de saúde entre os associados, as alternativas de solução para as demandas de saúde locais, para avançar de forma conjunta na parceria que existe no convênio de PCMSO (BB e Cassi), para a proposição de atividades coletivas em saúde, dentre outras vantagens possíveis no envolvimento de todos os atores da comunidade BB em cada localidade do país.

Nós identificamos um conjunto de questões a desenvolver durante os quatro anos de nosso mandato, com o propósito de fortalecer alguns princípios basilares para a manutenção de direitos em saúde conquistados pelo funcionalismo do BB e para ampliar o conhecimento sobre a Cassi e o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), porque nossa entidade de autogestão não atende a "clientes", atende aos associados e seus familiares. 

É necessário implantar uma cultura de promoção de saúde, com conhecimento adequado dos direitos e deveres dos patrocinadores BB e Corpo Social, para uso eficaz e racional dos recursos da Cassi e melhoria no atendimento do conjunto dos participantes e no nível de saúde da população assistida.

Nesta fase de nosso planejamento, temos que cumprir a agenda de trabalho nos Estados e estamos fazendo o esforço necessário, tanto de pedir apoio financeiro e logístico das entidades representativas, quanto arcando até por conta própria com recursos para atingir os objetivos que entendemos que serão cruciais para fortalecer a Cassi, os associados e a participação social da comunidade assistida.

É com este propósito que na próxima quinta e sexta, estaremos em Vitória, Espírito Santo, para trabalhar pela agenda de gestão de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito, mandato 2014/18)