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12.11.12

Contraf-CUT negocia reestruturação do CSO e CSL com BB nesta terça

 
A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam nesta terça-feira (12), às 13h, o processo de negociação permanente com o Banco do Brasil, em Brasília, para tratar da reestruturação já em curso do Centro de Suporte Operacional (CSO) e do Centro de Suporte e Logística (CSL), setores que centralizam trabalhos de retaguarda das agências. 

"Nosso objetivo é que o banco esclareça a real situação das reestruturações. Queremos que os direitos dos bancários sejam garantidos e que os empregos sejam mantidos", afirma William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

Os trabalhadores solicitaram ao BB a apresentação do programa que substituiu unilateralmente a verba de aprimoramento profissional, que teve vigência até 2011. "O valor da verba era de R$ 215. Na Campanha Nacional passada, o banco tinha se comprometido a manter o recurso, mas mudou a estratégia de forma unilateral", ressalta William. 

"A intenção é discutir e participar dos processos de construção de políticas que dizem respeito diretamente à vida dos bancários. Cobramos do banco que diz que pratica responsabilidade social um mínimo de respeito ao diálogo com os trabalhadores", salienta William. 

Na pauta da negociação estão também questões referentes a acertos da Campanha Nacional 2012 e temas relacionados a condições de trabalho. 


Fonte: Contraf-CUT

9.11.12

Contraf-CUT faz representação ao MPT contra BB por prática antissindical




A Contraf-CUT entrou com uma representação no Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o Banco do Brasil denunciando a instituição por prática antissindical, má-fé e por perseguição aos trabalhadores que exerceram seu legítimo direito de greve.


Uma das condições para que os bancários assinassem o acordo coletivo 2012-2013 foi a de não haver desconto dos dias de greve ou mesmo qualquer outra medida contra os trabalhadores que exerceram o direito de greve. 

"Ocorre que, para surpresa dos trabalhadores, após a aceitação da proposta, a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e o Acordo Coletivo de Trabalho Específico, o BB editou normativo interno aonde, de forma discriminatória, determina a suspensão unilateral da concessão das férias que já haviam sido anteriormente programadas, deferidas e comunicadas", destaca a Contraf-CUT na representação ao MPT .

O normativo interno do banco determina: "Os afastamentos abonados previstos até 15.12.2012 (abonos, férias, licença-prêmio) deverão ser reavaliados, priorizando o pagamento do saldo de horas extras referente aos dias não trabalhados". 

"Em momento algum do processo negocial foi condicionada a compensação dos dias de greve com o cancelamento das férias, abono e licença-prêmio já anteriormente programados e comunicados. É evidente que se trata de intenção de punir os trabalhadores", declara William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

A Contraf-CUT pediu ao banco imediata suspensão do procedimento discriminatório. Contudo, em total desrespeito ao negociado e acordado, o banco se recusou a rever o normativo e tem suspendido os efeitos das férias, abono e licença-prêmio já programados.

"Causa indignação o fato de que o banco conhecia a redação da CCT e, mesmo com intenção de alterar as férias e licenças dos bancários, não se manifestou na mesa da Fenaban sobre o tema", critica William. "A pergunta que fica é: por que o banco se calou quando viu que na redação do acordo não constava autorização para esse ataque aos grevistas? Fica claro que a intenção do banco já era extrapolar o acordado", afirma.

"Orientamos que os sindicatos avaliem com seus departamentos jurídicos a melhor forma de defender judicialmente os bancários discriminados e prejudicados pelo banco em suas bases, além da ação sindical que nossas entidades já estão fazendo", ressalta William.

CCT garante

A cláusula 56ª da CCT garante que os dias não trabalhados entre 18 de setembro de 2012 e 26 de setembro de 2012, por motivo de paralisação, não serão descontados e serão compensados, com a prestação de jornada suplementar de trabalho no período compreendido entre a data da assinatura desta Convenção Coletiva de Trabalho até 15 de dezembro de 2012, e, por consequência, não será considerada como jornada extraordinária, nos termos da lei. Além disso, eventual saldo não compensado até aquela data deve ser anistiado.

A Contraf-CUT aguarda o pronunciamento do MPT sobre o caso.


Fonte: Contraf-CUT

Mesmo baixando os juros, Banco do Brasil lucra R$ 8,3 bilhões até setembro



O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 8,347 bilhões nos nove primeiros meses de 2012, o que representa uma queda de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando apenas o terceiro trimestre do ano, no entanto, o lucro líquido ajustado apresentou crescimento de 3,3% ante o mesmo período de 2011, atingindo o valor de R$ 2,657 bilhões.

As despesas de Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) cresceram 23,3% no acumulado do ano e 2,4% ante o segundo trimestre deste ano. O valor chegou a R$ 10,549 bilhões nos nove primeiros meses de 2012, enquanto no mesmo período de 2011 havida sido de R$ 8,764 bilhões.

O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) foi de 18,7%. E a margem financeira bruta (diferença entre as receitas de intermediação financeira e as despesas de captação do banco) encerrou os nove primeiros meses de 2012 em R$ 34,375 bilhões, com elevação de 13,4% sobre o mesmo período do ano passado.

"O resultado do BB mostra que, mesmo com os desafios do governo de reduzir as taxas de juros, spread e tarifas via bancos públicos para balizar o mercado, os bancos conseguem manter um resultado expressivo", avalia William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Inadimplência estável

O indicador de inadimplência do BB acima de 90 dias permaneceu praticamente estável em 2,17% (1,81%, excluindo-se as operações do BV) e abaixo da média do sistema financeiro nacional, que atingiu 3,77% no mesmo período. 

As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 18% no acumulado do ano, atingindo R$ 15,587 bilhões.

Os ativos totais do Banco do Brasil superaram R$ 1,1 trilhão, o que representou expansão de 16,2% sobre setembro de 2011.

"A inadimplência do BB é pequena porque a avaliação de crédito é feita por bancários competentes e não por empresas terceirizadas, o que é um diferencial do banco. Isso também mostra que o BB está equivocado em terceirizar outros serviços", acrescenta William. 

A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 532,3 bilhões no terceiro trimestre, com expansão de 20,5% em doze meses e 4,7% em relação ao observado em junho. Outro destaque foi a carteira de crédito no exterior que atingiu R$ 41,464 bilhões, com crescimento de 36,4% em relação a setembro. 

O impacto da Previ no resultado do BB caiu 56,4% nos nove primeiros meses do ano, com relação a mesmo período de 2011. Isso se deu principalmente por queda no resultado esperado sobre ativos do plano, além de outras atualizações de ativo atuarial.

O BB distribui 40% do lucro líquido a seus acionistas e destinou R$ 3,344 bilhões em remuneração, sendo R$ 836 milhões em dividendos e R$ 2,508 bilhões em juros sobre capital próprio.

Banco precisa contratar mais para acompanhar o crédito

O número de agências passou a 5.339 em todo país. 

O número de funcionários que era de 113.810 em dezembro de 2011 subiu para 114.480 em setembro deste ano, o que significa a criação de 670 postos de trabalho em 2012, dos quais 484 nos últimos três meses. Já no período de um ano o banco abriu 886 novos postos de trabalho.

"Com esse resultado positivo, o BB agora precisa parar de assediar seus trabalhadores e melhorar as condições de trabalho, inclusive contratando mais bancários para acompanhar o aumento da oferta do crédito e dar um atendimento melhor à população", conclui William.

Fonte: Contraf-CUT

7.11.12

BB garante que acertos do acordo serão retroativos a 1º de setembro




Após a cobrança da Contraf-CUT, o Banco do Brasil enviou nesta terça-feira (6) esclarecimentos sobre pontos específicos do acordo coletivo aditivo, assinado no dia 4 de outubro. O banco garantiu que os funcionários receberão os ajustes pecuniários, conquistados na Campanha Nacional 2012, retroativos a 1º de setembro e, portanto, sem nenhum prejuízo.

Uma das conquistas dos funcionários do BB é o fato de que os bancários no nível inicial da carreira (A1) serão promovidos a A2 após 90 dias de serviço efetivo desde a posse no banco. "Como a mudança não ocorreu no pagamento de outubro, cobramos o banco para esclarecer aos bancários que o direito será pago desde a data-base", informa William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. O banco se comprometeu a implantar a mudança do acordo até dezembro, com valores retroativos a 1º de setembro.

Outro ponto questionado pelos bancários é o cumprimento da cláusula que unifica os Atendentes "B" e "A" em um único cargo de Atendente de Central de Atendimento, com o salário no valor de R$ 2.554,20, independentemente do tempo de exercício nas comissões originárias. O BB se comprometeu a implementar a cláusula até dezembro e igualmente com valor retroativo a 1º de setembro.

Caixas

Em relação à cláusula que trata da inclusão dos caixas no Plano de Carreira e Remuneração (PCR), o exercício da função Caixa Executivo passa a pontuar para a promoção por mérito à razão de 0,5 ponto por dia. O banco informou que a pontuação do PCR para os CAIEX já está disponível no sistema ARH-3-8 e a pontuação foi contabilizada retroativamente a 2006. As diferenças salariais serão creditadas até dezembro.

"Os caixas que já pontuaram 1.095 pontos terão direito à primeira letra de mérito e receberão a diferença salarial até dezembro, com referência a 1ª de setembro", explica William.

Vagas de escriturários nas dependências do BB - SACR

Quanto à concorrência à remoção automática (SACR), a Contraf-CUT havia recebido denúncias de que alguns gestores e dependências continuavam a pedir currículo dos interessados a concorrerem a vagas de escriturários.

"Esse tipo de discriminação acabou desde a conquista da Campanha 2012. Qualquer bancário pode concorrer a qualquer vaga de escriturário em qualquer local - agência ou departamento. Os gestores não podem ficar escolhendo qual escriturário preferem", avisa o dirigente sindical.

Assim como as travas, o banco pediu duas semanas para regularizar o sistema e alterar as normas internas que já deveriam ter sido feitas desde o dia 5 de outubro (assinatura do acordo)

Travas dos atendentes da CABB

A trava dos atendentes da CABB para concorrência a cargos comissionados caiu de dois para um ano, sendo outra das conquistas dos funcionários do BB na Campanha 2012. O banco informou que está fazendo os ajustes do sistema, mas que as Gepes estão analisando e atendendo demandas individuais.

"Esta foi uma das cobranças que fizemos ao banco, pois a empresa ainda não havia mudado o regulamento interno. O banco nos informou que em duas semanas o sistema estará regularizado", finaliza o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Fonte: Contraf-CUT

6.11.12

Formação: Contraf-CUT inicia 2º módulo do PCDA


Equipe de coordenação do curso:
William, Bárbara, Regina e Gustavo.

Iniciamos hoje o 2º módulo do 7º curso do Programa de Capacitação de Dirigentes e Assessores - Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro -, promovido pela Contraf-CUT e Dieese em parceria com as entidades sindicais participantes.

A turma do curso representa 20 entidades do movimento sindical bancário e dos trabalhadores e conta com 36 participantes.

Participantes do curso. A galera fez um belo
trabalho de pesquisa. Foto: dirigentes do Itaú

Neste primeiro dia, os participantes apresentaram um estudo sobre as principais mudanças ocorridas nos bancos brasileiros na última década e os problemas gerados com essas mudanças para a sociedade, principalmente para trabalhadores e clientes.

A dedicação do trabalho foi tanta que todo mundo
tinha muita informação para partilhar com o coletivo.
Foto: dirigentes do Santander.

Na parte da tarde, o grupo conheceu e debateu com o técnico Gustavo (Dieese) as principais políticas utilizadas pelos governos para controle macroeconômico da economia: políticas fiscal, cambial, monetária e de rendas.

As pesquisas por bancos foram feitas independente do tamanho de cada grupo.
Ao final, todos saíram com muito mais informação sobre histórico de fusões
 e mudanças ocorridas no mercado bancário. Foto: dirigentes do Bradesco.

Também foi visto o efeito multiplicador da moeda e a capacidade dos bancos de produzir moeda escritural e a importância da supervisão pelas autoridades monetárias para que os banqueiros não causem riscos ao sistema financeiro e monetário.

Bancos públicos e privados, os grupos pesquisaram as mudanças,
os problemas antigos e os novos desafios a enfrentar.
Foto: dirigentes da Caixa Federal.

Apesar de não haver uma ruptura radical nas políticas fiscal, cambial e monetária aplicadas no Brasil desde os anos noventa, houve um fortalecimento da política de rendas nos governos de Lula e Dilma que estão mantendo a economia ativada mesmo neste período de forte crise econômica mundial, pois ela gerou um aumento no consumo interno no país e retirou da linha da pobreza mais de 50 milhões de pessoas que hoje são consumidores internos.

Mesmo estando no dia a dia da luta sindical, sempre é possível
descobrir mais problemas causados pelos bancos aos trabalhadores,
como vimos nas apresentações. Foto: dirigentes do HSBC

Os participantes iniciaram o 2º módulo com muita disposição de produzir conhecimento coletivo para a categoria bancária e para a classe trabalhadora e o grupo poderá contribuir muito para suas entidades e bases sindicais.

Muitas equipes de trabalho, muita informação sobre os bancos que enfrentamos
diariamente para melhorar as condições de trabalho e atendimento.
Foto: dirigentes do Banco do Brasil.

A Contraf-CUT parabeniza todas as entidades que estão investindo na formação e preparação de seus dirigentes para melhorar a qualidade da representação sindical.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

ACREDITEM NA FORMAÇÃO SINDICAL!
ACREDITEM QUE PODEMOS MUDAR O MUNDO!

1.11.12

Por onde ando... Cuidando de questões do BB



Nesta semana de 29 de outubro a 1º de novembro, foquei meu trabalho sindical em questões inerentes ao Banco do Brasil e à coordenação da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Estou em Brasília nesta semana. Na terça à noite, assisti a excelente palestra do professor Emir Sader no Sindicato dos Bancários de Brasília. O tema foi sobre a Esquerda e o Movimento Sindical.


Espero esclarecer até esta quinta-feira, várias dúvidas de sindicatos e dos bancários sobre acertos pós-campanha e conquistas 2012. Também espero resolver questões de mudanças no sistema do banco ainda não implantadas até o momento.


Em relação ao que não for resolvido, nossos sindicatos farão o embate sindical necessário para a defesa dos bancários.


SOMOS FORTES, SOMOS CUT!

29.10.12

Contraf-CUT conclui primeiro módulo do novo curso de formação sindical



A Contraf-CUT, em parceria com o Dieese, finalizou na última sexta-feira (26) o primeiro módulo do curso de formação sindical, iniciado na segunda-feira (22), voltado para diretores e assessores de sindicatos de bancários, realizado no Hotel Atibainha, no interior de São Paulo.

O curso, intitulado "Sindicato, Sociedade e Sistema Financeiro", é dividido em três módulos de cinco dias cada. Esta é a sétima turma do curso, que já percorreu todas as regiões do país e agora começou uma nova fase em São Paulo.

"De modo geral, os trabalhos de discussão focaram a sociedade em que vivemos, além de um debate acerca dos interesses e dos atores sociais inseridos nela, os valores representados, as principais instituições e as formas de disputa", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT. "Também abordou a história de luta da classe trabalhadora sob os vários contextos ao longo do século 20 e neste início de século 21", destaca William.

A origem do movimento sindical brasileiro com os anarcossindicalistas e as greves ocorridas entre o final do século 19 e primeiras décadas do século 20 também foram temas dos debates. Os participantes estudaram ainda a evolução e as mudanças do sindicalismo na Era Vargas, no regime militar e na redemocratização do país, apontando para os desafios da contemporaneidade.

A turma conta com a participação de 36 dirigentes e assessores sindicais de 20 entidades de diferentes estados.

Participação de Sérgio Rosa

Os participantes contaram com uma exposição de Sérgio Rosa, funcionário do Banco do Brasil, ex-diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e presidente da extinta Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT) entre 1994 e 2000. Ele também foi diretor eleito da Previ e depois presidente do fundo de pensão dos funcionários do BB no período de 2003 a 2010.

Sérgio resgatou a história do movimento sindical bancário desde a década de 1980. Apontou a organização do Departamento Nacional de Bancários da CUT (DNB-CUT), em 1985, a transformação em CBN-CUT, em 1992, e a criação da Contraf-CUT, em 2006. Também analisou a importância da atuação dos bancários no cenário político nacional.

O dirigente ainda lembrou o período de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), na busca de liberdade, democracia e participação política nas decisões do país.

Continuidade do curso

O segundo módulo do curso acontece de 5 a 9 de novembro e o terceiro entre os dias 3 e 7 de dezembro.

Fonte: Contraf-CUT

27.10.12

Eleição paulistana - Campanha de Haddad (PT) conquista o povo



Amanhã São Paulo elegerá seu prefeito para os próximos quatro anos.

Uma coisa importante na política e na democracia real está acontecendo neste embate entre o candidato Fernando Haddad (PT) x José Serra (PSDB): a população entrou no debate e na militância na busca de cada voto possível para a vitória.


Isso é muito bonito de se ver. O candidato José Serra, que representa atualmente o que há de pior para a classe trabalhadora, conseguiu ter a aversão de metade da população paulistana.


O candidato Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores representa a política que vem sendo implementada pelo governo federal há uma década e que transformou o Brasil em uma das nações mais promissoras do mundo contemporâneo, conjugando democracia de massa e mudanças (sem ruptura institucional) com distribuição da riqueza produzida pela classe trabalhadora e pela inclusão de mais de 50 milhões de pessoas no direito humano de adquirir bens e direitos antes permitidos a pequena parcela de privilegiados da elite local e dos grandes países do primeiro mundo.


Não consegui me envolver na campanha de rua do candidato Haddad, pois minha agenda sindical segue ininterrupta desde o fim da greve da categoria porque sou representante eleito pelos bancários e entidades sindicais na função de coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e sou secretário de formação da Contraf-CUT.


Ao mesmo tempo, vi algo que me encheu de orgulho nas últimas semanas: minha esposa no corpo a corpo com cada pessoa de seu local de trabalho e espaços que frequenta dizendo da importância de votar em Fernando Haddad para termos uma capital paulista com esperança de ser um lugar melhor para se viver.


Digo aqui de meu orgulho porque minha esposa é uma cidadã não envolvida com militância política. Pelo contrário, ela não gosta disso, mas a campanha de Fernando Haddad conseguiu fazê-la sair para o corpo a corpo na busca de votos para elegê-lo.


AMANHÃ, VAMOS TODOS NÓS CIDADÃOS PROGRESSISTAS ELEGER FERNANDO HADDAD (PT) PARA CONDUZIR SÃO PAULO RUMO A UM FUTURO COM ESPERANÇAS DE SER MELHOR.


VOTE 13 - PARTIDO DOS TRABALHADORES EM SÃO PAULO



PS 1: aqui onde voto em Osasco já elegemos o candidato Jorge Lapas do Partido dos Trabalhadores para o próximo mandato, para dar sequência ao excelente trabalho feito por Emídio de Souza (PT) nos últimos oito anos.

PS 2: Parabéns povo paulistano por optar pela esperança e pelo futuro!! Haddad foi eleito prefeito de São Paulo!!

26.10.12

Contraf-CUT repudia ameaças do BB contra funcionários que fizeram greve



A Contraf-CUT repudia as práticas antissindicais que estão ocorrendo nas unidades do Banco do Brasil contra funcionários que fizeram a greve nacional da categoria. Os sindicatos estão recebendo denúncias de procedimentos de administradores do banco que afrontam a forma de compensação dos dias parados prevista na cláusula 56ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

"Não aceitamos pressões, planilhas ou quaisquer orientações do banco em desacordo com o que estabelece a CCT e cobramos respeito e dignidade com os trabalhadores que exerceram o direito constitucional de greve e que produzem diariamente os excelentes resultados do BB e fortalecem a instituição como banco público", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

O dirigente sindical alerta que os funcionários não devem assinar planilha alguma sobre compensação de horas de greve, pois isto não está previsto na CCT e no acordo aditivo assinado pelo banco. "Qualquer documento desse gênero deve ser impresso e retido pelos bancários para eventual denuncia ao sindicato e à justiça contra o gestor que está assinando tais práticas de assédio moral e prática antissindical", aponta William.

Qualquer novo abuso ou truque deve ser denunciado imediatamente pelos funcionários aos sindicatos, federações e Contraf-CUT.

"Estamos de olho e atentos a todas as ameaças que os funcionários do banco estão sofrendo e vamos tomar juntos todas as medidas cabíveis para combater o assédio moral e as práticas antissindicais que agridem a dignidade dos trabalhadores do BB", conclui William.

Fonte: Contraf-CUT com sindicatos

25.10.12

Curso de formação estuda história do movimento e desafios atuais


Sérgio Rosa, ex-dirigente da Previ e
liderança sindical bancária na redemocratização.


CURSO DE FORMAÇÃO ESTUDA HISTÓRIA DO MOVIMENTO E DESAFIOS ATUAIS

Está acontecendo a 7ª turma do curso de formação Sindicato, Sociedade e Sistema Financeira, organizado pela Contraf-CUT em parceria com o Dieese. O curso é autofinanciado pelas entidades participantes.

O curso é realizado em 3 módulos de 5 dias. Esta turma tem a participação de 36 dirigentes e assessores sindicais de 20 entidades bancárias e dos trabalhadores.

Nesta semana, já foi estudada e debatida a forma como está organizada a sociedade contemporânea e todos os atores sociais e segmentos que disputam espaços de interesse nela.

Na terça-feira foi debatida a origem do movimento sindical brasileiro com os anarcossindicalistas e as greves ocorridas entre o final do século 19 e primeiras décadas do século 20.

Na quarta-feira o grupo teve um momento de debate com Sérgio Rosa, ex-diretor eleito da Previ e depois presidente do fundo de pensão entre 2003 e 2010.

Sérgio Rosa foi uma importante liderança sindical dos anos oitenta e noventa - dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT).

Ele vivenciou e participou da construção da atual estrutura sindical bancária, que nasceu dentro da Central Única dos Trabalhadores - CUT. A Contraf-CUT nasceu primeiro como departamento da Central, depois como confederação orgânica de bancários e atualmente trabalha para representar todos os trabalhadores do ramo financeiro.

Sérgio Rosa também viveu o período em que os trabalhadores e os movimentos sociais criaram o Partido dos Trabalhadores, em busca de liberdade e democracia efetiva, com a participação das massas populares nas decisões do país.

Como secretário de formação da confederação agradeço o investimento em formação que está sendo feito pelas entidades bancárias de: ABC, Guarulhos, Apucarana, Cornélio Procópio, Umuarama, Londrina, Amapá, Campinas, Campo Grande, Rondônia, Brasília, São Paulo, Osasco e região, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Alagoas, Ceará, Fetec CN, Fetec SP, Contraf-CUT e Dieese.

William Mendes