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16.9.16

Cassi - Prestando contas e informando a base social



Participando de reunião da direção da Afabb SP, onde pudemos
 dar a nossa opinião a respeito das negociações sobre a Cassi.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos fechando nossa semana de trabalho na gestão da Caixa de Assistência dos Funcionários do BB, a maior autogestão do país, entidade que cuida de mais de 700 mil participantes e que está presente com estrutura administrativa em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal e que conta com 65 unidades próprias de atendimento à saúde, as CliniCassi.

A base social que representamos como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento é o país, nosso querido Brasil. Para cumprir um de meus compromissos com os associados e suas entidades representativas, a comunidade Banco do Brasil, nós pensamos estratégias desde o início de nosso mandato. 

Informar associados e representações sobre a Cassi e o modelo assistencial é estratégico para a sustentabilidade

Criamos um boletim mensal para falar da Cassi, do Modelo de Atenção Integral, da Estratégia Saúde da Família (ESF), dos Programas de Saúde da Cassi, de formas de organizar sistemas de serviços de saúde, para falar do modelo de custeio solidário do Plano de Associados, da importância das CliniCassi e da Atenção Primária à Saúde (APS), para falar dos Exames Periódicos de Saúde (EPS), enfim, nós já publicamos 26 boletins nesses 26 meses de mandato e qualquer associado, entidade representativa ou liderança da comunidade pode acessar todos os boletins na página da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a Contraf-CUT, em sua página de "publicações".


Participando da reunião da direção da Aafbb, em Xerén RJ,
onde pudemos dar a nossa opinião sobre as negociações Cassi.

Gestão sempre presente nas bases sociais

Uma das questões mais estratégicas de nossa gestão na área de saúde e rede própria da Cassi é formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres em relação ao seu Plano de Saúde e informar o conjunto dos associados e participantes sobre a melhor forma de utilizar a Caixa de Assistência. Esta estratégia que adotamos no mandato tem relação direta com o tema "Sustentabilidade da Cassi".

Entramos o mês de setembro de 2016 num momento fundamental da luta coletiva e unitária que fizemos em busca de uma solução para o déficit do Plano de Associados da Cassi, luta iniciada desde o final de 2014, quando procuramos a Comissão de Empresa da Contraf-CUT para pedir apoio e calendário de mobilização e lutas em busca de mesa de negociações com o patrocinador BB, que logramos êxito, porque desde maio de 2015 estamos negociando soluções para a Cassi.


Plenário de lideranças paulistas debatendo sobre
a Cassi. Foto: da Afabb SP.

Tivemos a grata satisfação de nos reunirmos com duas das maiores entidades representativas que congregam colegas do funcionalismo do BB, principalmente de colegas aposentados. Estamos falando da Aafbb, cuja sede está no Rio de Janeiro e a Afabb SP, situada aqui na cidade de São Paulo.

Na quarta 14, estivemos no encontro nacional de representantes da Aafbb a convite e foi um dia de muito debate e construção de conhecimento coletivo em relação à Cassi. A entidade se posicionou favoravelmente à proposta apresentada pelo patrocinador Banco do Brasil, após debates em seus fóruns internos de governança. Sou grato a Aafbb por ter arcado com as nossas despesas de passagens aéreas e hospedagem.

Nesta sexta 16 tive a grata surpresa de coincidir minha agenda de trabalho, que havia definido por ser na Cassi SP, com a reunião da direção da Afabb SP. Agradeço muito ao convite feito para que eu pudesse participar e conversar com as lideranças a respeito da proposta do BB para a Cassi. Novamente, foram horas de debate construtivo, informativo e em benefício de nossa Caixa de Assistência.

As duas entidades representam milhares de colegas de nossa comunidade Banco do Brasil, principalmente do segmento de aposentados e pensionistas. Acredito que ganhamos todos nós com essa agenda da semana.


Reunião com funcionários da CliniCassi Centro, em São Paulo.

Diálogo permanente com os funcionários da Cassi

Outro momento que tem me dado uma alegria imensa é poder conversar com os trabalhadores da Cassi, que são patrimônio imprescindível da nossa entidade de saúde.

Dar informações a eles e ouvi-los é uma forma de dar pertencimento às pessoas que fazem a Cassi funcionar, e que cuidam e acolhem a tod@s nós associados e familiares.

Só nesta semana, conversei com os trabalhadores da Cassi no Rio de Janeiro, em nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento e na CliniCassi Centro, SP.

Semana cheia, mas cheia de contato humano, num mundo cada vez com menos contato humano. Valeu a pena e vamos descansar um pouco para repor as energias para a próxima semana de luta em defesa da nossa Cassi, dos associados, do modelo de saúde que acreditamos ser o melhor para ambos, e consequentemente melhor também para o patrocinador Banco do Brasil.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: acredito que só tenho conseguido superar a tristeza em ver a destruição de meu país, dos direitos políticos, sociais e trabalhistas de meus pares da classe trabalhadora, e o ataque fascista à democracia por causa de mergulhar na luta pela Cassi e pelos associados como tenho feito nesses dois anos... mas dá uma tristeza imensa cada minuto em que me lembro do que está ocorrendo em nosso país.

15.9.16

Agenda Cassi - Diretor de Saúde debate proposta




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana, estamos cumprindo uma agenda de trabalho que conjuga nossas obrigações na governança da Cassi, na sede em Brasília, com visitas às entidades representativas e unidades da Cassi para conversar a respeito da proposta feita pelo patrocinador Banco do Brasil sobre o déficit do Plano de Associados e em busca de alternativas para a sustentabilidade da Caixa de Assistência.

Na quarta-feira, estivemos na reunião dos representantes da Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil (Aafbb), realizada em Xerén, RJ. Essa importante entidade do funcionalismo é uma das componentes da Comissão Negociadora que esteve nas lutas e debates unitários desde o início do processo negocial que trata do déficit do Plano de Associados.

A Aafbb se posicionou favorável à proposta apresentada pelo Banco do Brasil no último dia 5 de setembro.

Nosso debate com a direção e com os representantes da entidade durou toda a manhã e foi muito bom. Busquei dar informações importantes, e apresentei minhas preocupações a respeito da proposta.

Agradeço de coração a acolhida que tivemos, o alto nível dos debates e revi lideranças que tenho encontrado pelo Brasil afora na agenda de trabalho que definimos para nosso mandato e para nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento.

Fizemos também no Rio de Janeiro, reunião com a equipe de funcionários da Cassi porque acho importante dar pertencimento a eles sobre os debates e rumos da nossa entidade e ouvir a opinião de quem faz a Cassi funcionar no dia a dia.

Hoje, na sede da Cassi, fizemos nova reunião com os funcionários de nossa Diretoria.

Nesta sexta, estaremos em São Paulo e vou conversar também com os funcionários da Cassi.

Terei uma nova oportunidade de conversar com os representantes da Afabb SP, pois fui convidado para participar de reunião desta importante entidade. Desde já agradeço o convite.

Vamos conversando com os associados, com suas entidades, com os funcionários da Cassi e avaliando a proposta porque as decisões que temos que tomar não são fáceis.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

13.9.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde da Cassi (DF, RJ, SP)



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Começamos nossa semana de trabalho com muitos estudos e leituras em nossa gestão na Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi. 

Na segunda, fizemos reunião com as nossas gerências na sede em Brasília e ficamos mais de 14 horas envolvidos com a pauta da reunião de Diretoria que acontece nesta terça 13.

Na quarta-feira 14 estaremos em Xerén, no Rio de Janeiro, onde participaremos de reunião da Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil - Aafbb. Estamos indo a convite e por conta da entidade para falar com os conselheiros e conselheiras a respeito da Cassi. Desde já agradeço a oportunidade de levar informações de nossa entidade de saúde a esta importante associação do funcionalismo.

Na quinta 15, nossa agenda de trabalho será em Brasília e na sexta-feira, trabalharemos na Cassi SP.

Sustentabilidade da Cassi e negociações com o patrocinador Banco do Brasil

Estamos avaliando a proposta feita pelo BB para a Cassi.

As entidades que compõem a Comissão Negociadora também estão avaliando a proposta. Contraf-CUT e Contec ficaram de dar retorno ao Banco após consultarem a posição de suas entidades afiliadas. Provavelmente isso ocorrerá após a Campanha Salarial porque os bancos e os bancários estão no período de data-base e no momento os bancários estão em greve por novas propostas da Fenaban e bancos. Anabb, Aafbb e Faabb também ficaram de consultar suas bases.

Creio que as lideranças e os Conselhos de Usuários também devem estar debatendo a proposta.

Estou preparando novo artigo com avaliação da proposta e com explicações sobre o que nós da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento achamos relevante e fundamental para efetivamente buscarmos a sustentabilidade de nossa entidade de saúde dos trabalhadores, a Caixa de assistência.

Nosso trabalho pela Cassi se tornou um trabalho militante, além de dever de ofício, porque acreditamos que o Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF) é a melhor perspectiva para cuidar de centenas de milhares de vidas, ainda mais num mundo adoecido e em crise e num setor de saúde com problemas maiores a cada semana.

Mas acontece que chegamos ao limite da capacidade instalada das unidades administrativas e das unidades de atendimento à saúde - CliniCassi -, e precisamos de investimentos para poder fazer o que deve ser feito. Nossas equipes atenderam aos nossos pedidos de gestor e incluíram quase 20 mil participantes a mais na ESF nos últimos dois anos, mas sem investimento na estrutura, nas pessoas e em tecnologia, fica difícil ampliar a Atenção Integral.

A Cassi, os associados e suas entidades representativas e o Banco do Brasil podem fazer a diferença se todos estivermos focados e em parceria no mesmo objetivo de promover saúde e prevenir doenças, cuidando e monitorando os participantes já com algum problema de saúde.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Post Scriptum (20:27h de quarta, 14/9, RJ):

Estamos no aeroporto do Galeão, aguardando para voltar à Brasília. Tivemos uma agenda de trabalho muito proveitosa no RJ.

Pela manhã, participamos do encontro dos representantes e lideranças da Aafbb em Xerén. Debatemos Cassi e as diversas questões inerentes à nossa entidade de saúde por mais de 4 horas.

Eu agradeço muito o convite, a recepção e acolhida que tivemos por parte de tod@s e estamos retornando com muita energia para seguir na luta pela nossa Cassi, pelos associados e suas entidades representativas e pelo modelo assistencial que defendemos, focado em cuidar das pessoas de forma integral.

Ainda fiz um esforço em ir até a nossa Unidade Cassi RJ, onde passamos o período da tarde. Fizemos reunião com os funcionários para darmos as informações mais recentes sobre a Cassi e conversamos um pouco com a gestão.

Vamos voltar pra sede da Cassi, onde vamos trabalhar amanhã.

William

9.9.16

Cassi acerta parcerias pela saúde em Sergipe


Reunião Cassi, Super, Gepes, Sesmt e Sindicato em Sergipe.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estivemos nesta quinta e sexta em Aracaju, Sergipe, cumprindo uma importante agenda de planejamento da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, a maior autogestão em saúde do país.

A Cassi é a entidade de saúde dos funcionários do Banco do Brasil, tem mais de sete décadas de existência e, desde a Reforma Estatutária de 1996, está reorganizando seu sistema de serviços de saúde, baseado no Modelo de Atenção Integral à Saúde.

Nossa Caixa de Assistência cuida de mais de 400 mil participantes do Plano de Associados e ainda temos planos de saúde para familiares dos associados, funcionários da Cassi e convênios de reciprocidade com outras operadoras de autogestão. São mais de um milhão de participantes.

Nosso foco estratégico como gestor de saúde eleito pelos associados é formar uma comunidade de participantes que conheça o que é a Cassi, saiba seus direitos e deveres, compreenda o seu modelo assistencial, entenda causas e consequências do uso inadequado do seu plano de saúde e as melhores alternativas para ter atendidas as suas necessidades em saúde.

Este tem sido o nosso trabalho militante desde o dia 2 de junho de 2014, quando começamos nosso mandato como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento.

Cassi acerta parceria com BB e entidades locais para fortalecer a comunicação e fornecer informação adequada aos bancários e associados sergipanos

Foi muito promissora a reunião entre a Cassi, Super, Gepes, Sesmt, Sindicato e Conselho de Usuários para definir uma agenda de trabalho focada em ampliar o nível de informações e conhecimento da comunidade assistida por nós em Sergipe. São mais de 14 mil participantes no Estado.

Dentre as possibilidades aventadas para serem programadas e executadas nos próximos meses, está a divulgação periódica de informações de saúde, do modelo de saúde, sobre a CliniCassi Aracaju, a Estratégia Saúde da Família (ESF), alternativas de atendimento de demandas em saúde evitando-se as judicializações e reclamações à ANS etc.

Também serão ampliadas as reuniões presenciais em locais de trabalho com palestras da Cassi para falar a respeito de saúde, tirar dúvidas e oferecer os serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) e cadastrar participantes na ESF e atuar na promoção de saúde e prevenção de doenças a partir dos mapas de Exames Periódicos de Saúde (EPS) e checkups dos primeiros gestores.

Foram dadas várias sugestões de atuação conjunta entre Cassi, Banco do Brasil e entidades representativas, sempre com o foco na saúde dos participantes e no fortalecimento da Caixa de Assistência. Já haverá reunião organizativa das atividades e de planejamento na próxima semana.

Nós da Diretoria de Saúde acreditamos muito no aperfeiçoamento das parcerias em prol da Cassi, e consequentemente dos associados e seus familiares e do patrocinador Banco do Brasil. Com o agravamento das crises no setor de saúde suplementar e complementar, é necessário que a comunidade Cassi fortaleça o que tem de potencial para ampliar seu modelo de cuidar de pessoas, evitar doenças, monitorar participantes com doenças crônicas e usar de forma mais racional os recursos na Rede Credenciada.

Reunião com o Conselho de Usuário da Cassi Sergipe.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi Sergipe

Na tarde de quinta-feira 8, estivemos reunidos com os conselheiros e conselheiras da Cassi em Sergipe. Foram quase 3 horas de debates, explanações, e construção de parcerias para fortalecer o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF). Também falamos a respeito do histórico das negociações entre o patrocinador BB e as entidades representativas, do histórico do déficit do Plano de Associados, da proposta feita pelo BB nesta semana e várias outras questões abordadas.

Unidade Cassi Sergipe e
CliniCassi Aracajú. Temos
3 equipes de família em SE.
Reunião de gestão e com os funcionários da Cassi

Uma parte importante de nossa agenda de visita às Unidades Cassi e CliniCassi é a conversa com os nossos trabalhadores da Cassi, valioso patrimônio de nossa autogestão e de nós todos associados, que temos uma equipe dedicada de profissionais que cuidam de nossas vidas e de nossos entes queridos há décadas.

Além da reunião com o conjunto de funcionários, temos feito excelentes reuniões de gestão, trazendo informações e estudos que realizamos na sede e conhecendo também as experiências e ferramentas de gestão de nossas equipes nos Estados.

Recepção da CliniCassi Aracaju.

Unidade Cassi Sergipe (informações do site da Cassi)

Modificado em: 15 Dezembro 2015

Endereço: Av. Tancredo Neves, 242 - Grageru - Aracaju (SE) - CEP 49025-620
Telefone: (79) 2105-4600
Fax: (79) 2105-4630/4632
Contato: Fale com a CASSI
CNPJ: 33.719.485/0005-50 


Horário de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8 às 18h

Serviços: atendimento multidisciplinar em Saúde da Família (médico de família, enfermeiro, técnico de enfermagem, psicólogo e assistente social). Os serviços descritos necessitam de agendamento prévio. Realizamos também serviço de pronto atendimento para atendimento de consultas não agendadas, autorizações de procedimentos previstos nos planos (Associados e Cassi Família) e saúde do trabalhador, além de serviços de enfermagem (vacina, curativo, retirada de pontos, nebulização, aplicação de injeções entre outros).

Gerente de Unidade – Natalie Schindler Evangelista


Cheguei a Brasília a tempo de ver
o Por do Sol. Vamos descansar.

Seguimos cumprindo nossa agenda de gestor de saúde de forma militante


"Eu é que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar" (Ouro de Tolo, Raul Seixas)


Estamos encerrando nossa agenda em Sergipe. Estamos felizes pelos resultados e pela recepção, acolhimento e doação de todos e todas nesta agenda. Agradeço emocionado por tudo.

Com todas as dificuldades que temos tido, completamos 17 Estados visitados nesta agenda de parcerias. E posso dizer que valeu e está valendo a pena o esforço de ir às bases da Cassi.

Já estivemos em São Paulo, Rondônia, Roraima, Rio de Janeiro, Paraná, Piauí, Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Espírito Santo, Distrito Federal, Bahia, Amapá, Amazonas, Alagoas, Acre e agora em Sergipe.

Faltam 10 estados e vou conseguir cumprir toda a agenda de planejamento de nossa Diretoria até dezembro de 2016.

A maior parte desta agenda fiz com meus próprios recursos. Não acho adequado fazer isso, porque sou gestor da rede e do modelo assistencial e estou trabalhando. Mas não vou ficar sentado em minha mesa na sede por causa de incompreensão ou divergência interna no que é estratégico para a Cassi.

Na minha opinião, se uma reclamação e multa à ANS for evitada, UMA, já valeu a pena e já equivaleu a uma economia que daria para eu fazer minha agenda de trabalho por dois anos. Paciência, a gente segue fazendo o que entende que deve ser feito em defesa da Cassi, dos associados e dos funcionários da Cassi.

Se nós descobrirmos um participante em processo de adoecimento crônico ou com doença grave e evitarmos um infarto, um AVC, um aneurisma, uma falência de órgão, se evitarmos UM caso desses, já teremos economizado dezenas ou centenas de milhares de reais. Pequena porcentagem disso seria o equivalente necessário para fazer todas as Conferências de Saúde de um ano e ganhar aderência de mais participantes ao modelo assistencial preventivo.

Meu dispêndio nesta agenda de trabalho foi de 975 reais.

Vamos descansar um pouco. Abraços.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

26º Boletim aborda Modelo de Atenção Integral à Saúde




O 26º boletim Prestando Contas Cassi traz explicações neste mês sobre como organizar e quali­ficar o sistema de saúde segundo a lógica do Modelo de Atenção Integral à Saúde.

O Sistema de Saúde da Cassi se caracteriza como um conjunto de pontos de atenção organizados para atender às premissas do Modelo de Atenção Integral à Saúde. Esse modelo se volta à oferta de uma abordagem global à saúde dos indivíduos, visando à satisfação das necessidades de saúde e à qualidade de vida.

Para organizar as ações assistenciais de modo a atender à integralidade da atenção, nos diferentes níveis de atenção, a Cassi optou por organizar os cuidados de saúde da população por meio de Programas de Saúde. 


Previsto como um modelo de organização de ações em saúde validado pela comunidade científica, os Programas de Saúde podem ser definidos como instrumentos para operacionalização de políticas de saúde por meio de planejamento, execução e avaliação de ações de promoção, prevenção, reabilitação e recuperação da saúde.

Leiam AQUI e divulguem para seus colegas bancários, amigos e associados da Cassi.

O 26º boletim Prestando Contas Cassi está disponível em PDF na seção "Publicações" do site da Contraf-CUT para que os sindicatos e federações possam imprimir e distribuir nas suas bases.

Fonte: Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi

8.9.16

Agenda do Diretor de Saúde da Cassi em Sergipe



Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos indo para Aracaju, onde cumpriremos a nossa agenda de planejamento da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento para o ano de 2016, quando definimos visitar todos os Estados para aprofundar parcerias com o Banco do Brasil e entidades representativas com o foco em melhor comunicação e informações para promoção de saúde e prevenção de doenças e para divulgar melhor o papel tanto da Cassi quanto do Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), que é o pilar do modelo assistencial da nossa autogestão.

Apesar da categoria bancária estar em dias de luta pela sua data-base, nós não podemos interromper um planejamento anual para fortalecer a Cassi em todos os Estados.

Sergipe é um importante Estado brasileiro e conta com cerca de 4 mil associados do plano de saúde dos funcionários do BB, mas atendemos a mais de 13 mil participantes, somando todos os planos. Temos na CliniCassi Aracaju 3 equipes de família que já acompanham quase 4 mil cadastrados na Estratégia Saúde da Família (ESF).

É a segunda vez que vamos a Sergipe, porque estivemos em 2015 na Conferência de Saúde e realizamos um bom debate com a comunidade local.

Vamos lá, fortalecer a Cassi e o Modelo de Atenção Integral à Saúde.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento


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Conferência de Saúde em 2015




Estivemos em Aracaju em outubro de 2015, quando participamos como palestrantes da VIII Conferência de Saúde da Cassi Sergipe, realizada na sede da AABB Aracaju.

Contamos com 75 participantes e o empenho da equipe de funcionários da Cassi foi fundamental para a realização do evento, assim como o apoio do Conselho de Usuários e demais entidades do funcionalismo e o Banco do Brasil local.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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Post Scriptum (0:10h de sexta, 9/09/16):

A quinta-feira foi um dia de trabalho muito positivo. Participamos de reunião com o Conselho de Usuários da Cassi SE. Logo após, tivemos reunião de gestão com equipe administrativa da Unidade.

Já no hotel, lemos e liberamos diversas súmulas de nossa responsabilidade e agora é hora de dormir para recomeçar amanhã bem cedo.


William

6.9.16

Banco do Brasil apresenta proposta final para Cassi (5/09)


(reprodução de matéria da Contraf-CUT de 05/9/16 - Sem avaliação e juízo de valor. Depois farei matéria de opinião a respeito)

Mesa de negociação BB e Comissão Negociadora.

O Banco do Brasil apresentou, nesta segunda-feira (5), sua proposta final na mesa de negociação da Cassi. Após um dia inteiro de debates, o Banco melhorou a proposta apresentada na reunião anterior, que previa incremento de receitas de R$ 34 milhões mensais.

O Banco aumentou o valor a ser investido pela empresa a título de ressarcimento, chegando a R$ 23 milhões mensais em programas de saúde vinculados ao Plano Associados da Cassi, além da contratação e pagamento das despesas com uma empresa especializada de consultoria, para desenvolver projetos na Cassi.

A proposta integral é dividida em três etapas, sendo a primeira de Governança, Gestão e Operação, com desenvolvimento de projetos de melhoria e revisão de processos e sistemas; a segunda com investimentos de cerca de R$ 40 milhões mensais, sendo 1% do salário ou benefícios dos associados ativos, aposentados e pensionistas (17 milhões), e R$ 23 milhões mais o pagamento da consultoria da parte do Banco do Brasil.

Já a terceira etapa, chamada de Acompanhamento dos Investimentos, prevê a prestação de contas trimestral dos projetos a serem desenvolvidos, a criação de uma nova estrutura de assessoramento ao Comitê de Auditoria (COAUD) e melhoria nos processos de recrutamento e seleção da Cassi, bem como a implementação de melhorias no sistema de avaliação de desempenho operacional de todas as áreas da Cassi.

Ao longo de 16 meses de negociação, a Comissão de Negociação formada pelas entidades de representação dos funcionários ativos e aposentados trabalhou para construir consensos em torno da Cassi, dentre os quais o investimento no Modelo de Atenção Integral à Saúde através da Estratégica Saúde da Família, manutenção do princípio da solidariedade como premissa fundamental do Plano de Associados, a corresponsabilidade entre BB e associados e, ainda, a garantia de cobertura para ativos, aposentados, dependentes e pensionistas.

Durante as negociações foi feito acompanhamento dos recursos financeiros da Cassi e negociadas soluções de reforço de caixa, como a antecipação dos recursos do 13º salário, proposta ao Banco, que fez com que os recursos disponíveis não fossem zerados.

Nos debates com o BB, após a apresentação da proposta, os representantes das entidades cobraram do Banco que o ponto de partida dos projetos a serem desenvolvidos sejam os projetos de ações estruturantes já debatidos na mesa de negociação e que a peça orçamentária da Cassi para o próximo exercício deverá prever a estimativa dos investimentos no Modelo de Estratégia Saúde da Família.

A proposta apresentada nesta segunda-feira será avaliada pelas entidades e diversos sindicatos que compõem a mesa de negociação, e, havendo concordância, será feito trâmite interno na Cassi, Banco do Brasil e encaminhada uma consulta ao Corpo Social da Cassi, que dará a palavra final da implementação.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e também coordenador da mesa de negociação da Cassi, a apresentação de uma proposta completa é bastante positiva para o processo negocial. “Esperamos, em breve, estar discutindo internamente nas entidades os encaminhamentos para que seja feito um amplo debate com os associados, em busca de melhorias na Cassi e preservação do atendimento de todos os associados”, explicou.

Confira proposta na íntegra logo abaixo.

Fonte: Contraf-CUT (com ajustes do blog)


PROPOSTA FINAL CASSI (05/09/16)

1. Governança, Gestão e Operação

Desenvolvimento de projetos, com o apoio de empresa especializada de consultoria, para análise e revisão de processos e sistemas, buscando o aperfeiçoamento do modelo de gestão e de governança dos processos internos, a redução de despesas, a viabilização de parcerias estratégicas e a criação de mecanismos de uso racional dos serviços do sistema integrado de saúde da Cassi.

Considerando as fases abaixo, como também a maturação dos projetos a serem implementados, estima-se que a captura dos resultados esteja consolidada até dezembro de 2019:

Fase 1 – Diagnóstico da situação atual, revisão dos materiais existentes, modelagem, plano detalhado, estudos de viabilidade e planejamento da implantação (prazo estimado em 4 meses);

Fase 2 – Implementação das propostas (projetos) aprovadas nos órgãos de governança da Cassi e em consulta ao Corpo Social, observadas as alçadas (prazo estimado de 12 meses).

2. Investimentos

Os investimentos, a serem realizados entre Banco e associados, totalizam um incremento na arrecadação de aproximadamente R$ 40 milhões mensais até dez/2019, além de contratação de consultoria especializada, conforme abaixo:

Participantes do Plano Associados

· Contribuição mensal extraordinária, até dez/2019, de 1% do salário/benefício de ativos, aposentados e pensionistas, o que corresponderá a uma arrecadação adicional mensal aproximada de R$ 17 milhões.

Patrocinador Banco do Brasil

· Ressarcimento mensal extraordinário, até dez/2019, de despesas de programas vigentes, coberturas especiais e da estrutura própria (CliniCassi), vinculados ao Plano Associados no valor de R$ 23 milhões, com reajuste anual em índice a ser estabelecido entre o Banco e a Cassi.

· Contratação e pagamento das despesas com a empresa especializada de consultoria.

3. Acompanhamento dos investimentos

Para acompanhar os investimentos realizados, o Banco propõe as seguintes medidas, a serem implementadas mediante aprovação nos órgãos de governança da Cassi:

3.1 Prestação de contas

Prestação de contas trimestral pela Cassi, ao Patrocinador e ao Corpo Social, por meio das Entidades Representativas que compõem a Mesa de Negociação, em relação ao andamento dos trabalhos e implementação das propostas, com decisões intermediárias quanto à continuidade dos ressarcimentos do Banco e das contribuições extraordinárias dos Associados:

· Ao final da Fase 1, após entrega das propostas (projetos) a serem implementadas;

· Ao final da Fase 2, após a implementação das propostas (projetos).

3.2 Sistema de Controles Internos

A Cassi deverá instituir uma estrutura de assessoramento ao Comitê de Auditoria (COAUD), a fim de oferecer melhores condições do COAUD exercer seu papel de apoio ao Conselho Deliberativo em relação à supervisão da gestão dos processos internos, inclusive o acompanhamento dos projetos.

3.3 Recrutamento e Seleção

A Cassi deverá aperfeiçoar o sistema de recrutamento e seleção dos funcionários, de forma que as contratações e promoções sejam realizadas por meio de processo institucional de seleção e ascensão.

3.4 Acordo de Trabalho

A Cassi deverá implementar sistema de acompanhamento que possibilite a avaliação do desempenho operacional de todas as suas áreas, estabelecendo indicadores e metas, como por exemplo, Satisfação dos Participantes, Clima Organizacional, Controle das Despesas Assistenciais e Administrativas, dentre outros relacionados à sua gestão.

Fonte: Contraf-CUT

5.9.16

Agenda do Diretor de Saúde da Cassi (DF e SE)



Olá companheir@, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Esta é uma semana de trabalho atípica em nossa agenda de gestão, não na intensidade do trabalho que vamos realizar, mas atípica porque teremos um feriado na quarta e a nossa categoria bancária está em período de data-base e após as mesas de negociações entre a Fenaban, os bancos e os bancários não avançarem para solução negociada, a categoria inicia nesta terça a greve em busca de nova proposta dos banqueiros. Desejo a nossa categoria uma boa campanha e um resultado positivo ao final.

Nesta segunda-feira 05 estivemos o dia todo em mesa de negociações sobre a Cassi entre o Banco do Brasil e a Comissão Negociadora das entidades representativas nacionais - Contraf-CUT, Contec, Anabb, Aafbb e Faabb, mesa assessorada por nós dirigentes eleitos pelos associados na Caixa de Assistência.

Foi um longo dia buscando alcançar alguns avanços e melhorias na proposta feita pelo patrocinador Banco do Brasil. Assim que sair a matéria conjunta das entidades representativas, reproduziremos aqui no blog.

Ainda nesta segunda, apesar de já passar das 22 horas, terei que estudar a pauta da reunião de Diretoria Executiva que teremos amanhã. É a vida... (fazemos o que tem que ser feito...)

Nesta terça, sai o 26º Boletim Prestando Contas Cassi, abordando conceitualmente o Sistema Integrado de Saúde a partir da lógica do modelo que pretendemos aperfeiçoar para a nossa Caixa de Assistência. Não percam.

Como vocês têm acompanhado ao longo de nosso mandato, através da prestação de contas permanente que fazemos neste blog, a agenda de planejamento da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento para 2016 vem sendo cumprida por nós de forma militante e engajada, mesmo com todas as crises e dificuldades que temos encontrado. 

Nos comprometemos em visitar todos os Estados e Distrito Federal buscando parcerias com o patrocinador Banco do Brasil para ampliarmos as perspectivas de comunicação e informação sobre a Cassi para os trabalhadores da ativa e seus dependentes (estamos falando em 100 mil participantes). 

Já viemos realizando estas parcerias com as entidades representativas desde o início do mandato e agora é a vez de incluir o Banco do Brasil numa construção de agenda de promoção de saúde e prevenção de doenças.

Nesta quinta e sexta, estaremos cumprindo essa agenda de trabalho em Sergipe. Temos obtido um retorno muito gratificante em estar nos Estados e conversar com a comunidade BB estreitando essas parcerias. As despesas dessa agenda serão custeadas por mim mesmo, porque entendo que esse trabalho é estratégico para o futuro da Cassi. (Não concordo com decisões internas da governança em negar recursos para meu trabalho)

É isso. Desejo muita energia aos bancários em luta, muita luz entre as partes para chegarmos a uma boa proposta final e, de nossa parte, vamos seguir muito focados em dar pertencimento aos associados e lideranças sobre a Cassi. É a nossa missão estratégica como Diretor de Saúde eleito pelos associados com o apoio de suas entidades representativas.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

2.9.16

Cassi acerta parcerias pela promoção de saúde no Acre



Reunião Cassi, Super, Gepes, Sesmt e Sindicato em Rio Branco AC.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta quarta 31/08 e quinta 1/09 estivemos cumprindo agenda da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em Rio Branco, Acre. Avalio que nosso trabalho foi muito positivo para a Caixa de Assistência, para associados e comunidade local e para fortalecer o Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF).

É nosso papel estratégico de Diretor de Saúde e responsável pela rede própria da Cassi construir relações de parcerias para dar informações adequadas e fidedignas à população assistida por nossa entidade de saúde. E além do trabalho que já estamos realizando desde o início do mandato em junho de 2014, de estreitar parcerias com as entidades sindicais, associativas e com os Conselhos de Usuários, neste ano de 2016 estamos definindo parcerias com o patrocinador BB em cada Estado para juntos divulgarmos o que é o modelo assistencial, a ESF, quais problemas temos e como resolvê-los.


Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi Acre.

A reunião com a direção do Banco do Brasil e com o Sindicato na quarta-feira foi muito positiva e promissora em termos de possibilidades de trabalho local em prol da saúde dos associados. Acreditamos que podemos enfrentar melhor a crise externa à Cassi, de falta de rede credenciada, estando juntos nos desafios.

A Cassi tem cerca de 2 mil participantes no Estado do Acre, sendo que 80% deles estão na capital Rio Branco. Há uma carência enorme de estrutura hospitalar na região, seja pública ou privada. Mesmo assim, a Cassi atende às necessidades em saúde da população com todo o esforço necessário. 


Reunião de gestão e com a equipe de funcionários da Cassi.
As pessoas são um patrimônio de nossa entidade de saúde.

Nós temos uma equipe de saúde da família que acompanha mais de mil participantes. Os índices de monitoramento e controle dessa população são muito positivos, o que mostra que vale a pena investir na promoção de saúde e prevenção de doenças, monitorando nossos assistidos com doenças crônicas.


Ag. Estilo em Rio Branco.
Nós pudemos explicar diversas questões de gestão e do setor saúde para todas as lideranças locais, tanto na reunião com Super, Gepes, Sesmt e Sindicato, quanto na reunião com o Conselho de Usuários da Cassi Acre. Demos diversas sugestões de trabalho para o próximo período.

Por fim, fizemos reunião com os funcionários e depois ainda fizemos reunião de gestão, estudando números, dados e estatísticas da Cassi no Acre.

Foram dois dias que nos confortaram, porque esse trabalho de estar nos Estados fazendo gestão e fortalecendo o pertencimento na Cassi com a comunidade BB nos dá um sentido para todo o esforço que fazemos em honrar o mandato de gestor eleito pelos associados. O Brasil sofreu um Golpe de Estado e se eu não estivesse tão mergulhado em fortalecer nossa entidade de saúde e defender os direitos dos associados, eu não sei como estaria.


E pra não dizer que
não falei das flores...

Agradeço a acolhida que tivemos, o trabalho que realizamos tod@s juntos nestes dois dias em Rio Branco e seguimos muito focados na Cassi porque cada vida que salvamos, que cuidamos, e cada dia que fortalecemos a Cassi faz valer a pena nosso esforço.

E fechamos na noite de quinta-feira a agenda de trabalho com um churrasco na casa 'do Vitão'. Bom demais!

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Unidade Cassi e CliniCassi Rio Branco.

(informações do site da Cassi)

Unidade Cassi Acre

Modificado em: 17 Junho 2016

Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 1790 - Bosque - Rio Branco (AC) - CEP 69.900-670
Telefone/Fax: (68) 3303-8150
Contato: Fale com a CASSI
CNPJ: 33.719.485/0044-67
Horário de atendimento: 7h30 às 17h30 (segunda a sexta)

Serviços: atendimento e acompanhamento em Saúde da Família (médico de família e enfermeiro), realização de procedimentos ambulatoriais (nebulização, curativos, glicemia capilar, administração de medicação), saúde do trabalhador, perícias, atendimentos administrativos aos participantes e prestadores de serviço. Todos os serviços necessitam de agendamento prévio, exceto a livre demanda e atendimentos administrativos.

Gerente de Unidade - Claudia de Oliveira Rocha

Post Scriptum:

Por acreditar no que estamos fazendo por nossa Cassi e por nossa tarefa na gestão da saúde, estamos realizando estas agendas da Diretoria de Saúde com recursos próprios na maior parte do ano de 2016. Eu acho um equívoco por parte da gestão da entidade não aprovar recursos para realizar meu trabalho, mas não vou deixar de fazê-lo porque entendo que esse trabalho é central para a aderência da população e comunidade ao modelo de saúde. Essa agenda equivaleu a um gasto de R$ 2.675,00.

1.9.16

Opinião sobre a proposta do BB para a Cassi (set/2016)




Olá companheir@s, amig@s e associados da Cassi,

Estamos vivendo momentos importantes e decisivos para a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (Cassi), pois estamos em processo de negociação entre os representantes dos patrocinadores Banco do Brasil e do Corpo Social desde maio de 2015. Na reunião ocorrida no dia 22 de agosto, foi feita por parte do Banco proposta para a solução do déficit do Plano de Associados.

Leia a matéria a respeito da mesa de negociação de 22 de agosto AQUI.

Os dirigentes eleitos pelo Corpo Social na governança da Cassi têm participado da mesa de negociação com o intuito de opinar e assessorar as entidades sindicais e associativas. Conforme relato da matéria sobre a proposta feita pelo Banco na semana passada, ficou agendado que haveria uma reunião entre a Direção do Banco e a Direção da Cassi para maiores esclarecimentos técnicos sobre a proposta. A reunião ocorreu no dia 24 de agosto, quarta-feira da semana passada.


Está agendada nova rodada de negociações para a próxima segunda-feira, 5 de setembro, e deixo aqui a minha contribuição a respeito da proposta feita.

Opinião a respeito da proposta do BB para a Cassi


Em primeiro lugar, quero enaltecer o esforço feito pelo patrocinador BB em apresentar esta proposta às entidades representativas. Na minha opinião, ela traz avanços conceituais em relação à proposta que o Banco havia feito em 2015 e que não alcançou consenso com as representações dos associados. Refiro-me à transferência da responsabilidade patronal sobre a provisão do pós-laboral (6 bilhões) para os associados e o rateio dos futuros déficits pelos associados, sem a contrapartida do Banco, rateio constituído por fórmula que introduzia a quebra da solidariedade no atual modelo de custeio.

A proposta feita em 22 de agosto é positiva quando apresenta uma possibilidade de maior arrecadação financeira para superar o déficit do Plano de Associados por meio da participação dos dois patrocinadores. Pelo lado dos Associados, uma contribuição extraordinária de 1% por tempo determinado - até dezembro de 2019 – e pelo lado do Banco, ressarcimento de despesas com unidades próprias de atendimento à saúde (CliniCassi), programas de promoção de saúde, prevenção de doenças e coberturas especiais. Se tal proposta avançar, seria algo como 34 milhões de reais mensais durante o período de 3 anos - cerca de 400 milhões por ano, metade dos associados e metade do patrocinador BB.

As entidades representativas questionaram o Banco sobre a proporcionalidade na constituição dos 400 milhões devido ao modelo de custeio definido pelo Estatuto vigente, cujas contribuições são de 3% e 4,5%, para Associados e Banco do Brasil, respectivamente, ou seja, uma razão de 1 para 1,5. Este é um tema não esgotado e que continua em pauta na mesa.

Acrescento uma observação e já faço sugestão: se os patrocinadores estão negociando um acréscimo financeiro para equilibrar receitas e despesas assistenciais, entendo que o montante de 34 milhões não é suficiente, porque o descasamento atual e previsto atuarialmente está em torno de 40 milhões de reais por mês. Talvez aqui se possa atender ao questionamento das entidades representativas, aumentando a parte patronal nos ressarcimentos para 1,5 vez.

As preocupações que apresentei para a direção do Banco e que apresento aqui para as entidades representativas e suas lideranças, para os meus pares na governança e para o conjunto dos associados, se conjugam em análises técnicas, econômicas e políticas sobre o presente e o futuro de nossa Cassi.

A ampliação do Modelo de Atenção Integral e da Estratégia Saúde da Família (ESF) durante os anos de 2017, 2018 e 2019 são fundamentais para garantir a sustentabilidade da Cassi


Se a proposta de entradas financeiras nestes 3 anos não estiver fortemente vinculada ao avanço no número de equipes de família da Cassi (hoje temos 142), na ampliação da cobertura da ESF para o conjunto dos participantes ou pelo menos para os do Plano de Associados (hoje estão na ESF 145 mil dos 418 mil) e aumento e melhorias das unidades de atendimento à saúde (hoje 65 CliniCassi, com várias delas necessitando investimentos), todo o esforço do Banco e dos associados pode ser em vão.

Por que afirmo isso? Porque diversos fatores de gestão e de análise do setor de saúde em que estamos apontam para essa realidade. Principalmente fatores estruturais locais em cada Estado brasileiro, onde estão nossos associados e participantes.

A Cassi não pode repetir o mesmo equívoco que cometeu na última década quando não ampliou a cobertura do Modelo Assistencial. Desde a última revisão do Estatuto em 2007 as receitas recorrentes (não extraordinárias) da Cassi cresceram menos do que as despesas assistenciais, por características próprias do setor de saúde e pelas regras rígidas e estatutárias no eixo das receitas.

Essa conta leva em consideração todas as novas receitas aprovadas no acordo da época: aporte de R$ 300 milhões; contribuição sobre o 13º salário; equiparação da contribuição dos funcionários pós-98 em 4,5%, e; implementação da coparticipação de 10% sobre exames.

Pelo cenário externo que envolve a saúde suplementar, em especial, as autogestões, não temos mais 3 anos a perder, parados no tempo e no avanço do Modelo Assistencial.

Não se trata de reduzir direitos ou restringir o acesso aos serviços oferecidos pela nossa rede credenciada, mas de oferecer um acesso qualificado com orientação de profissionais da própria Cassi, capazes de agir na prevenção e auxiliar na administração do tratamento mais adequado, sem prejuízos aos participantes e lidando melhor com as “necessidades” às vezes criadas pela rede prestadora, e com mais resolutividade.

No controle das despesas básicas existe uma parte passível de interferência e gestão por parte da Cassi e outra que não temos poder de interferência

O setor de saúde apresenta graves problemas como ineficiência operacional, fraudes que transitam por toda a cadeia produtiva, abusos no pedido de exames e na recomendação de procedimentos cirúrgicos, alto custo de materiais e medicamentos, regulamentação impositiva do setor e judicialização impondo gastos não previstos.

E tudo isso regido por um modelo de remuneração perverso conhecido como fee for service (pagamento por uso), que incentiva o consumo exagerado dos serviços de saúde. Podemos comparar sua forma de cobrança a uma barbearia onde para cortar o cabelo o funcionário lhe cobrará o uso da cadeira, da tesoura, da máquina e do pente, os honorários do profissional, a quantidade de talco e colônia usada e por fim a taxa de limpeza e esterilização do material. Além de não saber direito o que está sendo cobrado, quanto maior for o uso, maior será o ganho da barbearia.

Como o participante não possui conhecimento necessário para identificar o que está sendo utilizado durante o seu atendimento e qual o seu preço, cada atendimento é um cheque em branco fornecido ao prestador de serviço.

O modelo de atenção integral à saúde preconiza o acompanhamento do indivíduo como um todo, dentro de um contexto social que envolve dentre outros elementos, os seus hábitos de vida e o seu histórico de saúde. Com a participação integrada de um médico de família, de uma equipe multidisciplinar, que envolve nutricionistas, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, e de uma rede referenciada, de qualidade e economicamente viável, é possível administrar melhor a saúde do indivíduo e os recursos utilizados em seus tratamentos.

Comparando uso da rede credenciada em 2006 e 2015


Dou alguns exemplos a vocês comparando os números de dois relatórios anuais da Cassi, o de 2015 e o de 2006, ou seja, olhando uma década de relação nossa com a rede prestadora de serviços de saúde. É importante lembrar que a Reforma Estatutária de 1996 teve como objetivo a Cassi deixar de ser uma mera pagadora de serviços para ser uma entidade de saúde, focada em gerenciar uma população assistida por décadas, a partir de Atenção Primária à Saúde (APS), promoção de saúde e prevenção de doenças, e reabilitação e recuperação de seus participantes. 

Apresento alguns números abaixo, lembrando também que a maior parte do adoecimento das populações na atualidade é através de doenças invisíveis, doenças crônicas como, por exemplo, diabetes, alterações nos níveis de colesterol e pressão arterial.

Cassi e a relação com a rede credenciada: menor capacidade de gestão, controle de custos e interferência nos processos


Em 2006, a Cassi tinha 686 mil participantes nos planos Cassi Família, Associados e FunciCassi. Em 2015, tinha 718 mil. Ou seja, em uma década, a população assistida nos dois planos é bastante estável, aumentou 4,66%.

Neste mesmo período, considerando o uso da rede credenciada, tivemos 12.130.846 de exames autorizados em 2006 e 22.032.636 de exames em 2015, um aumento de 81,6%. Além das contas com internações, uma das despesas que mais crescem para as operadoras são aquelas oriundas da quantidade de exames por consulta. Em 2006, tivemos 3,25 exames por consulta na rede credenciada (pág. 9 daquele relatório). Em 2015, tivemos 5,46 exames na rede (pág. 8, considerando 'eletivas' e 'pronto socorro'), o que dá um aumento de 68% em uma década. Ou então, 4,81 exames por consulta, considerando toda a Cassi (pág. 10), o que já mostra um aumento de 48%.

Em relação às despesas básicas ou assistenciais, o que vemos na comparação de uma década é exatamente o retrato do que apresentam os estudos de comportamento do setor de saúde, através de dados do IESS/ANS (2015), onde o Índice de Variação de Custos Médicos Hospitalares (CVMH) nos mostra ser este índice o dobro da inflação oficial (temos 10,7% de IPCA e 19,3% no CVMH).

Olhando os dois relatórios anuais da Cassi, 2006 e 2015, tivemos de despesas básicas uma década atrás 1,4 bilhão para 686 mil participantes (R$ 2.036,36 per capita) e 3,5 bilhões para 718 mil participantes (R$ 4.881,87 per capita). Dá uma variação per capita na despesa assistencial de 139,73%. O índice de inflação na década medido pelo IPCA (jan/07 a dez/15) foi de 71,82% (fonte: UOL).

O que quero dizer com isso? Que a Cassi tem pouca capacidade de gestão dos recursos ou do aumento da despesa básica, quando se trata da necessidade de nossos participantes utilizarem a rede credenciada, porque há problemas no setor como citei acima.

Dou só mais um exemplo que teremos que enfrentar em 2017, 2018 e 2019: os custos crescentes com a desorganização da rede credenciada no Brasil, nas mais diversas especialidades, porque os profissionais de saúde não estão querendo mais serem credenciados a planos de saúde. Tem uma resolução da ANS (259/268) que ficou conhecida como Garantia de Atendimento (GA) que tem feito com que a Cassi pague o valor de consulta que os profissionais de áreas especializadas queiram cobrar. Com isso, em quase todos os Estados, mesmo tendo um número razoável de clinicas e hospitais credenciados, diversas modalidades de especialidades médicas não são “credenciadas” e a Cassi paga valores de consultas de até R$ 500 ao invés de valores tabelados no Estado (TGA). Isso não tem solução rápida e é problema externo à Cassi.

Entretanto, há uma parte dos fatores dos custos assistenciais que pode ser melhor gerenciada através da reorganização do sistema de serviços de saúde da Cassi. Isso foi pensado desde a Reforma Estatutária de 1996 e após a definição da Estratégia Saúde da Família (ESF) e unidades de atendimento CliniCassi a partir de 2003.

Promoção de Saúde, Prevenção de Doenças e monitoramento dos participantes com doenças crônicas e riscos de agravamentos é a melhor perspectiva para a Cassi, para o Banco e para os próprios associados


Desde que chegamos à gestão da Cassi, na área responsável tanto pelo Modelo de Saúde quanto pelas unidades administrativas e de atendimento, estamos debruçados nos estudos para termos e darmos as informações necessárias à tomada de decisão por parte dos órgãos de governança e patrocinadores da entidade.

Vale a pena apostar na ESF? Investir nas CliniCassi? Na Atenção Primária (APS) e na promoção de saúde e prevenção de doenças? Quanto seria a economia de recursos ao conseguirmos evitar cada infarto, cada AVC, cada aneurisma? Quanto economizaríamos em determinado tempo por termos evitado que participantes deixassem de reclamar na ANS qualquer pedido de procedimento não autorizado pela Cassi? Será que o procedimento pedido pela rede credenciada é o mais adequado para a saúde do participante? Ou quanto economizaríamos dos recursos da própria Caixa de Assistência ao evitarmos cada demanda judicial por danos morais "motivados" por insatisfação com algum pedido não atendido pela Cassi?

Na saúde, parte destas perguntas não é de fácil resposta. Não é tão simples planilhar quanto de despesa não foi gerada ao evitar o adoecimento ou o agravamento do adoecimento dos participantes dos planos de saúde. 

As operadoras que visam lucro têm suas técnicas de restringir despesas assistenciais, mas tenho comigo que a comunidade Banco do Brasil não gostaria de sofrer as consequências desses métodos "técnicos" de aumentar lucro às custas de usuários de planos de saúde.

O que posso dizer a vocês é que as rubricas nos relatórios da Cassi para demandas judiciais e reclamações para a ANS são de dezenas de milhões de reais. O que acho um absurdo e nunca me conformei com isso. Só no exercício de 2015, a Cassi provisionou em seu relatório anual o valor de R$ 57 milhões para pagamento de estoque de multas aplicadas pela ANS (pág. 22 do Relatório Anual).

Como gestor eleito pelos associados e como associado da Cassi, seguirei fazendo meu apelo aos milhares de participantes da Caixa de Assistência para que evitem judicializar e reclamar na ANS antes de buscar pelas vias recursais a solução para seu problema de saúde. Há uma indústria da judicialização no setor de saúde para que usuários de planos recorram a advogados para exigir procedimentos em análise ou recusados por alguma irregularidade (normalmente advogados já indicados pelo profissional de saúde que indica o procedimento na rede credenciada).

Despesas administrativas da Cassi são as menores do setor de saúde suplementar, comparadas às operadoras de mesma característica


Como gestor de saúde da Cassi e responsável pela administração das unidades próprias da entidade, que têm peso importante nas despesas administrativas desta operadora de saúde de autogestão, afirmo que a Cassi é bastante eficiente se fizermos qualquer comparação com o setor econômico onde ela se situa. E digo mais, entendo ser fundamental ampliarmos o investimento nas despesas administrativas desta autogestão porque o que nos falta é mais capacidade instalada para ampliar o cuidado de nossos 718 mil participantes.

A despesa administrativa da Cassi em 2015 foi de 10,6% (pág. 22 do Relatório Anual). No setor de saúde suplementar foi de 11,5%. No setor de autogestões, foi de 12,7%. Nas cooperativas médicas foi de 11,9% e nas medicinas de grupo tivemos 12,4%. (Caderno de informações ANS 2015)

E mais: se tirarmos o evento extraordinário de 57 milhões provisionado em 2015 (multas ANS), a despesa administrativa real da Cassi no exercício seria de 8,89%. É a menor do setor. Só perde para seguradoras, que têm outra lógica.

Qual a consequência disso? Sem poder investir na retenção de seus funcionários, a entidade não avança naquilo que é sua essência – a assistência à saúde de forma preventiva e com foco no cuidado de quem já é acometido de adoecimentos crônicos ou demais problemas de saúde.

Sem investir, também não conseguimos atender a mais participantes fazendo promoção de saúde e prevenção de doenças, evitando uso desnecessário da rede credenciada, com todos aqueles problemas que expliquei acima. Que mais? Eu preciso investir em tecnologia para ter Prontuário Eletrônico dos Pacientes (PEP) de todos e não só de parte deles (os da ESF nós temos), para investir na Central de Atendimento, para ampliar equipes de família, melhorar e abrir novas unidades de atendimento CliniCassi onde há população suficiente para tal investimento etc.

Se for acordado entre os patrocinadores BB e Corpo Social a garantia de podermos chegar nas despesas administrativas como no setor de autogestão (12,7%), a Cassi poderá sair da atual despesa de 303 milhões para 433 milhões, ou seja, nós teríamos mais 130 milhões para ampliar o número de participantes na ESF, na Atenção Integral e isso traz economia para a Cassi, porque seria menos gastos na rede credenciada (com conta aberta fee for service, fraudes, ineficiências etc).

Minha opinião e sugestão é que além da solução financeira para empatar o déficit atual (cerca de 40 milhões/mês) que seria resolvido com a proposta do Banco, seria necessária uma contribuição extraordinária rubricada para investimentos ou que se reserve no orçamento da Cassi o valor anual para ampliar as despesas administrativas como disse acima.

Conclusão - nas negociações em busca de solução para o déficit e para a sustentabilidade do Plano de Associados é fundamental garantir o investimento na ampliação da cobertura do Modelo de Atenção Integral com mais ESF e CliniCassi


Enfim, ampliar o cuidado dos participantes é o fator que está sob a capacidade de gestão da Cassi. Nossa entidade de saúde não fez isso na última década, e a situação tanto na Caixa de Assistência quanto no setor de saúde se agravou no período, além dos efeitos negativos em não ter ampliado a cobertura da Atenção Integral e ESF na população assistida pela Cassi.

Em 2006, a Cassi tinha 104.584 cadastrados na ESF. Em 2013, mesmo após as negociações com determinação dada em ampliar o Modelo Assistencial, tínhamos 162.029 pessoas cadastradas. Um aumento de 55% em 7 anos. Em números absolutos, foram 57.445 participantes a mais. Uma média de 8.200 participantes por ano. Devo lembrar que entraram desde 2007 aporte de R$ 300 milhões, receita nova do 13º salário e quase 500 milhões de reais do BET. A cobertura do modelo assistencial não avançou como deveria, se lembrarmos que temos 418 mil participantes no Plano de Associados e quase 300 mil no Cassi Família.

Por outro lado, entre os anos de 2014 e 2015, período em que estamos muito focados no compromisso de ampliar a cobertura de nosso Modelo Assistencial, e posso afirmar que é o desejo do conjunto de funcionários da Cassi, profissionais abnegados e dedicados em cuidar da nossa população assistida, conseguimos ampliar o número de cadastrados na ESF para 181.705 participantes, ou seja, ampliamos o nosso cuidado para mais 19.676 pessoas. E mesmo estando sem orçamento aprovado e sem recursos para investimentos nas unidades de atendimento à saúde - CliniCassi -, recursos humanos e de estrutura, tão necessários ao modelo.

Mas nós sabemos que cada participante com doença crônica ou algum risco sério à sua vida descoberto a tempo de se evitar um agravamento ou piora fatal em sua condição de saúde vale a pena. Nós sabemos que cada participante que deixou de judicializar contra a Cassi ou de fazer reclamação na ANS, equivaleu a não gerar uma despesa de dezenas de milhares de reais para a Caixa de Assistência.

Este diretor que vos fala entende que tem um papel estratégico a realizar como responsável pela Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento: levar para todos os Estados e entidades da comunidade Banco do Brasil as explicações sobre o que é a Cassi, como ela funciona, o que é preciso para se utilizar da melhor forma possível os direitos em saúde, quais deveres os associados têm com sua entidade, os porquês das dificuldades da Cassi e fortalecer cada dia mais o espírito de pertencimento em cada associado e associada, dependentes e participantes, da ativa, aposentados e pensionistas, administradores e lideranças do patrocinador BB e todos da comunidade.

Entendo que a proposta apresentada tem avanços e pode melhorar, principalmente garantindo que a Cassi possa nos próximos anos avançar naquilo que é sua missão, porque essa é a melhor alternativa de uso dos recursos e de resultados em saúde.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)