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12.10.07

Quinta, 11 de outubro (Assinatura da CCT e reunião de planejamento do Coletivo BB)


Reunião o dia todo de planejamento estratégico do Coletivo do BB para o próximo semestre de luta no Sindicato de São Paulo, Osasco e região.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf-CUT)



Assinada a Convenção Coletiva dos Bancários

(São Paulo) O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban assinaram na tarde desta quinta-feira, dia 11, a Convenção Coletiva de Trabalho 2007/2008. 


Depois de dois meses de negociações, patrões e empregados chegaram ao acordo, que prevê, entre outras conquistas, 6% de reajuste salarial. 

"Este acordo atende aos objetivos que colocamos no início da Campanha Nacional. Lutamos por aumento real de salários, por uma Participação nos Lucros e Resultados melhor e por uma nova conquista incorporada na Convenção Coletiva, que foi a 13ª cesta-alimentação. Os bancários mostraram mobilização durante toda a Campanha e conseguimos avanços importantes", destaca Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT. 

Principais conquistas da Convenção Coletiva

- Reajuste de salários e benefícios 6% (inflação de 4,82%) 
- 13ª cesta-alimentação R$ 252,36 (incorporada a partir de agora na Convenção Coletiva)
- Participação nos Lucros e Resultados 80% do salário, mais valor fixo de R$ 878 (teto de R$ 5.826) Caso o valor distribuído com a PLR não atinja 5% do lucro líquido, os bancos devem aumentar o limite até chegar a dois salários ou o teto de R$ 11.652. 
- Parcela adicional de 8% da variação do lucro líquido de 2006 para 2007 dividido pelo número de empregados (teto de R$ 1.800). Quando a variação do lucro líquido de 2007 para 2006 for maior que 15%, os bancos pagarão no mínimo R$ 1.200. 

Fonte: Contraf-CUT

Quarta, 10 de outubro


Dia de trabalho na secretaria de imprensa da Contraf.

Terça, 9 de outubro (Assembleia da Caixa em São Paulo avalia nova proposta)


Trabalhei na Contraf e depois fui para a assembleia dos bancários da Caixa Federal.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf-CUT)



Direção da Caixa faz nova proposta


Em reunião que se prolongou até as 2h30 da manhã desta terça-feira, Banco apresenta novo valor para a PLR, unificação da tabela salarial do PCS, não desconto dos dias parados, entre outros pontos. Comando Nacional reúne-se para avaliar proposta ainda nesta data


(São Paulo) Na tarde de segunda-feira, depois de muita pressão dos bancários junto ao governo e à direção da empresa, a Caixa Federal entrou em contato com o Comando Nacional dos Bancários marcando reunião para o mesmo dia às 20h. 

A negociação começou às 22h e prolongou-se até as 2h30 da manhã desta terça. Nela a direção do banco assumiu o compromisso de respeitar o que foi negociado com a Fenaban, como reajuste de 6% e pagamento da 13ª cesta-alimentação, entre outros itens. 

Em relação às negociações específicas apresentou nova proposta, que tem entre seus principais pontos Participação nos Lucros e Resultados, PLR, anual de R$ 4.100 para empregados sem cargo de comissão e de R$ 4.362,84 para os que detêm esses cargos. O pagamento da primeira parcela, equivalente a 60% do total, seria feito dez dias após a assinatura do acordo. A segunda parcela, de 40%, paga em março de 2008, seria acrescida de R$ 600 desde que a variação do lucro anual da Caixa seja superior a 15% em 2007 em comparação com o ano anterior. 

Outro ponto importante é que a direção do Banco aceita discutir a isonomia no Plano de Cargos e Salários, PCS, com a unificação das tabelas. A referência 101 da tabela do PCS pós-98, corrigida pelo índice da Fenaban, de 6%, seria o piso da nova tabela. O teto seria o valor da referência 95 da tabela pré-98, com aplicação, além do reajuste de 6%, da correção da curva relativa aos R$ 30 pagos na campanha nacional de 2004 e um terço relativo às vantagens pessoais. 

Foi acertado, ainda, cronograma de implantação, devendo as negociações do PCS serem iniciadas 30 dias após a assinatura do aditivo à Convenção Coletiva, com finalização da proposta até 30 de abril e implantação até 1º de julho de 2008. 

O ingresso na nova tabela se dará por adesão e aproximação. Será garantida a não redução salarial. A forma de progressão será por antiguidade e merecimento, cujos critérios também serão negociados até 30 de abril de 2008. 

Internet, contratações e bolsas - A Caixa também se comprometeu a fazer parcelamento do adiantamento de férias em 10 vezes. Aplicar a menor taxa de juros existente para os empréstimos em consignação e garantir no texto do acordo aditivo o direito de permanecer no Saúde Caixa ao empregado que tenha se aposentado pela Previdência oficial em efetivo exercício no banco. 

Em relação à política de acesso à internet, assumiu o compromisso de abrir negociações num prazo de 30 dias após a assinatura do aditivo à Convenção Coletiva. 

Outro ponto importante foi a garantia de contratação de mais 3.000 empregados até dezembro de 2007 e a abertura de concurso público nacional para formação de banco de candidatos, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro, cujos concursos foram realizados no ano passado e encontram-se em vigor. 

Há, ainda, o compromisso de conceder 4.100 bolsas de incentivo para graduação em 2008, outras 4.000 bolsas para cursos de idiomas (inglês, espanhol e japonês) no valor de R$ 1200/ano por empregado, de pagar tíquetes para os novos empregados no mês da contratação, pagar o auxílio-creche a partir do 1º mês de nascimento do filho (hoje é a partir do 3º), incluir os aposentados do PMPP na Funcef, reabrir o saldamento do REG/Replan até 31/12/2007 e converter até 30 dias de licença-prêmio e Apip em espécie. 

A direção do Banco também comprometeu-se a não descontar os dias parados na greve até 9 de outubro e solicitar o cancelamento da audiência de Conciliação agendada para as 14h de hoje no TST.

Reunião do Comando Nacional - O Comando Nacional se reunirá às 9h desta terça-feira para avaliar a proposta e orientar as assembleias que acontecem por todo o país.


INFORME DO BLOG: a proposta foi aprovada nas assembleias pelo país.

4.10.07

Quinta, 4 de outubro (Informe Campanha Nacional 2007, BB de Brasília)


Trabalho na imprensa da Contraf na parte da tarde.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf-CUT)



Brasília: assembleia autoriza assinar acordo com BB


A assembleia dos funcionários do BB realizada nesta quinta-feira manteve a rejeição da proposta do Banco, por considerá-la insuficiente, mas autorizou o Sindicato a assinar o acordo.

2.10.07

Terça, 2 de outubro (Assembleia do BB da Campanha Nacional)


Dia de trabalho na Contraf-CUT em São Paulo e assembleia do BB à noite.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf-CUT)



03/10/07

Assembleias aprovam proposta da Fenaban e do BB

Maioria dos sindicatos segue orientação do Comando Nacional e aprova proposta da Fenaban e do Banco do Brasil.


Nesta quarta-feira, assembleias em Curitiba, Pernambuco, Rondônia Pará e Amapá aprovaram as propostas feitas pelos bancos privados e pelo Banco do Brasil e encerraram a greve nesses bancos, como ocorreu na maioria dos sindicatos na terça-feira. 


Os empregados do Banco da Amazônia estão em estado de greve em Rondônia, enquanto Pará e Amapá optaram pela manutenção da greve. 

Na cidade do Rio de Janeiro também foi aprovada a proposta do BB; ontem já passara a da Fenaban. 

Em Brasília e Ceará as propostas foram recusadas, mas a greve suspensa nos bancos privados e no Banco do Brasil. Brasília faz nova assembleia nesta quinta-feira. No Ceará as propostas voltam a ser analisadas na próxima terça-feira. 

A greve foi mantida na Caixa Econômica Federal em todo o país. 

Confira abaixo o resultado das assembleias nas capitais. 


APROVOU FENABAN E BB COM GREVE NA CAIXA 

Acre (greve no Basa), Alagoas (BNB aprovado), Bahia, Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Espírito Santo, Florianópolis (greve no Besc), Mato Grosso, Pará e Amapá, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Porto Alegre (Banrisul aprovado), Rio de Janeiro, São Paulo. 


APROVOU APENAS FENABAN 

Ceará (greve suspensa no BB); Brasília (greve suspensa no BB).


Fonte: Contraf-CUT

Segunda, 1 de outubro (Presença na posse de funcis do BB e informe PLR do BB)


O dia foi todo centrado em debates sobre a Campanha Nacional dos Bancários. 

Mesmo assim fui à posse de funcionários novos do BB.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf-CUT)


PLR do BB: acordo passa a ser anual


Na proposta de PLR feita pelo Banco do Brasil na segunda-feira, houve mudança adicional em relação ao ano passado. 


Em lugar de semestral como vinha sendo até agora, o acordo passaria a ser anual, com pagamento em duas parcelas. A primeira dez dias após o acordo e a segunda em março. 

Essa é uma antiga reivindicação do movimento sindical para que o bancário tenha segurança com o acordo já assinado e não necessite esperar novas negociações a cada seis meses. 

É necessário esperar o resultado anual apenas para a apuração dos 4% do Lucro Líquido para distribuição linear no próximo semestre. 

No Módulo Básico seriam: 80% da referência mais R$ 878, sem o limite da Fenaban, mais 4% do Lucro Líquido distribuídos de forma linear (R$ 1.168,92 neste semestre). 

Módulo ATB: garante no mínimo um VR por semestre (gerência média, analistas, assessores RF6 e demais comissionados), incluído o Módulo Básico. Demais comissionados de AP1 a AP12.