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30.4.09

Opinião: Formação e informação




William Mendes*

Começo um novo desafio este ano como secretário de formação da Contraf-CUT e além dos projetos e prioridades que a diretoria da entidade definir, pois acredito muito em planejamento e construção de projetos coletivos, espero poder contribuir periodicamente com meus companheiro(a)s dirigentes e de base escrevendo textos sobre o que penso e acredito sobre formação sindical.

Um dos pilares de uma boa formação passa pela aquisição de boa informação para, a partir dela, ter-se melhor capacidade de tomada de decisão sobre os diversos fatores envolvidos nos problemas e contendas diárias.

Por exemplo, li hoje um livro organizado pelo Sindicato dos Bancários do Ceará muito interessante, fruto de um debate promovido por eles recentemente, tratando do tema da mídia e o poder político - Mídia e Poder Político na Atualidade Brasileira, de Nonato Lima e Plínio Bortolotti.

Os jornalistas nos apresentam de forma sucinta a história da imprensa mundial e brasileira e as técnicas de linguagem empregadas para informar, e muitas vezes para manipular, os leitores. O livro fala também da concentração dos veículos de informação.

Na 1ª parte, Plínio Bortolotti nos dá um breve histórico do jornalismo e nos informa sobre a concentração de poder midiático na mão de poucas famílias no Brasil e no mundo.

"Até 1990, as empresas transnacionais de comunicação, ou seja, mundializadas, eram 50. Esse número caiu para 27 em meados dos anos noventa. Ou seja, eram 27 grandes empresas de comunicação que dominavam tudo aquilo que se via, lia e ouvia: o campo da produção de discos, CDs, jornal, rádio e TV". p.16

Nos anos 2000 o número caiu para 7 empresas. São elas: Time Warner, Disney, Universal, Viacom, Bertelsmann, Sony e News Corporation.

No Brasil, dados mostram que a concentração de poder da mídia dobrou na última década: "se antes havia 20 grupos de comunicação, hoje há 10" p.14

Na 2ª parte, Nonato Lima fala dos 15 anos da Rádio Bancários do Ceará e discorre de forma brilhante sobre análise de discurso como referencial analítico.

"A mídia assume esse papel de mediação, ela se coloca como uma instituição, como uma instância social, política e histórica neutra. Ela seria capaz de dar conta desse conflito social, político e ideológico e, dando conta disso, estaria cumprindo rigorosamente seu papel social e histórico, atendendo ao conjunto da sociedade. É assim que se fala sobre ela. No entanto, é bom que a gente diga que a mídia, na verdade, mesmo arguindo para si todas essas características, ela fala sobre o mundo, sobre os fatos sociais, mas, na verdade, fala de algum lugar da sociedade e, portanto, não é neutra". p.29

Aqui vai uma reflexão que quero partilhar com todas as pessoas que militam na formação sindical e de organização de base. Todos os dias, devemos instigar nossos colegas bancários sobre a retórica alienante de suposta "imparcialidade", "neutralidade" ou "isenção" das informações que os cercam, seja vinda do banco ou dos demais veículos midiáticos.

Nós, seus representantes e colegas, também não somos imparciais. Nós temos lado, e é o da classe trabalhadora.

Se podemos indicar algumas opções de canais de informações mais fidedignos com os interesses deles, que são trabalhadores, devemos fazê-lo. Além dos veículos de informação do movimento sindical e associativo, são de destaque nacional e de fácil aquisição revistas como a CartaCapital, a Revista do Brasil (feita pelo movimento sindical), a Revista Fórum e a Caros Amigos.

Não estou fechando a indicação nessas quatro. Apenas cito essas como exemplo, pois têm circulação nacional e podem ser encontradas de forma mais fácil. Cada entidade sindical pode indicar em sua região bons veículos regionais de informação.

O que não podemos é nos calar diante da manipulação das informações promovida pela grande mídia e, o que é pior, muitas vezes nos pautarmos por essa manipulação.

"A linguagem não é um lugar neutro; não é um instrumento que mostra o mundo. A linguagem é mundo, pois o mundo se faz presente ali e, portanto, o conflito histórico-social também se materializa nos discursos". p.30

Mais adiante, Nonato deixa claro sua opinião de que não há como separar hoje política de comunicação: "Não há política sem comunicação e, hoje, mais ainda, sem meios de comunicação, porque aí se incluem rádio, televisão, jornal, Internet etc. Então, a política não se faz mais fora dos meios de comunicação". p.35

Eu aproveito a deixa para parafrasear o autor e digo:

Não há formação sem comunicação. Hoje é fundamental formar informando.

William Mendes é secretário de Formação da Contraf/CUT.

Bibliografia:


BORTOLOTTI, Plínio e LIMA, Nonato. Mídia e Poder Político na Atualidade Brasileira. Série Debates sobre Conjuntura. Ed. UECE. Publicação: Sindicato dos Bancários do Ceará. 1ª edição 2009.



Fonte: Contraf-CUT

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AGENDA SINDICAL

O dia de trabalho foi na Contraf-CUT.

27.4.09

Segunda, 27 de abril (Resoluções do 20o CNFBB)

Cheguei há pouco de Brasília (depois do meio-dia), onde estive no XX Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.

Retorno aos trabalhos na Contraf-CUT amanhã.

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Post Scriptum:

(reprodução de matéria da Contraf)



Congressos BB e Caixa. Fotos: Agnaldo (BB) e Augusto (Fenae).

20º Congresso do BB aprova reivindicações para o próximo período


O 20º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil foi encerrado neste domingo, 26, com a plenária final que aprovou as resoluções debatidas nos grupos temáticos. 


As pautas de reivindicações aprovadas serão levadas para a mesa de negociação permanente com a empresa. "O congresso foi vitorioso já na sua composição, uma vez que todas as forças de representação dos funcionários estavam presentes, demonstrando um grau de maturidade dos trabalhadores do BB", avalia Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos funcionários do banco. 

"O desenvolvimento dos trabalhos e as resoluções aprovadas vão ao encontro daquilo que é necessário aos trabalhadores, empresa e sociedade", afirma Marcel. 

A Contraf-CUT divulgará assim que possível os relatórios finais aprovados pelo 20º Congresso. Confira abaixo algumas das resoluções:

Saúde e Condições de Trabalho 

- Fortalecimento do programa de Atenção Integral à Saúde, que na visão dos presentes está sendo colocado em segundo plano pela atual gestão da Cassi e do Banco. 

- Recomposição das equipes de saúde da família nas unidades Cassi. - Melhorar o atendimento nas unidades, e quando for o caso, rever a dotação das mesmas. 

- Implantação imediata do Plano Odontológico. 

- Cobrar o fim do assédio moral nas dependências do Banco, punindo de forma exemplar os responsáveis por estas práticas e impedindo o estabelecimento de metas abusivas. Criação de comissões mistas, Banco/sindicato, para apuração dos responsáveis, incluindo jornadas sobre assédio moral e conscientização, patrocinadas pelo sindicato. 

Papel do BB e as incorporações 

- Defender a regulamentação do Art. 192 da Constituição Federal.

- Sistema Financeiro Nacional. 

- Defesa do BB como banco público, com ações como: 

*Campanha junto aos funcionários esclarecendo sobre um banco público com função social (RSA, spread adequado, respeito aos direitos trabalhistas, etc). 

*Estender o debate à sociedade e aos movimentos sociais organizados, inclusive. 

*Utilizar ferramentas como abaixo-assinados, etc. 

- Preservar os direitos dos funcionários incorporados, estendendo os direitos dos funcionários do Banco do Brasil a eles e vice-versa, no que for melhor (visando uma plataforma comum). 

- Não aceitar demissões de funcionários egressos dos bancos incorporados. 

- Não aceitar transferências compulsórias de funcionários.

Remuneração e PCCS 

- Fim da Lateralidade com a volta do pagamento das substituições. 

- Critérios objetivos para as nomeações de comissionados. 

- Cumprimento da jornada de 6 horas, inclusive os comissionados. 

- Isonomia para funcionários novos e antigos e adquiridos, pautando-se pela manutenção do maior benefício. 

- Fim dos caixas flutuantes/itinerantes. Os caixas executivos devem ser todos efetivos e devem pertencer ao quadro das agências. 

- Lutar pela isonomia total. - Aumentar a dotação das agências com a reposição das vagas existentes. 

- Piso do Dieese para o PCCS. 

- Não ao projeto USO. 

Organização do movimento 

- Campanha Salarial unificada com mesas específicas concomitantes. 

- Articular a campanha nacional do BB com outras categorias e com outros movimentos sociais. 

- Representação delegado sindical: um para cada 50 ou fração, garantindo um por dependência. 

- Luta contra a terceirização em todos os níveis e a substituição dos mesmos por concursados.

Fonte: Rede de Comunicação dos Bancário

22.4.09

Opinião: Melhorar renda, condições de trabalho e a vida da classe trabalhadora






William Mendes*


Este deve ser o foco principal do movimento sindical em qualquer lugar do mundo

Nesta semana, os bancários dos maiores bancos públicos do País - Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal - se reúnem em seus congressos nacionais para debater temas importantes como o papel dos bancos públicos, como melhorar as condições de trabalho e a remuneração, como preservar a saúde dos bancários, questões de previdência e fundos de pensão, e a melhor forma de organizar os bancários enquanto categoria nacional.

Os congressos serão compostos por delegados representando todas as bases sindicais do País que quiseram participar desse importante momento na luta dos bancários. Isso significa termos bancários de sindicatos grandes e pequenos; de todas as linhas de pensamento; bancários e bancárias de todas as etnias, idades e credos; enfim, teremos reunida parte da classe trabalhadora que vende a sua mão de obra ao sistema financeiro.

O congresso de bancários, seja geral ou por banco, é um momento importante para traçar algumas diretrizes a serem perseguidas pela categoria no período imediatamente posterior ao encontro.

No caso dos bancos públicos federais, dois temas sempre voltam à pauta - Mesa Única e Reposição de perdas -, seja por um ou outro sindicato, ou principalmente, por alguma corrente de pensamento, o que chamamos de "tendências" dentro do movimento sindical.

Sou defensor da Mesa Única, com todos os bancários de um lado e todos os banqueiros do outro. Também sou contrário a tentar calcular índices enormes de "reposição de perdas", pois sempre chegamos a números arbitrários e a folha de pagamento dos patrões da categoria bancária é complexa demais para se achar que atingiremos os objetivos do título deste artigo com um número mágico.

Basta sabermos que o quadro de carreira dos bancos muda toda semana, com suas milhares de funções e valores de referência sendo criadas e extintas e seria impossível se fazer justiça para todos com um simples número mágico de x %.

MESA ÚNICA

Já ficou comprovado, na prática, pelos bancários dos bancos públicos e privados, o quanto a categoria acertou em aprovar a estratégia da campanha unificada desde 2004.

São 5 anos de vitórias importantes para todos. São 5 anos fazendo bons embates contra banqueiros, governos, justiça do trabalho, violência policial, inflação, imprensa e crises diversas.

Nos bancos privados, as seguidas greves gerais possibilitaram a volta da participação dos bancários nas mobilizações nacionais. Também invertemos a lógica da curva dos índices abaixo da inflação mais abono (comum até 2002), para aumento real para todos - de 11,5% nos pisos e de 5,5 a 7,3% nos maiores salários - e abono como algo a mais mesmo. Além de direitos novos como maior PLR, auxílio educação, planos de saúde negociados e a 13ª cesta alimentação.

Os bancários dos bancos públicos avançaram substancialmente em grandes temas como isonomia - problemas oriundos dos governos do PSDB/DEM/PPS nos anos 90, avanços nos temas de fundos de pensão, aumento dos direitos oriundos da Convenção dos bancários - CCT, pois antes os públicos lutavam isolados e assinavam acordos por bancos - ACT.

A Mesa Única proporcionou também reajustes para todos os cargos e o fim dos constantes congelamentos salariais, além da conquista de Participação nos Lucros negociada e assinada com a CUT, antes só distribuída nos bancos signatários da CCT da Fenaban. Antes de 2003, a grande maioria dos bancários do BB e da Caixa recebiam migalhas de participação nos lucros e alguns milhares não recebiam nada, enquanto os gestores do topo da pirâmide desses bancos recebiam valores 100 vezes maiores que a base.

A Mesa Única foi fundamental na volta da mobilização de massa dos bancários desde 2003. Com o fim do isolamento por banco, os bancários enfrentaram com melhor correlação de forças tanto os patrões, governo e a repressão violenta da polícia, como também a opinião contrária da Grande Mídia, sempre demonizando a luta dos trabalhadores (a imprensa privada brasileira - pertencente a algumas famílias da elite - prejudicou muito os trabalhadores de empresas públicas no período de ataque violento do PSDB/DEM/PPS ao desmonte do Estado nos anos 90).

MELHORAR A RENDA

Na questão da renda do trabalhador bancário brasileiro, seja ele de banco público ou privado, a unidade da categoria se mostrou de fundamental importância no último período.

Com a reestruturação do capital financeiro em grandes conglomerados, a única salvaguarda dos bancários atualmente é a Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários - CCT, que mantém trabalhadores de mais de 150 bancos com direitos básicos, sejam eles econômicos ou sociais.

Não dá mais para pensar em isolar qualquer segmento bancário em um Acordo Coletivo - ACT, seja por banco ou região. Os resultados de uma opção dessas seria o enfraquecimento da única Convenção Nacional de trabalhadores no País e a provável volta dos pisos rebaixados por região ou empresa, como ocorre com todas as demais categorias de trabalho no Brasil.

A Contraf-CUT e a grande maioria dos bancários e entidades sindicais brasileiras, sabedoras de suas responsabilidades, e perseguidoras dos objetivos que estão no título deste artigo - Melhorar a renda, as condições de trabalho e a vida da classe trabalhadora -, estão organizando a luta da categoria o ano todo, pois a luta não acaba nunca.

É nesse sentido que estamos organizando encontros e congressos de todos os segmentos de bancários para fazermos também as lutas específicas e as negociações permanentes com os banqueiros e governos.

PISO, PCCS, JORNADA DE TRABALHO E TRATAMENTO JUSTO DAS HORAS-GREVE

Uma coisa é certa: temos que lutar para aumentar o piso dos bancários, pois ele repercute sobre todas as demais verbas da carreira. Junto ao piso, devemos conquistar negociações sérias sobre Plano de Carreira - PCCS - com regras claras para todos, o que inclui o pagamento das substituições de funções. Também temos que lutar pela jornada de bancários para todos os comissionados. Só esses 3 temas já dariam uma bela e justa campanha da categoria. Sem contar a revisão da reestruturação de 2007 e o fim da terceirização, que pode nos levar à extinção.

Tenho defendido desde o fim da campanha dos bancários de 2008 uma nova sistemática de acerto das horas-greve oriundas da luta por aquisição ou manutenção de direitos coletivos. Caso as empresas não aceitem aboná-las como parte do processo legítimo do embate Capital x Trabalho, as horas-greve devem ser divididas igualitariamente para todo o quadro funcional de cada empresa, em número de horas, do contínuo ao presidente, pois os acordos e convenções assinados valem para todos. Defendamos esse princípio a partir de agora.

Espero que nos congressos dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, nós dirigentes e delegados eleitos, saibamos debater os grandes temas sem jamais esquecermos que os nossos objetivos devem ser os da classe trabalhadora.

Acredito que todos nós queiramos melhorar a renda dos bancários e principalmente as condições de trabalho, que estão terríveis, como sempre estiveram, pois não sou muito de enaltecer um passado idílico, muitas vezes mais mitológico que real.

A vida dos bancários sempre foi dura, basta olhar o nosso passado. Porém, os bancários brasileiros têm uma história de luta que passa de um século e sempre foi uma categoria aguerrida, de vanguarda e de construções coletivas. 



SIGAMOS UNIDOS E FORTES!

*William Mendes é diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e secretário de Formação da Contraf-CUT 

Fonte: Contraf-CUT


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AGENDA SINDICAL

Dia de trabalho na Contraf-CUT.

Primeiro dia como secretário de formação. Antes da primeira reunião de planejamento do secretariado, irei tocar mais as minhas demandas relativas ao Banco do Brasil.

17.4.09

Secretaria de Formação da Contraf-CUT - Início de mandato


2º Congresso elege nova diretoria da Contraf-CUT por aclamação
  


Carlos Cordeiro e Vagner Freitas.
Foto: Renato Silva
A nova diretoria da Contraf-CUT foi eleita e empossada pelo plenário do 2º Congresso da Confederação. Encabeçada pelo bancário do Itaú Carlos Cordeiro, a chapa de unidade dos bancários foi eleita por aclamação."Foi um processo difícil, mas a chapa construída representa a unidade da categoria bancária", diz Carlos Cordeiro, novo presidente da Contraf-CUT. "Tenho muito orgulho de ser agora presidente da Confederação", afirma.

Veja na área restrita do site as teses debatidas nos Encontros Temáticos e aprovadas no Congresso. Em seu primeiro pronunciamento como presidente da Confederação, Cordeiro lembrou de sua trajetória. "Eu sempre faço questão de dizer que tenho origem, na militância da Igreja Católica e no Sindicato dos Bancários de São Paulo. E que tenho lado: somos trabalhadores, pertencemos à classe trabalhadora e vamos lutar nesse momento de ataque aos direitos", afirmou. O dirigente também avaliou as lutas que estão no horizonte da nova gestão. "Temos muitos desafios importantes pela frente, como o debate de construção do ramo financeiro. Além da luta pelo emprego, que está ameaçado pelas fusões, e não pela crise financeira. Essa é uma violência que os bancos estão praticando contra a sociedade e o trabalhador brasileiro", disse.

"Somos vitoriosos na construção da unificação da categoria"

Em seu último discurso como presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas, lembrou do processo de crescimento que o movimento sindical bancário teve desde o início da década de 1980. Na época, a categoria não possuía piso nacional e as negociações eram feitas em âmbito regional. "Pensando na construção da unidade dos bancários até conquistar a vitória de um mesmo piso para os trabalhadores em todo país", afirmou. "Caminhamos em uma trajetória de liderança política que segue em uma mesma direção de crescimento. Hoje somos a única categoria que possui uma convenção coletiva de trabalho unificada e em vigência para mais de 150 empresas do setor público e privado", disse.

Vagner finalizou seu discurso parabenizando os dirigentes pela maturidade atingida nas centrais sindicais e pelo senso de desprendimento para a construção de uma classe unitária. "O valor mais importante é o da solidariedade da classe trabalhadora, porque ela é feita de homens e mulheres que terão nos próximos três anos o valor de se respeitarem", finaliza.

Assista o momento da eleição da nova direção:



Veja a nova diretoria completa:

A direção cumprirá mandato à frente da entidade por três anos, composta por 19 diretores executivos, sendo 13 do secretariado, além de suplentes. Também foi eleito um conselho fiscal com três titulares e três suplentes e o conselho diretivo com 46 integrantes. 

Diretoria Executiva

Presidência: Carlos Cordeiro, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Vice-presidência: Neemias Rodrigues, funcionário do Bradesco, Minas Gerais.

Secretaria-geral: Marcel Barros, funcionário do Banco do Brasil, São Paulo. 

Secretaria de Finanças: Roberto von der Osten, funcionário do Itaú-Unibanco, Paraná.

Secretaria de Imprensa: Ademir Wiederkehr, funcionário do Santander, Rio Grande do Sul. 

Secretaria de Formação: William Mendes, funcionário do Banco do Brasil, São Paulo.

Secretaria de Políticas Sociais: Deise Recoaro, funcionária do Banco Santander-Real, São Paulo. 

Secretaria de Políticas Sindicais: Carlindo Dias de Oliveira (Abelha), funcionário do Bradesco, Minas Gerais. 

Secretaria de Relações Internacionais: Ricardo Jacques, funcionário do Bradesco, Santa Catarina.

Secretaria de Saúde: Plínio Pavão, funcionário da Caixa Econômica Federal, São Paulo. 

Secretaria de Organização do Ramo Financeiro: Miguel Pereira, funcionário do HSBC, Rio de Janeiro.

Secretaria de Assuntos Socioeconômicos: Antonio Carlos Pirotti, funcionário do Banrisul, Rio Grande do Sul.

Secretaria de Assuntos Jurídicos: Mirian Fochi, funcionária do Banco do Brasil, Brasília.

Diretoria executiva sem pasta

Douglas Garcia dos Reis, funcionário do Bradesco, Espírito Santo.

Jeferson Rubens Boava, funcionário do Banco do Brasil/Nossa Caixa, Campinas.

Jorge Geraldo Palermo Ferraz, funcionário do Bradesco, Rio de Janeiro.

Marcos Aurélio Saraiva Holanda, funcionário da Caixa Econômica Federal, Ceará. 

Rosalina do Socorro Ferreira Amorim, funcionária do Banco do Brasil, representante do Sindicato do Pará e Amapá.

Sérgio Wilson Lima De Amorim, funcionário da Caixa Econômica Federal, Rio de Janeiro.

Suplentes da diretoria executiva

Camilo Fernandes dos Santos, funcionário do Santander, São Paulo.

Denilson Machado, funcionário do Santander, Santa Catarina. 

Elaine Cutis Gonçalves, funcionária do Bradesco, São Paulo.

José Carlos Alonso Gonçalves, funcionário da Caixa Econômica Federal, São Paulo.

Rubens José Branquinho dos Santos, funcionário do HSBC, Rio de Janeiro.

Sérgio Ricardo Nunes de Siqueira, funcionário do HSBC, São Paulo.

Sônia Maria Rocha, funcionária do HSBC, representante da Federação Centro Norte.

Conselho Fiscal 

Ernesto Humberto dos Santos, funcionário do Itaú-Unibanco, Rio Grande do Sul.

Gilmar Carneiro dos Santos, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Ivone Maria da Silva, funcionária do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Suplentes

Bárbara Peixoto de Oliveira, funcionária da Caixa Econômica Federal, Brasília.

Marcos Vandaí Tavares Rolim, funcionário do Bradesco, Maranhão.

Paulo Robeson dos Santos Manhaes, funcionário do Banco Mercantil do Brasil, Rio de Janeiro.

Conselho Diretivo 

Alexander Alves de Oliveira, funcionário do Itaú-Unibanco, Rio de Janeiro.

Antonio Ferreira Vale de Freitas Lima, funcionário do Bradesco, Rio de Janeiro.

Antonio Magno Leitão de Souza, funcionário do Itaú-Unibanco, Maranhão.

Carlos Alberto Garcia, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Cícero Ferreira Matheus, funcionário do Banco Rural, Alagoas.

Danielle Ruza, funcionária do Bradesco, Paraná.

Edilson Cerqueira, funcionário do Banco Mercantil do Brasil, Rio de Janeiro.

Elias Cardoso de Morais, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Eliomar Carvalho Silva, funcionário do Bradesco, Bahia.

Esdras Luciano Cabral Campelo, funcionário do HSBC, Paraíba.

João Vaccari Neto, funcionário do Santander, São Paulo.

Jorge Antonio Martins De Oliveira, funcionário do HSBC, Rio de Janeiro.

José Carlos Garcia, funcionário do Santander, São Paulo.

José Nilton Oliveira Santos, funcionário do Bradesco, representante da Federação do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Joselito Gomes da Silva, funcionário do Banco Rural, Alagoas.

Juarez Aparecido da Silva, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Juçara Portilho Lins, funcionária do Itaú-Unibanco, Rio de Janeiro.

Lana Vieira Nascimento Reis de Lima, funcionária do HSBC, Minas Gerais.

Leonice Maria Pereira de Souza, funcionária do Santander-Real, Mato Grosso.

Lindiano José da Silva, funcionário da Fidelity BPO Brasil, São Paulo.

Luís Augusto Monteiro Fernandes, funcionário do Bradesco, São Paulo.

Mac Laine Torres, funcionária da Caixa Econômica Federal, São Paulo.

Maikon Nunes Azzi, funcionário do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Márcia do Carmo Nascimento Basqueira, funcionária do Itaú-Unibanco, São Paulo.

Márcio Benedito Monzane, funcionário do Santander-Real, São Paulo.

Marcos Benedito da Silva, funcionário do Santander-Real, São Paulo.

Marcos José da Silva, funcionário do Banco Rural, Minas Gerais.

Marcos Roberto Leal Braga, funcionário do Bradesco, São Paulo.

Maria de Lourdes Alves da Silva, funcionária do Bradesco, São Paulo.

Marilza Speroto, funcionária do HSBC, Espírito Santo.

Marinaldo Soares Barbosa, funcionário do Santander-Real, Paraíba.

Mauri Sérgio Martins de Souza, funcionário do Itaú-Unibanco, Campinas.

Miguel Teófilo Fardelone, funcionário do Bradesco, Bauru.

Nelson Luiz da Silva Nascimento, funcionário do HSBC, São Paulo.

Nilton Damião Esperança, funcionário do Bradesco, Rio de Janeiro.

Patricia Fernanda Fitipaldi de Melo, funcionária do Bradesco, São Paulo.

Paulo Roberto Stekel, funcionário do Santander-Real, Rio Grande do Sul.

Paulo Raniere Medeiros da Silva, funcionário do Banco Industrial e Comercial (BIC) - Paraíba.

Samara Alves de Andrade, funcionária do Santander-Real, Paraíba.

Taciana Heitor da Silveira, funcionária do Santander-Real, São Paulo.

Vaine Terezinha Andreguete, funcionária do Banrisul, Rio Grande do Sul.

Virami Silva Cavalcanti Júnior, funcionário do Santander-Real, Pernambuco.

Vladimir Abreu Dozza, funcionário do Santander-Real, Rio Grande do Sul.

Welff Madruga Póvoa, funcionário do Santander-Real, Rio Grande do Sul.

Welington Cruz Marinho, funcionário do Bradesco, Minas Gerais.


Fonte: Contraf-CUT

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AGENDA SINDICAL

Trabalho na parte da tarde. Primeiro, reunião do Coletivo BB no Sindicato, e depois irei para a Contraf-CUT.