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9.12.16

29º Boletim aborda Rede Referenciada na Cassi





Olá companheir@s, amig@s e coleg@s do Banco do Brasil,

Lançamos nesta sexta-feira 09 o nosso 29º Boletim Prestando Contas Cassi, uma publicação mensal da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento para levar informações técnicas e fundamentais relativas à Cassi ao conjunto das lideranças da comunidade BB como entidades sindicais, associações da ativa e aposentados, Conselhos de Usuários, dependências do Banco, funcionários da Cassi e o conjunto dos associados e participantes.

Os boletins têm um papel informativo e de formação ao trazer explicações sobre a Caixa de Assistência, as autogestões, o setor de saúde suplementar, organização da rede prestadora, a Estratégia Saúde da Família, a Atenção Integral à Saúde, modelos de sistema de saúde, a prestação de contas sobre o mandato da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento e demais assuntos que contribuam para dar conhecimento e pertencimento aos participantes do sistema Cassi.

Nesta edição 29 estamos trazendo a explicação da importância de termos Redes Referenciadas para que a Cassi possa orientar os participantes assistidos na hora das necessidades de utilização da Rede Credenciada, com as mais diversas especialidades necessárias ao complemento dos exames e tratamentos dos associados e dependentes.

Leia AQUI o Boletim nº 29.

Pedimos que leiam o Boletim e distribuam tanto na forma impressa quanto em suas listas de contatos nas redes sociais. O material é feito por nós com um forte desejo de contribuir para que a comunidade tenha pleno conhecimento de nossa entidade de saúde de autogestão e do modelo de Atenção Primária à Saúde (APS).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

A produção do Boletim tem um custo mensal arcado pelo próprio Diretor de Saúde.

8.12.16

Reestruturação no BB - novas informações da Contraf-CUT


Olá coleg@s do BB,

Seguem novas informações das federações de sindicados representadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB da Contraf-CUT.

As entidades sindicais se reuniram nesta data com a direção do Banco para novas negociações sobre direitos dos bancários neste processo de reestruturação e do Plano Extraordinário de Incentivo à Aposentadoria (PEAI).

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)




Reunião com o Banco do Brasil tem poucos avanços e situação dos funcionários preocupa

Banco continua hesitando em apresentar garantias concretas de manutenção salários e realocação

08/12/2016
Reunião com o Banco do Brasil. Crédito: Aguinaldo Ferraz.

Em reunião realizada com o Banco do Brasil, nesta quinta-feira (8), em Brasília, a Contraf-CUT, representada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, novamente tratou do processo de reestruturação envolvendo milhares de funcionários do BB.

Os sindicatos apresentaram ao Banco o quadro das mobilizações do Dia Nacional de Luta, realizado na quarta-feira (7), em vários locais do Brasil, que demostraram o sentimento de desamparo, indignação e desespero de muitos funcionários que terão suas agências fechadas, reduzidas e aqueles que terão seus cargos cortados.

A Comissão de Empresa reafirmou a proposta anterior de criação de VCP Permanente (Verba de Caráter Pessoal) para que o funcionário não perca sua remuneração enquanto não for realocado no mesmo cargo. A mesma regra de VCP foi cobrada para todos os caixas.

Para o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, em relação aos caixas, o Banco demora em responder sobre a VCP, o que para todos é a questão mais óbvia na proteção dos funcionários. “O BB alega que caixa não é comissão e sim, gratificação. Mas quando se consulta o sistema do banco, em comissões exercidas aparece Caixa como Comissão. Ou seja, é má vontade e indisposição em gastar um pouco mais. O banco usa a norma interna pra não dar garantia, quando a norma interna é ele que faz.”

Também foi cobrado do banco a situação dos assistentes que não têm opção de migrar na lateralidade e, por causa do plano de funções, terão perda no novo cargo oferecido.

Outras solicitações foram para que a concorrência na lateralidade contemple a pontuação do cargo anterior à VCP, inclusive para quem está em VCP por outras situações que não estas da reestruturação atual.

Foi solicitado e não houve resposta do BB quanto ao TAO especial realocar em todas as vagas via pontuação do sistema, uma vez que os funcionários já passaram por processo seletivo anterior.


RESPOSTAS AINDA INSUFICIENTES

O Banco afirmou que nenhum escriturário será removido para outra praça compulsoriamente e que os excedentes ficarão nos seus locais de origem.

Quanto às agências que serão fechadas, atendendo solicitação da Comissão de Empresa, o BB afirmou que a VCP passará a contar para aqueles funcionários somente depois do fechamento da agência. Se a agência fechar antes de 1º de fevereiro, esta será a data, de modo a contar o que for mais favorável ao funcionário.

Novos Grupos de Funções: o banco informou que fez ajustes nos grupos de funções de lateralidade para atender casos que antes estavam direcionados para cargo inferior, de forma a reduzir os casos sem correspondência lateral.

Foi cobrado do BB e foi feito o compromisso que pessoas em VCP por situações anteriores serão identificados e analisados caso a caso.

Quanto aos funcionários que tiveram que movimentar de praça por uma reestruturação anterior, o banco está disposto a avaliar os pedidos dos funcionários para mudança durante o período de excedente ou VCP.

O Banco também informou que os funcionários em licença poderão concorrer para a lateralidade no TAO Especial, devendo fazer a solicitação de inscrição via GEPES – Gerência Regional de Gestão de Pessoas.

Foi afirmado pelo BB que todas as nomeações serão centralizadas pelos comitês de unidades estratégicas. O banco reafirmou que tem o compromisso de que toda e qualquer vaga na cadeia de nomeação seja primeiramente para regularização de excesso.

O banco fez os seguintes compromissos quanto a apresentação de números detalhados:

Será disponibilizado um mapa de vagas na intranet a partir de 12/12 e constará também possíveis vagas, considerando adesões ao PEAI ainda não concretizadas.

Além do mapa de vagas, o banco vai oferecer 3 relações:

- número de adesões por plano de aposentadoria (Previ/Fusesc/Economus/PrevBEP), o número de adesões por funcionário que saíram apenas com o INSS e número de excessos versus o número de adesões ao PEAI por UF (Unidade da Federação).


ESCLARECIMENTOS SOBRE PEAI NO ECONOMUS PREVIMAIS

Os funcionários apresentaram ao banco os problemas causados pela falta de comunicação quanto os critérios de adesão ao PEAI (Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada), para os funcionários que são vinculados aos Economus no Plano PreviMais, cujo tempo para requerimento são apenas 60 meses. Os funcionários não estão suficientemente esclarecidos que embora tenham tempo no Economus, as condições são desfavoráveis para desligamento do BB. Foi solicitado que o Banco faça um comunicado oficial explicando que não se trata de PDV para que os funcionários sejam devidamente esclarecidos.


DENÚNCIA APRESENTADAS

A Comissão de Empresa denunciou ao banco que algumas superintendências estaduais e regionais estão fazendo processos seletivos para os escritórios digitais, sem observar o TAO e a necessidade de realocação das pessoas. A Contraf-CUT considera que este é um processo fraudulento de seleção que deve ser coibido pelo banco através da sua diretoria. Foram denunciados problemas de seleção fora do TAO em Porto Alegre e Curitiba e que podem ocorrer em outros locais.

Foi cobrado do banco sobre o fechamento de agências em São Paulo e em outros locais fora da lista divulgada pelo BB. Estes novos fechamentos são pela criação dos escritórios digitais e foi solicitado ao BB esclarecimento para a reunião sobre o BB Digital. A mesa temática específica sobre o BB digital será realizada no dia 14 de dezembro, em Brasília.


CCV – CONCILIAÇÃO VOLUNTÁRIA PARA NOVOS CARGOS DE 6 HORAS ESTÁ SOB ANÁLISE JURÍDICA

O Banco enviou na última quinta-feira a minuta da CCV para acordo aditivo contemplando os novos cargos que terão a opção de jornada de 6 horas. Os funcionários optantes poderão posteriormente fazer acordo extrajudicial indenizatório referente às duas horas excedentes.

A Contraf-CUT esclarece que o funcionário não deve aderir contando com a CCV imediatamente pois o acordo enviado pelo banco está sendo analisada juridicamente e posteriormente será encaminhada o parecer para assinatura. A análise jurídica e a negociação são necessárias para dar mais segurança os funcionários e aos sindicatos.


ENCAMINHAMENTOS JURIDICOS AOS SINDICATOS

A Comissão de Empresa enviará aos sindicatos orientações para ações junto às entidades de defesa do Consumidor e a população para cobrar o não fechamento de agências.

Também serão estudadas ações jurídicas para proteger a remuneração e o cargo dos funcionários, caso o banco continue negando medidas neste sentido.

Para Wagner Nascimento, coordenador da CEBB os sindicatos deverão mobilizar os funcionários e verificar detalhadamente o mapa de vagas para constatar o tamanho do problema em cada local.

A conta começa a não fechar a partir da quantidade de desligamento. Como muitos já perceberam que vai faltar vagas, querem uma segurança maior e é isso que estamos fazendo na mesa de negociação. Queremos garantias de que os funcionários não percam salários e cargos.

Fonte: Contraf-CUT

6.12.16

Agenda de gestão e luta pela Cassi e Associados




Olá companheir@s, amig@s, coleg@s do BB e Associados da Cassi,

Estamos neste momento (22h22) na sede da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (DF), onde atuamos como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento em nome dos associados. Vamos encerrar os trabalhos dos primeiros dois dias da semana. 

Como é sabido por quem nos acompanha, as semanas de trabalho na Cassi em nome dos associados que representamos são longas, intensas, e regadas com doses de negociações permanentes entre os representantes dos dois patrocinadores - o Banco do Brasil e o Corpo Social e entre os eleitos também. Nossa autogestão em saúde é gerida em modelo compartilhado e entendo que esse modelo é fundamental para garantir os direitos em saúde dos seus associados.

Quero mais uma vez, de público, dizer que o esforço feito pelos dois diretores eleitos e suas equipes técnicas nesses últimos dias valeram a pena, porque a gestão compartilhada em entidade gerida paritariamente entre trabalhadores e patrão só se realiza se a parte dos associados conseguir se acertar e constituir um bloco de 2x2 na Diretoria Executiva e 4x4 no Conselho Deliberativo, bem como 3x3 no Conselho Fiscal. Se a representação dos associados blocar em sua metade da governança, estabelece-se a igualdade de poder na governança da Cassi. Caso contrário, fragiliza-se nossa metade nos debates e deliberações.

Estou insistindo nessa questão de construir unidade no âmbito dos eleitos da Cassi porque os anos de 2017, 2018 e 2019 serão definidores do futuro da Caixa de Assistência (Cassi), após a etapa vencida por todos nós na aprovação da Consulta ao Corpo Social, que avaliou e aprovou o Memorando de Entendimentos entre o patrocinador BB e as entidades representativas dos associados, acordo construído após 18 meses de negociação para buscar solução para o déficit do Plano de Associados.

É possível a entidade de saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil sair fortalecida desse processo de busca da sustentabilidade de seus planos de saúde, se toda a comunidade se mantiver atenta, acompanhando esses próximos 3 anos de luta pela saúde, pelo Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), pela manutenção da Solidariedade do modelo de custeio mutualista intergeracional e se superarmos as próximas etapas da reorganização dos serviços de saúde da Cassi sem nos desviarmos perseguindo modelos que nos levam para a mesma crise que todo o setor de saúde suplementar vive.

Enfim, as duas últimas semanas foram de muita luta para encaminhar etapas internas na gestão relativas ao processo negocial vivido por nossas entidades representativas e associados e o patrocinador BB. Se a gente contar o trabalho que dá em termos de energia e tempo para construir os encaminhamentos das propostas, as pessoas ficariam cansadas só de ouvir.

O ano vai chegando ao fim e nossa agenda da Diretoria de Saúde não acaba. Nesta quarta, vamos a Goiás e na quinta e sexta, estaremos no Ceará. Na semana que vem, participaremos da Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Maranhão.

Estou bem cansado, mas com a leveza de lutar apaixonadamente por esta Caixa de Assistência e por nossos associados e funcionários.

Ainda vamos soltar mais um Boletim Prestando Contas Cassi neste mês e vamos fazer o lançamento de estudos de saúde realizados por nossas áreas, que reforçam o papel de vanguarda de nossa Caixa de Assistência na área da Atenção Primária e no cuidado de sua população assistida com base na promoção da saúde e prevenção de doenças, monitorando participantes com doenças crônicas e riscos diversos em saúde.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

4.12.16

Reestruturação no BB e PEAI - alertas a respeito, por Sasseron


Apresentação do blog:


Olá colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana que se inicia, encerra prazo (9/12) dado pelo Banco do Brasil aos trabalhadores para aderirem ou não ao Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI). 

José Ricardo Sasseron já foi Conselheiro e Diretor na Previ, eleito pelos associados, e tem grande conhecimento em previdência. As opiniões são do próprio Sasseron no intuito de ajudar os colegas em suas reflexões.

Apresento abaixo alertas e explicações que ele faz aos colegas que estão avaliando a proposta feita pelo BB. Em caso de dúvidas, continuem utilizando os canais disponibilizados pelo Banco.


Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento




José Ricardo Sasseron.

ALERTAS (1)


Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI


Colegas do BB,

Por certo a decisão de aderir ao plano de aposentadoria incentivada do banco é de caráter estritamente pessoal. Gostaria somente de fazer alguns alertas sobre a aposentadoria pela Previ e/ou INSS, assunto angustiante para quem vai decidir o que fazer.


1. São três os requisitos para a aposentadoria no Plano 1 ou no Previ Futuro: mínimo de 15 anos de filiação ao plano, aposentadoria pelo INSS e rompimento do vínculo empregatício com o BB. Quem tiver no mínimo 50 anos de idade poderá requerer o complemento da Previ mesmo sem estar aposentado pelo INSS. 


2. O complemento de aposentadoria do Plano 1 é calculado pela média dos 36 últimos salários de participação menos o valor das 36 últimas Parcelas Previ, tudo corrigido pelo INPC para a data do cálculo. O valor do benefício é proporcional aos meses de contribuição ao plano – por exemplo, 336/360 para quem tem 28 anos completos.


3. O benefício do Previ Futuro é calculado dividindo-se o saldo de conta do associado pelo número de meses correspondentes à sua expectativa de vida (contam-se 13 meses por ano). O associado pode escolher se deixa pensão aos dependentes ou não. A decisão interfere no valor do benefício, pois a Previ levará em conta o pagamento da pensão no cálculo.


4. Importante: quem sair no PEAI e ainda não tiver direito à aposentadoria pela Previ deve continuar contribuindo e pedir a preservação do salário de contribuição.


5. A aposentadoria pelo INSS exige o mínimo de 30 anos de contribuição da mulher e 35 do homem. O benefício é calculado pela média dos 80% maiores salários de contribuição recolhidos desde julho de 1994. Sobre esta média incide o Fator Previdenciário, um redutor calculado de acordo com o tempo de contribuição e idade de aposentadoria. O fator penaliza quem se aposenta mais cedo. A tabela do Fator Previdenciário é pública (digite “fator previdenciário 2016” no google e ela aparecerá).


6. Importante 1: quem sair no PEAI e não tiver tempo de INSS, deve continuar contribuindo, se não só vai poder se aposentar por idade, aos 60 para a mulher ou 65 para o homem, e desde que tenha pelo menos 15 anos de contribuição ao INSS.


7. Importante 2: está vigente a Fórmula 85/95, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. A mulher que atingir 85, na soma da idade de aposentadoria mais tempo de contribuição, se livrará do Fator Previdenciário. O homem que atingir 95 nesta mesma soma também se livrará do Fator. Isto altera consideravelmente o valor do benefício. Então, sugiro verificar quando você completará a soma e se é conveniente esperar mais um tempo pagando o INSS para se aposentar.


8. Importante 3: você pode agendar uma ASSESSORIA PREVIDENCIÁRIA com a Previ, que criamos quando fui Diretor de Seguridade. O pessoal da Previ estudará sua situação e discutirá com você a data mais conveniente para se aposentar.


José Ricardo Sasseron, ex-diretor de Seguridade da Previ


ALERTAS (2)


Alertas sobre a aposentadoria a quem pensa em aderir ao PEAI (II)


Em relação à CASSI. Você só pode se manter no Plano de Associados se você se aposentar pelo INSS e/ou pela Previ imediatamente à sua saída do banco. Neste caso você contribui com 3% sobre seu benefício de aposentadoria e o banco com 4,5%. Se resgatar suas contribuições à Previ, não terá direito de permanecer no Plano de Associados. Leia com atenção o artigo 3º do regulamento do Plano de Associados da Cassi, disponível no site da entidade e veja onde você se enquadra.

Em relação ao Previ Futuro, você tem quatro opções. A pior delas, sempre, é o resgate, porque você vai pagar Imposto de Renda, gastar o dinheiro logo e ficar sem aposentadoria. Então, veja as opções em caso de desligamento do banco.


1. Aposentadoria – para aposentar pelo Previ Futuro você precisa ter no mínimo 15 anos de contribuição, aposentar pelo INSS e romper o vínculo empregatício com o banco. Se tiver mais de 50 anos de idade, pode requerer o benefício da Previ mesmo sem ter direito à aposentadoria pelo INSS – neste caso, você deve continuar pagando INSS até completar o tempo (30 anos a mulher e 35 o homem). Fique atento à incidência do Fator Previdenciário, ao enquadramento na fórmula 85/95 que livra você do Fator e melhora sua aposentadoria e na reforma da Previdência que o Governo Temer quer fazer para dificultar a sua vida.


2. Autopatrocínio – Você pode continuar contribuindo até ter direito à aposentadoria pelas regras da Previ e requerer o benefício. Neste caso, você arca com as contribuições pessoais e patronais. Você precisa continuar recolhendo o INSS.


3. Benefício Proporcional Diferido (BPD) – Para quem tem menos de 15 anos de Previ Futuro. Você suspende as contribuições e requer uma renda mensal vitalícia da Previ quando tiver direito à aposentadoria pelo INSS. Precisa continuar contribuindo com o INSS.


4. Portabilidade – Você pode portar seu saldo de conta para outro plano de benefícios. Por exemplo, se entrar em uma empresa que tem previdência complementar ou então comprar um plano de previdência em algum banco. 


5. Resgate – Se não quiser permanecer na Previ você pode resgatar a sua reserva individual de poupança. Neste caso, você não leva as contribuições patronais e ainda paga Imposto de Renda sobre as suas contribuições resgatadas. Recentemente o conselho deliberativo da Previ aprovou o resgate das contribuições patronais no Previ Futuro, mas o novo regulamento não está valendo porque ainda não foi aprovado pela PREVIC, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar.


Imposto de Renda e Parte Patronal – No resgate você não leva a parte patronal. Nos demais casos (aposentadoria, BPD, autopatrocínio e portabilidade) você tem direito também às contribuições patronais. O Imposto de Renda incide conforme a tabela que você escolhe na adesão ao plano. Quem escolheu a tabela progressiva, recolherá até 27,5% de IR sobre o valor do resgate ou benefício. Quem escolheu a regressiva, recolherá de 35% a 10% de IR, a depender do tempo de permanência no plano – quanto mais tempo, menos IR – e não pode deduzir o valor recolhido mensalmente da declaração anual de ajuste.


Cálculo do complemento de aposentadoria – Os benefícios do Previ Futuro são calculados dividindo o saldo de conta pelos meses de vida faltante, de acordo com a sua expectativa de vida na data da aposentadoria, contando 13 benefícios anuais. Você pode escolher entre deixar ou não deixar pensão aos dependentes. Esta opção interfere no valor do benefício que você vai receber – se não deixar pensão, o benefício é maior, obviamente, pois o saldo de conta é o mesmo para ambos os cálculos. Atenção: a Previ utiliza a taxa de juros atuarial de 5%, ou seja, trabalha com uma expectativa de rendimento real de suas aplicações de 5% acima da inflação e considera esta rentabilidade futura no cálculo do benefício. O benefício é vitalício.

José Ricardo Sasseron – ex-diretor de Seguridade da Previ, eleito pelos associados



Fonte: página do colega na rede social (pedi autorização para reproduzir as informações aqui no blog)

2.12.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde no Mato Grosso


Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Estamos fechando uma semana de trabalho com agenda intensa e positiva para o fortalecimento da Cassi e da representação dos associados na Diretoria, pois tivemos deliberações de temas de importância fundamental para a nossa Caixa no próximo ano e as Diretorias de Saúde e Rede de Atendimento e Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, áreas-fim da nossa autogestão em saúde, fizeram um trabalho unitário promissor para que o patrocinador Banco do Brasil e suas representações busquem sinergia e diálogo necessários à governança compartilhada.

Meu compromisso com as entidades representativas, conselhos de usuários e associados para o próximo período pós assinatura do Memorando de Entendimentos e início de vigência do período de contribuição extraordinária de 1% que se iniciará a partir de agora, inclusive com a contratação de consultoria por parte do patrocinador BB, será de prestar contas do que for acontecendo na gestão, sempre sob a ótica deste representante dos associados da Cassi.

Enfim, vamos falar da nossa agenda em Cuiabá sobre parcerias pela promoção da saúde e fortalecimento da participação social e do espírito de pertencimento à nossa Caixa de Assistência.


Reunião Cassi, Super, Gepes e Sindicato em Mato Grosso.

Reunião entre Cassi, Super, Gepes e Sindicato no Mato Grosso define parcerias pela saúde da comunidade assistida pela Caixa de Assistência

Na quinta-feira, 1º de dezembro, a Cassi se reuniu com as lideranças do Banco e do Sindicato para buscar parcerias no Estado com foco em ampliar o nível de conhecimento dos trabalhadores e participantes sobre a Cassi, o Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF), além de incluir o tema saúde na agenda de todos no ano de 2017.

Os canais de comunicação do Banco serão utilizados para falar de Atenção Primária, autocuidado, Saúde da Família, e demais possibilidades em benefício da promoção de saúde e prevenção de doenças. A participação dos colegas da ativa no Conselho de Usuários será estimulada e a Cassi vai ampliar o apoio às reuniões com informações técnicas que depois serão repassadas aos segmentos de associados.

É a busca de uma agenda de saúde independente das dificuldades cotidianas dos assistidos pela Cassi. No modelo de Atenção Primária, o simples fato de identificar e monitorar pessoas com doenças crônicas e riscos diversos de saúde e passar a acompanhá-las já pode salvar vidas.



VII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Mato Grosso

Na manhã de quinta 01 participamos da Conferência de Saúde com a apresentação da palestra sobre "Sustentabilidade da Cassi". Ficamos encantados com o envolvimento dos segmentos de associados no evento.

Procuramos compartilhar informações e conhecimentos a respeito do setor de saúde suplementar, fatores que influenciam no desequilíbrio entre as receitas e despesas dos planos de saúde no setor e focamos bastante no Plano de Associados de nossa autogestão Cassi.

Explicamos as dificuldades, desafios e oportunidades e pontos fortes que temos para os próximos 3 anos em relação a buscar a sustentabilidade em nossa operadora. A Cassi pode dar um salto de qualidade se ampliar a cobertura de seu Modelo de Atenção Integral à Saúde e ESF para o conjunto dos participantes.

Hoje temos 180 mil cadastrados na ESF, e estudos realizados pela Diretoria de Saúde têm nos mostrado resultados muito significativos sobre a importância de ampliar o investimento no modelo de Atenção Primária. Participantes assistidos e monitorados pela Cassi têm um comportamento de despesa assistencial melhor no uso da Rede Credenciada, por graus de complexidade, quando comparados com participantes que nunca foram cuidados na Estratégia Saúde da Família.

A Cassi foi definida para ter uma estrutura própria de Atenção Primária desde a Reforma Estatutária de 1996 e hoje contamos com 65 CliniCassi nas capitais e em certas regiões nos Estados. É imperativo que ampliemos em 2017, 2018 e 2019 a cobertura com mais equipes de família, médicos de pronto atendimento e ampliação das equipes PAD para atuar na desinternação hospitalar.

Também explicamos bastante sobre a nossa pedra angular: o modelo de custeio solidário intergeracional.

Por mais de 3 horas debatemos, tiramos dúvidas, ouvimos sugestões. Ao final, pedimos que os associados não se desliguem do tema Cassi nestes próximos 3 anos e estejam mobilizados para lutar pelo nosso modelo de saúde.

Agradecemos ao Sesc pela cessão do espaço e agradecemos a bela convocação que tod@s fizeram: a equipe Cassi, o Conselho, as entidades representativas e o Banco.

Diretor de Saúde com lideranças do Sindicato dos Bancários do MT.

Visita do Diretor de Saúde ao Sindicato dos Bancários

Aproveitamos a estada em Cuiabá para visitar a casa dos trabalhadores, o Sindicato. É fundamental a Cassi estar aberta e com parceria permanente com as entidades representativas da ativa e aposentados e Conselhos de Usuários, além do Banco do Brasil nos Estados, para que as lideranças tenham mais conhecimento de nossa autogestão e para que possam levar também as demandas dos associados em busca de soluções de saúde.

Aproveitamos para agradecer de coração o apoio que o Sindicato nos deu ao contribuir com passagens e hospedagem para estarmos com os bancários falando sobre a Cassi e sobre a saúde dos trabalhadores.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi MT.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi MT

Nesta sexta-feira 02 participamos da reunião dos conselheiros e conselheiras de usuários da Cassi Mato Grosso.

Foi um momento muito rico com troca de informações, impressões, de apresentação de ideias sobre os processos relativos à Cassi e demais entidades de nossa comunidade Banco do Brasil.

Pudemos reforçar nosso pedido para que as lideranças dos Conselhos de Usuários e das entidades representativas mantenham os associados informados e mobilizados para o ano de 2017 porque o período de consultoria contratada pelo patrocinador BB e definição dos rumos de nossa Caixa de Assistência só será exitoso se houver forte participação social. Os eleitos sozinhos não têm força para barrar qualquer tentativa de alteração que afete os direitos do Corpo Social na Cassi se não houver mobilização.

Equipe de funcionários da Cassi MT.

Reunião com os funcionários da Cassi Mato Grosso

Fechamos nossa agenda de trabalho da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, responsável também pelas 27 Unidades Administrativas e pelas atuais 65 unidades de atendimento de saúde (CliniCassi), realizando uma ótima reunião com nossa equipe de funcionários da Cassi.

Levamos informações de nossa autogestão para os trabalhadores e trocamos informações sobre o dia a dia de trabalho. Tiramos dúvidas e ouvimos sugestões.

Eu fecho a matéria agradecendo de coração pelos dois dias que tivemos de fortalecimento da Cassi, da participação social, do modelo assistencial de nossa autogestão e de parcerias pela saúde dos associados. Nos sentimos acolhidos, assim como é o modelo que perseguimos nas CliniCassi.

Agradecemos aos funcionários da Cassi, às lideranças das entidades representativas e lideranças do Banco do Brasil no Mato Grosso. Valeu muito a pena estarmos juntos com a comunidade nestes dois dias.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

Estamos completando 26 Conferências de Saúde (2015 E 2016) sem disponibilização de recursos por parte da Cassi. Nunca concordei com esse tipo de economia porque o investimento neste tipo de participação social é insignificante para uma entidade (associação cujos donos são os próprios usuários do sistema) com orçamento de bilhões de reais. 

O efeito multiplicador de informações que levamos nas conferências pode trazer economia para a Cassi de forma exponencial nas rubricas onde estão as maiores despesas administrativas como judicialização e multas da ANS e sem falar na despesa assistencial, que consome mais de 95% dos recursos das autogestões pagando prestadores da Rede Credenciada (dados da ANS 2015).

Enfim, agradeço às entidades que apoiaram o evento, pois assim o meu gasto próprio foi de apenas R$ 267,93. Esperamos que possamos realizar o nosso papel de participação nas 17 Conferências de 2017 sem esse problema de ter que pagar para trabalhar.

1.12.16

Reestruturação do Banco do Brasil - informe da Contraf-CUT


Olá pessoal,

Segue abaixo a matéria publicada pela Contraf-CUT sobre o encontro dos sindicatos com o Banco do Brasil a respeito da reestruturação anunciada pelo banco dias atrás. Sabemos que muitos trabalhadores estão buscando informações a respeito do tema.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi



Foto de Agnaldo Ferreira de Azevedo.
Sem respostas concretas do BB, Contraf-CUT orienta dia nacional de luta para dia 7

Reunião sobre processo de reestruturação e fechamento de agências aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília

01/12/2016


A Contraf-CUT, através da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB se reuniu com o Banco do Brasil, em Brasília, nesta quinta-feira (1º), em mais uma mesa de negociação sobre o processo de reestruturação que envolve fechamento de agências, cortes de cargos e funções, redução no quadro de funcionários e na jornada, e, ainda, um plano de aposentadoria com público alvo de 18 mil funcionários.

Os representantes dos funcionários reafirmaram ao banco que são contrários a esse processo de reestruturação por envolver cortes de mais de 9 mil postos de trabalho e vai provocar redução salarial de milhares de funcionários, caso estes não forem realocados. Ainda, o fechamento de mais de 400 agências e a transformação de 379 em posto de atendimento.

Os representantes dos trabalhadores também cobraram do banco respostas quanto a extensão da VCP - Verba de Caráter Pessoal – que tem como objetivo garantir a remuneração daqueles que perderão seus cargos ou tiveram suas agências extintas. Foi proposto ao banco que seja criado uma VCP permanente, nos moldes da verba 226 do Plano de Funções.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, a VCP permanente vai ao encontro de todas as falas do banco quanto a realocação das pessoas. “Se o banco tem tanta certeza que vai realocar todo mundo, que garanta que ninguém vai perder remuneração enquanto não for realocado”, explicou Wagner.

O banco não deu resposta quanto a extensão da VCP, alegando que o assunto ainda está sob análise, assim como a VCP para os Caixas efetivos e substitutos.

Para realocação dos funcionários, foi proposto ao banco que no TAO Especial criado com esta finalidade, seja adotado o critério de priorização e maior pontuação para a escolha dos funcionários na lateralidade. “Considerando que os funcionários já passaram por um processo de seleção anterior e as nomeações acontecerão na lateralidade, uma forma de garantir um critério justo é pela melhor pontuação, tanto para escolha de quem fica nos casos de redução de cargos na própria dependência, quanto nas recolocações”, analisou Wagner.

Também foi proposta que mesmo depois de entrar em VCP, os funcionários tenham a pontuação do cargo anterior preservada para as concorrências na lateralidade para cargos semelhantes.

O Banco do Brasil não forneceu a lista dos cargos e dotações cortados em cada prefixo, alegando que o quadro não está fechado. O banco também não responde claramente o que vai acontecer com aqueles que não conseguirem realocação.

Ao mesmo tempo que não informa a planilha com os cargos cortados, o banco responde que a dotação dos postos de atendimento está no sistema.

Esta informação foi bastante criticada pelos sindicatos, remetendo ao vazamento de informações à imprensa antes de informar aos representantes dos trabalhadores. Os sindicatos consideram que quanto mais informação o banco fornecer vai facilitar o trabalho de realocação dos funcionários, evitando as situações de desespero que têm acontecido em várias regiões do país.

Banco descumpre palavra no caso da fusão de agências

A Comissão de Empresa cobrou do banco o cumprimento do que foi apresentado no início de 2016 quanto ao fechamento de agências no estado de São Paulo e Santa Catarina, devido à fusão de uma agência com outra. Naquela oportunidade o banco informou um cronograma e a forma como seriam tratados os funcionários, que seriam realocados numa agência já definida.

Contudo, neste processo de cortes agora apresentado, o banco incluiu aquelas agências na nova reestruturação, descumprimento o cronograma apresentado em reunião na DISAP com representantes dos sindicatos.

Situação de desespero dos funcionários é relatada

Os sindicatos relataram ao BB a situação de desespero em muitos depoimentos de funcionários em todos os cantos do país. Mães e pais de famílias que perderão seus cargos não veem perspectiva de realocação, pois a extinção de muitos cargos como os de assistentes, gerentes de negócios e gerentes de serviço não terão vagas abertas nas mesmas localidades.

Para Wagner Nascimento, os funcionários deverão continuar a mobilização em todo o país para que tenhamos resposta efetiva de proteção às pessoas que perderam seus cargos e funções. “O número de funcionários que sairão no plano de aposentadoria não está batendo com os cortes apresentados e os processos são distintos, uma vez que os cortes já estão dados. Mais uma vez, insistimos para que o banco garanta a remuneração das pessoas até que sejam realocadas”.

A participação dos funcionários nas atividades de paralisação do último dia 29 e o Dia de Preto – Black Friday do BB no dia 25 mostrou que é grande a indignação dos funcionários.

Continuação da mobilização em todo o país

Diante das negativas e falta de resposta do BB para as reivindicações de proteção dos funcionários apresentadas, a Contraf-CUT orienta mais um Dia Nacional de Luta em todo o país para o próximo dia 7 de dezembro.

Nova reunião agendada

Nova reunião foi agenda entre a Comissão de Empresa da Contraf-CUT e o Banco do Brasil para o dia 8 de dezembro.

Também foi agendada reunião sobre o modelo digital dentro da reestruturação para o próximo dia 14 de dezembro.



Fonte: Contraf-CUT

Agenda Cassi no Mato Grosso e notícias da gestão





Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta quarta-feira 30 finalizamos a primeira metade de nossa semana de trabalho e nesta quinta e sexta-feira estaremos em Cuiabá, Mato Grosso, onde cumpriremos agenda do planejamento de nossa Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento no Estado, buscando parcerias para promoção da saúde e prevenção de doenças, e participaremos da Conferência de Saúde da Cassi e do Conselho de Usuários com a apresentação de palestra sobre a "Sustentabilidade da Cassi".

Hoje foi feriado em Brasília (DF) e não houve expediente na Sede da Cassi. No entanto, pela emergência dos temas, realizamos uma reunião extraordinária da Diretoria Executiva para apreciar temas centrais para a Caixa de Assistência. Lá estávamos nós os diretores e nossa equipe gerencial e de assessoria técnica para deliberar sobre a pauta extra. Fiquei feliz pelo trabalho coeso que nós representantes eleitos pelo corpo social tivemos. Sabemos que é isso que os associados e as lideranças dos participantes esperam de nós.

Os dois diretores eleitos vieram do movimento sindical e social e ao buscarmos unidade na defesa dos associados e da Cassi estamos fortalecendo a posição do corpo social na gestão da nossa entidade de saúde. Da mesma forma, quem sabe as lideranças das diversas forças políticas do campo da esquerda, progressistas e populares não se unam em prol de agendas coletivas e da classe trabalhadora nas lutas que estão na pauta do Brasil e dos brasileiros.

Estamos vivendo intensamente cada semana de trabalho na Caixa de Assistência para dar conta de encaminhar tudo que é necessário para que nossa entidade de saúde avance para a próxima etapa na busca pela sustentabilidade do Plano de Associados, que necessitou de mesa nacional para debater soluções sem a perda de direitos dos participantes. A direção eleita e indicada não está medindo esforços para a Cassi cumprir sua missão de cuidar do conjunto de sua população no Modelo de Atenção Integral à Saúde, mesmo estando em um setor da economia brasileira sob enorme crise: o setor de saúde suplementar.

Numa entidade de governança compartilhada entre patrão e trabalhadores, a busca do diálogo e de consensos é sempre a melhor alternativa de gestão. Como disse no artigo passado (ler AQUI), o efetivo equilíbrio entre as duas metades das representações na governança da Cassi só se realiza se a metade eleita pelos associados estiver unida nas deliberações e votos no debate com a metade indicada pelo patrocinador BB, tanto na Diretoria quanto nos Conselhos.

Nossa pauta de deliberações desta semana trouxe temas complexos e necessitou de muito esforço técnico e político das duas metades da Diretoria Executiva. Além das pautas cotidianas, começamos a discussão para aprovação da peça orçamentária e administrativa para 2017, e também iniciamos a avaliação do Convênio de Ressarcimento, parte integrante do acordo aprovado pelos associados.

Os debates continuarão nos próximos dias, mas algo que fortalece muito a Cassi e os associados foi o esforço feito pelos eleitos nesta semana para unificarmos nossas posições na defesa dos direitos dos associados nos temas que vão balizar a nossa caminhada nestes 3 anos após a etapa vencida de aprovação da proposta do patrocinador BB, construída em conjunto com as entidades representativas dos associados, aprovação em consulta ao corpo social que trouxe uma receita extraordinária para a busca de sustentabilidade sem perda de direitos.

Enfim, vamos para mais uma Conferência de Saúde falar de sustentabilidade e modelos de organização de serviços de saúde e levar para a população de assistidos do Mato Grosso informações sobre o Modelo Assistencial da Cassi e a Estratégia Saúde da Família (ESF), e explicar a forma como a nossa Caixa de Assistência pode funcionar com mais eficiência e eficácia no cumprimento de sua missão de assegurar ações efetivas de atenção à saúde por meio da promoção, prevenção, recuperação e reabilitação para uma vida melhor dos participantes.

Lutar incansavelmente para a Cassi estar fortalecida em seu modelo de Atenção Primária, cuidando dos participantes e monitorando a população com doenças crônicas e riscos de adoecimento é a melhor perspectiva de uso dos recursos da Caixa de Assistência, além de ser o melhor para a qualidade de vida dos participantes desta autogestão.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

28.11.16

A importância da unidade entre os eleitos na Cassi





Olá companheir@s, amig@s e associad@s da Caixa de Assistência,

Iniciamos a semana de trabalho com a intensidade de sempre, ou seja, longas jornadas para conciliar o dia a dia na governança com a agenda de contatos com os trabalhadores, principalmente se formos demandados pelas entidades representativas dos associados da ativa e aposentados: nosso desejo é atender a todas as solicitações de visitas às bases sociais da Cassi.

Nesta segunda-feira 28 madrugamos para ir à Capital Paulista conversar com os bancários e associados da Cassi a pedido do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. Apesar da agenda complexa que temos por uma programação feita com bastante antecedência, conseguimos conversar com dezenas de colegas do BB em dois locais: na CABB SP e no prédio da XV de Novembro. Ao final da tarde, voltamos para Brasília.

Estamos concentrados na leitura da pauta da reunião de Diretoria Executiva, que acontece nesta terça-feira 29. Ainda nesta semana, estaremos com agenda em Cuiabá, Mato Grosso, onde participaremos da Conferência de Saúde e cumpriremos o planejamento da Diretoria da qual somos responsáveis, indo aos Estados em busca de parcerias pela promoção da saúde e prevenção de doenças e por melhor comunicação a respeito de nossa autogestão.

Já agradeço ao Sindicato dos Bancários do Mato Grosso pelo apoio logístico para estarmos lá na agenda desta semana.


Unidade entre os representantes eleitos pelos associados na governança da Cassi é central para a manutenção dos direitos


Estamos vivendo tempos conturbados em nosso País. As disputas políticas extrapolaram o campo da civilidade e prejudicaram a democracia brasileira, o povo e o Brasil. A crise política virou crise econômica e social e todos nós estamos perdendo muito.

Não podemos permitir que a política se enfraqueça, porque para além das soluções políticas é a barbárie social, é a guerra. Esta sempre foi a minha opinião de cidadão e de representante dos trabalhadores.

Nosso maior banco público, o Banco do Brasil, está inserido nesse mesmo contexto político, econômico e social por que passa nosso País. Vejam a reestruturação que se iniciou nestes dias e que tanto preocupa a tod@s por causa de suas prováveis consequências aos trabalhadores e ao papel do próprio banco público como principal agente de estímulo econômico ao País.

Como se essas crises não fossem suficientemente complexas, a Caixa de Assistência em saúde dos trabalhadores do banco está inserida faz alguns anos numa crise histórica do setor de saúde suplementar. O plano de saúde dos funcionários está buscando soluções para a sustentabilidade.

Avalio que nós associados nos saímos bem até o momento porque superamos este período sem perdas de direitos em saúde, graças ao esforço de unidade nacional do conjunto das entidades representativas do funcionalismo da ativa e aposentados, sindicatos da Contraf e Contec, associações, lideranças da comunidade BB e os eleitos pelos associados na governança paritária da Caixa de Assistência.

A direção do patrocinador Banco do Brasil, após duas propostas de solução que não apresentavam contribuição alguma do patrão, mesmo ele sendo gestor paritário e responsável solidário pelos resultados da gestão da Cassi, conseguiu fazer uma proposta que venceu uma etapa dias atrás (com aprovação de consulta ao corpo social) e que agora, as duas partes - Associados e Banco - vão ter que construir consensos em benefício da própria Cassi, consensos que podem trazer benefícios a todos da comunidade de assistidos, fortalecendo nossa entidade no foco de seu modelo de saúde baseado na Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF).

Na governança paritária, há uma suposta igualdade entre trabalhadores e patrão que precisa ser construída cotidianamente, porque na prática o lado patronal tem uma direção única nas indicações de votos e deliberações. Sua metade é coesa pela natureza. As decisões são construídas a partir da patrocinadora. Raramente ocorre alguma discrepância nos votos. Entendo que isso é normal.

Já a metade eleita pelos trabalhadores na Diretoria e nos Conselhos Deliberativo e Fiscal tem uma coesão a ser construída. A metade do patrão vem pronta e a dos associados deve ser uma busca permanente, tema a tema, item a item.

Se nossa metade não conseguir se entender e a unidade não prevalecer, a representação dos associados e seus direitos estarão ameaçados na disputa principal entre capital versus trabalho.

É nesse ponto que temos que ter atenção nos próximos 3 anos após a aprovação do Memorando de Entendimentos e das receitas extraordinárias para a Cassi ter um pouco mais de equilíbrio financeiro entre receitas operacionais e despesas básicas (a forma como se utilizam os recursos da Caixa). 

Vamos passar agora por um processo de consultoria e pode haver mudanças na gestão que alterem os poderes entre associados e patronal. Fiquemos atentos e unidos por nossa Cassi!

Vou voltar ao tema com mais frequência nesse próximo período.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum:

A agenda desta segunda-feira na base social em São Paulo foi patrocinada pelo Sindicato. Meu gasto foi apenas com táxis e refeições (R$ 100). Agradeço ao Sindicato pelo convite e pela oportunidade de falar aos associados.

25.11.16

Cassi acerta parcerias pela promoção da saúde no Tocantins



Reunião Cassi, Super, Gepes e Sindicato em Tocantins.

Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Concluímos nesta sexta-feira 25 nossa agenda da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento em Palmas, Tocantins. Estamos desde o início do ano de 2016 percorrendo todos os estados brasileiros para buscar parcerias com o patrocinador BB no intuito de melhorar a comunicação entre a Cassi e os funcionários na ativa para que esse segmento de associados conheça melhor o que é a Caixa de Assistência, como ela funciona na Atenção Integral à Saúde e as melhores perspectivas de sustentabilidade ao fortalecer a Atenção Primária e a Estratégia Saúde da Família (ESF).

Com o trabalho realizado no Tocantins, nós temos agora mais dois estados para cumprir esta agenda de parcerias: Mato Grosso e Ceará, onde irei nas próximas duas semanas. Também estivemos nos estados para participar das Conferências de Saúde da Cassi e Conselhos de Usuários. Foram programadas dez neste ano e agora faltam as de Mato Grosso e Maranhão.


Reunião entre Cassi, Super, Gepes e Sindicato 

Na quinta-feira 24 nos reunimos com o Banco do Brasil em Tocantins, na presença do Sindicato dos Bancários, para buscar parcerias pela promoção de saúde e prevenção de doenças. Nós sabemos o quanto vai ser duro o próximo período tanto no ambiente interno da empresa, por causa da reestruturação, quanto externamente por causa da grave crise política e econômica por que passa nosso país. Mas esses fatos só reforçam nosso desejo de fazer algo pela saúde de nossos colegas bancários e seus familiares.

Além de tratarmos das questões afetas ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) como os Exames Periódicos de Saúde (EPS), também ficou acertado entre a Cassi e o Banco que vamos atuar conjuntamente na informação sobre a Cassi e sobre os temas relativos ao modelo assistencial nas ferramentas de comunicação da Super e da Gepes. O Sindicato vai apoiar a comunicação de saúde também em seus informativos.

O objetivo que estamos perseguindo desde o início desta agenda da Diretoria de Saúde nos estados é dar mais pertencimento aos associados e aos atores da comunidade BB.





IV Conferência de Saúde da Cassi Tocantins

Nesta sexta 25 participamos da Conferência de Saúde, onde palestramos sobre o tema "Sustentabilidade da Cassi". Temos buscado produzir informações de qualidade para que a comunidade assistida pela nossa Caixa de Assistência tenha um conhecimento mais aprofundado sobre a entidade e sobre o setor onde ela opera.

Deixo o meu sincero agradecimento a todos que contribuíram para que a nossa Conferência tenha se realizado. Essa foi a 25ª realizada sem recursos da Cassi e como Diretor estatutário responsável pela relação com os Conselhos de Usuários não permitimos que as Conferências deixassem de ocorrer por falta de recursos desde o início do ano de 2015. 

Agradeço ao Sindicato dos Bancários de Brasília por nos apoiar no deslocamento para a participação na Conferência. Agradeço ao Sindicato dos Bancários do Tocantins pelo apoio à nossa hospedagem em Palmas. E agradeço ao pessoal da Direção do BB em Tocantins por nos apoiar na definição do local, o Sebrae, para o qual também agradeço.

Agradeço muito a dedicação e apoio de nossas equipes de funcionários da Cassi, um verdadeiro patrimônio da comunidade Banco do Brasil.


Reunião com o Conselho de Usuários recém-eleito para 2016/18.

Reunião com o Conselho de Usuários da Cassi TO

Após a Conferência que renovou o Conselho de Usuários para o mandato 2016/18, nos reunimos com os conselheiros para uma ótima reunião.

Pudemos apresentar um balanço do trabalho que temos realizado à frente da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento, abordamos os projetos de fortalecimento da Cassi e do Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), além de apresentar o que estamos defendendo para esse novo período de 3 anos que se iniciam após a aprovação dos recursos extraordinários no Plano de Associados, com a Proposta Final do patrocinador Banco do Brasil e Memorando de Entendimentos, confirmados através da consulta ao Corpo Social, realizada entre os dias 11 e 21 de novembro.

Sugerimos algumas estratégias para fortalecer o Conselho e a participação dos conselheiros neste biênio que inicia.


Reunião de trabalho com equipe da Cassi TO.
Hoje foi o dia D na campanha Novembro Azul.

Reunião de gestão com os funcionários da Cassi Tocantins

Por fim, encerramos nossa agenda em Palmas, realizando a nossa reunião de trabalho com nossa equipe de funcionários da Cassi. Debatemos diversas questões técnicas, problemas enfrentados no dia a dia pela Unidade, os projetos de saúde que estamos desenvolvendo e as questões afetas aos direitos e condições de trabalho dos funcionários da Cassi.


Enfim, completamos a agenda de planejamento da Diretoria na 25ª Unidade da Federação. O contato presencial com pessoas da comunidade assistida pela Caixa de Assistência é um dos principais estímulos para seguirmos lutando pela Cassi, pelos Associados, pelo Modelo Assistencial e pelos nossos trabalhadores.

É isso! Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: nesta agenda não precisei gastar grandes recursos próprios como em outras jornadas, pois os sindicatos nos apoiaram na realização. Só tive gastos de R$ 64,00 com táxi e alimentação.

23.11.16

Reestruturação no BB - Preocupações do Diretor de Saúde da Cassi




Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

São quase 23h e estamos encerrando mais um longo dia de trabalho e gestão aqui na sede da Cassi em Brasília. Nossos dias têm sido de longas jornadas em defesa de nossa entidade, do Modelo de Atenção Integral à Saúde e dos direitos dos nossos associados.

Assim como afirmei (ler AQUI) no dia do anúncio da reestruturação de nosso banco público, o BB, sigo bastante preocupado e apreensivo com as informações que temos recebido e percebido ao longo desses três dias.

Além de algumas matérias de sindicatos que li, vi relatos muito comoventes de colegas que pertencem às dependências do banco que foram listadas para serem fechadas. É uma situação que afeta muito a vida de nossos trabalhadores e suas famílias.

Hoje sou gestor de saúde de nossa Caixa de Assistência, eleito pelos associados, e estamos terminando um ano de trabalho muito intenso. 

Além das dificuldades que enfrentamos à frente de uma autogestão com orçamento contingenciado por causa de diversos problemas do setor de saúde suplementar, que nos levou a pedir apoio às entidades representativas para construirmos negociações para buscar soluções para o déficit no plano de saúde dos trabalhadores, empreendemos em 2016 uma agenda da Diretoria de Saúde indo estado por estado procurando o patrocinador Banco do Brasil para fortalecer parcerias com Superintendências, Gepes e Sesmt para termos uma agenda comum de promoção de saúde e prevenção de doenças.

Além do grande impacto negativo da reestruturação do Banco do Brasil na vida e na saúde de nossos trabalhadores, temos ainda a notícia de alterações nas unidades regionais do Banco, alterando sobremaneira as áreas de recursos humanos e gestão de pessoas.

Ao passarmos a desempenhar o papel de gestor de saúde em nome de nossos trabalhadores, nos tornamos apaixonados pela causa que temos defendido - o fortalecimento da nossa Caixa de Assistência como autogestão em saúde com foco na Atenção Primária e Estratégia Saúde da Família (ESF). Estamos focados no objetivo de nosso mandato em atuar na saúde dos trabalhadores ainda na fase laboral de suas vidas.

São momentos difíceis os que estamos atravessando, tanto nós classe trabalhadora quanto nosso querido País. Eu espero que os sindicatos possam construir uma grande unidade de ação para organizar os trabalhadores e buscar uma resistência na defesa dos empregos e de nosso banco público.

Também espero que a direção do Banco e o governo estejam abertos a receber as representações e suas reivindicações. 

Eu sigo à disposição das entidades representativas, da direção do Banco e dos associados, principalmente naquilo que é minha tarefa, o cuidado com a saúde de mais de 700 mil vidas assistidas em nossa Comunidade Banco do Brasil.

Segue abaixo a matéria da Contraf-CUT sobre a reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB com a direção da empresa, ocorrida ontem.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Primeira reunião após o anúncio do plano de reestruturação do BB.
Foto: matéria da Contraf-CUT.

Contraf-CUT cobra do Banco do Brasil garantias aos funcionários atingidos pela reestruturação


Movimento sindical exigiu, ainda, mais transparência no processo


A Contraf-CUT cobrou garantias de praça e de remuneração para os funcionários que tiveram cargos e funções cortados, bem como a todos que ficarão de excedentes em cada agência, devido ao plano de reestruturação anunciado pelo Banco do Brasil neste final de semana, em reunião realizada nesta terça-feira (22) em Brasília.

Para os funcionários que perderão os cargos, a reivindicação é que a Verba de Caráter Pessoal (VCP), que garante a remuneração, seja iniciada depois de 1º de fevereiro e que o prazo seja estendido para mais de 4 meses. Na minuta de reivindicações, o movimento sindical solicita VCP de 12 meses, em caso de reestruturação.

Os representantes dos trabalhadores pedem ainda que os caixas executivos que tiveram seus cargos cortados e não conseguirem realocação sejam contemplados com VCP, que hoje não tem previsão.

Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa do BB, relatou que esta primeira reunião foi para reivindicar as garantias e a proteção aos funcionários. “Precisamos que a empresa tenha sensibilidade de tratar com renda das famílias. Já temos casos de funcionários desesperados no interior do país por ter mudado de cidade em processo seletivo e agora recebeu a notícia que o cargo vai ser extinto.”

Os dirigentes sindicais criticaram a forma como o processo foi conduzido com os funcionários, que souberam da novidade pela imprensa, no final de semana. 

Outra crítica ao banco é pelo lançamento de um pacote de aposentadoria, juntamente com corte de cargos e fechamento de agências, já que as duas coisas deveriam estar desvinculadas. No entanto, o banco tanto anunciou fechamento de dependências e corte de vagas, como apresentou ao mesmo tempo um plano de aposentadoria incentivada em um momento de grande sofrimento para um grande grupo de trabalhadores que iniciou a semana sem local para trabalhar.

O movimento sindical argumenta que o fechamento de agências no interior do país terá impacto no atendimento à população e causará transtornos para as pessoas envolvidas.

“O banco prejudica a população, com a piora do atendimento, e mais ainda o funcionário, ao não garantir a remuneração pela extinção dos cargos. Não pensar em VCP para os caixas é uma falha grave do BB, que ignora a realidade do interior do país", completou Wagner.

GARANTIAS

O Banco do Brasil garantiu que, conforme a reinvindicação dos funcionários, ninguém será obrigado a migrar para jornada de seis horas com redução de salários. Nas movimentações na lateralidade fruto da reestruturação, o funcionário poderá optar em permanecer na jornada de 8 horas. Outra garantia é a criação do TAO Especial (sistema de recrutamento, concorrência e seleção), a partir de 1º de dezembro e sem prazo determinado para acabar, com prioridade aos funcionários das áreas impactadas.

FUNCIONÁRIOS ORIUNDOS DE BANCOS INCORPORADOS

O Banco informou ainda que respeitará os regulamentos dos respectivos planos de previdência complementar e que o tempo completo no banco incorporado será contado para efeito de indenização no Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI).

JORNADA DE SEIS HORAS E PLANO DE APOSENTADORIA

A Comissão de Empresa solicitou ao BB que outros cargos de analista/assessores também sejam contemplados com opção para jornada de seis horas, tais como os analistas jurídicos e analistas de engenharia e arquitetura, bem como os funcionários do SESMT, entidades e empresas coligadas como BB Previdência, BB Seguridade, Fundação Banco do Brasil, PREVI e CASSI.

Sobre a CCV - Comissão de Conciliação Voluntária, os sindicatos alertam que não existe atualmente aditivo que permite a realização da CCV e que este acordo ainda será negociado. Os funcionários que fizerem opção para jornada de 6 horas deverão aguardar as assinaturas dos aditivos para não perderem valores nos acertos indenizatórios, por prescrição de tempo.

A Contraf-CUT cobrou mais transparência e informações detalhadas da quantidade de cargos e pessoas envolvidas em casa unidade afetada pela reestruturação. Foi solicitado ao banco planilhas de acompanhamento geral e detalhada por prefixo. "Recentemente, há menos de um ano, o banco fez uma reestruturação na área de logística, bastante criticada por obrigar funcionários da área de engenharia a mudar de cidade. Como esse novo pacote, esses mesmos funcionários, em menos de um ano vão novamente perder os cargos e alguns terão que mudar de local novamente. Brincar desse jeito com famílias, crianças, escola, é irresponsabilidade social”, argumentou o coordenador.

MOBILIZAÇÕES E NOVAS REUNIÕES

A Contraf-CUT orienta a todos os sindicatos a fazerem reuniões nos locais de trabalho buscando informações e dando orientações aos funcionários, preparando atividades de mobilização locais e as que serão orientadas nacionalmente. Nova rodada de negociação será realizada no dia 1º de dezembro, na sede do BB, em Brasília.


Fonte: Contraf-CUT (com alterações e correções do blog)