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23.6.17

Cassi - Fechando semana de gestão na Diretoria de Saúde (DF e AM)



Unidade Cassi AM e CliniCassi Manaus.

Opinião

Olá prezad@s associad@s e participantes da Caixa de Assistência e companheir@s de lutas,

Nesta semana de trabalho, tivemos pautas diversas com nossa participação. Esta sexta-feira foi dia de reunião do Conselho Deliberativo da Cassi. A reunião do CD acabou agora há pouco, quase 20h.

Estivemos em Manaus participando da VIII Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Amazonas. Foi a minha quarta ida a trabalho ao Estado. A nossa autogestão em saúde dos trabalhadores tem uma Unidade Administrativa e uma unidade de atendimento à saúde, a CliniCassi, em Manaus. 

Além da questão da dimensão geográfica, a nossa estrutura própria da Cassi AM está localizada em um Estado com características complexas em relação às estruturas de saúde disponíveis no mercado, porque a Cassi é operadora de planos de saúde e compra serviços de saúde no "mercado" - hospitais, clínicas, cooperativas médicas etc - e, com as condições atuais, cada dia fica mais difícil ter rede credenciada em determinadas localidades. 

Diferente do que ocorre com as operadoras que visam lucro e escolhem onde se estabelecer, a Cassi deve atender a participantes aonde o patrocinador Banco do Brasil os colocar para trabalhar (o BB tem 4877 agências, segundo o balanço do 1º trimestre/2017), porque somos o plano de saúde dos funcionários do Banco. A Cassi é um patrimônio do Banco e dos seus trabalhadores da ativa e aposentados. Ambos investem bilhões de reais na autogestão.

Mesmo tendo uma estrutura pequena no Amazonas, a Cassi já tem cadastradas mais de 1200 pessoas na Estratégia Saúde da Família (ESF), de uma população total de participantes de mais de 3.800 pessoas. Nós acolhemos e acompanhamos a saúde de centenas de idosos no Estado através do Programa Plena Idade, bem como cuidamos de centenas de associados através do Gerenciamento de Condições Crônicas (GCC).

Toda vez que fomos ao Estado, nos reunimos com as lideranças locais e com os funcionários da Cassi para levar informações técnicas e políticas sobre a nossa entidade de saúde, e formas de fortalecer a participação social e manutenção dos direitos dos associados. Também aproveitamos para ouvir as demandas, responder dúvidas e construir ideias juntos.

Deixo um agradecimento sincero e fraterno aos funcionários da Cassi AM e às entidades e lideranças que apoiaram na realização do evento de saúde. Agradeço ao pessoal da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento na Sede em Brasília, que tem trabalhado com tanto afinco em defesa da Cassi e dos objetivos de nosso mandato de representação na saúde. Fico até emocionado ao me lembrar do comprometimento das equipes e me cobro mais ainda na dedicação e militância que temos pela saúde dos trabalhadores e pela Cassi.


Amig@s, eu estou com tanta coisa entalada na garganta para registrar e opinar sobre cenário, conjuntura e perspectivas sobre os direitos em saúde de nossos trabalhadores associados da Cassi, que só dou conta de lidar com isso porque acumulei uma experiência grande na luta e representação dos bancários do BB ao longo de quase vinte anos de militância.

Como diz meu amigo e professor Carlindo, do Dieese, a gente tem que fazer cara de paisagem, fazer de conta que é besta, para focar o estratégico que estamos defendendo e deixar o fígado sofrer as consequências.

A Cassi está em risco e os direitos dos associados estão em risco também. A nossa autogestão Cassi precisa ser defendida pelo patrocinador Banco do Brasil perante a ANS e demais órgãos governamentais e de regulação, pelos associados donos em relação ao próprio mercado de saúde, pelos participantes e pelo conjunto de lideranças e entidades em termos unidade para os embates que virão com a chegada da consultoria contratada pelo patrocinador Banco do Brasil.

Acho que vou escrever uns desabafos na semana que vem e registrar alguns alertas sob minha ótica de representante eleito de trabalhadores associados.

Eu estou há 3 anos politizando as discussões sobre saúde e os debates sobre a Cassi. Tenho a certeza e convicção de que nossa contribuição foi importante para o processo histórico de luta pela defesa da Caixa de Assistência e pelos direitos dos associados neste período. Mas o que um eleito enfrenta no dia a dia da Cassi é como um eterno front de batalha, não tem momentos de paz, não tem respiro.

Um bom final de semana a tod@s vocês da classe trabalhadora a qual pertenço. Preciso descansar e olhar pra mim e família no fim de semana.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

21.6.17

Cassi Espírito Santo realiza a IX Conferência de Saúde


IX Conferência de Saúde da Cassi e
Conselho de Usuários do Espírito Santo.

A Cassi e o Conselho de Usuários do Espírito Santo realizaram a IX Conferência de Saúde do Estado, dia 9 de junho, no auditório da Gepes, em Vitória. A iniciativa teve como foco fortalecer a gestão participativa na Instituição.

O evento contou com a presença do Presidente da Cassi, Carlos Célio de Andrade Santos, que fez uma apresentação sobre o cenário atual da Caixa de Assistência.

O Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Humberto Santos Almeida, destacou “A Cassi e seus desafios”. Já o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes de Oliveira, expôs sobre o tema “Cassi: O Desafio do Modelo de Atenção Integral à Saúde”, com destaque para a importância da Estratégia Saúde da Família.

Após as apresentações foi realizado um debate em que os participantes puderam tirar dúvidas com os dirigentes da Instituição.

O evento ainda contou com uma apresentação a respeito de inclusão social conduzida pela psicóloga parceira Leila Landgraf e pelo Grupo de Dança Despertar, composto por pessoas com deficiência.

Na Conferência, estiveram presentes também representantes da Cassi, do Conselho de Usuários, do BB e de entidades ligadas ao Banco e à Caixa de Assistência.

Fonte: Cassi


Post Scriptum:

Olá pessoal, estou embarcando para Manaus, onde participaremos nesta quinta-feira 22 da Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários Amazonas. Será a nossa 4ª ida ao Estado como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi.

Já realizamos neste ano as Conferências de Saúde do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, de Brasília, de Minas Gerais e Espírito Santo.

Um grande abraço a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

19.6.17

Cassi - Opinião do Diretor de Saúde





"- Costuma-se até dizer que não há cegueiras, mas cegos, quando a experiência dos tempos não tem feito outra coisa que dizer-nos que não há cegos, mas cegueiras." (Ensaio sobre a cegueira, José Saramago)


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Vivemos tempos estranhos. Fico pensando nas frases do fantástico livro de Saramago, Ensaio sobre a cegueira, como a que citei acima. Apesar de haver um certo "caos" no mundo e nas organizações sociais, não há inocência e acasos nos destinos da classe trabalhadora. Na minha opinião e leitura de mundo, há disputas de hegemonia e estratégias de dominação. Há ideias e ideologias que prevalecem.

Quando cheguei eleito à gestão da Cassi (junho de 2014), representando o conjunto dos associados desta entidade de saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil, havia uma realidade material (déficit no Plano de Associados) e uma tese hegemônica colocada internamente e na comunidade de associados: o problema do déficit seria de "custeio", a culpa não seria do patrocinador BB e ele não poderia colocar um centavo a mais por causa de limites do Estatuto (4,5%) e da CVM 695. 

Por outro lado, era mais fácil culpar a própria Caixa de Assistência, seu modelo assistencial (ESF/CliniCassi) e os associados trabalhadores pelos déficits no plano de saúde.

Atuamos com paciência, transpiração e racionalidade para definir estratégias que permitissem reverter a tese hegemônica contra os direitos em saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil e mais favoráveis ao patrão. 

Percorremos um longo caminho para convencer o nosso lado, os associados que representamos, que não podemos abrir mão do modelo de Custeio Solidário Mutualista Intergeracional, que a Atenção Integral à Saúde, via Atenção Primária/ESF/CliniCassi é a melhor perspectiva de Sustentabilidade para a Cassi e que o BB também foi responsável pelo déficit do Plano porque congelou salários e acabou com o PCS dos trabalhadores. 

Ao final de dois anos de lutas, os associados da Cassi e as entidades representativas conseguiram sair de duas propostas patronais onde só os trabalhadores eram onerados e seus direitos eram reduzidos e conseguimos fazer o Banco apresentar uma terceira proposta onde ele entrou com R$ 851 milhões e os associados com R$ 629 milhões (Memorando de Entendimentos out/2016). 


GESTÃO DA INFORMAÇÃO É ESTRATÉGICA

Agora, a nova etapa de lutas precisa do mesmo grau de mobilização e envolvimento das entidades representativas e dos associados. Tenho dito isso às lideranças e entidades associativas. Nossas opiniões são baseadas no conhecimento e na experiência que já acumulamos na gestão da Cassi.

Nós estamos há 3 anos dando informações e subsídios técnicos e políticos para centenas de conselheir@s de usuários e para mais de uma centena de entidades representativas e lideranças sindicais. Foram 34 Boletins Prestando Contas Cassi e mais de 500 postagens de nosso mandato de representação. Esse grau de transparência do mandato não me impediu em momento algum de negar informações estratégicas da Cassi quando achei que não devia fornecê-las.

Eu sou muito franco com o conjunto de lideranças e associados que represento. Concordo e discordo de ideias, estratégias, táticas e encaminhamentos a respeito da Cassi e dos direitos em saúde e estou sempre focado na visão do que é melhor para os trabalhadores associados que represento e focado também no que entendo ser o melhor para esta entidade maravilhosa de saúde dos trabalhadores, a Cassi.

"Transparência"?

Hoje, fui surpreendido por um hotsite da Caixa de Assistência da qual também sou gestor (não deliberei sobre a questão), abrindo informações com alto nível de detalhamento por Estado com dados da população por plano de saúde, gênero, faixa etária e demais informações gerenciais que me fizeram pensar se o patrocinador Banco do Brasil faria o mesmo com os seus dados, colocando em seu site as informações dos seus clientes por praça/UF, com renda, quanto aplicaram, que produtos financeiros adquiriram etc. Imaginem se a concorrência iria gostar das informações.

A Cassi já é de longe a operadora de saúde mais transparente da Saúde Suplementar brasileira. Parte dessas informações estão lá no site da ANS como de outras operadoras. Mas não concordo com o nível de exposição de dados como está apresentado no hotsite. Isso é um risco para a nossa autogestão, que está inserida num mercado extremamente agressivo de venda de serviços de saúde (Rede Prestadora) e com concorrentes interessados em nossos "clientes" (outros segmentos de operadoras de planos de saúde). Acho um equívoco fazer isso! Uma coisa é falarmos em fóruns de participantes, outra é detalhar ao nível que vi hoje. É minha opinião.

Aliás, apesar de ser defensor da ANS no que diz respeito a defender usuários de planos de saúde, penso que algumas dessas informações deveriam ser passadas para ela como Agência Reguladora, mas não disponibilizadas para o mercado. Basta lembrar que a ANS regula planos mas não regula vendedores de serviços de saúde - hospitais, clínicas, cooperativas de profissionais de saúde etc. Os planos e seus usuários estão em condições inferiores na relação comercial com os prestadores de serviços, que fazem o que bem entendem com os compradores de serviços de saúde. E tome multa e suspensão só dos planos e não dos prestadores de serviços!

Outra questão que vinha discutindo no âmbito da governança e que não esperava ver divulgado antes de deliberar a respeito é sobre a periodicidade das informações disponibilizadas. A gestão em saúde tem uma sazonalidade enorme, de meses de diferença. Não se opera em D+1 ou D+2 como ocorre em bancos. Opera-se em D+30, D+60, D+90 em relação a contabilizar despesas e receitas. Glosas de contas podem gastar meses para acordos entre prestador e operadora. E o valor pode ser de milhares ou milhões de reais. 

O que se pretende ganhar em "transparência" pode gerar uma grande confusão na cabeça dos associados, que não têm obrigação de entender de gestão de operadora de saúde. Além disso, dados/resultados parciais podem, inclusive, favorecer teses e ideias que prejudiquem os próprios associados em disputas de hegemonia de modelo ou de quem deve pagar a conta da saúde.

Imaginem vocês se isso já fosse feito no cenário que peguei e descrevi no início da postagem, quando o Banco patrocinador queria porque queria se livrar de qualquer responsabilidade com o déficit do Plano de Associados e tentava justificar "tecnicamente" que a conta deveria ser paga pelos associados e ponto final. Vocês acham que eu teria maior facilidade ou dificuldade de reverter a tese hegemônica de quebra de direitos em saúde onerando somente os associados? O pessoal da ativa dizia que a culpa era dos idosos/aposentados e os idosos/aposentados diziam que a culpa era do pessoal da ativa. O patrão dizia que a culpa era da Cassi, do mau uso dos associados, do envelhecimento da população, blá blá blá.

Fica aí a questão para reflexão de meus colegas e pares.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/2018)

16.6.17

Cassi - Capacitação e Treinamento na Atenção à Saúde




Apresentação do Blog:

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Quando chegamos à gestão da Caixa de Assistência em junho de 2014, eleitos pelos associados para sermos responsáveis pela Diretoria de Saúde e Rede (própria) de Atendimento, ou seja, pelas políticas e programas de saúde, o modelo assistencial ESF e as CliniCassi e unidades Cassi, fizemos um diagnóstico de nossa autogestão, da relação dela com a comunidade BB e do setor de saúde suplementar e definimos em Planejamento Estratégico da Diretoria os nossos objetivos de trabalho para os 4 anos do mandato.

Desde então, somos muito focados no que temos que fazer em defesa dos direitos dos associados e no fortalecimento da Cassi e da participação social. Mesmo tendo recebido de "presente" um dos piores cenários de crise interna e externa da história recente da Cassi, do setor de saúde, da economia e do País, usamos toda a capacidade de superação e inventividade possíveis para manter nossa autogestão cuidando das mais de 700 mil vidas de seu universo de assistidos. O processo histórico de busca de solução para o déficit e sustentabilidade do Plano de Associados sem afetar os direitos dos participantes da ativa, aposentados, pensionistas e dependentes foi um dos exemplos que ajudamos a construir.

Treinamento, capacitação e formação de TODOS os públicos para dar mais pertencimento e empoderamento é um de nossos objetivos estratégicos. Nestes 3 anos fizemos isso em todos os meses do mandato, tanto de forma presencial nas 27 Unidades da Cassi e fóruns de associados, quanto na Sede de nossa autogestão e também pelos canais disponíveis de formação e comunicação. O orçamento contingenciado imposto durante quase todo o nosso mandato prejudicou bastante o eixo formativo, mas estamos retomando a capacitação e treinamento necessários para o próximo período.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/2018)


(reprodução de matéria)

Gerente Executivo de Saúde, Sandro Sedrez,
na abertura do evento

Publicado em: 09/06/2017 (site da Cassi)

A Cassi sediou em Brasília o Encontro de Gerentes da Área de Saúde 2017. Com o tema “Qualidade e segurança no cuidado ao paciente”, foi elaborada uma programação de quatro dias (de 6 a 9 de junho), que envolveu cerca de 50 pessoas, sendo 30 gerentes da área, além de técnicos e palestrantes convidados.

Segundo o gerente executivo de Saúde, Sandro Sedrez dos Reis, o encontro busca alinhar as ações do sistema de saúde da Cassi a partir do mesmo ponto: a qualidade e a segurança da população assistida.

“Após um longo período de contingenciamento e tantas mudanças com impactos em estrutura, normatizações, e mesmo composição do time gerencial, é fundamental equacionar e compartilhar entendimentos sobre o foco do nosso trabalho”, ressalta Sandro.



Gestores de saúde da Cassi no último dia do encontro.

Para a gerente da CliniCassi Goiânia, Rosângela Valentim, a iniciativa serve para oxigenar ideias e promover a troca de experiências. “Além de receber as impressões da Sede sobre o trabalho que realizamos, saímos daqui com energias renovadas, sabendo o rumo a seguir e o que replicar”, disse.

“As ações de saúde são adaptáveis, mesmo para uma Unidade de porte pequeno como a nossa. Percebemos, com isso, que é possível implantar iniciativas que estão dando certo em outras localidades”, destaca a gerente da Unidade Roraima, Larissa Rodrigues.

O Gerente de Saúde ainda enfatiza que os encontros são uma tradição e funcionam como mecanismos de alinhamento de estratégias gerencias para a Caixa de Assistência.

“A interlocução entre a gestão central e as Unidades é e sempre será um momento rico, que permite à Cassi grandes saltos de qualidade”, conclui Sedrez.

Fonte: Cassi

14.6.17

Cassi Minas Gerais realiza IX Conferência de Saúde


(reprodução de matéria)

IX Conferência de Saúde da Cassi MG.

Publicado em: 13/06/2017
Unidade ainda fez quatro Pré-Conferências em maio


A Cassi Minas Gerais realizou a IX Conferência de Saúde, dia 8 de junho, no auditório da Gepes em Belo Horizonte. Antecedendo o evento, a Unidade mineira realizou, em maio, quatro Pré-Conferências nas CliniCassi Juiz de Fora (18), Montes Claros (23), Uberlândia (30) e Uberaba (31). Ao todo, 318 pessoas participaram dos eventos.


O Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Humberto Santos Almeida, abordou algumas ações da gestão, como as mudanças realizadas para o aprimoramento da Central Cassi. Destacou a importância de apoiar os Conselhos de Usuários e as áreas que auxiliam os participantes a buscarem soluções para seus problemas. “A gente precisa fazer muito mais”, enfatizou.

Em sua exposição, o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes de Oliveira, lembrou que embora a Cassi tenha vivido uma fase difícil, a Instituição superou a etapa negativa. Entre diversos assuntos abordados, o dirigente contextualizou o público sobre o momento atual da Caixa de Assistência, reforçando o Modelo de Atenção Integral e a Estratégia de Saúde da Família.

“A Cassi é uma comunidade maravilhosa. Temos desafios pela frente e vamos enfrentá-los juntos”, disse.

Os participantes ainda tiveram espaço para dialogar com os dirigentes sobre Política de Assistência Farmacêutica, a suspensão da comercialização do Plano Cassi Família pela ANS, rede credenciada, além de outros temas.

“A realização da Conferência de Saúde favorece o diálogo para melhorar cada vez mais o atendimento”, destacou o aposentado Nísio de Andrade.

“O evento foi esclarecedor, apresentou uma visão macro da área da saúde e como ela interfere na vida da gente”, considerou a funcionária Angélica Amorim.

O encontro contou também com as presenças do Gerente da Unidade Minas Gerais, Everton Ermógenes da Silva, do Coordenador do Conselho de Usuários do Estado, Wiston Kallil, do Gerente da Gepes, Rodrigo de Freitas Quirino, do representante da Super, Eduardo Diniz, entre outros profissionais do BB e de entidades ligadas à Cassi.

Fonte: Cassi

10.6.17

Fechando agenda de trabalho e lutas pela nossa Cassi e Associados (DF, MG, ES, RS)



(atualização em 11/6/17, às 11h31)


Reunião de gestão com os trabalhadores da Cassi ES.

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Estou no aeroporto de Porto Alegre (RS) aguardando para voltar para casa (são 17h45). Estamos fechando uma semana intensa de trabalho e lutas pelo fortalecimento da participação social, da Cassi e seu modelo assistencial e pela defesa dos direitos dos associados.

Participei neste sábado do Encontro Estadual dos Empregados da Caixa e dos Funcionários do Banco do Brasil do Estado do Rio Grande do Sul, organizado pela Fetrafi - RS. Fomos convidados para falar na mesa de abertura sobre a "Conjuntura e os Bancos Públicos". Depois participamos dos debates iniciais do Encontro do Banco do Brasil para falar a respeito da Cassi.

Agradeço o convite para contribuir com os debates dos trabalhadores bancários e a oportunidade de falar sobre a Caixa de Assistência para os funcionários do Banco do Brasil.

Na sexta-feira, estivemos em Vitória (ES) para participar da IX Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Espírito Santo. Falamos a respeito dos Desafios da Atenção Integral à Saúde no contexto da Caixa de Assistência.

Após a Conferência, realizamos reunião de gestão com os funcionários da Cassi ES. A reunião foi muito produtiva, pudemos abordar várias questões do dia a dia de nossa autogestão em saúde, tirar dúvidas e receber contribuições sobre diversas áreas de gestão e processos. Nossos trabalhadores são um verdadeiro patrimônio da Cassi.

Na quinta e quarta-feira, estivemos em Belo Horizonte (MG) cumprindo agenda de trabalho da Cassi. Participamos da IX Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários de Minas Gerais. Também fizemos uma excelente reunião de gestão com os trabalhadores e nos reunimos com o Conselho de Usuários.

Estamos fechando a semana. Foi uma agenda de muita proximidade com as bases sociais da Cassi, associados e participantes e trabalhadores, e apesar de nosso corpo extenuado, sabemos que foi uma agenda importante pelo que nos dispusemos a fazer pela nossa Caixa de Assistência.

Abraços a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: minha contribuição nos debates dos bancários do RS foi por conta das entidades sindicais. Agradeço o convite e oportunidade.

9.6.17

Identificação - Um dos princípios da qualidade e segurança no cuidado do paciente



Etiquetas fazem parte dos protocolos de
identificação dos pacientes.


Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Eu não pretendia escrever neste momento, pois já é madrugada de sexta e preciso dormir um pouco. Tivemos um excelente dia de trabalho em Belo Horizonte (MG) e uma Conferência de Saúde com mais de uma centena de participantes. Nesta manhã de sexta-feira, estaremos na Conferência de Saúde do Espírito Santo.

Não vi redes sociais durante o dia. Ao entrar rapidamente em um dos grandes grupos de colegas do Banco do Brasil no Facebook, me deparei com uma postagem a respeito das etiquetas de identificação utilizadas pelas nossas unidades de atendimento em saúde - as CliniCassi. Estou até utilizando acima a foto da postagem.

Eu sou um representante dos associados na gestão da Cassi. Tenho uma fidelidade canina na defesa dos direitos dos associados e na defesa da Caixa de Assistência. Faço um mandato com muita transparência e sempre presente nas bases sociais. Esta forma de atuar me permite ser muito franco com os nossos associados.

Confesso que fiquei triste com a postagem e mais triste ainda com parte dos 41 comentários que li. 

As etiquetas não são imposição da agência reguladora da saúde suplementar. Mas fazem parte dos princípios de Acreditação (vide matéria abaixo) e são muito importantes para que sejam acionados os protocolos adequados no acolhimento do paciente ao adentrar em uma Unidade CliniCassi. Elas identificam riscos ou ausências de riscos. Não têm relação com quantidade de pessoas na espera, como pode acontecer nos hospitais.

É um fluxo simples que faz muita diferença na política de qualidade e segurança no cuidado do paciente. Para cada tipo de identificação, há um protocolo a ser seguido. Não é só para idosos, por exemplo. Uma pessoa jovem que chegue com pressão baixa ou com crise de labirintite pode sofrer uma queda e agravar sua condição se não for acolhida corretamente.

É um protocolo internacional respeitado no mundo inteiro. Quando a Cassi conquistou a certificação internacional, um de nossos compromissos era expandir as melhorias da Acreditação nas CliniCassi do Distrito Federal para as demais unidades. A certificação determinou uma nova cultura nos serviços próprios da Cassi.

As lideranças e associados da comunidade Cassi que me conhecem, sabem que sou muito receptivo a qualquer tipo de crítica, tanto ao nosso trabalho quanto à nossa Caixa de Assistência. Mas, às vezes, magoa ver o nível de argumentações que li na postagem. Uma coisa é achar "ridículo" nosso protocolo de identificação para a qualidade e segurança no cuidado do paciente, outra coisa é vir um participante e dizer que alguém está levando dinheiro com o uso das etiquetas (?), ou dizer que os trabalhadores das CliniCassi não fazem nada, ficam de conversas e coisas do tipo. 

Eu continuo com a impressão que algumas pessoas precisam ter melhor senso de comparação de valores e grandezas quando a questão é custo, despesa e investimento em saúde. Às vezes, um participante reverbera as teses equivocadas de que a despesa administrativa da Cassi é muito alta ou supérflua, repetindo discursos do corta isso, corta aquilo, corta funcionários etc. E não percebe que é fora da Cassi que o dinheiro arrecadado com receita vai embora, com exames desnecessários ou protocolos "exagerados" dos prestadores (alguns caríssimos) para o que era necessário fazer. Aí vem com a questão de que o custo de uma etiqueta que faz parte de um protocolo de qualidade e segurança é um desperdício. 

A nossa Caixa de Assistência é maravilhosa, tem números que demonstram que ela é mais eficiente do que as outras operadoras da saúde suplementar. As pessoas não são técnicas para entender que a Cassi faz mais com menos, mas eu afirmo isso, como representante dos associados da entidade. Eu conheço bem a Cassi e relativamente o mercado da saúde suplementar. Suas dificuldades de equilíbrio e sustentabilidade têm motivações diversas, inclusive a necessidade de compra de serviços de saúde num mercado complexo e nem sempre ético e resolutivo. E já passei três anos explicando isso às lideranças, defendendo associados e o modelo assistencial da Cassi.

Enfim, foi um desabafo. Preciso dormir para a Conferência de Saúde da Cassi ES pela manhã.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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19.3.15


Cassi conquista certificação internacional por serviços próprios no DF



William Mendes, Sérgio Iunes, Miriam Fochi e Job da Silva.

A Cassi anunciou nesta quarta-feira, dia 18, a conquista da primeira certificação para seus Serviços Próprios no Distrito Federal. As CliniCassi Brasília Norte e Brasília Sul foram acreditadas pela Joint Commission Internacional (JCI), que atesta a qualidade e a segurança para os pacientes, seguindo padrão internacional recomendado para serviços de saúde.

O anúncio foi feito na Sede da Caixa de Assistência, em Brasília, com a presença da Diretoria Executiva, dos profissionais envolvidos no processo de acreditação e de representantes de entidades ligadas ao funcionalismo do Banco do Brasil.

"Esta certificação é de extrema importância. A perenização da Caixa de Assistência passa pela atenção primária, serviço que agora está acreditado internacionalmente", destacou o presidente da Cassi, Sérgio Iunes Brito.

"O padrão internacional de serviço alcançado pelas CliniCassi Brasília Norte e Sul é o que queremos para toda a Cassi, situada dentro do mercado de saúde atual. A atenção primária, com foco em promoção à saúde e prevenção de doenças como a que fazemos e agora é certificada, é a lógica para superar a crise", disse o diretor de Saúde e Rede de Atendimento, William Mendes, responsável pelas áreas envolvidas no processo para busca da certificação.

A diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Mirian Fochi, disse que a certificação é "um recado claro para participantes do Plano e funcionários da Cassi, do padrão de serviços desejável". 

"Mostra que somos confiáveis e temos credibilidade para fazer atenção primária em saúde, um certificado importante para a Cassi e para o mercado de saúde e que vai se refletir para nossos associados", completou a diretora.

O diretor de Administração e Finanças em exercício, Job da Silva Junior, falou da complexidade do processo para se obter uma certificação desse porte, conquistada com "duro trabalho".


REDUÇÃO DE RISCOS

A busca da certificação preparou os profissionais para eliminação de riscos ocultos, individuais e coletivos, e um comportamento preventivo. "Se alguém chegasse deambulando com dificuldade a uma CliniCassi, era acolhido de forma diferenciada por uma sensibilidade dos profissionais. Agora, esse acolhimento diferenciado que cada público exige é uma cultura coletiva", exemplificou o gerente executivo de Saúde, Henio Braga Junior.

O processo iniciou em 2011, com diagnóstico dos serviços, feito pela JCI, que em seguida apontou as melhorias a serem feitas na rotina de atendimento para garantir segurança para os pacientes e redução de riscos. Os certificadores realizaram visitas educativas, para a implantação das novas rotinas, e, depois, para a certificação, que ocorreu em dezembro. 

A certificação é válida por três anos, período no qual os avaliadores poderão visitar as CliniCassi a qualquer instante. Outras instituições de todo o mundo que estiverem buscando a certificação também poderão visitar as duas CliniCassi, para conhecer como funciona, na prática, o processo certificado. 

"Isso amplia a rede de relacionamentos da Cassi com outros serviços de saúde, e permite tornar nossa experiência conhecida no mundo todo, por meio de congressos e encontros técnicos", acrescentou Henio.

Ele garante que os benefícios da certificação poderão ser percebidos em todas as CliniCassi do País, embora o certificado seja para as do DF, porque o processo de certificação determinou uma nova cultura dentro dos Serviços Próprios, adoção de processos e criação de normativos que já estão sendo seguidos nas CliniCassi de todo o Brasil. "Quando houver a decisão de certificar formalmente os demais Serviços Próprios, já estaremos com meio caminho andado."

As CliniCassi Brasília Sul e Brasília Norte estão entre os quatro primeiros serviços de Atenção Primária em Saúde do Brasil a receberem o selo da JCI e são os únicos serviços de operadoras de autogestão certificados no País.

O gerente da Unidade Cassi DF, Sandro Sedrez dos Reis, também destacou o esforço empreendido na busca da certificação das CliniCassi, que estão ligadas à Unidade DF. "Esse selo fala de passado, pela conquista, de futuro, e de presente, para que as pessoas entendam qual a atitude da própria Cassi, criando um ambiente que permite a qualidade de vida de forma sustentável e que pode ajudar a aliviar a crise pela qual passam as autogestões", concluiu Sandro.


Fonte: Cassi

7.6.17

Cassi - Agenda do Diretor de Saúde (DF, MG, ES e RS)



Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas,

Estamos no meio de uma semana de trabalho com agendas diversas da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi. A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil é a maior operadora de autogestão do País, com modelo de gestão paritária entre os indicados pelo patrocinador Banco do Brasil e os eleitos pelos trabalhadores associados. Nosso mandato eletivo é responsável pelas políticas e programas de saúde da entidade e pela estrutura própria de unidades administrativas e de atendimento - as CliniCassi.

Nesta semana temos eventos muito importantes para o fortalecimento do Modelo Assistencial da Caixa de Assistência, pois temos encontro de gestores de saúde organizado por nossa Diretoria e temos duas Conferências de Saúde da Cassi e dos Conselhos de Usuários de Minas Gerais e do Espírito Santo. 

Essas agendas têm relação com nossos compromissos em capacitação e treinamento, assim como participação social e democracia no sistema de saúde Cassi.


Encontro de Gestores da Área de Saúde da Cassi.

ENCONTRO DE GESTORES DA ÁREA DE SAÚDE DA CASSI

Além dos estudos de pauta e reunião semanal de Diretoria, nesta terça-feira 06 iniciamos na Sede da Cassi em Brasília o Encontro de Gestores da Área de Saúde. O evento terá a duração de 4 dias.

O Encontro tem por objetivo revisar, pactuar e fortalecer os processos de saúde inerentes à Estratégia Saúde da Família (ESF) nas CliniCassi, contribuindo para o fortalecimento do modelo assistencial adotado pela Caixa de Assistência, além de qualificar os processos de saúde, por meio de orientações e da troca de conhecimentos entre os gestores.


O tema central de nosso encontro é “Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente”, mas a Diretoria de Saúde ouviu todas as 27 Unidades Cassi para compartilhar a confecção da pauta. Esse Encontro é um fórum privilegiado, configurando-se como oportunidade para discutirmos com os gestores de saúde aspectos estratégicos, por meio de ações que visam garantir o desenvolvimento qualificado da Atenção Primária à Saúde (APS) em nossos serviços, assegurando a missão da Cassi.


Nosso mandato e nossa forma de fazer gestão se baseiam na participação social e nas construções coletivas. Nossos princípios e nossa formação política foram referências nestes 3 anos como gestor eleito pelos trabalhadores da ativa e aposentados.


Acima, reunião com o Conselho de Usuários. Abaixo,
reunião da Direção com os trabalhadores da Cassi.

REUNIÃO DE GESTÃO NA CASSI MG E COM O CONSELHO DE USUÁRIOS

Nesta quarta-feira 07 tivemos agenda intensa de trabalho em Belo Horizonte. Pela manhã, fizemos reunião de gestão com o núcleo administrativo da Unidade Cassi MG. Após o almoço, nos reunimos com os funcionários da Unidade. Contamos com a presença dos membros da Direção da Cassi, o presidente Carlos Célio e o Diretor de Planos Humberto Almeida e com o Gerente de Rede Ricardo Linares.

Após os trabalhos de gestão, tivemos reunião com os conselheiros e conselheiras de usuários da Cassi MG. Ficamos quase 4 horas à disposição das lideranças para falar sobre todos os temas inerentes à nossa entidade de saúde, fizemos apresentações, respondemos perguntas e ouvimos sugestões.

A agenda de gestão e fortalecimento da participação social foi muito positiva.

Nesta quinta-feira 8 teremos a IX Conferência de Saúde da Cassi MG e na sexta-feira 9 estaremos no Espírito Santo para a IX Conferência de Saúde da Cassi ES.

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Lembramos a tod@s os associados e participantes da Cassi que nossa entidade de saúde possui diversos canais de atendimento e de soluções para as necessidades em saúde. Evitem judicializar ou registrar reclamações contra a Caixa de Assistência antes de esgotar as possibilidades de solução. Nossa entidade de saúde é dos trabalhadores e é de regime solidário.
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PARTICIPAÇÃO NO ENCONTRO DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL RS

No sábado 10 estarei em Porto Alegre para participar da mesa de abertura do Encontro dos companheir@s do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal do Rio Grande do Sul. Vamos falar sobre a Conjuntura e os Bancos Públicos.

Agradeço desde já o convite da Fetrafi RS e do SindBancários. Daremos a nossa contribuição aos debates.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


Post Scriptum: 

A agenda do Rio Grande do Sul está sendo patrocinada pelas entidades sindicais que nos convidaram.

5.6.17

2ª Mesa de Prestação de Contas Cassi, Banco do Brasil e Entidades Representativas


Comentário do Blog:

Olá prezad@s associados e participantes da Cassi e companheir@s de lutas. Apresento abaixo as duas matérias relativas à 2ª Mesa de Prestação de Contas sobre o Acordo conquistado pelos trabalhadores da ativa e aposentados do Banco do Brasil.

A primeira matéria é com a visão das Entidades Representativas, que contam com uma importante reunião prévia para definir estratégias e ouvir também os representantes eleitos pelos associados na Cassi. Eu fui um dos defensores da manutenção da mesa durante os 3 anos de vigência do Acordo conquistado pela unidade dos associados e suas entidades.

A segunda matéria é a visão institucional de nossa Caixa de Assistência, que tem se esforçado para melhorar a comunicação com os associados e com os demais segmentos que se relacionam com a Cassi.

Abraços a tod@s,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


(reprodução de matéria da Contraf-CUT)

Reunião prévia das Entidades Representativas e eleitos da Cassi.

Entidades representativas participam da segunda mesa de prestação de contas da Cassi


Na última sexta-feira, 2 de junho, as Entidades Representativas de Funcionários da Ativa e Aposentados do BB participaram da segunda Mesa de Prestação de Contas do acordo firmado entre as entidades e o Banco do Brasil.

Nesta segunda rodada, a diretoria da Cassi apresentou o fluxo das despesas e receitas e como está a execução do orçamento e planejamento orçamentário recentemente aprovados.

Foram apresentados dados financeiros com o impacto do Memorando de Entendimentos nas contas da Cassi e o Banco do Brasil prestou informações sobre a contratação da consultoria prevista no acordo.

O Banco informou que o processo de contratação está quase concluído e que em breve será feita publicação com o nome da consultoria contratada.

TRANSPARÊNCIA

A Cassi apresentou o site da Prestação de Contas, com a linha do tempo de cada etapa vencida e a vencer. Foram apresentadas as propostas em andamento para dar mais transparência nas contas da Cassi e a divulgação mais rápida de resultados financeiros e projetos executados.

Os associados da Cassi poderão acompanhar a prestação de contas diretamente no site da Cassi através do endereço http://www.cassi.com.br/images/hotsites/prestacaodecontas/index.htm.

Foram apresentadas as alterações em andamento no aplicativo Cassi para smartphones e tablets com novas funções e mais informações aos associados.

MODELO ASSISTENCIAL

Durante as explanações do patrocinador Banco do Brasil a respeito da contratação da Consultoria, houve certa preocupação por parte das Entidades Representativas, ao se informar que um dos escopos do trabalho seria a revisão do Modelo Assistencial da Cassi. As Entidades pediram esclarecimentos e reafirmaram que essa questão não fez parte das negociações e que o Memorando de Entendimentos não prevê alterar o Modelo Assistencial.

Tanto o BB quanto a Cassi afirmaram que qualquer alteração proposta terá que passar pelos órgãos de governança da Cassi que têm participação de indicados pelo Banco e eleitos pelo Corpo Social.

ATUALIZAÇÃO PELO FIPE-SAÚDE

As Entidades novamente cobraram do Banco a atualização do valor do ressarcimento de 23 milhões pelo Banco do Brasil pelo Fipe-Saúde imediatamente, considerando que os valores dos associados já tiveram reajuste do acordo salarial nos ativos e reajuste do benefício dos aposentados.

O Banco informou que não fará a antecipação do reajuste, argumentando que o fluxo de caixa da Cassi está positivo e não vê necessidade no momento. As Entidades continuarão a cobrar a atualização antecipada.

PRÓXIMA RODADA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

Nova rodada de Prestação de Contas do Memorando de Entendimentos será no mês de setembro.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a reunião foi produtiva, considerando os esclarecimentos prestados. Precisamos acompanhar de perto o trabalho da consultoria a ser contratada para que o Modelo Assistencial de Atenção Integral à Saùde seja preservado e a Estratégia Saúde da Família seja fortalecida na Cassi, conforme os consensos construídos na mesa de negociação.

O último boletim Prestação de Contas Cassi (nº 34) aborda resultados com Atenção Primária e a Estratégia Saúde da Família. Veja aqui.

Fonte: Contraf-CUT (com ajustes do Blog)


(reprodução de matéria da Cassi)

Imagens da 2ª Mesa de Prestação de Contas.
Encontro foi na Sede da Cassi. Imagens da Cassi.

Cassi realiza 2ª prestação de contas referente ao Memorando de Entendimentos


Publicado em: 05/06/2017

A fim de apresentar o andamento das ações previstas no Memorando de Entendimentos, referente ao período de março a maio de 2017, a diretoria da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) se reuniu com representantes do Banco do Brasil (BB) e de entidades representativas dos funcionários ativos e aposentados, signatárias do documento: AAFBB, ANABB, CONTEC, CONTRAF e FAABB. O encontro foi realizado no dia 2 de junho, no auditório da Cassi Sede, em Brasília (DF).

O Memorando de Entendimentos, celebrado no dia 21 de outubro de 2016, estabelece direcionamentos com o objetivo de assegurar a sustentabilidade e a manutenção dos serviços prestados pela Caixa de Assistência, incluindo contribuições extraordinárias, por parte dos associados e ressarcimento pelo Banco do Brasil, ambos de caráter temporários e previstos até dezembro de 2019.

O presidente da Cassi, Carlos Célio de Andrade Santos, fez a abertura do evento apresentando os impactos positivos das contribuições extraordinárias e do ressarcimento nos resultados do Plano de Associados. Destacou, na sequência, as medidas estruturantes que já estão sendo desenvolvidas na Cassi, necessárias para garantir a sustentabilidade do Plano.

Carlos Célio fez a devolutiva aos presentes sobre cada uma das temáticas firmadas no Memorando de Entendimentos - gestão, contribuição extraordinária, ressarcimento BB, prestação de contas, controles internos, processo seletivo e avaliação de desempenho. A apresentação foi feita por meio de um hotsite - canal exclusivo sobre o tema para promover a transparência das ações.

O representante da ANABB, Reinaldo Fujimoto, ressaltou a importância das entidades acompanharem o trabalho da consultoria. “Queremos entender o que de fato a consultoria irá fazer. Mas, de maneira geral, classificamos o encontro para prestação de contas como positivo”.

“Quero parabenizar a Cassi por esse modelo de prestação de contas, porque é o que a gente esperava: transparência e facilidade para acessar as informações”, ressaltou Célia Larichia, da AAFBB.

“A avaliação geral dos participantes é que a prestação de contas está dentro do esperado”, destacou o representante da Mesa de Negociação, Wagner Nascimento (representante da CONTRAF-CUT).

Para Isa Musa, da FAABB, “o entendimento adquirido nesses encontros permite levarmos respostas para os associados em diferentes regiões do Brasil sobre o que está sendo feito pela Cassi com os recursos das contribuições”.

Segundo Gilberto Vieira, da CONTEC, “o formato do encontro se aproximou bastante das expectativas. As informações foram esclarecedoras”.

Dados do trimestre

Com a contribuição extraordinária e temporária de 1% dos associados, a Caixa de Assistência recebeu R$ 18,3 milhões em março, R$ 18,4 milhões em abril e 18,2 milhões em maio. Os valores são descontados na folha de pagamento dos funcionários do BB – ativos e aposentados, conforme aprovado na consulta ao Corpo Social, realizada de 11 a 21 de novembro de 2016.

Em relação ao ressarcimento do BB à Cassi, no valor de R$ 23 milhões mensais, as despesas de março e abril de 2017 foram reembolsadas nos meses de abril e maio de 2017, respectivamente. O fato de os créditos serem feitos no mês posterior à competência ocorre porque o fechamento dos valores pela Cassi acontece após o encerramento dos atendimentos no mês de referência. Os R$ 23 milhões mensais foram repassados pelo Banco no prazo previsto, em conformidade com o Convênio de Cooperação Técnica firmado entre o BB e a Caixa de Assistência. Os valores ressarcidos referem-se às despesas com programas (atenção domiciliar - PAD e assistência farmacêutica - PAF), coberturas especiais e CliniCassi.

Acompanhe no hotsite os detalhes da prestação de contas do segundo trimestre. Nos meses de agosto e novembro deste ano, acontecerão os próximos encontros para devolutiva das ações Cassi.

Próximas ações

De acordo com o Memorando de Entendimentos, a principal ação dentro da temática gestão é o desenvolvimento de projetos com apoio de consultoria, em processo de contratação pelo BB. Conforme o gerente da Diretoria de Governança do Banco do Brasil (Direg) e conselheiro deliberativo, Emerson Luís Zanin, “todas as áreas técnicas do Banco envolvidas já deram pareceres e o processo de contratação da consultoria está na fase final. A expectativa é que a empresa seja contrata em junho e que em julho já comece a trabalhar”.

Fonte: Cassi

2.6.17

Opinião sobre Garantias de Atendimento (RN 259), reclamações e a atual organização do mercado de venda de serviços de saúde

Nota de esclarecimento

Publicado em: 02/06/2017


A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil informa que a suspensão de novas adesões ao Plano Cassi Família II, medida divulgada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em 02.06.2017, não afeta o atendimento aos beneficiários, que continua mantido.

O Cassi Família II é um plano de saúde exclusivo para parentes até o quarto grau de funcionários do Banco do Brasil (pais, mães e filhos maiores de 24 anos, por exemplo). É um plano sustentável, financeiramente equilibrado, que atende mais de 211 mil participantes em todo o País.

A Cassi reitera que já vem implementando ações para melhorar o índice de satisfação dos mais de 705 mil beneficiários de seus planos e reforça o compromisso na busca em oferecer atendimento de qualidade aos seus participantes. No ano de 2016, foram autorizados mais de 372 mil procedimentos cirúrgicos, 19 milhões de exames e 4,3 milhões de consultas médicas.


Comentário do Blog:

A Diretoria está fazendo o esforço necessário para resolver a questão junto ao órgão regulador do mercado de saúde suplementar.

Como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, eleito pelos associados para representá-los à frente da Diretoria responsável pelo Modelo Assistencial da Cassi - Atenção Integral à Saúde, Atenção Primária (APS) e Estratégia Saúde da Família (ESF), com a missão de promoção de saúde e prevenção de doenças - e responsável pela estrutura própria do sistema de saúde Cassi nos Estados - as Unidades Administrativas e as CliniCassi - tenho percorrido nestes 3 anos as bases sociais da Caixa de Assistência para explicar presencialmente como funcionam os sistemas de saúde, causas e consequências de falta de atendimento, problemas de ordens diversas. Também já escrevi mais de 450 postagens que abordam o mandato e o sistema de saúde Cassi.

Deixo duas reflexões que fiz a respeito da Resolução Normativa 259 da ANS (RN de 2011), uma delas feita em dezembro de 2015 (leia AQUI) e outra feita em fevereiro de 2016 (leia AQUI).

O tema é complexo e necessita avanços e a intenção da Resolução da ANS é correta. Uma coisa eu tenho como opinião clara: a autogestão Cassi não pode abrir mão de sua regulação, porque ela é necessária e salva vidas de seus participantes diariamente, não autorizando vez por outra, de forma técnica e científica, excessos ou equívocos de alguns prestadores de serviços de saúde dentre os milhares que estão disponíveis no Brasil. Outra coisa que não seria adequado nem para a Cassi nem para outra operadora de saúde suplementar seria passar a pagar sem controle algum tudo o que fosse cobrado por alguns desses prestadores também.

Hoje, não há legislação e agência reguladora que regulem e exijam dos prestadores de serviços de saúde - hospitais, clínicas, cooperativas de médicos, profissionais de saúde, empresas de diagnose e imagem, empresas fornecedoras de OPME, dentre outros - o que se exige de um plano de saúde. E os planos de autogestão, que não visam lucro e visam saúde de sua população, são tratados com as mesmas regras que os planos de saúde que visam lucro, que só operam em locais que lhes são conveniente. É muito desigual a condição de compra de serviços de saúde por parte de uma autogestão, que tem participantes mais idosos e em qualquer local do País e a condição de compra de serviços de saúde por parte de uma operadora privada que visa lucro, que escolhe público que quer no plano e local que quer vender e atender!

O sistema de saúde brasileiro, principalmente o privado, é organizado no modelo fragmentado, com uso irracional dos recursos arrecadados, com desperdícios e com ineficácia no atendimento das reais necessidades dos usuários. E sem corrigir isso, na minha opinião, é pouco produtivo ficar incentivando a população a fazer reclamação junto à ANS e judicializar contra os planos de saúde ou contra o Sistema Único de Saúde (SUS). Todos os atores do sistema perdem. A Cassi está sendo penalizada por ter um número de reclamações acima do limite estabelecido pela reguladora por avaliações trimestrais.

Não vou me alongar. Os artigos que disponibilizei já são extensos e falo a respeito de Garantia de Atendimento nas atuais condições do "mercado de venda de serviços de saúde". As lideranças que tiverem interesse no tema, é só clicar nos links que deixamos acima.

Por fim, deixo uma mensagem aos associados e participantes: falem primeiro com a Cassi em seus diversos canais antes de fazer alguma reclamação junto à ANS e/ou judicializar contra a nossa Caixa de Assistência. A Cassi tem inclusive instâncias de recursos além das previstas na lei.


Abraços e bom fim de semana a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)