SEGUNDA-FEIRA
Nesta segunda, estive o dia todo no curso de formação de Saúde do Trabalhador, organizado pela Contraf-CUT com o apoio do Dieese e que se estende até a sexta-feira.
Depois trabalhei até 23 horas na sede da Contraf.
TERÇA-FEIRA
Durante o dia, tratei de questões do bb. Fiz a visita em 6 agências na região central de São Paulo.
À noite, participei da assembleia dos bancários do bb da base do Seeb SP que elegeu a delegação para o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.
http://www.categoriabancaria.blogspot.com.br/2012/05/articulacao-do-seeb-sp-elege-ampla.html
QUARTA-FEIRA
Pela manhã bem cedo, tive reunião com alguns companheiros em relação às questões do bb.
Às 10:30h reunião estadual na Fetec SP sobre o congresso do bb.
De volta à Contraf-CUT no fim da tarde para encaminhar coisas inerentes ao 23º CNFBB. Saí da confederação às 21 horas (cheguei a pensar que iria sair um pouco mais cedo)
QUINTA-FEIRA
Estarei no curso de formação de Saúde do Trabalhador.
SEXTA-FEIRA
Viajo para o RJ para participar da posse da Chapa 6 Unidade na Previ.
SÁBADO
Encontro dos bancários do bb e Caixa do Paraná.
A Categoria Bancária - InFormação CUTista
O MEU PONTO DE VISTA SOBRE O MUNDO DO TRABALHO E O MOVIMENTO SOCIAL
30.5.12
29.5.12
ARTICULAÇÃO DO SEEB SP ELEGE AMPLA MAIORIA P/ CONGRESSO DO BB
ARTICULAÇÃO SINDICAL REALIZA BOA ASSEMBLEIA EM SP CAPITAL
Em assembleia realizada nesta noite de terça-feira, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região elegeu seus 33 delegados para o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.
Em primeiro lugar, quero agradecer aos bancários e bancárias que participaram do evento e ajudaram a construir a campanha nacional dos bancários 2012, que começa com os encontros dos bancos públicos e depois com a construção da minuta geral da categoria.
A assembleia teve duas chapas inscritas para apreciação dos bancários e eleição dos delegados para o congresso.
A chapa 1 vencedora da assembleia foi composta pela Articulação Sindical e a Intersindical que venceram a votação com 70% dos votos.
A chapa 2 composta pelo MNOB/Conlutas e CTB ficou com 30% dos votos.
A ARTICULAÇÃO SINDICAL ELEGEU 21 DELEGADO/AS PARA O CONGRESSO DO BB E A INTERSINDICAL 2 DELEGADO/AS.
A Conlutas e a CTB elegeram 10 delegado/as.
AGRADEÇO AOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS QUE COMPARECERAM A ASSEMBLEIA E NOS AJUDARAM A LEVAR UMA BOA DELEGAÇÃO PARA DEFENDER NOSSAS PROPOSTAS ESPECÍFICAS PARA O BB.
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!
Em assembleia realizada nesta noite de terça-feira, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região elegeu seus 33 delegados para o 23º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.
Em primeiro lugar, quero agradecer aos bancários e bancárias que participaram do evento e ajudaram a construir a campanha nacional dos bancários 2012, que começa com os encontros dos bancos públicos e depois com a construção da minuta geral da categoria.
A assembleia teve duas chapas inscritas para apreciação dos bancários e eleição dos delegados para o congresso.
A chapa 1 vencedora da assembleia foi composta pela Articulação Sindical e a Intersindical que venceram a votação com 70% dos votos.
A ARTICULAÇÃO SINDICAL ELEGEU 21 DELEGADO/AS PARA O CONGRESSO DO BB E A INTERSINDICAL 2 DELEGADO/AS.
A Conlutas e a CTB elegeram 10 delegado/as.
AGRADEÇO AOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS QUE COMPARECERAM A ASSEMBLEIA E NOS AJUDARAM A LEVAR UMA BOA DELEGAÇÃO PARA DEFENDER NOSSAS PROPOSTAS ESPECÍFICAS PARA O BB.
SOMOS FORTES, SOMOS CUT!
SOMOS ARTICULAÇÃO SINDICAL!
Chapa 6, apoiada pela Contraf-CUT, vence eleição para a direção da Previ
A Chapa 6 Unidade na Previ, apoiada pela Contraf-CUT, venceu a eleição para a renovação de parte da direção da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, realizada entre 18 e 29 de maio. A Chapa 6, que concorreu com cinco chapas, é encabeçada por Marcel Barros, ex-secretário-geral da Contraf-CUT e ex-coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e formada por representantes de entidades sindicais e associativas de todo o país.
"Foi o resultado da unidade das entidades de representação que sempre estiveram na vanguarda da defesa dos direitos dos funcionários do Banco do Brasil. A partir de agora é preciso que estejamos despojados de qualquer resquício de disputa e voltemos nossas forças para garantir que nossa Caixa de Previdência seja cada vez mais a certeza de um futuro digno para todos nós", afirma Marcel.
Veja o resultado final:
Chapa 1 O futuro é agora
24.280
Chapa 2 Previ forte
15.380
Chapa 3 Participação
9.471
Chapa 4 Nova Previ
8.957
Chapa 5 Semente da união
787
Chapa 6 Unidade na Previ
24.935
A posse dos novos dirigentes acontece nesta sexta-feira, 1º de junho, para um mandato de quatro anos.
28.5.12
POR ONDE ANDO...
SÃO 22H50 e estou na Contraf-CUT SP.
Cheguei a São Paulo às 8 horas da manhã e fui direto para a abertura do CURSO DE SAÚDE DO TRABALHADOR organizado pela Contraf-CUT.
Fizemos um esforço tremendo para conseguir começar o nosso mandato 2012/15 com um dos cursos temáticos que propusemos para a gestão. O primeiro dia do curso foi muito bom e tivemos casa cheia - mais de 30 participantes.
Não vou em casa desde a semana passada, quando viajei para o encontro dos bancários de MG e depois passei rapidamente no domingo na casa de meus pais para partilhar os sofrimentos que andam por lá por problemas de saúde.
Estou responsável pelas questões do Banco do Brasil e também da formação.
Demandei meus companheiros do bb nas últimas 4 semanas e quase não tive retorno para partilhar as coisas que tenho que encaminhar. Mas tive algumas ajudas valiosas e diria que o pouco já é muito, quando pouca gente ajuda.
Vou para casa dormir um pouco que amanhã tenho dia cheio de novo.
Acho que isto foi um desabafo!
PS: APESAR DE TUDO, O DIA FOI VITORIOSO E POSITIVO POIS O CURSO CORREU BEM E ENCAMINHEI MAIS ALGUMAS COISAS DO CONGRESSO DO BB!
Cheguei a São Paulo às 8 horas da manhã e fui direto para a abertura do CURSO DE SAÚDE DO TRABALHADOR organizado pela Contraf-CUT.
Fizemos um esforço tremendo para conseguir começar o nosso mandato 2012/15 com um dos cursos temáticos que propusemos para a gestão. O primeiro dia do curso foi muito bom e tivemos casa cheia - mais de 30 participantes.
Não vou em casa desde a semana passada, quando viajei para o encontro dos bancários de MG e depois passei rapidamente no domingo na casa de meus pais para partilhar os sofrimentos que andam por lá por problemas de saúde.
Estou responsável pelas questões do Banco do Brasil e também da formação.
Demandei meus companheiros do bb nas últimas 4 semanas e quase não tive retorno para partilhar as coisas que tenho que encaminhar. Mas tive algumas ajudas valiosas e diria que o pouco já é muito, quando pouca gente ajuda.
Vou para casa dormir um pouco que amanhã tenho dia cheio de novo.
Acho que isto foi um desabafo!
PS: APESAR DE TUDO, O DIA FOI VITORIOSO E POSITIVO POIS O CURSO CORREU BEM E ENCAMINHEI MAIS ALGUMAS COISAS DO CONGRESSO DO BB!
25.5.12
Contraf-CUT: A Previ é dos participantes, não do Banco do Brasil
Diante do noticiário da imprensa sobre a disputa entre grupos divergentes dentro do Banco do Brasil, que envolvem a Caixa de Previdência dos Funcionários do BB (Previ), a Contraf-CUT vem a público expressar seu veemente repúdio à utilização dessa entidade exemplar construída em décadas de luta pelos trabalhadores em disputas políticas de facções.
A administração da poupança previdenciária deve ser conduzida com responsabilidade visando, sempre, à correta aplicação do patrimônio pertencente aos quase 200 mil trabalhadores ativos e aposentados do banco.
O modelo de gestão da Previ é um dos mais avançados do mundo e serve de paradigma para outros fundos de pensão. Metade dos dirigentes é indicada pelo banco e a outra metade é eleita pelos associados. Esse modelo de gestão compartilhada foi conquistado na luta pelo funcionalismo do BB, sindicatos de bancários e entidades associativas, exatamente para evitar que o banco governe a Previ sozinho.
O banco tem todo o direito de escolher a sua representação na direção do fundo de pensão, desde que ela não implique prejuízos ao patrimônio e à imagem da instituição. O banco não pode se arvorar o direito de querer controlar a Previ ou impor ao fundo de pensão decisões tomadas no âmbito da empresa patrocinadora. As decisões da Previ cabem a seus órgãos de governança, onde o banco se faz representar pelos dirigentes que indica.
O Banco do Brasil é apenas patrocinador da Previ, não seu dono. É inconcebível que tente impor decisões à Previ, interferindo na autonomia da entidade conduzir seus negócios pautada pela defesa de seus próprios interesses e o de seus associados.
Divergências de posições e conflitos de interesses sempre haverá. Os representantes dos trabalhadores estarão sempre dispostos a barrar qualquer negócio lesivo ou interferência do banco. Para isso contará sempre com o apoio da Contraf-CUT e de todo o movimento sindical.
Contraf-CUT
> Saiba mais: Eleição da Previ vai até dia 29. Contraf apoia Chapa 6
Fonte: Contraf-CUT
A administração da poupança previdenciária deve ser conduzida com responsabilidade visando, sempre, à correta aplicação do patrimônio pertencente aos quase 200 mil trabalhadores ativos e aposentados do banco.
O modelo de gestão da Previ é um dos mais avançados do mundo e serve de paradigma para outros fundos de pensão. Metade dos dirigentes é indicada pelo banco e a outra metade é eleita pelos associados. Esse modelo de gestão compartilhada foi conquistado na luta pelo funcionalismo do BB, sindicatos de bancários e entidades associativas, exatamente para evitar que o banco governe a Previ sozinho.
O banco tem todo o direito de escolher a sua representação na direção do fundo de pensão, desde que ela não implique prejuízos ao patrimônio e à imagem da instituição. O banco não pode se arvorar o direito de querer controlar a Previ ou impor ao fundo de pensão decisões tomadas no âmbito da empresa patrocinadora. As decisões da Previ cabem a seus órgãos de governança, onde o banco se faz representar pelos dirigentes que indica.
O Banco do Brasil é apenas patrocinador da Previ, não seu dono. É inconcebível que tente impor decisões à Previ, interferindo na autonomia da entidade conduzir seus negócios pautada pela defesa de seus próprios interesses e o de seus associados.
Divergências de posições e conflitos de interesses sempre haverá. Os representantes dos trabalhadores estarão sempre dispostos a barrar qualquer negócio lesivo ou interferência do banco. Para isso contará sempre com o apoio da Contraf-CUT e de todo o movimento sindical.
Contraf-CUT
> Saiba mais: Eleição da Previ vai até dia 29. Contraf apoia Chapa 6
Fonte: Contraf-CUT
24.5.12
Contraf-CUT avança na organização do 23º Congresso dos Funcionários do BB
A organização do 23º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil foi o principal tema da reunião desta quinta-feira (24) da Comissão de Empresa dos funcionários do banco (CEBB), órgão da Contraf-CUT que assessora as negociação com o BB. Durante o encontro, que ocorreu na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, os representantes das federações trouxeram as principais demandas dos bancários para a próxima rodada de negociação permanente com a empresa e que também serão temas do congresso.
O 23º Congresso acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de junho, no Hotel Slaviero, em Guarulhos (SP), conforme definido pelo Comando Nacional dos Bancários. A CEBB definiu mais alguns critérios de organização, sempre buscando aumentar a democracia e a participação dos bancários no congresso. Ficou definido que, após as assembleias e congressos regionais, as federações enviarão os resumos das propostas majoritárias e minoritárias para a Contraf-CUT, que organizará uma compilação de modo a facilitar o trabalho dos grupos temáticos no Congresso.
"A Contraf-CUT, por meio da CEBB, vai trabalhar bastante no próximo mês para que o congresso seja o mais produtivo possível", afirma William Mendes, coordenador da CEBB e secretário de Formação da Contraf-CUT. "Queremos garantir um processo de construção democrática, dando aos bancários da base toda a oportunidade de participar. Sendo assim, é fundamental que as bancárias e bancários de todas as bases sindicais participem dos fóruns e escolham suas delegações e proposições e que já discutam formas de organização para a campanha 2012."
Também foi definida a programação do congresso. A abertura será na noite do dia 15, sexta-feira. O sábado começará com uma análise de conjuntura, por palestrante do Dieese. Na sequência, será feita a apresentação das teses de cada corrente política. Na tarde de sábado, os bancários se dividirão nos quatro grupos temáticos (remuneração e condições de trabalho, saúde e previdência, organização do movimento e Banco do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional) que discutirão as propostas e polêmicas oriundas dos encontros regionais e assembleias. No domingo, os delegados se reunirão em plenário para a votação das deliberações finais do congresso.
Os representantes das federações na CEBB trouxeram ainda relatos colhidos em suas bases sobre as principais reclamações dos bancários do Banco do Brasil hoje. Veja os principais pontos:
Jornada de seis horas para todos
Os bancários estão mobilizados desde o ano passado cobrando do banco a jornada de 6h para as comissões, sem redução de salário. Em 2011, o banco havia anunciado - inclusive em seus canais internos - que apresentaria uma proposta nesse sentido, mas não trouxe nenhuma novidade até agora. "Começamos este ano em mobilização com boa participação dos bancários de todo país. Queremos que o banco apresente proposta de plano de carreira que contemple essa reivindicação e vamos cobrar mais uma vez na mesa de negociação", diz William.
Implantação das PSO
O Banco do Brasil iniciou neste semestre a implantação das Plataformas de Suporte Operacional (PSO) em todo o país. As entidades sindicais já receberam diversas reclamações de bancários que se sentem prejudicados com o novo modelo.
A principal reclamação diz respeito aos "caixas-volantes", que deixam de ter sua dotação ligada à uma agências específica e passam a responder para a PSO. Com isso, são enviados para qualquer agência de acordo com a decisão da chefia, tirando a estabilidade dos bancários para trabalhar. Além disso, muitos dos caixas do banco hoje não são efetivos na função, mas substitutos, piorando a situação. Assim, caso tenha que se ausentar, mesmo que para fazer um curso do próprio banco, o bancário tem interrompida a sequência de substituição pelo semestre, prejudicando o trabalhador.
"Há bancários que são caixas substitutos há anos e agora se veem nessa situação. Queremos que todos os caixas tenham Valor de Referencia (VR) e com isso tenham a carreira de mérito pontuada diariamente", cobra William. "O movimento sempre se posicionou contrariamente à retirada dos caixas da dotação das agências - o tal projeto PSO. Acreditamos que eles devem pertencer à equipe de cada local de trabalho e não concordamos com a ideia do 'caixa-volante' inventada pelo banco, que aparta os trabalhadores e os deixa sem estabilidade ou referência", afirma.
Descomissionamentos
Os funcionários também têm reclamado que os gestores do banco têm desrespeitado os critérios de trava para descomissionar. Há casos de pessoas que são bem avaliadas e perderam sua função sem explicação. "O movimento sindical cobra uma discussão séria com o banco sobre a cláusula contra o descomissionamento, conquistada no Acordo Aditivo do funcionalismo do BB. Não é possível ter critérios tão subjetivos que o banco possa fazer o que quiser com os trabalhadores", afirma William.
Metas do Sinergia incentivam assédio moral
As metas abusivas determinadas pelo programa Sinergia BB são um grande tema de reclamação de todas as bases sindicais. Com a proximidade do fim do semestre, começam a surgir problemas em atingir as metas definidas, questão apontada pelo movimento sindical desde o início. Os bancários não aguentam mais a pressão constante e o assédio moral pelo cumprimento de metas que não levam em consideração a realidade de cada local de trabalho.
"O assédio moral tem aumentado muito, com ameaças constantes de descomissionamento. Alguns gestores estão até exigindo do bancário venda casada, desvirtuando as exigências do governo federal de redução dos juros e ampliação do credito com qualidade para os consumidores. É um desrespeito com os bancários e a população", afirma William.
Nomeações sem critério
O banco tem desconsiderado qualquer critério objetivo na definição das nomeações para funções, inclusive o TAO. Segundo as denúncias, apenas protegidos dos gestores são nomeados, desrespeitando a carreira dos bancários. Além disso, os trabalhadores sofrem perseguições das mais variadas. O movimento sindical cobra que as nomeações sejam definidas por concurso interno, respeitando a pontuação de cada bancário e incluindo critérios mais objetivos no TAO.
Incorporados
Os bancários oriundos de BEP, Besc e Nossa Caixa continuam aguardando que o BB atenda sua reivindicação e estenda o direito a Cassi e Previ para todos. Em 2011, o banco se comprometeu a criar uma mesa temática na qual apresentaria todos os dados necessários para a instalação de um processo de negociação, No entanto, a mesa temática teve apenas uma reunião e não foi feita nenhuma negociação sobre o tema.
Em relação à Cassi, um problema se estende a todos os funcionários: a parcela da diretoria e conselho indicada pelo banco não resolveu sobre a regulamentação da ANS 254, prejudicando os trabalhadores e pondo em risco o plano no que diz respeito à entrada de novos bancários.
Terceirização
Representantes de várias federações reforçaram a reivindicação de contratação de mais bancários concursados e pelo fim da terceirização no BB, como ocorre nas CABB. Outro exemplo ainda mais grave é a terceirização fraudulenta do Mais BB, correspondente bancário do banco.
Os trabalhadores trouxeram ainda denúncias graves com relação ao começo dos trabalhos do Banco Postal. Algumas entidades já apuraram que o BB não está abrindo poupança em agências, encaminhando os clientes para os correspondentes (Banco Postal e Mais BB). "É uma discriminação contra os clientes de baixa renda que não pode ser tolerada em lugar nenhum, mas especialmente em um banco público que tem a missão de aumentar o acesso da população brasileira ao crédito", defende William.
Negociação
A Contraf-CUT entrará em contato com o banco para marcar uma nova rodada do processo de negociação permanente para cobrar soluções para estes problemas dos trabalhadores, muitos deles pendências antigas. "Queremos que o banco conduza negociações sérias. Identificamos e levamos as demandas dos bancários para a empresa e apostamos sempre no diálogo para a construção das melhores saídas. Esperamos que o banco tenha a mesma postura e traga soluções concretas", defende William.
Fonte: Contraf-CUT
O 23º Congresso acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de junho, no Hotel Slaviero, em Guarulhos (SP), conforme definido pelo Comando Nacional dos Bancários. A CEBB definiu mais alguns critérios de organização, sempre buscando aumentar a democracia e a participação dos bancários no congresso. Ficou definido que, após as assembleias e congressos regionais, as federações enviarão os resumos das propostas majoritárias e minoritárias para a Contraf-CUT, que organizará uma compilação de modo a facilitar o trabalho dos grupos temáticos no Congresso.
"A Contraf-CUT, por meio da CEBB, vai trabalhar bastante no próximo mês para que o congresso seja o mais produtivo possível", afirma William Mendes, coordenador da CEBB e secretário de Formação da Contraf-CUT. "Queremos garantir um processo de construção democrática, dando aos bancários da base toda a oportunidade de participar. Sendo assim, é fundamental que as bancárias e bancários de todas as bases sindicais participem dos fóruns e escolham suas delegações e proposições e que já discutam formas de organização para a campanha 2012."
Também foi definida a programação do congresso. A abertura será na noite do dia 15, sexta-feira. O sábado começará com uma análise de conjuntura, por palestrante do Dieese. Na sequência, será feita a apresentação das teses de cada corrente política. Na tarde de sábado, os bancários se dividirão nos quatro grupos temáticos (remuneração e condições de trabalho, saúde e previdência, organização do movimento e Banco do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional) que discutirão as propostas e polêmicas oriundas dos encontros regionais e assembleias. No domingo, os delegados se reunirão em plenário para a votação das deliberações finais do congresso.
Os representantes das federações na CEBB trouxeram ainda relatos colhidos em suas bases sobre as principais reclamações dos bancários do Banco do Brasil hoje. Veja os principais pontos:
Jornada de seis horas para todos
Os bancários estão mobilizados desde o ano passado cobrando do banco a jornada de 6h para as comissões, sem redução de salário. Em 2011, o banco havia anunciado - inclusive em seus canais internos - que apresentaria uma proposta nesse sentido, mas não trouxe nenhuma novidade até agora. "Começamos este ano em mobilização com boa participação dos bancários de todo país. Queremos que o banco apresente proposta de plano de carreira que contemple essa reivindicação e vamos cobrar mais uma vez na mesa de negociação", diz William.
Implantação das PSO
O Banco do Brasil iniciou neste semestre a implantação das Plataformas de Suporte Operacional (PSO) em todo o país. As entidades sindicais já receberam diversas reclamações de bancários que se sentem prejudicados com o novo modelo.
A principal reclamação diz respeito aos "caixas-volantes", que deixam de ter sua dotação ligada à uma agências específica e passam a responder para a PSO. Com isso, são enviados para qualquer agência de acordo com a decisão da chefia, tirando a estabilidade dos bancários para trabalhar. Além disso, muitos dos caixas do banco hoje não são efetivos na função, mas substitutos, piorando a situação. Assim, caso tenha que se ausentar, mesmo que para fazer um curso do próprio banco, o bancário tem interrompida a sequência de substituição pelo semestre, prejudicando o trabalhador.
"Há bancários que são caixas substitutos há anos e agora se veem nessa situação. Queremos que todos os caixas tenham Valor de Referencia (VR) e com isso tenham a carreira de mérito pontuada diariamente", cobra William. "O movimento sempre se posicionou contrariamente à retirada dos caixas da dotação das agências - o tal projeto PSO. Acreditamos que eles devem pertencer à equipe de cada local de trabalho e não concordamos com a ideia do 'caixa-volante' inventada pelo banco, que aparta os trabalhadores e os deixa sem estabilidade ou referência", afirma.
Descomissionamentos
Os funcionários também têm reclamado que os gestores do banco têm desrespeitado os critérios de trava para descomissionar. Há casos de pessoas que são bem avaliadas e perderam sua função sem explicação. "O movimento sindical cobra uma discussão séria com o banco sobre a cláusula contra o descomissionamento, conquistada no Acordo Aditivo do funcionalismo do BB. Não é possível ter critérios tão subjetivos que o banco possa fazer o que quiser com os trabalhadores", afirma William.
Metas do Sinergia incentivam assédio moral
As metas abusivas determinadas pelo programa Sinergia BB são um grande tema de reclamação de todas as bases sindicais. Com a proximidade do fim do semestre, começam a surgir problemas em atingir as metas definidas, questão apontada pelo movimento sindical desde o início. Os bancários não aguentam mais a pressão constante e o assédio moral pelo cumprimento de metas que não levam em consideração a realidade de cada local de trabalho.
"O assédio moral tem aumentado muito, com ameaças constantes de descomissionamento. Alguns gestores estão até exigindo do bancário venda casada, desvirtuando as exigências do governo federal de redução dos juros e ampliação do credito com qualidade para os consumidores. É um desrespeito com os bancários e a população", afirma William.
Nomeações sem critério
O banco tem desconsiderado qualquer critério objetivo na definição das nomeações para funções, inclusive o TAO. Segundo as denúncias, apenas protegidos dos gestores são nomeados, desrespeitando a carreira dos bancários. Além disso, os trabalhadores sofrem perseguições das mais variadas. O movimento sindical cobra que as nomeações sejam definidas por concurso interno, respeitando a pontuação de cada bancário e incluindo critérios mais objetivos no TAO.
Incorporados
Os bancários oriundos de BEP, Besc e Nossa Caixa continuam aguardando que o BB atenda sua reivindicação e estenda o direito a Cassi e Previ para todos. Em 2011, o banco se comprometeu a criar uma mesa temática na qual apresentaria todos os dados necessários para a instalação de um processo de negociação, No entanto, a mesa temática teve apenas uma reunião e não foi feita nenhuma negociação sobre o tema.
Em relação à Cassi, um problema se estende a todos os funcionários: a parcela da diretoria e conselho indicada pelo banco não resolveu sobre a regulamentação da ANS 254, prejudicando os trabalhadores e pondo em risco o plano no que diz respeito à entrada de novos bancários.
Terceirização
Representantes de várias federações reforçaram a reivindicação de contratação de mais bancários concursados e pelo fim da terceirização no BB, como ocorre nas CABB. Outro exemplo ainda mais grave é a terceirização fraudulenta do Mais BB, correspondente bancário do banco.
Os trabalhadores trouxeram ainda denúncias graves com relação ao começo dos trabalhos do Banco Postal. Algumas entidades já apuraram que o BB não está abrindo poupança em agências, encaminhando os clientes para os correspondentes (Banco Postal e Mais BB). "É uma discriminação contra os clientes de baixa renda que não pode ser tolerada em lugar nenhum, mas especialmente em um banco público que tem a missão de aumentar o acesso da população brasileira ao crédito", defende William.
Negociação
A Contraf-CUT entrará em contato com o banco para marcar uma nova rodada do processo de negociação permanente para cobrar soluções para estes problemas dos trabalhadores, muitos deles pendências antigas. "Queremos que o banco conduza negociações sérias. Identificamos e levamos as demandas dos bancários para a empresa e apostamos sempre no diálogo para a construção das melhores saídas. Esperamos que o banco tenha a mesma postura e traga soluções concretas", defende William.
Fonte: Contraf-CUT
Santander e Banco do Brasil (FIM)
Novamente o diz que diz sobre provável compra ou fusão entre os bancos...
E então, o governo se manifestou. Tudo segundo a jornalista do Estadão.
Veja abaixo mais uma postagem de meu amigo Gilmar Carneiro.
De novo Sonia Racy
Embora o nome da página diária publicada no Estadão seja “Direto da Fonte”, pelo jeito, a fonte que Sonia Racy tem no Banco do Brasil, foi desautorizada por nossa presidenta da república, Dilma Rousseff, a continuar negociando com o Santander a compra dos 49% do Santander Brasil.
Vejam o que saiu no Estadão de hoje, de novo na coluna de Sonia Racy:
1 – Não é não
Dilma abortou a operação de compra, pelo BB, de participação minoritária no Santander – o negócio incluiria, no desenho, o Banco Votorantim.
Pediu a Mantega que avisasse os envolvidos: não quer que o BB capitaneie maior concentração no sistema financeiro brasileiro – justamente quando o governo está pregando mais competição no setor.
2 – Não 2
Indagada, a família Ermírio de Moraes atesta não ter interesse algum em adquirir qualquer participação em outras instituições financeiras. Nem intenciona vender sua parte no Votorantim.
E confirma estar preparada para capitalizar o mesmo, visando a manutenção do banco nos novos índices de Basileia.
Nota do Blog do Gilmar Carneiro:
1 – Se, até a presidenta da república entrou no noticiário é por que tem parte de verdade no que a jornalista está escrevendo e o jornal centenário está respaldando;
2 – Continuo achando um erro o Banco Santander Brasil silenciar-se ante tão relevantes notícias. Cabem esclarecimentos aos 55 mil funcionários, aos milhões de clientes e à sociedade brasileira;
3 – Os órgãos competentes, como Bolsa de Valores e Banco Central, além do Ministério da Fazenda, deveriam informar aos interessados se as informações procedem ou não;
4 – Se, realmente o Banco do Brasil ficou impedido de negociar, os possíveis compradores passarão a ser o Bradesco, o BTG e, em último caso, o Itaú-Unibanco;
5 – Se os leitores tiverem paciência e lerem os comentários existentes no conjunto de matérias sobre o Santander, enviados pelos bancários e pelo público em geral, o que são quase trezentos, verão que, por parte dos bancários, há uma grande preferência que fossem para o Banco do Brasil. Agora, com a desautorização do governo, o destino pode levá-los para outro banco privado, o que, em termos de emprego, não existe garantia nenhuma;
6 – Sobre os possíveis compradores:
6.1 - O Itaú ainda não se estabilizou, depois da incorporação do Unibanco, pelo contrário, está demitindo milhares de funcionários e caindo a qualidade do atendimento;
6.2 – O Bradesco, acabou de contratar Washington Olivetto, o pai da propaganda de massa no Brasil, para melhorar a imagem do banco. É só ler a quantidade de resistências que os funcionários do Santander-Real fazem sobre o Bradesco. Além de melhorar a imagem pública, o Bradesco precisa ganhar a classe média no atendimento e, se comprar o Santander, garantir o emprego destes funcionários, como forma de diminuir a ansiedade e as incertezas destes 55 mil brasileiros e seus familiares;
6.3 – Já o BTG, corre por fora, mas é o que tem mais chance de apresentar uma proposta de parceria entre um grande banco de investimento com um grande banco de varejo e assim preservar o Santander no Brasil, manter a diversificação do mercado financeiro e garantir os empregos dos funcionários;
6.4 – Para quem não sabe, os cinco maiores bancos no Brasil: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa, controlam mais de 80% de todo o mercado financeiro nacional.
Já é muita concentração, na verdade é um OLIGOPÓLIO. Se acabar o Santander e ficarem somente quatro grandes bancos, a população vai ficar ainda mais reféns dos bancos. Hoje temos Dilma no governo, já pensou se os neoliberais tucanos voltarem ao governo? Vão dar mais tarifas bancárias, mais benefícios e mais demissões...
Alguns leitores recomendaram rezar muito e trabalhar para que o pior não aconteça, eu, como cristão militante, recomendo a todos “orar e vigiar”, por que, por mais que façamos nossa parte, o destino nos leva para lugares que ainda não prevemos.
Faz parte da vida. Boa sorte a todos.
Fonte: http://www.gilmarcarneiro.com/
E então, o governo se manifestou. Tudo segundo a jornalista do Estadão.
Veja abaixo mais uma postagem de meu amigo Gilmar Carneiro.
De novo Sonia Racy
Embora o nome da página diária publicada no Estadão seja “Direto da Fonte”, pelo jeito, a fonte que Sonia Racy tem no Banco do Brasil, foi desautorizada por nossa presidenta da república, Dilma Rousseff, a continuar negociando com o Santander a compra dos 49% do Santander Brasil.
Vejam o que saiu no Estadão de hoje, de novo na coluna de Sonia Racy:
1 – Não é não
Dilma abortou a operação de compra, pelo BB, de participação minoritária no Santander – o negócio incluiria, no desenho, o Banco Votorantim.
Pediu a Mantega que avisasse os envolvidos: não quer que o BB capitaneie maior concentração no sistema financeiro brasileiro – justamente quando o governo está pregando mais competição no setor.
2 – Não 2
Indagada, a família Ermírio de Moraes atesta não ter interesse algum em adquirir qualquer participação em outras instituições financeiras. Nem intenciona vender sua parte no Votorantim.
E confirma estar preparada para capitalizar o mesmo, visando a manutenção do banco nos novos índices de Basileia.
Nota do Blog do Gilmar Carneiro:
1 – Se, até a presidenta da república entrou no noticiário é por que tem parte de verdade no que a jornalista está escrevendo e o jornal centenário está respaldando;
2 – Continuo achando um erro o Banco Santander Brasil silenciar-se ante tão relevantes notícias. Cabem esclarecimentos aos 55 mil funcionários, aos milhões de clientes e à sociedade brasileira;
3 – Os órgãos competentes, como Bolsa de Valores e Banco Central, além do Ministério da Fazenda, deveriam informar aos interessados se as informações procedem ou não;
4 – Se, realmente o Banco do Brasil ficou impedido de negociar, os possíveis compradores passarão a ser o Bradesco, o BTG e, em último caso, o Itaú-Unibanco;
5 – Se os leitores tiverem paciência e lerem os comentários existentes no conjunto de matérias sobre o Santander, enviados pelos bancários e pelo público em geral, o que são quase trezentos, verão que, por parte dos bancários, há uma grande preferência que fossem para o Banco do Brasil. Agora, com a desautorização do governo, o destino pode levá-los para outro banco privado, o que, em termos de emprego, não existe garantia nenhuma;
6 – Sobre os possíveis compradores:
6.1 - O Itaú ainda não se estabilizou, depois da incorporação do Unibanco, pelo contrário, está demitindo milhares de funcionários e caindo a qualidade do atendimento;
6.2 – O Bradesco, acabou de contratar Washington Olivetto, o pai da propaganda de massa no Brasil, para melhorar a imagem do banco. É só ler a quantidade de resistências que os funcionários do Santander-Real fazem sobre o Bradesco. Além de melhorar a imagem pública, o Bradesco precisa ganhar a classe média no atendimento e, se comprar o Santander, garantir o emprego destes funcionários, como forma de diminuir a ansiedade e as incertezas destes 55 mil brasileiros e seus familiares;
6.3 – Já o BTG, corre por fora, mas é o que tem mais chance de apresentar uma proposta de parceria entre um grande banco de investimento com um grande banco de varejo e assim preservar o Santander no Brasil, manter a diversificação do mercado financeiro e garantir os empregos dos funcionários;
6.4 – Para quem não sabe, os cinco maiores bancos no Brasil: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa, controlam mais de 80% de todo o mercado financeiro nacional.
Já é muita concentração, na verdade é um OLIGOPÓLIO. Se acabar o Santander e ficarem somente quatro grandes bancos, a população vai ficar ainda mais reféns dos bancos. Hoje temos Dilma no governo, já pensou se os neoliberais tucanos voltarem ao governo? Vão dar mais tarifas bancárias, mais benefícios e mais demissões...
Alguns leitores recomendaram rezar muito e trabalhar para que o pior não aconteça, eu, como cristão militante, recomendo a todos “orar e vigiar”, por que, por mais que façamos nossa parte, o destino nos leva para lugares que ainda não prevemos.
Faz parte da vida. Boa sorte a todos.
Fonte: http://www.gilmarcarneiro.com/
23.5.12
Santander e Banco do Brasil?...
Reproduzo postagem do companheiro Gilmar Carneiro sobre esse diz que diz envolvendo os dois bancos já faz algumas semanas.
De novo no Estadão de hoje
Sonia Racy, jornalista do Estadão, apresenta, pela terceira vez, notícias sobre a venda do Santander Brasil.
No Estadão de hoje, ela diz:
“Minoritário
O Banco do Brasil resolveu ser mais “light” em sua tentativa de abocanhar o SANTANDER BRASIL – aproveitando que a situação da economia espanhola vai de mal a pior.
Corre em Brasília que o BB pode fazer proposta para comprar menos de 49% do banco, desde que o negócio também envolva o Votorantim.”
Pelo jeito, Sonia Racy tem contato na direção atual do BB, por que, além de falar do Santander, ela anda falando da Previ.
E o contato deve ser da turma mais ligada ao presidente do banco, e não ao pessoal do Flores, atual presidente da Previ.
O importante é que ela e o Estadão vêm sustentando as notícias de venda do Santander.
Se acontecer o que Sonia Racy diz hoje, tanto o Santander espanhol, quanto os funcionários do Santander Brasil, que são 55 mil profissionais, se sentirão protegidos.
Só falta avisar ao lateral...
Fonte: http://www.gilmarcarneiro.com/
De novo no Estadão de hoje
Sonia Racy, jornalista do Estadão, apresenta, pela terceira vez, notícias sobre a venda do Santander Brasil.
No Estadão de hoje, ela diz:
“Minoritário
O Banco do Brasil resolveu ser mais “light” em sua tentativa de abocanhar o SANTANDER BRASIL – aproveitando que a situação da economia espanhola vai de mal a pior.
Corre em Brasília que o BB pode fazer proposta para comprar menos de 49% do banco, desde que o negócio também envolva o Votorantim.”
Pelo jeito, Sonia Racy tem contato na direção atual do BB, por que, além de falar do Santander, ela anda falando da Previ.
E o contato deve ser da turma mais ligada ao presidente do banco, e não ao pessoal do Flores, atual presidente da Previ.
O importante é que ela e o Estadão vêm sustentando as notícias de venda do Santander.
Se acontecer o que Sonia Racy diz hoje, tanto o Santander espanhol, quanto os funcionários do Santander Brasil, que são 55 mil profissionais, se sentirão protegidos.
Só falta avisar ao lateral...
Fonte: http://www.gilmarcarneiro.com/
22.5.12
SALÁRIOS-BASE DO BANCO DO BRASIL e REAJUSTES ANOS 2000
JÁ QUE EM ÉPOCA DE CAMPANHA SALARIAL APARECEM OS NÚMEROS MAIS VARIADOS SOBRE GANHOS, PERDAS (PERCAS) ETC, DEIXO AQUI A PESQUISA QUE EU MESMO FIZ E QUE DEU UM TREMENDO TRABALHO.
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2002 A 31 AGOSTO DE 2003
R$ 798,00 (foi reajustado em 12,60% para uma inflação INPC de 17,50%)
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2003 A 31 DE AGOSTO DE 2004
R$ 898,55 (foi reajustado em 8,5% e teve acrescido mais R$ 30,00)
Equivale a 11,84% no piso para uma inflação de 6,64% = 4,87% no piso e 1,74% nos VRs.
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2004 A 31 DE AGOSTO DE 2005
R$ 1.004,92 (974,92 + 30)
O reajuste foi de 6,00% para uma inflação de 5,01 = 0,94% no piso e VRs
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 A 31 DE AGOSTO DE 2011
R$ 1600,13
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2011 A 31 DE AGOSTO DE 2012
R$ 1760,00
AUMENTOS REAIS NOS ANOS 2000
O piso aumentou seu valor entre 2011 / 2002 = 120,55%
Inflação pelo INPC acumulada entre 2011 / 2002 = 77,85%
Entre 2011 e 2002 o piso no bb teve aumento real de 24%.
Entre 2011 e 2004 (aumentos acima da inflação) o piso no bb teve aumento real de 29,33% (reajustes de 95,87% e inflação de 51,45%)
Observação: na campanha salarial de 2003 o índice que a categoria conquistou ainda foi menor que a inflação do período, sendo somente a partir de 2004 com a campanha unificada que passaram a ocorrer aumentos acima da inflação tanto no piso quanto nos VRs - valores de referência das comissões.
fonte: IBGE
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2002 A 31 AGOSTO DE 2003
R$ 798,00 (foi reajustado em 12,60% para uma inflação INPC de 17,50%)
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2003 A 31 DE AGOSTO DE 2004
R$ 898,55 (foi reajustado em 8,5% e teve acrescido mais R$ 30,00)
Equivale a 11,84% no piso para uma inflação de 6,64% = 4,87% no piso e 1,74% nos VRs.
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2004 A 31 DE AGOSTO DE 2005
R$ 1.004,92 (974,92 + 30)
O reajuste foi de 6,00% para uma inflação de 5,01 = 0,94% no piso e VRs
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 A 31 DE AGOSTO DE 2011
R$ 1600,13
SALÁRIO DE 1º DE SETEMBRO DE 2011 A 31 DE AGOSTO DE 2012
R$ 1760,00
AUMENTOS REAIS NOS ANOS 2000
O piso aumentou seu valor entre 2011 / 2002 = 120,55%
Inflação pelo INPC acumulada entre 2011 / 2002 = 77,85%
Entre 2011 e 2002 o piso no bb teve aumento real de 24%.
Entre 2011 e 2004 (aumentos acima da inflação) o piso no bb teve aumento real de 29,33% (reajustes de 95,87% e inflação de 51,45%)
Observação: na campanha salarial de 2003 o índice que a categoria conquistou ainda foi menor que a inflação do período, sendo somente a partir de 2004 com a campanha unificada que passaram a ocorrer aumentos acima da inflação tanto no piso quanto nos VRs - valores de referência das comissões.
Tabela de inflação na data base dos
bancários:
Período
|
INPC
|
|
De set/88
|
a ago/89
|
1122,91
|
De set/89
|
a ago/90
|
3831,93
|
De set/90
|
a ago/91
|
376,49
|
De set/91
|
a ago/92
|
1038,30
|
De set/92
|
a ago/93
|
1732,88
|
De set/93
|
a ago/94
|
3112,62
|
De set/94
|
a ago/95
|
25,81
|
De set/95
|
a ago/96
|
14,28
|
De set/96
|
a ago/97
|
4,30
|
De set/97
|
a ago/98
|
3,59
|
De set/98
|
a ago/99
|
5,25
|
De set/99
|
a ago/00
|
6,96
|
De set/00
|
a ago/01
|
7,31
|
De set/01
|
a ago/02
|
9,16
|
De set/02
|
a ago/03
|
17,53
|
De set/03
|
a ago/04
|
6,64
|
De set/04
|
a ago/05
|
5,01
|
De set/05
|
a ago/06
|
2,85
|
De set/06
|
a ago/07
|
4,82
|
De set/07
|
a ago/08
|
7,15
|
De set/08
|
a ago/09
|
4,44
|
De set/09
De set/10
|
a ago/10
a ago/11
|
4,29
7,40
|
fonte: IBGE
21.5.12
Por onde ando...
SEGUNDA-FEIRA
Dia de trabalho na Contraf-CUT tratando de questões do bb e também do curso de formação em saúde do trabalhador que será realizado na semana de 28/5 a 1º de junho em SP.
TERÇA-FEIRA
BASE: 9h reunião em agência.
Seminário do Comando Nacional.
BASE: 16:30h reunião em agência.
QUARTA-FEIRA
BASE: 9h reunião em agência (a reunião foi feita à tarde, pois a greve de metrô inviabilizou a manhã).
Seminário do Comando Nacional.
QUINTA-FEIRA
Dia de reunião da COE do bb na Contraf-CUT SP.
BASE: 16:30h reunião em agência.
SEXTA-FEIRA
BASE: Em SP pela manhã - fiz reunião em agência.
À tarde, voo para BH onde participo de encontro dos bancários mineiros.
SÁBADO
Encontro de bancários de MG.
Dia de trabalho na Contraf-CUT tratando de questões do bb e também do curso de formação em saúde do trabalhador que será realizado na semana de 28/5 a 1º de junho em SP.
TERÇA-FEIRA
BASE: 9h reunião em agência.
Seminário do Comando Nacional.
BASE: 16:30h reunião em agência.
QUARTA-FEIRA
BASE: 9h reunião em agência (a reunião foi feita à tarde, pois a greve de metrô inviabilizou a manhã).
Seminário do Comando Nacional.
QUINTA-FEIRA
Dia de reunião da COE do bb na Contraf-CUT SP.
BASE: 16:30h reunião em agência.
SEXTA-FEIRA
BASE: Em SP pela manhã - fiz reunião em agência.
À tarde, voo para BH onde participo de encontro dos bancários mineiros.
SÁBADO
Encontro de bancários de MG.
Assinar:
Postagens (Atom)
