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6.12.16

Agenda de gestão e luta pela Cassi e Associados




Olá companheir@s, amig@s, coleg@s do BB e Associados da Cassi,

Estamos neste momento (22h22) na sede da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (DF), onde atuamos como Diretor de Saúde e Rede de Atendimento em nome dos associados. Vamos encerrar os trabalhos dos primeiros dois dias da semana. 

Como é sabido por quem nos acompanha, as semanas de trabalho na Cassi em nome dos associados que representamos são longas, intensas, e regadas com doses de negociações permanentes entre os representantes dos dois patrocinadores - o Banco do Brasil e o Corpo Social e entre os eleitos também. Nossa autogestão em saúde é gerida em modelo compartilhado e entendo que esse modelo é fundamental para garantir os direitos em saúde dos seus associados.

Quero mais uma vez, de público, dizer que o esforço feito pelos dois diretores eleitos e suas equipes técnicas nesses últimos dias valeram a pena, porque a gestão compartilhada em entidade gerida paritariamente entre trabalhadores e patrão só se realiza se a parte dos associados conseguir se acertar e constituir um bloco de 2x2 na Diretoria Executiva e 4x4 no Conselho Deliberativo, bem como 3x3 no Conselho Fiscal. Se a representação dos associados blocar em sua metade da governança, estabelece-se a igualdade de poder na governança da Cassi. Caso contrário, fragiliza-se nossa metade nos debates e deliberações.

Estou insistindo nessa questão de construir unidade no âmbito dos eleitos da Cassi porque os anos de 2017, 2018 e 2019 serão definidores do futuro da Caixa de Assistência (Cassi), após a etapa vencida por todos nós na aprovação da Consulta ao Corpo Social, que avaliou e aprovou o Memorando de Entendimentos entre o patrocinador BB e as entidades representativas dos associados, acordo construído após 18 meses de negociação para buscar solução para o déficit do Plano de Associados.

É possível a entidade de saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil sair fortalecida desse processo de busca da sustentabilidade de seus planos de saúde, se toda a comunidade se mantiver atenta, acompanhando esses próximos 3 anos de luta pela saúde, pelo Modelo de Atenção Integral e Estratégia Saúde da Família (ESF), pela manutenção da Solidariedade do modelo de custeio mutualista intergeracional e se superarmos as próximas etapas da reorganização dos serviços de saúde da Cassi sem nos desviarmos perseguindo modelos que nos levam para a mesma crise que todo o setor de saúde suplementar vive.

Enfim, as duas últimas semanas foram de muita luta para encaminhar etapas internas na gestão relativas ao processo negocial vivido por nossas entidades representativas e associados e o patrocinador BB. Se a gente contar o trabalho que dá em termos de energia e tempo para construir os encaminhamentos das propostas, as pessoas ficariam cansadas só de ouvir.

O ano vai chegando ao fim e nossa agenda da Diretoria de Saúde não acaba. Nesta quarta, vamos a Goiás e na quinta e sexta, estaremos no Ceará. Na semana que vem, participaremos da Conferência de Saúde da Cassi e Conselho de Usuários do Maranhão.

Estou bem cansado, mas com a leveza de lutar apaixonadamente por esta Caixa de Assistência e por nossos associados e funcionários.

Ainda vamos soltar mais um Boletim Prestando Contas Cassi neste mês e vamos fazer o lançamento de estudos de saúde realizados por nossas áreas, que reforçam o papel de vanguarda de nossa Caixa de Assistência na área da Atenção Primária e no cuidado de sua população assistida com base na promoção da saúde e prevenção de doenças, monitorando participantes com doenças crônicas e riscos diversos em saúde.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)

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