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12.10.26

Diário e reflexões



A MAIORIA DO POVO É DE GENTE BOA

12/10/26


Nesta segunda-feira de feriado, data comemorativa de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, e Dia das Crianças, somei com o Coletivo JuntOz, nosso mandato coletivo de vereadores do Partido dos Trabalhadores em Osasco, e com uma militância de jovens da região, para fazer campanha pela reeleição do Presidente Lula no centro de Osasco.

Ficamos no Largo de Osasco até meio-dia conversando com a população, com panfletagem e confeccionando cartazes.


Depois, fizemos uma caminhada pelo Calçadão, dialogando com os comerciantes e com as pessoas esclarecendo o que está em jogo nestas eleições presidenciais, falamos das propostas do Presidente Lula e dos riscos graves colocados na candidatura de Flávio Bolsonaro.


A nossa militância percorreu todo o Calçadão e depois seguimos pela Av. Marechal Rondon até chegar à sede do Partido dos Trabalhadores, na Rua Gal. Bittencourt. O dia de campanha terminou por volta de 13h30.


ATO DA PAULISTA

No domingo, meu filho e eu estivemos no Ato da Avenida Paulista, com o Presidente Lula. Foi uma das maiores manifestações da história, um mar vermelho de jovens e dos mais diversos segmentos sociais unidos em defesa da democracia e da soberania do país, lutando pela reeleição de Lula e contra tudo que significa de ruim a candidatura do Bolsonaro.

É isso! Sigamos nas ruas e no diálogo com a população brasileira até a vitória no domingo, 25 de outubro.

William Mendes

9.10.26

Diário e reflexões

Plenária do PT Paulista


A LUTA CONTINUA! O POVO HONESTO E TRABALHADOR VAI REELEGER O PRESIDENTE LULA!

09/10/26

Estamos na primeira semana do segundo turno das eleições brasileiras mais importantes de nossas vidas. 

O presidente Lula, representante da civilização, da soberania nacional e dos direitos do povo, e o candidato da extrema-direita Flávio Bolsonaro, a representação do mal e de tudo que não presta, se enfrentam para definirmos o futuro do povo e do Brasil. 

Genoino segue inspirando as lutas

Lula saiu atrás em números de votos no 1° turno. Eu não me surpreendi. As noções que tenho a respeito das ferramentas e artimanhas do inimigo me alertavam para essa possibilidade (big techs/EUA, IAs, orçamento secreto, mídia golpista). Porém, também por uma leitura de mundo e experiência na política, avalio que vamos vencer, Lula será reeleito por nós, pelo movimento democrático que já estamos criando. 

Em São Paulo, a extrema-direita saiu vencedora, como era esperado. A casa-grande paulista elegeu o governador e os senadores. E muitos fascistas para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Federal. Nós elegemos um time combatido, vamos dar trabalho para essa gente desumana, desonesta e fascista. 

Luna Zarattini é esperança 
e renovação na política

A companheira Luna Zarattini, para quem fiz campanha, foi eleita a deputada federal mais votada do Partido dos Trabalhadores em SP (233.733). Também é a mais jovem deputada do PT Paulista. O companheiro Marcolino também foi reeleito para o segundo mandato de deputado estadual pelo PT. Luiz fez um excelente trabalho na Assembleia. 

Marcolino é nossa voz na Assembleia de SP 

Nesta semana fiz um esforço de estar envolvido com a reeleição do presidente Lula desde a segunda-feira. Conversei com o povo nas ruas, fui à plenária do Partido, e conversei com colegas bancários do BB por dois dias e também com aposentados. 

Nós vamos eleger Lula presidente no dia 25/10/26. O povo brasileiro é um povo bom, trabalhador e que só quer ser feliz. Não acredito que tenhamos uma maioria de gente ruim, má, canalha e bandida, como são os bolsonaristas convictos. Essa gente abjeta vai perder. O amor e a solidariedade vão prevalecer com Lula presidente. 

Bora lá, eleger Lula! Até a vitória! Venham conosco na luta contra a barbárie. Este é o momento da história de todas as pessoas de bem saírem do silêncio e se manifestarem a favor de Lula e contra o candidato da milícia e de Trump.

William Mendes

5.10.26

Cuidadores profissionais como Direito Social



ELEIÇÕES 2026 - VOTAR EM LULA É FUNDAMENTAL

Avançar nos direitos das pessoas que precisam de cuidados especiais


O governo Lula conseguiu recuperar o Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecer o Ministério da Saúde após a destruição causada pelos governos Temer e Bolsonaro, antes de 2023. O programa Farmácia Popular praticamente tinha acabado e o sistema de salvamento idem, o SAMU. Além de incluir mais remédios e direitos no Farmácia Popular, avançamos com o Agora Tem Especialistas.

O Sistema de Saúde brasileiro é misto, ele congrega instituições públicas e privadas, e ele é gerido e organizado pelos três níveis de governos, a União, os estados e os municípios. Onde as cidades organizam corretamente o atendimento à população, a saúde e o acolhimento são melhores; já as cidades que gerem mal o sistema de saúde, as pessoas sofrem com a falta de atendimento.

(Post Scriptum: o Decreto 12.562, de 23/07/25, regula a lei do Plano Nacional de Cuidados. Porém, o conjunto de ações a serem implementadas e atores públicos dificulta sobremaneira a que o direito chegue na ponta, nas pessoas que necessitam dos cuidadores profissionais, por isso proponho algo focado)

SISTEMA PÚBLICO DE CUIDADORES PROFISSIONAIS COMO DIREITO SOCIAL

Uma carência que percebo na conversa com as pessoas, com os trabalhadores e com as populações mais idosas é a dificuldade em praticamente cada família do Brasil de conseguir uma cuidadora ou cuidador profissional para apoiar e cuidar de pessoas enfermas, pessoas com deficiência, idosos com doenças degenerativas, acidentados ou sequelados que passam meses em recuperação em lares sem a menor condição para tal necessidade.

A demanda por cuidadores e "home care" é de uma grandeza que pode ser avaliada, sei que as estatísticas da população brasileira, de mais de 200 milhões de pessoas, são grandes nessa demanda de cuidados e com tendência de aumentar consideravelmente a cada ano, pois estamos vivendo mais e essa conquista de termos enormes contingentes de pessoas com 70, 80, 90 anos e pessoas centenárias necessita de adaptações sociais vinculadas a esses segmentos geracionais com avanços nos direitos.

Fui gestor eleito de saúde em uma autogestão que contém 189 mil pessoas assistidas com mais de 59 anos, e a população com mais de 71 anos chega a 92 mil pessoas. Um sistema social com essa característica precisa ter uma estratégia bem definida de cuidados com a saúde.

Como o presidente Lula tem abordado muito a questão da qualidade de vida nos segmentos de pessoas idosas e nosso Partido dos Trabalhadores sempre lutou em defesa dos direitos sociais da cidadania em seus diversos grupos de composição, proponho avançarmos em um SISTEMA PÚBLICO DE CUIDADORES PROFISSIONAIS COMO DIREITO SOCIAL.

A realidade das famílias brasileiras hoje é de muita dificuldade. Aquelas que conseguem pagar cuidadores profissionais, algo que chega a milhares de reais, só é possível porque as pessoas da família se cotizam para conseguirem ter alguém cuidando do idoso com necessidades especiais ou pessoas com graus de deficiência que necessitam de acompanhamento integral.

Evidente que a porcentagem de pessoas e famílias que podem pagar 5 mil, 10 mil ou até 15 mil reais para um cuidador ou cuidadora profissional é pequena. Ao conversar com trabalhadores da categoria bancária, é comum ouvir relatos como esse, de irmãos, tios e cunhados que dividem a mensalidade de um cuidador para seu ente querido ser assistido enquanto trabalham.

A imensa maioria do povo brasileiro não tem como pagar um sistema privado e caro de cuidadores para seus entes queridos.

O acesso a cuidadores profissionais DEVE SER UM DIREITO DA CIDADANIA, com orçamento e gestão de um SISTEMA PÚBLICO, ou seja, UM DIREITO SOCIAL.

Em linhas gerais é essa a proposta de avanços nos direitos de saúde que defendo para atender a uma demanda de grande parte dos lares da sociedade brasileira.

William Mendes

Ex-dirigente dos bancários

Ex-diretor eleito de Saúde da CASSI/BB

4.10.26

Eleições 2026 - O que fazer? A minha parte


Todo dia é dia de luta, não importa a idade


2° TURNO ENTRE LULA E BOLSONARO

O que fazer? A minha parte.


04/10/26

Domingo, após os resultados do 1° turno das eleições brasileiras 


Aprendi política no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e na Central Única dos Trabalhadores. Ao me tornar bancário em 1988, no Unibanco, fui sindicalizado pelo pessoal da Regional Osasco, onde trabalhava o Marcos Martins, saudosa referência de trabalho de base. Fiquei dois anos trabalhando no Centro Administrativo do Unibanco, o CAU, na Raposo Tavares. Fui demitido um tempo depois de participar de uma greve da categoria.

Ao entrar na faculdade de Ciência Contábeis em Osasco, tive a oportunidade de me tornar estagiário do Banco do Brasil na agência Ceagesp em 1992. Por causa disso, soube do concurso público, passei e me tornei funcionário do maior banco público do país, o Banco do Brasil. No BB, passei o período mais importante de minha vida adulta, ficando quase 27 anos na estatal de economia mista. 

Como bancário sindicalizado, fui eleito dirigente do Sindicato e da Confederação e representei quase meio milhão de trabalhadores por muitos anos. O trabalho de base sempre foi a melhor coisa que fiz como político. Conversar com as pessoas é o que nos faz humanos. Aprendi a importância da política para a nossa classe ao representar pessoas por quase duas décadas.

Eu tenho consciência que pertenço à classe trabalhadora. Aprendi isso com a vida de bancário, com os colegas, e com as companheiras e companheiros do Sindicato e do movimento sindical, sobretudo com os princípios, concepções e práticas da CUT.

Após o resultado das eleições brasileiras em 1º turno, só sei de uma coisa neste momento: cada um de nós, com consciência de classe, tem a obrigação de se envolver na campanha para a eleição do presidente Lula, que neste momento histórico significa a civilização contra a barbárie, é a luta entre o amor e a solidariedade contra o ódio e o mal. Não há dúvidas nisso.

No meu caso, que tenho pertencimento ao lugar de onde vim, da pobreza, do mundo do trabalho, de uma vida dedicada ao Banco do Brasil como empresa pública, sei exatamente o que pode acontecer caso Flávio Bolsonaro vença as eleições dia 25 de outubro. É o fim do BB pela privatização, da Previ, da Cassi, dos direitos sociais e a instalação das milícias no poder executivo do país.

Vou me esforçar para conversar com as pessoas nestas três semanas, sobretudo com meus colegas bancários, pois tenho experiência nisso e poderia contribuir para esclarecer os riscos colocados se não reelegermos o presidente Lula. 

Cada um de vocês que lerem essa declaração minha podem contribuir de alguma forma. Então, é buscar energia extra, acreditar que a nossa luta é certa e existencial e convencer as pessoas a virem conosco.

BORA LÁ eleger o presidente Lula no dia 25 de outubro!

William Mendes


Post Scriptum: na foto, estou com os companheiros Monção e Djalma Bom, lutadores de toda uma vida em defesa da classe trabalhadora.